Orquestra Sinfônica Nacional UFF tem uma sessão gratuita do OSN Cine com o filme Ganga Bruta O 4º Festival de Cinema do BRICS, que está sendo acontecendo de 23 de setembro a 9 de outubro, é uma realização da Universidade Federal Fluminense (UFF), com a cooperação da Prefeitura Municipal de Niterói, apoio institucional da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e patrocínio da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério da Cidadania. Dentro do Festival – que reúne produções e atividades voltadas para o campo do cinema realizado pelo membros do grupo BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – estão programadas três sessões do OSN Cine, projeto no qual será exibido o filme Ganga Bruta e, simultaneamente, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF executará a trilha sonora ao vivo, composta por Radamés Gnattali (1906 - 1988), um dos grandes nomes da música de concerto brasileira. O regente das apresentações do OSN Cine é o maestro convidado Thiago Santos, que comandará a Orquestra nos dias 4 de outubro, às 19 horas; e 5 e 6 de outubro, às 10h30. No dia 4, sexta-feira, a sessão terá ENTRADA GRATUITA para todos, mediante retirada de senhas uma hora antes do espetáculo. As sessões dos dias 5 e 6 estão com preços populares: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).   Projeto OSN Cine - filme + Orquestra Ganga Bruta Brasil, 1933, 82', 14 anos De Humberto Mauro Com Déa Selva, Durval Bellini, Lu Marival e Décio Murilo Dias 4 a 6 de outubro de 2019 Sexta | 19h, sábado e domingo | 10h30 Local: Cine Arte UFF Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói Classificação etária: 14 anos Com a Orquestra Sinfônica Nacional UFF tocando a trilha sonora do filme ao vivo, dentro do Festival Internacional de Cinema do Brics Regência: Thiago Santos Outras informações sobre o projeto OSN Cine no site www.centrodeartes.uff.br . 
UFF recebe Jaider Esbell no Encontro com ArtistasNa terça-feira, dia 28/05, às 16h, o Centro de Artes UFF realiza o Encontro com Artistas! Haverá um debate com o artista visual Jaider Esbell e os curadores Denilson Baniwa e Pedro Gradella. O encontro é aberto ao público, com entrada gratuita, e é realizado na Galeria de Artes UFF Leuna Guimarães dos Santos, na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, dentro do campus da Reitoria da UFF. O que acontece quando os indígenas tomam as artes contemporâneas, digitais e de rua para si? Na exposição “Reantropofagia”, a série It Was Amazon! (Era uma vez a Amazônia), do artista Jaider Esbell, apresenta 16 obras em preto e branco que retratam os usos e abusos da natureza na região da Pan-Amazônia - termo utilizado para identificar a floresta amazônica nos diferentes países que ela abrange: Brasil, Suriname, Guianas, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia e Peru. A exploração da pessoa, o alto impacto na vida selvagem, os contrabandos e desmandos na floresta são os temas abordados em suas obras. Jaider Esbell é indígena da etnia Makuxi e nasceu na Terra Indígena Raposa, em Normandia, no estado de Roraima. Ele foi vencedor do Prêmio Pipa 2016, considerado uma das principais premiações de arte contemporânea do país, voltado a novos artistas. Encontro com Artistas é um evento que tem como objetivo aproximar os espectadores dos realizadores, captando as impressões do público acerca das exposições do Centro de Artes UFF. Criadores e curadores contam um pouco sobre a proposta curatorial e o processo criativo. O objetivo é que a troca de diversidade de olhares presentes estimule, inquiete e proporcione observações reflexivas e críticas sobre as narrativas visuais.
UFF recebe o Festival Internacional de Cinema de Arquivo - Mostra Arquivo em Cartaz 2018O Festival Internacional de Cinema de Arquivo é um evento anual, realizado pelo Arquivo Nacional, e tem como objetivo promover a difusão do patrimônio audiovisual, contribuindo para a preservação e a recuperação da memória audiovisual brasileira. Em sua quarta edição, o festival apresenta, no Cine Arte UFF, três sessões em homenagem à atriz Odete Lara e três sessões retrospectivas com destaques de edições anteriores. A entrada para todas as sessões é gratuita.   PROGRAMAÇÃO: Dia 07, sexta, 16h30 - MOSTRA HOMENAGEM ODETE LARA BOCA DE OURO Brasil, 1963, 103’, 14 anos | Exibição em 35mm De Nelson Pereira dos Santos Com Jece Valadão, Odete Lara, Daniel Filho Prepotente e cruel, Boca de Ouro mandou arrancar todos os dentes perfeitos, substituindo-os por uma dentadura de ouro. Ele também cultiva o sonho de ser enterrado num caixão de ouro, só para compensar o trauma de ter nascido numa gafieira e de ter sido abandonado pela mãe numa pia de banheiro. O repórter Caveirinha, designado para descobrir a verdadeira história do marginal, resolve entrevistar sua ex-amante Guigui, que conta três diferentes versões da vida do bicheiro. Em todas elas estão envolvidos Leleco, um malandro desempregado, sua mulher Celeste e três ricaças.   Dia 08, sábado, 16h30, - MOSTRA HOMENAGEM ODETE LARA O PRINCÍPIO DO PRAZER Brasil, 1979, 90’, 16 anos | Exibição em 35mm De Luiz Carlos Lacerda Com Odete Lara, Paulo Villaça, Ana Maria Miranda Dois casais de irmãos arrendam uma fazenda na cidade de Paraty. Lá, Otávio, Mário, Norma e Ana se entregam a uma vida de ócio e prazeres sexuais incestuosos. Isolados das demais pessoas da cidade, eles se relacionam com os empregados de uma maneira opressiva e ameaçadora. No entanto, um mistério maior cerca a vida dos irmãos e a chegada de um novo empregado irá desencadear o medo e a insegurança nos donos da fazenda.   Dia 09, 16h30, domingo, 16h30 - MOSTRA HOMENAGEM ODETE LARA LARA Brasil, 2002, 107’, 16 anos | Exibição em 35mm De Ana Maria Magalhães Com Christine Fernandes, Denise Weinberg, Tuca Andrada, Caco Ciocler Baseado nos livros autobiográficos de Odete Lara, o filme narra as desilusões e as alegrias da atriz ao longo das décadas de 1930, 40 e 60. Lara relembra o suicídio dos pais, a vida amorosa e o ingresso no mundo artístico.   Dia 10, segunda, 16h30 - RETROSPECTIVA – MOSTRA COMPETITIVA CHAMAS DE NITRATO Llamas de nitrato, Argentina/Noruega, 2014, 63’, 10 anos De Mirko Stopar O paralelismo entre glória e tragédia unindo o clássico de Carl Theodore Dreyer, “O martírio de Joana D’Arc” (1928), e sua carismática protagonista, a atriz Renée Falconetti – também conhecida como Maria Falconetti – é o fio condutor deste filme apaixonado por ambos. Baseado em materiais de arquivo, o diretor Mirko Stopar traça a trajetória da atriz desde a feérica Paris dos anos 1920 até a sombria Buenos Aires dos anos 1940, onde ela terminou seus dias entre a miséria e o esquecimento, seguindo o destino da obra-prima de Dreyer, desaparecida até o início da década de 1980, quando uma cópia foi reencontrada num hospício norueguês. Melhor Média-metragem, Roteiro e Melhor utilização de material de arquivo no Arquivo em Cartaz 2015.   Dia 11, terça, 16h30 - RETROSPECTIVA – MOSTRA COMPETITIVA TORQUATO NETO: TODAS AS HORAS DO FIM Brasil, 2017, 88’, 12 anos De Eduardo Ades e Marcus Fernando Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 60 e 70. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, com Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompe com sua própria vida. Suicida-se no dia de seu aniversário de 28 anos. Melhor Longa, Roteiro e Prêmio do Público no festival Arquivo em Cartaz 2017. Dia 12, quarta, 16h30 - RETROSPECTIVA – MOSTRA COMPETITIVA MENINO 23: INFÂNCIAS PERDIDAS NO BRASIL Brasil, 2016, 80’, 10 anos De Belisario Franca O professor de História Sidney Aguilar descobre durante uma aula, por intermédio de uma aluna, algo assustador: tijolos marcados com a suástica, o símbolo nazista, em uma fazenda da região. Determinado a descobrir a verdade por trás das peças, Sidney investiga e busca pistas para entender a fundo o que aconteceu naquele lugar. Através das memórias de um senhor negro que foi retirado há oitenta anos de um orfanato, junto com inúmeras outras crianças, para trabalho escravo na fazenda de uma família abastada de renome, vemos um mapa histórico do racismo e do triste flerte com o nazi-fascismo no Brasil. Melhor Documentário e Montagem no Cine Ceará 2016, Melhor Roteiro e Montagem no Arquivo em Cartaz 2016.
Centro de Artes UFF abre inscrições para a Feira Intercultural da próxima edição do InterculturalidadeO Centro de Artes UFF têm inscrições abertas até o dia 29 de outubro para a Feira Intercultural, que será um eixo do Interculturalidades 2018.   Este ano, o Interculturalidades chega a sua oitava edição. E para encerrar esse encontro, o Centro de Artes UFF promoverá a Feira Intercultural, no dia 11 de novembro, das 10h às 18h, na Varanda e Jardim da Reitoria de UFF. Seguindo os princípios da economia solidária, da sustentabilidade cultural e da consciência ecológica, a feira trará expositores que promovam um comércio inovador e que fujam de uma lógica massiva, consumista, exploradora, poluente e efêmera de produção. A feira vai priorizar serviços e produtos tradicionais e originais feitos por grupos étnicos e sociais (negrxs, indígenas e refugiados), artesanato e insumos produzidos com consciência ecológica e sustentável. Assim, o evento comporá mais um eixo do Interculturalidades, valorizando as habilidades, estimulando o consumo consciente e a troca entre consumidores e produtores, propondo novas relações para, juntos, pensarmos novas possibilidades e criarmos novas redes. INSCREVA-SE PELO LINK: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfiwmZ7FaOBfSHyn_vyU3tuw4bvWkQlz2im3UMftrIJtQ66DQ/viewform
UFF: Orquestra Sinfônica Nacional leva a alunos do Coluni proposta de formação musical unida ao ensino tradicional UFF: Orquestra Sinfônica Nacional leva a alunos do Coluni proposta de formação musical integrada ao ensino tradicional Em parceria com educadores e professores do Colégio Universitário Geraldo Reis, da UFF, a música é inserida em sala de aula como parte do conteúdo escolar Criada com a finalidade de cultivar e difundir a música sinfônica do país, a Orquestra Sinfônica Nacional (OSN) foi fundada em 1961 e incorporada à Universidade Federal Fluminense desde 1986. Passados 57 anos de sua fundação, uma iniciativa realizada com professores e educadores do Colégio Universitário Geraldo Reis (o Coluni que fica no bairro de São Domingos, Niterói) faz a difusão da música ir além: graças a um projeto didático e educacional criativo, crianças do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental tiveram um contato diferente com a música, que agora faz parte do seu dia a dia. Segundo a Comissão Artística da Orquestra, a ideia para o projeto é que a Orquestra assuma uma vocação educacional, formando o seu público para que ele seja, além de ouvinte, participativo, em uma relação mais íntima com a arte. Para efetivar a integração com as crianças, o apoio da escola foi imprescindível. Dessa forma, o conteúdo da música foi trabalhado de forma interdisciplinar, sendo presente não só nas aulas de inglês e música, como também nas de matemática e física. A coordenadora de Música do Centro de Artes UFF, Juliana Amaral, conta que o projeto didático é resultado de uma parceria que se começou no ano passado. “A parceria com o colégio vem desde outubro de 2017, quando se iniciaram as conversas entre a OSN e os professores do Coluni para elaboração da proposta. Em maio, os professores começaram a trabalhar em sala de aula um conteúdo didático baseado no projeto e os encontros entre os alunos e os músicos da Orquestra ocorreram ao longo do mês de setembro”. Depois de um primeiro contato dos alunos com a música no ambiente escolar, junto aos próprios professores do colégio de aplicação da UFF, foi a vez de a Orquestra visitar a escola e mostrar as famílias de instrumentos. Foi um encontro repleto de curiosidades, experimentações, dúvidas e aprendizados. Trompista da Orquestra e membro da Comissão Artística da OSN, Waleska Beltrami conta: “O encontro foi uma grande surpresa e teve um ótimo resultado. Quando eles já tem um conteúdo pré-apresentado, há outra recepção desse público, trazem outros questionamentos, por exemplo, de como se produz o som, qual material é feito o instrumento, porque se agrupam assim, as diferenças entre sons. Eles puderam aprender na prática, fazendo música com a gente e tocando eles mesmos os instrumentos”. Trazer a música para o dia a dia pedagógico é algo que pode ser feito de diversas formas, já que é a música uma das artes mais versáteis e interdisciplinares. No projeto desenvolvido pela OSN nesta primeira edição do ano de 2018, as obras trabalhadas e apresentadas são do compositor alemão-brasileiro Ernst Mahle. O compositor tem obras de caráter didático, como os Duetos Modais, as Canções Folclóricas e a coleção As Melodias de Cecília, que, por meio de um conteúdo qualificado, puderam aproximar os alunos do ensino musical. Como Waleska Beltrami explica, o contato com a música pode trazer grandes benefícios ao ensino. “O maior ganho para eles é eles terem algo a mais dentro do próprio cenário educativo, da formação como indivíduo. Recebendo uma nova informação dessa área, você abre novos horizontes, algo que faz uma diferença na formação. Além disso, é interessante poder fazer os links entre as coisas, ver a correlação dos conhecimentos, ampliando as leituras”. Como forma de trazer ainda mais elementos lúdicos para o ensino, os alunos ainda foram presenteados com um jogo de cartas e tabuleiros, chamado "OSN Orquestra Super Naipes". O jogo idealizado pela Comissão Artística da OSN UFF e pelo designer Sol Klapztein, da equipe de programação visual do Centro de Artes UFF, é divertido e didático, com uma dinâmica similar a de um jogo de super trunfo, em que os jogadores aprendem sobre, disputam entre si e, com as cartas, montam sua própria orquestra a partir das características dos instrumentos. De acordo com Deivison Branco, violinista da OSN e integrante da Comissão Artística da Orquestra, a iniciativa busca novas formas de difundir a música, em um projeto pedagógico que pode ser ampliado e inserido em outros grupos sinfônicos e escolas. “Pensamos que a OSN é responsável também pela formação dessa plateia e dessas crianças em relação a arte. Nós somos agentes influenciadores e responsáveis por essa formação, por isso iniciamos esse projeto a partir de um novo formato para projetar a música sinfônica nacional”. Como conclusão das atividades, no dia 5 de outubro, às 10h30, no Centro de Artes UFF, o Projeto Didático da OSN UFF realiza um concerto com obras de Mahle, com a participação dos alunos, que se apresentam junto com a Orquestra. A OSN está aberta a convites e parcerias com outras escolas.
UFF Debate Brasil no mês setembro discutirá o 'Cinema Brasileiro Hoje', com entrada franca, dia 25 de setembroPela importância de se comemorar os 50 anos do Cine Arte UFF, uma sala que acompanhou as mudanças mais significativas do nosso cinema, o UFF Debate Brasil do mês de setembro, que ocorrerá dia 25, às 15h, quer trazer ao público as questões que fazem do cinema brasileiro hoje um forte e pujante polo de produção, e também entender como os gargalos da distribuição se perpetuam. Com entrada gratuita, o evento contará como a diretora, roteirista e dramaturga Gabriela Amaral Almeida, o cineasta, crítico e curador Eduardo Valente e o ator de cinema Augusto Madeira. Na mediação do debate estará Reinaldo Cardenuto, professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF Debatedores: • Gabriela Amaral Almeida É diretora, roteirista e dramaturga. Mestre em Literatura e Cinema de Horror pela UFBA e com especialização em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba, escreveu para muitos diretores, como Walter Salles, Cao Hamburger, Sérgio Machado, Marco Dutra e Márcia Faria. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME (William Morris Endeavor). Como diretora realizou diversos curtas premiados e o longa O animal cordial, que deu a Murilo Benício o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema do Rio, em 2017. • Eduardo Valente Graduado em cinema pela UFF, seu trabalho de formatura, o curta Um sol alaranjado, recebeu em 2002 o primeiro prêmio da Cinéfondation, competição de filmes de escola do Festival de Cannes. Além de realizador, foi editor da revista de crítica de cinema online Cinética; curador e organizador de mostras e festivais de cinema; e ministrou oficinas de crítica, roteiro, direção e linguagem de cinema. Ocupou o cargo de assessor internacional da Ancine até junho de 2016, quando foi convidado pelo Festival de Berlim para atuar como consultor no Brasil. É curador de programação das mostras competitivas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. • Augusto Madeira Ator de cinema, teatro e televisão. Deu início à sua carreira nos palcos e teve presença marcante no cinema de curta-metragem entre os anos 1990 e 2000, firmando frequentes parcerias com cineastas como Bruno Vianna e Eduardo Nunes. Foi premiado como Melhor Ator no Festival de Gramado de 2008, pelos curtas Blackout e Noite de domingo. Seu trabalho em longas-metragens abrange obras tanto de diretores consolidados quanto de estreantes, em filmes como Sudoeste, Nise: O coração da loucura, Quase memória e Bingo: O rei das manhãs. O ator acaba de receber o prêmio de Ator Coadjuvante por Bingo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Mediação: • Reinaldo Cardenuto Professor Adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), é graduado em jornalismo (PUC-SP) e em Ciências Sociais (FFLCH-USP). Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, defendeu em 2014 a tese “O cinema político de Leon Hirszman (1976-1981): engajamento e resistência durante o regime militar brasileiro”. Suas pesquisas são voltadas principalmente para as áreas de História do Cinema e Dramaturgia. Foi professor da Fundação Armando Alvares Penteado, além de docente temporário na ECA-USP. Serviço: De 25 de setembro de 2018, terça, às 15h UFF Debate Brasil: Cinema Brasileiro Hoje Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ 344 lugares Entrada Franca Recomendação Etária: Livre  
Com entrada franca, o UFF Debate Brasil no mês setembro discutirá o 'Cinema Brasileiro Hoje'Pela importância de se comemorar os 50 anos do Cine Arte UFF, uma sala que acompanhou as mudanças mais significativas do nosso cinema, o UFF Debate Brasil do mês de setembro, que ocorrerá dia 25, às 15h, quer trazer ao público as questões que fazem do cinema brasileiro hoje um forte e pujante polo de produção, e também entender como os gargalos da distribuição se perpetuam. Com entrada gratuita, o evento contará como a diretora, roteirista e dramaturga Gabriela Amaral Almeida, o cineasta, crítico e curador Eduardo Valente e o ator de cinema Augusto Madeira. Na mediação do debate estará Reinaldo Cardenuto, professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF Debatedores: • Gabriela Amaral Almeida É diretora, roteirista e dramaturga. Mestre em Literatura e Cinema de Horror pela UFBA e com especialização em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba, escreveu para muitos diretores, como Walter Salles, Cao Hamburger, Sérgio Machado, Marco Dutra e Márcia Faria. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME (William Morris Endeavor). Como diretora realizou diversos curtas premiados e o longa O animal Cordial, que deu a Murilo Benício o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema do Rio, em 2017. • Eduardo Valente Graduado em cinema pela UFF, seu trabalho de formatura, o curta Um sol alaranjado, recebeu em 2002 o primeiro prêmio da Cinéfondation, competição de filmes de escola do Festival de Cannes. Além de realizador, foi editor da revista de crítica de cinema online Cinética; curador e organizador de mostras e festivais de cinema; e ministrou oficinas de crítica, roteiro, direção e linguagem de cinema. Ocupou o cargo de assessor internacional da Ancine até junho de 2016, quando foi convidado pelo Festival de Berlim para atuar como consultor no Brasil. É curador de programação das mostras competitivas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. • Augusto Madeira Ator de cinema, teatro e televisão. Deu início à sua carreira nos palcos e teve presença marcante no cinema de curta-metragem entre os anos 1990 e 2000, firmando frequentes parcerias com cineastas como Bruno Vianna e Eduardo Nunes. Foi premiado como Melhor Ator no Festival de Gramado de 2008, pelos curtas Blackout e Noite de domingo. Seu trabalho em longas-metragens abrange obras tanto de diretores consolidados quanto de estreantes, em filmes como Sudoeste, Nise: O coração da loucura, Quase memória e Bingo: O rei das manhãs. Mediação: • Reinaldo Cardenuto Professor Adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), é graduado em jornalismo (PUC-SP) e em Ciências Sociais (FFLCH-USP). Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, defendeu em 2014 a tese “O cinema político de Leon Hirszman (1976-1981): engajamento e resistência durante o regime militar brasileiro”. Suas pesquisas são voltadas principalmente para as áreas de História do Cinema e Dramaturgia. Foi professor da Fundação Armando Alvares Penteado, além de docente temporário na ECA-USP. De 25 de setembro de 2018, terça, às 15h UFF Debate Brasil: Cinema Brasileiro Hoje Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ 344 lugares Entrada Franca Recomendação Etária: Livre
O UFF Debate Brasil do mês de agosto discute promoção à saúde mental no Teatro da UFFO Teatro da UFF abre suas portas no dia 28 de agosto, às 15h, para debater o tema ‘Um olhar sobre a vida, promoção à saúde mental’, na próxima edição do UFF Debate Brasil. Essa reflexão, tão atual e necessária, quer instigar uma abordagem positiva da existência de momentos de crises individuais e sociais, nos fazendo perceber que sempre podemos optar pela reinvenção da vida. A sua presença é imprescindível.   Venha trocar ideias rumo a soluções criativas conosco! Contará com a participação de: • Maria Elizabeth Araújo - psicanalista e psiquiatra do SPA/UFF • Jorge J. Melo - Psicólogo do núcleo de atenção à saúde do servidor (NASS/FME Niterói) • Diego Nogueira - Médico e psicólogo da DPVS/CASQ/UFF • Márcia Godinho de Souza - Musicoterapeuta clínica e Mestre em Filosofia e Ética Serviço: 28 de agosto de 2018, terça, às 15h UFF Debate Brasil - Um olhar para a vida, promoção à saúde mental Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ 344 lugares Entrada Franca Indicação etária: livre
2º Festival Conexões Musicais traz concertos ao IACS e ao Centro de Artes UFFO 2° Festival Conexões Musicais será realizado na Universidade Federal Fluminense e terá como foco principal a música de concerto e suas variedades de repertórios e formações instrumentais. Os locais que contarão com eventos são o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS) e o Centro de Artes UFF. As atividades pedagógicas serão diárias, no período da manhã e à tarde - com ensaios, aulas, palestras, oficinas e master classes - dos quais vão participar centenas de crianças, jovens e adultos de todo o Brasil. O festival recebeu mais de 600 inscrições, entre músicos amadores, estudantes e profissionais. Os docentes são músicos e professores da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, do Quarteto de Cordas da UFF e do Grupo Música Antiga da UFF, além de professores convidados. Haverá também uma programação intensa de concertos, incluindo o de encerramento, ao qual se sucederá a Feira Medieval, ambientada nos Jardins da Reitoria da UFF, com música, dança, pessoas fantasiadas, barracas de cerveja, hidromel, comidas típicas, artesanato e muito mais. Todas as atrações serão abertas ao público com entrada franca. 2º Festival Conexões Musicais homenageia o compositor Edino Krieger Edino Krieger é uma referência para musicistas e estudiosos de música por sua consagrada trajetória profissional, de forte cunho socioeducativo, e que percorre as múltiplas dimensões de crítico, produtor musical e compositor. Seu trabalho é marcado pela compreensão da importância da música na educação e para a inserção dos indivíduos nas problemáticas da vida e do mundo. Na Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, atuou como assessor e diretor musical, membro do conselho artístico e regente assistente, a convite de Francisco Mignone, primeiro maestro titular da OSN UFF. Considerado de importância fundamental para o desenvolvimento e preservação da música brasileira, particularmente dos períodos colonial e contemporâneo, levando muitos estudiosos a dividir a produção musical brasileira em duas fases: antes e depois de Edino Krieger. Anote na agenda: Orquestra Sinfônica Nacional UFF (22 de julho) 10h30 | Cine Arte UFF Concertos (23 a 27 de julho): 13h30 | IACS (Sala Interartes) 17h | Jardim da Reitoria da UFF 18h30* | Teatro da UFF *(no dia 23/07, excepcionalmente, a atividade se iniciará às 18h, com a conversa com Edino Krieger) Concertos (28 de julho): 13h30 | Teatro da UFF 17h | Jardim da Reitoria da UFF 18h | Espaço UFF de Fotografia Paulo Duque Estrada 19h30 | Teatro da UFF Concerto de Encerramento Orquestra Sinfônica do Festival (29 de julho): 10h30 | Cine Arte UFF Feira Medieval (29 de julho): 12h30 - 19h | Jardim da Reitoria da UFF   A programação completa pode ser encontrada em http://www.centrodeartes.uff.br/2festival-conexoes-musicais/.
Semana de Produção Cultural 2018A Semana de Produção Cultural é um circuito cultural que ocorre de forma anual na cidade de Niterói. Nesse ano, o evento acontecerá no período de 24 a 27 de setembro em alguns equipamentos culturais da cidade, como: o Museu Janete Costa de Arte Popular, o Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS), o Macquinho e o Centro de Artes UFF. O projeto surge como uma iniciativa dos estudantes do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense com objetivo de criar um espaço de diálogo, onde se possam discutir temas contemporâneos que são relevantes a artistas, produtores e moradores interessados em arte e cultura. Caminhando para sua segunda edição, o evento se intitula “Semana de Produção Cultural 2018: Perrengue nosso de cada dia”, trazendo para discussão o tema Resistência, com questões que atravessam todas as camadas sociais e econômicas de gênero, raça, sexualidade e classe presentes em disparidade na sociedade brasileira. O evento promoverá o debate através de rodas de conversas, oficinas, apresentações artísticas e outras variadas atividades oferecidas de forma gratuita para toda a população, procurando discutir o tema a partir da perspectiva de grupos e agentes que têm sua existência e voz ameaçadas pelas barreiras da desigualdade e violência moderna; sujeitos esses que, apesar das dificuldades histórico-sociais, resistem transformando através da criação e da produção cultural. Por dar o poder de fala a estes, o evento visa criar redes, visibilizar lutas e contribuir para fortalecer esses atos de (re)existência.
Comunidades, Arte e Criação: integração com espaços culturais será debatida no Centro de Artes da UFF no dia 20 de junhoVocê acha que os espaços culturais de Niterói são pouco ocupados por grupos de fora de seu entorno? São também pouco ocupados por grupos ligados a projetos artístico-culturais? Pensando nessas questões, nada melhor do que ouvir artistas e produtores que tocam esses projetos para falar sobre suas ações, a falta de integração e suas demandas enquanto agentes culturais. O curso de graduação em Produção Cultural, na disciplina de Projeto II, em parceria com o Centro de Artes UFF, realiza o evento "Comunidades, Arte e Criação", na quarta-feira, dia 20 de junho, das 14h às 18h, no próprio Centro de Artes UFF. O encontro visa contribuir para o fortalecimento das políticas de integração de projetos artísticos e sociais aos equipamentos culturais. "Comunidades, Arte e Criação" contará com a presença dos grupos: - Arame Farpado - Companhia Mãos Calejadas - Macquinho - Motin - Ocupasound - Orquestra da Grota - Teatro da Lage Dia e horário: 20 de junho, 14h Local: Centro de Artes UFF Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ. Entrada franca Realização: Curso de Produção Cultural da UFF (disciplina Projeto II), em parceria com o Centro de Artes UFF. Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/2099950093616318
Profusão de arte tomará conta do Centro de Artes UFF no dia 20 de junhoO Centro de Artes UFF inaugurará, no dia 20, duas exposições 'Era uma vez' e ' Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' e uma instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam'. Para enriquecer ainda mais o evento e integrar outras formas de manifestações artísticas, o setor de Artes Visuais promove ainda, no dia da inauguração, uma apresentação musical e uma Feira de Artes Gráficas. A apresentação musical e a feira de artes gráficas acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural, às 17h, no mesmo dia da inauguração das exposições. Os trabalhos da Feira variam entre ilustrações, cadernos artesanais, gravuras, publicações independentes, encadernações artesanais, carimbos entre outros. Instalação reúne três esculturas espelhadas que permitem interação com o público A instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam' foi desenvolvida especialmente para o Jardim da Reitoria e, assim como as duas mostras, da Galeria e do Espaço UFF de Fotografia, ficará em exposição até o dia 22 de julho. A instalação resgata a atmosfera mágica dos reflexos e imagens capturadas por superfícies espelhadas, especialmente nos chamados garden gazing balls, do período renascentista e utilizado nos jardins da era vitoriana. São imagens e reflexos obtidos por meio de superfícies esféricas perfeitas. No caso, são três esculturas espelhadas que visam captar a figura humana e o entorno, convidando o espectador a interagir com a obra. 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' reúne desde artistas dos anos 1980 até os novíssimos, que trabalham com '3D' A mostra coletiva 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' vai reunir, num mesmo espaço físico e cronológico, artistas de várias gerações. Serão 17 artistas dos anos 1980 até hoje, expondo instalações, pinturas e objetos que dialogam entre si e com o tempo que os cerca. Entre eles, artistas já consolidados, nacional e internacionalmente, ao lado de outros nascidos já nos anos 2000, que participam desta como sua primeira mostra. O traço percorrido pela 'pintura' está fortemente presente. Artistas da novíssima geração, com intensa relação de afeto e confronto com tal meio, como bandeira para reconstrução de um mundo. Objetos que situam-se numa espécie de fronteira entre os meios de expressão também são significativos na mostra: um diálogo entre pintura e escultura, vídeos, fotografias e bordados, entre outros, utilizando-se, muitas vezes, de elementos do cotidiano como panos de chão, brochas ou bambolês. Ao mesmo tempo, participam também da exposição artistas que lidam diretamente com o '3D', em modelagens e narrativas com forte proximidade de uma tradição escultórica que vai de Rodin a Tunga. O título da mostra 'Quem semeia vento colhe lindas tardes de amor' refere-se às possibilidade da arte como elemento de transformação, em direção a um mundo de maior plenitude individual e, por consequência, maior bem estar social. Ao se debruçar sobre seu trabalho, o artista semeia vento para colher, sempre em finas camadas e pacientemente, esta transformação que, na linguagem da possível utopia, chama-se lindas tardes de amor. Curador: Edmilson Nunes Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h Era uma vez... apresenta um mundo encantado, de conto de fadas A exposição  “Era Uma Vez”, com curadoria de Luciano Vinhosa, abarca a mais recente série fotográfica desenvolvida por Felipe Ferreira de Almeida, chamada 'Cotidiano', que reúne 20 trabalhos, sendo dezoito fotografias e dois vídeos. O artista utiliza as particularidades da linguagem fotográfica para construir paisagens e situações onde o selvagem, em sua forma artificial,  passa a habitar o espaço doméstico, misturando real e onírico. Assim, são construídas imagens que se relacionam com a obra homônima da artista mineira Wilma Martins (a série Cotidiano foi desenvolvida entre 1975 a 1984, em pintura, desenho e gravura),  mas que, ao mesmo tempo, possuem poética e dinâmicas próprias, passeando por diversas referências como documentários e programas de TV sobre a vida selvagem, canções de música pop, arte barroca, imagens religiosas, dentre outras. Frequentemente essas miniaturas e brinquedos acabam simulando situações de caça e cenas de violência ou que flutuam na iminência da predação. Os vídeos, a partir de narrativas sintéticas, remetem à simulação da natureza, estado que o artista define como sendo o de uma natureza domesticada, povoada de animais e plantas artificiais que decoram nossos lares. O título da exposição de Felipe Ferreira já nos faz antever aquilo que nos será apresentado: um mundo encantado, fabuloso e fabulado, dos contos de fada. Suas fotografias e vídeos estão todos referenciados nas ilustrações religiosas, nas imagens da cultura televisiva, nas programações infanto-juvenis das telas de cinema. As imagens – quase pinturas de Felipe Ferreira – ao adotar como estratégia o título sugestivo Era uma vez.. são elaboradas com o requinte de uma super produção cinematográfica. Seus personagens e cenários ora dourados, ora vermelhos incandescentes e sanguíneos, ora aveludados e macios e, em outros momentos, translúcidos, frios e azulados nos fazem mergulhar nesse universo encantado, de algum modo familiar, do cinema de animação, já prescrito nas receitas dos estúdios de Walt Disney. De Felipe Ferreira de Almeida Curador: Luciano Vinhosa Espaço UFF de Fotografia Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h
UFF e Musimagem selam parceria com a exibição de O Tempo e o Vento, com OSN UFF tocando ao vivoNa sexta-feira, dia 1º de junho de 2018, foi realizada a primeira das três sessões da OSN Cine, com a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF executando a trilha sonora ao vivo do filme "O Tempo e o Vento". A série marca também o início de uma parceria do Centro de Artes UFF com a Musimagem, associação que reúne os compositores de música para o audiovisual. "Organizar um espetáculo como esse não é simples", explica o compositor e presidente do Musimagem, Zé Neto. "As dificuldades são muitas, pois, para o compositor, não é só fazer uma música", diz ele. A realização depende de uma relação de entrosamento entre compositor e diretor do filme ou série, que, por sua vez, já tem uma determinada visão da sua obra. Essa é talvez a principal característica deste trabalho. O compositor tem que entender e atender, pela música, o ponto de vista do diretor. "Não tem que ser só compositor, mas estar a serviço do diretor", acrescenta. No entanto, ele afirma, a música traz emoções que não estão na imagem. A segunda dificuldade de realização de uma trilha sonora original é o tempo. Segundo Zé Neto, nossa cultura do audiovisual considera a música por último. O compositor só é chamado quando já está tudo pronto. "Nós gostaríamos de participar mais ativamente desde o início", pondera o compositor. "Em seguida, vêm as dificuldades financeiras, porque os orçamentos estão muito baixos. O que é destinado à música, no finalzinho, é o que sobra", conta. O presidente da Musimagem diz que o objetivo da associação é justamente dar visibilidade ao compositor, mostrando a pessoa que faz a música e a importância dela para se contar uma história. "Isso porque, curiosamente, nesses casos, um mais um, não são dois, mas três, porque é criado um terceiro espetáculo. A música potencializa a obra e as emoções do público", afirma Zé Neto, lembrando que atualmente há 60 músicos vinculados a esta associação, que existe há dez anos no Rio. A parceria UFF/Musimagem continua e, no segundo semestre, haverá nova edição com um filme ainda a ser definido. "Há ainda a questão técnica. É preciso que seja um filme com bastante música orquestral e, depois, que as produtoras liberem o filme e que as detentoras dos produtos nos enviem uma cópia sem a música", completa Zé Neto.
Cine Arte UFF recebe o Festival Varilux de Cinema Francês 2018 no mês de junhoDe 7 a 27 de junho, em 69 sessões abertas ao público, o Festival Varilux de Cinema Francês traz o melhor do cinema francófono para a tela do Cine Arte UFF, em Icaraí. Em sua nona edição, estarão em cartaz vinte filmes longas-metragens inéditos e o clássico Z, de Costa-Gavras. No dia 7, quinta, às 16h20, o Cine Arte UFF terá a sessão especial do filme Primavera em Casablanca, seguida de debate com o diretor Nabil Ayouch e a atriz Maryam Touzani. Os ingressos custam R$ 14 e R$ 7 (meia). Entre as produções, destacam-se três filmes da nova geração francesa de cineastas, chamada várias vezes pela crítica de “nouvelle garde”: “Custódia” (Jusqu’ à la garde), de Xavier Legrand, que acompanha a disputa entre um casal pela guarda do filho. O longa foi vencedor do Prêmio de Melhor Direção e Melhor Primeiro Filme no Festival de Veneza. “A Excêntrica Família de Gaspard” (Gaspard va au mariage), de Antony Cordier, comédia melancólica sobre o adeus à infância, desejo e tempo. “O Poder de Diane” (Diane a les Épaules), de Fabien Gorgeart, em que uma mulher concorda em gerar o filho de um casal de amigos homossexuais, abordando com humor e ternura a temática dos novos modelos familiares. Haverá ainda duas sessões gratuitas para escolas públicas convidadas, no projeto Cine Escola. Seguindo a tradição de exibir um clássico do cinema francês, o Festival Varilux apresenta um marco do cinema político mundial: “Z”, de Costa-Gavras. O filme-denúncia completa 50 anos de sua filmagem e foi inspirado no assassinato do deputado pacifista grego Lambrakis, cuja investigação foi encoberta por uma rede de corrupção e ilegalidade. O Festival Varilux de Cinema Francês é a maior mostra de filme em língua francesa do mundo, alcançando a marca de 180 mil espectadores no ano passado. Ainda em 2017, quando o Cine Arte UFF foi a única sala de Niterói a exibir o festival, o espaço foi o segundo cinema mais procurado pelo público do festival em todo o Brasil. Mais informações e a programação completa em: http://www.centrodeartes.uff.br/noticias/festival-varilux-de-cinema-frances-2018/
Centro de Artes UFF inaugura duas exposições no mês de maioO  que é real e o que é virtual em uma fotografia No Espaço UFF de Fotografia, a mostra pretende expandir a noção do conceito de 'Topografias', dialogando com toda a subjetividade que ele nos propicia, como explica o curador Marco Antonio Portela. Dos três artistas, diz ele, uma propõe, simultaneamente, um olhar para a representação da paisagem e o rebatimento virtual da mesma, em uma sobreposição visual através de um retrovisor, o que nos deixa frente à discussão do que é real e virtual em uma fotografia, já que esses dois conceitos são abstrações técnicas e espaciais. Em outro trabalho, temos o corpo como paisagem, numa confusão visual que sugere a manipulação eletrônica da imagem, mas que nada mais é que o contato e o embaraçamento de pessoas, produzindo, pela lente do artista, uma paisagem inventada. Inventadas, também, são as imagens que remetem a um deleite sidéreo, onde situações quase infantis nos deslocam para uma ideia de vácuo e espacialidade, curiosamente brincando, até, com a ideia de feminino. O que esta mostra propõe, com as obras de Bella Scorzelli, Carlos Formiga e Milla, diz o curador, é um delírio poético e estético, expandindo um conceito aparentemente bem estruturado, que é a noção de paisagem. " Topografias nos convida, primeiramente, à apreciação das imagens pelo belo e, depois, a aprofundar uma reflexão sobre o que seria aquilo que estamos vendo, e se tal remete, ou não, a outro campo do conhecimento humano" Como habitar o Desenho reúne 14 artistas/pesquisadores ligados à Unicamp A exposição coletiva Como habitar o desenho é constituída por trabalhos do grupo de pesquisa Estratégias Expositivas do Desenho em Arte Contemporânea, vinculado ao Instituto de Artes da Unicamp (Campinas, SP). Os trabalhos do grupo de 14 artistas registram a diversidade de possibilidades e modalidades gráficas. O grupo investiga o Desenho contemporâneo a partir de algumas chaves de acesso, que podem passar pelo ato de escrever, ler, registrar, apagar, acumular, mapear, projetar, instalar ou compartilhar. O estudo abrange o processo de criação observado sob os pontos de vista do local expositivo e do material de gaveta, ou seja, da complexidade de estágios de criação, na relação entre o ateliê e a exposição. O grupo de pesquisa é liderado pela professora Lúcia Fonseca, em sua maioria orientados por ela em pesquisas de mestrado e doutorado, além de alguns membros convidados, da Unicamp ou de outras universidades. Nos trabalhos produzidos nesta mostra tem sido possível perceber as nuances poéticas, as intencionalidades, os usos e desusos de técnicas, referências artísticas e conceitos operados no fazer de cada um, diz a curadora Cláudia França, artista e docente da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). São também perceptíveis, diz ela, "as medidas móveis de aproximação e distanciamento do campo do Desenho, nas suas interfaces com outras linguagens da arte contemporânea, como a fotografia, os livros de artista ou performances, gravuras, objetos e instalações". Para a presente exposição, sob a curadoria da artista e professora Cláudia França, a ideia partiu do desejo de apresentar um percurso mais abrangente das pesquisas de cada um dos artistas. Para isso, a curadora adotou uma leitura geral desta categoria como nossa capacidade de reconhecer linhas, texturas e adensamentos das relações entre o preto e o branco ou situações de cores em contraste intenso, em quaisquer situações comuns do cotidiano, traduzindo-as para 'fatos poéticos'. O Desenho aqui é percebido como um espírito – termo usado não em seu sentido religioso, mas como energia de que é tomada nossa consciência – tal como adotado livremente pelo arquiteto Vilanova Artigas e pelo poeta Paul Valéry, ao referirem-se à intimidade do artista com o ato de criação, em uma incessante via de mão dupla entre a ideia e a matéria. Desta exposição fazem parte os artistas Adriana Dias, Daniela Avelar, Del Pilar Salum, Heloísa Angeli, Júnior Suci, Laís D’Oliveira, Lúcia Fonseca, Luciana Valio, Luise Weiss, Merien Rodrigues, Renato Almeida, Valéria Schornaienchi e Yuly Marty, além da própria curadora, Cláudia França. Ambas as exposições, Topografias e Como habitar o Desenho permanecem abertas à visitação até o dia 10 de junho, de domingo a sexta-feira, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h. Inauguração: 09 de maio de 2018, às 19h30 Visitação: de 10/05 a 10/06 Horários: domingo a sexta, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h Espaço UFF de Fotografia e Galeria de Arte UFF Entrada franca Rua Miguel de Frias, 09, Icaraí
Primeiro concerto da OSN Popular é dedicado a Pixinguinha, dia 9, no Teatro da UFFPrimeiro concerto da série OSN Popular faz tributo a Pixinguinha, com arranjos feitos especialmente para a apresentação Para o primeiro concerto de 2018 da Série OSN Popular, a Orquestra Sinfônica Nacional preparou um tributo a um dos maiores músicos brasileiro e um dos principais expoentes do choro brasileiro: Pixinguinha (1897-1973). No concerto, o público poderá apreciar as músicas do compositor carioca por meio de arranjos sinfônicos feitos especialmente para a apresentação, pelo maestro e compositor Anderson Alves. A OSN UFF fará, também, a estreia da Suíte Pixinguinha, de autoria de Anderson Alves. O Concerto apresenta ainda Divagações nº 12, concerto para clarineta e orquestra, do compositor petropolitano Vittor Santos. O solo será do clarinetista Victor Hugo Silva, vencedor do I Concurso OSN UFF Novos Talentos, realizado em 2017. Jovem Regente Anderson Alves é também compositor e pianista O jovem maestro Anderson Alves também é compositor e pianista, tendo se aperfeiçoado em regência orquestral com grandes maestros, entre eles Isaac Karabtchevsky e Kirk Trevor (Inglaterra), tendo sido finalista em concursos de jovens regentes. Como compositor, Anderson Alves tem obras para diversas formações, dentre elas destacam-se: Fantasia para Orquestra Sinfônica (estreada em 2014 pela OSN-UFF); Divertimento para Trio (dedicada ao Trio Capitu e parte do CD “Novos Ventos”) e Concertino para Clarineta e Cordas (dedicada ao prof. José Carlos de Castro). Tem, em seu repertório, obras do Barroco á música contemporânea. Atualmente, é Maestro e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca – Programa Orquestra nas Escolas, desenvolvido pela Secretaria de Educação do Rio de Janeiro e é coordenador pedagógico do Projeto Som+Eu e diretor do Circuito Cultural Zona Sul. O solista de clarineta, Victor Hugo, esteve em turnê pela Alemanha com sua irquestra Victor Hugo, o solista de clarineta, iniciou os estudos aos 11 anos e, atualmente, como 1º clarinetista da Orquestra Jovem Paquetá se apresentou nas principais salas e teatros do Rio de Janeiro, inclusive estreando obras de diversos compositores brasileiros. Recentemente, esteve em turnê pela Alemanha, com a Orquestra Jovem Orquestra. Em 2015, foi um dos vencedores do concurso para solistas da ORSEM e, em 2016, venceu o VI Concurso de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos, com seu duo Bifonia. Integra o naipe de clarinetas da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. Victor Hugo é bacharel em clarineta pela UFRJ.
O Festival Ópera na Tela apresenta A Favorita no Centro de Artes da UFF, dia 6 de maioA FAVORITA La favorite, Alemanha, 2016, 2h36, 12 anos Ópera em quatro atos de Gaetano Donizetti Libreto de Alphonse Ryoyer, Gustav Vaëz e Eugène Scribe Ópera do Estado da Bavaria | Cantada em italiano Maestro Karel Mark Chichon Direção: Amélie Niermeyer Com Elina Garanca, Matthew Polenzani Mariusz Kwiecien, Mika Kares, Joshua Owen Mills, Elsa Benoit Ingressos Inteira – R$ 14,00 | Meia – R$ 7,00   O Festival Ópera na Tela é uma mostra inédita, totalmente dedicada ao gênero da ópera, com exibição do melhor da temporada europeia recente, realizada em verdadeiros templos da ópera, tornando acessível a atualidade lírica mundial ao público brasileiro. Sobre a obra A Favorita de Donizetti não tinha mais sido apresentada em palco em Munique há cem anos. Essa ópera, que Donizetti tenta fazer como uma grande ópera à francesa, fez parte do repertório da Ópera de Paris desde sua criação em 1840 até 1918, depois desapareceu do palco até 1991. O libreto, composto por Alphonse Royer e Gustave Vaë, originalmente previsto para L’Ange de Nisida, uma ópera que nunca foi representada devido à falência da trupe que devia levá-la ao palco, foi modificado por Eugène Scribe. Há as características da grande ópera com a importância dada aos cenários e efeitos cênicos na representação de uma intriga baseada num evento histórico dramático. A jovem diretora Amélie Niermayer escolheu renunciar aos cenários históricos suntuosos e optar por cenários minimalistas e figurinos contemporâneos, que nos afastam da corte sevilhana do Rei Alfonso X. Niermeyer optou pelo abandono da referência histórica, para favorecer uma abordagem psicosociológica da figura de Léonor (Elīna Garanča), que visa destacar a condição feminina da cortesã e o machismo, tanto dos seus amantes quanto da sociedade. Nem Alphonse (Mariusz Kwiecien) nem Fernand (Matthew Polenzani) veem Léonor como uma pessoa de verdade. O Rei a trata como uma prostituta real, um pedaço de carne que ele reserva para si; Fernand se apaixona loucamente, mas não se comunica com ela e a transforma num objeto de paixão. Niermeyer vem do universo do teatro: a atuação, os sentimentos e as emoções, entre os diferentes personagens são intensos, poderosos e expressivos. Ela volta os projetores para a atuação dos atores e suas interações, solicitando aos cantores qualidades de interpretação teatral. Então, ficamos diante de um grupo de atores e, desse ponto de vista, a noite é um regalo, particularmente com a atuação de Elīna Garanča que faz uma Léonor cenicamente muito madura, que seduz com sua voz quente e sensual de mezzo e dispõe de uma bela extensão e belos graves, com um timbre suntuoso que combina maravilhosamente bem com as nuanças da melancolia. Matthew Polenzani é dotado de uma excelente dicção; ele trabalha com prazer cada frase e convence no papel de Fernand, mesmo que sua forma de terminar seus voos líricos, diminuindo o volume e cantando o agudo com uma voz leve e estridente lá onde se esperava bravura, surpreenda um pouco. A dicção do barítono Mariusz Kwiecien também é impecável e sua participação recebe aplausos francos, sobretudo pela composição do seu personagem. O Balthazar de Mika Kares também é muito apreciado: o cantor finlandês põe sua imponente estatura e seu baixo vibrante e sonoro a serviço do papel surpreendentemente protetor de um superior de convento que dá provas de muito menos rigor do que as ameaças de excomunhão vindas da sua hierarquia. Ouvimos com prazer a voz soprano com uma nitidez cristalina de Elsa Benoit, que agora está na trupe de Bayerische Staatsoper e faz aqui uma excelente Inès. O tenor de Joshua Owen Mills como Don Gaspard participa do mesmo frescor. Karel Mark Chichon rege a Bayerische Staatsorchester dando um tom italiano a uma música que se diz francesa e cuja linguagem orquestral ele destaca bem. Preocupado com uma boa coordenação com o palco, ele oferece uma visão equilibrada da obra, com passagens abruptas de uma música lenta e interiorizada a uma música grandiloquente e intensa. Um espetáculo muito bonito cuja dramatização progressiva resulta nos melhores efeitos nos dois últimos atos. Trailer: www.youtube.com/watch?v=Zwcjo5GG1M
Gaia Trio homenagea grandes compositores franceses em concerto no Centro de Artes dia 8 de maioHomenagem a grandes compositores franceses no concerto do Gaia Trio no Teatro da UFF O nome Gaia, Geia ou Gé (em grego: Γαία, transl.: Gaía), na mitologia grega, é a Mãe-Terra, elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora incrível. O nome inspira o trio formado pelas renomadas instrumentistas brasileiras da nova geração Sofia Ceccato (flauta), Janaína Salles (violoncelo) e Erika Ribeiro (piano). As artistas do Gaia Trio celebram a música romântica e impressionista de grandes compositores franceses no dia 8 de maio, às 19h30, no Teatro da UFF. Os ingressos custam R$ 14 e R$ 7 (meia). Dentre os homenageados, Claude Debussy, compositor cuja morte faz 100 anos em 2018. O programa conta ainda com a presença feminina do repertório da compositora Cécile Chaminade (1857-1944), e com peças de Philippe Gaubert, Saint-Saëns e Fauré. Em solos, duos e trios, flauta, piano e violoncelo dialogam com a performance da bailarina clássica Liana Vasconcelos, que adiciona a poesia do movimento à estética da música de câmara. Sobre Cécile Chaminade (1857-1944) Nascida em Paris, Chaminade compunha desde cedo, e quando tinha oito anos, apresentou parte de suas músicas para Georges Bizet, amigo da família, que ficou muito impressionado com seu talento. Ela deu seu primeiro concerto profissional aos dezoito anos e, desde então, seu trabalho como compositora ganhou espaço. Escreveu principalmente peças para piano e canções de salão, que eram muito populares. Realizou várias turnês pela França, Inglaterra e Estados Unidos, onde fez gravações para gramofone e pianola. Chaminade conseguiu publicar, em vida, a maior parte de suas composições, o que também lhe rendeu sucesso financeiro. O compositor Ambroise Thomas disse a respeito dela: "Esta não é uma mulher que compõe, mas um compositor que é uma mulher". Era admirada pela rainha britânica Victoria, a quem muitas vezes se apresentou no Castelo de Windsor. Relegada ao esquecimento durante as últimas décadas de sua vida, suas canções e peças para piano ficaram praticamente ocultas por muito tempo, inclusive sua obra mais popular, o Concertino para Flauta em ré maior, Op. 107, composto para o Concurso de Flauta do Conservatório de Paris, em 1902, que fará parte deste concerto do Gaia Trio. Programa: P. Gaubert (1879-1841) - Piéce Romantique para flauta, violoncelo e piano C. Chaminade (1857-1944) - Concertino op. 107 para flauta C. Saint-Saens (1835-1921) - O Cisne – de “O Carnaval dos Animais” (para violoncelo e piano). Participação Liana Vasconcelos, coreografia M. Fokine. C. Debussy (1862-1918) - L’Isle Joyeuse (piano solo) G. Fauré (1845-1924) - Sicilienne op. 58 (para violoncelo e piano) C. Debussy - Syrinx (1913) flauta solo. Participação Liana Vasconcelos, coreografia Liana Vasconcelos C. Debussy (1862-1918) - Deux Arabesques (piano solo) P. Gaubert - Trois Aquarelles (1915) para flauta, violoncelo e piano Par un clair matin - Soir d´automne - Sérénade. Participação Liana Vasconcelos, coreografia Liana Vasconcelos Gaia Trio 8 de maio, (terça), às 19h30 Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$14,00 (inteira) e R$7,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Recomendação etária: Livre
Maitê Proença leva o sucesso A Mulher de Bath para o Teatro da UFF em maioDepois da temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, Maitê Proença leva o sucesso A Mulher de Bath para o Teatro da UFF, dando continuidade às comemorações de seus 40 anos de carreira. “Se não houvesse em toda a Terra imensa, autoridade além da experiência, a mim isso seria suficiente, para fazer um relato contundente, das mazelas da vida de casada”. Assim diz Alice, a mulher da cidade de Bath do título, ao se apresentar para o público. O fato é que ela enterrou cinco maridos e, agora, quer mais um. À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida exemplar, universal e única: seus amores incansáveis, seus rancores, suas paixões e vinganças, suas traições e sua grandeza, seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano. E ela o faz sem poupar ninguém, nem a si própria. As coisas são ditas como são, sem enfeites, de forma clara, irreverente e direta. Movida por um humor visceral, Alice sugere que o comando nas mãos da mulher não leva à guerra, ou submissão, mas ao bem estar comum. Alice é uma mulher à frente de sua época. A mulher de Bath é parte dos Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer A mulher de Bath é um dos Contos da Cantuária (Canterbury tales) de Geoffrey Chaucer (1343-1400), publicados pela primeira vez em 1475, e apresenta uma personagem basilar da literatura moderna ocidental. Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução que resgata a eloquência popular de sua fala. A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós o clima e as vivências da Idade Média. A peça é uma adaptação gestada na já premiada união teatral da atriz Maitê Proença, que completou em janeiro 40 anos de carreira e 60 anos de vida, com o diretor Amir Haddad. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 2012 na peça As Meninas - Prêmios APTR de Melhor Autor (Maitê e Luiz Carlos Góes), Melhor Atriz (Patrícia Pinho), Melhor Figurino (Beth Filipecki) - seguido de À Beira Do Abismo Me Cresceram Asas, em 2014 - Prêmio APTR melhor atriz para Clarisse Derziê. A mulher de Bath Dias 05 e 06 (sábado e domingo), 11, 12 e 13 (sexta, sábado e domingo) de maio de 2018, às 20h Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Duração: 60 minutos Recomendação etária: 16 anos
Canções, histórias e brincadeiras musicais de Bia Bedran para crianças de todas as idades em cartaz no Teatro da UFF, de 05 a 20 de maioBia Bedran apresenta um espetáculo musical com histórias e brincadeiras, além de suas canções, algumas inéditas e outras já conhecidas junto às crianças e educadores. Valorizando a presença física dos livros como se estivéssemos dentro de uma grande biblioteca, os contos e os personagens ganham vida numa contínua viagem musical. Durante 75 minutos de espetáculo, Bia e seus músicos, que integram a Banda Cabeça de Vento, contemplam a plateia com uma sonoridade extremamente brasileira e variada em gêneros musicais. Na percussão, Paulão Menezes; na rabeca, no bandolim e vocais, Guilherme Bedran; no acordeon, teclado e vocais, Tadeu Santiago e, no seu inseparável violão, carinhosamente chamado por ela de João Sebastião Benedito de Souza, Bia Bedran. Em cada história escolhida para o show, encontrada em livros ou gravadas em audiovisual em seu canal do youtube ou em seus CDs e DVDs, Bia cria uma performance diferente explorando seu lado de atriz. Bonecos e objetos ganham vida nas mãos de Bia Bedran Com muita ludicidade, utilizando bonecos manipulados e objetos que ganham vida em suas mãos, Bia Bedran criou o espetáculo Canções, Histórias e Brincadeiras Musicais, que oferece às crianças de todas as idades um grande quintal de encantamento e imaginação. Ao longo desses 40 anos de carreira dedicados à infância, Bia Bedran sempre se preocupou em oferecer ao seu público entretenimento, alegria, inteligência, poesia e muitas histórias intercaladas com canções e brincadeiras. Autora de 14 livros infantis, gravou e produziu 10 CDs e dois DVDs. Como pesquisadora, lançou o livro "A arte de cantar e contar histórias: narrativas orais e processos criativos", resultado de sua dissertação de mestrado e considerado "altamente recomendável” pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 2013, na categoria Livro Teórico. Seu livro "O mundo dos livros" recebeu o Prêmio Jabuti 2016, na categoria Didático e Paradidático. Em suas viagens pelo Brasil, além de apresentar seus shows musicais para crianças, jovens e adultos, Bia realiza oficinas de formação de contadores de histórias. No repertório do show, estão "É bom cantar", "O trem", "Marinheiro do barco de vapor", "Fazer um bem", "Uma história sem fim", "O pato injuriado", "Barco Benedito", "Mamalu", todas compostas por Bia Bedran, e "O fazendeiro, seu filho e o burro" (fábula de Esopo / adaptação de Bia Bedran), "Boneca de lata" (brincadeira musical), "De abóbora faz melão" (brincadeira musical), "A casa que o Pedro fez" (conto popular/adaptação Bia Bedran), "Caveiras" (brincadeira musical), entre outras. Canções, Histórias e Brincadeiras Musicais com Bia Bedran De 05 a 20 de maio, (sábados e domingos), às 16h Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Duração: 75 minutos Recomendação etária: Livre
Cine Arte UFF recebe sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, com trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" no dia 3 de maioIMPORTANTE: DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS 1H ANTES, COM CONTROLE DE FILA EUA, 1926, 89’, 12 ano De Buster Keaton e Clyde Bruckman Com Buster Keaton, Marion Mack, Glen Cavender Sinopse: Quando a Guerra Civil americana teve início, o maquinista Johnny Gray, apaixonado pelo seu trem A General, não foi aceito para lutar porque seria mais útil como engenheiro da ferrovia. Assim, sua amada Annabelle começou a pensar nele como covarde. Ao perseguir sozinho um bando de espiões unionistas, que roubaram o trem A General e dentro dele Annabelle Lee, Gray tem a chance de provar sua coragem, mas também sua loucura. Cine Arte UFF recebe sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, com trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" No dia 03 de maio, às 20h, com entrada franca, o Cine Arte UFF, em Icaraí, recebe mais uma sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, que realiza ao vivo a trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" (1926). O título não apresenta nenhum erro de concordância. 'A General' foi assim denominado pois se refere a uma locomotiva. Esta é a obra-prima de Buster Keaton (1895-1966), um dos maiores comediantes do cinema inventivo. Acrobata perfeito e ligeiramente modesto, apenas co-assinava seus filmes  – perfeitos em termos de posicionamento de câmera, no sentido de extrair um maior efeito humorístico. A história ocorre durante a Guerra da Secessão. Buster quer se engajar nas tropas sulistas, mas, ao invés de trajar um uniforme, continua a conduzir a locomotiva "General" em missões perigosas, logo depois de roubá-la do inimigo. Sempre tirando proveito de sua "cara de pau" (ele era conhecido como "o homem que nunca ri" devido à sua expressão imutável), Buster denuncia com humor o absurdo da guerra e do processo mecânico, enfrentando impassível todos os cataclismas. A trama foi inspirada num caso real de guerra, onde um mecânico sulista realizou um feito parecido. Com imagens esplêndidas, o filme atinge um clímax espetacular, jamais produzido para uma comédia. Sobre o soundpainting Desenvolvida na década de 1970 pelo compositor nova-iorquino Walter Thompson, a linguagem do soundpainting é uma técnica de sinais para comunicação de músicos e outros artistas. Hoje já existe uma comunidade de "falantes" ao redor do mundo utilizando-a para a criação de música, dança, teatro e performance. O Soundpainting Rio, que estará à frente deste concerto, é o primeiro grupo carioca a trabalhar especificamente com o soundpainting desde 2013, sendo coordenado pelo soundpainter Taiyo Omura. Uma orquestra performática, com trinta músicos e convidados especiais, que já realizou mais de 10 cine-concertos.
Dia 3 de maio o Música no Jardim apresenta clássicos na UFF, com Orquestra de Cordas e balé da AndefOrquestra de Cordas da Grota e Companhia de Dança da Andef se reúnem num espetáculo de inclusão pela arte. Na primeira edição da temporada, o projeto Música no Jardim traz uma orquestra de jovens da comunidade e um grupo de balé formado por cadeirantes e não cadeirantes para apresentar o espetáculo "Os clássicos mais populares de todos os tempos". A Orquestra de Cordas da Grota, formada na década de 1990, é uma proposta de intervenção sociocultural na vida dos jovens da comunidade da Grota do Surucucu, por meio da música, como forma de expressão, de formação de vínculos sociais e de fortalecimento da autoestima. De início, a atenção dos jovens foi despertada com aulas de flauta doce, mas à medida que foram tendo contato com a música de Bach, Haendel e Vivaldi, foi surgindo o interesse pelo aprendizado de violino e, depois de alguns meses começaram os ensaios em grupo e, não demorou muito, as primeiras apresentações em público, formando assim a Orquestra de Cordas da Grota. A Companhia de dança inclusiva Corpo em Movimento, criada pela Andef em 1999, participou de diversos eventos expressivos, dentre eles Jogos Paralímpicos de Sidney 2000, Jogos Parapan-americanos Rio 2007, encerramento e intervalo dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, Final da Copa das Confederações 2013, abertura, encerramento e intervalo dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, no Rock in Rio 2017, que resultaram em diversos programas e reportagens. Composto por bailarinos com e sem deficiência, a Companhia tem por objetivo a conscientização social sobre a potencialidade da pessoa com deficiência, contribuindo de forma lúdica e estética para a quebra de estigmas. Essa companhia de dança tem um papel fundamental na política da Andef, de valorização e promoção da inclusão em todos os ambientes. Mozart, Verdi, Rossini em espetáculo de dança e música ao ar livre A Orquestra de Cordas da Grota tem, igualmente, um histórico expressivo de participações, se apresentando com regularidade em escolas, salas de concerto, teatros e igrejas do Rio, Niterói e São Gonçalo. Em 98 e 99, participaram do Festival de Música Antiga e Colonial de Juiz de Fora. Em 2000 participaram do Curso de Férias do Museu Villa-Lobos, onde um grupo de seis alunos foi contemplado com bolsa de estudos da VIDEOFILMES, por um período de três anos. Em 2001 realizaram uma turnê pelo norte de Portugal a convite da professora Maria da Conceição Campos. Em 2006 a orquestra lançou seu primeiro CD, com peças dos períodos barroco (Telemann, Bach, Vivaldi e Händel) e clássico (Haydn), assim como da música popular brasileira (Zequinha de Abreu, Angelino de Oliveira e Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira). Ainda em 2006, a ARTE-TV, uma emissora franco-germânica, gravou um documentário sobre a Orquestra, que foi ao ar na França e Alemanha. Em setembro deste mesmo ano, a orquestra participou do 'Annual Gala' promovido pela Brazil Foundation, em New York, e, em dezembro, ficou entre os cinco finalistas do prêmio Cultura Nota 10, do Estado do Rio de Janeiro. Em 2008 a Orquestra realizou turnê pela América Central a convite do Itamaraty e, em dezembro do mesmo ano, lançou seu segundo CD com canções natalinas. Desde 2010 foi reconhecida como Ponto de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e, nesse mesmo ano, gravou o terceiro CD para comemoração dos 15 anos da orquestra. Em 2011 recebeu o prêmio Rio Sociocultural na categoria 'empreendedorismo cultural'. O aprendizado de instrumentos de cordas é feito basicamente com violino, viola, violoncelo, contrabaixo e flauta doce, introduzindo aos poucos outros tipos de instrumentos tais como violão, cavaquinho, flauta transversa, clarineta, harpa, percussão e canto coral. Em mais de vinte anos de trabalho já são mais de 30 alunos formados em universidades, 36 em formação e mais de 50 formados em nível técnico trabalhando com música. Em 2015, ano em que teve o apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, a Orquestra lançou dois CDs - 'Bach in Rio' com o pianista Jozef Kapustka e 'Sons da Grota' com o grupo Negros & Vozes, Grupo de Flautas, além da Orquestra. Música no Jardim 03 de maio de 2018 Quinta – 17h30 Jardim da Reitoria Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ Entrada Franca Classificação etária: Livre
Mona Vilardo homenageia Dalva de Oliveira, no Teatro da UFF, dias 2 e 3 de maioNo contexto das comemorações do centenário de nascimento da cantora Dalva de Oliveira (1917-1972), a atriz e também cantora Mona Vilardo homenageia essa que foi uma das Rainhas do Rádio. Nascida em 5 de maio de 1917, Dalva de Oliveira, conhecida como “Rouxinol Brasileiro”, realizou mais de 400 gravações que a elegeram como uma das maiores vozes do Brasil. Sua bela voz está registrada em vários coros dos discos de Carmen Miranda, Orlando Silva e Francisco Alves. Muito homenageada no teatro e na televisão, Dalva de Oliveira teve uma vida pessoal tumultuada, repleta de episódios tristes. Momentos esses que, muitas vezes, parecem ser cantados através de suas interpretações, tais como as de "Folha morta", "Ave Maria do Morro", "Lencinho branco", "As pastorinhas"... Como não se lembrar, se emocionar e cantar junto essas canções interpretadas por Dalva? Dalva de Oliveira começou sua carreira cantando no grupo Trio de Ouro, que formou com Herivelto Martins e Raul Sampaio. Em 'Mona canta Dalva', o Trio de Ouro é, na verdade, um quarteto formado por Mona Vilardo (voz), Marco Lima (violão), Ayres D'Athayde (percussão) e Ricardo Nascimento (trompete). Mona Vilardo é formada em canto lírico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com larga experiência em teatro musical e canto coral, tendo excursionado pela Europa e Estados Unidos desde o início do seu aprimoramento vocal, aos 8 anos de idade. Participou dos musicais 'Emilinha e Marlene – a Era do Rádio' e de 'Agnaldo Rayol - alma do Brasil'. Enxerga, no repertório cantado por Dalva, a mistura técnica e vocal que está presente também no seu registro vocal e no seu repertório. Marcia do Valle, que faz a supervisão artística, atuou, em sua carreira de atriz, sob a direção de Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, André Paes Leme, Antonio Pedro Borges, Paulo Betti, entre outros. Também participou de novelas, minisséries, curta metragem e programas nas TVs Globo e Record. Nos anos 90, atuou, escreveu, dirigiu e produziu espetáculos infanto-juvenis, alguns contemplados com o prêmio Coca-Cola e Mambembe e fez parte do grupo 'Centro de Demolição e Construção do Espetáculo', dirigido por Aderbal Freire-Filho. Foi coordenadora do pioneiro Ciclo de Leituras Dramatizadas da Casa da Gávea, no RJ. Em 2017, reestreou seu solo teatral 'Um Ato!' - peça-poema com roteiro de seis autores-poetas e música de Pedro Gracindo. Atualmente, faz a supervisão artística do espetáculo 'Mona canta Dalva'. 02 a 03 de maio de 2018 Quarta e Quinta - 20h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí - Niterói/RJ Ingressos: R$50,00 | R$25,00 (meia) Classificação etária: Livre Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
Projeto "Brasil: A Margem" reúne exposições, sarau, música, debate, feira e mostra de filmes no Centro de ArtesBrasil: A Margem Com uma semana inteira de eventos, a proposta do projeto “BRASIL: A MARGEM ” é sensibilizar o público, por meio da arte e da cultura, para uma constatação: o Brasil da atualidade se coloca diante de situações-limite e de necessidade de superação. O Brasil, dito país do futuro na propaganda dos anos setenta, precisa olhar para a frente e se pensar melhor, mas sua urgência é do tempo presente. Num país à margem de suas possibilidades e com grande parcela de sua população à margem do próprio exercício das sociabilidades, é urgente pensar em tais situações-limite. A metáfora da margem traz à toma um lugar de impasses e indefinições, um campo de possibilidades em que conflitam forças reativas, com seus aparatos de contenção e repressão, e, por outro lado, forças ativas de criação, reação e emancipação. Se antes, nos oitenta,  perguntávamos “Que País é esse?” ou demandávamos “Brasil, mostra a tua cara!”, hoje o país escancara sua própria face, esbanjando dor, exclusão e violência. BRASIL: A MARGEM é a constatação desse estado de coisas, dessa urgência que conclama para muitas frentes. O convite é para que o público possa interagir com as diversas vozes e expressões que perpassam os espaços do Centro de Artes UFF e ecoam por todo o país. Na agenda da semana “BRASIL: A MARGEM” estão exposições, sarau, música, debate, feira e mostra de filmes. Agenda completa: https://bit.ly/2Jaz1g6
Centro de Artes UFF abre duas exposições sobre o Brasil até 29/04Ambas exposições fazem parte do “Brasil: A Margem”   Devotos Na confluência de várias efemérides - Dia do Índio, Descobrimento do Brasil, Tiradentes, São Jorge -, o Centro de Artes UFF propõe rever conceitos, usando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão, no projeto “Brasil: A Margem”, entre os dias 17 e 25 de abril. Uma semana inteira repleta de eventos: debates, filmes, exposições, sarau, uma feira alternativa, concertos e shows de música popular. Com essa programação, o projeto aponta para o reconhecimento e a afirmação das margens de um Brasil efervescente e que carece se conhecer melhor. Devotos - Registro de fé e religiosidade na cidade de Niterói, a mostra Devotos faz uma seleção de imagens fotográficas da procissão em devoção a São Jorge, partindo da Igreja de São Jorge e passando pela igreja de Nossa Senhora da Conceição, ambas no Centro da cidade de Niterói. A exposição é composta de fotos de Robson Leitão, atual diretor do Teatro da UFF e, de Paulo Duque Estrada, fotógrafo falecido em 2013 que dá nome ao espaço de fotografia do Centro de Artes UFF. Espaço UFF de Fotografia Paulo Duque Estrada   Terra Brasilis: o agro não é pop! Na confluência de várias efemérides - Dia do Índio, Descobrimento do Brasil, Tiradentes, São Jorge -, o Centro de Artes UFF propõe rever conceitos, usando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão, no projeto “Brasil: A Margem”, entre os dias 17 e 25 de abril. Uma semana inteira repleta de eventos: sarau, debates, filmes, exposições, uma feira alternativa, concertos e shows de música popular. Com essa programação, o projeto aponta para o reconhecimento e a afirmação das margens de um Brasil efervescente e que carece se conhecer melhor. Exposição de pinturas acrílicas sobre tecidos do artista plástico Denilson Baniwa que promove, através de sua arte, uma crítica contundente ao crescimento vertiginoso do chamado “agronegócio”, ao mesmo tempo em que celebra o papel daqueles que, em seu entender, são os únicos que resistem à sua expansão: nossos povos originários; nações e atores indígenas que não estão esquecidos em um passado idílico, mas inseridos no mundo contemporâneo e se valendo das estratégias de luta que estão colocadas ao seu alcance. Curadoria Wallace de Deus e Pedro Gradella. Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos   Inauguração 17 de abril | 19h às 21h Visitação até 29 de abril de 2018 Entrada Franca Domingo a 6ª feira, das 10h às 22h Sábados das 13h às 22h
Sérgio Ricardo apresenta seu show “Cinema na Música” no Teatro da UFF nos dias 28 e 29 de abrilSérgio Ricardo no show “Cinema na Música” O show Cinema na Música apresenta trechos das várias trilhas-sonoras e projeções das principais criações de Sérgio Ricardo para o cinema, com a participação de seus filhos Marina Luft e João Gurgel. O Teatro da UFF será o próximo espaço a receber o espetáculo "Cinema na Música" - show-visual que comemora os 85 anos do cantor, compositor, pintor e cineasta Sérgio Ricardo. Dirigido por Marina Lutfi, sua filha - designer e cantora, que também estará presente no palco -, o show apresenta as principais criações de Sérgio para o cinema, campo em que recebeu inúmeras premiações por trilhas sonoras inesquecíveis, como a de Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e de filmes próprios, como A noite do espantalho. Sérgio Ricardo divide o palco com os filhos Marina Lutfi (voz) e João Gurgel (voz e violão), acompanhados dos feras Alexandre Caldi, nos sopros, e Diego Zangado, na percussão. No repertório, canções que fazem o público reviver e cantar narrativas que marcaram a história do cinema brasileiro, como Barravento, inspirada no filme de Glauber, Esse mundo é meu, com letra de Ruy Guerra, Cantador de cajazeiro (abertura de A noite do espantalho) e, claro, Deus e o Diabo na Terra do Sol. Outros clássicos de Sérgio Ricardo também terão espaço, como Zelão e Calabouço. A apresentação é acompanhada por projeções de trechos dos filmes - a maioria com fotografia de Dib Lutfi, o “homem-grua” do Cinema Novo, que faleceu em outubro de 2016. Dib era o irmão caçula de Sérgio Ricardo. A cuidadosa seleção das imagens foi feita pelo VJ Victor Magrath, editor dos últimos filmes de Sérgio, profundo conhecedor de sua filmografia. Compositor de inúmeras canções e trilhas sonoras, como a do icônico Deus e o Diabo na Terra do Sol, filme de Glauber Rocha, e bom contador de histórias, Sérgio Ricardo se tornou cineasta nos anos 1960. Premiado internacionalmente, realizou três longas metragens - Esse mundo é meu (1964), Juliana do amor perdido (1968) e A noite do espantalho (1973) e mais de dez curtas, entre eles Menino da calça branca (1961) e o mais recente Pé sem chão (2014). Em seus filmes, a música assume um papel potencialmente narrativo, criando uma linha de envolvimento entre os personagens, a história e o público. É mais do que trilha - é praticamente um personagem dentro do enredo. Sérgio criou obras que provocam o público a sentir o cinema, ouvi-lo, cantá-lo, e essa experiência será vivida neste "Cinema na Música", que, em formato maior, tem circulado por todo o país. 28 e 29 de abril de 2018 Sábado e domingo | 20h Com Sérgio Ricardo (voz), Marina Lutfi (voz), João Gurgel (voz e violão), Alexandre Caldi (sopros) e Diego Zangado (percussão) Direção geral - Marina Luft Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói Ingressos - R$50 | R$25 (meia) Classificação etária: 10 anos Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
O Projeto Música Livre apresenta El Efecto e Meu Funeral no dia 26 de abril no Teatro da UFF Música Livre - El Efecto & Meu Funeral Um dos principais nomes da cena independente carioca dos anos 2000, El Efecto celebra 16 anos de trajetória independente, lançando seu quinto álbum de estúdio, intitulado Memórias do Fogo. O trabalho evidencia o aprofundamento do projeto da banda e apresenta mais um caldeirão de ritmos onde se misturam a pesquisa musical e o engajamento político. Formada em 2002, na cidade do Rio da Janeiro, El Efecto tem o ecletismo como marca do seu trabalho. As composições são mergulhos nas mais distintas tradições e gêneros musicais, revisitados a partir de uma perspectiva contemporânea. De maneira geral, a estética da banda é a do rock. Mas a utilização de instrumentos como cavaquinho, violão, viola caipira, trompete, clarinete, flautas e percussões sintetiza a tentativa de fugir dos rótulos e caminhos predeterminados. O resultado disso é uma unidade onde se conjugam o lirismo e a contundência, uma mescla de climas onde se destaca a forte presença da música brasileira e latinoamericana. As letras propõem interpretações críticas das atitudes individuais e coletivas, movimentando-se entre a angústia e a esperança, o pessimismo da razão e o otimismo da luta. Não se trata de pensar a arte como um escape para as frustrações de uma vida resignada, mas sim de tomá-la como um estímulo, um ponto de partida para questionamentos e - por que não? - transformações concretas. Essa característica se faz presente em O encontro de Lampião com Eike Batista, faixa de tons épicos, inspirada na literatura de cordel, que viralizou nas redes sociais em 2012, trazendo projeção nacional para a discografia da banda. Em junho de 2013, El Efecto foi indicado como Melhor Grupo de Rock no Prêmio da Música Brasileira. Pedras e sonhos, álbum da faixa viral, foi considerado um dos três melhores discos do gênero. Desde então, a banda vem expandindo seu público em apresentações por todo o país e algumas incursões internacionais no Equador, Argentina, Portugal e Espanha. Após o hiato de um ano, dedicado à produção e gravação do novo álbum, El Efecto lança Memórias do Fogo. Para esse novo ciclo, a banda se amplia, fixando-se no formato de sexteto. O disco é uma coletânea de ritmos, indo do samba ao metal, evocando a potência cultural da música brasileira. Cada canção pretende se tornar uma chama, resgatando memórias para iluminar possíveis caminhos. O álbum, produzido por Patrick Laplan, Tomás Alem e a banda, e masterizado por Robert Carranza (Criolo, The Mars Volta, Ozomatli). Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o álbum evoca a importância de cultivarmos a chama interior, seja para jamais esquecer que o mundo está pegando fogo, ou até mesmo, para juntos, incendiá-lo em algum sentido. Todas as músicas do El Efecto estão disponibilizadas na internet e podem ser baixadas de forma gratuita, fato que corrobora com o objetivo de ampliar ao máximo a difusão do trabalho, para que a mensagem, ideias e os ideais circulem e o debate continue. Formação da banda - Bruno Danton (voz, violão e viola), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Eduardo Baker / Pedro Lima (baixo), Gustavo Loureiro (bateria), Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Tomás Tróia (guitarra e voz) Meu Funeral - formado em Niterói (RJ), por Lucas Araujo (RivoTrio 2mg), Jan Santoro (Facção Caipira) e Matheus Jorell (Filhos do Totem e ex-Lougo Mouro), o Meu Funeral tem como principal característica fazer músicas rápidas, com temáticas diversas abordadas com uma linguagem acessível e direta, sem cair no erro da simplificação de questionamentos complexos. A partir de vivências, leituras e debates, Lucas busca escrever de forma leve e verdadeira sobre temas que acredita que devem ser abordados ou sobre pensamentos e sentimentos que precisa expor. Com músicas velozes, influenciadas principalmente pelo punk rock e hard core, a banda não se limita a rótulos, mesclando influências diversas como reggae, ska e indie rock. Fazendo questão de cantar em português e levantar a bandeira da resistência, em um país onde o número de bandas cantando em língua estrangeira tem crescido e se destacado, Meu Funeral busca o diálogo com seu país de origem e busca fomentar importantes debates, como a respeito da diversidade, da naturalização de condições que devem ser questionadas, da influência da tecnologia em nossas vidas, respeito e valorização da diversidade e o aprendizado que pode vir a partir do diálogo. Após sua formação, a banda vem compondo diversas músicas e dia 20 de abril lança seu primeiro EP com sete músicas que passeiam entre o hard core melódico, o grind core e o ska. O EP foi gravado por Renan Carriço e Jan Santoro no Estudio Quintal. Já as artes são do artista plástico Pedro Varela. 26 de abril de 2018 Quinta – 20h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia) Classificação etária: 16 anos Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
Intervenção Militar e criminalização da pobreza será o tema do UFF Debate Brasil, dia 24/04, no Teatro da UFFEste evento faz parte do “Brasil: A Margem” O UFF Debate Brasil do mês de abril acontecerá como uma atividade do projeto Brasil: A Margem, com o tema Intervenção Militar e criminalização da pobreza, e será realizado no dia 24, às 15h, no Teatro da UFF,  e terá transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook. Na confluência de várias efemérides - Dia do Índio, Descobrimento do Brasil, Tiradentes, São Jorge -, o Centro de Artes UFF propõe rever conceitos, usando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão, no projeto “Brasil: A Margem”, entre os dias 17 e 25 de abril. Uma semana inteira repleta de eventos: debates, filmes, exposições, sarau, uma feira alternativa, concertos e shows de música popular. Com essa programação, o projeto aponta para o reconhecimento e a afirmação das margens de um Brasil efervescente e que carece se conhecer melhor. O debate contará com os seguintes participantes: Jacqueline de Oliveira Muniz -  professora do departamento de Segurança Pública - Faculdade de Direito/UFF Marcelle Decothé - Anistia Internacional Brasil Marcus Faustini - Agência de Redes para Juventude Diante do aprofundamento da grave situação da segurança pública no Rio de Janeiro, urge realizar um amplo debate que leve a uma solução prudente. A recente decisão de intervenção federal pelas forças armadas foi alvo de diversas contestações e críticas. Seja pelo receio do agravamento da violação dos direitos humanos, sobretudo em territórios pobres e periféricos, seja pelo temor da pouca eficácia da operação, que não combate as raízes do problema da desigualdade social, a intervenção é uma realidade que precisa ser seriamente analisada. Seus altos custos – tanto financeiros quanto sociais – comprometem a pouca democracia que se evidencia num Brasil à margem, que não cessa de demonstrar seus limites, exclusões e violências. 24 de abril de 2018 Terça - 15h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói Entrada Franca
Inscrição online para oficinas do SIMUPE (Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF)   II SIMUPE: OFICINAS De 02/04/2018 a 07/04/2018 De 2 a 7 de abril de 2018, o Centro de Artes UFF realizará a segunda edição do SIMPÓSIO DE MÚSICA E PESQUISA DA ORQUESTRA SINFÔNICA NACIONAL UFF (SIMUPE).O simpósio inclui palestras, oficinas, mesas de discussão, conferências, recitais e outras apresentações. Como parte da programação, serão oferecidas 3 OFICINAS com inscrição online. Saiba mais sobre cada uma delas: ◾Oficina 1 - "Orquestra de Garrafas" A Oficina "Orquestra de Garrafas" será realizada no dia 04/04/2018, às 14 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Rodrigo Serapião Batalha. A oficina envolve a prática musical com instrumentos alternativos (garrafas), com ênfase em jogos musicais de escuta e de criação musical. - Público alvo: leigo e músico iniciante a profissional. - Quantidade de vagas: até 50 (as inscrições se encerrarão quando as vagas previstas forem preenchidas) - Tempo de duração: 1:30h  (estimativa)   ◾Oficina 2 - "Performance em jogo" A Oficina "Performance em jogo" será realizada no dia 04/04/2018, às 15:30 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pela Profª. Drª. Isadora Scheer Casari. Através da realização de jogos em grupos ou em duplas o participante experimentará o "ser performer" a partir de outra perspectiva que não a musical. O objetivo é convidar o participante a vivenciar e a refletir em grupo sobre a manutenção de uma presença ativa, concentrada e de troca com os co-jogadores e com o espectador. A ideia é que frente a uma situação nova de performance o músico participante possa voltar sua percepção para seu próprio corpo, para seus pensamentos, emoções e ansiedades que surjam no decorrer das atividades e, com isso, contribuir para os processos de tomada de consciência na performance musical. A oficina vai explorar sobretudo jogos de espelho, de atenção e de escuta muito difundidos em práticas teatrais, além de danças circulares presentes na cultura afro-brasileira. Ao final das atividades realizaremos uma síntese coletiva da oficina com o objetivo de compartilhar estratégias e saberes relativos a manutenção da atenção em relação a si-mesmo e ao outro durante a performance. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 2 horas (estimativa) - Público alvo: músicos a partir de 15 anos de idade e professores de música . - Orientação complementar:  é recomendável o uso de roupa confortável que possibilite livre realização de movimentos   ◾Oficina 3  - "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" A Oficina "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" será realizada no dia 07/04/2018, às 9 h, no Cinema da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Leonardo Fucks. Um grupo considerável de jovens com implante coclear e idades a partir de 17 anos comece a ingressar em instituições de ensino superior no ano de 2018. Considerando-se que um indivíduo de cóclea implantada tenha amplas condições de desenvolvimento musical e  mesmo de realizar um curso superior nesta área, devemos esperar que as instituições universitárias estejam preparadas para esta nova e desafiadora realidade. Este fato levanta questões relevantes, a serem trabalhados de forma específica com estes estudantes, sobre aspectos conceituais acerca da natureza do som, da constituição física dos instrumentos, da percepção de sons naturais, musicais e daqueles mediados por processamento digital e da própria prática musical nestas condições. Por outro lado, esta condição especial abre oportunidades de trocas de experiências e conhecimentos entres indivíduos, seus docentes e colegas nas instituições de ensino musical, enriquecendo inquestionavelmente a educação em música. Nesta oficina, pretendemos apresentar e discutir algumas estratégias para a construção e uso de instrumentos e dispositivos que auxiliem neste processo pedagógico e dialógico. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 60 minutos (estimativa)  
Centro de Artes UFF lança o livro do projeto Territórios da ArteNoite de lançamento terá apresentações de cordel, rap, poesia e guitarrada paraense Será lançado no dia 26 de março, segunda-feira, o livro que reúne os resultados da cartografia cultural realizada como fruto da parceria entre a Universidade Federal Fluminense e a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC). A publicação Territórios da Arte destaca a interação dos membros do projeto com os fazedores de arte e cultura locais nas cinco regiões do Brasil, ao longo de 2017. O lançamento ocorrerá a partir das 18h, no Centro de Artes UFF, em Icaraí, Niterói. O livro Territórios da Arte tem artigos de Ludmila Brandão, Giordanna Santos, Larissa Lacerda Menendez, Suzana Guimarães e Milton Guapo (Centro-Oeste); Sandro Ka, Sandra Meyer, Naldo Gonçalves, Juliana Crispe, Francine Goudel, Franciele Fávero, Gilson Maximo (Sul); Nicole Costa, Williams Wilson de Santana, Francisco Ludermir Ferreira, Maria Socorro Liberal Peixoto (Nordeste); Cleiton de Barros Nunes, Elis Miranda, Nani Tavares, Wlad Lima, Auda Piani (Norte); Pierre Crapez, Mariana Silva, Paula Spadari e Wallace Barbosa (Sudeste). A coordenação editorial é de Leonardo Guelman, Marianna Kutassy e Pedro Gradella. Durante o lançamento, representantes dos territórios mapeados estarão juntos na Varanda da Reitoria e no Teatro da UFF para uma noite de celebração: o cordelista Edmilson Santini, os rappers do coletivo UjimaGang e o declamador performático Neneto Sá. O evento inclui ainda um tributo a Mestre Vieira, considerado pai da guitarrada paraense, falecido em fevereiro último. A homenagem será conduzida por Wilson e Waldecir Vieira, tecladista e baterista, respectivamente, que inauguram o projeto musical e memorial “Filhos do Mestre”. Em outubro de 2017, Mestre Vieira se apresentou profissionalmente pela última vez, no Teatro da UFF, com o show “Guitarreiro do Mundo”, encerrando a semana de shows do projeto Interculturalidades/Territórios da Arte, com a participação dos filhos de Vieira.    Sobre o projeto: “O projeto Territórios da Arte trabalhou a convergência das expressões artísticas pela dimensão dos territórios, muito marcados pelo processo de produção coletiva e pela valorização identitária dos grupos, o que representa o presente e o futuro do ato de fazer cultura”, sintetiza Leonardo Guelman, superintendente do Centro de Artes UFF, professor do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF e gestor do projeto. Partindo de prospecções no cenário cultural e artístico local, o Territórios da Arte mapeou diversos pontos do país e percorreu, de maio a outubro, as cidades de Cuiabá (Centro-Oeste), Florianópolis (Sul), Recife (Nordeste), Belém (Norte) e Niterói (Sudeste). A equipe do projeto promoveu rodas de conversas, apresentações artísticas e a construção de um mapa colaborativo, que visou traduzir a visão coletiva sobre o panorama da cultura em cada região. “A parceria da Funarte com a UFF fortalece o incentivo à produção, o desenvolvimento da pesquisa e a preservação da memória, visando à implementação de políticas públicas no campo da cultura”, disse Maristela Rangel, Diretora do Centro de Programas Integrados da Funarte, à época da abertura do projeto.   Sobre os artistas participantes: UjimaGang, coletivo de jovens produtores de cultura Hip Hop na cidade de Niterói que produz, para além de seu conteúdo autoral, o Baile da U.G, uma festa de rua que conta com discotecagem e shows dos artistas e dos coletivos agregados. Apesar de muito influenciados pelo RAP, o baile conversa com o circuito do R&B, Funk, Soul, Trap, e busca difundir gratuitamente a cultura de rua dando visibilidade às novas expressões artísticas da juventude negra e periférica. Ujima é um dos princípios do Kwanzaa (uma celebração afroamericana) e significa trabalho coletivo e responsabilidade, ideais que definem sua essência. Edmilson Santini, pernambucano radicado no Rio de Janeiro, é ator, escritor e mestre cordelista. Idealizador da Cia. de Teatro em Cordel, projeto de cunho educativo com o objetivo de transmitir informações sobre a cultura brasileira de forma dinâmica, “sem esquecer o lado da diversão e do lazer”, através do teatro. Edmilson apresentará uma performance em cordel que vai conduzir o público em todos os sentidos. Neneto Sá, poeta, ator e declamador performático, nasceu em Campo Grande, hoje Mato Grosso do Sul. Batizado Irmar de Arruda e Sá Chaves, é formado em Educação Física pela UFMT. Participou de cursos de teatros e oficinas realizados em Cuiabá e  com Amir Haddad, ator, diretor e teatrólogo, que foi mestre de mais da metade dos atores mato-grossenses. Integrou o grupo Terra, participando da montagem do Gudibai Meu Boizinho, de Luiz Carlos. Em inícios dos anos 2000, numa conversa com a cantora e compositora Zuleika Arruda (Grupo Sarã), idealizou o projeto Poetas Livres nas Praças que, em 2005, publicaram o livro “A primeira antologia dos Poetas Livres nas Praças Cuiabanas”. Filhos do Mestre – Waldecir Vieira (baterista) e seus irmãos Wilson Vieira (teclado) e Waldir Vieira (percussão) lançaram o Projeto Musical e Memorial Filhos do Mestre, que traz à tona a obra de seu pai, o guitarrista Joaquim de Lima Ferreira, internacionalmente conhecido como Mestre Vieira. O projeto Filhos do Mestre mantém sonoridades originais da guitarrada mescladas a releituras e tem como objetivo reconhecer e manter vivo esse legado musical de grande importância para a cultura brasileira. O projeto Filhos do Mestre foi lançado em 9 de março de 2018, na II Feira Livre de Arte e Cultura do Fundação Cultural do Pará (Centur). O grupo, ainda em fase de formação, conta com dois guitarristas da cidade natal de Mestre Vieira, Barcarena: Dhiosy Marques, que aprendeu guitarrada ouvindo Vieira e Seu Conjunto; e Rodrigo Magno, de apenas 16 anos, seguidor do Mestre, com quem teve oportunidade de tocar e aprender muito. O show tem direção musical de Waldecir Vieira, direção artística de Carlos Canhão Brito e produção de Luciana Medeiros. O cenário de telas para projeção com a estética da guitarrada é criação da artista visual Roberta Carvalho e foi produzido para o lançamento do álbum Guitarreiro do Mundo, de 2015. Tal cenografia está de volta à cena para o Tributo a Mestre Vieira, que os Filhos do Mestre pretendem levar a outras cidades brasileiras, com participações especiais. Sobre Mestre Vieira – Joaquim de Lima Vieira (1934-2018) nasceu em Barcarena (PA). Era filho de Dona Sofia Rosa, lavradora, e de Seu Zacarias, mecânico de origem portuguesa, apreciador do bandolim no fado, e que influenciou Vieira a aprender seu segundo instrumento, uma réplica construída por seu irmão. O primeiro instrumento foi um banjo, que o jovem tocava em bailes da sua pequena cidade. Em sua paixão pela guitarra, adaptou-a dentro de suas possibilidades e, com um conjunto de cordas de violão e com um amplificador adaptado a uma bateria de carro, tocou os primeiros acordes do que seria a Guitarrada, hoje considerada gênero musical genuinamente paraense e Patrimônio Musical do Pará. Vieira é conhecido como o criador da guitarrada e da lambada, estilos musicais com fortes elementos da cultura caribenha, da cúmbia, do merengue e do bolero, referências que o acompanharam em sua juventude. Além dessas, o fado, o carimbó do Pará, como também a Jovem Guarda e o foxtrot, foram influências que deram origem a uma forma única de tocar o choro com guitarra elétrica, com uma sonoridade intimamente ligada ao seu território e vivência ribeirinha.
II Simpósio de Música e Pesquisa tem inscrições abertas até 02 de marçoO Centro de Artes da UFF, através da sua Coordenação de Música, convida a comunidade acadêmica, interna e externa, para o II Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (II SIMUPE), que será realizado em abril. As inscrições já estão abertas e se encerrarão no dia 2 de março de 2018. O evento visa dar visibilidade a trabalhos de discentes, docentes e pesquisadores, de graduação e de pós-graduação de qualquer área do conhecimento e/ou de músicos que realizem pesquisas sobre Práticas Interpretativas, Musicologia ou Etnomusicologia da Música Orquestral empregadas com finalidades terapêuticas, pedagógicas e/ou inclusivas, neste caso, práticas sonoras no cenário sinfônico que promovam a democratização de acesso à cultura ou fomentem práticas sustentáveis. O II SIMUPE será realizado no período de 02/04/2018 a 07/04/2018, das 9h às 12:30h, no Centro de Artes da UFF – Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói – RJ, e buscará promover um diálogo interdisciplinar entre performers, educadores e pesquisadores através da apresentação dos seus trabalhos. A inscrição do trabalho deve ser feita através do preenchimento de formulário de inscrição e envio do seu resumo, conforme edital (link abaixo). Serão aceitas também inscrições de participantes ouvintes. Dúvidas dos candidatos podem ser esclarecidas pelo e-mail simupe.osn@gmail.com (não recebem inscrições por este e-mail). Outras informações: http://www.centrodeartes.uff.br/noticias/2-simupe-edital-2018/ 
Dança, teatro, circo e música no espetáculo Awkwa AWKWA Unindo dança, teatro, circo e música, o espetáculo Awkwa (forma reduzida do termo, em inglês, awkwards) mostra o universo de dois estranhos, dois desajustados que se familiarizam entre si, por sua estranheza em comum. Os dois são fora-de-lugar, são dois awkwards. Deslocados em seus locais de origem, inseridos em novos contextos. Estrangeiros em qualquer lugar, em suas roupas, em suas peles. Residem em sua própria errância e na potência que vem da habilidade em adaptarem-se. Entre encontros e desencontros, conquistam o território instável dos inadequados. Inimigos ou aliados, de acordo com as circunstâncias, eles vão revelar nossa mais profunda condição: a de estrangeiros a nós mesmos. Marta Chaves e Dado Amaral são dois artistas brasileiros estabelecidos na Europa. Um encontro casual no Rio de Janeiro foi o ponto de partida para a criação deste espetáculo. A partir das próprias experiências, advindas de suas andanças pelo mundo, desenvolveram um espetáculo que reflete sobre este e outros tipos de migrações, questão central no mundo contemporâneo. Novas perspectivas, adaptações, intolerância, convivência com as diferenças, conflitos. O estrangeiro comum a todos nós: awkwards. Ingressos a R$ 20 para meia-entrada e para a comunidade acadêmica da UFF; R$ 40 inteira. Dias 27 e 28, terça e quarta, às 20h, no Teatro da UFF. Se você é da UFF e quer concorrer ao sorteio de um par de ingressos, envie um e-mail para teatrodauffdirecao@gmail.com, com o assunto Sorteio de Ingressos, incluindo sua matrícula SIAPE ou número de matrícula de estudante, nome completo, espetáculo desejado e data pretendida.
Três exposições, show musical e feira de artes gráficas juntos no Centro de Artes UFFDurante o próximo lançamento de exposições, no dia 7 de março, o Centro de Artes UFF contará com uma novidade. O setor de Artes Visuais do Ceart promoverá, simultaneamente, uma apresentação musical e uma feira de artes gráficas, que acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural. O objetivo é enriquecer ainda mais o evento e integrar diferentes formas de manifestações artísticas.  Às 15h, será aberta a Feira de Artes Gráficas, com nove expositores: Fotolab Linaibah, Nano Editora, Lari Arantes, Lulu faz arte, Coletivo de Mães Ilustradoras, Na Ponta do Lápis, Vaca Nanica, Zoopress, Mara Oliveira. E às 19h, show com Nino Vergal, com participação de Alexandre Sá e Daniela Mattos. Às 19h, serão inauguradas as seguintes exposições:  'Lembranças de futuros recentes' é o título da exposição coletiva composta por sete artistas cariocas e fluminenses que têm por interesse e objetivo maior discutir as imbricadas relações temporais dentro de um cenário brasileiro, atravessado por questões filosóficas, pictóricas, escultóricas e políticas. Curadoria Alexandre Sá Barretto e Vitor Ramalho.  'Drømmer om Skov', de Samy Sfoggia, apresentará uma série de nove obras, nas quais técnicas e materiais foram alternados e justapostos. Nesse conjunto de obras, a artista insere sua própria imagem distorcida em ambientes oníricos. 'Janelas da Alma', de Dhéia Ferrari, mostra ao público que a interpretação que o indivíduo faz do mundo ao seu redor reflete muito mais o seu estado de espírito do que o mundo objetivo como realmente é.   Evento totalmente gratuito.
Música Livre: bandas Biltre e Tereza no Teatro da UFFO projeto Música Livre, que teve início em 2017, continua sua programação em 2018, abrindo o ano com duas bandas: Tereza e Biltre. Cada uma delas se apresentando separadamente no palco da UFF no dia 18 de janeiro, às 20 horas, mas o público pagará pelo valor de um único ingresso, que custará R$30 (inteira) ou R$15 (meia). Ou seja, dois shows pelo preço de um. Banda Tereza - A Tereza nasceu em 2009, a partir da união de cinco amigos de infância: Mateus Sanches, João Volpi, Sávio Azambuja, Vinícius Louzada e Rodrigo Martins. O nome da banda é uma homenagem a Tereza Monnerat, a garota mais bonita do colégio em que eles se conheceram.  Banda Biltre - Um dos principais nomes da cena contemporânea do Rio de Janeiro, a Biltre reflete o que há de mais carioca na cidade: a irreverência. Com letras afiadas, humor ácido ou músicas simplesmente mergulhadas na brincadeira - quase revertidas em canções-memes -, a banda faz sucesso com a juventude da cidade, chegando a reunir duas mil pessoas em seus populares shows na rua. A Biltre é composta por Arthur Ferreira, Dioclau Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho. Música Livre é um projeto criado em 2017, com o objetivo de divulgar artistas locais e valorizar os talentos da nova geração da música.