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1ª Exposição UFF Antártica:Estação Polar Rede GEAL-UFF, Difusão Científica & Inclusão Social SAÚDEANTAR#ProexEmAção divulga em parceria com o Programa de Extensão Rede GEAL-UFF, a 1ª Exposição UFF Antártica:Estação Polar Rede GEAL-UFF, Difusão Científica & Inclusão Social SAÚDEANTAR. A inauguração será no dia 25 de outubro às 9h com visitas interativas de 29 a 31 de outubro e de 04 a 11 de novembro das 14h às 17h, Campus Mequinho na Avenida Jansen de Melo, 174 Centro - RJ.
Ana Flávia Torbey e Claudete Cardoso lançam “Rotinas de pediatria” na Livraria IcaraíA coletânea “Rotinas de pediatria” (Eduff, 2019), organizada pelas médicas Ana Flávia Malheiros Torbey e Claudete Aparecida Araújo Cardoso, será lançada durante noite de autógrafos, na Livraria Icaraí, em Niterói. A obra se propõe a ser uma ferramenta para auxiliar alunos do Internato de Medicina, residentes de Pediatria, médicos generalistas e pediatras de forma prática e objetiva em suas decisões. Em “Rotinas de pediatria”, as autoras trazem as principais etiologias, formas de diagnóstico, diagnósticos diferenciais, exames complementares e tratamento por etapas, para que o leitor acompanhe passo a passo o manejo de cada doença. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar.  
Livro aborda passo a passo das rotinas de pediatriaRecém-lançada pela Eduff, a coletânea “Rotinas de pediatria” é uma ferramenta para auxiliar alunos do Internato de Medicina, residentes de Pediatria, médicos generalistas e pediatras de forma prática e objetiva em suas decisões diante do paciente pediátrico. Organizado por Ana Flávia Malheiros Torbey e Claudete Aparecida Araújo Cardoso, o livro traz as principais etiologias, formas de diagnóstico, diagnósticos diferenciais, exames complementares e tratamento por etapas, para que o leitor acompanhe passo a passo o manejo de cada doença. Saiba como comprar.
A importância do afeto na cura de doenças é destaque no curso de Medicina da UFFFisiologia, Patologia, Histologia, Oftalmologia... e Espiritualidade. Essas disciplinas, que podem parecer incompatíveis, à primeira vista, fazem parte de um mesmo currículo, na graduação de Medicina da UFF. Criada em 2017, como fruto de uma parceria entre o urologista e professor da UFF, Genilson Ribeiro, e seu colega médico, Sérgio Felipe, “Medicina e Espiritualidade” é parte de um esforço em incorporar na formação dos futuros médicos um olhar humanizado em relação ao paciente e à possibilidade de ressignificação da doença. De acordo com Genilson, coordenador do curso, “vivemos um momento em que o mais importante é o ter e não o ser. As relações humanas estão deterioradas e isso também se reflete na Medicina e na relação com o paciente. O que estamos procurando ensinar é o resgate dos valores ético-morais esquecidos e a espiritualização das relações humanas”. Ausência de toque, relações mediadas por aparelhos, consultas rápidas e impessoais. Muitos são os elementos que compõem esse cenário descrito pelo professor, frequentemente vivenciado por quem visita consultórios médicos, onde a relação com o paciente se torna cada vez mais distante. A emoção, ponte através da qual o médico se conecta com ele e, também, instrumento fundamental de seu trabalho, sem o qual o diagnóstico se torna um ato puramente mecânico, é deixada cada vez mais à parte. Isso ocorre a despeito de o principal pré-requisito para um profissional de saúde, segundo Genilson, ser justamente a possibilidade de “se sensibilizar com a dor e com o sofrimento de um ser. Muitas vezes, a medicina convencional cartesiana-newtoniana se dedica apenas a tratar o efeito das doenças, ou seja, a sua manifestação física, esquecendo-se do binômio corpo-mente”. Saúde é bem-estar físico, psíquico, social, ambiental, funcional e espiritual, e não necessariamente ausência de doença", Genilson Ribeiro. Nem sempre foi assim. Um passeio pela história da Medicina revela momentos em que o ser humano era enxergado sob uma perspectiva mais integral, tal como nos períodos mais remotos da civilização. Naquela época, explica ele, “a Medicina esteve envolvida no seu aspecto místico e era exercida pelos curandeiros e xamãs”. Também no período clássico, com a escola Hipocrática, o homem era entendido como uma unidade, sendo considerado saudável aquele que possuía um estado mental e físico em perfeito equilíbrio. Posteriormente, passou-se por “um momento de obscurantismo no período medieval, no qual a superstição, o charlatanismo e a ignorância foram responsáveis pelo período tenebroso que a Medicina passou. Somente com o renascimento e a contribuição de Descartes que modificou-se radicalmente o pensamento da época, afastando a ciência da religião e deixando esta última a cargo da Igreja”. O desenvolvimento da Medicina tal qual a conhecemos hoje ocorreu apenas no século XIX, com o auxílio da Mecânica Newtoniana. Naquela época, “o ser humano se assemelhava a uma máquina e a influência da mente não era cogitada em nenhuma hipótese”, explica o professor. Atualmente, vive-se um novo paradigma, com o auxílio da Física Quântica, que estuda os fenômenos relativos às partículas atômicas e subatômicas; dos Campos Mórficos de Sheldrake, que questiona a visão mecanicista; e da Biologia da Crença de Lipiton, que se propõe a explicar como todas as células do corpo são influenciadas pelo pensamento. De acordo com Genilson, “não podemos afastar o efeito da mente sobre a gênese das doenças, tampouco a importância da vontade colocada a serviço da cura, conhecida popularmente como fé”. Ao contrário do que se pode supor, esse enfoque proposto pela disciplina não propõe, como explica o coordenador, a “substituição de uma anamnese detalhada e o contato com o paciente através do exame físico. O que nós fazemos é estimular o estreitamento da relação médico-paciente, pois acreditamos que este seja o seu primeiro ‘medicamento’. Como entender o sofrimento de alguém e auxiliá-lo a se tratar se não nos sensibilizamos com sua dor?”. E esse exercício de contato inicia-se em sala de aula com a discussão, por exemplo, de alguns grandes males da sociedade contemporânea, tal como a depressão, que possui componentes químicos, mas também relacionais e subjetivos. O professor reitera ainda que “há atualmente um aumento substancial dos casos de depressão e o aluno de Medicina está suscetível a desenvolver este quadro. Discutimos, em sala de aula, este fenômeno e buscamos encontrar soluções para o mesmo. Também tem aumentado consideravelmente os casos de suicídio no mundo e nós abordamos este tema, assim como muitos outros envolvendo emoções e sentimentos”. Paralelamente a isso, “enfatiza-se que os pacientes têm que aprender a desenvolver mecanismos interiores de ‘copping’ (enfrentamento) ou ressignificação do adoecimento, procurando o entendimento do sentido da doença na vida da pessoa. Isso está de acordo com a Carta de Otawa, pois a saúde é bem-estar físico, psíquico, social, ambiental, funcional e espiritual, e não necessariamente ausência de doença”, explica ele. Sob essa perspectiva, portanto, o médico não é um mero técnico executor de procedimentos, mas um ser humano, dotado da capacidade de sentir, sensibilizar-se com a dor do outro e, por meio dela, encontrar um caminho para a cura, de forma singular e cuidadosa. A despeito de todos os avanços tecnológicos das últimas décadas no campo da Medicina, da sofisticação diagnóstica, terapêutica e medicamentosa, uma coisa é inegável: o afeto continua revolucionário.
Encontro debate medicina de animais selvagens na UFFDurante os dias 12, 13 e 14/11/2018, foi realizado o 2º Encontro Fluminense de Medicina de Animais Selvagens, evento de extensão coordenado pelo professor, Sávio Freire Bruno, cujo objetivo foi atrair, principalmente, estudantes e profissionais interessados na temática. As palestras foram ministradas por profissionais da área de medicina veterinária e/ou ciências biológicas, com enfoque no resgate, reabilitação, reintrodução e conservação de animais selvagens, abrangendo assuntos como patologias, enfermidades, clínica, cirurgia, entre outros. O evento, ocorrido no auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB - UFF), foi realizado pela Faculdade de Veterinária, com o apoio da Proex, Proplan, FEC, EdUFF, Alcon, CN Rações e Qualittas.
Residência Médica HUAP-UFF 2019A Universidade Federal Fluminense, através da Direção Geral do Hospital Universitário Antônio Pedro e da Comissão de Residência Médica, torna público o Concurso de Seleção para Residência Médica do HUAP.  São 103 vagas destinadas aos Programas de Residência Médica para o ano letivo de 2019. A realização do Concurso de Seleção para Residência Médica 2019 está a cargo da Comissão de Residência Médica do Hospital Universitário Antonio Pedro (COREME), ligada diretamente à Direção Geral do Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense. A COREME está instalada no Hospital Universitário Antonio Pedro, 6º andar do Prédio Anexo, sito à Rua Marquês do Paraná, 303, Centro - CEP: 24.033-900 - Niterói - RJ. O Concurso, cujas inscrições estarão abertas até as 12 horas do dia 10 de outubro de 2018, é operacionalizado pela Coseac.  O Concurso terá etapa única, com as provas sendo realizadas no dia 1º de dezembro de 2018, sábado, às 13 horas. Para mais informações, acesse http://www.coseac.uff.br/concursos/coreme/2019
Campanha Solidária Amor em Cada Fio - 2ª Edição Campanha “Amor em cada fio” realiza entrega de perucas confeccionadas com doações Devido ao sucesso do evento, realizado em março, estudantes de Medicina da UFF, prepararam a 2ª edição com supresas para os participantes   A campanha “Amor em cada fio” surgiu com um grupo de estudantes de Medicina da UFF, pertencentes à Liga de Dermatologia, e tem como objetivo arrecadar mechas de cabelos para confecção de perucas para doação, atendendo a pacientes em tratamento quimioterápico oncológico ou com alopecia grave. Na 1ª edição, realizada em março deste ano, no Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), foram arrecadadas 220 mechas de cabelos e 80 kg de leite em pó desnatado que foram doadas a pacientes com HIV e em quimioterapia. A fábrica Di Milese confeccionou, sem custos, 20 perucas que serão doadas às pacientes do Huap na 2ª edição da campanha, a ser realizada no dia 09 de agosto, das 09h às 13h, no Auditório Aluíso de Paula, que fica no próprio hospital. Além disso, cabeleireiros e maquiadores do Espaço Juliana Paes, parceiros da campanha, estarão presentes em uma ação de incentivo e valorização da autoestima. O evento terá também café da manhã e, às 11h:30, uma palestra com o tema “Cuidados Básicos com os Cabelos”, com Fernanda Gavazzoni, dermatologista internacionalmente e especialista em doenças do couro cabeludo. A palestrante ensinará cuidados básicos com o couro cabeludo e com as perucas. Os estudantes da Liga de Dermatologia também estão preparando uma cartilha para ser entregue durante a palestra. A participação é gratuita e aberta ao público. Contamos com a sua participação e presença!
“Tenho um mioma, o que fazer?”: explicações, sintomas e tratamentos Miomas são tumores benignos, formados por células musculares, na parede do útero, que podem chegar até a parte externa do órgão. A condição atinge cerca de 80% das mulheres no Brasil, segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Mas, de todos esses casos, raras exceções manifestam os sintomas tradicionais de um mioma, então, muitas mulheres nem sequer sabem que o têm. Em “Tenho mioma, o que fazer?” (Eduff, 2018), os ginecologistas Ricardo Lasmar, Paulo Barrozo e Bernardo Lasmar apresentam informações sobre o mioma uterino, o quadro clínico, opções terapêuticas e tratamentos alternativos – citando as vantagens e desvantagens de cada um. Com uma linguagem simples e clara, o livro é voltado não apenas para o público especializado, mas para aqueles que não têm formação médica. Com o propósito de disseminar e desmitificar as causas, sintomas e tratamentos do mioma, a obra traz imagens, curiosidades e dúvidas frequentes de muitas mulheres a respeito dos miomas. Apesar de grande parte das vítimas permanecerem assintomáticas ao longo da vida, algumas mulheres podem passar por dores e sangramentos vaginais. Em casos mais extremos, os miomas podem chegar a volumes superiores a mil centímetros cúbicos, causando inchaço abdominal, prejudicando ainda mais a saúde e até mesmo a autoestima da mulher.  Com o conhecimento cada vez maior sobre violência obstetra e métodos menos violentos de parto ou até mesmo de exames ginecológicos, é essencial que as mulheres brasileiras saibam mais dessa condição tão comum, mas ainda tão pouco conhecida. Saiba como comprar.
Transferência para MEDICINA - 50 vagasConcurso de Seleção na Modalidade de Transferência Facultativa para o Curso de Graduação em Medicina e ingresso no ano letivo de 2018 Estão abertas até as 12 horas do dia 20 de dezembro de 2017 as inscrições para o Concurso de Seleção na Modalidade de Transferência Facultativa para o Curso de Graduação em Medicina e ingresso no ano letivo de 2018. São quase 50 (cinquenta) vagas, sendo 25 para cada semestre. O valor da taxa de inscrição é de R$ 180,00 (cento e oitenta reais) e o pagamento do boleto bancário, gerado ao final do processo de inscrição, deverá ser feito somente entre os dias 8 e 15 de janeiro de 2018. As provas serão realizadas no dia 21 de janeiro de 2018, em Niterói. Para maiores informações e inscrições, acesse http://www.coseac.uff.br/transferencia/medicina/2018
Huap oferece à população serviço de alergia e imunologia único na regiãoEm sua busca constante por diagnósticos e tratamentos cada vez mais eficazes, o Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), através do Serviço de Alergia e Imunologia Clínica, oferece de forma gratuita para a população diversos procedimentos especializados como os tratamentos de rinite, asma, dermatite atópica, imunodeficiência e urticária crônica. Atualmente, são beneficiados pelo serviço em torno de 2500 pacientes ao ano. Inaugurado na década de 1980, o setor tem o objetivo de dar assistência a adultos e crianças com doenças alérgicas e imunodeficiências primárias. As atividades se dividem em ensino, assistência e pesquisa clínica, que são realizadas nos ambulatórios de alergia geral, dermatite atópica, urticária crônica e reações adversas a drogas e imunodeficiências primárias. Segundo o coordenador do Serviço de Alergia e Imunologia da UFF, José Laerte Boechat, o atendimento multiprofissional, viabilizado pela estrutura do espaço, engloba dermatologia, imunologia clínica, pneumologia, pediatria, hematologia e otorrino, facilitando a integração e o atendimento às necessidades dos pacientes. “A grande vantagem que a gente tem hoje aqui é poder transitar com o paciente de acordo com as necessidades entre todos esses serviços. Isso facilita os tratamentos e os torna mais eficazes”, explica Boechat. Desde sua implantação no Huap, o Ambulatório de Alergia e Imunologia Clínica recebe pacientes de Niterói e municípios vizinhos, como São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Rio Bonito, Silva Jardim, Tanguá e Casimiro de Abreu. “Por mês, são realizadas mais de 200 consultas, além da aplicação de vacinas, testes cutâneos, tratamento regular com aplicação de imunoterapia específica para antígenos, infusão de imunoglobulina para pacientes com imunodeficiências primárias e aplicação de imunobiológicos para tratamento de doenças específicas - por exemplo, anti-IgE para tratamento de casos de urticária crônica espontânea”, descreve o coordenador. O projeto conta com três professores - Beni Olej, José Laerte Boechat e Daniella Moore, do Departamento de Medicina Clínica e duas médicas - Simone Pestana e Rossana Rabelo. Além disso, alunos de graduação em Medicina e de pós-graduação do HUAP/UFF de diversas áreas, tais como Clínica Médica, Pediatria, Neurologia, Geriatria, Otorrinolaringologia e Dermatologia participam das atividades do setor em nível ambulatorial e acadêmico. A integração entre as atividades de ensino e assistência médica possibilita o avanço das linhas de pesquisa atualmente em andamento no Serviço, que são Rinite no idoso, Alergia alimentar, Dermatite atópica, Urticária e Reações adversas a drogas. “A presença de estudantes e pesquisadores no ambiente favorece as análises e o avanço dos tratamentos oferecidos”, ressalta Boechat. Desenvolvimento da área de Urticária Crônica Entre os focos do Serviço de Alergia e Imunologia está o diagnóstico, tratamento e pesquisa a respeito da urticária crônica - caracterizada pelas lesões na pele que persistem por mais de seis semanas, com fator desencadeante identificado ou não (neste caso, sendo conhecida como espontânea). Sem outras opções de tratamento em Niterói e região, os pacientes são encaminhados dos postos de saúde para o Huap, onde contam com o Ambulatório Especializado em Urticária Crônica. Já, que no setor, há um estudo aprofundado da doença, favorecendo o sucesso dos tratamentos oferecidos. Segundo a professora Daniella Moore, o progresso permitido pelo ambulatório se deve a criação de um registro com os pacientes. “Nós estamos montando um registro clínico da área metropolitana desses pacientes, porque em termos médicos, nós só podemos avançar no tratamento de uma doença a partir do que é conhecido e nós só conhecemos o que é registrado. Com isso, poderemos analisar a evolução da doença, como se comporta com o tratamento, obtendo assim um conhecimento de massa”, explica.
Pesquisadores da UFF criam tecnologia para diagnóstico médico à distânciaO Sistema de Saúde Holográfica, desenvolvido por pesquisadores da UFF, levará acompanhamento médico virtual para locais distantes e de difícil acesso. Através do Projeto Telessaúde da UFF, moradores do interior do Acre, Amazonas e Pará, por exemplo, poderão receber atendimento clínico ágil e de qualidade. A iniciativa, que visa contribuir para a saúde e bem-estar da população, é uma parceria com o Exército e a Marinha do Brasil e conta com suporte financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O sistema permite que uma junta médica acompanhe um atendimento clínico, mesmo a milhares de quilômetros de distância. Os pacientes poderão ser observados numa imagem 3D em cores, interagindo durante a consulta, ajudando no diagnóstico e, em casos específicos, contribuindo na decisão por cirurgia ou transferência para outra localidade. O consultório virtual é composto de maca, mesa, cadeira e tem equipamentos para auxiliar a consulta pela internet, como webcam, microfone, computador para a transmissão da imagem holográfica e iluminação especial para garantir a boa visibilidade do doente. Dessa forma, o médico que está junto ao paciente recebe em tempo real o apoio e a participação da equipe de especialistas de um centro urbano melhor equipado. Desenvolvido pelos pesquisadores do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas da Escola de Engenharia (Netav/UFF), em parceria com o Corpo de Saúde do Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), o sistema foi testado pela Marinha na operação do navio de apoio às atividades na Antártida e, também foi avaliado em navios-hospitais que atendem populações ribeirinhas da Amazônia. Na UFF, o consultório virtual contribuiu para a realização de testes psicológicos e diagnósticos precoces de demência, No Hospital Central do Exército (HCE), está sendo definido um protocolo que, no futuro, ajude a equipe médica a identificar doenças de pele. A assistência à saúde não deve ter fronteiras, limites de territórios, municípios e estados. É necessário o engajamento e cooperação de todos na busca pela integração nacional", Antonio Claudio da Nóbrega. A construção de um consultório virtual tem custo estimado em menos de R$ 10 mil e utiliza equipamentos simples, com baixo custo de manutenção. “A imagem refletida em uma tela fina, posicionada à frente da junta médica, garante a sensação de conforto e tridimensionalidade. Pelo sistema holográfico, é possível acompanhar a cena completa. Os médicos podem observar o paciente dos pés à cabeça, seus gestos e sinais de relaxamento ou tensão”, destaca o engenheiro de telecomunicações, professor e coordenador geral do projeto, Julio Cesar Rodrigues Dal Bello. “O emprego da holografia em shows já era conhecido, mas as imagens transmitidas não eram feitas em tempo real”, explica a também engenheira, professora e coordenadora científica do projeto, Natalia Castro Fernandes. O projeto começou a ser desenvolvido em 2012, no Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, Serviço de Geriatria do Huap. Segundo a coordenadora da equipe de Saúde, Yolanda Eliza Moreira Boechat, a ideia foi de uma ex-aluna da pós-graduação, que queria promover a interiorização do serviço. A equipe de engenharia do Netav/UFF foi, então, desafiada a dar uma solução tecnológica. Segundo Dal Bello, o sistema criado pela equipe da UFF garante a segurança no envio e compartilhamento de dados dos pacientes, que são transmitidos dos consultórios virtuais até o centro de saúde holográfico de forma criptografada, utilizando a rede de telecomunicações terrestre ou satélite. Para o vice-reitor, Antonio Claudio da Nóbrega, a assistência à saúde não deve ter fronteiras, limites de territórios, municípios e estados. É necessário o engajamento e cooperação de todos na busca pela integração nacional, de modo que a população tenha um atendimento de qualidade. “É o que a UFF vem fazendo com esse projeto, por exemplo, contribuindo para o bem-estar de toda a sociedade: dos centros urbanos até os que moram em localidades de difícil acesso. A partir de estudos e profissionais qualificados da universidade e com o uso da tecnologia da informação para a área da saúde vamos sempre buscar diminuir essas distâncias continentais e tornar realidade um atendimento de excelência para todos os cidadãos”, ressalta. A professora Yolanda Boechat anunciou que um projeto de extensão está sendo planejado para o curso de Medicina em Oriximiná, no Pará, onde a UFF tem uma unidade avançada de atendimento médico-ambulatorial à população local, de 50 mil habitantes. Além de aperfeiçoar o sistema, com novas funcionalidades, o grupo pretende também contribuir na implantação da tecnologia nas unidades de fronteira do Exército e criar um banco de dados sobre doenças tropicais. “É preciso que toda a sociedade não só conheça o potencial do projeto e de seus pesquisadores, mas também saiba que é desenvolvido no Brasil. Essa é uma estratégia que vai além da assistência à saúde, contribuindo para o ensino e a pesquisa científica”, conclui.
IV Encontro em Diversidade e Inclusão da UFF: entrelaçando conhecimentoshttps://ivencontroemdivers.wixsite.com/cmpdi/programacao   O evento promoverá o diálogo sobre diferentes pontos de vista e as estratégias vigentes no âmbito das questões que envolvem a diversidade e a inclusão em todas as suas dimensões (sociais, educacionais, políticas e culturais), visando promover discussões e reflexões sobre as práticas relacionadas ao tema em questão. ​ Palestras, mesa-redonda, relatos de experiência e dois dias para apresentação de duas seções de pôsteres (uma seção para cada dia).   Programação 6/12 – (quarta-feira) • 7:30h – Recepção • 8:30h – Abertura • 9h – Palestra de abertura: “Uso de tecnologias e pensamento computacional na Diversidade e Inclusão” Prof. Dr. Sergio Crespo (UFF) • 10h – Coffee break • 10:30h – Mesa Redonda: Entrelaçando conhecimentos Profa. Dra. Edicléa Mascarenhas Fernandes (UERJ) Profa. Dra. Cristina Delou (UFF) Profa. Dra. Ana Kaleff (UFF) 12h – Almoço • 13h – 15h – Exposição de jogos e materiais educacionais inclusivos no LEG (Laboratório de Ensino de Geometria), visita guiada pela professora Ana Kaleff • 15h – Coffee break • 15:30h – 18h – Apresentação de pôsteres e avaliações 7/12 – (quinta-feira) • 9h – Palestra:  “Autismo e Desafios para a Inclusão social" - Ms. Ana Carolina Wolff Mota – "Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE) • 10:15h – Coffee break • 10:45h – Palestra - Vera Lucia Palmeira Pereira (Conhecimentos em Diversidade e Inclusão) – Universidade Pontifícia Católica de Brasília (DF) 12h – Almoço • 13h – 15h – Relatos de Experiência Ana Cristina Teixeira Prado – Mestranda do CMPDI Wendel de Oliveira – Mestranda do CMPDI Ms.  Gisele Soares Rodrigues do Nascimento – Mestre em Diversidade e Inclusão Dr. Thiago Correa Lacerda – Professor do CMPDI/IFRJ • 15h – Coffee break • 15:30h – 18h – Apresentação de pôsteres e avaliações 8/12 – (sexta-feira) • 9h – Palestra - Em elaboração • 10h – Coffee break • 10:30h – Mesa redonda: “Divulgação Científica: uma forma de Inclusão Social” Prof. Dr. Luiz Mors Cabral (UFF), Profa. Dra. Neuza Rejane Wille Lima (UFF), Profa. Dra. Eleonora Kurtenbach (UFRJ) 12:30h – Almoço • 14h – 15h –Palestra: Prof. Dr. Antônio Claudio da Nobrega – Vice-reitor da UFF (Políticas de  inclusão na UFF) • 15h – Atividade artística • 15:30h – Encerramento com Lanche
Convite de posse do Vice-Reitor na Academia de Medicina do Estado do Rio de JaneiroO Vice-Reitor da Universidade Federal Fluminense, professor Antonio Claudio, convida toda comunidade acadêmica para a sua solenidade de posse como Acadêmico Titular na Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (ACAMERJ).  Confira mais informações.
Medicina: UFF oferece mestrado e doutorado simultâneos à graduaçãoA Universidade Federal Fluminense é a quarta instituição federal de ensino superior do Brasil a ter um programa que permitirá ao aluno da Faculdade de Medicina cursar ao mesmo tempo a graduação e a pós-graduação, em nível de mestrado ou doutorado, em Ciências Cardiovasculares. O objetivo, segundo o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Cardiovasculares (PGCVV), cardiologista e médico nuclear, Cláudio Tinoco Mesquita, é reduzir significativamente a média de idade com que os estudantes ingressam no mestrado ou doutorado e assim aumentar o período produtivo desses pesquisadores na área. De acordo com a vice-coordenadora, professora Christianne Bretas, o Programa de Treinamento em Pesquisa Médica (Modalidade MD-PhD) foi aprovado no início de 2017 pelo colegiado da Faculdade de Medicina da UFF e já selecionou dois candidatos no primeiro processo seletivo ocorrido no primeiro semestre. “Em 2018 faremos outro processo para ampliar o número de alunos cursando esse novo modelo de ensino”, garantiu. O pré-requisito fundamental para o interessado se candidatar, ressaltam os coordenadores, é que ele esteja munido de uma grande vontade de ingressar em um curso que transformará a sua carreira. Os cursos simultâneos irão capacitá-lo a percorrer dois caminhos promissores, aperfeiçoando seu desempenho profissional, tanto como pesquisador quanto como professor de nível superior. Para se inscrever no processo de seleção do mestrado e doutorado do PGCCV, o estudante deverá trazer documentos de identificação (RG e CPF), curriculum vitae, diploma e histórico escolar da graduação, bem como anteprojeto de dissertação e carta de aceite do orientador, devendo o candidato ser alocado em uma das áreas de concentração: Cardiologia ou Ciências Biomédicas. O candidato inscrito para a área de concentração em Cardiologia deverá apresentar no ato da inscrição, graduação em Medicina e comprovação de residência médica ou curso de especialização em área médica. Já o aluno inscrito para a área de concentração em Ciências Biomédicas deverá apresentar graduação em uma delas, tais como, Fisioterapia, Odontologia, Farmácia, Nutrição, Enfermagem, Psicologia, Educação Física, Biologia, Biomedicina, dentre outras ou ainda em quaisquer outras áreas que possam contribuir para o avanço das Ciências Cardiovasculares; bem como curso de especialização ou equivalente; além dos documentos de identificação”. A faculdade está de braços abertos para receber todos que se interessam pelas linhas de pesquisa da pós-graduação e querem, com isso, fazer parte desta história”, ressaltou Mesquita. Para o coordenador do curso, o Brasil só se desenvolverá como nação plena se investir maciçamente na educação e na ciência. “É fundamental que os jovens tenham uma percepção mais atrativa da área da pesquisa. Para o Brasil se industrializar, melhorar a sua balança comercial e prosperar, precisamos de mais mestres e doutores no país. Dentro dessa perspectiva, pretendemos alcançar entre 5% a 10% dos alunos do curso médico em um futuro próximo”, concluiu. Um dos aprovados na seleção, estudante Erito Marques de Souza filho, 36 anos, decidiu enfrentar os desafios inerentes à dupla jornada de estudos. Citou Aristóteles ao falar que sempre buscou “encontrar a justa medida para equilibrar a vida particular e acadêmica." Segundo Erito, quatro alunos passaram pelo processo seletivo. O nível de exigência da seleção foi muito alto, afirmou. Além de ter um Coeficiente de Rendimento (CR) acima de 8.8, o aluno tinha que apresentar um extenso conjunto de publicações na área e ter passado com nota acima de 9.0 nas disciplinas de Iniciação Científica. “Dividir o tempo entre o doutorado e o curso de Medicina e ter uma boa base em pesquisa não é tarefa fácil, pois o volume de textos para estudar é extenso. A formação é muito longa: seis anos de graduação, dois de residência médica e quatro de doutorado, totalizando 12 anos de estudos. Nesse aspecto, a UFF inovou e se alinhou aos grandes centros de formação do mundo, encurtando o tempo de graduação do médico. Nesse sentido, vou aliar a pesquisa à clínica cardiológica”, ressaltou. Por fim, Erito afirmou que pretende dar aulas na área médica e trabalhar com pesquisa. “Precisamos mudar o paradigma na formação médica”. Segundo ele, as escolas de medicina no Brasil em muitos aspectos são reféns do que é feito em outros países, pois faltam estudos adaptados à realidade nacional e com pacientes brasileiros. Os cortes no orçamento também dificultam, mas sua expectativa é muito boa em relação aos professores e à estrutura do curso de doutorado, pois o programa do curso de Ciências Cardiovasculares tem um excelente nível. Na entrevista a seguir, os professores Cláudio Tinoco Mesquita e Christianne Bretas falam sobre essa nova modalidade de pós-graduação. Os cursos serão oferecidos somente aos alunos já graduados ou os graduandos também poderão acumular a graduação com os dois, mestrado e doutorado? Cláudio Tinoco: Temos a possibilidade de concomitância com a graduação de Biomedicina há três anos, através do Programa da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi) de Altos Estudos, e agora temos a possibilidade de um programa conjunto com a graduação de Medicina: o MD/PhD, sendo a UFF uma das quatro universidades pioneiras no país a incorporar esta modalidade de pós-graduação. Mas, por enquanto, o MD/PhD está sendo oferecido na UFF exclusivamente na PGCVV para alunos do curso de Medicina. Qual a expectativa de adesão entre alunos e professores? Cláudio Tinoco: No primeiro processo seletivo tivemos uma excelente procura. Dois alunos foram selecionados e um está desenvolvendo seu projeto. Esperamos que em breve mais estudantes tenham interesse e busquem esta excelente oportunidade de aprimorar suas capacidades. Quanto aos professores, vamos abrir um processo de credenciamento de novos docentes para pós-graduação em Ciências Cardiovasculares nas próximas semanas, aumentando com isso a oferta de disciplinas e de professores em diferentes linhas de pesquisa oferecidas aos estudantes. A carga horária das aulas e tempo dos cursos serão os mesmos ou por serem simultâneos terão uma carga horária e duração menores? Cláudio Tinoco: A duração é a mesma de um doutorado normal: quatro anos após a matrícula no programa. Sendo que os alunos de medicina precisam ficar cientes de que ao final do curso, a residência médica terá que aguardar a conclusão do doutorado. Haverá aumento no número de professores de determinada disciplina? Cláudio Tinoco: Temos 21 professores do PGCCV, mas estamos em processo de expansão, visto que credenciaremos novos docentes até o final deste mês. O que representa para a UFF e para o aluno participar desses dois processos seletivos e cursá-los simultaneamente? Christianne Bretas: Hoje um estudante que começa o curso de Medicina com 17 anos, caso estude ininterruptamente, só termina o doutorado aos 33 anos de idade. Seguindo o roteiro original, são seis anos de graduação, quatro anos de residência médica, mais dois de mestrado e, então, quatro anos de doutorado. Com o PTPM, os participantes poderão concluir o doutorado até em dois anos depois do término curso de Graduação em Medicina. Que outras universidades do Brasil oferecem essa nova modalidade de pós-graduação? Cláudio Tinoco: O Programa MD-PhD já é um sucesso em algumas universidades do Brasil, como a UFRJ, Unicamp e Unifesp; e agora poderemos oferecer na UFF. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está incentivando formalmente este tipo de iniciativa, a fim de atrair jovens estudantes de Medicina de alto desempenho para a carreira acadêmica. Os alunos que têm ótimo perfil na graduação e com resultados excepcionais na Iniciação Científica poderão ser selecionados para cursarem em concomitância a graduação e parte do doutorado. A criação dessa nova modalidade de pós-graduação vai ampliar a oferta de recursos recebidos pela UFF? Christianne Bretas: Esperamos receber mais bolsas de doutorado especificamente para esta modalidade. A Capes já abriu um edital assim no passado e está incentivando todas as universidades a seguir esta mesma iniciativa. Outras informações para o processo seletivo estão no site do PGCVV: http://poscardio.sites.uff.br/
Eduff lança “Gravidez e maternidade"Apertar, puxar, comer, dormir, mamar, caminhar, piscar, beliscar, descobrir: os pequenos e novos seres humanos que chegam a esse mundo estão, por muitas vezes, ávidos para enfrentar os primeiros desafios da nossa existência. Os responsáveis, no entanto, ficam cada vez mais preocupados em ampará-los. Pensando nisso, os médicos Bruno Lagoeiro, Eduardo Cardoso e Pedro Lanzieri lançam o livro “Gravidez e maternidade: Uma abordagem médica do milagre da vida” (Eduff, 2016). Nos dezoito capítulos que integram a obra, são abordados temas e dúvidas frequentes, a partir da experiência dos profissionais e das conversas com pais, tios, avós e responsáveis. Com uma linguagem simples e direta, os autores procuram desmentir os principais mitos ligados ao desenvolvimento da criança, em especial sobre educação e comportamento. A maior parte do conteúdo da obra foi baseado no aplicativo “Minha Gravidez”, lançado em julho de 2015, que está atualmente disponível na Apple App Store e Google Play Store. Com boa avaliação por parte dos usuários, os conselhos foram escritos pelos três profissionais e revisados por especialistas. Os médicos que assinam a obra foram colegas quando eram estudantes na Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), há mais de oito anos. Hoje, são sócios de uma start up voltada para a divulgação de informações nas áreas de Medicina e Saúde. Como comprar    
Flavia Medeiros lança livro sobre IML do Rio pela EduffA rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela antropóloga Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”, que será lançado em 7 de março, às 17h, na Livraria da Travessa, no Centro do Rio de Janeiro (Rua 7 de Setembro, 54). Na obra, a autora relata como é desenvolvido um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar o corpo e a causa de sua morte. Por meio de categorias médico-legais, é possível classificar o óbito e desta forma redefinir relações sociais que, em tese, seriam interrompidas pela morte. A partir da análise das dos procedimentos de identificação dos cadáveres, Flavia Medeiros revela a transformação de corpos muitas vezes desfigurados em corpos apresentáveis às famílias. Ao mesmo tempo, a autora discute como esses mortos se institucionalizam ao se converter em “provas” de crimes, o que é resultado da associação de dois saberes acadêmicos (Medicina e Direito) e um saber profissional (Polícia Judiciária), que caracterizam a construção de verdades pela “Polícia Técnico-Científica”. --> Como comprar    
Concurso de Seleção para Residência Médica - HUAP 2017A Universidade Federal Fluminense, através da Direção Geral do Hospital Universitário Antônio Pedro e da Comissão de Residência Médica, torna público o Concurso de Seleção para Residência Médica do HUAP.  São 104 vagas destinadas aos Programas de Residência Médica para o ano letivo de 2017. A realização do Concurso de Seleção para Residência Médica 2017 está a cargo da Comissão de Residência Médica do Hospital Universitário Antonio Pedro (COREME), ligada diretamente à Direção Geral do Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense. A COREME está instalada no Hospital Universitário Antonio Pedro, 6º andar do Prédio Anexo, sito à Rua Marquês do Paraná, 303, Centro - CEP: 24.033-900 - Niterói - RJ. O Concurso, cujas inscrições estarão abertas até as 12 horas do dia 3 de novembro, é operacionalizado pela Coseac. Para mais informações, acesse http://www.coseac.uff.br/concursos/coreme/2017  
‘Minha Saúde’: rede social e medicina unidas em projeto da UFFO uso da tecnologia na medicina é cada vez mais comum, já que pode facilitar o diagnóstico e tratamentos médicos. Alinhado a essa realidade, o Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (IC-UFF) desenvolve projetos que proporcionam a integração entre as duas áreas. O Instituto pretende no segundo semestre de 2016 dar continuidade ao Projeto “Minha Saúde”, uma rede social voltada inicialmente para idosos e pacientes portadores de problemas cardíacos. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório Tempo do IC-UFF. A professora Daniela Trevisan dará prosseguimento ao projeto iniciado ainda no mestrado da doutoranda de Computação Edhelmira Lima. De acordo com Daniela, a rede social pretende se expandir para abranger outros públicos, além daqueles focados inicialmente. “Pretendo captar alunos de mestrado para aperfeiçoar a rede”, explicou. “Meu objetivo é melhorar sua interface, deixando-a mais simples, assim como fazer uma parceria com o Facebook para alcançar um público maior e usar sensores móveis para monitorar as atividades fisiológicas do paciente, como batimentos cardíacos e pressão arterial”. A rede social foi desenvolvida para promover a interação entre pacientes com o mesmo diagnóstico médico. Através dela, eles trocariam mensagens, publicariam seu estado de saúde e dados clínicos como, por exemplo, pressão arterial. “O objetivo é integrar essas pessoas para motivar o tratamento. Além disso, a rede tem o papel de monitorá-los, a partir das informações compartilhadas”, explica Edhelmira. “Os dados coletados no projeto ‘Minha Saúde’ podem ser utilizados pelos médicos para observar o padrão comportamental daquele grupo, já que na rede os sintomas são registrados pelos usuários”, esclarece a doutoranda. “Esse plano de cuidado aponta, por meio de um diagrama, as alterações fisiológicas daquele paciente ao longo do dia. A partir da análise do diagrama a equipe médica pode avaliá-lo melhor”, complementa Edhelmira, que ao longo da pesquisa contou com a participação de profissionais da medicina da área de cardiologia. De acordo com Edhelmira, outra função da rede é auxiliar no atendimento do paciente que demonstre uma grave alteração no seu estado de saúde. “Se for observado um agravamento no quadro clínico do paciente, o monitor responsável por analisar os dados de tempo em tempo pode acionar o atendimento médico àquela pessoa, facilitando seu socorro”, explica. Dificuldades A pesquisa foi coordenada pelo professor Orlando Loques do IC-UFF e contou com a participação de 45 pacientes do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), entre idosos e cardíacos. Ao iniciar o projeto, foi descoberto que um considerável percentual daquele grupo não sabia manusear o computador ou simplesmente não o possuía. “Para que pudéssemos prosseguir, providenciamos internet e computadores para aqueles que não tinham”, acrescentou Loques. Outro percalço apontado por Loques foi a interface da rede social, que confundia os idosos. Para contornar o problema, foram feitas adaptações para amenizar as dificuldades encontradas na navegação. De acordo com o professor, a viabilidade nos usos de aparelhos para acompanhar os aspectos fisiológicos é mais um empecilho do trabalho. “O nosso objetivo foi comprovar que é possível usar a tecnologia no acompanhamento médico, além de demonstrar a viabilidade do projeto. No final, conseguimos bons resultados. Mas para que esteja ao alcance da sociedade é necessário que os aparelhos usados no monitoramento sejam mais acessíveis”, argumentou Loques, que também criticou a burocracia no processo de importação desses aparelhos. Sciads A rede social surgiu a partir do Sistema Computacional Inteligente de Assistência Domiciliar à Saúde (Sciads), coordenado por Loques, cujo objetivo era monitorar a saúde do paciente dentro de sua própria residência. O processo era realizado por meio de sensores móveis que transmitiam essas informações a um banco de dados. “O acerto no diagnóstico feito por meio dos dados colhidos pelos sensores foi de 100%”, explica. “Ao longo da pesquisa foi feita uma comparação entre o laudo feito pelo Sciads com o de outros médicos, a conclusão foi satisfatória e os resultados consoantes”, argumenta. Os dados, segundo o coordenador, foram coletados ao longo do dia, contabilizando todas as alterações, e enviados para uma central via internet para seu armazenamento. Metamodelo Além do Sciads e da Minha Saúde, outro projeto em andamento desenvolvido pelo Laboratório Tempo também promove o uso da tecnologia com aplicação na medicina. Desenvolvido pela doutoranda Edhelmira, o trabalho é coordenado pelo professor Loques e pelo professor José Viterbo, membro do IC-UFF. De acordo com a doutoranda, a pesquisa tem o objetivo de criar um sistema de integração, em que será possível o acesso a todos os dados do paciente coletados ao longo da sua vida e seu estado de saúde. “Por meio do metamodelo, os médicos poderão acessar os exames antigos – que geralmente se perdem ao longo do tempo – e o seu histórico de doenças. Isso permitirá que os dados do nascimento até a morte do paciente sejam acessados com facilidade”, explica. Apesar de o projeto estar em fase inicial, Viterbo aponta a privacidade como uma das questões a serem resolvidas. “Um debate que surge na criação do metamodelo é o fato de a pessoa ter seus dados disponíveis no sistema, o que pode atrapalhar sua entrada em uma vaga de emprego, por exemplo, uma vez que qualquer empresa – ou o Estado – pode ter acesso a essas informações”, aponta Viterbo. Edhelmira, no entanto, enfatiza a importância do aval do paciente antes da disponibilização de seus dados. Segundo Loques, o metamodelo auxilia também no mapeamento das doenças de uma determinada região geográfica, facilitando diretamente o trabalho para combatê-las. “O intuito é criar uma linguagem padrão para que os dados se comuniquem, facilitando seu acesso e, consequentemente, dando celeridade ao trabalho da medicina”, finaliza.
SiSU 2016-2ª Edição - 4ª Chamada de MedicinaEstá disponível a 4ª Chamada do SiSU 2016 - 2ª Edição para ingresso no curso de Medicina. Clique no link abaixo para acessar a relação dos selecionados na 4ª Chamada (formato PDF) http://www.coseac.uff.br/2016/arquivos/SISU2016-2Edicao-Chamada4-Medicina.pdf Todo candidato classificado nesta Chamada, feita a partir da Lista de Espera organizada pelo SiSU, deverá, OBRIGATORIAMENTE, realizar a Pré-Matrícula - ONLINE em http://www.coseac.uff.br/2016/registro, até as 12 horas do dia 26 de julho de 2016. Informações sobre os procedimentos de pré-matrícula on-line, pré-matrícula presencial e inscrição em disciplinas estão disponíveis no Comunicado Oficial nº 17 (divulgado em 8/6/2016), e no Comunicado Oficial nº 20 (divulgado em 14/7/2016). Não deixe para registrar o seu interesse na última hora. O candidato que não realizar o registro online PERDERÁ A VAGA. Página do SiSU 2016: www.coseac.uff.br/2016
GinecologiaDestinado a médicos ginecologistas e alunos – de graduação ou pós-graduação – em formação, este livro é produto da atividade docente e da prática diária de um grupo de profissionais desta especialidade, integrantes do Serviço de Ginecologia do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense. A coletânea está sedimentada por conhecimento adquirido ao longo de anos, desde a anatomopatologia, fisiologia, propedêutica, até a terapêutica. Tudo isso, sem perder um importante foco: a manutenção e a melhoria da qualidade de vida da cliente e de seus familiares. "Ginecologia" Autor: Renato de Souza Bravo (Org.) Ano de publicação: 2014 Idioma: Português Preço: R$ 150,00 Como comprar: Na nossa Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo formulário de e-mail em www.editora.uff.br/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1&Itemid=24.
Serviços de saúde para o estudante  Orientações gerais Telefone: (21) 2629-5320 Email: saudedoestudante@proaes.uff.br Facebook (Perfil): www.facebook.com/divisaodesaude.dase Facebook (Fanpage):  Endereço: Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Reitoria, sala de atendimento ao aluno. Atendimento médico É dirigido aos bolsistas de Desenvolvimento Acadêmico e alunos da Moradia Estudantil. O atendimento é realizado pela Divisão de Assistência à Saúde, localizada no andar térreo da Reitoria, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Telefone: (21) 2629-5279. Atendimento psicológico Direcionado a todos os estudantes da UFF. É necessário agendamento prévio no telefone (21) 2629-5320.  Serviço de Psicologia Aplicada (SPA - UFF) O serviço oferece atendimento psicoterápico em duas modalidades: Oficinas de intervenção nas escolhas profissionais Destina-se a todos aqueles que em determinado momento da vida se deparam com as escolhas profissionais: alunos do Ensino Médio, estudantes de graduação e outros interessados. As temáticas pertinentes são discutidas em grupo, que se reúne uma vez por semana, durante uma hora e trinta minutos, com aproximadamente oito encontros. As oficinas acontecem geralmente no mês de junho/julho com data ainda a ser marcada. As inscrições são presenciais e podem ser feitas no Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade Federal Fluminense (Campus do Gragoatá, Bloco N, 5º andar. Telefone: (21) 2629-2951 Ambulatório clínico O recebimento de novos pacientes no Ambulatório de Psicoterapia do SPA ocorre nos plantões realizados às 8h, sempre às quartas-feiras. No vidro da porta principal do Bloco N é afixado o número de vagas disponíveis para atendimentos, realizados por ordem de chegada até completar o número de vagas disponíveis. Mais informações, acesse: http://www.spa.uff.br/. Atendimento Odontológico O atendimento odontológico da UFF é aberto à comunidade, portanto os estudantes também podem utilizá-lo. O agendamento é feito todas às sextas-feiras, das 9h às 9h30, ou até as vagasse esgotarem. Telefone: (21) 2629-9920. Observação: o serviço funciona somente durante o período letivo.  Demais projetos  Projeto Café, Palavras e Suspiros Traz escuta, acolhimento e encaminhamento de questões trazidas pelos alunos. Também fornece informações sobre os serviços do SUS e cidadania. Projeto InTuAção É voltado para as práticas do bem-viver e são trabalhadas técnicas de respiração, mediação e meditação. Mais informações sobre estes projetos entre em contato pelas informações continadas nas orientações gerais.
Mais de 1,5 mil bebês são registrados no cartório da Maternidade do HuapO posto avançado de registro civil do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) completou quatro anos com dois bons motivos para comemorar: registrou nesse período mais de 1,5 mil bebês, e as mães, que têm seus filhos na Maternidade do hospital, recebem gratuitamente a certidão de nascimento, o que representa um avanço para as famílias. A instalação de um cartório de registro civil na Maternidade do Huap possibilitou diminuir o sub-registro civil, que no Estado do Rio de Janeiro chega a 5%. Muitas crianças acabam ficando sem o registro ou passando um longo período da vida sem o ter, levando um grande número de pessoas a não ter seus direitos civis garantidos por lei, dentre os quais, o direito à cidadania. Para o diretor-geral do Huap, Tarcísio Rivello, a falta de registro de recém-nascidos prejudica a vida do futuro cidadão, que fica muitas vezes alijado de seus direitos constitucionais, de criança à vida adulta. Durante os preparativos de instalação do posto, lembrou-se de uma mãe, cujo filho de cinco anos ainda não havia sido registrado. Para o médico, “isso mostra que o posto instalado aqui no Huap é um resgate da cidadania". De acordo com a titular do cartório, Ana Paula Caldeira, a instalação do posto no interior do hospital representa um grande auxílio para as pessoas de baixa renda. "O Huap é um dos pioneiros desse projeto no estado, o que propicia à população dar o primeiro passo no exercício pleno de sua cidadania”. A iniciativa da implantação do cartório foi da presidente da Associação dos Colaboradores do Hospital Universitário Antonio Pedro (Achuap), Rita Rivello. No ano de 2011, o primeiro bebê registrado foi uma menina chamada Ana Clara, hoje com quatro anos de idade. A mãe da criança, Sílvia Crespo, ressaltou a importância de a filha já ter sido registrada no hospital. A emissão da certidão de nascimento é gratuita. O horário de funcionamento do cartório no Huap é das 9h às 12h, de segunda a sexta-feira.