ENTREVISTA: Jornalista reflete sobre narrativas urbanas no jornalismo em livro da EduffO apreço do jornalismo contemporâneo pelo rigor técnico e pela imparcialidade das informações traz consigo, não raramente, o reducionismo dos fatos, dos contextos e principalmente dos personagens. E a cidade, cenário e ator de muitas histórias, fica também distanciada da realidade, da poesia e dos afetos que a constituem. Em “As cidades narradas: uma cartografia de paisagens possíveis para o jornalismo”, lançado pela Eduff, a jornalista Ana Cláudia Peres demonstra que é possível construir uma narrativa jornalística que vá além dos dados e das estatísticas, e se deixa atravessar pela própria experiência do repórter e daquele a quem se dirige a notícia. Em entrevista concedida à Eduff, a autora fala da importância do que ela denomina de “narrativas do avesso”, ou seja, aquelas narrativas jornalísticas que enxergam as cidades para além de um cartão-postal e privilegiam seu enredo simbólico, sem se ater apenas a uma cartografia física do espaço. Narrativas que integram e dão voz aos personagens, indo além de declarações oficiais. Narrativas que abrem novas possibilidades de compreensão dos acontecimentos e por isso são capazes de superar a reprodução de um discurso unificado. Confira a entrevista que a autora concedeu à Eduff:   Eduff - A partir de que observação surgiu seu interesse pela abordagem dada à cidade pelo jornalismo contemporâneo? Ana Cláudia Peres - Sou jornalista e sempre fui uma apaixonada pelas redações, pela rua, pelo texto e pelos infinitos modos de narrar as cidades: na literatura, no cinema, também no jornalismo. Mas quando ingressei no mestrado, acho que andava precisando discutir a relação com o jornalismo. Como repórter ou como editora de jornal e revista, sempre me incomodou o exercício de um jornalismo meramente técnico. O jornalismo preso ao mito da objetividade, da imparcialidade, da neutralidade, muito preocupado com os dados e estatísticas ou com a informação pura, esse jornalismo, como diz Canclini, “empobrece a cidade”, que é um espaço muito mais vivo, de disputas e produção de sentidos. Então, posso dizer que o interesse primeiro veio não de uma observação específica sobre um veículo ou sobre a produção autoral de um jornalista qualquer. Olhar para a cobertura jornalística dada às cidades por uma perspectiva mais cartográfica, como se fosse possível tecer uma encruzilhada de textos, foi a minha tentativa – meio arriscada, bem verdade –, mas uma tentativa de me apaixonar de novo pelo jornalismo.  Eduff - A que você atribui esse reducionismo das cidades como “cartões-postais de natureza asséptica” que resumem o espaço urbano em um único “retrato”? Ana Cláudia Peres - As pressões cotidianas, os prazos curtos, a ideologia dos veículos sempre foram justificativas para uma produção até correta do ponto de vista da técnica, mas absolutamente superficial em termos de relação com o Outro. Esse jornalismo hegemônico, tradicional, movido pelo paradigma informacional, no afã de dar conta do mundo, acaba produzindo relatos midiáticos burocráticos e redundantes, que tentam enquadrar a vida segundo uma lógica autoritária e acabam contribuindo para reproduzir, mais do que alterar, uma ordem social. No entanto, há espaço no jornalismo para o exercício de uma prática dialógica que, sem abrir mão da técnica, seja atravessada também pelos afetos e pela experiência daqueles que informam e também dos que recebem a informação. Trata-se de um paradigma relacional, para o qual autores como Cremilda Medina e Vera França sempre nos alertaram, pautado pela complexidade do processo que envolve a comunicação entre sujeitos. Quando utilizei a metáfora do cartão-postal quis chamar a atenção para isso – para o fato de que a paisagem do postal também comporta um avesso, um outro lado a ser preenchido e que pode revelar as muitas cidades que existem em uma; ou, se quisermos também, os muitos jornalismos possíveis. Eduff - O que se perde com dogmatismo da abordagem jornalística do espaço urbano? Em que medida a busca pela objetividade e imparcialidade dos fatos comprometem a narrativa da vida citadina? Ana Cláudia Peres - As narrativas hegemônicas, tradicionalmente aceitas pelo jornalismo, e que chamei neste trabalho de “narrativas cartão-postal” enquadram a cidade na moldura de um jornalismo que se pretende neutro, objetivo, imparcial, que não admite os restos ou a sobra da cidade, transformando-se em algo chapado e muito pouco estimulante. Perde-se a possibilidade de enxergar uma cidade que existe para além da cena clichê e do lugar comum. Perde-se também a possibilidade de um jornalismo configurado como uma prática mais rica e plural, que não deseja apenas um ordenamento do mundo e onde caiba também aquilo que é desvio ou que está em desalinho. A busca pela objetividade é uma estratégia do jornalismo e não se pretende negar a checagem minuciosa de dados ou o cuidado com a informação como se fossem algo descartável para a prática jornalística. Ao contrário disso, o que se pretende é evidenciar que existem outros elementos, como a experiência do próprio repórter e outras subjetividades que podem ser incorporadas às narrativas sobre cidades sem que se perca o compromisso com os fatos. Eduff - Como é possível fugir desse modelo, de certo modo engessado, e buscar novos olhares para as cidades? Ana Cláudia Peres - Neste livro, procuro apontar algumas pistas que evidenciam outras paisagens possíveis para o jornalismo, mas devo lembrar que não estou propondo um modelo novo. Elas já são localizadas nas páginas de nossa imprensa, apesar da nossa imprensa (risos). Essas narrativas que chamei de “narrativas do avesso” são narrativas jornalísticas que dão conta do enredo simbólico da cidade e que não levam em conta a cartografia meramente física ou geográfica. Nelas, as informações, os dados, os números estão todos presentes, mas eles não existem para dar conta do real (como se esse real fosse possível de ser abarcado) – eles servem à narrativa. Narra-se a partir dos personagens da cidade e não a partir dos discursos declaratórios e dados oficiais. Trata-se ainda da possibilidade de se surpreender com o trivial, não necessariamente com o extraordinário, mas com as pequenas rupturas cotidianas, e de seguir a trilha dos vestígios e de um percurso deixado à mostra, o que permite ao leitor a possibilidade de ressignificar a informação e de melhor compreender os acontecimentos. Eduff - Qual a importância de trazer para o jornalismo novas formas de narrar as cidades e seus personagens? Ana Cláudia Peres - Quem sabe esses outros modos de narrar evoquem um tipo de texto que leve o leitor a dar outros significados à notícia ou ainda a recriar as cidades e, por este motivo, nos interessam mais enquanto sintoma de um outro jornalismo que se sobressaia na era da autoridade da técnica, um jornalismo que em vez do código do real seja tomado pelo signo dos afetos e da relação. Quero acreditar que, ao tecer narrativas que nos apresentem uma cidade plural, ruidosa e polifônica nascida das experiências vivenciadas por seus habitantes, o jornalismo consiga, mais do que fornecer informação, reconhecer a existência do Outro, afetar sujeitos e possibilitar encontros. Eduff - É possível identificar alguma relação entre tipos de mídia (TV, jornal, rádio, etc.) e a maior ou menor liberdade para o exercício de uma narrativa que valorize a cidade na sua totalidade? Ana Cláudia Peres - Acredito que existam pesquisas que escrutinem essa relação entre as rotinas de produção e a liberdade de narrar, levando em conta as características e especificidades de veículos e formatos. Para o interesse desta minha pesquisa, a tentativa era problematizar a narrativa. Talvez porque minha experiência esteja mais relacionada ao jornalismo impresso, escolhi olhar para páginas impressas. E na página impressa, há espaço para múltiplos narrares, cabe tanto a cidade do condomínio fechado quanto a que sobra nas calçadas; a reportagem investigativa e a crônica. Procurei deixar claro que o excesso de informação, números, datas, estatísticas, gráficos são uma pretensão de dar mais credibilidade ao relato e justificar a objetividade. Mas não bastam para encerrar a complexidade do mundo. Por outro lado, é justamente ao contar histórias de vida, dando a ver as diversas realidades e não uma única, que o jornalismo se justifica como espaço de relação. Eduff - É possível citar exemplos de veículos, profissionais ou reportagens que fogem a esse senso comum? Ana Cláudia Peres - Sim, é possível. Posso falar de Eliane Brum ou Fabiana Moraes e de veículos como Agência Pública, mas existem inúmeros outros jornalistas, inclusive dentro da chamada imprensa hegemônica. Insisto que, na minha pesquisa, tentei fugir da armadilha de reduzir a discussão a uma questão autoral ou de estilo. Sendo assim, não defini o corpus em torno de um veículo, autor ou período histórico: tomo como ponto de partida as narrativas sobre cidades da Revista Piauí que, ao combinar o real e o poético, ampliam o fato. Mas aos textos dessa revista são justapostos outros textos localizados em veículos contemporâneos como parte de um esforço para cartografar esse tipo de narrativa. A revista é apenas um recorte necessário para a observação de alguns elementos. Para mim, a narrativa é maior do que os suportes e as rotinas jornalísticas. E a análise de narrativas era o meu problema. Sempre que falo sobre este trabalho, sugiro como exercício – até para mim mesma – continuar localizando textos na imprensa contemporânea que dialoguem com as questões que esta pesquisa me provoca. E ainda me surpreendo como eles existem, como eles ainda estão por aí a espera de serem lidos. Eduff - No livro, você fala das “narrativas do avesso” como possibilidades para se reinventar uma imprensa que seja crítica e comprometida com o coletivo. De que modo um jornalismo mais “afetivo” pode contribuir para o desenvolvimento da coletividade e de uma sociedade democrática? Ana Cláudia Peres - Em plena era da convergência midiática, quando as novas tecnologias estão modificando em uma velocidade acelerada o modo de produção e de consumo de notícias, esses outros possíveis do jornalismo que apontamos nesta pesquisa podem se constituir como um indício de resistência no jornalismo praticado hoje e na própria condição da profissão de jornalista. No meu doutorado, tentei dar um passo além ao investigar o papel do “testemunho” numa tese intitulada “O que resta dos fatos: testemunho e guinada afetiva no jornalismo”, onde segui investigando outras pistas em direção a um jornalismo cujo papel social seja ressaltado, um jornalismo que nos interpele de alguma maneira. Continuo apostando que há um modo possível de narrar no jornalismo que nos interpela justamente pelo que escapa da técnica e que se manifesta no espaço contingencial da relação, no encontro possível entre o mundo do jornalista e o mundo da fonte, quando as nuances, os percalços, os conflitos desse contato entre sujeitos são incorporados pela narrativa. Como resume Maria Lucília Marco em diálogo com o filósofo Levinas, há algo de muito valioso nas relações “que interrompem alguma coisa, que nos interrompem, que nos roubam a pacatez, que não nos deixam indiferentes, mas que fazem a diferença e nos perturbam na nossa identidade, na nossa mesmidade”. Nos tempos atuais, isso já não é pouco. Sobre a autora: Doutora em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, Ana Cláudia Peres faz parte da equipe de jornalismo do programa Radis - Comunicação e Saúde, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), onde atua como repórter. No jornal O Povo, de Fortaleza (CE), exerceu as funções de repórter, editora-adjunta e editora-executiva do caderno de cultura. Entre 2005 e 2010, coordenou o Núcleo de Comunicação Popular e Alternativa da Prefeitura Municipal de Fortaleza.   Para comprar o livro, acesse o site www.eduff.uff.br.   
Comunicação da Eduff suspende processo de seleção de estagiário de jornalismoSeguindo a orientação da Divisão de Estágio Interno da Pró-Reitoria de Graduação da UFF, e tendo em vista a  Instrução de Serviço PROGEPE Nº 004/2020, fica suspenso, temporariamente, o processo seletivo de estagiário de Jornalismo da Divisão Editorial da Eduff. Com isso, também está suspenso o cronograma divulgado em 16 de março de 2020, conforme errata publicada no site de editais da UFF. O novo cronograma da seleção de estagiário será divulgado oportunamente, e os candidatos inscritos serão informados por email.
Comunicação da Eduff altera cronograma de seleção de estagiárioEm função do estado de emergência em saúde pública decorrente da pandemia mundial do Covid-19, o cronograma do Edital de Estágio Interno da Divisão Editorial da Eduff, voltado para o preenchimento de uma vaga para estudantes de Jornalismo, foi suspenso, a contar de 16 de março de 2020. Confira o novo cronograma da seleção de estagiário, no site de editais da UFF.  
Eduff abre seleção para estagiário de JornalismoA área de Comunicação da Divisão Editorial da Eduff está com inscrições abertas para uma vaga de estágio voltada para estudantes de Jornalismo da UFF. A oportunidade faz parte do Programa de Estágio Interno promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Divisão de Estágio Interno.  Os interessados têm até 15 de março para se inscrever pelo email comunicacaoeduff@gmail.com. Confira o edital completo.  
Livro traz estudo sobre narrativas urbanas no jornalismoComo são construídas e representadas as narrativas urbanas no jornalismo? É essa a indagação a que a jornalista Ana Cláudia Peres se propõe a responder em “As cidades narradas”, novo livro da Eduff. Na obra, a autora estuda como o real e o poético se encontram no jornalismo con¬temporâneo a serviço de uma comunicação menos superficial e mais comprometida com reflexões transformadoras. No livro, a autora revisa as teorias da comunicação e dos estudos sobre jornalismo, discute a estética realista das narrativas midiáticas, analisa a técnica, a linguagem jornalística e a estrutura noticiosa e, por fim, avalia como os imaginários de paisagens urbanas são cons-truídos pelo jornalismo. É uma conversa com João do Rio e Michel de Certeau, Roland Barthes e Renato Cordeiro Gomes, Walter Benjamin e Paul Ricoeur, Cremilda Medina e Vera França a fim de analisar o jornalismo a partir das narrativas não tradicionais sobre as cidades. Sobre a autora: Ana Cláudia Peres é jornalista com mestrado e doutorado em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Grupo de Pesquisa Laboratório de Experimentação e Pesquisa de Narrativas da Mídia (LAN) e a equipe de jornalismo do programa Radis - Comunicação e Saúde, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), onde atua como repórter. Saiba como comprar.  
Marialva Barbosa lança “Os manuscritos do Brasil” na Livraria da TravessaOrganizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. A obra será lançada, em noite de autógrafos, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro.  Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira. Com tiragens mínimas, geralmente com apenas um exemplar, a maior parte dos manuscritos era voltada para crítica, sátiras e conteúdos eróticos ou difamadores. Embora em números reduzidos, os periódicos chegavam a muitos leitores, passando de mão em mão, além de comumente serem afixados em locais públicos destinados à leitura coletiva. Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU.  Saiba como comprar "Os manuscritos do Brasil"   
Eduff seleciona estagiários em diversas áreasA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) oferece quatro vagas de estágio para estudantes dos cursos de graduação em Desenho Industrial, Estudos de Mídia, Jornalismo, Biblioteconomia e Documentação e Publicidade da UFF. A oportunidade faz parte do Programa de Estágio Interno promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Divisão de Estágio Interno.   Alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação da universidade podem se inscrever até 18 de março para se candidatar à vaga na Seção de Editoração e Produção. As inscrições serão aceitas pelo e-mail estagio_editoracao@eduff.uff.br. Os interessados em concorrer às duas vagas destinadas a alunos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade deverão acessar o edital da Seção de Comunicação e Eventos e se inscrever até 24 de março pelo e-mail comunicacaoeduff@gmail.com. Estudantes de Desenho Industrial e Publicidade podem concorrer à vaga oferecida pela Seção de Editoração e Produção da Eduff. As inscrições serão aceitas até 21 de março e pelo email thomascavalcanti@id.uff.br.   Confira os editais de estágio interno da Eduff - Seção de Comunicação e Eventos Edital para as vagas de Jornalismo e Estudos e Mídia, Jornalismo e Publicidade   - Seção de Editoração e Produção da Eduff Edital para vaga de Biblioteconomia e Documentação   Edital para vaga de Desenho Industrial e Publicidade
Livraria Icaraí recebe lançamento de "Manuscritos do Brasil"Organizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira. Com tiragens mínimas, geralmente com apenas um exemplar, a maior parte dos manuscritos era voltada para crítica, sátiras e conteúdos eróticos ou difamadores. Embora em números reduzidos, os periódicos chegavam a muitos leitores, passando de mão em mão, além de comumente serem afixados em locais públicos destinados à leitura coletiva. Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff no ISSUU. Saiba como comprar.     
Lançamento da Eduff resgata jornais feitos à mão no século XIXOrganizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira. Com tiragens mínimas, geralmente com apenas um exemplar, a maior parte dos manuscritos era voltada para crítica, sátiras e conteúdos eróticos ou difamadores. Embora em números reduzidos, os periódicos chegavam a muitos leitores, passando de mão em mão, além de comumente serem afixados em locais públicos destinados à leitura coletiva. Saiba como comprar.     
Comunicação Eduff: resultado da seleção de estagiários após recursoA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga o resultado, pós-recurso, referente ao processo seletivo destinado ao preenchimento de duas vagas de estágio interno não obrigatório para estudantes dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade da UFF. Os candidatos aprovados serão convocados, via email, para comparecer à Eduff para celebração do termo de compromisso, no dia 3 de abril, conforme consta no edital. Confira a relação final de candidatos aprovados, por ordem de classificação.    
Setor de Revisão da Eduff divulga resultado da seleção de estagiárioO Setor de Revisão da Eduff divulga o resultado da seleção para estágio interno não obrigatório destinado à seleção de estudante dos cursos de Jornalismo e Letras da UFF. O prazo para apresentação de recurso começa nesta sexta-feira, 23 de março, e vai até o dia 27 do mesmo mês. Confira a relação dos candidatos aprovados: 1.Layza Menezes Marques 2.Thainá da Silva C. Carungaba 3.Thaís Alessandra Souza Cardoso 4.Júlia dos Reis Rodrigues 5.Frederico Oliveira de Carvalho 6.Matheus de Castro Ramos Fialho 7.Flávio Vita de Carvalho
Comunicação da Eduff: resultado da segunda etapa da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados na entrevista, segunda etapa do processo seletivo de estágio interno não obrigatório. Os candidatos aprovados serão convocados por email para realização das provas nos dias 21 e 22 de março, na Eduff. Conforme edital publicado pele setor, todas as etapas do processo são eliminatórias e classificatórias. Relação de candidatos aprovados na segunda etapa da seleção: Júlia Lima Sestero Moreira Gomes Luísa Silveira de Araújo Paula Lemos Victoria Rohan Sarmento Lopes  
Comunicação da Eduff: resultado da primeira etapa da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados na primeira etapa do processo seletivo de estágio interno não obrigatório, destinado ao preenchimento de duas vagas para alunos dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade.  Os candidatos aprovados serão convocados por email para realização de entrevista e prova nos dias 20, 21 e 22 de março. Conforme edital, todas as etapas do processo são eliminatórias e classificatórias. Relação de candidatos aprovados na primeira etapa da seleção: Beatriz de Moraes Esteves Emanuelly da Silva Araújo Júlia Lima Sestero Moreira Gomes Luísa Silveira de Araújo Paula Lemos Victoria Rohan Sarmento Lopes    
Setor de Revisão da Eduff lança errata e prorroga inscrições para estágio internoO Setor de Revisão da Eduff publica errata ao edital de estágio interno 2018 para o preenchimento de uma vaga voltada a graduandos dos cursos de Letras ou Jornalismo. O documento, que altera o endereço de envio das inscrições, traz ainda um novo cronograma com prorrogação do prazo para aqueles que desejarem se candidatar à vaga. Os interessados terão de 14 a 15 de março para enviar os documentos listados no edital para estagio_revisao@eduff.uff.br. Confira e errata e o edital completo.  
Eduff seleciona estagiários de diferentes áreasA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) oferece quatro vagas de estágio para estudantes dos cursos de graduação em Estudos de Mídia, Jornalismo, Letras, Biblioteconomia e Documentação e Publicidade da UFF. A oportunidade faz parte do Programa de Estágio Interno promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Divisão de Estágio Interno.  Os interessados em concorrer às duas vagas destinadas a alunos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade deverão acessar o edital da Seção de Comunicação e Eventos e se inscrever entre os dias 8 e 16 de março pelo e-mail comunicacaoeduff@gmail.com.   Alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação da universidade podem se inscrever até 15 de março para se candidatar à vaga do edital do Setor de Editoração da Eduff. As inscrições serão aceitas pelo e-mail estagio_editoracao@eduff.uff.br. O Setor de Revisão da Eduff oferece uma vaga voltada a graduandos dos cursos de Letras ou Jornalismo. Os interessados terão de 12 a 13 de março para enviares suas inscrições para email revisao.estagio@eduff.uff.br.    Confira o edital da Seção de Comunicação e Eventos   Confira o edital de seleção Setor de Editoração   Confira o edital de seleção do Setor de Revisão  
Comunicação da Eduff divulga resultado da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados no processo seletivo para estagiários de Estudos de Mídia, Jornalismo e Produção Cultural. O período para apresentação de recurso tem início em 18 de março até 21 do mesmo mês. A lista a seguir segue a ordem de classificação dos candidatos. Estudos de Mídia 1º - Bia Póvoa do Canto 2º - Carolina Brandão Regis Moraes Jornalismo 1º - Eduarda Pereira Garcia 2º - Luísa Silveira de Araújo 3º - Mateus de Araújo Machado 4º - Juliana Soares Carrano 5º - Mayara Ramos Barcellos 6º - Fernanda Bastos Queiroz 7º - Maria Cristina Silva Ramos Produção Cultural Não houve candidatos aprovados. Atenção: Após o prazo para recurso, será divulgado um novo edital para seleção de estagiário de Produção Cultural.      
Venício Lima ministra aula inaugural do novo curso de Jornalismo da UFFO novo curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense, projetado de acordo com as diretrizes do MEC, inicia suas atividades com um evento marcante: a aula inaugural sobre "Mídia e crise política no Brasil", a ser proferida pelo professor Venício A. de Lima, um dos maiores e mais reconhecidos estudiosos do tema no país.   Sociólogo, professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado), colunista da Agência Carta Maior e ex-colaborador do Observatório da Imprensa, Venício é autor de diversos livros, entre eles Cultura do Silêncio e Democracia no Brasil e Regulação das Comunicações.   A aula inaugural trará para o debate a exposição do quadro atual em que vivemos e uma defesa da necessidade de um jornalismo que não se confunda nem se reduza somente às práticas da grande imprensa. Também serão analisadas as transformações pelas quais o jornalismo vem passando no mundo inteiro, que afetam o domínio exercido pelas grandes corporações de comunicação sobre o noticiário, e a conjuntura de crise política no país.   A aula magna será no dia 3 de maio (terça-feira), às 18 horas, no auditório Interartes, na Rua Lara Vilela, 126. A conferência será aberta a toda a comunidade acadêmica e a quem se interessar pelo tema.