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UFF recebe visita do MEC para tratar de questões de acessibilidade e inclusão

Campus do Gragoatá, térreo do bloco A, em breve, novo endereço da Divisão de Acessibilidade e Inclusão da UFF

A UFF recebeu nesta terça-feira a visita do MEC a fim de levantar dados sobre o avanço e as dificuldades de acessibilidade nos campi da universidade. A pauta reuniu integrantes da Proaes (Pró- Reitoria de Assuntos Estudantis), da equipe do Sensibiliza, parceiros das Superintendência de Documentação –SDC e Superintendência de Engenharia e Arquitetura e representantes do Ministério da Educação para discutir alguns assuntos de extrema importância para promover a inclusão na Federal Fluminense. Rosângela Morello, representante do MEC visitou alguns pontos da universidade, como a Biblioteca Central e o Caminho Acessível do Gragoatá.

“A reunião foi muito importante porque tínhamos ali a presença, não só do pró-reitor de assuntos estudantis, mas a experiência dos responsáveis pela biblioteca, e o pessoal da arquitetura e das obras; então são fatores que indicam o quanto a questão está sendo debatida por vários setores da universidade”, contou Rosangela Morello.

“Acho que essa reunião deu esperança, porque se uma outra parte do governo, um ministério do governo federal, está vindo aqui para conhecer de perto não só a universidade aqui em Niterói, mas todas as universidades, é porque está querendo fazer mudanças, veio para ver o que está dando certo, o que está dando errado, e isso é muito importante”, acrescentou a diretora da Divisão de Acessibilidade e Inclusão da UFF, Paula Liliane Godois.

Na pauta: as conquistas realizadas para a consolidação da inclusão do aluno com deficiência no ensino superior; os desafios para a superação das barreiras arquitetônicas, atitudinais, pedagógicas, e comunicacionais ainda existentes e o servidor público com deficiência na universidade.
“A gente falou também da importância da parceria para que todos os setores possam dar a sua contribuição. Até porque é uma forma da gente ficar mais forte e conseguir alcançar realmente a educação inclusiva”, contou Paula.

A Divisão de Acessibilidade e Inclusão, Sensibiliza UFF, que esteve presente na reunião, aproveitou a ocasião para anunciar, em breve, a mudança para uma nova sala no campus Gragoatá, no térreo do bloco A, onde vai dividir o espaço com outros setores da Coordenação de Apoio Social (CAS/Proaes).

“O fato da UFF ter constituído um grupo de trabalho, uma comissão, para fazer esse levantamento e estudo mostra o quanto a universidade está comprometida com essa política”, comentou Rosangela.

A UFF, assim como várias outras universidades, está no caminho da institucionalização da política de acessibilidade e inclusão no meio acadêmico. Apesar dos avanços, que podem ser encontrados inclusive na nova Lei da Pessoa com Deficiência, lançada no início desse ano, pelo governo federal; há ainda muitos desafios a serem debatidos e superados.

“Sobretudo do ponto de vista arquitetônico, porque a gente sabe que a UFF assim como outras universidades também tem prédios tombados, tem campi que estão nas cidades que tem uma topografia difícil. E uma coisa que todos na reunião lembraram que é importante, é com relação a barreira atitudinal. Que haja uma nova forma de compreender a deficiência, e isso por parte de todos, por parte dos outros alunos do curso, dos professores, dos gestores. Porque muitas vezes a deficiência é invisível, ou ela é invisibilizada, ou muitas vezes as pessoas desejam não ter que lidar com ela, e isso é uma grande barreira a ser vencida”, completou Rosangela.

Reportagem de Rebeca Letieri, estudante de Jornalismo (Iacs/UFF) e bolsista do SENSIBILIZA UFF.

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