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Concurso garante continuidade do grupo Música Antiga da UFF e reposições na OrquestraSão 11 vagas oferecidas para cargos da Orquestra Sinfônica e da Música Antiga   Concurso público abre inscrições para preenchimento de 11 vagas de músicos na Orquestra Sinfônica Nacional e para os grupos Quarteto de Cordas e Música Antiga da Universidade Federal Fluminense. A oferta contempla os seguintes cargos: Flauta, Percussão, Trombone Baixo, Trombone Tenor, Trompa, Violino (Música Sinfônica), Violoncelo (Música Camerista), Alaúde, Canto e Viola da Gamba (Música Antiga). Candidatos devem se inscrever, segundo edital disponível no site da Coseac, até as 12 horas do dia 08 de outubro de 2019. O Música Antiga possui 35 anos de história, um dos pilares da vasta tradição musical da UFF. Em sua formação original, contava com oito membros e depois se transformou em um quinteto. Por conta das aposentadorias, havia apenas dois membros recentes. Nunca havia tido concurso para reposição de vagas no Música Antiga. Além de atuarem em apresentações, os músicos da UFF estão integrados academicamente com a Universidade, realizando seminários, estudos, formação, projetos de pesquisa e de extensão. O Quarteto de Cordas da UFF foi formado em 1985 e desenvolve intensa atividade na divulgação do repertório de música de câmara, com destaque tanto para quarteto de cordas de compositores brasileiros, bem como do repertório tradicional internacional para esta formação. Para o quarteto, estão disponíveis no concurso uma vaga para Violoncelo e uma vaga para Viola. De acordo com o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, essa foi uma iniciativa da gestão para garantir a continuidade de um patrimônio fundamental da Universidade. “Os conjuntos da UFF fazem parte da história não somente da instituição, mas da música brasileira como um todo. Tomamos uma decisão administrativa importante de realizar reuniões interssetoriais para garantir a realização do concurso de forma ágil para que houvesse a recomposição de servidores dos três conjuntos musicais da UFF, levando em conta a aposentadoria dos membros. O Gabinete do Reitor liderou essa organização em articulação com Progepe, Coseac e Centro de Artes”, explica. Para se inscrever no concurso, os candidatos deverão atender os seguintes requisitos: formação superior completa em curso de graduação em Música, realizado em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação; e registro na Ordem dos Músicos do Brasil. Detalhes sobre o certame podem ser consultados no site: http://www.coseac.uff.br/concursos/uff/musico/2019/index.htm Música Antiga Ao longo da carreira, o grupo Música Antiga gravou um LP: Cantares de Amor, Sospiros e Cuydados; e oito CDs temáticos: Lope de Vega – Poesias cantadas, Cânticos de amor e louvor, Música no Tempo das Caravelas, A chantar – Trovadoras medievais, O Canto da Sibila, Medievo Nordeste, Carmina Burana e Milagres de Santa Maria. Realizou concertos por todo o Brasil, trilhas sonoras, videoclipes, além de participar da organização de cursos e apresentações em congressos sobre a temática, nacionais e internacionais, na Universidade Federal Fluminense e em outras universidades do Brasil. Faz apresentações também com regularidade em importantes salas de espetáculo da cidade e do Estado do Rio de Janeiro, como o Teatro da UFF, o Municipal de Niterói, a Sala Cecília Meirelles, o Espaço BNDES, o Centro Cultural Justiça Federal e algumas unidades do SESC, estas espalhadas por todo o Brasil. Em sua trajetória, conta com a participação em importantes festivais de música no Brasil e no exterior, tais como: Festival Seviqc Brezice na Eslovênia (2013), Festival de Música de Paraty (2008), Oficina de Música de Curitiba (1985, 1986, 1987), Festival de Música Barroca de Alcântara (2012, 2014), Festival de Música Colonial de Juiz de Fora (2003, 2004), Festivais de Inverno na Região Serrana do Rio de Janeiro, entre outros. Em 2017 o grupo Música Antiga da UFF lança seu primeiro longametragem, o documentário “Música do Tempo – Do Sonho do Império ao Império do Sonho”, que conta a trajetória artística do grupo durante os mais de trinta anos de pesquisa e difusão da música.
UFF e Musimagem selam parceria com a exibição de O Tempo e o Vento, com OSN UFF tocando ao vivoNa sexta-feira, dia 1º de junho de 2018, foi realizada a primeira das três sessões da OSN Cine, com a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF executando a trilha sonora ao vivo do filme "O Tempo e o Vento". A série marca também o início de uma parceria do Centro de Artes UFF com a Musimagem, associação que reúne os compositores de música para o audiovisual. "Organizar um espetáculo como esse não é simples", explica o compositor e presidente do Musimagem, Zé Neto. "As dificuldades são muitas, pois, para o compositor, não é só fazer uma música", diz ele. A realização depende de uma relação de entrosamento entre compositor e diretor do filme ou série, que, por sua vez, já tem uma determinada visão da sua obra. Essa é talvez a principal característica deste trabalho. O compositor tem que entender e atender, pela música, o ponto de vista do diretor. "Não tem que ser só compositor, mas estar a serviço do diretor", acrescenta. No entanto, ele afirma, a música traz emoções que não estão na imagem. A segunda dificuldade de realização de uma trilha sonora original é o tempo. Segundo Zé Neto, nossa cultura do audiovisual considera a música por último. O compositor só é chamado quando já está tudo pronto. "Nós gostaríamos de participar mais ativamente desde o início", pondera o compositor. "Em seguida, vêm as dificuldades financeiras, porque os orçamentos estão muito baixos. O que é destinado à música, no finalzinho, é o que sobra", conta. O presidente da Musimagem diz que o objetivo da associação é justamente dar visibilidade ao compositor, mostrando a pessoa que faz a música e a importância dela para se contar uma história. "Isso porque, curiosamente, nesses casos, um mais um, não são dois, mas três, porque é criado um terceiro espetáculo. A música potencializa a obra e as emoções do público", afirma Zé Neto, lembrando que atualmente há 60 músicos vinculados a esta associação, que existe há dez anos no Rio. A parceria UFF/Musimagem continua e, no segundo semestre, haverá nova edição com um filme ainda a ser definido. "Há ainda a questão técnica. É preciso que seja um filme com bastante música orquestral e, depois, que as produtoras liberem o filme e que as detentoras dos produtos nos enviem uma cópia sem a música", completa Zé Neto.
Primeiro concerto da OSN Popular é dedicado a Pixinguinha, dia 9, no Teatro da UFFPrimeiro concerto da série OSN Popular faz tributo a Pixinguinha, com arranjos feitos especialmente para a apresentação Para o primeiro concerto de 2018 da Série OSN Popular, a Orquestra Sinfônica Nacional preparou um tributo a um dos maiores músicos brasileiro e um dos principais expoentes do choro brasileiro: Pixinguinha (1897-1973). No concerto, o público poderá apreciar as músicas do compositor carioca por meio de arranjos sinfônicos feitos especialmente para a apresentação, pelo maestro e compositor Anderson Alves. A OSN UFF fará, também, a estreia da Suíte Pixinguinha, de autoria de Anderson Alves. O Concerto apresenta ainda Divagações nº 12, concerto para clarineta e orquestra, do compositor petropolitano Vittor Santos. O solo será do clarinetista Victor Hugo Silva, vencedor do I Concurso OSN UFF Novos Talentos, realizado em 2017. Jovem Regente Anderson Alves é também compositor e pianista O jovem maestro Anderson Alves também é compositor e pianista, tendo se aperfeiçoado em regência orquestral com grandes maestros, entre eles Isaac Karabtchevsky e Kirk Trevor (Inglaterra), tendo sido finalista em concursos de jovens regentes. Como compositor, Anderson Alves tem obras para diversas formações, dentre elas destacam-se: Fantasia para Orquestra Sinfônica (estreada em 2014 pela OSN-UFF); Divertimento para Trio (dedicada ao Trio Capitu e parte do CD “Novos Ventos”) e Concertino para Clarineta e Cordas (dedicada ao prof. José Carlos de Castro). Tem, em seu repertório, obras do Barroco á música contemporânea. Atualmente, é Maestro e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca – Programa Orquestra nas Escolas, desenvolvido pela Secretaria de Educação do Rio de Janeiro e é coordenador pedagógico do Projeto Som+Eu e diretor do Circuito Cultural Zona Sul. O solista de clarineta, Victor Hugo, esteve em turnê pela Alemanha com sua irquestra Victor Hugo, o solista de clarineta, iniciou os estudos aos 11 anos e, atualmente, como 1º clarinetista da Orquestra Jovem Paquetá se apresentou nas principais salas e teatros do Rio de Janeiro, inclusive estreando obras de diversos compositores brasileiros. Recentemente, esteve em turnê pela Alemanha, com a Orquestra Jovem Orquestra. Em 2015, foi um dos vencedores do concurso para solistas da ORSEM e, em 2016, venceu o VI Concurso de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos, com seu duo Bifonia. Integra o naipe de clarinetas da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. Victor Hugo é bacharel em clarineta pela UFRJ.