Programa de Qualificação Institucional da UFF valoriza técnicos e professoresA carreira de um servidor técnico ou docente da Administração Federal não é sinônimo de burocracia, marasmo e papelada; ao contrário, é dinâmica, criativa e está em constante transformação. E na UFF não é diferente! Quando um servidor inicia sua trajetória na universidade, ele tem acesso a vários projetos e ações institucionais que proporcionam crescimento profissional, pessoal e intelectual. O Auxílio à Qualificação, e o Apoio a Iniciativas de Capacitação são alguns dos exemplos. O recente Programa de Qualificação Institucional (PQI) é mais uma das iniciativas da universidade nesse sentido. A meta estratégica é aperfeiçoamento do ambiente institucional e das práticas do trabalho administrativo e técnico na universidade. Ganham o servidor ou servidora, a UFF e toda a sociedade", Antonio Claudio da Nóbrega. O PQI é uma ação conjunta da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), por meio da Escola de Governança em Gestão Pública (EGGP) e da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi). Segundo a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Mariana Cristina Monteiro Milani, o objetivo é apoiar financeiramente os programas de pós-graduação stricto sensu da universidade que disponibilizarem vagas adicionais para servidores, inclusive os que estão em estágio probatório, nos seus editais de ingresso para cursos de mestrado ou doutorado. “O PQI é uma parte muito importante do programa global de apoio, incentivo e qualificação dos técnicos da UFF com vistas ao seu crescimento humano e profissional. A meta estratégica é aperfeiçoamento do ambiente institucional e das práticas do trabalho administrativo e técnico na universidade. Ganham o servidor ou servidora, a UFF e toda a sociedade!”, ressalta o reitor Antonio Claudio da Nóbrega. De acordo com o diretor da EGGP, Antonio Batista da Silva Oliveira, o PQI nasceu de uma sugestão dos próprios servidores da UFF, após observarem experiências semelhantes e bem sucedidas em outras instituições federais de ensino. Nesse sentido, os técnicos e professores que estejam interessados em concorrer às vagas disponíveis nos programas de pós-graduação pelo PQI deverão procurar a coordenação do curso de seu interesse ou acompanhar os editais de seleção que tenham vagas do programa. Após a assinatura de um termo, que contém seus direitos e suas obrigações, o candidato assume o compromisso de exercer suas atividades na UFF durante o mesmo período em que estiver vinculado aos cursos de mestrado ou doutorado. A permissão da chefia e da direção da unidade onde o servidor estiver lotado também é essencial. Além disso, o interessado deverá passar pelo processo seletivo do programa de pós-graduação. Outro aspecto primordial é que, caso o técnico ou docente seja convidado pela EGGP, ele se compromete a elaborar ou executar ações de capacitação e desenvolvimento (cursos, publicações, pesquisas, eventos, projetos etc.), sob supervisão da Escola. Os programas de pós-graduação, por sua vez, além de receberem repasses orçamentários, estarão contribuindo com a qualificação dos servidores que compõem o quadro ativo permanente da universidade, estimulando cada vez mais a pesquisa, a produção e a circulação de conhecimento. Dessa forma, os recursos recebidos por esses programas de pós-graduação poderão ser aplicados em benefício de toda a comunidade, não apenas para os servidores por meio de melhorias em laboratórios, pagamentos de diárias para professores, editoração, atividades de intercâmbio etc. Se ainda restou alguma dúvida, segue entrevista com o diretor Antonio Batista: Como surgiu o PQI? O Programa de Qualificação Institucional (PQI) foi uma sugestão dos próprios servidores técnicos da UFF, após a observação de experiências similares e bem sucedidas em instituições como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e outras. Atualmente, o projeto é uma ação conjunta da Progepe e Proppi e tem sua gestão delegada a uma equipe muito qualificada, que é a EGGP. O PQI é um programa que apoia, com repasse orçamentário, os programas de pós-graduação stricto sensu da UFF que disponibilizarem vagas adicionais para servidores técnicos e/ou docentes em editais de ingresso para cursos de mestrado e/ou doutorado na UFF. Assim, amplia-se a formação de mestres e doutores do quadro da universidade. Com o apoio da Gestão da Universidade e de diversas áreas (algumas já mencionadas e outras), o PQI está, aos poucos, se tornando realidade na UFF. O projeto ainda está em sua primeira edição e, no futuro, buscaremos aprimorá-lo cada vez mais. Quem pode se beneficiar com o Programa? De acordo com a portaria 60.968/2018, que instituiu o PQI na UFF, somente os servidores - técnicos e docentes - do quadro ativo permanente podem concorrer às vagas de mestrado e doutorado, por meio do programa. Como ocorre a inscrição do servidor no processo seletivo de pós-graduação a partir do PQI? O servidor deverá procurar a coordenação do curso de seu interesse (e que esteja na lista do PQI, divulgada nesta matéria) ou acompanhar os editais de seleção de seu interesse e que tenham vagas PQI. Deverá também assinar um termo contendo seus direitos e suas obrigações, inclusive com o compromisso de exercer suas atividades na UFF, durante igual período em que estiver vinculado ao Programa de Pós-Graduação via PQI. Também é fundamental obter o consentimento de sua chefia e da direção da unidade onde o servidor estiver lotado. Outras questões, como realização de provas, por exemplo, são definidas por cada programa de pós-graduação, em seus editais de seleção. O servidor em estágio probatório pode concorrer no processo seletivo por meio do PQI? Sim. O PQI é, inclusive, uma forma da UFF qualificar melhor tanto os veteranos quanto os novos servidores, estimulando cada vez mais a pesquisa nos programas de pós-graduação, além da produção e da circulação de conhecimento também pelos servidores. Existe algum tipo de restrição para o servidor concorrer à vaga pelo PQI? Antonio Batista: O servidor precisa refletir, de maneira sincera, sobre seus interesses e sobre como um mestrado ou um doutorado poderá melhorar de forma efetiva a sua atuação na UFF. Se houver dúvidas, é importante buscar auxílio, inclusive para que o investimento seja o mais adequado possível ao servidor e à UFF. Após essa análise e se forem atendidos alguns aspectos como a portaria 60.968, o edital de adesão dos programas de pós-graduação ao PQI e os editais de seleção dos cursos de mestrado e doutorado, em tese, não haverá restrição. Qual é a vantagem para os programas de pós-graduação que adotaram o PQI? O programa recebe repasse financeiro por cada servidor matriculado via PQI. Além disso, colabora na qualificação de servidores da UFF. Os ganhos são, portanto, desde orçamentários até institucionais. Quais os deveres e obrigações do servidor beneficiado pelo programa? Permanecer em efetivo exercício na UFF por igual período àquele dos repasses orçamentários efetuados em razão de sua matrícula via PQI. Quando convidado, colaborar com atividades da EGGP. Assinar termo de compromisso onde concorda em não abandonar o curso, em não solicitar exoneração e aposentadoria voluntária durante o período do curso e de retorno útil etc. Mas o dever maior é cuidar de seu desenvolvimento e do desenvolvimento da UFF para todos e todas. Confira abaixo a lista com os programas de pós-graduação com vagas através do PQI nos seus editais de seleção. Veja também a Portaria 60.968, que instituiu o PQI na UFF. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas pelo e-mail eggp.progepe@id.uff.br ou telefone 2629-5316.
Afastamento Capacitação/Qualificação - Novos FormuláriosEstão disponíveis no site da UFF as informações e os formulários necessários para solicitação e prestação de contas de afastamentos para capacitação e qualificação no País e no Exterior. Os serviços podem ser acessados na página principal da UFF, em SERVIÇOS (na parte superior da página) → DOCENTES e TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS → AFASTAMENTO PARA CAPACITAÇÃO OU QUALIFICAÇÃO. Também podem ser acessados diretamente nos links abaixo: No País http://www.uff.br/?q=servico/afastamento-para-capacitacao-ou-qualificacao-no-pais No Exterior http://www.uff.br/?q=servico/afastamento-para-capacitacao-ou-qualificacao-no-exterior Atenção! A partir do dia 01/08/2016, processos abertos com os formulários antigos serão devolvidos, já que houve alteração no termo de compromisso que deve ser assinado pelo requerente e sua chefia imediata. Estamos disponíveis para quaisquer esclarecimentos.
EGGP planeja Mestrado Profissional em Gestão Pública para 2016A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), através da Escola de Governança em Gestão Pública (EGGP), selecionará profissionais da UFF para o curso de Mestrado Profissional em Gestão Pública. Em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Administração de Volta Redonda, a iniciativa visa qualificar profissionais interessados em desenvolver estudos voltados para a compreensão dos processos de gestão da Universidade. O Edital encontra-se em fase de elaboração e será lançado em 2016, com ampla divulgação.
Escola de Governança e Gestão Pública       A Escola de Governança e Gestão Pública (EGGP) é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) para promover a formação institucional de agentes públicos, nos níveis de capacitação e qualificação. Sua missão institucional é a formação permanente desses agentes. Para cumpri-la tem por estratégia articular redes de cooperação envolvendo as unidades organizacionais internas à UFF, assim como instituições externas.      A EGGP buscará estimular os agentes públicos a processarem uma transformação das práticas profissionais e da própria organização do trabalho na UFF, estendendo esse conceito para outros agentes públicos.  Tal estímulo será pautado na valorização reflexiva e dialética das experiências vivenciadas no trabalho e na vida social. Sua atuação promoverá e reforçará os valores republicanos, entendidos aqui como enunciados promotores da equidade no tratamento universalista das demandas apresentadas à Universidade pela sociedade.      A EGGP foi criada para ampliar as possibilidades de capacitação e aperfeiçoamento de que trata a Lei nº 11.091/2015. Visa não apenas a produção dos efeitos de que tratam o Decreto nº 5.824/2006, da Presidência da República, mas também a potencializar o compromisso institucional por parte dos agentes públicos da UFF, em prol dos direitos dos cidadãos que demandam os serviços públicos por nós prestados.      Sua composição é enxuta para melhor se articular em rede. A EGGP é constituída de um Colegiado Gestor, composto de coordenadores dos projetos ativos, como instância máxima. As instâncias executivas são constituídas de uma Direção Geral e uma Divisão de Desenvolvimento e Articulação Institucional.      A EGGP também pretende incrementar o diálogo com outras instituições responsáveis pela formação de agentes públicos, sintonizada com enunciados do Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal (PNDP), a ser implementada pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Uma das diretrizes da PNDP consiste em priorizar, no caso de eventos externos de aprendizagem, os cursos ofertados pelas escolas de governo, favorecendo a articulação entre elas. Assim, nos interessa não só integrar o Sistema de Escolas de Governo da União (SEGU), nos aproximando de ofertas de capacitação e qualificação que dialoguem com o escopo do órgão ora proposto, como também ofertar as expertises que pudermos reunir a partir da articulação de nossa rede de colaboração interna.      A EGGP buscará estabelecer propostas de qualificação nos níveis de graduação, pós-graduação lato sensu e mestrado profissional. Também estimulará o concurso por parte dos agentes públicos da UFF aos diferentes programas de pós-graduação stricto sensu na UFF e em outras instituições. No que lhe couber, fará recurso às tecnologias nas modalidades presencial e semi-presencial, buscando oferecer possibilidades factíveis para as diferentes demandas e necessidades dos agentes públicos.      A EGGP, em resumo, se institui enquanto um dispositivo cuja estrutura se voltará especificamente para a coordenação de iniciativas que explorem as potencialidades existentes nas instâncias acadêmicas e universitárias existentes na UFF, bem como em outros órgãos com as quais se possam instituir convênios de cooperação. Buscará a formação de servidores públicos com forte compromisso institucional para a universalização do seu conhecimento e fazer. Breve histórico      A presente proposta de criação da EGGP, no âmbito da PROGEPE, teve seu início em dezembro de 2014. Nos meses subsequentes o debate foi ampliado, culminando no I Seminário da Escola de Governança e Gestão Pública, nos dias 19 e 20/3/2015. Como resultado dos intensos debates, a proposta de criação da EGGP foi referendada.      Como resultado desses debates foi consensuado que a EGGP fosse criada com uma estrutura mínima. A meta era e é que a mesma tenha maior agilidade na estratégia de articulação em rede. Afinal, é necessário aproveitar ao máximo os potenciais de ensino, pesquisa, extensão e inovação existentes nas Unidades Organizacionais da UFF e, eventualmente, de parceiros externos.  O propósito é potencializar propostas de capacitação e qualificação de agentes públicos.      O Seminário definiu pela criação de um Grupo de Trabalho que ficou encarregado de elaborar o Regimento da EGGP. Os membros desse GT se reuniram nos meses de abril e maio. O resultado desses encontros definiu por uma proposta de Regimento que foi encaminhada para discussão e eventual aprovação pelo Conselho Universitário, em função de se tratar de uma proposta que introduz modificações na estrutura da PROGEPE.