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sexualidade

Lançamento do livro QUAL O FUTURO DA SEXUALIDADE NO DIREITO?

Quando: 
sexta-feira, 31 Março, 2017 - 18:30 até 21:30

Parafraseando Raewyn Connell, o poder das estruturas sociais na formação do indivíduo faz com que a sexualidade pareça não se transformar. Mas quando pensamos a partir da história da sexualidade, percebemos que as constantes modificações dos arranjos sociais reelaboram a todo o momento a nossa sexualidade, sempre posta em crise, pois não pode ser fixada nem exatamente reproduzida. Os corpos não são uma tela em branco a ser pintada exclusivamente pela sociedade.

Pesquisadores da UFF discutem sexualidade sob a perspectiva do direito

SDD em sua primeira jornada - Foto: Divulgação

Fundado no final de 2014 pelo professor Eder Fernandes, do Departamento de Direito Privado, o grupo de pesquisa "Sexualidade, Direito e Democracia" (SDD) desenvolve pesquisas jurídicas interdisciplinares por meio dos conceitos de sexualidade, governança e poder. Atualmente é composto por 23 pesquisadores, sendo 18 alunos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito, cinco graduandos de iniciação científica e orientandos de trabalhos de conclusão de curso.

I Jornada SDD: "Qual o futuro da sexualidade no Direito?"

Quando: 
sexta-feira, 21 Outubro, 2016 - 10:00 até 19:00

Durante os anos de 2015 e 2016, o Grupo de Pesquisa "Sexualidade, Direito e Democracia" (http://www.sdd.uff.br/), vinculado à Faculdade de Direito e ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense, desenvolveu suas pesquisas sobre política sexual, direito e democracia.

Os pesquisadores agora se reúnem para dar publicidade aos resultados das pesquisas na I Jornada SDD.

Professor da George Washington University faz palestra sobre deficiência e sexualidade nesta quinta-feira, às 16h no auditório do Bloco O, no Campus do Gragoatá

A proposta do evento, organizado pelo Laboratório PesquisarCOM / Grupo de Pesquisa Perceber sem Ver, do Instituto de Psicologia da UFF, é discutir as articulações entre deficiência, sexualidade e estudos queer, tomando como foco o corpo e suas possibilidades para além das hetero-normatividades. Quais são as interfaces entre estudos queer e estudos sobre deficiência? O que pode um corpo? Como são feitas as fronteiras que separam corpos eficientes e corpos deficientes? O que pode um corpo se articulado longe dos parâmetros de normalidade?

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