Categoria
UFF recebe reitores do Grupo Tordesilhas para debater educação, ciência, cultura e sustentabilidadeEntre os dias 23 e 26 de novembro, a Universidade Federal Fluminense sediará o XX Encontro de Reitores do Grupo Tordesilhas, rede acadêmica que agrega 26 instituições brasileiras, vinte espanholas e nove portuguesas, somando atualmente 55 entidades de ensino superior. Seu principal objetivo é promover entre seus membros a cooperação nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação. O Grupo Tordesillas nasceu com a celebração do I Encontro de Reitores das Universidades do Brasil, Espanha e Portugal, realizado no ano de 2000 e teve como anfitriã a Universidade de Valladolid. O primeiro encontro foi realizado na cidade hispânica conhecida como “Casa do Tratado”, local onde foi firmado o histórico Tratado de Tordesilhas, em 1494. O reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, atual presidente da rede, será o moderador da conferência de abertura no dia 24 de novembro às 10h com o tema “A universidade e o desenvolvimento global”, que contará com a participação de Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências. “Esse ano introduzimos algumas novidades no encontro. Teremos atividades culturais no domingo e na segunda-feira, e os temas abordados não serão apenas ligados ao papel das universidades na sociedade, mas também a assuntos específicos. Além de ser a primeira reunião dos Colégios Doutorais do Grupo Tordesillas, que abrigam projetos colaborativos de pesquisadores das universidades integrantes, trata-se de um grande evento de internacionalização que incluirá a pauta da mobilidade acadêmica e a produção de conhecimento conjunto”, declara Antonio Claudio. A superintendente de relações internacionais, Lívia Reis, explica que na busca da consolidação de sua internacionalização, a UFF mantém convênios bilaterais com a maioria das universidades participantes do Tordesilhas. “Isso possibilita que, anualmente, muitos estudantes de graduação sejam enviados a essas instituições através da mobilidade internacional”, explica. Segundo Lívia, para a 20ª edição do Encontro de Reitores do Grupo Tordesilhas são esperadas cerca de 70 pessoas - metade de brasileiros e metade de estrangeiros. O evento reunirá mesas de debate compostas por reitores, vice-reitores, professores e pesquisadores das instituições participantes, abordando os seguintes temas: “Universidade, desenvolvimento e economia verde”, “Mulheres, agentes do desenvolvimento e da produção de conhecimento”, “Educação e cultura para o desenvolvimento social” e “Desafios e sustentabilidade nas universidades hoje”. Já os colégios doutorais farão reuniões direcionadas, contando com as áreas de Psicologia, Ciências Ambientais, Física, Enfermagem, Engenharia, Saúde Pública e História. A professora Ana Abrahão, diretora da Escola de Enfermagem da UFF, explica que há dez anos a Escola de Enfermagem participa do ‘Programa de Enfermería del Grupo Tordesillas (PEGT)’. De acordo com a docente, ser membro da rede acadêmica permite que a escola participe de editais específicos para pós-doutorado, doutorado-sanduíche, visita técnica, estágio de graduação, entre outros. “Formam-se parcerias com as universidades integrantes que se estendem da graduação à pós-graduação, estabelecendo laços acadêmicos e culturais entre os membros dessas instituições. Novas colaborações são estabelecidas a cada encontro e estamos avançando na cooperação de investigações científicas que promovam estruturas e redes em um ambiente de pesquisa voltado para os cuidados de enfermagem”, conclui.
XX Encontro de Reitores do Grupo TordesilhasO Grupo Tordesillas nasceu com a celebração do I Encontro de Reitores das Universidades do Brasil, Espanha e Portugal, realizado no ano de 2000. O primeiro encontro foi realizado na cidade de Tordesillas, na “Casa do Tratado”, local onde foi firmado o histórico Tratado de Tordesillas, em 1494. Em sua 20ª edição, o encontro acontecerá na UFF, instituição presidente do Grupo, com o tema A universidade e o desenvolvimento global. Em torno ao tema, serão organizadas uma Conferência de Abertura, uma de Encerramento e 3 Mesas Redondas. A programação completa está disponível no link http://international.uff.br/tordesillas2019/
UFF realiza I Workshop CAPES – PRINT dia 04 de novembroA Universidade Federal Fluminense, através de sua Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação - PROPPI, realiza no próximo dia 04 de Novembro o I Workshop CAPES – PRINT onde serão apresentados os resultados dos trabalhos realizados em 2019 pelos Projetos Print. Haverá também discussão das perspectivas e planos para 2020. O evento ocorrerá no auditório do Instituto de Computação, no Campus da Praia Vermelha, das 9h às 18h.  
Seminários de Língua e Cultura russaA Rossotrudnichestvo (agência russa para a Comunidade dos Estados Independentes), a Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF) convidam a todos para os seminários de língua e cultura russa, que acontecerão nas duas universidades brasileiras, de 14 a 17 de outubro. O evento é aberto ao público e as inscrições deverão ser feitas com antecedência através deste link. A programação está disponível abaixo.   14 de Outubro Faculdade de Letras da UFRJ (localização) 15:00 - 15:30 Credenciamento Abertura da Mostra de Livros 15:30 - 15:50 Palestra de Abertura Moderação: Alexey Yuryevich Ovcharenko (RUDN) Representante da RUDN Representante da UFRJ 16:00 - 16:40 Multimídia: General cultural resources and trans-media projects in the modern culture space Valeria Berest Adlerovna, pesquisadora do Centro Estatal de Arte Contemporânea (ROSIZO) e membro da Associação de Historiadores da Arte no Reino Unido 16:40 - 17:20 Palestra: Brazil-Russia: the experience of an artistic experiment in the history of cultures Valeria Berest Adlerovna, pesquisadora do Centro Estatal de Arte Contemporânea (ROSIZO) e membro da Associação de Historiadores da Arte no Reino Unido 17:20 - 17:40 Apresentação de Livros Didáticos e Auxílios de Ensino de Russo para estrangeiros Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 17:40 - 18:10 Palestra: Organização de atividades e projetos de ensino para estrangeiros em língua russa como um exemplo da educação digital russa Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 15 de Outubro Faculdade de Letras da UFRJ (localização) Toda tarde Credenciamento Mostra de Livros 16:00 - 16:30 Palestra: Game and collective forms of work in teaching Russian as foreign using new technologies Marina Nikolaevna Kunovski, chefe de departamento 16:30 - 17:30 Palestra: Panorama of international relations and Russian society in the XIX century using the example of literature of L. N. Tolstoy Marina Nikolaevna Kunovski, chefe de departamento 17:30 - 18:00 Atividade: Estrangeiros na Rússia Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 16 de Outubro Campus do Gragoatá da UFF, Bloco A, Sala 406 (localização) Todo o dia Credenciamento Mostra de Livros 10:30 - 11:00 Palestra de Abertura Moderação: Alexey Yuryevich Ovcharenko (RUDN) e Ekaterina Volkova Américo (UFF) Representante da Rossotrudnichestvo Representante da RUDN Representante da UFF 11:00 - 11:30 Palestra: Lexical and grammatical difficulties in the study of Russian as a foreign language (palestra em russo) Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 11:30 - 12:00 Palestra: Game and collective forms of work in teaching Russian as Foreign using new technologies: Russian culture in media texts at the Russian language lesson (palestra em russo) Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 12:00 - 12:30 Palestra: Russian history in the mirror of modern Russian prose (palestra em russo) Alexander Georgievich Kovalenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 12:30 - 13:00 Almoço 13:00 - 14:30 Mesa Redonda: Learning the Russian language as a foreign language: Exchange of experiences (evento em russo) Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) Marina Nikolaevna Kunovski, chefe de departamento Alexander Georgievich Kovalenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) 14:30 - 15:00 Palestra: Preservation of the Russian language among compatriots and its distribution (palestra em russo) Elena Serebryakova, diretora do KSORS Brasil e presidente da Associação de Cultura Russa no Rio de Janeiro 17 de Outubro Campus do Gragoatá da UFF, Bloco A, Sala 406 (localização) 15:30 - 16:00 Credenciamento e Mostra de Livros Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) Ekaterina Volkova Américo, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) 16:00 - 18:00 Palestra: Lecture for students on Russian literature (palestra em russo) Alexey Yuryevich Ovcharenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) Alexander Georgievich Kovalenko, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN) Instituto de Relações Internacionais da UFRJ (localização) 16:45 - 18:30 Palestra: War and Peace: Russia's international relations and Russian society in the nineteenth century Marina Nikolaevna Kunovski, chefe de departamento Como parte dos eventos de comemoração promovidos pelo Great Teachers of BRICS, com organização do BRICS World of Traditions e apoio da Rossotrudnichestvo, este evento contará com a participação de uma delegação da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN). 18:30–18:45 Apresentação solene da reimpressão do livro "Russo sem Mestre", de Custódio Gomes Sobrinho
Venha para o Brasil, escolha a UFF!A Universidade Federal Fluminense, através da Superintendência de Relações Internacionais (SRI), inaugura hoje um portal que irá apresentar definitivamente a instituição ao resto do mundo. O espaço não servirá apenas como uma vitrine permanente para as ações desenvolvidas pela UFF, mas também será um espaço onde os princípios que norteiam a nossa universidade, como sustentabilidade, inclusão e internacionalização poderão ser conhecidos pela comunidade internacional. Através do portal, a comunidade interna também se beneficiará de informações unificadas e descritas, passo a passo sobre os procedimentos para recebimento de alunos, pesquisadores e professores estrangeiros na instituição, além de páginas apresentando a universidade, seus cursos, atividades de pesquisa e extensão e infraestrutura. Para os estrangeiros, o site, totalmente produzido em inglês, servirá como uma porta de entrada, apresentação e conhecimento da UFF e do Rio de Janeiro, com o intuito não só de atraí-los para a nossa instituição, como de reforçar nossos laços de cooperação internacional. No espaço serão divulgados os cursos de graduação, os laboratórios de ensino e pesquisa, além de uma breve apresentação de cada um dos programas de pós-graduação. De acordo com a superintendente de relações internacionais, Livia Reis, o site também dará ênfase à divulgação científica. “A ideia é ser um portal dinâmico que incorpore pesquisas em desenvolvimento na UFF. Disponibilizaremos vídeos, onde nossos pesquisadores explicarão a relevância dos trabalhos de ponta desenvolvidos por eles na universidade”, ressalta. Serão disponibilizadas ainda informações de ordem prática, sobre como é a vida nos campi, os benefícios oferecidos aos alunos estrangeiros, bem como a documentação necessária para se estudar no Brasil. Já as instituições interessadas em se tornar parceiras, - seja através de convênios de cooperação internacional ou via mestrados e doutorados-sanduíche (cotutela) -,  poderão encontrar no site todas as informações referentes aos trâmites necessários. Internacionalização O portal serve como expositor das ações de internacionalização da UFF, que têm por finalidade a cooperação com instituições e centros de pesquisa no exterior, em um patamar de paridade e de reciprocidade. O objetivo consiste na participação internacional da instituição na produção de conhecimento, ampliando a qualidade dos diálogos entre os pares. A iniciativa faz parte de uma série de ações promovidas pela SRI e pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (Proppi) apresentadas no Plano Institucional de Internacionalização da UFF. O intuito é o de estabelecer acordos de cooperação com instituições e centros de pesquisa no exterior, com vistas a participar da produção de conhecimento em nível global. Segundo a coordenadora de Projetos e Mobilidade da SRI, Adriana Maciel, com foco em ações internacionalistas, a UFF já oferece regularmente desde 2016 disciplinas em línguas estrangeiras e, desde 2019, existe oferta de pesquisas para alunos estrangeiros em nossos laboratórios, com o intuito promover e atrair talentos do exterior para a nossa instituição. A página poderá ser acessada por meio do endereço: http://international.uff.br. As principais informações também estarão disponíveis no aplicativo “UFF mobile”.
Internacionalização: UFF recebe mais de cem alunos estrangeiros a cada anoMuitos estudantes possuem o sonho de realizar um intercâmbio. Mesmo assim, escolher um lugar de destino que atenda às suas expectativas nem sempre é fácil. Se aventurar em um outro país, de cultura, língua e modos de pensar diferentes é um desafio que muitos esperam enfrentar, para vivenciar novas experiências. Andar pelos corredores da UFF e escutar o desenrolar de uma conversa em um outro idioma tem sido recorrente, graças aos projetos de internacionalização disponibilizados pela universidade. Muitos intercambistas ao redor do mundo têm optado pela UFF, que recebe em média 120 alunos de graduação estrangeiros por ano. A internacionalização foi consolidada em 1965, por meio de uma ação oficial com o Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), e tem desempenhado um papel muito importante na universidade. A Superintendente de Relações Internacionais, Livia Reis, destaca como esse processo agrega tanto ao aluno estrangeiro quanto à comunidade acadêmica da UFF. “São inúmeros os relatos de docentes e discentes que retratam seus contatos com alunos de Mobilidade Internacional de forma positiva. Muitas vezes, eles fazem observações e constatações durante as aulas e atividades que fomentam novos e instigantes debates”, explica. Com foco na qualidade da estadia dos alunos no Brasil, a Superintendência procura fornecer toda a assistência necessária para eles. Uma cerimônia de acolhimento, por exemplo, é realizada para o estudante de intercâmbio se ambientar à universidade. Assim, a SRI também se disponibiliza a prestar qualquer informação necessária para o futuro aluno. Além disso, há o Programa de Apadrinhamento do Intercambista, cursos de português para estrangeiros e listagens com sugestões de moradia em Niterói, com base em recomendações dos ex-alunos de mobilidade. Somado a isso, outras reuniões podem ser agendadas ao longo do semestre, a fim de sanar dúvidas e prestar auxílio aos estrangeiros. Programa de Apadrinhamento do Intercambista (PAI) Disponibilizado pela Superintendência, o programa tem o objetivo de promover uma integração maior entre o aluno de Mobilidade e os demais, possibilitando que os discentes adotem um estudante estrangeiro de maneira voluntária. Dessa forma, os padrinhos acompanham os intercambistas como forma de aprimorar a sua jornada, não só no meio acadêmico, como também em questões do dia a dia. Com isso, a experiência é satisfatória tanto para ele quanto para o seu afilhado, como destaca o coordenador da mobilidade “in”, Vitor Ierusalimschy: “o contato com o estrangeiro que, muitas vezes, traz consigo uma forma diferente de interpretar o mundo, desperta em nós uma reavaliação de nossa perspectiva, sendo altamente proveitosa do ponto de vista acadêmico, mas também social”. Para quem não tem a possibilidade de realizar um intercâmbio ou de estudar um outro idioma , “adotar” um intercambista proporciona um momento de troca e convivência com outros costumes em seu próprio ambiente. O estudante de Engenharia, Rodrigo Cavalcanti, descobriu o projeto em 2017 e conta a sua experiência no programa. “Primeiro é uma oportunidade de ter contato com pessoas de países, culturas e pensamentos diferentes. Você acaba viajando para outro país sem sair do seu, além de pôr em prática o conhecimento em diferentes línguas. E, também, tem um gostinho do que pode ser um programa de intercâmbio.” A relação desenvolvida pelo Programa de Apadrinhamento cria laços bem próximos entre os padrinhos e os intercambistas. Muitos acabam virando amigos, pois a convivência se estende para além dos campos da universidade e se dá de forma bem intensa. A mexicana e estudante de Marketing, Delta Cabrera Flores, menciona que o PAI influenciou na sua escolha pela UFF e confessa como o seu padrinho, Israel Gomes, foi essencial para sua adaptação no Brasil. “Ele falava comigo quando eu ainda estava no México, explicando sobre tudo o que eu tinha que fazer, me dava dicas. Ele foi muito legal e se tornou meu melhor amigo brasileiro. Sei que se precisar dele, estará ali, e vice-versa”, comenta. Disciplina de Português para Estrangeiros A disciplina, ministrada pelas professoras Adriana Rebello e Cirlene Sanson, promove aulas que exploram não só a estrutura da língua portuguesa, mas também seu uso, levando em consideração aspectos da nossa cultura que influenciam o comportamento linguístico do brasileiro. Além do conteúdo, a diversidade de alunos nas aulas contribui, principalmente, para a adaptação do intercambista. A argentina e estudante de Letras, Dafne Petanas, conta sobre a relevância das aulas nesse processo. “Me ajudou não só com o uso da língua em contextos formais e informais, mas também me permitiu compartilhar um tempo com colegas do mundo inteiro e me aproximar ainda mais deles”. Cursos nessa área têm sido fundamentais para o processo de internalização da UFF e, principalmente, para o desenvolvimento acadêmico de estudantes da universidade, como destaca a professora Adriana. “Ocorre um efeito retroativo na formação de nossos alunos da área de Letras, ou seja, nossa universidade desenvolve um trabalho de pesquisa acadêmica em português para estrangeiros, na pós-graduação stricto sensu e lato sensu e, a partir de 2019, oferecerá o Curso de Especialização lato sensu em Português para Estrangeiros”. A via de mão dupla do conhecimento Através do PEC-G, em 2017, a UFF recebeu o seu primeiro estudante cego: o argentino e graduando de direito da unidade de Niterói, Octávio Careno. O aluno, envolvido em diversos projetos da universidade, participa do Coletivo de Alunos e Alunas com Deficiência (CAAD), e retrata um pouco do movimento. “Trata-se de um coletivo dentro da universidade que tem como fundamento a organização dos alunos com deficiência para poder garantir que as políticas de inclusão realmente se efetivem. Também confere um espaço para esses estudantes se reconhecerem e se organizarem”. Ele cita que um dos objetivos do grupo é dar suporte para que o Sensibiliza, Divisão de Acessibilidade e Inclusão,  continue atuando no auxílio de alunos com deficiência, garantindo que todos tenham direito a educação. Outro estudante que, além de aprender, contribuiu para o universo acadêmico da UFF é Avelino Bobo, natural do Timor Leste, que cursa turismo desde 2015. Convidado para palestrar sobre “A Realidade Linguística do Timor Leste’’ no evento Café com Linguística, ele retratou um pouco do seu país e das línguas faladas. “Eu e um amigo, Jonas Guterres, fizemos uma apresentação sobre o Timor Leste, a sua história durante a colonização portuguesa, cultura, e línguas, principalmente a ‘Tetum”. O timorense acrescenta que eles aprendem a falar o português na escola, mas devido a uma grande diversidade de dialetos existentes em sua terra natal, se comunicar ainda é difícil. Então quando viajam, dão preferência por falar em Tetum, língua com muitas palavras em português. Em relação aos aprendizados que adquiriu no Brasil, Avelino, que também veio para UFF através da PEC-G, destaca: “adquiri muitas experiências tanto na universidade, na maneira de ensinar dos professores - que é diferente em relação à do meu país - quanto em níveis de inteligência emocional. Não só no que diz respeito a entender meu próprio nível, mas identificar e saber lidar com os dos outros, apresentando empatia e desenvolvendo habilidades sociais durante esse processo”.
Grupo Tordesilhas: UFF preside rede internacional de universidadesEntre os dias 11 e 13 de novembro, a Universidade de Granada foi sede da XIX Reunião Anual de Reitores do Grupo Tordesilhas, uma rede acadêmica que agrega universidades do Brasil, Espanha e Portugal com o objetivo de promover entre seus membros a cooperação multilateral nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação. Na ocasião, o ex-reitor Sidney Mello foi eleito presidente da entidade. Com isso, a UFF organizará o encontro em novembro de 2019, em Niterói, fortalecendo sua atuação dentro do grupo e consolidando seu  projeto de internacionalização. Atualmente, a vice-presidência do Tordesilhas está nas mãos do reitor da Universidade do Porto, António de Sousa Pereira, uma das mais tradicionais de Portugal. Composto por 52 instituições, o grupo soma atualmente 29 entidades brasileiras, dezoito espanholas e oito portuguesas. Com o tema “A Universidade Inclusiva”, o evento reuniu diferentes mesas de debate compostas por reitores, vice-reitores, professores e pesquisadores ligados ao tema maior, além das reuniões das Escolas Doutorais do Grupo, como Física, Enfermagem, Letras e Saúde Pública. Esses colégios promovem intercâmbio acadêmico e mobilidade de doutorandos e pesquisadores membros. A superintendente de relações internacionais, Livia Reis, informou que desde o encontro em Recife, Pernambuco, em 2016, o ex-reitor Sidney Mello vinha trabalhando junto ao Grupo Tordesilhas, com o objetivo trazer o evento de volta ao Brasil. “Isso reafirma a importância da UFF e das universidades brasileiras na configuração trinacional do grupo”, destacou a professora. “Para a UFF, o encontro foi de especial importância, pois o professor Sidney teve papel decisivo nas negociações para o retorno dessas reuniões ao país. Além disso, a sua posse como novo presidente do grupo foi importante para a instituição e para ele próprio, pois comprova a relevância da universidade dentro da entidade e da liderança dele em todo o processo”, relembrou Livia. Internacionalização da UFF A conquista da presidência do Grupo Tordesilhas também é resultado do processo de internacionalização que a UFF conquistou ao longo do mandato de Sidney Mello, que colocou o fato como meta a ser conquistada.   “Fizemos grandes avanços na área da mobilidade de graduação, pós-graduação e de docentes, implementamos um número significativo de cotutelas de doutorado em diferentes áreas (o estudante de doutorado pode ter dois orientadores, um no Brasil e outro em país estrangeiro, recebendo no final o diploma de doutorado dos dois países), aumentamos o número de convênios ativos, tanto na mobilidade quanto na pesquisa, fazemos parte hoje de três colégios doutorais do Tordesilhas (Enfermagem, Letras e Física), participamos do Programa Erasmus Mundus - programa de cooperação internacional, criado em 2004, e financiado pela Comissão Europeia, que permite a mobilidade de alunos que estejam no ensino superior", relembrou o ex-reitor Sidney Mello. Ainda segundo ele, além do Programa de Doutorado Internacional na área de Patrimônios, a UFF implementou um rol de disciplinas ministradas em outros idiomas, inaugurou um Instituto Confúcio em parceria com a China, e entregou à comunidade um Centro de Línguas, que coordena as ações em políticas de ensino de línguas estrangeiras. E, finalmente, a universidade foi contemplada no Programa Institucional de Internacionalização Capes-Print, voltado às pesquisas de cursos de excelência na Pós-Graduação.  “Com foco na consolidação de sua internacionalização, a UFF mantém convênios bilaterais com a maioria das universidades participantes do Tordesilhas. Isso possibilita que, anualmente, diversos alunos de graduação sejam enviados a essas instituições através da mobilidade internacional”, explica Livia Reis.
Étudie au Canada: Université de MontréalA Université de Montréal e a Polytechnique Montréal estarão na UFF para apresentar os mais de 600 cursos de Graduação e Pós-Graduação oferecidos pela universidade e, com mais ênfase, os da área de engenharia. Venha saber mais sobre os estudos nessas prestigiadas universidades e como é viver em Montreal, a melhor cidade para ser um estudante na América do Norte.
UFF inaugura Instituto Confúcio em Niterói e estreita os laços com a ChinaCom o intuito de ampliar as relações acadêmicas e culturais da UFF, o reitor Sidney Mello representou a universidade, em novembro de 2017, em uma viagem oficial aos continentes europeu e asiático, que consolidou a posição de destaque internacional da instituição. A missão passou por Portugal, Inglaterra e, por fim, China, onde foi assinado o acordo com a Hebei Normal University, possibilitando a vinda do Instituto Confúcio (IC) para Niterói, nona cidade do Brasil a sediar a entidade. A solenidade de inauguração será realizada na próxima terça-feira, 28 de agosto, às 16h, no auditório Macunaíma, bloco B, à Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, 4º andar, campus do Gragoatá. Com a vinda do IC para o município, a universidade passará a integrar a rede internacional de instituições que difundem a língua chinesa e, sobretudo, estimulam a relação cultural e acadêmica com o país. Durante a cerimônia, o professor da área de Direito nas Relações Internacionais, Evandro Menezes de Carvalho, palestrará sobre as relações sino-brasileiras, cuja programação contará também com a apresentação de artes chinesas: balé, Kung Fu e caligrafia. Os objetivos do IC, explica a superintendente de relações internacionais, Lívia Reis, são promover e ensinar aos brasileiros a língua e a cultura chinesas, despertar a curiosidade a respeito da história do país, além de expandir a área de pesquisa do chinês e do português para estrangeiros. “Eu serei a diretora brasileira da entidade e a professora Ana Qeiao, diretora chinesa do IC da PUC-Rio, também será a responsável pelo nosso instituto”, informa. Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, Sidney Mello. Segundo Carvalho, a vinda do Confúcio é um passo significativo para o aprimoramento das relações da instituição e do estado do Rio de Janeiro com a China. “Cada vez mais a comunidade acadêmica passa a olhar para o país com atenção e tem o interesse de aprender o idioma chinês. A UFF já desenvolvia relações com o país e as universidades chinesas quando passou a integrar a Liga de Universidades dos Países (Brics), iniciativa que ajudei a desenvolver em parceria com a Fudan University que, desde 2015, recebe nossos alunos no Curso de Verão sobre o Brics”, explica. “Há um ano, a UFF inaugurou o Centro de Estudos dos Países Brics e agora conta também com o IC, que dará um suporte fundamental no campo da cultura e do idioma chinês. Hoje, a China conta com 50 universidades que ensinam o português, evidenciando o valor que dão ao diálogo com os países de língua portuguesa. O país é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009 e é, atualmente, o maior investidor. Aprender o mandarim e desenvolver uma ampla compreensão da sua cultura é fundamental para quem pretende abraçar as novas oportunidades que a China traz para o mundo”, enfatiza Evandro Carvalho. O instituto As negociações sobre a instalação do IC na UFF começaram em 2013, a partir de acordos de cooperação entre as universidades brasileiras e a chinesa e com suporte pedagógico, cultural e financeiro da sede matriz do Instituto Confúcio ou Hanban - abreviatura em chinês de Escritório Nacional da China para Ensinar Chinês -, em Pequim. “Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, exalta Sidney. Com a inauguração do IC, a UFF se juntará a outras nove instituições de ensino brasileiras que sediam o instituto chinês: a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade de Brasília (UNB), Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A partir do início da década de 2000, o idioma e a cultura chinesa se expandiram no cenário internacional e se fortaleceram também no Brasil. A partir de então, a China começou a explorar o caminho para o estabelecimento dos Institutos Confúcio no exterior. “Nos últimos anos, o IC experimentou um desenvolvimento muito ativo, tornando-se um lugar onde se pode conhecer mais de perto a língua e a cultura chinesas, além de permitir intercâmbios culturais entre o país e o resto do mundo”, destaca Lívia. Os cursos de chinês oferecidos pela universidade por meio do Programa de Línguas Estrangeiras Modernas (Prolem) e do Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (Pule) migrarão para o Instituto Confúcio, que terá um Centro de Línguas, com quatro turmas destinadas a moradores de Niterói e dos municípios vizinhos - como São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim -, bem como alunos, professores e servidores da UFF.  O IC ficará localizado no andar térreo do Bloco A, também à Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, no Campus do Gragoatá. “A chegada do Instituto Confúcio beneficiará não apenas nossa comunidade acadêmica, como também contribuirá para a difusão da cultura chinesa para a população de Niterói e região”, conclui Sidney Mello. Alunos de Direito da UFF fazem intercâmbio na China No último semestre, três graduandos do curso de Direito da UFF realizaram um curso de verão da Fudan University em Xangai: Ana Vitória Santos Lessa e Rodrigo de Almeida Cunha, de Niterói, e Roberta de Stefani Vianna, do campus de Volta Redonda. O programa contou com palestrantes dos países do Brics que apresentaram diferentes perspectivas sobre a cooperação entre os integrantes da liga, além de realizarem atividades de debate com alunos de diferentes nacionalidades. O curso consistia em três módulos: Diplomacia Chinesa, que abordava as relações exteriores da China com cada país do Brics e outras grandes potências; Cooperação entre os Brics, abordando aspectos econômicos, mas também relacionados à tecnologia e energia; e Feliz em Xangai, que contava com atividades culturais sobre a história e construção da cidade, além de aulas de Kung Fu e passeios guiados pela cidade promovidos pela universidade. Segundo a aluna Roberta, estudar no país foi uma oportunidade única de aprendizado e imersão cultural. “A vida no campus é bem movimentada e integrada com a comunidade. Conhecer colegas de outros países do Brics foi uma experiência incrível, de muita troca e de possibilidades de estabelecer conexões com acadêmicos de diversas culturas”, ressalta a graduanda, que ao final do curso recebeu um diploma de conclusão de curso das mãos do vice-reitor da universidade, Chen Zhimin. O chefe do Departamento de Direito de Volta Redonda, professor Marcus Wagner de Seixas, destaca que a UFF foi um dos Institutos Federais de Ensino (Ifes) que mais se expandiu graças ao Reuni, sendo a maior do país em diversificação de campi fora da sede. Nesse sentido, a consolidação dessa expansão e manutenção da qualidade na educação exige diálogo com o mundo. “A China é um parceiro comercial estratégico para o Brasil e de importância mundial cada vez mais proeminente. Nesse sentido, o envio de uma aluna de nosso departamento para intercâmbio com a universidade chinesa vem ao encontro dessas iniciativas de aproximação entre os dois países, que não deve se restringir somente aos aspectos comerciais, mas também culturais e educacionais”, salienta. Atualmente, cerca de 8 milhões de pessoas se formam em nível superior por ano na China e a abundância de recursos destinados à educação, tecnologia e inovação atrai alunos e professores do mundo todo. Na opinião do professor, a pretensão da UFF é que o IC exerça um papel de catalisador e difusor da cultura chinesa entre nossos alunos, despertando cada vez mais o interesse deles não só pelas ciências exatas, mas também da área de ciências sociais aplicadas, como o Direito, pela língua falada por mais de um bilhão de habitantes do planeta, abrindo, assim, o leque não só para o inglês e demais línguas europeias. “Hoje a grande maioria dos estudantes quando pensa em fazer intercâmbio sempre traz à cabeça as universidades dos EUA ou da Europa. Entretanto, quem está antenado com o futuro - nem tão distante assim -, deve também abrir os olhos para a China”, garante Wagner.
Inauguração do Confucius Classroom na UFFA Universidade Federal Fluminense e a Universidade Normal de Hebei convidam você para a inauguração do Confucius Classroom na UFF. — Programação (sujeita a alterações) — – Palavras de abertura Prof. Sidney Mello, reitor da UFF; Prof. Antonio Claudio Nóbrega, vice-reitor da UFF; Prof.ª Livia Reis, superintendente de relações internacionais da UFF; Prof. Jiang Chunlan, reitor da Universidade Normal de Hebei – Painel "Relações Brasil-China", com Prof. Evandro Menezes de Carvalho (UFF/FGV Rio) – Descerramento da Placa do Confucius Classroom na UFF – Programação Cultural Performances musicais e de dança; Atividades de caligrafia chinesa; Exposição de fotografias de Hebei Saiba mais sobre o que é o Confucius Classroom na UFF: http://www.uff.br/?q=confucius-classroom
Inauguração do Centro de Línguas e Cultura da UFFO Centro de Línguas e Cultura é um espaço universitário dedicado ao ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras, incluindo o Português como língua estrangeira, por meio de cursos e outras atividades pedagógicas destinadas aos docentes, discentes e técnicos administrativos da Universidade e às comunidades externa e internacional. O Centro é composto a partir da articulação dos Programas de Língua e Cultura existentes no âmbito do Instituto de Letras a da Superintendência de Relações Internacionais, a saber: Idiomas sem Fronteiras, Português para Estrangeiros, Programa de Línguas estrangeiras Modernas (PROLEM), Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (PULE) e Ações Especiais em LE. O objetivo do Centro é oferecer o acesso democrático às línguas, às culturas, à comunicação intercultural e ao intercâmbio com outros países por meio da oferta de cursos de língua e cultura, contribuindo para o interculturalismo e o respeito às diferenças sócias, religiosas, raciais e de gênero por meio do ensino/aprendizado das línguas estrangeiras facilitadoras do entendimento da diversidade dos povos.
Disciplina do Dr Paul Dyson da Universidade de Swansea do Reino Unido sobre Biotecnologia, Proteínas Recombinantes e Antibióticos  Esse mês o Programa de Pós-Graduação em Ciências e Biotecnologia da UFF recebe a visita de nosso pesquisador visitante da Universidade de Swansea, Dr Paul Dyson que irá ministrar uma disciplina que ele costuma oferecer em sua universidade juntamente com o Dr Norman Ratcliffe chamada  "Biotechnology with special regard to the production of recombinant proteins and antibiotics" . Serão três dias (22 a 24 de janeiro) de debate sobre esse tema tão interessante. As aulas serão todas em inglês e as vagas estão abertas até o dia 21 para os interessados que quiserem participar (inscrição). Qualquer informação entre em contato pelo e-mail posgraduacaouff@yahoo.com.br 
Oportunidades de internacionalizaçãoPrezados Coordenadores e colegas Segue editais CAPES e CNPq e outras chamadas para internacionalização dos programas de pós-graduação em 2018. Não podemos perder essas importantes oportunidades. Esperamos que nossos PPG possam concorrer nesses editais de modo a tornar a UFF mais internacional, adicionalmente a qualquer outro programa que possa vir mais a frente. Prof. Vitor F Ferreira PróReitor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação Oportunidades 1- Programa de Bolsas para Pesquisa CAPES/HUMBOLDT EDITAL Nº 36/2017   http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/14082017-Edital-36-2017-HUMBOLDT.pdf   2- Programa de Pós- doutorado no exterior – Edital 46/2017 http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/pesquisa-pos-doutoral-no-exterior EDITAL http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/11-12-2017-Edital-n-46-2017-Pos.pdf   3-Programa Professor Visitante no Exterior – Edital 45/2017 http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/programa-professor-visitante-no-exterior EDITAL http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/11-12-2017-Edital-45-2017-PVE.pdf   4. Programa de Doutorado sanduíche no exterior – Edital 47/2017 http://capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/programa-de-doutorado-sanduiche-no-exterior-pdse EDITAL http://capes.gov.br/images/stories/download/editais/11-12-2017-Edital-n-47-2017-Doutorado-Sanduiche-2017-2018.pdf   5. Programa de Doutorado Pleno no Exterior – Edital 48/2017 http://capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/doutorado EDITAL http://capes.gov.br/images/stories/download/editais/11-12-2017-Edital-n-48-2017-Doutorado-Pleno-2017-2018.pdf   6. Chamada IODP para expedição 383 http://capes.gov.br/bolsas/premios/48-programas-especiais/8643-chamada-iodp-para-expedicao-383   7. Fundação Carolina e o Grupo Tordesillas pequenas estadias de pesquisa para professores doutores de nacionalidade brasileira e portuguesa. O prazo para inscrição para uma dessas bolsas on-line começa hoje 9 de janeiro de 2018 e permanecerá aberto até 5 de abril de 2018. http://gestion.fundacioncarolina.es/programas/4877,Carolina de Onís, Secretaria del Grupo Tordesillas, Vicerrectorado de Internacionalización y Política Lingüística, Universidad de Valladolid, www.grupotordesillas.net, +34 983 18 47 10   8. Bolsas de estágios (3 a 6 meses) para alunos de graduação e de pós-graduação (tipo sandwich) nas áreas de química, biologia, computação e informática, matemática e matemática aplicada, física, mecânica na Ecole Polytechnique, uma das mais prestigiosas escola francesa.  Philippe Michelon, Attaché scientifique et technologique Consulat général de France à Rio de Janeiro, Av. Presidente Antônio Carlos, 58/4° andar 20020-010 Rio de Janeiro - RJ, Brasil,  +55 (21) 3974 – 6645;  +55 (21) 98123-6142 https://portail.polytechnique.edu/admissions/en/other-programs/internship-program-international-students/internship-subjects-year-2018   9. Oxford Scholarships for Masters and Graduate Programs in medical sciences on Trialect.  Oxford Scholarships, Sandra, Trialect Support +1.805.850.6002 (USA), Support@trialect.com   CHAMADAS CNPQ – 2018 1- CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 http://cnpq.br/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=7842 2- CHAMADA PÚBLICA Nº 31/2017 - APOIO À INSERÇÃO DE PESQUISADORES NAS EMPRESAS INCUBADAS http://cnpq.br/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=7822
UFF consolida sua internacionalização e amplia fronteiras culturaisCom o objetivo de ampliar as relações acadêmicas e culturais da UFF, a partir do dia 17 de novembro, o reitor Sidney Mello representará a universidade em uma viagem oficial marcada por compromissos nos continentes europeu e asiático que consolidarão a posição de destaque internacional da instituição. A missão começa em Portugal, onde Mello participará do XVIII Encontro do Grupo Tordesilhas de Universidades (GTU), na Universidade do Aveiro. Na ocasião, ele tomará posse como vice-presidente do grupo, junto com a presidente, professora Pilar Aranda Ramirez, reitora da Universidade de Granada, Espanha. “Ao assumir a vice-presidência, a UFF ganha uma posição de destaque junto às universidades, mantendo acordos bilaterais e proporcionando um grande fluxo estudantil e de pesquisas entre as entidades parceiras”, ressalta o reitor. O GTU é uma rede acadêmica de instituições de ensino superior do Brasil, Portugal e Espanha, cujo o objetivo é promover a colaboração acadêmica entre esses três países. Criado em junho de 2000, atualmente o grupo inclui 55 universidades, das quais 29 são brasileiras, 18 espanholas e oito portuguesas. A missão do GTU é estabelecer vínculos acadêmicos, culturais e socioeconômicos entre as universidades parceiras, além de promover atividades de cooperação multilateral nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação, incentivando a criação de redes de pesquisa para estimular a mobilidade dos investigadores e levar à realização de projetos estratégicos que influenciam o progresso da comunidade Ibero-brasileiro. Além disso, o grupo reforça o papel  que as universidades podem desempenhar em sociedades e empresas em diferentes países, promovendo uma relação fluida e dinâmica com a comunidade empresarial, a fim de mostrar as mudanças econômicas e de desenvolvimento tecnológico na área internacional. O Grupo Tordesilhas fomenta também a criação de colégios doutorais. “A UFF integra um colégio doutoral na área de enfermagem e recentemente foi contemplada, junto com outras universidades, com um colégio doutoral na área de física, liderado pela Universidade de Sevilha”, destaca Sidney. Em meio à agenda dos reitores do GTU, Sidney Mello e o reitor da Universidade do Aveiro, Manuel Assunção, terão encontro para tratar especificamente da cooperação bilateral entre as duas universidades, na área de Turismo Militar, com a coordenação da Faculdade de Turismo e Hotelaria, e na área de Gestão de Negócios Empresariais, com destaque para os MBAs da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF. No dia 22 de novembro, ainda em Portugal, o reitor se reunirá com estudantes e pesquisadores da UFF que atuam na Universidade do Porto, uma das mais conceituadas da Europa. “A UFF tem forte tradição de cooperação com esta universidade e, atualmente, mantém um programa de duplo diploma (PLI) na área de Letras. Atualmente, temos 18 alunos estudando na Universidade do Porto, na Universidade Lusófona do Porto, no Instituto Politécnico e na Escola Superior de Belas Artes”, enfatiza a superintendente de relações internacionais, Lívia Reis. A segunda etapa da viagem será em Londres, Inglaterra, onde o reitor conhecerá a Quacquarelli Symonds, editora que lançou rankings de universidades do mundo, em publicação conjunta com a Times Higher Education (THE), entre 2004 e 2009, sob o nome Times Higher Education - QS World University Rankings (link: https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings). Atualmente, os rankings anuais da QS figuram como uma das três classificações internacionais de instituições de ensino superior mais influentes e amplamente observadas no mundo. A metodologia utilizada considera a reputação da universidade na visão dos estudantes e dos funcionários, a estrutura da instituição, incluindo a média de estudantes por professor, as citações em trabalhos de pesquisa e a presença de alunos e colaboradores estrangeiros. “Queremos conhecer os dados e os critérios de desempenho utilizados com o objetivo de promover ações voltadas para elevar a posição da UFF nos rankings internacionais”, explica Sidney. A última etapa da viagem, no período de 27 de novembro a 05 de dezembro, é uma visita oficial à República da China. O reitor levará assinado o acordo entre a UFF e a Hebei Normal University à sede do Instituto Confúcio, confirmando nossa universidade como integrante da rede internacional de instituições que difundem a língua chinesa e, sobretudo, estimulam a relação cultural e acadêmica com o país. UFF traz Instituto Confúcio a Niterói A China é o país que mais cresce no mundo com população e negócios no mundo inteiro. Tem importantes universidades e atividades de comércio e indústria globais, inclusive no Brasil. A UFF tem uma participação ativa na área dos países BRICS, desde que o Núcleo de Estudos foi criado este ano. O Instituto Confúcio realiza uma série de atividades, dentre as quais se destacam o curso de língua chinesa - com aulas diárias e preços populares -, os exames de proficiência (HSK e HSKK), o Summer Camp - atividades culturais nas férias de verão -, além da recomendação de candidatos da UFF para bolsas de estudos em outros países onde o IC está instalado, bem como a competição internacional da língua chinesa, a Chinese Bridge. Fundada por acordos de cooperação entre as universidades brasileiras e a chinesa, e com suporte pedagógico, cultural e financeiro da sede matriz do Instituto Confúcio ou Hanban - abreviatura em chinês de Escritório Nacional da China para Ensinar Chinês -, em Pequim, as negociações sobre a instalação do IC na UFF começaram em 2013. “Trazer o Instituto Confúcio para nossa universidade nos coloca como referência junto a outras importantes instituições no mundo”, exalta Sidney. Com a inauguração do IC no bloco A do campus do Gragoatá, a UFF se juntará a outras nove instituições de ensino brasileiras que sediam o instituto chinês - a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade de Brasília (UNB), Universidade do Estado do Pará (UEPA), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A superintendente de relações internacionais, Livia Reis, explica que os objetivos do IC são promover e ensinar aos brasileiros a língua e a cultura chinesas, despertar a curiosidade a respeito da história do país, além de expandir a área de pesquisa do chinês e do português para estrangeiros. “Dois professores chineses chegarão ao Brasil no início de 2018, visando incrementar as atividades oferecidas no instituto”, informa. A partir do início da década de 2000, o idioma e a cultura chinesa se expandiram no cenário internacional e se fortaleceram também no Brasil. A partir de então, a China começou a explorar o caminho para o estabelecimento dos Institutos Confúcio no exterior. “Nos últimos anos, o IC experimentou um desenvolvimento muito ativo, tornando-se um lugar onde se pode conhecer mais de perto a língua e a cultura chinesas, além de permitir intercâmbios culturais entre o país e o resto do mundo”, destacou Lívia. Os cursos de chinês oferecidos pela universidade por meio do Programa de Línguas Estrangeiras Modernas (Prolem) e do Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (Pule) migrarão para o Instituto Confúcio, que terá um Centro de Línguas, com oito turmas destinadas a moradores de Niterói e dos municípios vizinhos - como São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim -, bem como alunos, professores e servidores da UFF. “A chegada do Instituto Confúcio beneficiará não apenas nossa comunidade acadêmica, como também contribuirá para a difusão da cultura chinesa para a população de Niterói e região”, conclui Sidney Mello.
Quer estudar na Europa? | Oportunidades da ACA (4ª Edição)Participe do evento da Associação de Cooperação Acadêmica (ACA), em parceria com diversos órgãos de cooperação europeus, para divulgar as oportunidades de ensino para Graduação e Pós-Graduação na Europa. O encontro acontecerá no Auditório Macunaíma do Instituto de Letras. Representantes desta edição: - Campus France Brésil - Education in Ireland - Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD)
Centro de Memória da PROEX participa de evento internacionalO Centro de Memória da Extensão Universitária (CEMEX) da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) participou do I Congreso Iberoamericano de Museos Universitarios y II Encuentro de Archivos Universitarios, realizado nos dias 22, 23 e 24 de maio, na Cidade de La Plata, Argentina. O Evento, promovido pela Rede de Museus e Arquivos Universitários da Universidade  Nacional de La Plata (UNLP), pela Secretaria de Arte e Cultura e pela Presidência da Universidade Nacional de La Plata, foi realizado na Faculdade de Ciências Agrárias e Florestal da UNLP. O Congresso contou com diversas autoridades nacionais e estrangeiras especialistas na área do patrimônio cultural universitário, com destaque para a Dra. Marta Lourenço, atual presidente do Comitê Internacional para os Museus e as Coleções Universitária, que, em sua fala, reforçou a importância desses acervos e convidou os ouvintes e suas instituições a participarem do Comitê, como forma de fortalecimento e reconhecimento da área.  Comunicações e pôsteres foram apresentados por diversos profissionais argentinos, brasileiros, espanhóis e uruguaios. O CEMEX teve duas comunicações aprovadas e apresentadas, sendo elas: A Criação da Rede de Memória de Extensão Universitária: Promovendo e Integrando Acervos  de Extensão da  Universidade Federal Fluminense (CEMEX-PROEX-UFF) Niterói - Rio de Janeiro, Brasil Autoras: Eloisa Ramos Sousa - Museóloga / Museu da Vida – FIOCRUZ – eloisamuseudavida@gmail.com Ellen Cortez Contreiras - Profª Dra. Coordenadora Acadêmica do CEMEX-PROEX-UFF- ellen@globo.com Lucia Helena Marchon Leão Ramalho –  Psicóloga / Coordenadora Técnica do CEMEX-PROEX- UFF - luciaramalhouff@gmail.com Eixo Temático: Politicas para la gestión de los museos universitários A musealização da coleção científica do Instituto Biomédico -  o início do processo de preservação da memória universitária da Universidade Federal Fluminense Instituição: Universidade Federal Fluminense Eixo temático: Politicas para la gestión de los museos universitarios Modalidade de apresentação: Comunicação Autoras: Eloisa Ramos Sousa - Museóloga / Museu da Vida – FIOCRUZ – eloisamuseudavida@gmail.com Ellen Cortez Contreiras - Profª Dra. Coordenadora Acadêmica do CEMEX-PROEX-UFF- ellen@globo.com Lucia Helena Marchon Leão Ramalho –  Psicóloga / Coordenadora Técnica do CEMEX-PROEX-UFF - luciaramalhouff@gmail.com O evento contou com uma audiência bastante interessada e engajadas nos debates, mostrando o comprometimento e a grande preocupação com os acervos culturais universitários. Foi possível também mostrar e conhecer outras realidades e experiências, e estabelecer novos contatos que certamente serão de grande ajuda para a reflexão sobre os espaços de memória e seus acervos. A equipe do CEMEX que participou do congresso esteve no Instituto de Investigação em Biomedicina de Buenos Aires - CONICET/Instituto Partner da Sociedade Max Plank, por convite do diretor, Dr. Eduardo Arzt. Na oportunidade, a equipe conheceu o novo Museu de  Ciência e Tecnologia de Palermo, um projeto desenvolvido por diversas instituições voltadas para a popularização científica.  
Quer estudar na Europa? | Oportunidades da ACA (2ª Edição)Participe do evento da Associação de Cooperação Acadêmica (ACA), em parceria com diversos órgãos de cooperação europeus, para divulgar as oportunidades de ensino para Graduação e Pós-Graduação na Europa. O encontro acontecerá no Auditório da Faculdade de Turismo da UFF (Campus do Gragoatá, Bloco G). Representantes desta edição: - Campus France Brasil - IMT (Institut Mines-Télécom) - Education in Ireland - Euraxess Links Brasil - Consejería de Educación de la Embajada de España - Newton Fund do British Council Brasil
Proppi realiza o II Workshop Avaliação Interna da Pós-GraduaçãoO objetivo do evento é propiciar que os coordenadores de Programas de Pós-Graduação stricto sensu da UFF apresentem suas experiências de internacionalização e debatam as dificuldades e avanços em suas áreas. Além da presença dos coordenadores dos Programas de Pós-Graduação Strictu Sensu, contaremos também com as presenças da Diretora de Relações Internacionais da Capes, Profª. Concepta McManus Pimentel, na  Conferência de Abertura, e da Profª. Sonia Ranincheski, também da Capes, para debater as apresentações. Mais informações e formulário de inscrição: http://www.uff.br/?q=events/ii-workshop-avaliacao-interna-da-pos-graduacao-experiencias-de-internacionalizacao
II Workshop Avaliação Interna da Pós-Graduação: As experiências de internacionalizaçãoO objetivo do evento é propiciar que os coordenadores de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFF apresentem suas experiências de internacionalização e debatam as dificuldades e avanços em suas áreas. Além da presença dos coordenadores dos Programas de Pós-Graduação Strictu Sensu, contaremos também com as presenças da Diretora de Relações Internacionais da CAPES, Profª. Concepta McManus Pimentel, na  Conferência de Abertura, e da Profª. Sonia Ranincheski, também da CAPES, para debater as apresentações. O evento será aberto a toda a comunidade Universitária. Todos os interessados no debate serão bem-vindos. 9h - MESA DE ABERTURA 9h15 - CONFERÊNCIA DE ABERTURA Concepta Margaret McManus Pimentel Diretora de Relações Internacionais da CAPES 10h15  - CIÊNCIAS DA VIDA Sonia Ranincheski - Debatedora Membro do Grupo Assessor Especial da Diretoria de Relações Internacionais da CAPES Helena Castro Programa de Pós-Graduação em Ciências e Biotecnologia Letícia de Oliveira Programa de Pós-Graduação em Ciências Biomédicas Carlos Adam Conte Junior Programa de Pós-Graduação em Higiene Veterinária 11h30 - 12h  - DEBATE 13h - CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E MULTIDISCIPLINAR Sonia Ranincheski - Debatedora Membro do Grupo Assessor Especial da Diretoria de Relações Internacionais da CAPES Vanessa Braganholo Instituto de Computação Ana Luiza Spadano Albuquerque Programa de Pós-Graduação em Geoquímica Max Souza Programa de Pós-Graduação em Matemática Edson Alvisi Neves Doutorado em Justiça Administrativa 14h30 - DEBATE 15h - HUMANIDADES Sonia Ranincheski - Debatedora Membro do Grupo Assessor Especial da Diretoria de Relações Internacionais da CAPES Samantha Quadrat Programa de Pós-Graduação em História Fernando Resende Programa de Pós-Graduação em Comunicação Monica Savedra Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem Andrea Medrado Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano Eduardo Gomes Programa de Pós-Graduação em Ciência Política Edilson Márcio Almeida da Silva Programa de Pós-Graduação em Antropologia 16h30 - DEBATE Inscrições: https://goo.gl/d2TNbb    
PROEX participa de encontro sobre internacionalização com universidades argentinasA Pró-Reitoria de Extensão da UFF (PROEX) participou hoje (22 de junho), a convite da Superintendência de Relações Internacionais (SRI), do Encontro UFF com Universidades Argentinas Extensão e Gestão, no Bloco A do Campus do Gragoatá. Representando o Prof. Cresus Vinicius Depes de Gouvêa, Pró-Reitor de Extensão, a Pró-Reitora Substituta de Extensão, Maria Lucia Melo Teixeira de Souza, e Maria Beatriz Soares, ambas da Coordenação de Difusão e Fomento à Extensão, apresentaram a extensão universitária na UFF e tiveram oportunidade de dialogar e divulgar ações extensionistas desenvolvidas na nossa Universidade com um grupo de professores e técnicos de diferentes universidades da Argentina, dentre os quais muitos também atuam na área da extensão. Além da Prof.ª Lívia Reis, Superintendente de Relações Internacionais e coordenadora do Encontro que apresentou a Internacionalização na Universidade, o Pró-Reitor de Graduação (PROGRAD), Prof. José Rodrigues Faria, explanou sobre os diversos aspectos dessa Pró-Reitoria, que foram colocados como de interesse pelo público participante. O Encontro ocorreu com cerca de 15 docentes e técnicos representantes de universidades argentinas: Universidad Nacional de Cuyo (UNCUYO), Universidade Nacional de La Pampa (UNLPam), Universidad Nacional de Lanús e Universidad Nacional de Quilmes.  Maiores informações: cdfex@proex.uff.br 2629-5187
Seminário de Internacionalização e Pós-Graduação conta com presença de toda a comunidade acadêmicaNa segunda e terça-feira (20 e 21), a Superintendência de Relações Internacionais realizou o seminário Internationalization and Graduate Studies com a presença de representante da Portland State University (PSU), do Presidente da FAUBAI (Fórum dos Assessores de Relações Internacionais), docentes e pesquisadores de diferentes áreas da UFF e representantes de órgãos de promoção da internacionalização (EducationUSA). Na abertura do seminário o reitor da UFF, Prof. Sidney Mello, ressaltou a importância de eventos que promovam a internacionalização da Universidade. O evento contou com discussões sobre os desafios e tendências da internacionalização na Educação Superior, além de práticas bem-sucedidas e debates sobre a relação entre universidades, indústrias e governo. O segundo dia foi dedicado à divulgação de oportunidades para estudantes de Graduação e Pós-Graduação nos Estados Unidos e contou com a presença de estudantes da UFF que lotaram a sala.
US Opportunities and Scholarships for Foreign StudentsComo parte do Seminário de Internacionalização e Pós-Graduação a Portland State University convida a todos para uma palestra sobre oportunidades e bolsas de estudo nos Estados Unidos, ministrada por Margaret Everett, Pró-Reitora de Graduação e Diretora de Relações Internacionais da PSU e por Bianca Macena, da EducationUSA Rio de Janeiro.
Internationalization and Graduate StudiesA Superintendência de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense convida a todos para participar do Seminário de Internacionalização e Pós-Graduação. O evento, que acontece em parceria com o EducationUSA e com a FAUBAI (Fórum das Assessorias de Relações Internacionais Brasileiras), é aberto ao público e acontecerá nos dias 20 e 21 de junho, na sala A406 do Campus do Gragoatá. Lembramos a todos que o evento será totalmente em inglês e sem tradução simultânea. Confira abaixo a programação completa:   20 de junho   9:30 - 10:00 Abertura Sidney Mello Rector, UFF Antonio Cláudio Nóbrega Vice-Rector, UFF     10:00 - 12:00 New Trends and Challenges in High Education Institutions’ Internationalization Margaret Everett Vice-President for Graduate and Internationalization, Portland State University (PSU) José Celso Freire President, Forum of Brazilian International Cooperation Offices (FAUBAI) Roberto Kant Lima Vice-President for Graduation, Research and Innovation, Universidade Federal Fluminense (UFF) Livia Reis (Chair) Vice-President for Internationalization, Universidade Federal Fluminense (UFF) 12:00 - 13:00 Lunch break   13:00 - 15:00 Best practices in Graduation Programs at UFF Ana Mauad Director of History Graduate Programs, Universidade Federal Fluminense (UFF) Carla Carvalho Geochemistry Department, Universidade Federal Fluminense (UFF) Guilherme Fernandez Laboratory of Physical Geography, Universidade Federal Fluminense (UFF) Helena Castro Graduate Program in Science and Biotechnology, Universidade Federal Fluminense (UFF) Andrea Latgé (Chair) Institutional Relations Coodinator, Universidade Federal Fluminense (UFF)         15:30 - 17:30 How to Create and Nurture Strategic Partnerships Between Industry, Government and Universities Margaret Everett Vice-President for Graduate and Internationalization, Portland State University (PSU) Thiago Renault Director of Innovation Agency, Universidade Federal Fluminense (UFF) Esteban Clua Computer Sciences Department, Universidade Federal Fluminense (UFF) Fábio Passos Dean of School of Engeneering, Universidade Federal Fluminense (UFF) José Celso Freire (Chair) President, Forum of Brazilian International Cooperation Offices (FAUBAI)   21 de junho   10:00 - 12:00 Conference: US Opportunities and Scholarships for Foreign Students Margaret Everett Vice-President for Graduate and Internationalization, Portland State University (PSU) Bianca Macena EducationUSA Rio de Janeiro    
Admissão de professores estrangeiros destaca UFF no contexto internacionalEm tempos de globalização, as universidades brasileiras estão cada vez mais voltadas para o que acontece ao redor do planeta. E com a UFF não poderia ser diferente. A ida de profissionais da própria instituição para institutos de pesquisa e universidades de fora, bem como a entrada de professores estrangeiros tem sido uma alternativa para promover a troca de experiências e a aquisição de novos conhecimentos. Uma das medidas para atrair novos estrangeiros para lecionar na universidade foi a aprovação da Resolução CEP n°447, publicada em novembro de 2015, que regulamenta a realização de provas em língua estrangeira em concursos públicos para ingresso na carreira de professor do Magistério Superior. “Se assim desejar, cada departamento, em articulação com um ou mais programas de pós-graduação, pode realizar a prova em outro idioma. Além disso, iniciamos a oferta de disciplinas em inglês em diferentes áreas, ampliando o processo de comunicação internacional de nossos estudantes e professores. Em geral, os departamentos e institutos têm programas de recepção e acolhimento dos professores estrangeiros. A Superintendência de Relações Internacionais (SRI) oferece cursos de português para estrangeiros e, sem dúvida, é um canal de apoio não só para estudantes, como para docentes”, pontua o reitor da UFF, Sidney Mello. A superintendente da SRI, Lívia Reis, explica que a UFF, por meio da superintendência, tem feito um esforço de fomentar o programa de internacionalização, incentivando os professores a fazerem acordos, convênios e participarem de editais em suas respectivas áreas. “Somos uma agência mediadora, no sentido de tornar o corpo docente cada vez mais internacional”. Professora do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas há mais de duas décadas, Lívia Reis acredita que a atração dos estrangeiros pelas instituições brasileiras é a resposta a um movimento que os pesquisadores e professores brasileiros realizaram na busca por qualificação em universidades de outros países, o que permitiu um estreitamento dos laços entre o Brasil e o exterior. “Nossa internacionalização se intensificou a partir dos anos de 1970 e 80, quando fomos fazer pós-graduação fora para criar coisas que não havia aqui. Mas algumas instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), têm uma tradição de trazer professores estrangeiros mais antiga que a nossa. Nas federais, era uma coisa muito endógena, menos comum de ocorrer”. A docente, que cursou pós-doutorado na Universidade de Alcalá de Henares, na Espanha, e na Universidade de Santiago, no Chile, também elenca outros motivos para nossa internacionalização relativamente tardia. Para Lívia, influenciou o fato de termos apenas o português como língua oficial em um país de dimensões continentais, vizinho de outras nações de língua espanhola, em sua maioria. E cita também razões históricas, já que “o Brasil foi um dos últimos países a ter universidades, a criar pós-graduação, a publicar livros”. Atualmente, ela considera que o grande mundo globalizado carrega uma contradição, pois se tornou próximo e muito menor do que o anterior, o que requer a incorporação dessa realidade no mundo universitário. O Brasil é um país bastante dinâmico, ao contrário do que muita gente pensa. Aqui ainda se pode fazer muita coisa nova, há um grande potencial de expansão." – Luís Martí Sidney Mello afirma que o Brasil como um todo cresce em relevância científica no contexto mundial. “Hoje temos a convicção de que internacionalizar é um processo obrigatório e irreversível e estamos trabalhando para fortalecer nossa brasilidade na compreensão do mundo. A UFF se destaca entre as dez maiores e melhores universidades brasileiras e, evidentemente, se insere nessa rede de pesquisadores internacionais por meio de seus docentes, estudantes e laboratórios de alto nível. A Universidade Federal Fluminense é, mais do que nunca, reconhecida como uma universidade de investigação científica”. O reitor defende que a força da universidade depende do pluralismo e da diversidade em todos os níveis, inclusive no acolhimento aos professores estrangeiros – o que já é consolidado em instituições de todo o planeta. “Não há fronteira étnica ou cultural na docência ou na produção do conhecimento. Pelo contrário, é no ambiente acadêmico e universitário que reside a força da quebra de barreiras sociopolíticas e culturais muitas vezes impostas por governos e algumas sociedades”, diz Mello, que é professor do departamento de Geofísica e realizou parte de sua formação no exterior, na Universidade de Leeds, no Reino Unido, e na Universidade da Bretanha Ocidental, na França. Formação de redes internacionais de pesquisadores é de interesse dos professores A ruptura de barreiras culturais e a integração não se dão apenas do Brasil para o exterior. O intercâmbio com a rede de pesquisadores de áreas afins é um dos principais atrativos apontados pelos estrangeiros que atualmente trabalham na UFF. E eles não são tão poucos quanto se pensa. A universidade tem 127 professores estrangeiros ativos e outros 53 naturalizados, o que já corresponde a cerca de 5% do corpo docente*. Os brasileiros naturalizados são todos do quadro permanente. Já entre os estrangeiros, 119 compõem o quadro permanente da universidade, seis ocupam o posto de docentes visitantes e dois são professores substitutos. Os dados foram divulgados pela Coordenação de Pessoal Docente (CPD), vinculada à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), a partir de dados computados pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), em dezembro de 2015. Os cinco principais países de origem dos estrangeiros que lecionam na UFF são Argentina (29), Peru (15), Espanha (11), Itália (11) e Cuba (7), mas a UFF também possui docentes de mais de 20 outras nacionalidades. O cubano Luís Martí Orosa ingressou no Instituto de Ciência da Computação da UFF em setembro do ano passado, mas mora no país há três anos. Doutor pela Universidade Carlos III de Madrid, na Espanha, ele já foi pesquisador-bolsista de pós-doutorado na PUC-Rio, pelo programa Ciência sem Fronteiras. Passado o período do pós-doc, resolveu se candidatar a uma vaga na UFF e ficar no país, onde mora com a esposa. “Ela havia recebido ofertas de trabalho na Alemanha e no Brasil, dois países muito distintos entre si. Mas optamos pelo Brasil por ser um país bastante dinâmico, ao contrário do que muita gente pensa. Aqui ainda se pode fazer muita coisa nova, há um grande potencial de expansão”, acredita. “No Rio há uma vida universitária muito boa, mas a UFF na minha área especificamente tem uma comunidade acadêmica de alto nível. Aqui no Instituto de Computação em particular há professores fazendo coisas bem legais. Eu estava preparado, porque já tinha vindo em conferências no país e conhecia vários profissionais renomados que atuam aqui. Mas mesmo assim foi uma surpresa muito positiva, porque antes de trabalhar é impossível ter a real noção de tudo que é feito”, acrescenta Martí, que pesquisa sobre inteligência artificial e computação evolutiva – área de conhecimento que cria soluções de otimização inspiradas nas teorias evolutivas de Darwin. O professor norte-americano Ethan Guy Cotterill, do Instituto de Matemática e Estatística da UFF, argumenta que a universidade é um dos lugares fortes na América Latina para o estudo da geometria algébrica, principalmente por causa da interface com a comunidade científica do Rio de Janeiro e a proximidade do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), o que, segundo ele, é um diferencial. Isso foi o que o motivou a vir para o Rio no final de 2013, após a experiência de um ano como professor adjunto na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um ciclo de estudos de pós-doutorado no Canadá, Alemanha, EUA, França e Portugal. Antes disso, Ethan cursou a graduação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o mestrado na Universidade de Paris XI, e o doutorado na Universidade de Harvard (EUA). “Como há muitas pessoas com gostos matemáticos similares e que estudam coisas relacionadas no Rio de Janeiro, é muito prático sob o ponto de vista do trabalho. Se eu tenho qualquer dúvida sobre um determinado assunto, tenho a quem recorrer. Por outro lado, posso contribuir pra UFF porque gosto de estudos combinatórios e meus interesses matemáticos são um pouco fora do usual aqui. Acho interessante a ideia de avançar em linhas de pesquisa completamente inovadoras”, analisa Cotterill, que ministra aulas na pós-graduação em Matemática e em graduações para estudantes de diversas áreas, como estatística, química, matemática e engenharia ambiental. Vivendo fora dos Estados Unidos há nove anos, ele percebe que a xenofobia não é uma preocupação dos brasileiros em geral. “Um dos pontos bem fortes do Brasil é que há uma abertura ao estrangeiro. Na Europa e nos EUA a xenofobia é uma força nefasta que tem uma influência sobre as pessoas. Acho muito positivo o fato de que, no contexto brasileiro, o povo não pense dessa forma. Ao andar nas ruas, observo que há pessoas que vem de todos os cantos possíveis. Então, de certa forma, acho que o Brasil é um lugar perfeito para acolher estrangeiros”, compara. Professor do Instituto de Física da UFF desde 2014, o iraniano Mohammad Ali Rajabpour chegou ao Brasil em 2012 para um ano e meio de pós-doutorado na USP. Sem falar uma palavra de português, contou com a ajuda de colegas da área para solucionar os desafios burocráticos típicos de um estrangeiro no Brasil. “Como saí da casa dos meus pais aos 10 anos de idade para estudar, não tive choque cultural, foi uma boa adaptação. O problema é maior quando você não pode falar a língua, nem se comunicar, e não tem ninguém para te ajudar. Talvez se houvesse mais pessoas falando inglês para atender aos estrangeiros ou um sistema para auxiliar na burocracia, ajudaria muito”, aponta. Ali também é um defensor das redes de relacionamento para maior desenvolvimento da pesquisa em países como o Brasil. “Temos um grupo de informação quântica no Estado do Rio de Janeiro em que estamos pesquisando coisas diferentes e, ao mesmo tempo, um pouco parecidas. Há uma convergência de interesses. Em geral, as regras de física são universais, o que faz com que a pesquisa seja internacional, na medida em que todos estão tentando descobrir as mesmas coisas na ciência. Possuo alguns conhecimentos que outras pessoas aqui não têm e posso transmitir esse conhecimento para os alunos, além de entender melhor o que os outros pesquisadores estão fazendo”, avalia o professor, especialista em temas como física quântica e mecânica estatística. Na comparação entre Brasil, Irã e outras nações, ele identifica mais semelhanças do que se imagina. “Parece muito diferente, mas quando você senta e fala com as pessoas, de certa forma é quase igual. Viajei para muitos lugares diferentes no mundo, você vê quase as mesmas pessoas, o mesmo humor, piadas similares. Hábitos e festas são diferentes, num lugar você pode tomar chá, no outro, cerveja, mas no fundo é a mesma história”, diz o docente, formado pela Universidade Sharif de Tecnologia, no Irã, e pela Universidade de Turin, na Itália. *Segundo dados extraídos do Portal de Transparência da UFF, referentes a fevereiro de 2016, a UFF tem 3518 docentes. Fonte: SIAPE - UFF