Projeto de Extensão DescartUFF MEDescarte #ProexEmAção divulga o projeto de extensão DescartUFF MEDescarte coordenado pela professora Julia Peixoto de Albuquerque. Os impactos negativos ocasionados pela má gestão dos resíduos sólidos é cada vez maior. O aumento na geração de resíduos leva ao aumento dos custos para a coleta e tratamento do lixo, dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua destinação final, grande desperdício de matérias primas. As consequências do enorme volume de lixo gerado pelas sociedades modernas envolvem questões sanitárias e econômicas. O principal problema dos diferentes tipos de resíduos está relacionado à má gestão dos mesmos e à sua destinação final. A ausência de coleta adequada e de estações de tratamentos levam ao aumento da poluição, através da contaminação destes solos. Quando descartamos, junto ao nosso lixo doméstico ou via esgoto, restos de medicamentos, vencidos ou não, acabamos por aumentar os riscos da contaminação do ambiente – atmosférico, terrestre e aquático. Os medicamentos vencidos e descartados são considerados resíduos que apresentam riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Como consequências, temos intoxicação acidental de crianças e adultos; impactos na qualidade da água e solo; malefícios sobre a saúde pública; impactos negativos sobre a vida aquática – que acabam por levar a alterações no desenvolvimento de plantas, microrganismos e insetos. O Brasil ainda não possui uma regulamentação sobre o descarte, recolhimento, transporte e destinação adequados de resíduos domiciliares. Assim, é vital levar à população o conhecimento sobre quais as possíveis consequências do descarte inadequado de fármacos. Este projeto busca informar a população sobre o descarte de medicamentos e sua matéria-prima, focando na legislação e impacto ambiental envolvido nessas atividades.
O olhar do artista sobre o meio ambiente, XV edição, 3ª exposiçãoO projeto O olhar do artista sobre o meio ambiente é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, que consiste em uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente, percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Neste ano, a exposição percorre Rio Bonito, Niterói e São Gonçalo, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais. Cada exposição permanece em média quinze dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino. Isso pode resultar em discussões sobre os temas em salas de aula e também nas comunidades na temática relacionada ao assunto central do projeto - educação ambiental. Esses alunos, por sua vez, atuam como agentes multiplicadores, estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2019, o tema é Fauna Brasileira e busca abordar a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista expôs mais de 1200 obras e recebeu 22.814 visitantes.
A PROEX em parceria com o Horto - Viveiro e a Câmara Municipal de Niterói convidam para a exposição O Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente A PROEX em parceria com Laboratório Horto-Viveiro e a Câmara Municipal de Niterói, convidam para o XV Encontro UFF com o tema: Fauna Brasileira - O Olhar do Artista sobre o Meio Ambiente. A abertura do evento acontece no dia 30/08 às 18h e conta com visitas de Seg a Sex de 9h as 18h. O Evento ocorre no Salão Nobre Aluízio Albuquerque Silva do Valle e terá seu término no dia 18/09 Endereço: Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 - Centro. Niterói/RJ
Pesquisadores da UFF viajam à Antártica para estudar mudanças climáticas  Não é novidade que fenômenos de variação climática e de aumento da temperatura da Terra, como resultado de uma alteração no equilíbrio atmosférico, têm sido cada vez mais frequentes em todo o mundo. O que nem todos sabem é que outros eventos de transformações radicais na natureza também têm ocorrido, e com uma frequência preocupante, como a elevação do nível do mar e o esvaziamento de lagos. Esse tem sido o caso, por exemplo, do lago Boeckella, localizado na Antártica, local que tem sido frequentado por pesquisadores do Instituto de Geociências e de Física da UFF para investigar essas variações em âmbito planetário. Através de uma parceria com o Programa Antártico Brasileiro e outros centros de pesquisa estrangeiros, como o Instituto Antártico Argentino, algumas expedições são organizadas até a região durante períodos específicos do ano para coleta de dados geofísicos, oceanográficos e meteorológicos, além de amostras de água e de sedimentos do fundo marinho, de lagos, das geleiras etc. De acordo com uma das coordenadoras do projeto e do Laboratório de Processos Sedimentares e Ambientais da UFF, professora de Geografia Rosemary Vieira, “a ideia é produzir resultados que comprovem como o clima variava no passado e como ele está se comportando no presente”. Atualmente, o foco das pesquisas gira em torno do colapso do lago Boeckella. Em expedição realizada no início desse ano, a pesquisadora viajou até o norte da Península Antártica, a convite do Instituto Antártico Argentino, para estudar o local. Segundo Rosemary, “o esvaziamento do lago pode ser o primeiro caso deste fenômeno registrado na Antártica. Os esforços agora estão em realizar uma reconstituição dos eventos que levaram a esse desfecho, além de apurar suas causas, possivelmente associadas às mudanças climáticas e as consequentes alterações na área”. “A imensidão inóspita de gelo nos silencia e faz refletir o quanto somos pequenos e devemos respeitar e nos reintegrar à natureza”, Vanessa Costa Ainda de acordo com a Rosemary, estudar o fenômeno é importante não somente em nível local, mas também global: “As pesquisas realizadas na Antártica são de extrema relevância porque as alterações climáticas no continente influenciam diretamente nos padrões de temperatura e na incidência de chuvas na América do Sul e, por consequência, no Brasil. E a Península Antártica é uma das regiões com os maiores registros de elevação da temperatura nos últimos 60 anos, cerca de 3°C”. As alterações climáticas são cada vez mais perceptíveis e frequentes, para os pesquisadores brasileiros e também de outras partes do mundo que montam acampamento em solo antártico: “a precipitação em forma de chuva está aumentando, as temperaturas estão aumentando, os dias com temperatura acima de 0° C estão aumentando, muitas geleiras estão derretendo e de forma rápida”, enfatiza a geógrafa. Para a doutoranda da Geografia Vanessa Costa, que participa do projeto desde 2010, o trabalho coordenado pela professora Rosemary é um dos que tentam desvendar o quebra-cabeça do passado climático da Terra: “são muitos fatores que envolvem o clima e entendê-los se torna essencial no nosso contexto atual, onde eventos extremos estão realmente ocorrendo. As taxas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera chegaram a um nível nunca visto antes na história da humanidade. Extremos de frio, calor, chuvas e secas são incontestáveis e acarretam problemas sociais que comprometem populações inteiras. A Antártica parece estar muito longe das sociedades, mas ela é uma parte muito importante do sistema Terra, controlando a circulação oceânica e atmosférica do planeta”, ressalta. Integrar o projeto das expedições à Antártica é, para Vanessa, um grande aprendizado e também uma grande responsabilidade: “primeiro somos treinados pela marinha e fazemos uma bateria de exames. No navio polar temos um médico e um dentista, mas não tem hospital no continente e o resgate é demorado, caso necessário. Por isso, todo cuidado é pouco, principalmente quando estamos em terra trabalhando. Temos que cuidado onde pisamos, se estamos bem aquecido, se alguma parte da roupa molhou... Há casos sérios de necrose devido à umidade a ao frio extremo. Porém, segundo relatos de pessoas que participam há mais tempo das expedições, a Antártica está muito mais quente ultimamente”, acrescenta a aluna.   Já de acordo com Rosemary, um dos maiores desafios das expedições é ter que conviver com as baixas temperaturas, os ventos fortes e também o afastamento dos familiares. “Alguns países, inclusive, como o Chile e a Argentina, mantêm militares em suas bases com suas famílias por todo o ano. Nesses locais há escolas, correios, enfim, toda uma estrutura”, explica. Além disso, “cada expedição tem histórias únicas: tempestades intensas, barracas arrancadas do solo por fortes ventanias, inclusive com pessoas dentro...”. Por outro lado, segundo a professora, “também tem as visões maravilhosas das baleias saltando em frente ao navio, dos pinguins em suas colônias e do eclipse da lua. A cada momento, a Antártica proporciona uma mirada especial”. Os belos eventos da natureza a que a aluna e a professora assistem, nas suas viagens até o continente gelado, não parecem deixar dúvidas quanto à grandiosidade da vida e à urgência em repensar nossos modos de ser humanos: “a imensidão inóspita de gelo nos silencia e faz refletir o quanto somos pequenos e devemos respeitar e nos reintegrar à natureza”, conclui Vanessa.
Pesquisas da UFF avaliam possíveis impactos ambientais com a Construção do Terminal de Ponta Negra A instalação do porto e terminal petroquímico em Ponta Negra, no Estado do Rio de Janeiro, traz preocupações a respeito de possíveis desastres ambientais à região de Maricá. A obra, que no momento encontra-se embargada, foi objeto de estudo do mestrando em Defesa e Segurança Civil da UFF, José Maria de Castro Júnior e a doutoranda Marina Aires, do Programa de Pós-Graduação em Geografia, que desenvolvem suas pesquisas com o objetivo de avaliar as consequências negativas da construção para o meio ambiente e para a população. A licença prévia para a construção do porto foi concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em 2015. A comissão do instituto aprovou a construção por unanimidade, o que deu permissão para a empresa DTA Engenharia dar prosseguimento ao projeto. Moradores e ambientalistas dos municípios de Maricá e Saquarema, no entanto, sempre apresentaram resistência à realização da obra. Através do uso da modelagem computacional, José utiliza o software Sistema Base de Hidrodinâmica Ambiental (SisBaHiA) para analisar dois cenários possíveis do comportamento da pluma de óleo no mar. Um deles seria com condições de tempo normais, já o outro apresentaria a região exposta a uma frente fria, onde os ventos vindos do sudoeste deslocariam o petróleo até a costa. “O resultado dos cenários analisados indica que os ecossistemas presentes na região não resistiriam ao contato com o óleo, e sofreriam graves consequências com a chegada dos poluentes”, explica José Maria, que concluiu sua dissertação neste semestre. Além disso, é mostrado que os danos do petróleo se estenderiam também à economia local, visto que existem indústrias que se aproveitam dos recursos marinhos, em especial, a pesqueira. Esse estudo, segundo o professor Jorge Luiz Fernandes de Oliveira, orientador dos dois estudantes, também engloba a questão dos poluentes do petróleo que seriam evaporados. “O sistema usado na pesquisa simula as direções que estes gases podem seguir e quais seriam as áreas populacionais atingidas”, explica. O especialista enfatiza que um vazamento no terminal de Ponta Negra geraria séria poluição marinha da região. Desse modo, a pesquisa auxilia no controle dos danos causados, visto que analisa o comportamento do óleo no mar em caso de um eventual acidente. “O conhecimento produzido ao longo da pesquisa poderá auxiliar novas investigações acadêmicas relacionadas à problemática ambiental em grandes empreendimentos, bem como seus impactos sociais e a possíveis mudanças na legislação brasileira associadas à gestão de riscos”, Marina Aires. Já a doutoranda Marina, cuja pesquisa ainda está em andamento, explica que seriam vários os impactos ambientais na região em caso de um vazamento. “As principais consequências estariam relacionadas ao desequilíbrio da fauna e flora, pois haveria a contaminação do mar e, consequentemente, mortandade de peixes, contaminação dos crustáceos e outras espécies e até a extinção de algumas delas. Os pescadores da Praia de Jaconé e adjacências também seriam afetados, pois perderiam sua principal fonte de renda. Além disso, o potencial turístico de Maricá poderia ser prejudicado e consequentemente a economia local também; sem contar que próximo à Praia de Jaconé existem formações rochosas ("beachrocks" ou arenitos de praia) que foram registradas por Charles Darwin, em meados do século XIX, e que poderiam se deteriorar, extinguindo o patrimônio científico e cultural da região”. E, finalmente, a aluna alerta também para a questão da saúde dos moradores da região, que também pode ficar comprometida por conta dos processos de decomposição dos contaminantes. “A poluição marinha afetaria a população local, podendo desencadear doenças respiratórias, irritação cutânea e caso a população consuma alimentos e/ou beba água contaminada, poderá desenvolver problemas digestivo”. O professor Jorge Luiz acrescenta que haverá uma estocagem muito grande de combustível e óleo na região de Ponta Negra com um projeto de terminal desse porte. “Um vazamento no local geraria um sério problema - poluição marinha e nas praias. Isso é péssimo para o meio ambiente. E quanto mais rápido avisamos, mostramos para onde o óleo vai se movimentar, os órgãos ambientais responsáveis pela fiscalização, responsáveis pela contenção, poderão agir em caso de vazamento”, ressalta. Os pesquisadores afirmam que participar de um projeto dessa natureza, desenvolvido em uma universidade pública que busca contribuir para o bem-estar da sociedade é muito gratificante. “O conhecimento produzido ao longo da pesquisa poderá auxiliar novas investigações acadêmicas relacionadas à problemática ambiental em grandes empreendimentos, bem como seus impactos sociais e a possíveis mudanças na legislação brasileira associadas à gestão de riscos”, conclui Marina.
Exposição 3: O Olhar do Artista sobre o Meio Ambiente 2018A 3ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 17 de setembro em Niterói, no Laboratório Horto-Viveiro. A abertura ocorrerá às 18 horas, no endereço Av. Litorânea, s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. A exposição fica até o dia 20 de setembro. • ABERTURA: 17/09, 18h • VISITAÇÃO: segunda à quinta, 9h - 18h • ENDEREÇO: UFF Campus da Praia Vermelha. Av. Litorânea s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano, a exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Exposição 1: O olhar do artista sobre o meio ambiente 2018A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h. • ABERTURA: 03/08, 19h • VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h • ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 4 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores podendo estender esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
“Flora Fluminensis' de frei José Mariano da Conceição Vellozo – Documentos ganha nova ediçãoA Eduff  e o Arquivo Nacional lançam a reedição ampliada de “Flora Fluminensis' de frei José Mariano da Conceição Vellozo – Documentos”, publicada primeiramente pelo Arquivo, em 1961, no volume 48 da série “Publicações do Arquivo Nacional”. A obra traz documentos relativos à publicação da gigantesca "Flora Fluminensis", de do padre franciscano José Mariano da Conceição Vellozo (1742-1811), um dos principais naturalistas da América portuguesa. Concluída em 1790, a "Flora Fluminensis" só foi publicada postumamente, em 1825, e apresentava descrições e figuras de 1.640 vegetais brasileiros e muitas indicações ecológicas e nomes indígenas, representando um esforço notável para a época. O volume contém documentos sobre mineralogia, botânica e zoologia e papéis relacionados à publicação de outras floras: a brasiliensis, iniciada pelo naturalista bávaro Martius, e a paraensis. Entre os documentos referentes à publicação, também há ofícios de d. Rodrigo de Souza Coutinho tratando dos estudos de frei Mariano sobre salitre, quina e aguardente, remessas de livros e chapas de Lisboa, de estampas da obra "O fazendeiro do Brasil", compreendendo o período de 1797 a 1825. A edição inclui os capítulos "Naturalistas viajantes"; "Frades cientistas" e uma "Miscelânea" composta do projeto para a Academia Real do Rio de Janeiro e de documentos da Tipografia do Arco do Cego. A nova edição da Eduff e do Arquivo traz, ainda, textos de análise elaborados por Claudia B. Heynemann e por Begonha Bediaga, Marcos Gonzalez e Haroldo C. de Lima, que contribuem para a ampliação do conhecimento sobre frei Vellozo. Saiba como comprar. Saiba como comprar.  
Livro trata legislação ambiental brasileira, com linguagem simples e claraA preservação ambiental é um dos principais debates da atualidade. Seja pelo descaso do presidente americano, Donald Trump, em tratar assuntos referentes ao aquecimento global ou pelos constantes protestos da instituição Green Peace, preservar o meio ambiente – e meios de se fazer isso – é um dos tópicos mais comentados na sociedade contemporânea. Nesse contexto, o livro “Direito Ambiental e sua Atual Problemática” (Eduff, 2018) tem muito a contribuir para a discussão, trazendo novos temas sobre o ramo do direito ambiental, com uma linguagem esclarecedora e de fácil entendimento. Escrito por David Augusto Fernandes, a obra também apresenta práticas de conscientização para a proteção da natureza. Ao estimular pessoas de todas as áreas a entenderem mais sobre o tema, o lançamento da Eduff pretende que determinações legais, muitas vezes ignoradas pelo povo, possam ser compreendidas. Segundo o autor, a falta de acesso à legislação ambiental afeta consideravelmente o bem viver da natureza e pode provocar, até mesmo, malefícios e doenças para a sociedade. Além disso, a preservação do meio ambiente não diz respeito exclusivamente à qualidade de vida de outros animais e para além dos humanos. A natureza afeta o hábitat humano e, por consequência, o próprio indivíduo e sua perpetuação no planeta. Portanto, ao trazer tópicos importantes para a conservação de um meio ambiente sadio e livre de contaminantes, “Direito Ambiental e sua Atual Problemática” é uma leitura relevante, que contribui para grandes discussões atuais. Saiba como comprar.    
Parceria UFF e Projeto Grael aborda meio ambiente e energia A Universidade Federal Fluminense retoma parceria com o Instituto Rumo Náutico / Projeto Grael por meio do Projeto Barco Escola, vinculado ao “Programa de Extensão Multidisciplinar de Educação, Inclusão, Cidadania, Esporte, Cultura e Meio Ambiente – Ações Integradas Projeto Grael e UFF”. A ação tem como objetivo incentivar alunos das escolas públicas a ingressarem numa universidade. Discentes da UFF ministram aulas que abordam questões relativas ao meio ambiente (como o lixo encontrado na Baía de Guanabara e seus impactos) e à geração de energia. Os alunos têm, ainda, aulas de instrumentação ambiental. As atividades acontecem em três locais distintos: dentro da sede do Projeto Grael no bairro Jurujuba (Niterói), na universidade e também a bordo de um barco. Na Universidade, o projeto é coordenado pelo Prof. Márcio Cataldi, do Curso de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente. No Projeto Grael, a parceria é representada por Thiago Marques, coordenador de Meio Ambiente do Projeto. Durante as atividades, também é trabalhado o conteúdo pedagógico que os alunos aprendem em sala de aula para aumentar a motivação dos estudantes e popularizar a ciência. Cinco escolas de Niterói, Magé e Cachoeira de Macacu foram selecionadas para participar da experiência nesse semestre.
Meio ambiente: poluição na Baía de Guanabara é tema de estudo na UFFA Baía de Guanabara é caracterizada por uma junção de elementos geomorfológicos, físicos, químicos e ecológicos, além de pela influência humana dos municípios do entorno, que conferem a ela uma complexidade de interações muito ricas e específicas. No entanto, a urbanização desprovida de infraestrutura e saneamento básico tem degradado intensamente a qualidade da água desse ambiente, especialmente em virtude do lançamento de esgotos sem o devido tratamento. Na UFF, foi inaugurado em 2016 o Laboratório de Ecossistemas e Mudanças Globais (Lemg), cuja missão é priorizar estudos transdisciplinares relacionados aos efeitos das mudanças globais sobre os ecossistemas tropicais, inclusive na Baía de Guanabara. Seu foco principal é a Biogeoquímica, ciência que estuda os processos intermediados pela atividade biológica e liberam à atmosfera gases estufa de carbono. Nesse contexto, tem sido estudado especialmente ecossistemas aquáticos desde áreas interiores - como Amazônia e Pantanal - a lagoas costeiras, baías e regiões marinhas de plataforma na costa do Brasil. O Lemg reúne cerca de 27 alunos de iniciação de científica e da pós-graduação, além de professores de diferentes áreas das ciências da natureza, abrangendo Geografia, Biologia, Geofísica, Química e Engenharia, os quais são beneficiados por estrutura multiusuária para análise de CO2 e CH4 em uma central de referência na UFF (CADEstufa/UFF). O Lemg possui um grupo multidisciplinar envolvendo diferentes áreas das Ciências Naturais e da Terra de três grandes universidades do estado do Rio de Janeiro. Os professores e pesquisadores Luana Pinho (Uerj), Vinícius Peruzzi (UFRJ) e Humberto Marotta (UFF) mantêm uma parceria e realizam estudos sobre a produção e a emissão de gases de compostos capazes de intensificar o aquecimento da biosfera por efeitos estufa. A poluição é um agente que pode causar ainda mais problemas do que os já conhecidos”, Humberto Marotta. Nesta parceria, a UFF entra especificamente com a Central Analítica de Alto Desempenho para Determinação de Gases do Efeito Estufa (CADEstufa/UFF). Nessa central, são analisados os gases dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), compostos que apresentam a propriedade de intensificar o aquecimento global. A logística do projeto é gerenciada por professores responsáveis pelas análises de qualidade de água e outros parâmetros biológicos. De acordo com a professora da faculdade de Oceanografia da UERJ, Luana Pinho, além do reconhecido papel da queima de combustíveis fósseis e biomassa, são cada vez mais evidenciados os processos que liberam à atmosfera significativas quantidades de gases estufa a partir do aumento da decomposição de vastos estoques de matéria orgânica dos ecossistemas. “Regiões como a Baía de Guanabara são sítios preferenciais aos aportes de restos vegetais das florestas, que alcançam suas águas pela infiltração da água da chuva nos solos e pela contribuição direta de rios ou do escoamento superficial de água. A atividade de algas nas próprias baías pode representar outra importante fonte de fixação de gases estufa em matéria orgânica”, explica. Uma das ações do Lemg com foco de monitoramento é o Projeto Ecológico de Longa Duração da Baía de Guanabara, que vem sendo coordenado pelo professor Jean Valentin (UFRJ). Bimensalmente são realizadas coletas em dois pontos da Baía de Guanabara, um com mais influência de esgotos junto à Ilha do Governador e outro com maior troca de água com o oceano Atlântico em porção próxima do vão central da ponte Rio-Niterói. “Uma novidade é o início de monitoramento de 24 horas em um sistema totalmente contínuo, cujos testes foram de total êxito e seu início ocorrerá em 2018. Será o primeiro monitoramento de 24 horas em sistema contínuo diretamente da praia por meio de sistema de tubulações, visando avaliar os efeitos de longo prazo da poluição sobre a emissão de gases estufa à atmosfera”, esclarece o professor do Instituto de Geociências da UFF, Humberto Marotta. O sistema operacional coordenado pelo professor Humberto está sendo montado em colaboração com os professores Luana Pinho e Letícia Cotrim (ambas do Instituto de Oceanografia/UERJ) e do professor Vinicius Peruzzi (Instituto de Biologia/UFRJ) nas dependências do Hangar da Engenharia Naval da Ilha do Fundão (UFRJ). Para Humberto, esse estudo de qualidade da água e gases do efeito estufa permite diagnosticar os efeitos da poluição sobre o potencial de compostos que intensificam o aquecimento global. Dessa forma, pode-se gerar subsídios a governos e empresas sobre a temática. O professor afirma ainda que há dois impactos da pesquisa sobre o entorno da Baía: o primeiro é um confiável indicativo de qualidade da água da praia da Ilha do Fundão, que é crucial para determinar os usos de uma parte da Baía de Guanabara atualmente utilizada por uma população para fins de lazer, renda pesqueira ou de frutos do mar; o segundo é um melhor entendimento dos efeitos da poluição também sobre a emissão de gases do aquecimento global com implicações tanto locais, quanto de maior abrangência. Marotta finaliza relatando que os resultados parciais da pesquisa apontam um potencial papel social destes estudos. “A poluição é um agente que pode causar ainda mais problemas do que os já conhecidos. Para o futuro, nós pretendemos dar continuidade ao nosso projeto para obter resultados mais robustos”, conclui.
Fora da Estrada, Dentro da Floresta - semana de sensibilizaçãoA “Semana Fora da Estrada, Dentro da Floresta: I Semana de Sensibilização e Prevenção ao Atropelamento de Fauna Silvestre de Niterói” ocorreu no período de 6 a 10 de novembro de 2017. O evento, uma articulação da PROEX com a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói, está vinculado ao Projeto de Extensão “Fora da Estrada, Dentro da Floresta, coordenado pelo Prof. Sávio Freire Bruno. A Semana envolveu alunos de graduação e pós-graduação da UFF, alunos de ensino fundamental e médio da rede, profissionais pertencentes a diversas instituições relacionadas ao trânsito e ao resgate de fauna. Foram ministradas palestras com o Prof. Sávio Freire Bruno da Faculdade de Veterinária da UFF, com as mestrandas Márcia Tavares e Luiza Teixeira do curso de Engenharia de Biossistemas da UFF e a Bióloga Aline Moreno da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói. As atividades foram realizadas em diferentes locais, como a UMEI Doutor Paulo César Pimentel, Colégio Estadual Joaquim Távora, Auditório do Parque das Águas, Centro de Niterói e Sede do PARNIT/Parque da Cidade, onde ocorreram palestras, apresentação de vídeos, mostra de animais silvestres da região, distribuição de material informativo, exposição de fotos, dentre outras. Por conta do mau tempo não foi possível a realização da “Blitz Educativa Deixe a Fauna Passar”. A “Semana Fora da Estrada, Dentro da Floresta” representou um importante evento educativo, atingindo um público total de aproximadamente 900 pessoas e contando com a participação de profissionais de destaque em pesquisas sobre o tema atropelamento de fauna silvestre no município de Niterói, servindo, desta forma, com uma referência em ações educativas voltadas para a preservação da fauna silvestre.  
Práticas socioambientais em Enfermagem é tema de livro da EduffDiante das questões contemporâneas socioambientais, a coletânea “Práticas comunicativas socioambientais” (Eduff, 2017), organizada Marcela de Abreu Moniz, Vera Maria Sabóia, Donizete V. Daher e Rodrigo Leite Pereira, oferece reflexões sobre demandas urgentes relativas à formação pedagógica do enfermeiro para atuação como educador em saúde ambiental. A obra visa contribuir na prática, no ensino e na pesquisa em enfermagem e saúde pública, ao refletir sobre conceitos de cidadania, percepção, comunicação e responsabilidade do profissional frente aos riscos ambientais e seus impactos na saúde. O conjunto de textos permite ao leitor uma incursão a aspectos conceituais e metodológicos de práticas pedagógicas e conteúdos curriculares. “Práticas comunicativas socioambientais” pretende estimular o interesse de docentes, pesquisadores e estudantes na busca da melhoria das condições ambientais e de saúde de indivíduos e grupos assistidos em contextos de vulnerabilidade socioambiental. Saiba como comprar.    
Eduff lança nova edição de “Gente das Areias"Clássico da Antropologia Social, a obra “Gente das Areias: História, meio ambiente e sociedade no litoral brasileiro” ganha uma segunda edição, revista e ampliada, pela Eduff. Nesta obra, os antropólogos Marco Mello e Arno Vogel se unem para destrinchar os efeitos de uma grande matança de peixes em um vilarejo de pescadores na cidade de Maricá, no Rio de Janeiro. Na “luta do tostão contra o milhão”, como chamam os moradores, o drama social é contado a partir de um olhar sensível, que destrincha o que era, efetivamente, a vida “nas aldeias”. Assim, colocam em evidência o que nos passa despercebido durante o cotidiano, colocando o leitor como observador das diferentes paisagens que compõem a realidade dessas pessoas. Alinhando dados estatísticos a experiências empíricas, os pesquisadores concluem sua análise respondendo à seguinte questão: qual o papel do etnógrafo, quando a cultura e a economia das comunidades pesqueiras entram em conflito com os interesses do “progresso” e da especulação imobiliária? O texto que acompanha a orelha do livro é de Leopoldo José Bartolomé, professor emérito da Universidad Nacional de Misiones, na Argentina.   Como comprar  
"UFF SOS Comunidade vai à Escola" participa de EncontroO projeto de Extensão UFF SOS Comunidade vai à Escola participará, no dia 17 de outubro, do XII Encontro “O olhar do artista sobre o meio ambiente”, evento realizado pelo Laboratório Horto Viveiro (LAHVI), que acontecerá na Câmara Municipal de Niterói, localizada na Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625, Centro – Niterói, RJ . A exposição tem como objetivo utilizar a arte como meio para sensibilizar e educar os indivíduos sobre a crescente degradação do meio ambiente. O UFF SOS Comunidade vai à Escola levará para participarem do evento os alunos do 3º e 4º anos do Ensino Fundamental e duas turmas de aceleração da Escola Municipal Adelino Magalhães, localizada no bairro da Engenhoca. Neste ano, o projeto vem realizando atividades voltadas para a Educação Ambiental com os alunos. A participação na exposição visa à articulação do projeto com outras ações da UFF que tratem da mesma temática. O evento acontece, entre 10h e 12h, com as turmas de 3º e 4º anos. E entre 14h e 16h com uma turma do 4º ano e duas turmas de aceleração. Aproximadamente 40 alunos participarão em cada turno, num total de 80.  
Conferência Internacional em Sustentabilidade ambiental, econômica, social e cultural – Onsustainability 2017 Conferência Internacional em Sustentabilidade ambiental, econômica, social e cultural – Onsustainability 2017 - no Nab O Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Água – NAB – UFF, sediará um dos mais importantes eventos internacionais em sustentabilidade, a Onsustainability 2017 Conference no período de 19 a 21 de janeiro de 2017.  A Conferência estará aberta às áreas ambiental, cultural, econômica e social. Esta conferência tem a UFF como organizadora e a Prefeitura de Niterói como apoio. A Conferência, em inglês, está organizada em sessões plenárias e sessões paralelas. As plenárias serão realizadas no auditório do NAB e as sessões paralelas, no Instituto de Computação, vizinho ao NAB. Os trabalhos poderão ser apresentados na forma de workshops / sessões interativas, posters / exposições, colóquios, ou palestras relâmpago (lightning talks) virtuais. O prazo para a apresentação de trabalhos é 19/10/2016. Outras informações podem ser obtidas no site http://onsustainability.com/2017-conference, ou junto à secretaria do NAB, tel. 21 3674- 7624  Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-email: onsustainability2017@gmail.com A Onsustainability 2017 Conference é uma grande oportunidade para a comunidade acadêmica da UFF assistir, apresentar trabalhos e estabelecer parcerias internacionais.
Torben Grael: um campeão da vela focado na inclusão socialCom cinco medalhas olímpicas em sua carreira como velejador, entre elas duas de ouro, Torben Grael está pronto para mais uma competição, os Jogos do Rio 2016, no período de 5 a 21 de agosto. Além do histórico vitorioso como atleta, Torben é um dos idealizadores e fundadores do Projeto Grael, que busca promover a inclusão de jovens estudantes de escolas públicas no esporte da vela e inseri-los no mercado de trabalho do setor náutico. O bicampeão olímpico na categoria Star se formou em Administração na UFF nos anos 80. Em entrevista realizada na sede do Projeto Grael, no Instituto Rumo Náutico, em Jurujuba, Niterói, o atleta falou da importância da formação acadêmica em sua carreira esportiva, do projeto que leva o seu sobrenome e da importância da UFF no desenvolvimento desportivo e nas competições olímpicas. Ele também manifestou suas preocupações quanto à realização dos Jogos e falou das consequências que espera a partir do evento internacional. Como surgiu a ideia do Projeto Grael? O instituto começou como uma escola de vela. A primeira coisa que foi identificada é que apesar de Niterói ser uma cidade litorânea cheia de praias, boa parte das crianças não sabe nadar adequadamente para ir velejar. A ideia do projeto veio de uma reunião em 1996 entre o Marcelo Ferreira (proeiro de Torben, integrante da dupla que conquistou as duas medalhas de ouro nos Jogos), o Lars (Grael, irmão de Torben, duas vezes medalhista de bronze nas Olimpíadas de Seul e Atlanta, também na vela, na classe Tornado) e eu. Começou a funcionar em 1998, na praia de Charitas, até 2004, quando viemos para essas instalações em Jurujuba. Já são 12 anos contínuos de obras de modernização aqui. O Axel (Grael, também irmão de Torben e vice-prefeito de Niterói) teve um papel muito importante na parte profissionalizante e ambiental. Existe alguma parceria do Projeto Grael com a UFF? A gente tem várias parcerias com a UFF, que vão mudando ao longo do tempo (segundo a gerente executiva adjunta do Projeto Grael, Joana Alves Dutra, existe um convênio com a UFF há mais de 10 anos, mas no momento não há nenhuma parceria ativa. O projeto recebe muitos alunos da universidade como estagiários, nas áreas de Biblioteconomia, Biologia e Assistência Social, por exemplo). Como você acha que a graduação em Administração na UFF influenciou na sua carreira de esportista? Bom, na época em que comecei, a gente fazia tudo. Gerenciávamos nossa própria carreira, o contato com patrocinadores, eventos, planejamento de campeonatos. Era diferente de hoje, que temos a confederação, que, junto aos patrocinadores, apoia os atletas, ajuda no planejamento e tudo o mais. Administração é uma formação como o Direito: são profissões muito úteis no dia a dia, mesmo que você não trabalhe numa grande empresa. Para a criação do Projeto Grael, sua formação acadêmica também teve importância? Sim. Eu também tive um estaleiro, construí barcos para competição durante bastante tempo. Foi até em um período em que eu ainda estava estudando. Depois, no Projeto Grael, a gente acabou usando bastante desse conhecimento da universidade, também. Na situação contrária, você acha que o esporte ajudou na sua formação acadêmica? Ajudou muito, porque o esporte tem muitos valores importantes como disciplina, determinação, assistência, planejamento. E todos eles têm algo em comum com a Administração. Então ajuda bastante sim. Além de você, sabemos que sua filha também fez um curso na UFF. Você poderia falar um pouco da ligação da família Grael com a universidade? Eu entrei na UFF em 1978. Minha esposa (Andrea Soffiatti Grael, velejadora e mestre em Veterinária) também é formada pela UFF. Ela entrou depois de mim, mas se formou antes (risos). Aí entrou o Marco, para fazer Administração, e depois a Martine, fazendo Engenharia Ambiental (Marco e Martine são filhos do casal). No momento os dois estão com matrícula trancada devido à campanha olímpica para os Jogos do Rio. Qual a sua expectativa para as competições de iatismo nas Olimpíadas? Essa é uma pergunta muito difícil e muito fácil ao mesmo tempo (risos). Acertar o resultado é difícil. É muito complicado de mensurar, depende de várias condições, da água, do vento... Mas a minha expectativa é de manter a tradição da vela olímpica no país e trazermos mais uma medalha para o Brasil. O que tem a dizer sobre todos esses problemas estruturais e de segurança que a cidade teve na preparação para os Jogos do Rio? Teve não, continua tendo, mas não foi só o Rio de Janeiro que enfrentou dificuldades. A Grécia teve problemas semelhantes aos nossos e mesmo assim a olimpíada realizada lá em 2004 foi bem bacana. A Grécia teve problemas também com poluição? Não, poluição não, mas houve muitos problemas com as instalações. Ficou muita coisa abandonada lá e teve uma crise grande no país depois dos Jogos Olímpicos. Aqui a gente já se adiantou e fez a crise logo antes (risos). Parte dos nossos políticos não se importa muito com essa questão ambiental. Então, obviamente, o problema foi relegado ao segundo plano. Não foi feito absolutamente nada em relação a essa questão. E sobre aqueles barcos que estão fazendo recolhimento do lixo na Baía de Guanabara? Na minha opinião, isso é uma ação pontual, que vai acontecer para os Jogos e depois vai ser interrompida. Até porque, atualmente, o governo do Estado do Rio não vem realizando o pagamento desses trabalhadores. Então, um finge que paga, o outro finge que trabalha e nada muda. Então, nos jogos vamos contar com a sorte? Para a Olimpíada, o problema da qualidade da água vai ser resolvido com o uso daquelas bactérias que consomem material orgânico. Aí, vai dar uma aparência de limpeza para a água. Só que esse processo custa muito caro e não é uma solução definitiva. Ninguém pode ficar jogando bactéria na Baía de Guanabara o tempo todo. Aquilo vai ser feito "para inglês ver", literalmente, e depois volta a ficar como sempre foi. O mesmo vai acontecer em relação ao lixo. Devem ser utilizadas aquelas barreiras de contenção para os detritos da superfície não chegarem à área das provas, mas isso também é temporário. Em sua opinião, qual é a solução? A solução definitiva é dar um destino correto ao lixo. São vários municípios no entorno da baía, além das cidades cujos rios deságuam nela, que não possuem coleta adequada. Esses dejetos são despejados principalmente em áreas ribeirinhas, na beira dos canais e dos rios, que também não têm coleta de esgoto. Isso tudo vai parar nessas águas e, quando chove, o lixo vem para onde? Para a Baía de Guanabara. A Companhia Águas de Niterói aumentou muito a rede de esgoto, mas utiliza o sistema de tratamento apenas no tempo seco. Então, fazer propaganda de que faz 100% do tratamento não é correto. Essa porcentagem é de quando não chove. Quero dizer, quando chove não tem tratamento de nada e 100% do esgoto vai para a água. Além disso, não é levado em consideração o lixo de toda a “cidade informal”, apenas da “cidade formal”. Não é muito diferente do que se fazia, hoje só não se vê o esgoto correndo na rua. Vai tudo para o mesmo lugar de antes, mas ninguém percebe porque sai num emissário debaixo d’água. O Projeto Grael procura despertar uma consciência ambiental nos estudantes? Desde que a gente veio para essa sede, o Axel implantou essa vertente ambiental no projeto, que é importante. Mas o simples fato de o aluno ir para a água já traz uma conscientização muito grande. Fora d’água ele não é afetado, mas quando está lá, vendo a imundície, o lixo agarrando no barco, ele já vai se conscientizando. Porém, temos aulas sobre meio ambiente e ações de limpeza de praia em grupo. Há várias iniciativas nesse sentido. Você podia falar um pouco mais do projeto? Ele propõe a preparação esportiva das crianças. Então, a primeira coisa que se ensina é a natação. Depois vem a iniciação à vela e outros cursos mais avançados. Paralelamente, temos uma área profissionalizante, voltada para despertar o interesse deles para profissões ligadas à área náutica: carpintaria, mecânica, trabalho com fibra de vidro, capotaria elétrica... Mais ou menos quantas crianças vocês atendem aqui? Atendemos em torno de 350 crianças por semestre, tanto na parte da vela, quanto nas outras áreas relacionadas. Trabalhamos em dois turnos, de manhã e de tarde, no período oposto ao da escola. O projeto tem algum foco especial na preparação de jovens carentes? Como a pessoa que tem recurso pode frequentar um clube, a gente tenta atingir quem não pode. E como normalmente quem tem recurso no nosso país frequenta escola privada, a maneira que a gente encontrou foi direcionar o projeto para a escola pública. Se não atingirmos o número de interessados, abrimos vagas para escolas privadas, mas nunca aconteceu. Quanto à questão financeira, a vela não é um esporte caro? Para a prática do esporte, não é preciso ser sócio de clube e nem dono do barco, só é necessária a oportunidade de aprender o bastante para chegar a um nível alto o suficiente para ser convidado a fazer parte de uma tripulação. Um barco de oceano médio tem de seis a dez tripulantes e normalmente só uma pessoa é dona da embarcação. Então, o problema é juntar uma ponta com a outra, o dono do barco com bons tripulantes, o que não é fácil conseguir. Hoje a vela é basicamente um esporte de classe média. São muitos clubes no Rio de Janeiro que têm esse tipo de modalidade? Só aqui na enseada são seis clubes. Têm mais dois no Rio, no bairro da Urca, e mais três clubes em outros locais da orla da baía. Então, tem bastante, sim. O papel dos clubes no Brasil é forte no esporte da vela. Acho que até um dos motivos do sucesso do esporte aqui é a boa infraestrutura de clubes. A diferença é que a gente não tem muito acesso público, de escolas públicas. O projeto começou até com o intuito de mostrar que o espaço ocupado pela vela pode ser imensamente maior do que é hoje. Não tem nada de errado com a estrutura de clubes, o que falta é a estrutura fora deles. A parte profissionalizante do projeto é toda voltada para a náutica? Sim. A náutica normalmente remunera muito bem, se você é um bom profissional. Se mantivermos esses jovens mais tempo ligados conosco, fica mais fácil de se fazer o link entre eles e os clubes. Daí eles podem ser encaixados em tripulações e trabalhos na área. Quando começamos como escola de vela, eles aprendiam a velejar. Mas se não tinha como continuar velejando profissionalmente, acabava virando uma frustração. Dessa maneira a gente acaba infiltrando muita gente no esporte, o que é muito bacana.
Livro discute impactos ambientais ocultos na carne e nos laticíniosDe força produtiva a alimentação, o boi está presente na cultura brasileira desde 1534, quando foi trazido pelos portugueses durante o processo de colonização. Este é o ponto de partida utilizado pelos professores Flavio Moutinho e Sávio Bruno no novo livro da Eduff, "Se não fosse o pé do boi". O livro discute questões sociais, políticas, econômicas e ambientais que se relacionam ao uso do gado em seus mais variados papeis. Inserida direta ou indiretamente no cotidiano brasileiro, a pecuária também é associada à degradação ambiental. As áreas de pastagem são resultado do desmatamento, o que causa improdutividade da terra e desequilíbrio climático. No entanto, segundo os autores, o problema não está no gado, mas sim no modo utilitarista como o ser humano enxerga a natureza, explorando seus recursos até que a degradação seja quase irreversível. Sobre os autores Flavio Fernando Batista Moutinho é professor adjunto do Departamento de Saúde Coletiva Veterinária e Saúde Pública na Universidade Federal Fluminense (UFF).  É doutor em medicina veterinária pela UFF e mestre em ciência ambiental, pela mesma instituição.  Sávio Freire Bruno é professor do curso de graduação em Medicina Veterinária da UFF, e ministra as disciplinas Zoologia, Medicina de Animais Silvestres e Deontologia e Legislação Médico-veterinária. Participa do Programa de Clínica e Reprodução Animal e do Programa de Mestrado em Engenharia de Biossistemas (PGEB), na disciplina de Ecologia Avançada, ambos também na UFF. Doutor pela Escola Superior de Medicina Veterinária de Hannover em cooperação com o Centro de Primatas Alemão (DPZ, Göttingen), leva em sua trajetória múltiplas formações direcionadas às áreas de biologia, veterinária e planejamento e ciência ambiental. --> Como comprar  
Pesquisa da UFF soluciona contaminação de represa O professor Julio Cesar de Faria Alvim Wasserman, do departamento de Análise Geoambiental da UFF, foi convidado, em 2008, pela Associação Mico Leão Dourado (http://www.micoleao.org.br/)  para fazer a medição da qualidade da água na represa Juturnaíba –  fonte de abastecimento para a Região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro.  A Associação, organização não governamental (ONG), que atua na preservação e recuperação das populações dessa espécie de primata, está localizada na bacia de drenagem da reserva biológica de Poço das Antas, margeada pelas águas dos afluentes da Juturnaíba. O convite ao pesquisador da UFF partiu da preocupação da entidade com a saúde de mais de mil micos leões dourados que fazem uso dessa fonte de recurso hídrico.  Após os primeiros estudos das amostras coletadas no local, detectou-se a presença de alumínio na água.  A situação alarmou o especialista principalmente porque esse elemento químico quando dissolvido em água pode provocar a doença de Alzheimer.  E a procedência dessa contaminação não era conhecida até aquele momento. A medição era realizada, semanalmente, nas concentrações de metais pesados e nutrientes da represa Juturnaíba. A pesquisa identificou a poluição pelo alumínio, o que levou a equipe, rapidamente, a tentar descobrir a origem dessa contaminação. “Nós aventamos a possibilidade de que houvesse uma lixiviação dos efluentes das estações de tratamento de água da região”, narra o professor. Por isso, as duas estações de tratamento, ETA Juturnaíba (http://www.grupoaguasdobrasil.com.br/aguas-juturnaiba/agua-e-esgoto/eta/) e Prolagos (http://www.prolagos.com.br/sistemas-de-tratamento-e-distribuicao-de-agua/), presentes na margem da represa, tiveram os seus processos de tratamento analisados. Embora em outros países o lançamento desse resíduo no próprio ambiente seja proibido, no Brasil é uma prática frequente”, ressalta Walsserman. Chegou-se a conclusão que o sulfato de alumínio como insumo principal poderia ser empregado para a purificação da água. E, no final do processo de tratamento, esse mesmo sulfato seria lançado juntamente com lodo e sujeira na margem da própria represa. De acordo com o pesquisador “é um processo até curioso, porque eles retiram os sedimentos da água da represa e jogam essa sujeira dentro da própria represa, funcionando como um ciclo. Porém esse ciclo não é sustentável e nem consistente: “Enquanto estão limpando a represa, também estão jogando resíduos dentro dela.  Chegará uma hora em que a represa ficará tão suja que não poderão retirar mais aquela água.” completa. Com a possibilidade da água contaminada chegar às residências,  a comunidade local foi alertada para o perigo do Alzheimer.  Uma pessoa que consumir a água com esse elemento químico durante 40, 50 anos tem mais chance a contrair a doença do que aqueles que a ingerem durante um curto período de tempo. Aliado a esses fatores, o indivíduo geneticamente propenso, provavelmente, com a exposição em longo prazo, manifestará precocemente a doença. “Nossa preocupação é porque a expectativa de vida está aumentando, é de 75 a 80 anos, então, por isso, a gente ouve falar do Mal de Alzheimer mais hoje do que há 30 anos quando a expectativa era de 60 a 65 anos. Se você vive mais tempo, o nível da exposição ao alumínio aumenta também.” Após esta constatação, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que chefia a reserva biológica de Poço das Antas, se juntou com o Ministério Público e com o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) para dimensionar a contaminação. Um documento foi emitido solicitando as empresas de água Prolagos e Águas de Juturnaíba que fizessem um estudo das pilhas de rejeitos lançadas na margem da represa.  Foi pedida a verificação dos resíduos passivos ambientais quanto a sua estabilidade, buscando o esclarecimento da química dos rejeitos. Segundo as estações de tratamento da água, o sulfato de alumínio é quimicamente estável à beira da Jaturnaíba.  Não se espalha para a coluna d’água. Entretanto, através da análise de medição da qualidade da água no local, foi detectado que, em determinadas condições, o sulfato de alumínio pode não ficar retido, espalhando-se por toda a represa. Os responsáveis pelas estações de tratamento procuraram, inicialmente, o professor Julio Wasserman para elaboração de um orçamento para uma solução – retirada ou contenção – da pilha de rejeitos. Orçado em 700 mil reais, as empresas consideraram alto o custo da operação e não efetivaram o projeto. “Embora em outros países o lançamento desse resíduo no próprio ambiente seja proibido, no Brasil é uma prática frequente”, ressalta o pesquisador.  As estações de tratamento lançaram durante 30 anos uma pilha de rejeitos criando uma espécie de alagado na margem da represa, próximo à estação, onde estava contaminado com alumínio. Com a identificação da quantidade de rejeitos contaminados e a possibilidade de sua disseminação para o restante da represa, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), o INEA e o Ministério Público proibiram, em 2009, o despejo de rejeitos feito pela represa de Juturnaíba. Projeto da análise de rejeitos Como o professor Júlio já havia preparado um projeto de análise da pilha de rejeitos, incluindo uma solução, este foi então submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), que aprovou e financiou em grande parte através do programa Pensa Rio.  A partir do financiamento da FAPERJ, em 2011, a proposta se tornou um projeto de departamento. Criou-se um laboratório, estabeleceram parcerias e alunos bolsistas integraram o grupo para a análise da pilha de rejeitos. O coordenador Julio Wasserman  explica detalhadamente os procedimentos necessários para a análise : “As amostras, chamadas de testemunho, são levadas primeiramente para o laboratório no campo. São abertas com um aparelho chamado glove bag (sacola-luva), que fica hermeticamente fechado e preenchido com nitrogênio. Com luvas, manipulo o testemunho dentro do glove bag, vou abrindo e colocando as amostras dentro de frascos para evitar qualquer contato com o ar que possa modificar as características físico-químicas do sedimento. Depois disso, encaminho esse material ao laboratório. Faço a liofilização, secagem a temperaturas ultra baixas sem alterar a amostra, e analiso-as”, conclui. Para a realização da análise, o coordenador do projeto Julio Cesar Wasserman, conta com a parceria de outras três companhias, além da participação do professor Wilson Machado, do Instituto de Geoquímica da UFF: a Embrapa Solos, através do diretor Daniel Vidal Peres; Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), com a diretora Maria Angélica Vergara Wasserman, e com o Instituto Federal Fluminense de Quissamã (IFF), por meio do professor Renato Barcelos. A equipe não se deteve apenas nesse estudo.  O projeto também buscou coletar sedimentos ao longo de toda a represa. Coletaram sedimentos do seu entorno e da superfície, com um equipamento chamado Busca Fundo, do tipo van veen. Essa ação foi necessária para saber se os rejeitos estavam se espalhando para a represa. “As concentrações de rejeitos na pilha são muito altas, mas, felizmente, não se espalharam para o restante da represa”, ressalta Julio Wasserman. Além de alcançar o objetivo inicial do projeto, ou seja, reconhecer se o resíduo era quimicamente estável ou não, foi, também, proposta uma solução economicamente viável para o problema. Calculou-se, primeiramente, a necessidade de realizar 10 mil viagens de caminhão para a retirada completa dos rejeitos. Isto não só geraria um alto custo como também liberaria toxinas com a movimentação da lama, causando um impacto no ecossistema.  A construção de uma espécie de barragem com chapas metálicas foi a solução encontrada, como explica o coordenador: “ A pilha de rejeitos estava depositada em uma minienseada  da represa. Assim, optamos por colocar chapas no sedimento para isolar essa pilha. Com isso, não estarão mais em contato com a água da Juturnaíba. Finalmente, fizemos a sobreposição das chapas no solo para o plantio de uma vegetação simplificada, evitando, assim, que essa pilha de substratos ultrapassasse a barreira”. Segundo Julio Wasserman, o resultado final do projeto atendeu totalmente seu objetivo, isto é, identificar se o resíduo encontrado na represa era quimicamente estável ou não. Além disso, conseguimos reter a poluição daquele sistema de uma forma  economicamente viável, conclui o professor. No mês de maio, ele apresentará sua tese de doutorado sobre o tema, no departamento de Geoquímica do Instituto de Geociências da UFF.
I Seminário de Políticas Públicas e Meio AmbienteO presente evento tem como desiderato trazer à luz discussões, projetos de pesquisas, experiências e reflexões que tenham relação com a temática “Políticas Públicas e Meio Ambiente”. Serão 8 Grupos de Trabalhos discutinho temas relevantes para o Meio Ambiente. GT 1 – GERAÇÃO DE ENERGIA, POLUIÇÃO AMBIENTAL E RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS. GT 2 – POLÍTICAS PÚBLICAS E NOVOS PADRÕES DE GOVERNANÇA AMBIENTAL. GT 3 – POLÍTICAS PÚBLICAS E SANEAMENTO AMBIENTAL. GT 4 – QUESTÕES E CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS NA AMÉRICA LATINA  E NOVOS DIREITOS. GT 5 – INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E SUSTENTABILIDADE. GT 6 – ANÁLISE, AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS GT 7 – A ATUALIDADE DE MARX: TRABALHO E CAMPESINATO GT 8 – SUSTENTABILIDADE CORPORATIVA E SUA EVIDENCIAÇÃO Datas Atividades 04/03 a 30/04 Submissões 08/05 Resultados 09/05 a 25/05 Inscrições 08/06 Evento Programas Envolvidos: PGTA - Programa de Pós-graduação em Tecnologia Ambiental (Volta Redonda) PPGA - Programa de Pós-graduação em Administração (Volta Redonda) PPGDC - Programa de Pós-graduação em Direito Constitucional (Niterói) PPGSD - Programa de Pós-graduação em Sociologia do Direito (Niterói) Coordenadora Geral: Profa. Dra. Ana Alice De Carli (anacarli@id.uff.br) Organizadores: Profa. Dra. Ana Alice de Carli Prof. Dra. Fabiana Soares dos Santos Prof. Dr. Murilo Alvarenga Oliveira Prof. Dr. Pedro Curvello Saavedra Avzaradel Coordenadora do Cerimonial: Nilza Mendes Machado Coordenador de Tecnologia: Eduardo de Lima Pinto Carreiro Coordenador das Inscrições de Ouvintes: Túlio Vieira de Almeida Equipe Responsável pelo Credenciamento: GEMADI e LAGOS Equipe Responsável pela Emissão de Certificados: GEMADI Equipe Responsável pela recepção dos palestrantes e pelo Coffee Break: NEDC