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UFF é uma das oito universidades brasileiras avaliadas pelo Round University RankingA Rankings Agency divulgou, na última segunda-feira (21), o Round University Ranking (RUR) - um ranking mundial de universidades. Com sede na Rússia, o RUR mede o desempenho de 820 instituições mundiais líderes em 20 indicadores com quatro missões principais: ensino, pesquisa, diversidade internacional e sustentabilidade financeira. A Universidade Federal Fluminense foi citada em todos os aspectos e foi uma das oito universidades brasileiras avaliadas. Na análise mundial, a UFF ficou com a 688ª colocação, com destaque para o item Sustentabilidade Financeira, responsável por mostrar a posição financeira da universidade, determinar seu grau de envolvimento na economia real e sua capacidade de atrair investimentos da indústria. Já nacionalmente, a UFF está em sexto lugar no item de Ensino e Diversidade Internacional, quarto lugar no item Sustentabilidade Financeira e oitavo lugar no item Pesquisa.
UFF se destaca em ranking de universidades e atinge a 33ª posição na América LatinaA comunidade da UFF tem motivos para comemorar: nesta terça-feira foi divulgado o ranking universitário da Times Higher Education (THE) e a UFF subiu 12 posições entre as melhores instituições latino-americanas. No ano passado, a universidade estava em 45º lugar, neste ano, alcançamos a 33ª posição na América Latina e a 19º no Brasil. O desempenho universitário, de acordo com a THE, foi avaliado por meio dos seguintes indicadores de desempenho: ambiente de aprendizagem, volume, renda e reputação das pesquisas, influência da pesquisa, perspectiva internacional e renda da indústria (transferência de conhecimento). “Este é o resultado de um trabalho coletivo que envolve toda comunidade da UFF. A colocação reforça a excelência da universidade em diversas frentes, ensino, pesquisa e extensão. E mostra que estamos avançando mesmo em momentos de grave crise”, destaca o reitor Antonio Claudio da Nóbrega. Segundo ele, nestes últimos meses a universidade tem aperfeiçoado o modelo gestão baseada em evidências, com uma equipe de profissionais capacitados, que trabalha, dentre outras atividades, para que estes rankings reflitam melhor quem verdadeiramente somos e o real impacto social da universidade. “É importante ressaltar a qualidade das pesquisas e do ensino. Hoje, por exemplo, muitas unidades acadêmicas já trabalham com a metodologia ativa de ensino conhecida como 'Aprender Fazendo', método inovador e recente nas universidades federais do Brasil, que traz ao aluno a possibilidade de desenvolver suas habilidades na prática. Muitas vezes, os rankings não conseguem refletir quem somos de fato e nós temos muito mais o que mostrar”, enfatiza. Desde 2018, o Brasil continua sendo o país mais bem representado no ranking, conquistando mais de um terço das posições e contando com seis das dez primeiras universidades. Atualmente, o país conta com 52 instituições de ensino classificadas, nove a mais que ano passado. O Chile continua sendo o segundo país melhor representado, com 30 instituições dentre as 150 da América Latina. Segundo o professor de Economia da Educação e coordenador de cooperação acadêmica na Superintendência de Relações Internacionais, Fábio Waltenberg, o ranking THE tem uma grande vantagem com relação a outros rankings mundiais, pois compara universidades que funcionam em contextos mais parecidos, sujeitas a dificuldades semelhantes e com os mesmos objetivos de pesquisa, ensino e extensão.