greve

No dia 14 de janeiro, o Gabinete do Reitor respondeu ofício do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (Sintuff) informando que, em cumprimento da decisão judicial liminar e da tese do Supremo Tribunal Federal (STF), executará a suspensão do pagamento dos dias em paralisação decorrentes da greve.

Conforme amplamente divulgado à comunidade universitária, a partir desta segunda-feira, dia 07 de janeiro, a administração da Universidade Federal Fluminense dá cumprimento à decisão liminar do Desembargador Federal da 8ª Turma do TRF 2ª Região, Dr. Marcelo Pereira da Silva, proferida no dia 19 de dezembro de 2018.

Em resultado de ação interposta pela Procuradoria Federal, decisão liminar deferida em 19 de dezembro pelo Desembargador Federal da 8ª Turma do TRF 2ª Região, Dr. Marcelo Pereira da Silva, determinou a manutenção de, no mínimo, 70% dos serviços considerados essenciais pela Universidade Federal Fluminense. Além disso, a liminar autorizou o corte de ponto dos servidores parados.

No dia primeiro de novembro, quinta-feira, o reitor em exercício, Professor Antonio Claudio da Nóbrega, recebeu representantes do Sintuff, retomando a Mesa de Negociação Permanente, para tratar de pontos de pauta dos servidores técnico-administrativos em greve.

A reunião girou em torno, basicamente, da jornada de trabalho, tendo o Sintuff apresentado, mais uma vez, a reivindicação de 30 horas semanais para todos os servidores técnico-administrativos da UFF.

Bacharel em Direito e mestre em Estudos de Linguagem pela UFF, Ulisses Gomes lança o livro "...remediado está: implicações do processo de significação da greve na relação Legislativo-Judiciário pós-1988" (Eduff, 2017), durante a IV Conferência Internacional – Greves e Conflitos Sociais, na Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia da Universidade de São Paulo.

Em "...remediado está: implicações do processo de significação da greve na relação Legislativo-Judiciário pós-1988" (Eduff, 157 pp, R$ 39), Ulisses Gomes trata da análise discursiva na relação entre o texto judiciário e o texto legislativo.

Fruto da dissertação de mestrado do autor no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da UFF, a obra é também uma reflexão singular e profunda sobre a liberdade democrática de participação do cidadão no exercício de seus direitos.

Em “Lutas por educação no Brasil recente” (Eduff, 2017), a professora Kênia Miranda analisa a trajetória do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN) em face das políticas educacionais e das lutas da classe trabalhadora no Brasil ao longo das três últimas décadas.

A ação de obstrução da entrada do prédio da reitoria, realizada por ativistas do Sintuff na manhã de ontem (16/09/2015), constitui um passo à frente na estratégia de radicalização do movimento grevista da universidade. A pretexto de realizar uma manifestação, os ativistas do Sintuff impediram o funcionamento da reitoria e, de maneira agressiva, cercearam o direito de ir e vir de docentes, técnico-administrativos e estudantes que dependem da reitoria para realizar suas atividades.

A Superintendência de Documentação informa que, com o prolongar da greve, algumas unidades precisaram ajustar seus horários para atender parcialmente os usuários. Confira o horário de funcionamento das unidades do Sistema de Bibliotecas da UFF durante o mês de Setembro de 2015.

Lembramos que neste período nenhum usuário  será prejudicado em função da não devolução do material. Encaminhe sua dúvida para suportepergamum@ndc.uff.br

 

O Comitê Gestor em reunião no dia 14 do corrente mês, resolveu que dará continuidade às negociações através da Mesa de Negociação Permanente da UFF, com as entidades representativas dos diversos segmentos da Comunidade Universitária: DCE, ADUFF, SINTUFF. Para isto aguarda uma comunicação destas entidades para marcar a reunião de negociação.

Não haverá negociações com o Comando Local de Greve, assim como não há reunião de negociação marcada para hoje, 15/9.

Comitê Gestor da UFF

Ontem (03/09/15), às três horas da tarde, militantes da Aduff e do Sintuff invadiram o pátio em frente da reitoria. Sem autorização, instalaram banheiros químicos no espaço da universidade, um gerador na calçada, interromperam o trânsito e provocaram um acidente na rua que levou quatro pessoas ao hospital. Os manifestantes, incluindo pessoas estranhas à universidade (como o MTST), danificaram instalações e picharam um banheiro do prédio da reitoria.

A Universidade Federal Fluminense informa que o calendário acadêmico relativo a 2015/1 foi mantido pelo Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP), o que significa que as atividades acadêmicas realizadas neste período permanecem válidas e os prazos a serem cumpridos pelos professores que não aderiram à greve permanecem os mesmos.

Os alunos poderão trancar matrícula ou cancelar disciplinas relativas a 2015/1 assim que a greve terminar, em período a ser definido pela PROGRAD.

O início das atividades de 2015/2 e o período para a reposição das aulas de 2015/1 serão, oportunamente, redefinidos pelo CEP.

Por iniciativa do Comitê Gestor da UFF, foi realizada reunião com o Comando Local de Greve, ontem, dia 30 de junho, às 14h, na reitoria, com o objetivo de retomar as discussões em torno da situação da Universidade, os movimentos em curso e a pauta de reivindicações.

A UFF é para toda Comunidade Universitária

Desde o dia 28 de maio o movimento grevista faz obstrução do Campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense e hoje, dia 2 de junho, houve também interdição de outros dois campi, o Valonguinho e Biomédico.

Conforme compromisso firmado na última sexta-feira dia 29, entre estudantes e a reitoria da UFF, publicado na página da UFF, foi realizada hoje, dia 1º de junho, a reunião do Conselho de Ensino e Pesquisa – CEP, da Universidade Federal Fluminense.

Na ocasião, o Conselho de Ensino e Pesquisa, por voto majoritário, deliberou pela não suspensão do calendário acadêmico e, após a greve em curso, garantir a atividade acadêmica, de forma que não haja nenhum prejuízo aos estudantes, professores e técnico-administrativos.

1 -  Entre os dias 27 e 29 de maio a Reitoria foi ocupada por estudantes que apresentaram uma pauta que tinha como pontos prioritários a regularização do pagamento de bolsas de monitoria, a reabertura do bandejão da Praia Vermelha, uma reunião extraordinária do Conselho de Ensino e Pesquisa, a criação de uma mesa de negociação permanente de greve e regularização do pagamento de terceirizados;

Em face das ameaças de invasão por parte de setores vinculados ao movimento grevista, e tendo em vista atos de invasão realizados em outras universidades federais, a administração da Universidade Federal Fluminense informa o fechamento das atividades destinadas ao público no prédio da reitoria.

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