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Alunos da UFF participam do Chinese Bridge No dia 05 de Maio, a UFF teve a sua primeira participação na etapa nacional do 18th Chinese Bridge, com a presença dos alunos Letícia Fernandes da Silva e Gabriel Fagundes. O Chinese Bridge é uma competição de proficiência em chinês para estudantes universitários organizado pela embaixada da República Popular da China e Matriz do Instituto Confúcio - Hanban.  
Instituto Confúcio da UFF ministra curso gratuito de língua e cultura chinesa para o Ensino MédioUma turma do Ensino Médio do Colégio Universitário Geraldo Reis (Coluni) receberá curso gratuito de língua e cultura chinesa. Os adolescentes terão contato e poderão se aprofundar na fonética, gramática, utilização e leitura dos caracteres chineses, assim como conhecerão as festividades, comidas e tradições do país. O curso começou na última segunda-feira, 1º de abril, é optativo e possui três anos de duração. A disciplina é uma iniciativa da universidade, em parceria com o governo chinês pelo Instituto Confúcio. No estado do Rio de Janeiro, a UFF é a única federal a oferecer a língua gratuitamente para o ensino médio, através dessa parceria. De acordo com o reitor da universidade, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, as aulas são uma expansão da colaboração internacional com o governo chinês e visam à inserção dos alunos em uma conjuntura internacional cosmopolita e contemporânea. “Esse é mais um marco para o Instituto Confúcio na UFF. Isso mostra a vanguarda da universidade nas relações internacionais e o retorno concreto para a sociedade por meio do ensino gratuito de línguas com qualidade credenciado pelo próprio governo chinês”, detalha. Segundo a superintendente de Relações Internacionais, Lívia Reis, houve uma adaptação curricular para o Ensino Médio, bem como a preocupação com a didática e metodologias de ensino. “A instrutora é professora do Confúcio da UFF e ex-professora do colégio bilíngue Chinês/Português do Rio de Janeiro. Ela possui larga experiência em ensino para adolescentes”, destaca Lívia. Coluni celebra a novidade A expectativa entre pais e estudantes do Coluni é muito positiva. De acordo com o diretor geral do colégio, Charleston José de Sousa Assis, o estudo de qualquer idioma é benéfico porque desenvolve o raciocínio, amplia a capacidade de aprender. “Há muito interesse por aqui em conhecer a história e a cultura chinesas e, consequentemente, seu idioma. Os estudantes e suas famílias consideram essa oportunidade valiosa porque vai permitir a esses jovens o acesso ao curso de um idioma sobre o qual há muita procura e que certamente será um diferencial tanto na formação humana quanto na preparação para o mercado de trabalho”, complementa. Lidar com um idioma que não é o natal é desafiador para quem ensina e para quem estuda. “No caso de quem estuda, talvez o maior dos desafios seja concentrar-se na sala de aula e fora dela realizar as tarefas para fixar os conteúdos que foram ministrados. Mas temos muita confiança que nossos estudantes vão dar conta desses desafios”, afirma Charleston. As aulas acontecerão parte no Coluni e duas vezes por semana no Centro de Línguas da UFF. Confucius Classroom Em 2018, a UFF firmou parceria com a Universidade Normal de Hebei, da China, e o Hanban, órgão do Ministério de Educação chinês, voltado para o ensino e divulgação da cultura e língua chinesa no mundo. O Confucius Classroom na Universidade Federal Fluminense, fruto dessa parceria, é o décimo criado no Brasil e segundo no Rio de Janeiro; o único com vínculo com universidade pública no Estado do Rio de Janeiro. No mundo, são mais de 600 unidades, todas ligadas ao Hanban. “A UFF faz parte do seleto grupo de universidades no Brasil que pode oferecer aulas de língua e cultura chinesa, além de atividades e eventos festivos e culturais em seus campi, o que carimba a qualidade do curso e promove um aprendizado diferenciado para o estudante”, explica Lívia Reis.  
Matrículas abertas para cursos de língua e cultura chinesa na UFFA China se consolidou nos últimos anos como principal parceiro comercial do Rio de Janeiro. Em 2018, as exportações para o país totalizaram 35,5% da balança estadual. A demanda por falantes de língua chinesa é crescente e um diferencial importante na carreira profissional. Pensando nessa nova realidade, a Universidade Federal Fluminense, em parceria com o governo chinês, abriu duas turmas de língua e cultura chinesa para o início no primeiro semestre de 2019 pelo Confucious Classroom. A iniciativa oferece aprendizado único com diploma oficial do governo chinês e possibilidade de bolsas de intercâmbio. As aulas ensinam sobre fonética, gramática, utilização e leitura dos caracteres chineses, assim como apresentam a vasta cultura do país, detalhando as festividades, comidas e tradições da China. Segundo a superintendente de Relações Internacionais da UFF, Lívia Reis, o grande diferencial do curso são professores nativos e o certificado reconhecido pelo governo chinês por meio da parceria com a Universidade Normal de Hebei, da China, e o Hanban, órgão do Ministério de Educação chinês, voltado para o ensino e divulgação da cultura e língua chinesa no mundo. Confucius Classroom O Confucius Classroom na UFF, fruto dessa parceria, é o décimo criado no Brasil e segundo no Rio de Janeiro; o único com vínculo com universidade pública no Estado. No mundo, são mais de 600 unidades, todas ligadas ao Hanban. “A UFF faz parte do seleto grupo de universidades no Brasil que pode oferecer aulas de língua e cultura chinesa, além de atividades e eventos festivos e culturais em seus campi, o que carimba a qualidade do curso e promove um aprendizado diferenciado para o estudante”, explica Lívia. Além disso, o programa possui grande foco na divulgação da cultura e tradições chinesas, apresentando aos alunos e à comunidade eventos e palestras que não se restringem ao ensino da língua. “Disponibilizamos aulas com profissionais falantes nativos de mandarim e oferecemos a oportunidade de concorrer a bolsas para estadia e ensino na China, onde os alunos podem aprofundar o conhecimento adquirido em sala de aula. Essas bolsas podem se estender de um mês a dois anos, a depender do nível de fluência adquirido”, detalha a superintendente de Relações Internacionais. Matrículas O curso recebe inscrições de toda a comunidade, inclusive de pessoas sem vinculação com a UFF. São vagas nas turmas iniciantes e as aulas serão ministradas no Centro de Línguas, na Colmeia do Campus do Gragoatá. As inscrições estão abertas até 15 de março, no Térreo do Bloco A, no Campus do Gragoatá, Rua Alexandre Moura, 8, Niterói. O curso oferece descontos de 25% para professores, servidores e servidores terceirizados da UFF, assim como para alunos e professores de escolas públicas. Também é oferecido um desconto de 40% para estudantes da UFF. Algumas aulas serão ministradas em inglês. Serviço Confucius Classroom na Universidade Federal Fluminense E-mail: confuciusclassroom.sri@id.uff.br Facebook: http://facebook.com/ConfuciusUFF Telefone: (21) 3674-7901
UFF inaugura Instituto Confúcio em Niterói e estreita os laços com a ChinaCom o intuito de ampliar as relações acadêmicas e culturais da UFF, o reitor Sidney Mello representou a universidade, em novembro de 2017, em uma viagem oficial aos continentes europeu e asiático, que consolidou a posição de destaque internacional da instituição. A missão passou por Portugal, Inglaterra e, por fim, China, onde foi assinado o acordo com a Hebei Normal University, possibilitando a vinda do Instituto Confúcio (IC) para Niterói, nona cidade do Brasil a sediar a entidade. A solenidade de inauguração será realizada na próxima terça-feira, 28 de agosto, às 16h, no auditório Macunaíma, bloco B, à Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, 4º andar, campus do Gragoatá. Com a vinda do IC para o município, a universidade passará a integrar a rede internacional de instituições que difundem a língua chinesa e, sobretudo, estimulam a relação cultural e acadêmica com o país. Durante a cerimônia, o professor da área de Direito nas Relações Internacionais, Evandro Menezes de Carvalho, palestrará sobre as relações sino-brasileiras, cuja programação contará também com a apresentação de artes chinesas: balé, Kung Fu e caligrafia. Os objetivos do IC, explica a superintendente de relações internacionais, Lívia Reis, são promover e ensinar aos brasileiros a língua e a cultura chinesas, despertar a curiosidade a respeito da história do país, além de expandir a área de pesquisa do chinês e do português para estrangeiros. “Eu serei a diretora brasileira da entidade e a professora Ana Qeiao, diretora chinesa do IC da PUC-Rio, também será a responsável pelo nosso instituto”, informa. Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, Sidney Mello. Segundo Carvalho, a vinda do Confúcio é um passo significativo para o aprimoramento das relações da instituição e do estado do Rio de Janeiro com a China. “Cada vez mais a comunidade acadêmica passa a olhar para o país com atenção e tem o interesse de aprender o idioma chinês. A UFF já desenvolvia relações com o país e as universidades chinesas quando passou a integrar a Liga de Universidades dos Países (Brics), iniciativa que ajudei a desenvolver em parceria com a Fudan University que, desde 2015, recebe nossos alunos no Curso de Verão sobre o Brics”, explica. “Há um ano, a UFF inaugurou o Centro de Estudos dos Países Brics e agora conta também com o IC, que dará um suporte fundamental no campo da cultura e do idioma chinês. Hoje, a China conta com 50 universidades que ensinam o português, evidenciando o valor que dão ao diálogo com os países de língua portuguesa. O país é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009 e é, atualmente, o maior investidor. Aprender o mandarim e desenvolver uma ampla compreensão da sua cultura é fundamental para quem pretende abraçar as novas oportunidades que a China traz para o mundo”, enfatiza Evandro Carvalho. O instituto As negociações sobre a instalação do IC na UFF começaram em 2013, a partir de acordos de cooperação entre as universidades brasileiras e a chinesa e com suporte pedagógico, cultural e financeiro da sede matriz do Instituto Confúcio ou Hanban - abreviatura em chinês de Escritório Nacional da China para Ensinar Chinês -, em Pequim. “Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, exalta Sidney. Com a inauguração do IC, a UFF se juntará a outras nove instituições de ensino brasileiras que sediam o instituto chinês: a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade de Brasília (UNB), Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A partir do início da década de 2000, o idioma e a cultura chinesa se expandiram no cenário internacional e se fortaleceram também no Brasil. A partir de então, a China começou a explorar o caminho para o estabelecimento dos Institutos Confúcio no exterior. “Nos últimos anos, o IC experimentou um desenvolvimento muito ativo, tornando-se um lugar onde se pode conhecer mais de perto a língua e a cultura chinesas, além de permitir intercâmbios culturais entre o país e o resto do mundo”, destaca Lívia. Os cursos de chinês oferecidos pela universidade por meio do Programa de Línguas Estrangeiras Modernas (Prolem) e do Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (Pule) migrarão para o Instituto Confúcio, que terá um Centro de Línguas, com quatro turmas destinadas a moradores de Niterói e dos municípios vizinhos - como São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim -, bem como alunos, professores e servidores da UFF.  O IC ficará localizado no andar térreo do Bloco A, também à Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, no Campus do Gragoatá. “A chegada do Instituto Confúcio beneficiará não apenas nossa comunidade acadêmica, como também contribuirá para a difusão da cultura chinesa para a população de Niterói e região”, conclui Sidney Mello. Alunos de Direito da UFF fazem intercâmbio na China No último semestre, três graduandos do curso de Direito da UFF realizaram um curso de verão da Fudan University em Xangai: Ana Vitória Santos Lessa e Rodrigo de Almeida Cunha, de Niterói, e Roberta de Stefani Vianna, do campus de Volta Redonda. O programa contou com palestrantes dos países do Brics que apresentaram diferentes perspectivas sobre a cooperação entre os integrantes da liga, além de realizarem atividades de debate com alunos de diferentes nacionalidades. O curso consistia em três módulos: Diplomacia Chinesa, que abordava as relações exteriores da China com cada país do Brics e outras grandes potências; Cooperação entre os Brics, abordando aspectos econômicos, mas também relacionados à tecnologia e energia; e Feliz em Xangai, que contava com atividades culturais sobre a história e construção da cidade, além de aulas de Kung Fu e passeios guiados pela cidade promovidos pela universidade. Segundo a aluna Roberta, estudar no país foi uma oportunidade única de aprendizado e imersão cultural. “A vida no campus é bem movimentada e integrada com a comunidade. Conhecer colegas de outros países do Brics foi uma experiência incrível, de muita troca e de possibilidades de estabelecer conexões com acadêmicos de diversas culturas”, ressalta a graduanda, que ao final do curso recebeu um diploma de conclusão de curso das mãos do vice-reitor da universidade, Chen Zhimin. O chefe do Departamento de Direito de Volta Redonda, professor Marcus Wagner de Seixas, destaca que a UFF foi um dos Institutos Federais de Ensino (Ifes) que mais se expandiu graças ao Reuni, sendo a maior do país em diversificação de campi fora da sede. Nesse sentido, a consolidação dessa expansão e manutenção da qualidade na educação exige diálogo com o mundo. “A China é um parceiro comercial estratégico para o Brasil e de importância mundial cada vez mais proeminente. Nesse sentido, o envio de uma aluna de nosso departamento para intercâmbio com a universidade chinesa vem ao encontro dessas iniciativas de aproximação entre os dois países, que não deve se restringir somente aos aspectos comerciais, mas também culturais e educacionais”, salienta. Atualmente, cerca de 8 milhões de pessoas se formam em nível superior por ano na China e a abundância de recursos destinados à educação, tecnologia e inovação atrai alunos e professores do mundo todo. Na opinião do professor, a pretensão da UFF é que o IC exerça um papel de catalisador e difusor da cultura chinesa entre nossos alunos, despertando cada vez mais o interesse deles não só pelas ciências exatas, mas também da área de ciências sociais aplicadas, como o Direito, pela língua falada por mais de um bilhão de habitantes do planeta, abrindo, assim, o leque não só para o inglês e demais línguas europeias. “Hoje a grande maioria dos estudantes quando pensa em fazer intercâmbio sempre traz à cabeça as universidades dos EUA ou da Europa. Entretanto, quem está antenado com o futuro - nem tão distante assim -, deve também abrir os olhos para a China”, garante Wagner.
UFF consolida sua internacionalização e amplia fronteiras culturaisCom o objetivo de ampliar as relações acadêmicas e culturais da UFF, a partir do dia 17 de novembro, o reitor Sidney Mello representará a universidade em uma viagem oficial marcada por compromissos nos continentes europeu e asiático que consolidarão a posição de destaque internacional da instituição. A missão começa em Portugal, onde Mello participará do XVIII Encontro do Grupo Tordesilhas de Universidades (GTU), na Universidade do Aveiro. Na ocasião, ele tomará posse como vice-presidente do grupo, junto com a presidente, professora Pilar Aranda Ramirez, reitora da Universidade de Granada, Espanha. “Ao assumir a vice-presidência, a UFF ganha uma posição de destaque junto às universidades, mantendo acordos bilaterais e proporcionando um grande fluxo estudantil e de pesquisas entre as entidades parceiras”, ressalta o reitor. O GTU é uma rede acadêmica de instituições de ensino superior do Brasil, Portugal e Espanha, cujo o objetivo é promover a colaboração acadêmica entre esses três países. Criado em junho de 2000, atualmente o grupo inclui 55 universidades, das quais 29 são brasileiras, 18 espanholas e oito portuguesas. A missão do GTU é estabelecer vínculos acadêmicos, culturais e socioeconômicos entre as universidades parceiras, além de promover atividades de cooperação multilateral nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação, incentivando a criação de redes de pesquisa para estimular a mobilidade dos investigadores e levar à realização de projetos estratégicos que influenciam o progresso da comunidade Ibero-brasileiro. Além disso, o grupo reforça o papel  que as universidades podem desempenhar em sociedades e empresas em diferentes países, promovendo uma relação fluida e dinâmica com a comunidade empresarial, a fim de mostrar as mudanças econômicas e de desenvolvimento tecnológico na área internacional. O Grupo Tordesilhas fomenta também a criação de colégios doutorais. “A UFF integra um colégio doutoral na área de enfermagem e recentemente foi contemplada, junto com outras universidades, com um colégio doutoral na área de física, liderado pela Universidade de Sevilha”, destaca Sidney. Em meio à agenda dos reitores do GTU, Sidney Mello e o reitor da Universidade do Aveiro, Manuel Assunção, terão encontro para tratar especificamente da cooperação bilateral entre as duas universidades, na área de Turismo Militar, com a coordenação da Faculdade de Turismo e Hotelaria, e na área de Gestão de Negócios Empresariais, com destaque para os MBAs da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF. No dia 22 de novembro, ainda em Portugal, o reitor se reunirá com estudantes e pesquisadores da UFF que atuam na Universidade do Porto, uma das mais conceituadas da Europa. “A UFF tem forte tradição de cooperação com esta universidade e, atualmente, mantém um programa de duplo diploma (PLI) na área de Letras. Atualmente, temos 18 alunos estudando na Universidade do Porto, na Universidade Lusófona do Porto, no Instituto Politécnico e na Escola Superior de Belas Artes”, enfatiza a superintendente de relações internacionais, Lívia Reis. A segunda etapa da viagem será em Londres, Inglaterra, onde o reitor conhecerá a Quacquarelli Symonds, editora que lançou rankings de universidades do mundo, em publicação conjunta com a Times Higher Education (THE), entre 2004 e 2009, sob o nome Times Higher Education - QS World University Rankings (link: https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings). Atualmente, os rankings anuais da QS figuram como uma das três classificações internacionais de instituições de ensino superior mais influentes e amplamente observadas no mundo. A metodologia utilizada considera a reputação da universidade na visão dos estudantes e dos funcionários, a estrutura da instituição, incluindo a média de estudantes por professor, as citações em trabalhos de pesquisa e a presença de alunos e colaboradores estrangeiros. “Queremos conhecer os dados e os critérios de desempenho utilizados com o objetivo de promover ações voltadas para elevar a posição da UFF nos rankings internacionais”, explica Sidney. A última etapa da viagem, no período de 27 de novembro a 05 de dezembro, é uma visita oficial à República da China. O reitor levará assinado o acordo entre a UFF e a Hebei Normal University à sede do Instituto Confúcio, confirmando nossa universidade como integrante da rede internacional de instituições que difundem a língua chinesa e, sobretudo, estimulam a relação cultural e acadêmica com o país. UFF traz Instituto Confúcio a Niterói A China é o país que mais cresce no mundo com população e negócios no mundo inteiro. Tem importantes universidades e atividades de comércio e indústria globais, inclusive no Brasil. A UFF tem uma participação ativa na área dos países BRICS, desde que o Núcleo de Estudos foi criado este ano. O Instituto Confúcio realiza uma série de atividades, dentre as quais se destacam o curso de língua chinesa - com aulas diárias e preços populares -, os exames de proficiência (HSK e HSKK), o Summer Camp - atividades culturais nas férias de verão -, além da recomendação de candidatos da UFF para bolsas de estudos em outros países onde o IC está instalado, bem como a competição internacional da língua chinesa, a Chinese Bridge. Fundada por acordos de cooperação entre as universidades brasileiras e a chinesa, e com suporte pedagógico, cultural e financeiro da sede matriz do Instituto Confúcio ou Hanban - abreviatura em chinês de Escritório Nacional da China para Ensinar Chinês -, em Pequim, as negociações sobre a instalação do IC na UFF começaram em 2013. “Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, exalta Sidney. Com a inauguração do IC no bloco A do campus do Gragoatá, a UFF se juntará a outras nove instituições de ensino brasileiras que sediam o instituto chinês - a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade de Brasília (UNB), Universidade do Estado do Pará (UEPA), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A superintendente de relações internacionais, Livia Reis, explica que os objetivos do IC são promover e ensinar aos brasileiros a língua e a cultura chinesas, despertar a curiosidade a respeito da história do país, além de expandir a área de pesquisa do chinês e do português para estrangeiros. “Dois professores chineses chegarão ao Brasil no início de 2018, visando incrementar as atividades oferecidas no instituto”, informa. A partir do início da década de 2000, o idioma e a cultura chinesa se expandiram no cenário internacional e se fortaleceram também no Brasil. A partir de então, a China começou a explorar o caminho para o estabelecimento dos Institutos Confúcio no exterior. “Nos últimos anos, o IC experimentou um desenvolvimento muito ativo, tornando-se um lugar onde se pode conhecer mais de perto a língua e a cultura chinesas, além de permitir intercâmbios culturais entre o país e o resto do mundo”, destacou Lívia. Os cursos de chinês oferecidos pela universidade por meio do Programa de Línguas Estrangeiras Modernas (Prolem) e do Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (Pule) migrarão para o Instituto Confúcio, que terá um Centro de Línguas, com oito turmas destinadas a moradores de Niterói e dos municípios vizinhos - como São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim -, bem como alunos, professores e servidores da UFF. “A chegada do Instituto Confúcio beneficiará não apenas nossa comunidade acadêmica, como também contribuirá para a difusão da cultura chinesa para a população de Niterói e região”, conclui Sidney Mello.