Rio de Janeiro

Em “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos” (Eduff, 2019), a professora da UFRJ Anabelle Loivos “traduz” a riqueza verbal e estética de Euclides da Cunha, por meio de um conjunto de ensaios que se prestam a interpretar uma série de textos do autor, de cartas a relatórios, reportagens a contos, trechos avulsos e poemas. 

São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos, como demonstra a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo, dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff.

O Projeto Turismo Social UFF está com as inscrições abertas para a experiência turística que acontecerá no dia 30/06, com destino à cidade do Rio de Janeiro (Região do Cais do Porto).

O projeto Turismo Social UFF oferece excursões e atividades de lazer a baixo custo para a comunidade acadêmica. A ideia é estimular a integração e socialização da comunidade acadêmica fora do ambiente institucional e, assim, promover o bem-estar e a qualidade de vida durante e após a sua experiência turística.

O livro “Paisagens luminosas e cenários noturnos: formas, práticas e significados da noite na cidade do Rio de Janeiro” (Eduff, 211 pp, R$42), de Marcos Paulo Ferreira de Góis, trata da expansão e diversificação das práticas sociais durante o período noturno na cidade carioca.

O livro “Paisagens luminosas e cenários noturnos: formas, práticas e significados da noite na cidade do Rio de Janeiro” (Eduff, 211 pp, R$42), de Marcos Paulo Ferreira de Góis, trata da expansão e diversificação das práticas sociais durante o período noturno na cidade carioca.

O livro “Sementes Urbanas” (Eduff, 2017), das organizadoras Maria de Lourdes Pinto Machado Costa e Maria Laís Pereira da Silva, reúne textos, inclusive inéditos, do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos. A coletânea dividida em três volumes busca resgatar a memória de um personagem que marcou a história do Rio de Janeiro.

Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?”, no dia 6 de outubro, na Livraria da Travessa de Botafogo.

No livro, o autor relata não apenas os meandros do mundo dos negócios da prostituição no Rio de Janeiro, mas traz para o leitor uma percepção da forma como as sexualidades e os desejos estão articulados nas saunas cariocas.

Em “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas: o antilusitanismo na Primeira República” (Eduff, 2017), Gladys Sabina Ribeiro abre espaço para um tema pouco frequentado na historiografia brasileira: o estudo da imigração portuguesa e das relações entre Brasil e Portugal. A autora identifica dois momentos em que o antilusitanismo era mais presente: a primeira década da República e os nos 1920, tanto no cotidiano da rua e do trabalho, quanto na política.

Clássico da área da Antropologia Urbana, o livro “Quando a rua vira casa” ganhou uma nova edição, revista e ampliada, pela Eduff (2016). Aliando conhecimentos de diferentes áreas, os autores Arno Vogel e Marco Antônio da Silva Mello analisam as maneiras pelas quais as pessoas se apropriam dos espaços coletivos. Os autores elegeram dois espaços para comparação: o bairro do Catumbi, com seu tradicional centro comercial, e a Selva de Pedra, no atual bairro carioca do Leblon.

Diversos movimentos sociais, como a mobilização dos moradores da Vila Autódromo frente ao projeto olímpico instalado na cidade do Rio de Janeiro, vêm questionando o uso do espaço urbano. Aspectos desse tipo de mobilização, por parte dos chamados favelados, são retratados pelo historiador Marco Pestana em “A união dos trabalhadores favelados e a luta contra o controle negociado das favelas cariocas (1954-1964)”, (Eduff, 2016).

Diversos movimentos sociais, como a mobilização dos moradores da Vila Autódromo frente ao projeto olímpico instalado na cidade do Rio de Janeiro, vêm questionando o uso do espaço urbano. Aspectos desse tipo de mobilização, por parte dos chamados favelados, são retratados pelo historiador Marco Pestana em “A união dos trabalhadores favelados e a luta contra o controle negociado das favelas cariocas (1954-1964)”, (Eduff, 2016), que será lançado em 25 de abril, às 19h, na Livraria Blooks de Botafogo.

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff, com lançamento no dia 29 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói).

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro “Violência e racismo no Rio de Janeiro” acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff. Passados mais de 20 anos, a obra do cientista político Jorge da Silva continua atual e evidencia que o Brasil ainda vive o mito da democracia racial, apontado pelo autor.

Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, Jorge da Silva se valeu da própria vivência para incorporar ao estudo da violência o componente da discriminação racial, constantemente ignorado pelos estudiosos na temática.

O livro é resultado da pesquisa feita durante dois anos pela antropóloga Soraya Simões na tradicional área de prostituição do Rio de Janeiro. De maneira lírica e ao mesmo tempo com rigor etnográfico, a autora descreve o cenário, as personagens e as sensações desse "mundo paralelo" ao turbulento Centro da cidade e compartilha histórias de um lugar onde a moralidade é um peso apenas fora de seus limites.

Ao conhecer esse cenário de modo mais profundo, o leitor poderá refletir melhor sobre essa prática tão antiga e polêmica, que é a prostituição.

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