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Publicado o edital de seleção para a próxima turma do Mestrado Acadêmico em Saúde ColetivaO edital de seleção para a próxima turma do Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva já está disponível para consulta. As inscrições serão abertas em 6 de janeiro e vão até 3 de fevereiro de 2020. Serão oferecidas 30 vagas, distribuídas nas seguintes linhas de pesquisa: Linha 1. Determinantes do processo saúde-doença no ciclo da vida (12 vagas); Linha 2. Nutrição em saúde coletiva (6 vagas); Linha 3. Cuidado em saúde - teoria e práxis (5 vagas); Linha 4. Educação em/na saúde: saberes e práticas (7 vagas). O candidato deverá fazer a opção pela linha de pesquisa no ato da inscrição e poderá indicar dois possíveis orientadores pertencentes à linha escolhida. Outros detalhes devem ser consultados no site do mestrado: http://saudecoletiva.sites.uff.br/processo-seletivo-2020/
Próxima edição da Mostra PICS terá auriculoterapia e massoterapiaAline Bonifácio A próxima edição da Mostra PICS será realizada em 2 de outubro, às 13 horas, no bloco F do Campus do Gragoatá. As atividades oferecidas serão a consulta do enfermeiro, educação em saúde e sessão de auriculoterapia, com a professora da Escola de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense (UFF), Liliane Belz dos Reis; e massoterapia, com o coordenador do Instituto de Educação e Saúde Gênesis, Rogério Pires, e a coordenadora de práticas integrativas e complementares em saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Niterói, Verônica Albuquerque. A massoterapia é uma terapia na qual o profissional busca a reeducação funcional e o restabelecimento orgânico do indivíduo. Por meio da manipulação e do trabalho corporal, o massoterapeuta emprega métodos naturais e não invasivos para prevenir, orientar, avaliar e tratar disfunções e patologias nos tecidos musculares, ósseos e articulações. A terapia ajuda a manter a estrutura dos tecidos corporais em estado saudável e funcional.  As técnicas utilizadas envolvem orientação de postura, orientação ergonômica, orientação alimentar, drenagem linfática, shiatsu, movimento passivo e ativo de articulações, alongamentos na prevenção de lesões, reflexologia, entre outras. Já a auriculoterapia é uma técnica terapêutica da medicina tradicional chinesa, em que é feita a estimulação mecânica de pontos específicos na orelha do paciente. De acordo com a professora Liliane Belz, trata-se de um microssistema em que cada ponto reflete a atividade funcional de órgãos do corpo humano.  Assim, o estímulo aplicado a estes locais, com o uso de agulhas ou sementes, gera impulsos nervosos que são enviados ao cérebro por meio das inervações e resultam em fenômenos físicos no órgão correspondente. Belz salientou que a técnica é excelente para prevenir doenças e que também possui a capacidade de amenizar a dor, combater vícios, potencializar tratamentos alopáticos e acelerar a recuperação cirúrgica. “No pavilhão auricular há pontos para diminuir ou aumentar a pressão arterial, pontos que colaboram com a regulação hormonal, com o controle da fome etc; enfim, são inúmeras as possibilidades e os benefícios” para aqueles que se submetem ao tratamento. Aprovação das práticas integrativas e complementares pelo Ministério da Saúde Desde 3 de maio de 2006, a portaria 971/ 2006 do Ministério da Saúde (GM/MS 971/ 2006) reconheceu as práticas integrativas e complementares como recursos terapêuticos que estimulam os mecanismos naturais de prevenção de doenças e auxiliam na recuperação da saúde. Atualmente, as práticas são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em cerca de 54% dos municípios brasileiros. Informações complementares Os interessados deverão chegar com 20 minutos de antecedência para pegarem uma senha de atendimento. O projeto acontece toda primeira quarta-feira do mês e faz parte das atividades oferecidas pelo Núcleo de Estudos e Práticas Integrativas e Complementares (Nepic), do ISC/ UFF.
Nova edição da Mostra PICS terá auriculoterapia e massagem espiritualAline Bonifácio Uma nova edição da Mostra PICS será realizada em 7 de agosto,  no Campus do Gragoatá. As atividades oferecidas serão: consulta do enfermeiro, educação em saúde e sessão de auriculoterapia, com a professora da Escola de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense (UFF), Liliane Belz dos Reis;  e massagem espiritual (imposição de mãos), com a professora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da UFF, Anna Amorim Mendes, e o Grupo Ipê Roxo. A auriculoterapia é uma técnica terapêutica da medicina tradicional chinesa, em que é feita a estimulação mecânica de pontos específicos na orelha do paciente. De acordo com a professora Liliane Belz, trata-se de um microssistema em que cada ponto reflete a atividade funcional de órgãos do corpo humano.  Assim, o estímulo aplicado a estes locais, com o uso de agulhas ou sementes, gera impulsos nervosos que são enviados ao cérebro por meio das inervações e resultam em fenômenos físicos no órgão correspondente. Reconhecida como prática terapêutica pela Organização Mundial de Saúde, a auriculoterapia é recomendada para o tratamento de problemas de origem física, orgânica ou psicológica. Belz salientou que a técnica é excelente para prevenir  doenças e que também possui a capacidade de amenizar a dor, combater vícios, potencializar tratamentos alopáticos e acelerar a recuperação cirúrgica. “No pavilhão auricular há pontos para diminuir ou aumentar a pressão arterial, pontos que colaboram com a regulação hormonal, com o controle da fome etc; enfim, são inúmeras as possibilidades e os benefícios” para aqueles que se submetem ao tratamento. Já a massagem espiritual, de acordo com a professora Anna Mendes, é uma “arte-técnica terapêutica multidimensional de autoconhecimento e autocura, que utiliza a ressonância entre campos energéticos para promover o equilíbrio nos níveis físico, emocional, mental e espiritual”. A prática, nascida no Instituto Esalen, no Estado da Califórnia, Estados Unidos, foi trazida para o Brasil pela terapeuta brasileira Maria Lúcia Sauer e caracteriza-se pela imposição de mãos em direção ao corpo do paciente. A massagem beneficia o paciente ao gerar nele “maior autoconhecimento, maior contato com a própria essência, mais facilidade de lidar com as situações do cotidiano e redução dos sintomas apresentados”. Os pacientes costumam relatar, após algum tempo de tratamento,  “aumento da sensação de paz, os problemas podem continuar, mas a relação das pessoas com eles muda”. “Diversas pessoas relatam sentimento de leveza, bem-estar e maior equilíbrio para o enfrentamento de situações difíceis”, esclareceu Mendes. Mendes explicou que conheceu a técnica em 1995, ao realizar um workshop com Sauer no Rio de Janeiro, e se identificou com as propostas-base. Na técnica da massagem espiritual, enfatizou Mendes, o terapeuta não interpreta, não interfere, não direciona o trabalho, mas apenas se coloca a serviço do campo energético do próprio paciente, pois reconhece que o maior especialista é o eu superior do próprio indivíduo. Sendo assim, o papel do terapeuta resume-se a oferecer ao eu superior as melhores condições possíveis para que realize o que precisa e pode a cada momento. Outro ponto importante é que o terapeuta necessita cuidar primeiro de si mesmo e, só então, estará pronto para se aproximar do campo vibracional de outra pessoa. Ainda no ano de 1995, Mendes passou a integrar o Grupo Ipê Roxo, fundado e coordenado por  Ângela Moraes, terapeuta que acompanhava Sauer nos tratamentos realizados na Califórnia e no Rio de Janeiro desde a década de 1980. Pouco tempo depois, Mendes assumiu a coordenação pedagógica do grupo, sediado no Rio, posição que ocupa até hoje. Aprovação das práticas integrativas e complementares pelo Ministério da Saúde Desde 3 de maio de 2006, a portaria 971/ 2006 do Ministério da Saúde (GM/MS 971/ 2006) reconheceu as práticas integrativas e complementares como recursos terapêuticos que  estimulam os mecanismos naturais de prevenção de doenças e auxiliam na recuperação da saúde. Atualmente, as práticas são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em cerca de 54% dos municípios brasileiros. Para Liliane Belz, esse reconhecimento é importante porque disponibilizou ao profissional de saúde novas alternativas terapêuticas para a prevenção de doenças e promoção da saúde, o que traria maior satisfação ao exercício da profissão. Já Anna Mendes destacou a oportunidade de ofertar a imposição de mãos a pacientes do SUS, de forma oficial e integrada com o atendimento por outros especialistas. Informações complementares: Os interessados deverão chegar com 20 minutos de antecedência para pegarem uma senha de atendimento.  O projeto acontece toda primeira quarta-feira do mês e faz parte das atividades oferecidas pelo Núcleo de Estudos e Práticas Integrativas e Complementares (Nepic), do ISC/ UFF.  
Abertas as inscrições para o 3° SescotransAline Bonifácio   O 3° Seminário da Saúde Coletiva sobre a inclusão do tema da saúde das pessoas transgêneros, travestis e intersexo na formação médica (Sescotrans) acontecerá dia 15 de março, às 9h30, no Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap). O objetivo desta edição é discutir a violação dos direitos humanos de transexuais, travestis e pessoas intersexo. A coordenação é da professora do Instituto de Saúde Coletiva Sandra Brignol. A programação completa pode ser consultada em http://isc.sites.uff.br/arquivos/938 As inscrições devem ser realizadas apenas pelo QR Code disponível no banner em anexo. 
Abertas inscrições para o Seminário Internacional Reformas Sanitárias Italiana e BrasileiraAline Bonifácio Estão abertas até 28 de novembro as inscrições para o “Seminário Internacional Reformas Sanitárias Italiana e Brasileira: trajetórias e perspectivas”. O evento está sendo promovido pela Associação Brasileira Rede Unida em parceria com o Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal Fluminense (ISC-UFF), e outras instituições. O objetivo é discutir as variadas experiências de reformulação normativa e institucional no campo da assistência à saúde dos cidadãos, cujo ponto principal foi viabilizar o direito ao acesso universal aos serviços. Dentre essas experiências foi a reforma italiana que mais fortemente marcou e inspirou o movimento da Reforma Sanitária no Brasil. De acordo com o coordenador nacional da Rede Unida e professor do ISC-UFF, Túlio Franco, a melhor forma de homenagear esses processos é promover o intercâmbio entre Brasil e Itália sob a forma de debate. “É uma forma de persistir no ideário generoso das reformas e, ao mesmo tempo, avançar nas suas formulações, como modo de fortalecer o seu ideário”, explicou. A programação completa pode ser consultada no anexo da matéria. Os interessados deverão se inscrever no site https://bit.ly/2OxwHSB
Abertas inscrições para o 'Simpósio Prevenção e Manejo do Suicídio'Aline Bonifácio A Liga Acadêmica Multiprofissional de Saúde Mental e Psiquiatria está com inscrições abertas para o "Simpósio Prevenção e Manejo do Suicídio: um desafio de muitos saberes", que ocorrerá em 18 de outubro. A liga é coordenada pelo professor  Ronaldo Victer, do Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal Fluminense. O tema, que é muito complexo, será abordado por profissionais de diferentes áreas, a partir de evidências científicas e relatos de experiência. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas pelo link https://doity.com.br/prevencao-e-manejo-do-suicdio PROGRAMAÇÃO COMPLETA: 18:00 – Abordagem psicossocial do suicídio e as propostas políticas de prevenção e cuidado Prof. Dr. Rogério Lustosa Bastos (ESS UFRJ) 18:20 – Falando de esperança quando o assunto é suicídio Profa. Dra. Valéria de Queiroz Pagnin (MSM UFF) 18:40 – Abordagem toxicológica do panorama das tentativas de suicídio Dra. Lilia Ribeiro Guerra (CCIn HUAP) 19:00 – Relato de experiência sobre salvamento de tentativas de suicídio Capitão Evangelista (1º GBM Humaitá) 19:20 – Estratégias de prevenção ao suicídio no meio acadêmico - Como abordar a saúde mental do estudante e do docente? Profa. Dra. Elaine Antunes Cortez (EEAAC UFF) 19:40 – Cafezinho 20:00 – Debate 21:00 – Encerramento
Reflexões sobre a educação odontológica e o Sistema Único de Saúde é tema de livroEm 2012, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) apontaram a necessidade da atuação dos estudantes de graduação de Odontologia no Sistema Único de Saúde (SUS). Entretanto, esses estágios curriculares, apesar de aconteceram sob supervisão de profissionais da área, se dão muitas vezes sem a reflexão necessária sobre o fazer odontológico. Essa temática é abordada na coletânea “Formação SUStendada” (Eduff, 2018), organizada por Marcos Alex Mendes da Silva e Efigênia Ferreira e Ferreira. A falta de reflexão e teorização referente aos estágios ocorre, principalmente, pelo fato da maioria das universidades ainda priorizarem o trabalho em clínicas privadas, enxergando atividades no SUS como inferiores e até mesmo “um empobrecimento de objetivos educacionais mais ‘nobres’”. É função dos professores das disciplinas de Saúde Coletiva apresentar aos estudantes “alternativas” do mercado de trabalho padrão. Entretanto, como isso não ocorre na maioria dos casos, a visão de que o SUS é um sistema insuficiente e menor acaba sendo fortalecida. Apesar de muitas universidades ainda não entenderem completamente a importância dos estágios curriculares em sistemas públicos na formação acadêmica, a sua regulamentação foi um passo essencial para que a atividade seja incluída no plano político e pedagógico do curso de Odontologia, mas ainda há muito a ser feito. E, segundo o livro, para enfrentar essa situação no país é necessário unir a responsabilidade social com a excelência técnica e, assim, entender a complexidade do SUS e seus respectivos cenários e atores. Saiba como comprar.  
Aprovada Resolução de Sustentabilidade do Hospital Universitário Antônio PedroO Conselho Deliberativo do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), reunido nesta 3ª feira pela manhã, aprovou a “Resolução sobre a Sustentabilidade do Hospital Universitário Antônio Pedro - HUAP, e indicativo de Contrato de Gestão Especial Gratuita do Hospital, entre a UFF e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh”. Houve, mais uma vez, tentativa de bloqueio do local da reunião por parte do Sintuff e pessoas alheias à comunidade universitária. Foi praticado novamente o fascismo que caracteriza estes grupos: atos de força, tentativas de intimidação e constrangimento dos conselheiros. Grupos que, até este momento, não apresentaram nenhuma proposta de superação dos graves problemas de sustentabilidade do Hospital. Gente que há muito perdeu sua humanidade, não se importando com o sofrimento alheio dos muitos que dependem do HUAP para o seu cuidado. A determinação desta administração é de que o Hospital seguirá forte, público e gratuito, conforme os preceitos do SUS. Demonstrando o vigor da democracia na UFF, o Conselho Deliberativo do HUAP se reuniu. Estiveram presentes à reunião 12 conselheiros, sendo que uma conselheira da direção do Sintuff presente, fez a opção de não assinar a lista de frequência e não votar. Dos outros 11 conselheiros, 10 votaram favoravelmente à resolução apresentada. Vitória da democracia e da comunidade que constrói a UFF, dia a dia. Pela proposta ficam garantidos: Manutenção de “porta única de acesso” ao Hospital, exclusivamente pelo SUS. Proibição de contratação com Planos e Seguros privados de saúde, bem como Universidades privadas. Garantia da autonomia universitária. Garantia do fortalecimento da atividade acadêmica. Respeito aos direitos dos servidores e fim do contrato precário de profissionais da saúde. Redimensionamento da força de trabalho com provimento de pessoal necessário ao pleno funcionamento do HUAP. Controle social da gestão com pleno funcionamento do Conselho Deliberativo. Aumento de leitos e serviços beneficiando usuários, com melhoras qualitativas no cuidado das pessoas. Manutenção da propriedade do patrimônio e equipamentos do HUAP com a UFF, sendo feita uma cessão de uso, para que a Ebserh possa realizar manutenções e reformas necessárias. Gerenciar o cuidado de forma integral, interprofissional centrado na pessoa, baseado em evidência científica. Garantir os espaços de ensino, extensão e pesquisa nas dependências do hospital. Possibilidade de inclusão de cláusula que garanta a possibilidade da UFF romper o contrato, caso o mesmo não esteja sendo cumprido pela outra parte. - Transparência no uso dos recursos materiais e financeiros, com prestação de contas ao Conselho Deliberativo do Hospital. Convidamos a todos a somarem esforços com a administração da UFF, no sentido de manter o HUAP funcionando, na perspectiva de ampliação dos serviços e do acesso aos usuários do SUS, e das atividades acadêmicas de ensino e pesquisa. Tarcísio Rivello Diretor do Hospital Universitário Antônio Pedro – HUAP.
Rio das Ostras e Macaé realizam debate sobre sustentabilidade do HUAPOcorreu, no último dia 18, em Rio das Ostras, mais um debate sobre o tema da Sustentabilidade do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP). Organizado pelos diretores dos Institutos das duas Unidades, o evento reuniu em torno de 50 participantes entre professores, estudantes e técnicos, contando na mesa com os Pró-Reitores da Progepe e Proaes, Túlio Franco e Sérgio Mendonça respectivamente; com a representante do Sintuff Lígia Regina, e o médico Wladimir Thadeu. Na ocasião foram expostos os problemas de sustentabilidade vividos pelo HUAP, uma unidade hospitalar de alta complexidade, referência para toda região Metropolitana II do Estado do Rio de Janeiro, e com compromissos de atender à população usuária do SUS. Além disto o Hospital tem como principal atividade o ensino, pesquisa e extensão em medicina e outras áreas da saúde. A primeira fala dos pró-reitores deixou clara a proposta para superação dos atuais problemas via gestão compartilhada com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, através de um contrato de gestão, em que mantém o HUAP como um serviço público, de financiamento exclusivamente estatal, e dedicado às atividades inerentes à Universidade, se mantendo 100% SUS. Por outro lado, a representante do Sintuff e Wladimir, que expuseram contrários à proposta em debate, não conseguiram apresentar alternativas que apontassem na direção de superação dos atuais problemas, sugerindo a formação de uma comissão, o que adiaria interminavelmente a agonia do hospital. Já há vários fóruns dedicados ao tema, como por exemplo, o Conselho Deliberativo do HUAP. O que fica claro é que, aqueles que são contra a contratualização com a Ebserh devem apresentar propostas para salvar o hospital e impedir o seu fechamento a curto prazo. Não é possível admitir a postura atual, de serem contra, e não apresentarem propostas para o HUAP, isto é pouco responsável com o Hospital e todos os que dele dependem para cuidado à saúde, o ensino e pesquisa na área. O debate transcorreu de forma organizada e respeitosa, demonstrando que a democracia na UFF pode ser exercida sem constrangimentos e cerceamentos, que queremos que façam parte do passado apenas. Hoje há uma nova prática no tratamento coletivo das nossas questões. Comitê Gestor da UFF