Livraria Icaraí recebe lançamento do livro “Conscientização sobre o uso de inseticidas”Raul Apolinário, Denise Feder e Suzete Araújo lançam “Conscientização sobre o uso de inseticidas”, da Editora Appris, na quinta-feira, 19 de dezembro, na Livraria Icaraí. O lançamento, com noite de autógrafos tem início às 17h. Na obra, os autores analisam a relação entre insetos e medidas de controle químico e refletem sobre a utilização de inseticidas ao longo das gerações e seus evidentes impactos ambientais. O livro expressa um grande potencial em questões de ensino, já que aborda os conteúdos com uma linguagem informativa e didática. Sobre os autores: Raul Apolinário é atualmente aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciências e Biotecnologia da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Entomologia, com ênfase no estudo do controle de pragas agrícolas pela utilização de óleos essenciais e nanoemulsões. Denise Feder é graduada em Ciências Biológicas, mestre e doutora em Biologia Celular e Molecular pela Fundação Oswaldo Cruz. Atualmente é professora da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Parasitologia, com ênfase em Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores. Suzete Araújo é professora associada da Universidade Federal Fluminense. Possui Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Gama Filho, Mestrado e Doutorado em Biologia Parasitária pela Fundação Oswaldo Cruz e Pós- Doutorado em Bioquímica Celular pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Mariana Baltar lança "Realidade lacrimosa" pela EduffCaracterizado pelo caráter racional e analítico da realidade, o documentário pode também apresentar traços afetivos, íntimos e muitas vezes sentimentais de histórias cotidianas. Em “Realidade lacrimosa” (Eduff, 2019), Mariana Baltar aborda a tendência do documentário latino-americano contemporâneo de incorporar à construção da narrativa o melodrama e as histórias de vida de pessoas comuns. A análise se desenvolve a partir da análise de filmes brasileiros bem conhecidos do público: Ônibus 174, Um Passaporte Húngaro, Peões, A Pessoa é para o que nasce, Estamira e Edifício Master. O lançamento, com noite de autógrafos, será no dia 29 de outubro, às 19h, na Blooks Livraria, em Botafogo.   Mais do que histórias privadas, os documentários analisados trazem questões sintomáticas da contemporaneidade, como o debate do público e do privado. Por meio de conceitos-chave, como personagem, autoperformance, intimidade, memória e subjetividades midiáticas, o processo de autoexposição da intimidade é questionado. Como equilibrar o caráter documental e o excesso melodramático das performances?   Para isso, a autora buscou narrativas em que a apropriação do melodramático desestabiliza lugares tradicionais de legitimidade. Ela partiu da hipótese de que os filmes que mais chamam a atenção do público são aqueles que apresentam cenas de conversas e confissões de dramas íntimos que promovem a sensação de uma intimidade partilhada.   Nos seis documentários analisados, a narrativa está centrada em dramas íntimos compartilhados por meio de depoimentos dos personagens. Para a autora, quanto mais se consolida a sensação de intimidade, mais se acredita na realidade documentária do filme. Como no caso de Eduardo Coutinho, diretor de dois dos documentários analisados, que costuma pedir para que os personagens cantem para as câmeras. “Não é a beleza das performances musicais que está em jogo, mas a sua força enquanto símbolo e, principalmente, enquanto exposição de uma vulnerabilidade frente ao olhar público da câmera. Tal vulnerabilidade ativa o jogo de empatias próprio do melodrama, aproxima afetiva e passionalmente espectadores de personagens, sentimo-nos compartindo intimidades”, explica Baltar.   Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff no ISSUU. Saiba como comprar.  
Bóris Maia lança “Vida de Escola”, na Travessa de BotafogoO que caracteriza uma boa escola, um bom professor e uma boa aula? É a essa questão que o novo livro da Eduff, “Vida de escola”, se propõe a responder. A partir de uma pesquisa antropológica em escolas públicas cariocas, Bóris Maia examina o lugar do carisma na construção da autoridade do professor em sala de aula. O lançamento, com noite de autógrafos, será em 1 de outubro, às 19h, na Livraria da Travessa, em Botafogo. A obra demonstra como prevalecem, nas escolas brasileiras, tradições repressivas e inquisitoriais que legitimam os privilégios de uma sociedade desigual. A universalização da educação pública – e a exigência, por lei, de crianças estarem matriculadas em escolas – não resultou em processos de inclusão e democratização. Sobre o autor Bóris Maia é pesquisador do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitor (INCT-InEAC) e do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas (Nufep). Doutor e mestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense. Graduou-se em Ciências Sociais pela mesma universidade. Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar.    
Professor Paulo Pires, da Faculdade de Educação, lança livro intitulado "Residência Pedagógica em Ciências Sociais"Sobre o livro Esta obra reúne uma grande pluralidade de pontos de vista sobre o ensino de Sociologia Escolar, a Formação de Professores e o Currículo, procurando pôr à disposição do leitor uma reflexão fundamental para pensar o cotidiano da escola básica brasileira. Os textos demonstram a urgência por uma formação de professores de Sociologia Escolar capazes de proporem uma nova prática pedagógica crítica e reflexiva, que subverta a educação eurocêntrica e formem novas gerações que compreendam a diversidade e as diferenças na sala de aula e para além dela. As reflexões sistematizadas nessa obra apresentam um caráter inconcluso, embora colaborem para as decisões sobre cursos de formação de professores e valorização da docência enquanto mediação para superação dos problemas do cotidiano da escola básica brasileira. Sobre o organizador Paulo Pires de Queiroz é Cientista  Social formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com PhD em filosofia e humanidades pela Columbia Pacific University (EUA). Atua como professor e pesquisador do quadro permanente, no departamento Sociedade, Educação e Conhecimento da UFF (SSE/FEUFF); Professor e Pesquisador no Mestrado Prossional de Diversidade e Inclusão e no Doutorado Acadêmico em Ciências, Tecnologia e Inclusão do Instituto de Biologia da UFF e Professor e Pesquisador no Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico de Ensino em Biociências e Saúde (IOC) da FIOCRUZ.   Além da data citada, o livro também será lançado no dia 27 de setembro, às 18h, na Livraria Travessa. Endereço: R. Sete de Setembro, 54 - Centro, Rio de Janeiro
Antônio Moreno lança “Cinema, infância e religiosidade na Espanha franquista” pela EduffA partir da análise de filmes espanhóis, do período de 1950 a 1970, o professor cineasta Antônio Moreno analisa alguns dos principais temas da atualidade em “Cinema, infância e religiosidade na Espanha franquista”, que acaba de ser publicado pela Eduff. O lançamento, com sessão de autógrafos, será em 19 de setembro, na Livraria Icaraí, em Niterói. Na obra, a relação entre religiosidade e cinema é apresentada por meio da investigação de “El Pequeño Ruiseñor” e “Marcelino Pan y Vino”, dois dos filmes de uma filmografia que ficou conhecida, na Espanha, como “Cine com niños”. A partir dessas duas obras, Moreno demonstra como o discurso religioso pôde atuar, em paralelo no comportamento com a ideologia política, de forma contundente, exercendo influência nos caminhos da sociedade espanhola. Para isso, o autor expõe para o leitor o contexto político-sociocultural por meio do relato de fatos ocorridos no período de 1902 a 1975 que levaram o regime franquista ao poder. O livro chama atenção, ainda, para o papel desempenhado pela Igreja no desenrolar dos acontecimentos e sua participação no governo franquista.  Sobre o autor Antônio Moreno é cineasta, pesquisador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Formado em Jornalismo e em Cinema pela UFF, dirigiu 15 curtas e é autor dos livros “A personagem homossexual no cinema brasileiro” (Funarte/Eduff, 2001), “Cinema brasileiro, história e relações com o estado” (Eduff/Cegraf, 1994), e “A experiência brasileira no cinema de animação” (Artenova/Embrafilme, 1978). Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar seu exemplar.    
Professora do Campus UFF de Rio das Ostras lança livro sobre a tradição Indígena dos katxuyanaAdriana Russi, professora de Produção Cultural do Campus UFF de Rio das Ostras, lançará o livro “A casa tamiriki: patrimônio indígena  katxuyana”,da Editora CRV, no dia 16 de agosto, na Blooks Livraria, das 19h às 22h. A obra  é resultado da  pesquisa de doutorado da docente  junto ao povo Katxuyana em Oriximiná, no Pará . O livro analisa a construção da casa Tamiriki e a importância de suas memórias nesse processo. A autora passou uma temporada com o povo Katxuyana, de 2010 a 2013, participando do seu cotidiano e buscando entender seu sistema de organização social e política, bem como, o lugar e o papel da tamiriki nesse sistema. A Blooks Livraria fica na Praia de Botafogo, 316 ( Espaço Itaú de Cinema), estacionamento da Praia de Botafogo, 330, Novotel.
Livro da Eduff será lançado durante a Flip 2019Mais novo livro da Eduff, “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos” será lançado durante a durante a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), neste sábado, 13 de julho. O lançamento, com tarde de autógrafos, será logo após a mesa-redonda sobre a vida e a obra do autor de “Os sertões”, que conta com a participação da autora Anabelle Loivos e das professoras Anélia Pietrani e Luitgarde Cavalcanti.  Em “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos”, Anabelle Loivos se dedica a “traduzir” a riqueza verbal e estética de Euclides da Cunha, por meio de um conjunto de ensaios que se prestam a interpretar uma série de textos do autor, de cartas a relatórios, reportagens a contos, trechos avulsos e poemas.  Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU.
Roda de Conversa na BCG: Vértice escritas negrasA Superintendência de Documentação, através da Biblioteca Central do Gragoatá realizará uma Roda de Conversa com autores do livro Vértice: escritas negras, lançado pela editora Malê em fevereiro de 2019. O evento ocorrerá no salão da Biblioteca Central do Gragoatá, Campus Gragoatá, UFF, Niterói, RJ. Vértice: escritas negras é uma obra de encontros. Encontro com a palavra escrita literariamente e convertida em experiência reveladora de autorias negras. Heterogêneos como o grupo de 21 escritores, os textos reunidos nesta antologia têm em comum o exercício da autorrepresentação. Nas quebradas da palavra surgem narrativas que flagram tons e nuances da negrura brasileira, expondo questões subjetivas e coletivas, que permitem afirmar protagonismos negros insubmissos ao imaginário racista. No âmbito da literatura, o embranquecimento não é algo imaginário, mas uma realidade confrontada pela iniciativa das Oficinas de Criação Literária e deste livro que promove o encontro dos leitores com outras histórias e novas autorias. Os autores falarão sobre seus percursos de escrita, vivências, processo criativo e sobre a oficina ministrada pela prof. Simone Ricco em 2018, que culminou na produção dos contos dos livros.  O evento é gratuito, aberto ao público e não necessita de inscrições.
Ana Flávia Torbey e Claudete Cardoso lançam “Rotinas de pediatria” na Livraria IcaraíA coletânea “Rotinas de pediatria” (Eduff, 2019), organizada pelas médicas Ana Flávia Malheiros Torbey e Claudete Aparecida Araújo Cardoso, será lançada durante noite de autógrafos, na Livraria Icaraí, em Niterói. A obra se propõe a ser uma ferramenta para auxiliar alunos do Internato de Medicina, residentes de Pediatria, médicos generalistas e pediatras de forma prática e objetiva em suas decisões. Em “Rotinas de pediatria”, as autoras trazem as principais etiologias, formas de diagnóstico, diagnósticos diferenciais, exames complementares e tratamento por etapas, para que o leitor acompanhe passo a passo o manejo de cada doença. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar.  
Lançamento de livro: Violência política no século XXLançamento de livro Violência política no século XX com mesa de debates organizado pelo Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC-UFF) do Instituto de História da UFF
Lançamento de livro: Violência política no século XXLançamento de livro Violência política no século XX com mesa de debates organizado pelo Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC-UFF) do Instituto de História da UFF
UFF convida para o lançamento da 2ª edição do livro "Economia, Consciência e Abundância"A UFF e a Superintendência de Documentação, através da Biblioteca Central do Gragoatá convidam para o lançamento e sessão de autógrafos da 2ª edição do livro "Economia, Consciência e Abundância", do Professor Paulo Roberto da Silva, da Faculdade de Administração da UFF. O evento ainda contará com um bate-papo com o também autor e Professor Carlos Rodrigues Brandão.    
UFF convida para o lançamento do livro "Rio de Janeiro : 100 anos de habitação popular"A UFF e o  Centro de Memória Fluminense da Superintendência de Documentação (SDC/UFF)  convidam para a palestra e  lançamento do livro " Rio de Janeiro : 100 anos de habitação popular". Autoria:  Luciana Nemer - Professora da Universidade Federal Fluminense - Departamento de Arquitetura e Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo.
Luís Falcão lança “Algernon Sidney” durante Ciclo de Palestras Iesp/Uerj O professor Luís Falcão irá lançar o livro “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019) durante o Ciclo de Palestras do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp/Uerj). Na mesma ocasião, o autor irá realizar uma palestra cujo tema é o título do livro e que terá como debatedores os professores Marcelo Jasmin, da PUC-Rio, e Paulo Cassimiro, da Uerj. Pouco conhecido no Brasil, Algernon Sidney foi um pensador republicano inglês do século XVII, cujo pensamento uniu duas fontes teóricas opostas: do direito natural moderno, retirou as bases da natureza humana; da lei da natureza e do contratualismo, de Maquiavel, a virtude, as formas de governo, o conflito e a expansão. Em “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019)”, Falcão traça o perfil intelectual do autor e apresenta em quais elementos do direito natural e o maquiavelismo o republicanismo de Sidney se sustenta. Sobre o autor: Graduado em Ciências Sociais pela UFF E em Economia pela Uerj, Luís Falcão é doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj e professor do Departamento de Ciência Política e do Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFF, onde desenvolve pesquisas na área de teoria política com ênfase em republicanismo, maquiavelismo e jusnaturalismo. Falcão é também autor de "Maquiavel, Mostesquieu e Madison: uma tradição republicana em duas perspectivas" (Azougue, 2013). Saiba como comprar.  
Roda de Conversa O Sentido do Trabalho e da Educação no BrasilO projeto de extensão Café com RH, que pertence ao LAPEEX/PSOT, e o GIPP lançam o primeiro livro da coletânea "Organizações e sociedade: práticas e pesquisas em trabalho, educação e saúde" no dia 30 de abril de 2019, às 19h00, com uma bela roda de conversa com os organizadores/autores que abordarão o tema "O Sentido do Trabalho e da Educação no Brasil". Após a roda, os autores/colaboradores irão falar um pouco sobre cada artigo que produziram junto aos organizadores/autores. Esta obra tem como objetivo apresentar métodos, pesquisas e práticas que envolvem o contexto de organizações brasileiras. Natural que a elevada complexidade do ambiente organizacional, aliada à diversidade temática dos grupos de pesquisa envolvidos na produção da obra, gere um trabalho tão heterogêneo, porém sistemicamente interdependente, com objetivos entrelaçados e voltados à evolução da sociedade e à melhoria das condições de trabalho em importantes setores. As dificuldades de se fazer pesquisa e congregar grupos de estudo em Universidades no interior do país valorizam sobremaneira o trabalho dos autores, que reuniram estudos de iniciação científica, trabalhos de conclusão de curso, pesquisas independentes que muitas vezes sequer tiveram apoio financeiro. Os cinco organizadores são professores de três campi distintos de Instituições Federais de Ensino localizadas no interior do Estado do Rio de Janeiro, a saber: Departamento de Administração de Macaé da Universidade Federal Fluminense (Professores Giuliano Alves, Fábio Siqueira e Izabela Taveira); Departamento de Engenharia de produção de Macaé da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Professor Thiago Gomes); e Departamento de Psicologia do Polo Universitário de Rio das Ostras da Universidade Federal Fluminense (Professora Suzana Lima). É possível que, ao início do exercício de leitura desta obra, o leitor tenha a sensação de que os temas estão distantes. No entanto, o final guarda uma grata reflexão interdisciplinar sobre o papel da educação e do trabalho na transformação de uma sociedade. Esta obra, faz o leitor compreender melhor o referido contexto e o encoraja a refletir sobre os valores sob os quais estão sustentadas as organizações contemporâneas. O LAPEEX/PSOT - Laboratório de Pesquisa Ensino e Extensão: "Pessoas, Subjetividade, Organizações e Trabalho" é uma das iniciativas do Departamento de Administração do ICM/UFF em Macaé há 5 anos. O laboratório agrega atividades de ensino, pesquisa e extensão relacionadas à temática Gestão de Pessoas e tem um enfoque multi, inter e transdisciplinar.  Dentre eles, está o projeto de extensão “CAFÉ COM RH: promovendo ações em prol da melhoria da qualidade de vida dentro e fora do trabalho em Macaé” (www.caferhuffmacae.com.br ), em vigor desde 2012, estando registrado na Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) desde o início das suas atividades. Possui também o grupo de pesquisa “Gestão de pessoas e subjetividade na área de Petróleo e Gás”, registrado no CNPQ pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PROPPI), o qual está em atividade desde 2013. O Laboratório já possui 3 livros que foram publicados em 2015: "Qualidade de Vida no Trabalho: Metodologias Brasileiras", "Justiça e gestão na área de Petróleo e Gás" e "Práticas e Pesquisas em Saúde e qualidade de vida no trabalho: a Realidade de Macaé e Rio das Ostras". O laboratório é coordenado pela Professora Izabela Maria Rezende Taveira, do Departamento de Administração em Macaé. O GIPP – Gestão, Interdisciplinaridade, Práticas e Políticas Públicas – é um laboratório de ensino, pesquisa e extensão que busca estimular melhores práticas e ações inovadoras nas organizações públicas, organizações sem fins-lucrativos e negócios sociais, a partir de pesquisas acadêmicas sobre as potencialidades locais. Dessa forma, busca estabelecer um diálogo com as organizações públicas e privadas. O GIPP foi iniciado em 2018 com a meta de atender 35 escolas localizadas nos municípios de Macaé e Rio das Ostras. Essa meta visa atingir o objetivo de auxiliar os gestores dessas unidades da rede de ensino contribuindo para estimular melhores práticas e ações. O coordenador do GIPP é o Professor Giuliano Alves, do Departamento de Administração em Macaé. Inscrições pelo site http://www.caferhuffmacae.com.br/eventos.php e durante o evento, que é gratuito e aberto ao público.
Elizabeth Souza lança “O mercado de crédito na corte joanina”, na Livraria IcaraíEm "O mercado de crédito na corte joanina" (Eduff, 2019), a historiadora Elizabeth Souza analisa as relações sociais de empréstimos na cidade do Rio de Janeiro durante o período joanino, entre 1808 e 1821. O lançamento, com noite de autógrafos, será no dia 16 de maio, na Livraria Icaraí, em Niterói. Por meio do sistema de crédito, a Elizabeth Souza investiga como a metropolização do Rio de Janeiro e os costumes sociais regularam os endividamentos na cidade. A cautela na liberação de empréstimos não se deixava inibir pelos graus de amizade e parentesco e tinha juros, prazos e hipotecas como elementos comuns das negociações. Os agentes das relações de crédito abrangiam desde os homens mais ricos e influentes da sociedade até negros livres, forros e mulheres. Para garantir a segurança do retorno do empréstimo, o acesso à informação era de extrema importância. Esse acesso se dava pelo tabelião, que buscava as informações registradas no cartório e as repassava para os credores, ou pela imprensa, que se popularizou como um “espaço de divulgação de notícias e construção de imagens das relações de empréstimo”. A pesquisa de Elizabeth Souza abrange todo esse repertório e se dirige aos estudiosos da história econômica e social. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar. 
Pedro Toledo lança “O veneno de Malthus” na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí, da Eduff, recebe o escritor e engenheiro Pedro Toledo para uma noite de autógrafos do seu livro “O Veneno de Malthus” (Editora Chiado). O livro conta a história do clarinetista Marcel. Nascido em Genebra, filho de pai brasileiro e mãe suíça, o rapaz é convidado por um quinteto brasileiro para atuar no país durante três anos. No Rio de Janeiro, ele conhece e passa a se relacionar com uma ambientalista que investiga irregularidades praticadas por uma indústria de agrotóxicos. Marcel, que viera para o Brasil em busca de novas experiências no campo da música, não poderia imaginar as aventuras e riscos em que se envolveria, afastando-o de seus objetivos iniciais.    
O Sentido do Trabalho e da Educação no BrasilO projeto de extensão Café com RH que pertence ao LAPEEX/PSOT / e o GIPP lançam o primeiro livro da coletânea "Organizações e sociedade: práticas e pesquisas em trabalho, educação e saúde" no dia 30 de abril de 2019 às 19h00 com uma bela roda de conversa com os organizadores/autores que abordarão sobre o tema "O Sentido do Trabalho e da Educação no Brasil". Após a roda os autores/colaboradores irão falar um pouco sobre cada artigo que produziram junto aos organizadores/autores. Esta obra tem como objetivo apresentar métodos, pesquisas e práticas que envolvem o contexto de organizações brasileiras. Natural que a elevada complexidade do ambiente organizacional aliada à diversidade temática dos grupos de pesquisa envolvidos na produção da obra, gere um trabalho tão heterogêneo, porém sistemicamente interdependente, com objetivos entrelaçados e voltados à evolução da sociedade e à melhoria das condições de trabalho em importantes setores. As dificuldades de se fazer pesquisa e congregar grupos de estudo em Universidades no interior do país valoriza sobremaneira o trabalho dos autores, que reuniram estudos de iniciação científica, trabalhos de conclusão de curso, pesquisas independentes que muitas vezes sequer tiveram apoio financeiro. Os cinco organizadores são professores de três campi distintos de Instituições Federais de Ensino localizadas no interior do Estado do Rio de Janeiro, a saber: Departamento de Administração de Macaé  ( Professores Giuliano Alves, Fábio Siqueira e Izabela Taveira) da Universidade Federal Fluminense (UFF); Departamento de Engenharia de produção de Macaé ( Prof Thiago Gomes) , da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e; Departamento de Psicologia do Polo Universitário de Rio das Ostras ( Profa Suzana Lima), da Universidade Federal Fluminense (UFF). É possível que ao início do exercício de leitura desta obra, o leitor tenha a sensação de que os temas estão distantes, entretanto o final nos guarda uma grata reflexão interdisciplinar sobre o papel da educação e do trabalho na transformação de uma sociedade. Esta obra, nos faz compreender melhor o referido contexto, e com isso, nos encoraja a refletir sobre os valores sob os quais estão sustentadas as organizações contemporâneas. O LAPEEX/PSOT - Laboratório de Pesquisa Ensino e Extensão: "Pessoas, Subjetividade, Organizações e Trabalho" é uma das iniciativas do Departamento de Administração do ICM/UFF em Macaé há 5 anos. O laboratório agrega atividades de ensino, pesquisa e extensão relacionadas à temática Gestão de Pessoas e tem um enfoque multi, inter e transdisciplinar.  Dentre eles, está o projeto de extensão “CAFÉ COM RH: promovendo ações em prol da melhoria da qualidade de vida dentro e fora do trabalho em Macaé” (www.caferhuffmacae.com.br ) em vigor desde 2012, estando registrado na PROEX - Pró-reitoria de extensão desde o início das suas atividades. Possui também o grupo de pesquisa “Gestão de pessoas e subjetividade na área de Petróleo e Gás” registrado no CNPQ pela PROPPI – Pró-reitoria em pesquisa, pós-graduação e inovação, o qual está em atividade desde 2013. O Laboratório já possui 3 livros que foram publicados em 2015: "Qualidade de Vida no Trabalho: Metodologias Brasileiras", "Justiça e gestão na área de Petróleo e Gás" e "Práticas e Pesquisas em Saúde e qualidade de vida no trabalho: a Realidade de Macaé e Rio das Ostras".O laboratório é coordenado pela Professora Izabela Maria Rezende Taveira do Departamento de Administração em Macaé . O GIPP – Gestão, Interdisciplinaridade, Práticas e Políticas Públicas – é um laboratório de ensino, pesquisa e extensão que busca estimular melhores práticas e ações inovadoras nas organizações públicas, organizações sem fins-lucrativos e negócios sociais, a partir de pesquisas acadêmicas sobre as potencialidades locais. Dessa forma, busca estabelecer um diálogo com as organizações públicas e privadas. O GIPP foi iniciado neste ano de 2018 e tem a meta de atender no primeiro ano de atividade 35 escolas localizadas nos municípios de Macaé e Rio das Ostras. Essa meta visa atingir o objetivo de auxiliar os gestores dessas unidades da rede de ensino contribuindo para estimular melhores práticas e ações. O coordenador do GIPP é o professor Giuliano Alves do Departamento de Administração em Macaé. Inscrições pelo site http://www.caferhuffmacae.com.br/eventos.php e durante o evento.Evento gratuito e aberto ao público.
Luís Falcão lança livro sobre Algernon Sidney pela EduffO professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF Luís Falcão vai lançar o livro “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019), no dia 25 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Pouco conhecido no Brasil, Algernon Sidney foi um pensador republicano inglês do século XVII, cujo pensamento uniu duas fontes teóricas opostas: do direito natural moderno, retirou as bases da natureza humana; da lei da natureza e do contratualismo, de Maquiavel, a virtude, as formas de governo, o conflito e a expansão. Em “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019)”, Falcão traça o perfil intelectual do autor e apresenta em quais elementos do direito natural e o maquiavelismo o republicanismo de Sidney se sustenta. Saiba como comprar.  
Marialva Barbosa lança “Os manuscritos do Brasil” na Livraria da TravessaOrganizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. A obra será lançada, em noite de autógrafos, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro.  Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira. Com tiragens mínimas, geralmente com apenas um exemplar, a maior parte dos manuscritos era voltada para crítica, sátiras e conteúdos eróticos ou difamadores. Embora em números reduzidos, os periódicos chegavam a muitos leitores, passando de mão em mão, além de comumente serem afixados em locais públicos destinados à leitura coletiva. Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU.  Saiba como comprar "Os manuscritos do Brasil"   
Livro “Racismo, capitalismo e subjetividade” será lançado na Livraria da TravessaA partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado. O livro será lançado, em noite de autógrafos, na Livraria da Travessa, em Botafogo.  Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU Saiba como comprar.
Luiz Fernando Braga lança livro de contos na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí, da Eduff, recebe o professor Luiz Fernando Braga para o lançamento do livro “Professor Dorothy”, publicado pela editora O Sexo da Palavra. Nos 12 contos que compõem a obra, o autor explora as tensões em torno de questões como bullying, LGBTfobia e higienização comportamental no espaço escolar. A cada capítulo, o leitor faz um mergulho no psicológico das personagens e se depara com temas recorrentes na sociedade brasileira contemporânea, como Escola Sem Partido, neonazismo, identidades oprimidas e opressoras. Sobre o autor Luiz Fernando Braga é professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense, no Colégio Universitário Geraldo Reis (Coluni). Doutor em Literatura Comparada pela UFMG, Braga atuou no magistério em instituições públicas e privadas de Belo Horizonte, sempre conciliando atividades docentes do Magistério Superior às da Educação Básica. Sua produção se divide em duas esferas - a acadêmica e a literária, com publicações teóricas e ficcionais, respectivamente.  
Livraria Icaraí recebe lançamento de "Manuscritos do Brasil"Organizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira. Com tiragens mínimas, geralmente com apenas um exemplar, a maior parte dos manuscritos era voltada para crítica, sátiras e conteúdos eróticos ou difamadores. Embora em números reduzidos, os periódicos chegavam a muitos leitores, passando de mão em mão, além de comumente serem afixados em locais públicos destinados à leitura coletiva. Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff no ISSUU. Saiba como comprar.     
Pedro Fandiño lança “Tak Baht”, na Livraria da Travessa“Tak Baht” (Eduff, 2018) é uma imersão etnográfica na tradição budista em Laos, mais especificamente na cidade de Luang Prabang. Na obra, o antropólogo Pedro Fandiño analisa a cerimônia, conhecida como tak baht, de recolhimento de doação realizada por monges budistas da corrente teravada, a mais antiga da religião. É um dos primeiros estudos que se decicaram a entender o costume e seus efeitos no país. A cada nascer do sol, dezenas de monges e noviços percorrem as principais ruas da cidade, enquanto seus “provedores” esperam por eles ajoelhados. Na dinâmica, os monges recolhem doações, como arroz e outros alimentos, dos budistas que os esperam. Trata-se de uma cerimônia de trocas, uma vez que monges não podem lidar com dinheiro e utilizam-se dessas ofertas para se alimentar. Essas oferendas são também formas que os budistas encontram de “fazer mérito”, segundo a tradição religiosa. Além de compreender e descrever o ritual, o autor reflete sobre como o tak baht se incluí no país comunista de Laos, recentemente aberto ao mercado estrangeiro, e o papel dos turistas e da ceriômia na economia da cidade.   Saiba como comprar.   
Livraria Icaraí recebe lançamento de “Racismo, capitalismo e subjetividade”A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado.  
Lançamento do livro "A vida misteriosa dos matemáticos"Lançamento do livro “A vida misteriosa dos matemáticos”, do professor Celso Costa, do Instituto de Matemática e Estatística, no Reserva Cultural, ao lado do Bistrô Reserva, na quinta-feira, 13 de dezembro, das 18h às 21h. O livro traz uma narrativa ficcional leve e divertida sobre a história de grandes gênios e gênias da Matemática que viveram em épocas distintas e se encontram no Aleph, um espaço mágico, onde bebem e discutem em tom prosaico sobre temas da filosofia e do cotidiano, além da própria Matemática. Alguns dos personagens da trama são Pitágoras, Newton, Gauss, Turing, Sophie Germain e Georg Cantor.
Eduff lança “Literatura e teatro” na Blooks de NiteróiOrganizada pelos professores André Dias e Elen de Medeiros, “Literatura e teatro: encenações da existência” (Eduff, 2018) reúne nove ensaios que refletem sobre as relações inerentes ao teatro e à literatura a partir das ideias de sociedade, cultura e existência. A coletânea explora o sentido de encenação e existência, conceitos que, na literatura, ganham interpretações mais aprofundadas, com personagens centrais que abordam o sentido da existência humana. Os autores, professores e pesquisadores da área de Letras, pensam desde a performance nas obras do americano Edgar Allan Poe à representação do “eu” no teatro brasileiro, passando por análises políticas e críticas dos temas escolhidos.  
Eduff lança “Cultura Negra” na Livraria Folha SecaA diversidade das experiências negras no campo cultural, da festa, da música, do teatro, da educação, da luta política, em diferentes épocas da história do Brasil, está presente em “Cultura Negra”, coletânea em dois volumes publicada pela Eduff. Organizada por Martha Abreu, Giovana Xavier, Lívia Monteiro e Eric Brasil, a obra reúne 27 artigos. No Volume 1, o destaque é para as instituições e associações culturais e políticas negras, como escolas de samba, congados, jongos, bois e maracatus, nos tempos da escravidão, em especial, nos tempos do pós-Abolição. O Volume 2 se volta para os sujeitos sociais que, na prática, criaram novos sentidos de cultura e festas. São homens e mulheres frequentemente esquecidos, mas cujas trajetórias e ação intelectual demonstram o combate ao racismo e a contraposição às relações de dominação, reconstruídas no pós-Abolição. As ações desses sujeitos nos campos musical, teatral e educacional promoverem importantes debates sobre afirmação de direitos e discussão das identidades negras e, principalmente, para o entendimento de uma outra história do Brasil republicano e suas lutas pela cidadania.    
Livraria Icaraí recebe lançamento de Tania MalheirosA jornalista Tania Malheiros lança seu livro, “Bomba atômica! Para quê? Brasil e Energia Nuclear” na Livraria Icaraí. A obra analisa a história da energia nuclear no país, desde o surgimento das primeiras pesquisas na área, na década de 1930 até os dias de hoje. O livro é uma reedição de duas pesquisas da autora, de 1993 e 1996. Na nova versão, a autora reflete sobre a utilização de urânio no Centro Experimental de Aramar, na Marinha, nas negociações do país com Iraque e China e a utilização desse tipo de energia na época da Ditadura. O campo de estudo ainda está se desenvolvendo e aborda múltipos assuntos. Dessa maneira, o trabalho de Malheiros mostra-se diverso, analisando desde o término na usina nuclear de Angra 3, construções de submarinos e descarte de lixo atômico.  
Felipe Dezerto lança "Francês e educação" pela EduffQuando estudamos um idioma estrangeiro, entramos em contato com diferentes culturas e histórias. A escolha do idioma e a forma como ele é ensinado diz muito sobre as relações entre língua, história e cultura, na construção de uma sociedade, e sobre os efeitos de nacionalidade. E é esse o objeto de estudo do novo livro da Eduff, “Francês e Educação”, do professor Felipe Dezerto. No livro, o autor acompanha a construção do campo disciplinar da língua francesa, tendo como referência o Colégio Pedro II, onde é professor e coordenador pedagógico. Em sua pesquisa, utiliza-se de conceitos teóricos da História das Ideias Linguistícas e da Análise do Discurso, campo fundado pelo filósofo e linguista Michel Pêcheux, para quem o ato de falar é uma prática política, inserido em disputas e lutas pelo poder. E o ensino de uma língua não é diferente. Ao estudar o ensino do francês no Brasil, Dezerto analisa, também, comportamentos e pensamentos da nação sobre diversos tópicos da sociedade, como colonialismo, diálogos com outras culturas, atitudes subservientes, entre outros. Também é necessário compreender os mecanismos políticos acadêmicos que influenciaram na transmissão da língua francesa como um saber superior, usado como projeto civilizatório da nação brasileira. Saiba como comprar.    
LANÇAMENTO DA PRIMEIRA TRADUÇÃO DO TRATADO DE DOCUMENTAÇÃO DE OTLETMesa-redonda com o editor Briquet de Lemos, prof. Carlos Juvêncio (UFF/GCI) e prof. Hagar Espanha no dia 8 de outubro às 16 horas na sala Interartes do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF. O evento tem por objetivo divulgar a primeira tradução em português do Tratado de Documentação de Paul Otlet, obra de referência para as áreas de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação. A tradução para o português permitirá que todos os profissionais, estudantes e interessados tenham acesso às ideias desse importante pensador.  
Eduff lança "Subjetividades", em Campos dos Goytacazes Organizada pelos psicólogos Rogerio Quintella, Leonardo Almeida e Crisóstomo Nascimento, a coletânea “Subjetividade” propõe uma interface entre a psicologia e outros campos do saber. Com a crescente investigação sobre a subjetividade humana, os 12 textos e o post-scriptum presentes na obra fazem uma reflexão teórica, crítica, metodológica, clínica e política em torno do tema. No livro, os autores relacionam a subjetividade com tópicos da Psicologia, Filosofia, Psicanálise e Política. E, por levar conhecimentos de outras áreas de estudos, propõem um novo recorte epistêmico sobre as indagações humanas. A discusão é feita valorizando tanto os pontos teóricos, como práticos. E, por isso, evita estigmas inerentes de quando a abordagem é dominada pela chamada “neutralidade científica”. Segundo os organizadores, o lançamento da Eduff traz algumas reflexões-chaves, como “a de que pensar a subjetividade exige um exercício de pesquisa que implica a participação do pesquisador nas conclusões alcançadas, para além das premissas clássicas do purismo positivista da relação sujeito-objeto”. Além disso, por pensar também na relação da subjetividade com questões relacionadas à contemporaneidade e à forma com qual a sociedade lida com algumas dinâmicas atuais - como sistema capitalista, movimentos políticos, etc – o livro pode interessar pessoas dos campos de Psicologia, Filosofia e áreas afins. Saiba como comprar.   
Eduff lança “Guia para o atendimento nutricional de pacientes hospitalizados e ambulatoriais”Organizado pela professora de Nutrição da UFF Gabrielle Rocha, “Guia para o atendimento nutricional de pacientes hospitalizados e ambulatoriais” (Eduff, 2018) é um manual de apoio para estudantes e profissionais da área. Escrito por seis professores de Dietoterapia e de Avaliação Nutricional, a obra será lançada em 25 de setembro, dentro da programação do "Seminário de Comemoração aos 50 anos da Faculdade de Nutrição Emília de Jesus Ferreiro". Em suas 180 páginas, o livro reúne as informações mais relevantes discutidas ao longo do curso de Nutrição e pretende sanar as principais dúvidas sobre atividades práticas da área. Além disso, profissionais de saúde também poderem utilizá-lo como ferramenta de auxílio em seus atendimentos, seja ambulatorial, hospitalar ou domiciliar.  Ao passar por diversas temáticas da Nutrição, o livro aborda as principais questões sobre antropometria, composição corporal, exames laboratoriais, semiologia nutricional e muito mais. Saiba como comprar.    
Campus UFF de Rio das Ostras discute questões sobre Petróleo e EnergiaO setor de Petróleo e Energia brasileiro vem passando por várias mudanças, vamos discutir estas transformações no dia 12 de setembro, às 15h, no auditório do Instituto de Humanidades e Saúde (IHS) do Campus UFF de Rio das Ostras (Curo). Nesta ocasião será o lançado o livro: “Energia e Petrolíferas Globais: Transformações e crise”, de Rodrigo Leão e William Nozaki, e logo após haverá um debate sobre estas questões. O Curo fica na Rua Recife, s/n, Rio das Ostras.
"Quer que eu leia com você?" é lançado na Creche da UFFDebater os hábitos e incentivos de leitura para o público infantil e sobre as bibliotecas destinadas a ele é um dos objetivos do livro “Quer que eu leia com você?”, lançãdo pela Eduff. A obra conta com um artigo de Ninfa Parreiras e três palestras de Luciana Esmeralda Ostetto, Maria Clara Cavalcanti de Albuquerque e Rachel Polycarpo da Silva, realizadas em 2012 e 2013, durante a mesa-redonda sobre Bibliotecas Infantis, evento anual da Biblioteca Flor de Papel. Os textos abordam temas, como a linguagem dos bebês, a escolha dos livros, o que torna uma biblioteca adequada para crianças e até mesmo uma trajetória pessoal de Cavalcanti como leitora, com seus aspectos afetivos, simbólicos e culturais. Além de debater o tema central sob diversas perspectivas, a obra pretende construir uma memória para a Biblioteca Flor de Papel, parte da Unidade de Educação Infantil do Colégio Universitário Geraldo Reis – a antiga Creche da UFF. Inaugurada em 1999, a biblioteca já realizou diversas mesas-redondas, com debates sobre educação e leitura para crianças. Ao contrário de outras universidades, a UFF desenvolve trabalhos multidisciplinares com os alunos de Letras, Pedagogia e Biblioteconomia, o que faz com que a Flor de Papel seja um espaço de formação acadêmica e aprendizado, principalmente no que se refere ao auxílio e contato com as crianças. Além disso, pais, avós e outros formadores sociais interessados podem aprender mais, graças a essas mesas-redondas, sobre a introdução dos pequenos no mundo da leitura. “Quer que eu leia com você?” enriquece imensamente ao debate, ainda escasso, sobre a leitura nos primeiros anos de vida, além de destacar a importância das bibliotecas na divulgação de conhecimento para crianças e na formação de futuros cidadãos mais conscientes. Saiba como comprar.
Tarde de autógrafos do livro "Quer que eu leia com você?"É com grande felicidade que a Superintendência de Documentação comunica o lançamento do livro "Quer que eu leia com você?: refletindo sobre as práticas e os espaços de leitura para a educação infantil". Este livro  reúne três palestras das mesas redondas promovidas pela Biblioteca Flor de Papel (BFP), entre os anos de 2012 e 2013, e mais um artigo da bibliotecária Rachel Polycarpo da Silva, acerca de suas pesquisas e experiência de trabalho na BFP, trazendo as concepções teóricas que orientram o trabalho da biblioteca. O objetivo do livro é ampliar o alcance das discussões realizadas nesses eventos, acerca da formação do leitor desde a educação infantil, a partir do espaço da biblioteca escolar. O livro já está disponível para aquisição na Livraria da UFF, e também no Evento.
Ulisses Gomes lança “...remediado está” (Eduff) na Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia da USPBacharel em Direito e mestre em Estudos de Linguagem pela UFF, Ulisses Gomes lança o livro "...remediado está: implicações do processo de significação da greve na relação Legislativo-Judiciário pós-1988" (Eduff, 2017), durante a IV Conferência Internacional – Greves e Conflitos Sociais, na Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia da Universidade de São Paulo. Na obra, o autor trata da análise discursiva na relação entre o texto judiciário e o texto legislativo. Fruto da dissertação de mestrado do autor no Programa de Pós-Graduação da UFF, a obra é também uma reflexão singular e profunda sobre a liberdade democrática de participação do cidadão no exercício de seus direitos. Além de formular questões com perspicácia, Gomes presenteia o leitor com um corpus para análise composto por petições e acórdãos de mandados de injunção, ambos vinculados ao exercício do direito de greve do servidor público. O livro surpreende pela densidade ao abordar questões complexas e atuais, ao passo que percorre os sentidos no campo da ideologia e da psicanálise. Além disso, as discussões teóricas e analíticas que passam pela teorização do discurso jurídico em sua materialidade vinculam-se à historicidade, constituída pela memória discursiva e pela produção ideológica de efeitos de verdade e transparência de sentidos. Saiba como comprar. 
Talitha Rocha lança “Quem dirige em São Gonçalo, dirige em qualquer lugar”São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos, como demonstra a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo, dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff. Resultado da dissertação de mestrado da autora, o livro é uma etnografia das práticas e representações da Guarda Civil na cidade, feita após uma imersão no local e no tema por um ano, aproximadamente. O trabalho é uma contribuição às reflexões sobre estereótipos repercutidos sobre a cidade, seus quase um milhão de moradores e, principalmente, seu trânsito. No estudo, a antropóloga analisa como esses agentes de leis se comportam, além de identificar formas de sociabilidade, modos de apropriação do espaço público e, principalmente, como a construção do “bom senso” – valores que não estão necessariamente na lei – pode orientar a atuação dos guardas. Saiba como comprar.  
Lançamento da Eduff "abraça" espécies ameaçadas de extinção“O abraço do muriqui” (Eduff, R$25,00), de Sávio Freire Bruno, é uma referência não somente ao abraço do maior primata neotropical, mas a um grande abraço a todas as espécies ameaçadas de extinção. O livro, segundo o autor, pretende ser "um modesto e delicado gesto de compaixão por todas as formas de vida e seus respectivos biomas". O objetivo da obra é divulgar ideias ecologistas e contribuir com a campanha “Abrace essas dez!”, lançada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 2012, que visa ao engajamento da sociedade na luta pela preservação das espécies ameaçadas de extinção. Produzido em adição ao conteúdo programático das aulas da disciplina de "Ecologia Avançada" do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Biossistemas da UFF, o livro representa o engajamento na luta por uma sociedade mais equilibrada, justa e ecologicamente responsável.
Lançamento da Eduff propõe um novo recorte sobre o conceito de subjetividade Organizada pelos psicólogos Rogerio Quintella, Leonardo Almeida e Crisóstomo Nascimento, a coletânea “Subjetividade” propõe uma interface entre a psicologia e outros campos do saber. Com a crescente investigação sobre a subjetividade humana, os 12 textos e o post-scriptum presentes na obra fazem uma reflexão teórica, crítica, metodológica, clínica e política em torno do tema. No livro, os autores relacionam a subjetividade com tópicos da Psicologia, Filosofia, Psicanálise e Política. E, por levar conhecimentos de outras áreas de estudos, propõem um novo recorte epistêmico sobre as indagações humanas. A discusão é feita valorizando tanto os pontos teóricos, como práticos. E, por isso, evita estigmas inerentes de quando a abordagem é dominada pela chamada “neutralidade científica”. Segundo os organizadores, o lançamento da Eduff traz algumas reflexões-chaves, como “a de que pensar a subjetividade exige um exercício de pesquisa que implica a participação do pesquisador nas conclusões alcançadas, para além das premissas clássicas do purismo positivista da relação sujeito-objeto”. Além disso, por pensar também na relação da subjetividade com questões relacionadas à contemporaneidade e à forma com qual a sociedade lida com algumas dinâmicas atuais - como sistema capitalista, movimentos políticos, etc – o livro pode interessar pessoas dos campos de Psicologia, Filosofia e áreas afins.
Lançamento da reedição do clássico “Flora Fluminensis”No dia 20/06 (quarta-feira), às 16h, haverá o lançamento, pela Eduff e o Arquivo Nacional, da reedição ampliada de “Flora Fluminensis” de frei José Mariano da Conceição Vellozo, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (Solar da Imperatriz). O evento contará com uma mesa redonda, com a presença de Aníbal Bragança (Diretor da Eduff), Renato Crespo (Diretor de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro), Claudia Heynemann e Maria Elizabeth Brea (pesquisadoras do Arquivo Nacional e organizadoras da publicação), Begonha Bediaga e Marcos Gonzalez (pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro). A mediação do evento será feita por Leonardo Fontes, Coordenador de Pesquisa, Educação e Difusão de Acervo do Arquivo Nacional. José Mariano da Conceição Vellozo, frei franciscano, foi líder de uma equipe pioneira que percorreu a então Província do Rio de Janeiro, entre 1783 a 1790, com o objetivo de conhecer detalhadamente a flora da região. Seu trabalho foi publicado 39 anos mais tarde, “trazendo as descrições e figuras de 1640 vegetais brasileiros e incluindo inúmeros indicações ecológicas, muitos nomes indígenas, etc”. Dessa forma, seu estudo é de grande relevância para o campo da botânica brasileira, principalmente do Rio de Janeiro. Nessa reedição ampliada, a clássica obra é atualizada, possuindo outras floras, como a brasiliensis, além de maiores explicações sobre a divisão dos três reinos - Mineralogia, Botânica e Zoologia -, documentos de relatos dos viajantes, entre outros. Portanto, é um grande complemento para a importante coletânea, agregando mais informações para a área.
Novo livro da Eduff analisa o papel da mulher indígena no Brasil colonialOs povos indígenas representam uma parcela considerável da população brasileira, além de serem parte inegável da nossa história e cultura. Entretanto, nem sempre se reconhece sua complexidade e muitas vezes suas narrativas nem são contadas, principalmente quando se trata do papel desempenhado pela mulher indígena. E é justamente como uma forma de contrariar esse padrão de silenciamento, que Suelen Julio lança o livro “Damiana da Cunha: uma índia entre a ‘sombra da cruz’ e os caiapós do sertão” (Eduff, 2017). Apesar das dificuldades que enfrentam muitas tribos, segundo a autora, “há sinalizações de mudanças, aqui e ali, pontuais” e livros como “Damiana” são um exemplo disso. Damiana da Cunha foi uma grande liderança indígena no século XVIII. Nascida por volta de 1779, na capitania de Goiás, foi levada ainda nova à cidade, onde foi batizada pelo então governador D. Luís da Cunha Meneses. Índia caiapó, criada com os ensinamentos da Igreja católica e convertida ao cristianismo, era responsável pela mediação entre os indígenas e colonizadores, sendo grande promotora dos aldeiamentos – locais onde os índios deveriam viver para aprender o estilo de vida do colonizador. Apesar de ter se convertido ao catoliscismo, ainda convivia proxima aos índios, além de retomar hábitos dessa cultura, como pinturas e nudez, em seus encontros. Julio insere a personagem em seu contexto específico e ressalta sua importância, ao analisar sua vida por uma perspectiva histórica e de gênero. O fato de viver entre dois mundos tão diferentes não significa que ela tenha abandonado suas raízes ou que fosse menos indígena. Inclusive, para Julio, esse é um pensamento extremamente nocivo para essa população. A autora explica que, muitas vezes, existe uma ideia equivocada de “cultura fixa”, que afirma que para pertencemos a uma cultura devemos manter todos os hábitos referentes a ela. Entretanto, a cultura é adaptável. Ou seja, um índio pode viver na cidade, com roupas consideradas urbanas e ainda sim ser um membro de sua cultura de origem. Como aponta Suellen, essa adaptação do indígena muitas vezes é forçada e se torna uma questão de sobrevivência. Apesar de grandes protestos e ações promovidas por liderenças indígenas atuais, muitos de seus relatos e influências da história ainda são silenciados, caindo no esquecimento. Entretanto, é importante reconhecer a luta e resistência desses povos, presentes desde os primeiros anos do Brasil colônia, a fim de dismitificar e apagar preconceitos propagados por séculos. “Damiana” possibilita isso, apresentando uma grande mulher indígena, com suas dicotomias, crenças e vivência.  
Eduff lança “Tenho um mioma, o que fazer?” na Travessa de BotafogoEm “Tenho mioma, o que fazer?” (Eduff, 2018), os ginecologistas Ricardo Lasmar, Paulo Barrozo e Bernardo Lasmar apresentam informações sobre o mioma uterino, o quadro clínico, opções terapêuticas e tratamentos alternativos – citando as vantagens e desvantagens de cada um. Com uma linguagem simples e clara, o livro é voltado não apenas para o público especializado, mas para aqueles que não têm formação médica. Com o propósito de disseminar e desmitificar as causas, sintomas e tratamentos do mioma, a obra traz imagens, curiosidades e dúvidas frequentes de muitas mulheres a respeito dos miomas. Apesar de grande parte das vítimas permanecerem assintomáticas ao longo da vida, algumas mulheres podem passar por dores e sangramentos vaginais. Em casos mais extremos, os miomas podem chegar a volumes superiores a mil centímetros cúbicos, causando inchaço abdominal, prejudicando ainda mais a saúde e até mesmo a autoestima da mulher.  Miomas são tumores benignos, formados por células musculares, na parede do útero, que podem chegar até a parte externa do órgão. A condição atinge cerca de 80% das mulheres no Brasil, segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Mas, de todos esses casos, raras exceções manifestam os sintomas tradicionais de um mioma, então, muitas mulheres nem sequer sabem que o têm.   Saiba como comprar.   
Professoras lançam livro que conta a história da Faculdade de Economia da UFFAs professoras Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck lançam o livro “Economia, história e memória”, às 18h, na Faculdade de Economia da UFF. A obra, lançada pela Eduff em 2017, celebra os 75 anos da Faculdade de Economia da instituição, uma das mais antigas do país. Por meio de depoimentos, as autoras apresentam memórias daqueles que passaram por momentos de luta e resistência da faculdade, em importantes épocas da história recente do Brasil. Inaugurada em 1942, quando a cidade de Niterói ainda era a capital do Rio de Janeiro, a Faculdade de Economia era uma instituição privada. Após alguns anos foi incorporada à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uferj) que, apenas em 1960, passou a ser chamada de Universidade Federal Fluminense. Tendo formado mais de 3,5 mil economistas, a Faculdade de Economia já contou com nomes como Carlos Lessa, Fernando Cardim de Carvalho e Theotônio dos Santos em seu corpo docente e continua a exercer um importante papel no cenário universitário do país.  
Cláudia Castanheira lança “Fogo proibido” na Livraria IcaraíO romance conta a história de Rita Pessoa, uma jovem jornalista que sonha ser uma escritora de sucesso. Mas um encontro certo no momento e no local errados provoca uma verdadeira reviravolta em sua vida e desencadeia uma série de acontecimentos que envolvem paixão, amor, sexo e dinheiro. Formada em Letras e doutora em Literatura pela UFRJ, Cláudia Castanheira é editora da revista eletrônica do Instituto de Psicologia da UFF. É também autora do romance “A casa depois da festa”, publicado em 2011.  
Autores lançam “Crédito e Descrédito” na Travessa do CentroOrganizado por Carlos Gabriel Guimarães e Luiz Fernando Saraiva, o livro “Crédito e Descrédito” (Eduff, 2018) expande os conhecimentos sobre finanças, economia e vida social no Brasil, entre os séculos XVIII e XX. Com 11 artigos de autores do México e do Brasil, o lançamento da Eduff analisa o crédito por uma perspectiva histórica e social, ao contrário da maioria das pesquisas econômicas atuais. O termo “crédito” é antigo e extremamente abrangente. Por meio de ações creditícias, é possível analisar desde acontecimentos contemporâneos específicos, como a Crise de 1929, até amplos conceitos, como o mercado de capitais ou o processo de financeirização. Entretanto, estudos econômicos dos contextos históricos pré-economia moderna ainda são raros, despertando pouco interesse dos pesquisadores. O livro, produzido e escrito tanto por economistas como por historiadores, analisa momentos específicos do país, como o pós-abolição, indo além de relações oficiais estabelecidas por sistemas bancários. “Crédito e descrédito” reforça os estudos do historiador econômico Karl Polanyi ao analisar a economia como parte de um sistema social e cultural, inserido em determinado contexto histórico, submetida as suas normas e mudanças. Portanto, aspectos como morais religiosas, relações hierárquicas e atos simples, como pegar dinheiro emprestado, não foram ignorados pelos autores. Ao contrário, há uma diversidade teórica e metodológica sobre o crédito, graças à análise de documentação cartorial, procuração, cadernetas e hipotecas, pouco usada em outros estudos do meio. Saiba como comprar.  
Andrea Rosa lança “Autismo Infantil”, na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí recebe a psicóloga Andrea Rosa da Silveira para o lançamento do livro “Autismo Infantil: Práticas educativas integradoras e movimentos sociais”. Fruto da dissertação de mestrado da autora, a obra pretende não apenas dar mais visibilidade àquilo que se refere à escolarização da criança com autismo, mas também apresentar a familiares, educadores e profissionais de saúde uma compreensão mais positiva do autismo Infantil.
João Siqueira lança "Tambor dos pretos" pela EduffEm “Tambor dos Pretos: processos sociais e diferenciação étnica no rio Jaú, Amazonas” (Eduff, 2017), o antropólogo João Siqueira traz uma reflexão sobre a formação de unidades sociopolíticas identificadas como quilombo do Tambor e sobre a formação da Associação Quilombola de São Raimundo do Pirativa, no Amapá. A obra chama atenção para as paisagens de territórios desocupados da fronteira amazônica pelos ribeirinhos dos rios Jaú e Paunini, afetados pela criação do Parque Nacional do Jaú (1980). Nessa perspectiva, o Siqueira demonstra que a expansão contínua pelo movimento de interiorização, ao invés de resultar em uma homogeneização social crecente, abriu espaço para variadas noções de “sujeitos históricos”, que eram considerados antes “marginais”. Em sua pesquisa, João Siqueira busca focalizar como os processos sociais resultaram na incorporação de especifidades socioculturais pelos moradores do Tambor, além da criação de esteriótipos.  Para o autor, a naturalização das ideias de “isolado social” e/ou “cultural” exclui, sob descrições etnográficas, processos históricos e sociais diversos que resultam na construção do que ele chama “isolamento consciente”, baseado na memória histórica e genealógica destes grupos. Saiba como comprar.  
Vanessa Massoni lança “Por um protocolo de leitura do epistolar”, na livraria BlooksA professora Vanessa Massoni da Rocha recebe amigos e convidados para noite de autógrafo do livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp), na Livraria da Travessa, em Botafogo. Na obra, a autora propõe um novo impulso às análises sobre as cartas. O intuito é observar de que maneira esses escritos experimentam diferentes formatos. Para isso, a obra abrange textos mais recentes, que de certa forma dialogam ou se afastam de outros já canônicos. A autora valoriza a carta em suas facetas, ao privilegiar as histórias corriqueiras, os caminhos da escrita, a espera da resposta. Diferentemente do comum, não pretende enxergar as cartas como leitura complementar de outras obras, nem como curiosidade. “Por um protocolo de leitura do epistolar” se debruça sobre as missivas na direção de seu protocolo de leitura. Ao compor textos epistolares do campo da literatura, da correspondência pessoal e da cinematografia – textos de diferentes valores literários e destinados a variados públicos –, a autora procura deslocar a análise do plano histórico para o literário e teórico, como prática discursiva, memoral, analítica, confessional e fragmentada do “eu” em direção ao destinatário. É a partir dessa análise que mostra o presente sentimento de perda do exercício da escrita (agonia epistolar), encarando a experiência epistolar vinculada à reinvenção consciente de si. Saiba como comprar.   
Vanessa Massoni lança “Por um protocolo de leitura do epistolar” na Travessa de BotafogoA professora Vanessa Massoni da Rocha recebe amigos e convidados para noite de autógrafo do livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp), na Livraria da Travessa, em Botafogo. Na obra, a autora propõe um novo impulso às análises sobre as cartas no livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp). O intuito é observar de que maneira esses escritos experimentam diferentes formatos. Para isso, a obra abrange textos mais recentes, que de certa forma dialogam ou se afastam de outros já canônicos. A autora valoriza a carta em suas facetas, ao privilegiar as histórias corriqueiras, os caminhos da escrita, a espera da resposta. Diferentemente do comum, não pretende enxergar as cartas como leitura complementares de outras obras, nem como curiosidade. “Por um protocolo de leitura do epistolar” se debruça sobre as missivas na direção de seu protocolo de leitura. Ao compor textos epistolares do campo da literatura, da correspondência pessoal e da cinematografia – textos de diferentes valores literários e destinados a variados públicos –, a autora procura deslocar a análise do plano histórico para o literário e teórico, como prática discursiva, memoral, analítica, confessional e fragmentada do “eu” em direção ao destinatário. É a partir dessa análise que mostra o presente sentimento de perda do exercício da escrita (agonia epistolar), encarando a experiência epistolar vinculada à reinvenção consciente de si. Saiba como comprar.     
Phellipe Marcel lança “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil”Na próxima terça, 27 de março, Phellipe Marcel lança “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil: Império e Primeira República (Eduff)”, a partir das 17h, na Livraria Folha Seca, no Centro do Rio. Na obra, o autor busca compreender, criticamente, o imaginário da naturalização dos sentidos sobre comida e alimentação que se construiu no Brasil do século XIX ao XX - principalmente nas enciclopédias brasileiras. O autor pesquisou os acervos da Biblioteca Nacional e da Academia Brasileira de Letras e identificou os discursos sobre comida que circulam nos livros de culinária em almanaques e revistas, com o corpus de análise nas enciclopédias. O período de análise, de 1863 a 1925, abarca a Encyclopedia do riso e da galhofa em prosa e verso (1863) e outras como Encyclopedia popular (1879), a Encyclopedia e diccionario internacional (1920) e o Thesouro da juventude (1925), a primeira a ser utilizada na educação infantil. Na perspectiva da Análise do Discurso (AD), Phellipe Esteves procurou embasamento conceitual e teórico no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF e mostra discursivamente como se dão as determinações do imaginário nacional e da constituição do sujeito brasileiro. “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil” pretende se dirigir não só aos especialistas. O livro reflete a história do Brasil que, como bem escreve José Ribamar Bessa Freire no prefácio, “se cabe na panela, não deixa de ter, dentro dela, conflitos, encontros, sabores e dissabores. Mas que dá um caldo, dá.” Saiba como comprar.   
Eduff promove mesa-redonda no lançamento de “Lições finlandesas”O deputado federal Chico Alencar e o deputado estadual Waldeck Carneiro participarão da mesa-redonda “O que o mundo pode aprender com a mudança educacional da Finlândia?”, ao lado das professoras Iduina Chaves e Célia Linhares, durante o lançamento da edição brasileira do livro “Lições finlandesas”, publicado pela Eduff. Com mediação do diretor da Eduff, Aníbal Bragança, o evento tem início às 18h, no Auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Água (NAB), na Boa Viagem. A obra do educador finlandês Pasi Sahlberg se propõe a mostrar de que forma a Finlândia conquistou os primeiros lugares nas avaliações internacionais de educação, por meio de um modelo próprio que se destaca dos outros países que lideram o ranking mundial, como China e Japão, devido às diferenças dos métodos aplicados nas escolas. Iniciada ainda na década de 1970, a revolução finlandesa na educação foi marcada pela criação de um sistema único de ensino obrigatório e público, com o mesmo currículo em todo o país, o que democratizou o acesso ao ensino de qualidade para todos os cidadãos. Ao invés de impor uma rotina pesada de deveres de casa, incontáveis avaliações e um ritmo exaustivo de estudos, a Finlândia aposta no desenvolvimento do corpo docente, que inclui um alto nível capacitação dos professores em universidades de ponta e liberdade para atuação em sala de aula. Não é a toa que, no país, o magistério é a carreira mais disputada entre os jovens, deixando para trás cursos tradicionais, como Medicina e Direito. Além de bem remunerada, a profissão é responsável por reter os principais intelectos do país. Sem querer servir de um modelo pronto para ser aplicado a outras sociedades, o exemplo da Finlândia pode servir de inspiração para outras nações que pretendem atingir uma educação de qualidade.
Lançamento do livro “Gestão baseada em evidências: recursos inteligentes para soluções de problemas da prática em saúde”Após a Aula Inaugural da Escola de Enfermagem, no dia 15/03, às 11:30, acontecerá o lançamento do livro “Gestão baseada em evidências: recursos inteligentes para soluções de problemas da prática em saúde”. O evento será realizado no Auditório da Escola. O livro está disponível impresso e ebook na editora: https://editoracrv.com.br/produtos/detalhes/32870-detalhes
Karla Godoy lança “Formação humana no ciberespaço" Professora do Departamento de Turismo da UFF Karla Godoy reflete sobre as diversas formas de se “estar presente” no mundo contemporâneo em “Formação humana no ciberespaço: os sentidos da presença na educação a distância”, novo livro da Eduff, que será lançado na próxima quarta, 13 de dezembro, na Livraria Icaraí, em Niterói. O estudo parte da análise da educação a distância (EAD) na configuração de um “novo paradigma educacional” e abrange a relação entre formação humana e produção da presença. Dividido em seis capítulos, o livro investiga dois conceitos principais: o de modos de presença e modos de ação. Ao estabelecer a necessidade de se evitar noções etnocêntricas de indivíduo, pessoa, sujeito, interioridade e exterioridade, Godoy se propõe a usar as análises antropológicas para compreender os modos pelos quais as diversas culturas forjam suas formas de humanidade por meio dos modos de ação e presença. Além disso, ao compreender o homem novo e as suas formas de significar, a obra considera também as problemáticas da EAD como objeto de análise, ao apresentar carências tecnológicas (dificuldade de acesso, ambientes virtuais deficientes) e abrir discussões da ordem da relação professor-aluno e metodologia de ensino. Saiba como comprar.  
Lançamento coletivo marca fim de ano na EduffA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) reunirá autores e organizadores de 13 títulos recém-publicados das mais diversas áreas do conhecimento em um lançamento coletivo que  marca o fim do ano de atividades da editora, ao longo do qual foram lançados quarenta títulos de temáticas variadas, incluindo a reedição de clássicos como "Gente das areias", de Marco Antonio da Silva Mello e Arno Vogel; "Quando a rua vira casa", de Arno Vogel, Marco Antonio da Silva Mello e Orlando Mollica  e "Pontes", de Luiz Carlos Mendes. Dentre as publicações que serão lançadas, está a coletânea "Sementes urbanas", organizada por Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva. Dividida em três volumes, a obra reúne 57 textos do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos (1943-1989) que foram publicados em revistas e periódicos e abordam desde a questão habitacional em favelas e na periferia até questões mais amplas sobre a cidade. Outro destaque fica por conta do livro “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, em que a professora Gladys Sabina Ribeiro abre espaço para um tema pouco frequentado na historiografia brasileira: o estudo da imigração portuguesa e das relações entre Brasil e Portugal. Ao tratar do antilusitanismo na Primeira República, a autora amplia a discussão para além de um sentimento alimentado contra o ex-colonizador e aborda como os portugueses travavam diariamente uma árdua luta pela subsistência. A noite de autógrafos contará, ainda, com a presença do historiador Anderson da Silva Almeida que irá lançar “...como se fosse um deles: Almirante Aragão”. No livro, o autor resgata a história de Cândido da Costa Aragão, almirante da Marinha brasileira comprometido com a democracia e ciente das condições sub-humanas que os marinheiros ainda enfrentavam na segunda metade do século XX.. Os ivros que particparão do lançamento coletivo são: “...como se fosse um deles. Almirante Aragão: memórias, silêncios e ressentimentos em tempos de ditadura e democracia", de Anderson da Silva Almeida “Análises de um mundo significado: a visão semiolinguística do discurso", de Autoras: Beatriz Feres e Rosane Monnerat (Orgs.) “Economia, história e memórias – A trajetória da Faculdade de Economia da UFF”, de Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck “Histórias de detetive para crianças: Ganymédes José e a série 'Inspetora' (1974-1988)”, de Leonardo Nahoum Pache de Faria “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, de Gladys Sabina Ribeiro “Pontes”, de Luiz Carlos Mendes “Sementes Urbanas” 3 v., Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva (Orgs.) “Trabalho e trabalhadores no Brasil: experiências, deslocamentos, modalidades e resistências”, de Cristiana Costa e Norberto O. Ferreras (Orgs.) “Vassouras: comunidade escrava, conflitos e sociabilidade (1850-1888)”, de Fábio Pereira de Carvalho "Indizível, imperceptível e ininteligível: o sujeito contemporâneo e seus arquivos", de Bethania Mariani, Carla Barbosa Moreira, Juciele Pereira Dias e Maurício Beck (Orgs.) "Funcionalismo linguístico: diálogos e vertentes", de Mariangela Rios de Oliveira e Maria Maura Cezario (Orgs.) "Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior", de Kênia Miranda "Experiências e narrativas em educação", de Carmem Lúcia Vidal Pérez (Org.)  
Patricia Galindo lança “Direito do Consumidor”, na Livraria IcaraíA professora da Faculdade de Direito da UFF Patrícia Galindo lança o livro “Direito do Consumidor: Estudo dirigido Brasil – Quebec” (Eduff, 2017) em que compara as legislações vigentes no Brasil e em Quebéc, Canadá. A obra, que integra a Série Universidade, será lançada na próxima quinta-feira, 30 de novembro, às 18h, na Livraria Icaraí. O livro é fruto da tese de doutorado defendida por Galindo na Universidade de Quebéc, em Montreal (UQAM). Em sua pesquisa, a autora conclui que a legislação brasileira é superior à canadense, tendo em vista que tem maior integridade em si mesma, maior clareza nos objetivos estipulados e seus princípios orientadores permitem que seja menos suscetível a alterações, com o passar do tempo.  A autora também contextualiza as duas legislações e trata das mudanças ocorridas socialmente, com a crise da pós-modernidade e a chamada hipermodernidade. No entanto, chama a atenção sobre as causas que levaram à superioridade brasileira. “Acredito que tenha a ver com o maior engajamento dos profissionais de Direito nesta área. Um exemplo é a atuação da Defensoria Pública brasileira, que pode atuar em ações coletivas, algo inovador comparado a outros países”, explica. De maneira crítica, Galindo contrasta a lacuna entre a rica legislação e a ineficiente aplicação da lei no cotidiano dos consumidores brasileiros. No entanto, ela considera que o Brasil se destaca no cenário internacional pela extensão das reformas legislativas e institucionais que pôs em prática, para promover os direitos dos consumidores. Saiba como comprar.   
Práticas socioambientais em Enfermagem é tema de lançamento da EduffDiante das questões contemporâneas socioambientais, a coletânea “Práticas comunicativas socioambientais” (Eduff, 2017), organizada Marcela de Abreu Moniz, Vera Maria Sabóia, Donizete V. Daher e Rodrigo Leite Pereira, oferece reflexões sobre demandas urgentes relativas à formação pedagógica do enfermeiro para atuação como educador em saúde ambiental. A obra visa contribuir na prática, no ensino e na pesquisa em enfermagem e saúde pública, ao refletir sobre conceitos de cidadania, percepção, comunicação e responsabilidade do profissional frente aos riscos ambientais e seus impactos na saúde. O conjunto de textos permite ao leitor uma incursão a aspectos conceituais e metodológicos de práticas pedagógicas e conteúdos curriculares. “Práticas comunicativas socioambientais” pretende estimular o interesse de docentes, pesquisadores e estudantes na busca da melhoria das condições ambientais e de saúde de indivíduos e grupos assistidos em contextos de vulnerabilidade socioambiental. Saiba como comprar.         
Denise da Fonseca lança "Expressividades" na livraria IcaraíA inspiração neste estudo tem como fonte a atividade clínica da autora no Serviço de Psicologia Aplicada da UFF - em atendimento individual ou em grupos terapêuticos, em trabalhos comunitários, nas oficinas terapêuticas, ou ainda nos cursos de extensão - e em consultório particular. Segundo Denise da Fonseca, o percurso do livro é marcado pelos descomedimentos da experimentação clínica e pelas perturbações que advêm de suas vizinhanças, como o encantar-se com a trajetória dos filósofos, dos poetas, dos autores e atores cotidianos. Na obra, a psicóloga trata do que transcende a clínica e os corpos, na busca de colher os fragmentos das expressividades do plano sensível.   Saiba como comprar
Universo das saunas de prostituição masculina é tema de lançamento da Eduff Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?”, no dia 6 de outubro, na Livraria da Travessa de Botafogo. No livro, o autor relata não apenas os meandros do mundo dos negócios da prostituição no Rio de Janeiro, mas traz para o leitor uma percepção da forma como as sexualidades e os desejos estão articulados nas saunas cariocas. A obra, além de contribuir para os estudos sobre sexualidade e prostituição masculina, se apresenta como uma fonte de resistência em tempos de conservadorismo político e econômico. Saiba como comprar.  
Lançamento do livro "O arquivo e o lugar" O livro “O arquivo e o lugar” (Eduff, 280 pp, R$59) se organiza com foco nos produtores e usuários dos documentos, e não nas instituições arquivísticas. A obra engloba a polissemia do termo arquivo e o embate acerca da validade da custódia, conceitos que são esclarecidos à luz do Direito, da História da tecnologia e da Arquivologia. A autora Margareth da Silva denuncia a falta de acesso e preservação dos documentos e acredita que a desvalorização dessa área no Brasil compromete a transparência. Para ela, a saída é política. “Arquivo não pode ser considerado como um órgão desse ou daquele governo, sujeito às flutuações políticas e econômicas, ele deve ser compreendido como órgão do Estado, que deve satisfações aos cidadãos. O arquivo no mundo contemporâneo deve ser um lugar de exercício da cidadania”. "O arquivo e o lugar" explora a dificuldade que a Arquivologia vem experimentando em lidar com o crescimento exponencial do volume de documentos e enfrentar a obsolescência tecnológica que ameaça, ainda mais, a situação precária do campo dos arquivos. Saiba como comprar.  
Gabriel Alvarenga lança "Vida e arte" pela EduffA partir de sua vivência clínica e acadêmica, o psicólogo Gabriel Alvarenga propõe uma nova utilização da dimensão estética no cotidiano, considerando a criação como ponto revolucionário, no livro “Vida e arte: criação na borda, no balanço paradoxal” (Eduff, 2017), que será lançado em 19 de setembro, na Livraria da Travessa, no centro do Rio. O questionamento central da obra, como bem expôs Luciano Bedin, que assina a orelha do livro, é “onde é possível o desafio de uma vida como obra de arte? Que arte é essa que acessamos?”. Neste sentido, a literatura é posta como atividade artística de destaque. O desejo, segundo o autor, “[não é visto] mais como falta ou metáfora e passa a ser o exercício da liberdade prática diante das forças, velocidades e anestesias que nos beiram”. Em “Vida e arte: criação na borda, no balanço paradoxal”, as ideias são apresentadas em um texto repleto de entradas e saídas, a partir de um pensamento nômade, sem fixação em um único lugar, que pode ser conectado a tudo que aumenta a capacidade de ação das pessoas.   Saiba como comprar.   
Anita Prestes lança livro sobre Olga Prestes no Campus UFF de Rio das OstrasNo dia 23 de agosto, quarta-feira, no auditório do Instituto de Ciência e Tecnologia  (ICT) do Campus UFF de Rio das Ostras (Curo) será lançado o livro “Olga Benario Prestes, de autoria de Anita Prestes. O evento, gratuito, faz parte do 1º Seminário de formação política do SEPE Rio das Ostras e é direcionado a profissionais da educação, estudantes do ensino médio e universitários. A programação contará com: Das 14h - 17h: Cine Debate com o filme  Olga (do diretor Jayme Monjardim) -  mediador: Professor Marcos Cesar -  História da UERJ  ( auditório do ICT) Das 18h30 às 21h - Palestra sobre o Centenário da Revolução Russa: a atualidade da Revolução de Outubro; e o lançamento do livro: "Olga Benario Prestes" SEPE RJ - Oficial - Professor Luciano, ADUFF SSind - Wanderson de Mello, Coletivo Construção - Lucas Brandão; Palestrante:  professora  Anita Prestes - História UFRJ – ( auditório do ICT) Anita Leocadia Prestes nasceu em 27 de novembro de 1936 na prisão de mulheres de Barnimstrasse, em Berlim, na Alemanha nazista, filha dos revolucionários comunistas Luiz Carlos Prestes, brasileiro, e Olga Benario Prestes, alemã. Afastada da mãe aos quatorze meses de idade, antes de vir para o Brasil, em outubro de 1945, viveu exilada na França e no México, com a avó paterna, Leocadia Prestes, e a tia Lygia. Autora de vasta obra sobre a atuação política de Prestes e a história do comunismo no Brasil, é doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense, professora do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes. Haverá emissão de certificado e os estudantes que participarem do cine debate receberão um estudo dirigido. O Curo fica na Rua Recife s/n, Jardim Bela Vista , Rio das Ostras.
Saúde e atenção básica da mulher é tema de novo livro da EduffFruto do trabalho de estudantes da graduação em Enfermagem da UFF, o livro “Saúde da mulher na atenção básica: compilando informações que apoiam o ensino – aprendizagem na graduação de Enfermagem” (2016), organizado pelo professor Audrey Pereira, será lançado no dia 23 de agosto, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Apoiados por professores da disciplina “Enfermagem em Saúde da Mulher”, os autores procuraram aproximar os futuros enfermeiros ao cotidiano profissional ao qual estarão submetidos. Os conteúdos apresentados nos cinco capítulos do livro foram escolhidos a partir de sua relevância e escritos de maneira clara e acessível. Na publicação, são enfatizadas a relação entre o processo de Educação em Saúde da Mulher na área da Enfermagem e a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Além disso, os autores destacam a importância na área da Estratégia Saúde da Família (ESF), para melhor atender a população. Saiba como comprar.  
Jacqueline Barros lança "Trilogia das sombras" na Livraria IcaraíA partir da análise das questões relacionadas à ética, a pesquisadora Jacqueline Barros lança o livro “Trilogia de sombras: Saramago, Santo Agostinho e Heidegger" (Eduff, 2017), no dia 15 de agosto, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Na obra, autora compara o pensamento de dois importantes intelectuais da cultura ocidental: o escritor português José Saramago e o filósofo e religioso Santo Agostinho. Com isso, relaciona as conexões presentes em relação aos ideais de Bem e Mal. São analisados três livros do autor português: “Todos os nomes” (1997), “A caverna” (2002), e “O homem duplicado” (2008), chamadas por ela de “trilogias das sombras”, que refleteriam a angústia do autor enquanto analisa “o mundo e o tempo do mundo”. Sobre a autora Jacqueline de Faria Barros é pós-doutorada em Filosofia da Linguagem pela Universidade Federal Fluminense. É coordenadora pedagógica do Colégio Estadual Matemático Joaquim Gomes de Sousa/ Intercultural Brasil-China. Saiba como comprar.  
Lançamento do livro "A construção do consenso privatista"Evento: Lançamento do livro "A construção do consenso privatista", de João Paulo de Oliveira Moreira (Doutorando PPGH/UFF). Local: Quilombo do Grotão (Engenho do Mato, Niterói-RJ). Data: 29/07/2017 Horário: 10h
Lançamento do livro História econômica e ImprensaCom alegria convidamos para o lançamento do nosso livro História Econômica e Imprensa, que será realizado na quarta-feira, dia 28 de junho, das dezenove às vinte e duas horas, no Bistrô Multifoco, Rua Mem de Sá, n. 126, no bairro da Lapa, Rio de Janeiro. Mais uma vez agradecemos a todos vocês pela importante colaboração na coletânea que não apenas reúne trabalhos de alto nível mas, também, esperamos, poderá inspirar novas investigações sobre as relações entre imprensa, interesses e ideias econômicas no Brasil. Lamentamos apenas não ser possível viabilizar a vinda dos autores que residem fora do Rio nessa ocasião. Está previsto, no entanto, um segundo lançamento, no Simpósio Nacional de História, em Brasília. Muito obrigada e um abraço! Maria Letícia Corrêa, Monica Piccolo e Rafael Brandão
Lançamento dos livros "Cartografias da cidade (in)visível" e "Agrarismos""Cartografias da cidade (in)visível - Setores populares, cultura escrita, educação e leitura no Rio de Janeiro imperial" foi organizado por três docentes do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Fluminense. Nesta obra questiona-se a reafirmada exclusão e distanciamento dos setores populares do mundo letrado, demonstrando que suas práticas letradas encontram-se inscritas nas ruas da cidade e nos modos como se relacionavam com a vida, com o trabalho e com a educação. Deste modo, foi cartografado um Rio de Janeiro pouco visível: aquele que se constitui pelos espaços de cultura letrada em que se inseriam os pobres urbanos. Organizadores: Giselle Martins Venâncio, Maria Verónica Secreto Ferreras, Gladys Sabina Ribeiro. Editora: Mauad X   "Agrarismos: Estudos de história e sociologia no mundo rural contemporâneo" foi organizado por uma docente do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Fluminense, em parceria com um docente da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O livro reúne um conjunto de artigos sobre Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Peru e Uruguai, além de agrupar experiências de pesquisa de alguns historiadores, sociólogos e antropólogos sobre o mundo agrário latino-americano. Organizadores: Vanderlei Vazelesk Ribeiro, Maria Verónica Secreto Ferreras. Editora: Mauad X
Livraria Icaraí recebe lançamento da nova edição de "Quando a rua vira casa"Os professores Arno Vogel e Marco Antonio Mello lançarão a nova edição, revista e ampliada, do livro "Quando a rua vira casa" (Eduff, 2017), um clássico da área da Antropologia Urbana. Aliando conhecimentos de diferentes áreas, os autores analisam as maneiras pelas quais as pessoas se apropriam dos espaços coletivos. Na obra, dois espaços são usados para comparação: o bairro do Catumbi, com seu tradicional centro comercial, e a Selva de Pedra, no atual bairro carioca do Leblon. Considerado obsoleto, o Catumbi foi construído no século XIX e recebeu imigrantes portugueses, italianos e ciganos. Já a planejada localidade de Selva de Pedra, na Zona Sul do Rio, surgiu no começo da década de 1970 e ocupou o lugar de uma antiga favela da região. Os autores buscam explicar o caráter próprio e diferencial do uso desses espaços, quando voltados para o lazer. Por fim, são avaliadas as sugestões das políticas de inspiração racionalista, dentro dos planejamentos urbanos. A nova edição pela Eduff conta, ainda, com uma apresentação dos pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) Felipe Berocan Veiga e Soraya Silveira Simões. Saiba como comprar.      
Domingos Nobre lança "Entre a escola e a casa de reza" pela EduffCom a chegada das escolas não indígenas às aldeias, a infância guarani sofreu alterações. Devido a esse encontro cultural, foi necessário não só avaliar os impactos da escolarização, mas também pensar na formação curricular dos docentes. Esse é o ponto central debatido por Domingos Nobre em "Entre a escola e a casa de reza", que será lançado no dia 4 de maio, às 19h, na Livraria da Travessa, em Botafogo. Tradicionalmente caracterizada pela oralidade e pelo respeito aos mais velhos, a educação guarani incentiva o esforço pessoal, a curiosidade e a experiência. Os adultos não interferem na vivência das crianças: a eles, cabe aconselhá-las, conversar e acompanhar o cotidiano. Essa concepção difere do projeto normativo geralmente aplicado nas escolas ocidentais, o que motiva a adaptação entre as duas culturas. "Enxergar a escola como um espaço para realização de um 'diálogo intercultural' tem sido uma das estratégias para a correção dos 'erros' cometidos nas relações de contato feitas anteriormente", afirma Nobre. Sobre o autor Domingos Nobre é professor adjunto e vice-diretor do Instituto de Educação de Angra dos Reis, Universidade Federal Fluminense (UFF), com graduação em pedagogia pela Universidade Federal do Estado de Minas Gerais e especialização em alfabetização pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mestre e doutor em educação pela UFF, realizou pós-doutorado no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.   --> Como comprar     
Professoras da UFF lançam coletânea "Agentes do contemporâneo" na Blooks LivrariaSeja em um clássico, como Macbeth, ou em um romance para adolescentes, como Crepúsculo, o poder da literatura em acender nossas paixões e compreender melhor a realidade continua vivo. Dois papéis importantes para a manutenção da produção editorial estão em constante mudança: o do escritor e o do crítico literário. Mostrar como essa relação se complementa é o objetivo da coletânea “Agentes do contemporâneo” (Eduff, 2016), organizada por Claudete Daflon, Maria Fernanda Garbero e Matildes Demetrio e que será lançada nesta quinta, 6 de abril, na Blooks Livraria, em Niterói. Nos 14 textos que compõem a obra, os pesquisadores propõem que não apenas os autores são ativos no processo de contar e lidar com as narrativas, mas também os críticos e acadêmicos. Com isso, partem da complexidade dessas relações para ampliar os limites do que consideramos literário ou não, entendendo o dinamismo entre quem produz e quem analisa literatura. “Agentes do contemporâneo” pretende dar conta de uma realidade no campo da Literatura Brasileira que muitas vezes é contraditória e dinâmica. Ao mesmo tempo, procura responder às questões apresentadas acerca da literatura e da própria crítica em nossa época.   --> Como comprar        
Mobilização de moradores das favelas é tema de lançamento da EduffDiversos movimentos sociais, como a mobilização dos moradores da Vila Autódromo frente ao projeto olímpico instalado na cidade do Rio de Janeiro, vêm questionando o uso do espaço urbano. Aspectos desse tipo de mobilização, por parte dos chamados favelados, são retratados pelo historiador Marco Pestana em “A união dos trabalhadores favelados e a luta contra o controle negociado das favelas cariocas (1954-1964)”, (Eduff, 2016), que será lançado em 25 de abril, às 19h, na Livraria Blooks de Botafogo. O pesquisador traz à tona as diferentes formas de mobilização e agitação políticas nas favelas da cidade do Rio de Janeiro no período que vai do fim da Era Vargas, em 1945, até o início da ditadura militar, em 1964. Conhecido como “República Populista”, o autor conta como diferentes forças políticas dominaram as favelas a partir de um “controle negociado” das comunidades e de seus habitantes. Com destaque para a profunda revisão bibliográfica e uma vasta pesquisa documental, Pestana se destaca na maneira pela qual relaciona os eventos do passado e do presente. Coloca, também, os favelados não apenas como vítimas e sim como cidadãos ativos do processo, além de uma característica intrigante: as mobilizações, diferente do imaginado, se dão visando à permanência dessas pessoas em seus locais de moradia. Sobre o autor Marco Pestana é historiador e professor do Colégio de Aplicação do Instituto Nacional de Educação de Surdos. É doutorando em História Social pela Universidade Federal Fluminense e atua na área de história do Brasil contemporâneo, desenvolvendo pesquisas acerca de conflitos urbanos.  
Ruth Torralba lança "Sensorial do corpo" na Livraria da TravessaA percepção da pele como órgão sensorial que dialoga com o mundo externo conduz o estudo da psicóloga e dançarina, Ruth Torralba, no livro “Sensorial do Corpo: via régia para o inconsciente” (Eduff, 2016.), que será lançado no dia 13 de abril, às 19h, na Livraria da Travessa, em Botafogo. No livro, a autora recorre à experiência na dança e aos ensinamentos de Gerda Alexander, criadora da eutonia, para demonstrar a importância do toque para o desenvolvimento humano, quando a linguagem verbal não é mais suficiente para promover mudanças no sujeito. Pela via da dança, da psicanálise e dos pensamentos de Deleuze e Spinoza, o livro propõe a abertura ao aspecto sensorial do corpo, para além da escuta clínica do paciente e rumo à experimentação. Mais do que desencadear sentimentos e lembranças, as experiências sensoriais pretendem produzir e dar passagem aos afetos que estão calados. Os sintomas que se manifestam no corpo são tratados, no livro, como fruto do bombardeio de informações, imagens e objetos de consumo a que somos expostos e que nos tornam apenas consumidores cujos corpos estão enfraquecidos. A dor, neste caso, seria um grito desse corpo que está sufocado. Sobre a autora Ruth Torralba é psicóloga clínica, dançarina e terapeuta pelo movimento. Com aperfeiçoamento em Eutonia, é mestre e doutora em Psicologia pela UFF e pesquisadora do Laboratório de Subjetividade e Corporeidade da UFF.  
Lançamento do livro do Festival Nacional de Cultura Popular - InterculturalidadesFestival Nacional de Cultura Popular retratado em livro Evento reuniu na Universidade Federal Fluminense mais de 200 atrações do país inteiro Será lançado no próximo dia 5 de abril (quarta-feira) o livro que retrata, em texto e fotos, o Festival Nacional de Cultura Popular - Interculturalidades, evento que mobilizou o Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense, em agosto e setembro do ano passado. A tônica do festival, que durou dois meses, foi a reafirmação da cultura popular, por meio de seus personagens e suas vozes. Muitos, pela primeira vez, protagonizaram um evento deste porte. Muitos não conheciam o Rio de Janeiro. O Festival Nacional de Cultura Popular – Interculturalidades fez parte da Maratona Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF) e foi apoiado pelo Ministério da Cultura, contando com mais de duzentas atrações gratuitas, de diversos estados do País, além de oficinas diversas, exposições, shows, peças teatrais, filmes e rodas de mestres da cultura popular. As culturas do Brasil estiveram representadas no evento de diversas formas, tanto nos espaços da Reitoria da Universidade Federal Fluminense, em Niteroi; quanto na Feira de São Cristóvão, no Parque das Ruínas e em Parada de Lucas, bairro do Rio de Janeiro; além da Praça do Pacificador, em Duque de Caxias. Os resultados deste percurso estão retratados no livro, que também narra experiências, vivências e histórias dos grupos convidados. Serviço: Dia 5 de abril (quarta-feira), das 17:00 às 19:00 Varanda do Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí) Lançamento do livro Festival Nacional de Cultura Popular – Interculturalidades GUELMAN, Leonardo, KUTASSY, Marianna e LIMA, Ana Paula (orgs.), Universidade Federal Fluminense: Niterói/RJ, 2017.
Lançamento do livro QUAL O FUTURO DA SEXUALIDADE NO DIREITO?Parafraseando Raewyn Connell, o poder das estruturas sociais na formação do indivíduo faz com que a sexualidade pareça não se transformar. Mas quando pensamos a partir da história da sexualidade, percebemos que as constantes modificações dos arranjos sociais reelaboram a todo o momento a nossa sexualidade, sempre posta em crise, pois não pode ser fixada nem exatamente reproduzida. Os corpos não são uma tela em branco a ser pintada exclusivamente pela sociedade. Somo também agentes envolvidos na construção do mundo e damos caráter eminentemente político à nossa sexualidade: ela é prazer, é reconhecimento, é identidade, mas também é fonte de injustiças e de prejuízos profundos. Assim, não é correto perguntar se a sexualidade muda. Essa resposta já está dada. A questão que nos provoca é saber como somos pintados, ao mesmo tempo em que nos pintamos, que cores são usadas nessa pintura e quais poderemos usar. Quando nossas tintas escorrem da tela, qual imagem será produzida? Precisaremos de uma imagem? Qual o futuro da sexualidade? Tendo futuro, qual será o desejado? Como o Direito lidará com as transformações da sexualidade? Como preencher o Direito com as nossas diferenças? Qual o futuro da sexualidade no Direito? Estas são as considerações iniciais que forjam a criação do Grupo de Pesquisa Sexualidade, Direito e Democracia. Em 2014, inovando com a temática na pós-graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense, o SDD deu seus primeiros passos no processo crítico, autocrítico e reflexivo sobre as interconexões entre o Direito e a Sexualidade. Composto por pesquisadores e pesquisadores doutores, doutoras, doutorandos, doutorandas, mestrandos, mestrandas, alunos e alunas da graduação em Direito da UFF, o grupo procura ampliar a crítica ao direito trazendo a ele e o levando para as pesquisas de gênero e sexualidade, como forma de repensar a democracia e o poder no Brasil. Partindo da questão “qual o futuro da sexualidade no direito?”, o primeiro produto coletivo do grupo aposta nesta discussão para repensar a paleta de cores que temos disponíveis e quais queremos usar no futuro, para seguirmos moldando nossas sexualidades sob critérios igualitários e emancipatórios. Com muita satisfação, segue nossa programação: Lançamento do Livro: Qual o futuro da sexualidade no direito? Palestrantes: Eder Fernandes – Coordenador do SDD Adriana Geisler – Fiocruz Ana Paula Martins – UNB Carla Apollinário – PPGSD Quando: 31.03.2017 Horário: 18h30min Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito UFF (Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá, Niterói/RJ) Inscrições no local. Mais informações divulgadas na página do evento. O Lançamento do Livro acontecerá na semana da Calourada do CAEV - Direito UFF, que ocorrerá de 27 a 31 de Março. Não deixem de conferir e participar da programação da calourada: https://www.facebook.com/events/384273201959335/
Edir Augusto Pereira lança "Ensaios de Amazônia" na Livraria IcaraíA partir da seleção dos ensaios do carioca Euclides da Cunha e dos paraenses José Veríssimo, Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, o professor e geógrafo Edir Augusto Dias Pereira aborda o papel do ensaio brasileiro na construção do espaço amazônico em "Ensaios de Amazônia", que será lançado nesta quinta-feira, 30 de março, a partir das 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Na obra, o autor pinçou os estudos que considera mais representativos de cada autor sobre a região. De José Veríssimo, escolheu "Estudos amazônicos", livro editado em 1970 e que reúne os ensaios publicados em jornais e revistas do Pará e do Rio de Janeiro, entre 1898 e 1915. De Euclides da Cunha, o livro "À margem da História", lançado após a morte do autor, em 1909. "O rio 23 comanda a vida", a obra mais conhecida de Leandro Tocantins, também está entre os ensaios analisados por Pereira, ao lado do livro "Amazônia: conceito e paisagem", de Eidorfe Moreira, publicado em 1960 pela Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA). Marcados pelo paradigma determinista e contemporâneos, os escritores José Veríssimo e Euclides da Cunha se enquadram no primeiro momento do ensaísmo brasileiro de representação espacial da Amazônia, com obras que vão do fim do século XIX até os anos de 1930, período das grandes transformações promovidas pela economia da borracha. Juntos, os dois autores representam um dos grupos mais importantes para a cristalização da ideia de nação no Brasil e, por isso mesmo, suas são pautadas pela busca da brasilidade no "interior". Já num segundo momento estão Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, a partir da década de 1950. Com influência das ciências sociais, seus ensaios se desenham a partir do paradigma da ciência moderna em processo de institucionalização no Brasil e na Amazônia por meio das universidades. É o período em que o Estado começa a pensar nas primeiras políticas para a região e na sua primeira definição e delimitação oficial. E é nesse momento que se apresenta um forte regionalismo definido a partir e dentro de discursos, práticas e políticas defendidas por intelectuais da região. Sobre o autor Doutor em Geografia, Edir Augusto Dias Pereira é diretor da Faculdade de Educação do Campus Universitário do Tocantins/Cametá, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Natural de Tocantins, Edir Pereira desenvolve pesquisa na área de estudos da Amazônia, Cultura, Território, Territorialidade e Resistência, com ênfase em Comunidades Ribeirinhas da Amazônia. O autor também integra o Grupo de Pesquisa de Estudo, Pesquisa e Extensão da Região Tocantina (GEPECART) e o Núcleo de Estudos Territoriais, Ação Coletiva e Justiça (NETAJ - UFF), além de coordenar o Grupo de Estudo em Cultura, Território e Resistência da Amazônia Tocantina - SÍTIO. --> Como comprar  
Cooperação entre Brasil e São Tomé e Príncipe leva comunicação e cultura além das fronteirasLivro sobre o projeto de colaboração internacional será lançado dia 29 de março com a presença do reitor da Universidade Pública São Tomé e Príncipe O projeto de colaboração entre a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Pública de São Tomé e Príncipe estreitou os laços entre Brasil e África por meio de iniciativas no âmbito da educação, da comunicação e da cultura, durante dois anos. A missão brasileira era levar para o país africano soluções inovadoras, voltadas para a capacitação em torno da comunicação, por meio da inserção de professores brasileiros na realidade local, que resultaram em ganhos para ambas as instituições e na publicação de um livro, com as vivências e perspectivas de diálogo. Como destaca, na apresentação da publicação, Leonardo Guelman, coordenador do projeto: “a comunicação e a cultura jogam aqui um papel fundamental na importância que se pode atribuir às narrativas sociais e culturais para a construção dos próprios sentidos de um país”. O projeto foi promovido por meio da Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério de Relações Exteriores. O lançamento do livro Projeto São Tomé e Príncipe Plural: Sua gente, sua história, seu futuro será na quarta-feira, dia 29 de março de 2017, a partir das 17h, no Centro de Artes UFF, com a presença dos reitores Ayres Bruzaca de Menezes, da Universidade Pública de São Tomé e Príncipe e da Universidade Federal Fluminense, Sidney Mello. Na ocasião, também será lançado o livro Territórios Criativos, a partir do projeto Interculturalidades, também coordenado por Leonardo Guelman, Superintendente do Centro de Artes UFF. Territórios Criativos O projeto, realizado junto à Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura, por dois anos permitiu à UFF pesquisar os territórios, em trabalho de campo que contou com o envolvimento de pesquisadores de graduação e pós-graduação. Para os agentes comunitários e parceiros locais, o projeto se traduziu na aquisição de tecnologias sociais e no seu papel de sujeitos das formulações e proposições das iniciativas. Os quatro territórios trabalhados – Cariri (no Ceará); e Quilombo do Machadinha (em Quissamã), Paraty e Madureira (no Rio de Janeiro) – espelharam a diversidade de culturas locais, em diferentes escalas e contextos. O livro sobre o projeto consolida a trajetória das pesquisas realizadas ao longo dos últimos anos, que convergiram para valorizar a multiplicidade cultural e o intercâmbio que fortaleceram os resultados alcançados pelo projeto. UFF Debate Brasil Em seguida ao lançamento dos livros, será realizado o tradicional UFF Debate Brasil, às 19h, no Teatro da UFF, com o tema Diálogos da Africanidade – Territórios Criativos e a experiência de cooperação Brasil África, com a presença do reitor Ayres Bruzaca e os professores da Universidade Federal Fluminense Raimunda Soares, Júlio César Tavares (UFF) e o Leonardo Guelman (mediador). Programação (aberta ao público e gratuita) 17:00 – Galeria do Centro de Artes UFF Lançamentos dos livros e coquetel Projeto São Tomé e Príncipe Plural: sua gente, sua história, seu futuro. Ações Programáticas em Comunicação e Cultura, GUELMAN, Leonardo e CAMPOS, Christiane (orgs.), Universidade Federal Fluminense: Niterói/RJ, 2015 Territórios Criativos: Prospecção e Capacitação em Territórios Criativos. Cariri, Quilombo Machadinha, Madureira, Paraty, GUELMAN, Leonardo, AMARAL DOS SANTOS, Juliana, GRADELLA, Pedro (orgs.). Universidade Federal Fluminense: Niterói/RJ, 2017 18:00 – Varanda Apresentação do Grupo de Jongo – Tambores de Machadinha (Quissamã-RJ) 19:00 – Teatro do Centro de Artes UFF Debate Brasil – Diálogos da Africanidade – Territórios Criativos e a experiência de cooperação Brasil África.
Sávio Bruno e Julia Barreto lançam "Aves e aeronaves" na Livraria IcaraíA partir da reunião de dados de organismos nacionais e internacionais de aviação, os biólogos Sávio Freire Bruno e Julia Rodrigues Barreto abordam os riscos e os desafios enfrentados pela ciência e pela sociedade diante do perigo aviário, em "Aves e aeronaves", novo livro da Eduff. O lançamento será no dia 28 de março, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Definido como risco potencial de colisão de uma aeronave com uma ou mais aves, o perigo aviário foi registrado antes mesmo do primeiro voo automotor realizado por Alberto Santos Dumont, em 1906. A primeira colisão aviária a causar perda humana ocorreu em 1912 com o norte-americano Calbraith Rogers, morto após um voo sobre Long Beach, na Califórnia. De lá para cá, estima-se que acidentes desse tipo tenham levado à morte mais de 270 pessoas e, no mínimo, 25 mil aves são perdidas a cada ano. Agravado ao longo do tempo, o perigo aviário é hoje encarado como uma ameaça para a aviação mundial e tem chamado a atenção após incidentes recentes, como o do Airbus atingido por uma revoada de gansos em 2009. O caso foi retratado no filme "Sully" (2016), em que Tom Hanks interpreta o piloto Chesley "Sully", famoso por conseguir posar o avião no rio Hudson, salvando a vida dos 150 passageiros que estavam a bordo do voo que seguia de Nova Iorque para Charlotte, na Carolina do Norte. Mas, como salientam os autores de "Aves e aeronaves" (Eduff, 2016), nem sempre as histórias acabam bem. Dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos apontam que, entre 1996 e 2012, foram contabilizados 9.423 colisões com a fauna silvestre, no Brasil. O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) calcula que grandes empresas aéreas têm prejuízos superiores a US$ 4 milhões todo ano. No livro, Sávio Bruno e Julia Barreto destacam a necessidade de se avançar nas pesquisas sobre o tema, especialmente no Brasil, para o aprimoramento de estratégias eficazes de mitigação dos acidentes aviários. Os autores também chamam atenção para a necessidade de se aproveitar dados e resultados de países que já avançaram nesses estudos, para que seja possível compor uma visão do panorama da colisão aviária no Brasil.   --> Como comprar                
Autora associa movimentos da dança à geometria em novo livro da EduffEm "Corpo mosaico", Iris Brasil traz reflexões sobre o movimento, em especial aplicados à dança, a partir da perspectiva da transformação, tema central da Teoria das Transformações Pontuais e da Teoria das Estranhezas. Essas duas teorias foram associadas ao pensamento do coreógrafo e teórico Rudolf Laban na tentativa de se compreender como se constitui o movimento corporal. O lançamento será na próxima quinta-feira, 16 de março, às 19h, na Livraria da Travessa, em Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 97). A partir da utilização de programas gráfico-computacionais, a autora uniu os elementos da geometria aos movimentos “traçados” pelo corpo durante a dança e vislumbrou a possibilidade de pensar em estruturas geométricas construídas pelos bailarinos. Iris Brasil recorreu, então, à coreografia “Presenças no tempo”, de Esther Weitzman, e, mais especificamente, ao solo da dançarina Carla Reichet. A partir da observação do corpo em cena, a autora se voltou para questões sobre como é o solo mosaico de Carla Reichelt, o que está inscrito em seu corpo e de como modo se configura o movimento dançado. Sobre a autora Mestre em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense, Iris Brasil é professora do Colégio Pedro II. É também graduada em Composição de Interior e tem licenciatura em Educação Artística, habilitação Desenho pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde cursou a e especialização em Técnicas de Representação Gráfica.    
Historiador Bruno Silva lança "Genealogias mazombas" pela EduffCom foco na construção das identidades regionais ante a miscigenação sociorracial da formação brasileira, o livro "Genealogias mazombas", do historiador Bruno Silva, destaca as crônicas beneditinas da segunda metade do século XVIII. O lançamento será na próxima quinta, 9 de março, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí). Em “Genealogias mazombas”, o autor procura demonstrar que as identidades forjadas por ilustradores pernambucanos e paulistas não rivalizavam com a portuguesa e cristã. Além disso, resgata o passado colonial e os projetos de nação costurados por portugueses e brasileiros desde a chegada da família real ao Rio de Janeiro, em 1808.   --> Como comprar    
Flavia Medeiros lança livro sobre IML do Rio pela EduffA rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela antropóloga Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”, que será lançado em 7 de março, às 17h, na Livraria da Travessa, no Centro do Rio de Janeiro (Rua 7 de Setembro, 54). Na obra, a autora relata como é desenvolvido um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar o corpo e a causa de sua morte. Por meio de categorias médico-legais, é possível classificar o óbito e desta forma redefinir relações sociais que, em tese, seriam interrompidas pela morte. A partir da análise das dos procedimentos de identificação dos cadáveres, Flavia Medeiros revela a transformação de corpos muitas vezes desfigurados em corpos apresentáveis às famílias. Ao mesmo tempo, a autora discute como esses mortos se institucionalizam ao se converter em “provas” de crimes, o que é resultado da associação de dois saberes acadêmicos (Medicina e Direito) e um saber profissional (Polícia Judiciária), que caracterizam a construção de verdades pela “Polícia Técnico-Científica”. --> Como comprar    
Livraria Icaraí recebe lançamento de "Rei do livro"O historiador e diretor da Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff), Aníbal Bragança, lança o livro "Rei do livro", na próxima terça, 18 de outubro, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. A coletânea, que reúne artigos de diversos autores dedicados ao campo multidisciplinar da história do livro, da leitura e da edição, resgata a trajetória da editora Francisco Alves, fundada em 1854 como Livraria Clássica e que é, ainda hoje, a mais antiga em funcionamento no Brasil. Com o foco voltado para a figura do seu fundador, o livreiro e editor Francisco Alves de Oliveira, o livro destaca também as práticas editorias, em especial aquilo que se refere aos direitos autorais e à relação com os autores, do homem que ficou conhecido como o "rei do livro". Ao longo das 352 páginas, os autores revelam a história dessa livraria-editora e sua importância para a vida literária e educacional de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro e traz análises de publicações de sucesso e ampla iconografia, como capas, anúncios e documentos, no caderno “Francisco Alves em Imagens”.     Ficha técnica: Organizador: Aníbal Bragança ISBN: 9788531414886 Ano de Publicação: 2016 Editora: Edusp Paginas: 352 Preço: R$50,00
Lançamento de livrosLançamento de dois livros: - Educação e Relações Raciais I e II - O Negro da História da Educação Brasileira
A disputa pela posse da terra no século XIX é tema de livro da Eduff"As frações da classe senhorial e a Lei Hipotecária de 1864", de Pedro Parga Rodrigues, publicado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff), retrata discussões da classe dominante senhorial do Segundo Reinado do Brasil Império. Por meio de debates legislativos, livros de potentados rurais e outras fontes, o autor reconstrói disputas em torno da ideia de propriedade territorial ocorridas durante a promulgação e aplicação da Lei Hipotecária de 1864. Na obra são analisadas as visões dicotômicas de luta pela posse da terra para formar o entendimento predominante sobre como se estabeleceria aquilo que seria registrado. O estudo dessas discordâncias e das diferentes perspectivas envolvidas é crucial para compreender a continuidade dos conflitos de terras no Brasil ainda hoje. Segundo o autor, a compreensão destas divergências permite refletir sobre o caráter construído e excludente de certas perspectivas sobre a propriedade. De um lado, havia um grupo mais ligado aos poderosos proprietários rurais que imaginava o domínio agrário como monopólio de uma categoria, buscando converter a propriedade em absoluta, sem se importar com os direitos dos pequenos posseiros e demais homens livres pobres, e que usava mecanismos para oficializar a ampliação de limites territoriais imprecisos. Discordando dessa ideia sobre o universo rural, outros agentes mais associados às tarefas governamentais procuravam conter os excessos dos grandes proprietários, assegurando o respeito ao posseiro. A análise meticulosa desses conflitos faz de "As frações da classe senhorial e a Lei Hipotecária de 1864" uma obra de grande importância para a historiografia econômica, contribuindo para o entendimento de questões atuais ligadas à propriedade da terra no Brasil. --> Como comprar  
Neide Marinho lança "Folia de reis", na Livraria IcaraíA professora Neide Marinho lança o livro "Folia de reis - múltiplos territórios", no dia 28 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Adaptação da tese de doutorado defendida pela autora na PUC-SP, a obra trata da festa popular de caráter religioso que relembra a passagem bíblica em que os três reis magos viajam para conhecer e presentear o menino Jesus. --> Como comprar  
Jorge da Silva lança nova edição de “Violência e racismo”Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff, com lançamento no dia 29 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói). Passados mais de 20 anos, a obra do cientista político Jorge da Silva continua atual e evidencia que o Brasil ainda vive o mito da democracia racial, apontado pelo autor. Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, o autor se valeu da própria vivência para incorporar ao estudo da violência o componente da discriminação racial, constantemente ignorado pelos estudiosos na temática. “Violência e racismo” é uma contribuição não apenas para os estudos acadêmicos, mas, principalmente para aqueles que elaboram e conduzem políticas que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida da população. Sobre o autor Jorge da Silva é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e professor conteudista do Curso em EAD de Tecnólogo em Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF).  Jorge da Silva também já serviu à Polícia Militar, onde exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior Geral e foi, ainda, secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. É autor dos livros “Guia de luta contra a intolerância religiosa e o racismo” (Ceap / Seppir, 2009), “120 anos de abolição” (Hama, 2008), “Criminologia crítica: segurança e polícia” (Forense, 2008), “Direitos civis e relações raciais no Brasil” (Luam, 1994) e “Controle da criminalidade e segurança pública” (Forense, 1990).   --> Como comprar
Livraria Icaraí recebe lançamento sobre modernização portuáriaCom 7.491 quilômetros de extensão, o litoral brasileiro proporciona ao país condições favoráveis à navegação e ao consequente desenvolvimento econômico. No entanto, de acordo com o cientista social Cezar Honorato, os portos do Brasil precisam ser modernizados. A partir da Companhia Docas de Santos, o pesquisador lança a segunda edição de seu livro “O polvo e o porto: a Companhia Docas de Santos (1888-1914)”. O evento acontece dia 22 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói. Cezar Honorato é membro do Laboratório de História Econômico-Social (POLIS) da Universidade Federal Fluminense. Junto a ele, três integrantes do grupo de pesquisa também lançarão seus livros: “O preço de um fracasso – A Companhia União & Indústria, a política e a economia no Império 1852/1872”, “Faces do Extremo: neofascismo nos EUA 1970-2010” e “O trapiche e suas fronteiras”.  
Livraria Icaraí recebe lançamento do romance "Borgonha"A Livraria Icaraí recebe o escritor Hugo Vinicius Pereira para o lançamento do romance "Borgonha", na próxima terça-feira, 6 de setembro, às 18h. Narrado em primeira pessoa, o livro trata-se de uma tragédia contemporânea que leva o leitor a um mergulho na mente do protagonista, André, e nas transformações por que passa à medida que uma mulher entra e sai de sua vida. A história se passa no tradicional restaurante português Borgonha. Localizado no coração do Rio de Janeiro, entre a Igreja da Candelária e a Praça Mauá, o estabelecimento, seus clientes e funcionários, fazem parte das transformações de André.  
Bianca Bonente lança “Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica”A economista e professora da UFF Bianca Bonente lança o livro "Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica: por uma crítica negativa do desenvolvimento capitalista" (Eduff, 2016), no dia 30 de agosto, às 18h, na Livraria Icaraí. Na obra, autora pretende demonstrar que as teorias do desenvolvimento são única e exclusivamente teorias do desenvolvimento capitalista e que, por isso mesmo, projetam o capitalismo como figura inexorável do futuro da humanidade. Entre outros tópicos, a autora aborda a lei geral da acumulação capitalista, o desenvolvimento capitalista e suas particularidades, os modelos "prototípicos" de crescimento econômico (Harrod, Domar e Solow), as teorias clássicas do desenvolvimento e estratégias de industrialização para as regiões subdesenvolvidas e as tendências do debate sobre desenvolvimento no pós-1970.
Lançamento de "Quando o céu é o limite"O universo das cerimônias de casamento e o trabalho dos cerimonialistas são objeto do estudo etnográfico que a antropóloga Cristina Marins apresenta no livro "Quando o céu é o limite" (Eduff, 2016), que será lançado no dia 28 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. Com base em entrevistas e na observação direta dos rituais de matrimônio, a autora analisa a forma como o casamento é hoje planejado, percebido e representado pelos atores sociais nele envolvidos. Na obra, Cristina Marins estuda o discurso e as práticas dos cerimonialistas para demonstrar como o casamento deixou de ser uma tarefa restrita ao âmbito familiar para se tornar um empreendimento profissional que envolve uma gama quase infinita de produtos e atividades.
Lançamento de “Miragens e estilhaços da guerra”O professor Roberto Robalinho lança o livro “Miragens e estilhaços da guerra: os filmes contemporâneos de ficção sobre a guerra do Iraque” (Eduff, 2016)”, no dia 22 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. Na obra, o autor parte da análise das produções de “Guerra ao terror”, “Zona verde”  e “Guerra sem cortes” e propõe uma reflexão sobre como um grupo de filmes é capaz de traduzir uma guerra que tem origem no capitalismo contemporâneo pós-industrial.  Como já avisa na introdução, Robalinho se lança na dolorosa tarefa de inventar uma escrita sobre o presente do conflito. Para isso, percorre os destroços de uma guerra para mostrar os fragmentos e pedaços de uma guerra da qual se tem apenas visões nem sempre conclusivas.    
Inclusão é tema de lançamentos da EduffA discussão de políticas e práticas de inclusão une os três novos livros publicados pela Eduff. "Narrativas do nao ver", "Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular: desafiando fronteiras" e "Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa", das psicólogas Carolina Manso, Luiza Teles e Luciana Franco, respectivamente, serão lançados no dia 15 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.    
Eduff lança coletânea "Intelectuais e palavra impressa"A trajetória de escritores, jornalistas, historiadores e seus projetos editoriais unem os nove artigos que integram a coletânea "Intelectuais e palavra impressa" (Eduff, 2016), organizada pela professora e historiadora Giselle Martins Venancio. Escrita por jovens pesquisadores da UFF, a obra será lançada no dia 2 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí. Mais do que apresentar nomes de destaque na história política e social do Brasil, "Intelectuais e palavra impressa" segue a tendência historiográfica que resgata a participação dos sujeitos na história e propõe um questionamento sobre quem são as vozes que falam e dialogam num dado momento.  A primeira parte da coletânea é dedicada aos projetos editoriais e à análise de publicações de revistas e coleções de livros. É o caso da coleção "História Geral da Civilização Brasileira (HCGB)", organizada por Sérgio Buarque de Holanda, objeto do artigo do historiador André Furtado. O estudo se volta para a ação de intelectuais engajados em questões sociais, na segunda parte da obra, quando são discutidos os usos dos impressos como meio de fazer circular ideias e projetos políticos. Dentre outros exemplos, estão a atuação do jornalista João Batista de Paula na coluna diária “Plantão Militar”, publicada no jornal Última Hora, na década de 1960, e o aparecimento da chamada onda verde da imprensa, na década de 1920, com a publicação da Revista Florestal. --> Como comprar  
Engenheiro lança livro de artes visuais sobre projeto social niteroienseParalelamente à carreira de engenheiro, Fernando Braune frequentou diversos cursos nas áreas de História, crítica e filosofia da arte. A partir desses estudos, surgiu o interesse pela imagem fotográfica, o que lhe proporcionou a exposição de seus trabalhos em galerias reconhecidas mundialmente, como o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, e a Agora Gallery, em Nova York. Seu mais recente trabalho, o livro "Querubins da Grota", será lançado no dia 7 de julho, às 18h, na Livraria Icaraí, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói. O livro, com edição bilíngue, reúne mosaicos de personalidades da Orquestra de Cordas da Grota (OCG), projeto social desenvolvido na comunidade da Grota, em São Francisco, Niterói. Segundo o autor, "a cooperação, a ligação harmônica de cada membro evidencia a potência, a força exercida pelo trabalho em conjunto, essencial não só para o trabalho da orquestra em si, mas, sobretudo, para suas vidas particulares". Além de depoimentos de pessoas que passaram pela OCG, a obra traz artes visuais com uma estética diferenciada, misturando pintura à mão e colagens digitais. O trabalho manual exibido no livro, com algumas telas em preto e branco, foi editado no computador e superposto a vitrais coloridos, ocasionando dinâmica e clareza às cores e aos contrastes. "Querubins da Grota" Autor: Fernando Braune Preço: R$ 49,00 no lançamento     
Marcelo Dias lança livro sobre base curricular do ensino matemáticoO apelo para a formalidade e os métodos puramente dedutivos não correspondem mais às necessidades atuais do ensino matemático. Essa carência é tema do livro "Tendências em educação matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" (Editora Appris), do professor Marcelo Dias, que será lançado no dia 5 de maio, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.  Resultado de uma pesquisa sobre educação da matemática nos documentos oficiais e nos currículos prescritos no Brasil e no Paraguai, o livro discute a organização curricular e as competências matemáticas do ensino. Para o autor, é necessário refletir sobre as novas diretrizes para a formação inicial e continuada de professores para o magistério na educação básica, bem como sobre a necessidade de uma base nacional comum entre os currículos.   "Tendências em Educação Matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" Autor: Marcelo Dias ISBN: 978-85-473-0044-9 Editora Appris Preço promocional de lançamento: R$ 60,00
Lançamento da Revista Intervozes Intervozes é uma revista que tem como objetivo provocar a reflexão e o debate sobre os estudos nas áreas do trabalho, da saúde e da cultura. Um espaço para a publicação da produção acadêmica e cultural que envolva temas que digam respeito às transformações, as relações e a gestão do trabalho nas organizações, às condições e qualidade de vida e aos problemas de saúde do trabalhador, aos sentidos e representações envolvidos na produção e reprodução do trabalho, bem como aspectos culturais e políticos. As edições da revista serão publicadas a cada 4 meses, dando preferência aos trabalhos de estudantes de graduação e pós-graduação. A publicação é uma parceria entre a Faculdade Arthur Sá Earp Neto (Fase), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto de Saúde Coletiva (ISC), da Universidade Federal Fluminense. A professora Márcia Guimarães, do Departamento de Planejamento em Saúde, ligado ao ISC, participou da elaboração do projeto da revista desde o início e integra o comitê editorial. Programação:    19:00 - Apresentação da Revista      19:30 Debate: "Taylor X Drucker: o trabalho nas organizações".    Debatedores:   Prof. Gabriel Mamed   Economista, mestre em Planejamento Energético pela UFRJ, consultor em várias empresas, sócio-diretor do CAPEAV - Centro de Aperfeiçoamento Profissional e Estudos Avançados, LTDA e professor da FMP/FASE.    Prof. José Augusto Pina  Sociólogo, doutor em Saúde Pública, atualmente é pesquisador na ENSP/Fiocruz com estudos sobre Intensificação do Trabalho e Saúde do Trabalhador.    21:00 - Encerramento
Livraria Icaraí recebe lançamento do livro "A menina e a avó da menina"Seja de personalidade ou de fantasias, a infância é uma fase de construção, de brincadeiras cotidianas que se tornam grandes histórias contadas, anos depois, em forma de memórias e saudade. Por isso, a professora Magnólia Nascimento volta-se para um de seus papeis mais emocionantes, o de avó da Beatriz, para contar os momentos únicos e divertidos que passa ao lado da neta, no livro "A Menina e a Avó da Menina", que será lançado em 28 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí. Para acompanhar a escrita, o livro conta com as ilustrações feitas por Bia, a neta, de 5 anos. As imagens, cheias de cor, conduzem o leitor por um caminho de sensibilidade em cada situação contada, sempre acompanhando o bom humor que envolve reações inesperadas. O olhar inocente da Menina e a visão atenta da Avó dão o tom de originalidade à obra, rica de afeto e cumplicidade. O livro estará à venda no dia do lançamento, e o dinheiro arrecadado será todo doado à Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST). Livro: “A menina e a avó da menina” Autora: Magnólia Brasil Barbosa do Nascimento R$ 30,00 ISBN: 978-85-7807-132-5
lançamentos e exposições de livros, áudio livros e video livros do cmpdiO CMPDI é um curso de mestrado profissional da UFF, relativamente novo, que teve seu início em agosto de 2013 e que vem produzindo inúmeros materiais didáticos e paradidáticos que interessam a profissionais e familiares que lidam com pessoas com necessidades especiais. Tais materiais e seus autores merecem ser divulgados para a comunidade da UFF e seus pares e também para a sociedade. A divulgação destes materiais será de maior abrangência quando forem postados no site da Associação Brasileira de Diversidade e Inclusão (ABDIn) que se encontra em construção. O objetivo do evento é divulgar os materiais didáticos e paraditáticos produzidos por estudantes, mestres e professores do Curso de Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão (CMPDI) da UFF e seus colaboradores.
Lançamento de "A morte midiatizada: como as redes sociais atualizam a experiência do fim da vida"As novas tecnologias vêm transformando os processos comunicacionais e influenciando o cotidiano das pessoas. Mas como o advento das redes sociais tem atualizado a experiência com a morte? A resposta Renata Rezende tenta responder no livro “A morte midiatizada” (Eduff), que será lançado nesta quinta-feira, 31 de março, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo, na Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo, Rio de Janeiro. Fruto da tese de doutorado da autora, a obra tem como objeto de estudo uma das muitas comunidades criadas no Orkut e, posteriormente, no Facebook, que reúne perfis de pessoas que já morreram, em um verdadeiro "cemitério digital". Na obra, Renata percorre a história da morte, da Idade Média ao que ela classifica como Idade Mídia, para refletir sobre como a experiência sobre o fim da vida se transformou, em especial, na contemporaneidade. Sobre a autora: Professora do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano e do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF), Renata Rezende é pós-doutora em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ) e doutora em Comunicação pela UFF, onde desenvolveu a tese “Fragmentos de um corpo: as tecnologias da comunicação e as narrativas da morte na Idade Média e na Idade Mídia”. Com experiência em narrativas audiovisuais, principalmente em televisão e vídeo, trabalhou por oito anos na TV Gazeta, afiliada da TV Globo, em Vitória, onde foi repórter, produtora, ‘pauteira’ e editora final. Renata Rezende é também pesquisadora do Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual no Contexto Multimídia (Multis) e coordenadora do Laboratório de Experimentos Audiovisuais (LEA). "A morte midiatizada – como as redes sociais atualizam a experiência do fim da vida" Autora: Renata Rezende Eduff R$ 47,00 ISBN: 978-85-228-1164-9
Lançamento do livro Barbante, ripas e lutas: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993Durante as décadas de 1980 e 1990, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro assistiu ao surgimento de movimentos organizados de ocupação de áreas urbanas que resultariam na formação de bairros populares, hoje integrados à cidade formal. Passadas mais de três décadas desde seu surgimento, essas ocupações ganham, pela primeira vez, um estudo dedicado a suas singularidades, no livro "Barbante, ripas e lutas: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993" (Eduff, 2016, 96p.), dos arquitetos Gerônimo Leitão e Elane Frossard. O livro será lançado na próxima terça-feira, 15 de março, às 18h, na Livraria Icaraí, na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói. No livro, os autores traçam um breve histórico das políticas de habitação no Brasil desde a década de 1960, para então contextualizar o avanço das ocupações urbanas que tiveram início nos anos de 1980, momento pelo qual o país passava por um processo de redemocratização e vivia intensa crise econômica que se traduzia em taxas elevadas de inflação, índices significativos de desemprego e ausência de políticas habitacionais que suprissem as demandas da população mais pobre. Apoiadas pela Igreja Católica e por partidos progressistas, centenas de famílias fugindo do aluguel ou de habitações precárias das favelas buscavam um modelo estruturado de moradia. A Vila Getúlio Cabral, em Duque de Caxias, e o Parque Esperança, no município do Rio de Janeiro foram selecionados como objetos do estudo da produção informal da moradia no Rio de Janeiro. A escolha dos bairros se deveu a estratégias de organização prévia utilizadas nos dois casos, além do planejamento do uso e ocupação do terreno escolhido, às negociações com o Estado e à implantação da infraestrutura urbana necessária. De acordo com Gerônimo Leitão, o que chama a atenção nesses movimentos são a organização e o planejamento das ações antes e após as ocupações das áreas. Da escolha do local onde iriam se estabelecer até a infraestrutura de saneamento e o acesso a transporte urbano, cada passo era pensado para a criação de um bairro de fato. "Ao contrário do que ocorria no surgimento das favelas, esses movimentos procuravam criar bairros populares com planejamento prévio no que se refere à configuração do espaço dos lotes, das áreas reservadas à produção de equipamentos urbanos e uma preocupação de integração ao entorno para que não houvesse o estigma de surgimento de uma nova favela, era a luta pela construção de um bairro popular", explica Leitão, que destaca ainda o que ele aponta como um "construir com as próprias mãos" uma política de habitação, quando o Estado brasileiro era incapaz de apresentar alternativas de acesso à moradia.  
Lançamento do livro "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar"Editado primeiro em Portugal e agora no Brasil pela Eduff, "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar", organizado por Walter Rossa e Margarida Calafate Ribeiro, será lançado nos dias 25 de janeiro, às 18h, na Livraria Icaraí, e 26 de janeiro, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. A obra reúne 18 artigos de autores de diferentes áreas de conhecimento que se debruçam sobre as muitas formas de se sentir e pensar o patrimônio. Seja na arquitetura, no cinema ou na fotografia, o objetivo é encontrar o ponto de interseção entre as mais variadas manifestações culturais e sociais de influência portuguesa. Do Brasil a Portugal, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, a presença portuguesa deixou rastos na paisagem, nos costumes e mesmo no modo de sentir, que constituem um conjunto de percepções que se chama patrimônio. Fruto do trabalho de pesquisadores e colaboradores do doutorado Patrimônios de Influência Portuguesa da Universidade de Coimbra, a obra é uma construção coletiva da qual participaram como autores os professores da UFF Ana Maria Mauad, José Pessôa, Maria Fernanda Bicalho e Sílvio Renato Jorge.
Lançamento do livro "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar"Editado primeiro em Portugal e agora no Brasil pela Eduff, "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar", organizado por Walter Rossa e Margarida Calafate Ribeiro, será lançado nos dias 25 de janeiro, às 18h, na Livraria Icaraí, e 26 de janeiro, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. A obra reúne 18 artigos de autores de diferentes áreas de conhecimento que se debruçam sobre as muitas formas de se sentir e pensar o patrimônio. Seja na arquitetura, no cinema ou na fotografia, o objetivo é encontrar o ponto de interseção entre as mais variadas manifestações culturais e sociais de influência portuguesa. Do Brasil a Portugal, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, a presença portuguesa deixou rastos na paisagem, nos costumes e mesmo no modo de sentir, que constituem um conjunto de percepções que se chama patrimônio. Fruto do trabalho de pesquisadores e colaboradores do doutorado Patrimônios de Influência Portuguesa da Universidade de Coimbra, a obra é uma construção coletiva da qual participaram como autores os professores da UFF Ana Maria Mauad, José Pessôa, Maria Fernanda Bicalho e Sílvio Renato Jorge.
Lançamento do livro "Circulando o mundo: quando a vida se expressa em mistérios e nos surpreende"Odília Portugal lança livros de contos na Livraria Icaraí A Livraria Icaraí recebe a professora Odília Portugal para o lançamento do livro "Circulando o mundo: quando a vida se expressa em mistérios e nos surpreende" (Editora Parthenon, R$ 39,00), nesta quinta-feira, 21 de janeiro, às 18h. A obra reúne contos baseados em histórias reais sobre acontecimentos misteriosos e extraordinários, alguns deles vivenciados pela própria autora.
Lançamento dos livros "Psicologia e Educação: interfaces" e "Resiliência: como tirar leite de pedra"A Eduff - Editora da Universidade Federal Fluminense lança o livro "Psicologia e Educação: interfaces", na próxima quarta-feira, 9 de dezembro, às 18h, na Livraria Icaraí. Organizada por Luciana Coutinho e Lúcia Lehmann, a coletânea aborda os caminhos para se aplicar a Psicologia na área da Educação, com foco na formação docente. A obra, que integra a Série Práxis Educativa, reúne artigos de professores e pesquisadores que atuam nas duas áreas do conhecimento e trazem múltiplas abordagens da Psicologia, além de diferentes formas de conceber a educação, o saber, o aprender e o ensinar. No mesmo dia, Sandra Baron, autora do artigo "Subjetividade e negritude: reflexões na formação universitária" de "Psicologia e Educação: interfaces", lança "Resiliência: como tirar leite de pedra" (Casa do Psicólogo – Pearson, 2015), em parceria com Boris Cyrulnik. O trabalho foca o processo de resiliência, associado à superação de adversidades e à transformação do futuro, e aborda os fatores que o auxiliam, como cultura, esporte, amigos, familiares e profissionais de saúde.  
Lançamento do livro "Pé Pequeno nas trilhas da memória..."As histórias do Pé Pequeno, bairro tradicional de Niterói, são resgatadas pela memória de Lenita Martin, em uma seleção de crônicas que será lançada no dia 11 de dezembro, às 18h, na Livraria Icaraí. Em "Pé Pequeno nas trilhas da memória..." (Editora Parthenon, R$ 30,00), a autora relembra episódios que marcaram sua vida, da infância à juventude na Niterói dos anos 1940 a 1960. O livro revela histórias da família da autora e faz uma viagem no tempo, relembrando os pontos tradicionais do  Pé Pequeno, como o antigo Cine Mandaro e a famosa padaria Leda.
Lançamento do livro "Memórias da infância - Vida rural nos anos 60"Antônio Joaquim Veloso lança o livro "Memórias da infância - Vida rural nos anos 60" na próxima quinta-feira, 3 de dezembro, às 18h, na Livraria Icaraí. Na obra, o autor, que é professor aposentado do Departamento de Geografia da UFF, retrata o cotidiano da vida rural em Portugal entre os anos 1950 e 1960, mais especificamente a região do Minho.  Logo no início da obra, Veloso faz uma reflexão sobre o sentido da vida e, ao longo da narrativa descreve e detalha os costumes e a vida sem tecnologias daquela época. No dia do lançamento, o livro será vendido com 25% de desconto, por R$ 30,00. Serviço Lançamento do livro "Memórias da Infância - Vida Rural nos anos 60" Local: Livraria Icaraí - Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói Data: 3 de dezembro de 2015 Horário: 18h Preço no dia do lançamento: R$ 30,00 Preço normal: R$ 40,00  
Biba Cabral de Mello lança “O menino e o poeta” na Livraria IcaraíProfessora e contadora de histórias, Biba Cabral de Mello lança “O menino e o poeta”, a partir das 16h do dia 18 de novembro na Livraria Icaraí. No livro Biba narra a relação precoce do neto, Diego, de oito anos, com o universo da literatura. Tudo começou quando Diego nasceu. Pensando na importância de despertar no neto, desde cedo, o interesse pela leitura, Biba e o marido presentearam o menino, com uma minibiblioteca, na certeza de que ali nascia também um futuro leitor. Hoje, a paixão de Diego pelos livros é carinhosamente contada por sua avó, em páginas recheadas de fotos que ilustram a relação do pequeno leitor com seus livros. Serviço: Lançamento do livro “O menino e o poeta” (2015, All Print Editora) Local: Livraria Icaraí – Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói Data: 18 de novembro de 2015 Horário: 16h Preço: R$ 25,00
Lançamento do livro "Pensando o Rio - Políticas públicas, conflitos urbanos e modos de habitar" A Livraria Icaraí abre as portas para o lançamento do livro "Pensando o Rio - Políticas públicas, conflitos urbanos e modos de habitar", no dia 13 de novembro, a partir das 18h. A coletânea reúne resultados de um projeto financiado pela Faperj e desenvolvido por pesquisadores do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos da UFF (Ineac/UFF). Organizado por Roberto Kant de Lima, Marco Antonio da Silva Mello e Leticia de Luna Freire, a obra tem como foco investigações empíricas realizadas em diversas regiões da capital e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em torno de um dos eixos: habitação e urbanização.    
Eduff lança livro sobre os 50 Orquestra Sinfônica Nacional Depois de 50 anos de vida, a Orquestra Sinfônica Nacional guarda muitas histórias. Tantas quanto o número daqueles que, de forma apaixonada, lutaram por sua existência e, direta ou indiretamente, contribuíram para o reconhecimento público da OSN, integrada oficialmente à Universidade Federal Fluminense em 1986. Fruto de um cuidadoso trabalho de pesquisa de Robson Leitão, o livro Orquestra Sinfônica Nacional (1961-2011): 50 anos de história e música (Eduff, 112p.) revela curiosidades, elucida dúvidas quando a datas, fatos e personagens marcantes e conecta o leitor ao universo dos músicos, composições e repertórios.   Para essa primeira biografia oficial da orquestra, Robson se baseou em documentos governamentais, entrevistas com compositores e regentes, relatos pessoais de músicos e ex-integrantes, programas de concertos e notícias jornalísticas. A narrativa busca um encadeamento cronológico dos fatos que marcaram sua trajetória, tendo como ponto de partida sua criação junto ao Serviço de Radiodifusão Educativa do MEC, em 1961, com a missão principal de difundir a música erudita composta por brasileiros. Através da publicação, é possível entender a real importância da orquestra, não somente para aqueles a integraram ou que ainda fazem parte dela, mas para o próprio país.