IV Simpósio "Alimentação, Nutrição e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)"A PROEX divulga o IV Simpósio da Faculdade de Nutrição Emília de Jesus Ferreiro, que apresenta como tema central “Alimentação, Nutrição e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)". O evento tem por finalidade promover um espaço de debates, atualizar profissionais, docentes e discentes, integrar e sensibilizar a sociedade em geral, prestadores de serviços, gestores e pesquisadores nas áreas de saúde, nutrição e áreas afins acerca de questões relacionadas, visando a saúde pública, sustentabilidade e qualidade de vida humana. A colaboração também é bem vinda, cada participante deve levar 1kg de alimento não perecível que será doado ao asilo de idosos Cristo Redentor em São Gonçalo. Para mais informações: www.nutrição.uff.br
O “bandejão” para além dos refeitórios: conquistas e desafios de um dos maiores restaurantes universitários do paísÀs 6h, começa a movimentação: carros chegam com os alimentos, que são encaminhados diretamente para o estoque ou para as câmaras de refrigeração ou congelamento. Ligam-se as caldeiras, recipientes de grandes dimensões que funcionam como panelas destinadas ao cozimento. Paralelamente, os alimentos do cardápio do dia são liberados para a área de preparo e de pré-preparo. Mais um dia começa no Restaurante Universitário Central da UFF, localizado no campus do Gragoatá. Em poucas horas, e como resultado de um árduo e orquestrado trabalho, que reúne dez nutricionistas e mais de 130 funcionários, entre servidores e terceirizados, as refeições estarão prontas para serem servidas. O relógio não para. Segundo a coordenadora de gestão do RU, Palmira Coca Carneiro Vieira de Souza, “o restaurante é uma grande máquina. Temos procedimento para tudo. A rotina é minimamente planejada para não atrapalhar o atendimento”. Até o relógio marcar 11h30, momento em que o público começa a entrar no refeitório para se servir, a movimentação é intensa no restaurante, mas numa parte dele que é invisível para a maioria das pessoas, localizada atrás dos seus portões de madeira. No estoque, o alimento é separado para o dia e distribuído. Na área de pré-preparo de carnes, e já de posse do cardápio do dia seguinte, cortam-se as gordurinhas e partes impróprias para o consumo da proteína. Na área de higienização de leguminosas, faz-se uma seleção dos grãos de feijão. Cozinheiros e assistentes de cozinha se alternam mexendo as grandes caldeiras, preparando o molho e o tempero do alimento, retirando e colocando nos fornos a comida, e depois levando-a diretamente para os “armários térmicos”, onde ela é mantida em uma temperatura adequada, evitando contaminação. O encarregado de cozinha, Eraldo Bignon Terra, conhece a rotina de trás para frente. Há dezesseis anos dedicando seu trabalho ao RU, ele conta que já atuou em todos os seus diferentes setores: “comecei na bandeja, fui pra cozinha, para o estoque e daí para todas as outras partes do restaurante. Aqui, nós vamos evoluindo e aprendendo”.  Às 10h30, nova badalada toca: é hora de a refeição já preparada seguir viagem. Armazenada em hot boxes, caixinhas térmicas para manutenção do alimento em temperatura apropriada, ela é transportada para outras unidades do restaurante universitário, no campus da Veterinária, Engenharia, Huap e Reitoria. E depois a produção segue até às 14h. Segundo com Rachel Saporito, nutricionista e chefe de controle de qualidade do RU, “como a quantidade produzida varia de acordo com a demanda, até praticamente o término do período de funcionamento dos refeitórios há movimentação na cozinha”. A nutricionista Jéssica Socas Teixeira complementa: “diferentemente de outras universidades, não trabalhamos com número fixo de refeições e sim com faixas de horário; então, temos que estimar o número dessas refeições todos os dias, que varia de acordo com o dia da semana, o tempo (se está chovendo, por exemplo), o período letivo, o cardápio do dia, etc.”, explica. Terminada a preparação do almoço, após um breve intervalo, a movimentação recomeça para iniciar os preparativos do jantar, servido até as 19h. os restaurantes universitários têm uma função social essencial de garantir o fornecimento de ‘comida de verdade’ para a comunidade acadêmica", Jéssica Teixeira. Esse trabalho em conjunto, que reúne mais de 100 profissionais, também se dá em sincronia com outro setor da universidade, responsável por gerir administrativamente o RU: a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes). De acordo com o pró-reitor Leonardo Vargas, são muitos os cuidados necessários para a manutenção do bom funcionamento do restaurante universitário. “A unidade do Gragoatá, por exemplo, foi construída para oferecer entre 2000 e 3000 refeições por dia e atualmente serve, em média, 7.500, acompanhando o crescimento da universidade. É pelo menos o dobro de refeições. Para atender a toda essa demanda, é preciso investir bastante e continuamente, ainda mais porque o restaurante foi construído há mais de trinta anos”, explica. Desde a sua inauguração até os dias de hoje, foram muitas as mudanças, sempre em diálogo com as necessidades dos alunos, apesar de o atendimento ter um caráter universal. “Lembro quando se servia ovo com salsicha. Hoje temos saladas variadas! As pessoas estão mais satisfeitas”, comenta o pró-reitor. Essas mudanças, segundo ele, se refletem em uma melhora na qualidade de vida dos estudantes e, consequentemente, em uma diminuição das taxas de evasão. Buscando fazer adequações físicas para comportar esse fluxo mais intenso de alunos e servidores no “bandejão”, assim como estruturar o espaço com equipamentos mais compatíveis com a realidade atual de sua produção, a Proaes lançou mão recentemente de algumas medidas, como compra de câmaras frigoríficas para refrigeração de diferentes tipos de alimentos, fornos, máquinas de lavar louça, estufas elétricas, caldeirões industriais, entre outros. Além disso, organizou reformas internas para instalação de exaustores, troca de revestimentos da cozinha, instalação de piso e de portas, e readequação da rede de gás. E também está com processos em andamento para ampliação e revitalização da cozinha, readequação da rede elétrica, e licitação de uma empresa para manutenção de equipamentos. Segundo Leonardo Vargas, “fazemos um grande esforço para agilizar os serviços e melhorar o atendimento, apesar das dificuldades. Manter o valor do ticket alimentação a R$0,70 para os estudantes tem sido uma conquista constante, já que ele é insuficiente para cobrir os custos. Isso se deve ao comprometimento da nossa equipe, que busca encontrar soluções mesmo para as situações mais difíceis”. De acordo com a coordenadora de gestão, Palmira Coca, desde a época em que começou a trabalhar no RU até o ano de 2019, foram muitas as mudanças: “Quando cheguei aqui, eram servidas 2000 refeições por dia. Hoje, dependendo do cardápio, elas podem ultrapassar 8000”. De forma geral, segundo ela, há uma melhoria na qualidade do serviço oferecido, que se deve, em grande parte, às verbas originárias do Reuni: “Em vez de um nutricionista para atender a toda a demanda de um setor, hoje temos quatro. De dois cozinheiros, passamos a ter seis. Além disso, contamos com uma administração aberta a nos ouvir. Isso faz toda a diferença”. Outro fator que merece destaque é a ocupação recente da coordenação do restaurante por parte de uma gestão técnica nutricionista. Para Thiago Soares da Silveira, diretor do RU, “isso representa um grande avanço na pactuação de projetos factíveis tecnicamente para o RU em conjunto com a Proaes”.  As mudanças se estendem aos cardápios. Segundo a coordenadora Palmira Coca, “alguns alimentos anteriormente oferecidos nas refeições foram cortados, como steak de frango, hambúrguer e bacon, por exemplo. A dieta é pensada para ser saudável. Não fritamos nada. Tudo aqui é assado, cozido ou preparado no vapor. Usamos apenas corantes naturais e ervas finas. Calculamos o percentual de gordura e proteína necessários na dieta. E só colocamos enlatados na porcentagem permitida. Privilegiamos carnes como patinho, chã e alcatra. Além disso, inserimos mais saladas e sucos com polpa. A ideia é que a gente consiga ter daqui a um tempo sucos não adoçados”. Para a nutricionista Jéssica, oferecer refeições saudáveis faz parte do compromisso do restaurante junto à comunidade acadêmica: “Nosso objetivo final é fornecer alimentação saudável, segura e de qualidade. Atualmente, com a correria do dia a dia, as pessoas tendem a consumir muitos produtos industrializados e trocar refeições por lanches. As estatísticas mostram o crescimento das doenças crônicas, muitas envolvendo os hábitos alimentares como causa principal. Por isso, os restaurantes universitários têm uma função social essencial de garantir o fornecimento de ‘comida de verdade’ para a comunidade acadêmica. Temos limitações no cardápio devido a questões estruturais e, com isso, precisamos recorrer algumas vezes a alimentos de preparo mais rápido, mas sempre buscando o equilíbrio para fornecer refeições saborosas e saudáveis, respeitando os aspectos nutricionais e culturais da população atendida”. Outra inovação se refere às adaptações do funcionamento do restaurante a diretrizes de sustentabilidade. Desde o ano passado, por exemplo, foi implantado um sistema de coleta seletiva, dando prosseguimento a um conjunto de medidas já em andamento para diminuir os impactos do consumo. Já funcionava, há alguns anos, por exemplo, a proibição nas unidades do RU do uso de copos descartáveis, que passou a ser substituído por copos e garrafas de uso pessoal. “E queremos continuar melhorando o atendimento e evoluindo em nosso trabalho em sintonia com a preservação do planeta”, afirma a coordenadora Palmira. Apesar dos esforços nessa direção e no oferecimento de um bom serviço à comunidade, a equipe esbarra em alguns problemas cotidianamente. Segundo Jéssica Teixeira, “muitas coisas acontecem nos bastidores. Costumamos dizer que cada dia é uma ‘emoção’ diferente. Recentemente, estourou um transformador no campus e ficamos sem energia elétrica, o que impossibilitou a produção de refeições. Temos muitos problemas estruturais que acontecem em qualquer momento, ocasionando atrasos ou impossibilidade de fornecer refeições. A comunidade acadêmica faz muitas cobranças, e com certeza está no direito de fazer, mas nós sabemos que toda a equipe (não só nutricionistas) está lá diariamente trabalhando muito para fornecer uma refeição de qualidade e também não ficamos satisfeitos quando essas coisas acontecem. Infelizmente, muitas delas estão acima da nossa governabilidade. As pessoas acusam os funcionários de não querer trabalhar e, por isso, não abrir o RU, mas na verdade quando essas coisas acontecem trabalhamos até mais do que quando o funcionamento é normal”, explica.
Phellipe Marcel lança “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil”Na próxima terça, 27 de março, Phellipe Marcel lança “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil: Império e Primeira República (Eduff)”, a partir das 17h, na Livraria Folha Seca, no Centro do Rio. Na obra, o autor busca compreender, criticamente, o imaginário da naturalização dos sentidos sobre comida e alimentação que se construiu no Brasil do século XIX ao XX - principalmente nas enciclopédias brasileiras. O autor pesquisou os acervos da Biblioteca Nacional e da Academia Brasileira de Letras e identificou os discursos sobre comida que circulam nos livros de culinária em almanaques e revistas, com o corpus de análise nas enciclopédias. O período de análise, de 1863 a 1925, abarca a Encyclopedia do riso e da galhofa em prosa e verso (1863) e outras como Encyclopedia popular (1879), a Encyclopedia e diccionario internacional (1920) e o Thesouro da juventude (1925), a primeira a ser utilizada na educação infantil. Na perspectiva da Análise do Discurso (AD), Phellipe Esteves procurou embasamento conceitual e teórico no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF e mostra discursivamente como se dão as determinações do imaginário nacional e da constituição do sujeito brasileiro. “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil” pretende se dirigir não só aos especialistas. O livro reflete a história do Brasil que, como bem escreve José Ribamar Bessa Freire no prefácio, “se cabe na panela, não deixa de ter, dentro dela, conflitos, encontros, sabores e dissabores. Mas que dá um caldo, dá.” Saiba como comprar.   
Autor fala sobre o Brasil que "cabe dentro da panela"Em “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil: Império e Primeira República” (Eduff), Phellipe Marcel busca compreender, criticamente, o imaginário da naturalização dos sentidos sobre comida e alimentação que se construiu no Brasil do século XIX ao XX - principalmente nas enciclopédias brasileiras. O autor pesquisou os acervos da Biblioteca Nacional e da Academia Brasileira de Letras e identificou os discursos sobre comida que circulam nos livros de culinária em almanaques e revistas, com o corpus de análise nas enciclopédias. O período de análise, de 1863 a 1925, abarca a Encyclopedia do riso e da galhofa em prosa e verso (1863) e outras como Encyclopedia popular (1879), a Encyclopedia e diccionario internacional (1920) e o Thesouro da juventude (1925), a primeira a ser utilizada na educação infantil. Na perspectiva da Análise do Discurso (AD), Phellipe Esteves procurou embasamento conceitual e teórico no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFF e mostra discursivamente como se dão as determinações do imaginário nacional e da constituição do sujeito brasileiro. “Discurso sobre alimentação nas enciclopédias do Brasil” pretende se dirigir não só aos especialistas. O livro reflete a história do Brasil que, como bem escreve José Ribamar Bessa Freire no prefácio, “se cabe na panela, não deixa de ter, dentro dela, conflitos, encontros, sabores e dissabores. Mas que dá um caldo, dá.” Sobre o autor Phellipe Marcel é professor adjunto do Departamento de Estudos da Linguagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde também fez seu mestrado. Graduado em Comunicação Social (Jornalismo) na Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal Fluminense, filia-se teoricamente à análise do discurso de Pêcheux, de base materialista. Recentemente, tem se interessado por uma História Discursiva dos Livros, bem como pelas relações entre Discurso, ideologia e construção do conhecimento. As questões relacionadas a comida e alimentação sempre estamparam sua imaginação.   Saiba como comprar.     
Agenda Acadêmica 2016: “Ciência Alimentando o Brasil”A 13ª edição da Agenda Acadêmica será realizada durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), entre os dias 17 e 22 de outubro. O evento tem como principal objetivo apresentar à comunidade universitária e à população a produção acadêmica em suas três grandes áreas de atuação: ensino, pesquisa e extensão. O tema deste ano é “Ciência Alimentando o Brasil” e a intenção da universidade é buscar uma interface das áreas e disciplinas em seus cursos. A temática foi construída de acordo com a proposta de seguir os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU – combate à fome, agricultura sustentável, melhoria da nutrição e segurança alimentar. O vice-reitor e coordenador da SNCT, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, ressalta que a Agenda Acadêmica representa um momento muito valioso, quando a universidade se abre para a comunidade, ratificando o seu compromisso social, prestando contas de suas atividades acadêmicas e traduzindo a linguagem científica para toda a população. “Esse ano a UFF terá a chancela oficial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por ter sido contemplada no edital de apoio aos eventos da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, consagrando assim a nossa participação e reafirmando o nosso compromisso com a divulgação científica do país. A UFF estará de portas abertas para receber a comunidade e, principalmente, os estudantes em todas as cidades onde atuamos", conclui. A abertura será às 15h do dia 17, no Centro de Artes UFF, com apresentação do Música Antiga da UFF. Haverá também a apresentação do coral Crianças da Vila Ipiranga, que participou da cerimônia de abertura das Olimpíadas deste ano. O encerramento será no dia 21, com premiação de trabalhos dentro e fora da sede. A Agenda Acadêmica ocorrerá em todos os campi de Niterói e nos outros municípios em que a UFF está presente. As atividades serão realizadas de segunda a sexta-feira. No dia 22, com o apoio e parceria da Prefeitura Municipal de Niterói, haverá atividades no Campo de São Bento, em Icaraí, onde nos finais de semana ocorre uma feira de artesanato, artes e orgânicos, tradicionalmente conhecida pela comunidade. Outras universidades e instituições com foco em tecnologia também apresentarão seus projetos no local. A proposta Segundo uma das coordenadoras da Agenda Acadêmica, Monique Feder, além da programação geral, cada unidade propõe suas próprias agendas específicas, suas jornadas acadêmicas para a comunidade interna, com oficinas e workshops voltados para os alunos, além das atividades de popularização da ciência. “Essa é uma iniciativa de todas as áreas de atuação, mas a iniciação científica tem uma tradição em fazer essa interlocução”, afirma. A jornada científica promove o “UFF de Portas Abertas”, que trabalha com visita guiada, visita técnica, palestras e exposições, além da “Casa da Descoberta” e “Ciência Sob Tendas”. Tradicionalmente, a UFF proporciona essas atividades todos os anos ao público. As práticas realizadas têm como objetivo a divulgação científica, convidando escolas de ensino fundamental e médio e a comunidade para conhecer o que a universidade oferece. A intenção é dialogar com uma linguagem acessível, aproximando as escolas do meio científico. Para o reitor Sidney Mello, a produção e a difusão da ciência são reconhecidamente pontos fortes da UFF. “O processo de expansão da nossa universidade viabilizou não só o acolhimento de milhares de estudantes, proporcionando acesso ao ensino universitário como também promoveu o contato direto com o desenvolvimento da ciência”, destaca. Segundo Mello, a UFF consolida a cada dia sua posição como uma das maiores instituições de ensino e pesquisa do país, crescendo em todos os pontos do Estado do Rio de Janeiro com alto nível docente e técnico e formando estudantes com destaque profissional. Nesse sentido, o reitor destaca que “a Agenda Acadêmica 2016 é um congraçamento de toda comunidade da UFF e ressalta o nosso papel como vanguarda de uma sociedade em busca de conhecimento e justiça social”. A Agenda Acadêmica conta com a Resolução Nº. 189/2005, que prevê a substituição das aulas por atividades vinculadas à SNCT. O evento é realizado durante o período letivo, fazendo parte do calendário acadêmico. Toda a universidade se mobiliza para sair da rotina, desenvolvendo atividades diferentes daquelas tradicionais de sala de aula, com um público diversificado e com maior liberdade de experiências acadêmicas em outros formatos. Alguns cursos da UFF aproveitam a semana para promover oficinas, workshops e grupos de trabalho aos participantes. Segundo o pró-reitor José Rodrigues, a Pró-reitoria de Graduação (Prograd) pensa em como integrar as ações dos programas de ensino com as realidades dos 130 cursos de graduação, buscando facilitar o percurso formativo dos nossos alunos e garantir o sucesso acadêmico, estabelecido a partir da quantidade de alunos formados. “Momentos como os da Agenda Acadêmica despertam em todos o pensamento crítico em relação às atividades desenvolvidas e seus reflexos sobre o ensino, promovendo incentivos à pesquisa referenciada e à extensão universitária”, enfatiza. Já a participação da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi) na Agenda Acadêmica, segundo o pró-reitor Roberto Kant, está relacionada às bolsas de Iniciação Científica e às bolsas de Iniciação Tecnológica, administradas pela Coordenação de Pesquisa da Proppi e pela Agência de Inovação da UFF (Agir). “Essas bolsas consistem em um dos mais antigos programas de apoio à pesquisa na UFF e são financiadas pelo Programa PIBIC do CNPq e por recursos próprios da UFF, de forma complementar”, complementa. Nas primeiras edições da Agenda, a mobilização era feita buscando, principalmente, o comprometimento de todos os estudantes bolsistas nas apresentações de trabalhos e, atualmente, também busca uma estrutura física adequada para o evento, com a disponibilização de salas e auditórios. A Agenda Acadêmica ocorre durante o período letivo para possibilitar a ampla participação de docentes, discentes e funcionários na apresentação de trabalhos, em suas diferentes manifestações no âmbito dos programas de Monitoria, de Pesquisa e de Extensão. Semana de Extensão A Semana de Extensão (Semext) está inserida na Agenda Acadêmica desde sua primeira edição e é promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex-UFF). Seus objetivos são divulgar, avaliar, integrar e, através do Prêmio Josué de Castro de Extensão, destacar os trabalhos apresentados pelos alunos da universidade dentro das oito áreas temáticas - Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho - definidas pela Política Nacional de Extensão/MEC/Forproex 2012. Segundo a coordenadora da Semext, Ellen Cortez Contreiras, na Semext de 2016, o intercâmbio com outras instituições de ensino superior e com a sociedade permanece sendo estimulado, ampliando a disseminação de informações referentes à dimensão extensão universitária. Essa edição traz a inovação da autenticação dos certificados on-line, através da utilização de um código de barras bidimensional (QR Code). Para consultar a programação da Agenda Acadêmica, visite o endereço http://www.agendaacademica.uff.br/atividades/.
Cinedebate filme "Comer o Quê? - Auditório Milton Santos Convite: A Taturana Mobilização Social, em parceria com o Núcleo de Estudos em EcoPolíticas e EConsCiencias, pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense, vem convidá-los a assistirem ao filme documentário e participarem do Cinedebate "Comer o Quê?" em 21/01/2016, de 15h às 18h, no Auditório Milton Santos, Instituto de Geociências, Uff. Esta parceria, na forma de Cinedebates, é parte de atividades de mobilização de pessoas e instituições em causas e conteúdos relevantes abordados em obras audiovisuais acerca da temática ambiental, incluindo dimensões geográfica, social, econômica, política, jurídica, cultural e consciencial e, também, faz parte das atividades didáticas em 2015.2 no Curso de Bacharelado em Ciência Ambiental, no Instituto de Geociências - Campus Praia Vermelha - Uff. Garanta a sua vaga e receba a sua Declaração de Participação (carga horária: 3 horas).  Participe! O evento é aberto a todo(a)s da comunidade acadêmica e externa à Uff.   *** Acesse aqui o formulário de inscrição *** Programação: 15:00 - Exibição do filme documentário "Comer o Quê" 17:00 até 18:00 - Debate aberto, com participantes presentes e demais convidados. Sinopse do filme: Você SABE o que você come? A comida define nossa IDENTIDADE? Quais os benefícios dos alimentos ORGÂNICOS? Você conhece a HORTA URBANA mais próxima da sua casa? Será que nossos HÁBITOS ALIMENTARES influenciam a distribuição de RENDA ou as condições ambientais do nosso PLANETA? Trailer: https://youtu.be/PyQpW3QOdP8 Essas e outras perguntas são exploradas em COMER O QUÊ?. No documentário produzido pela Deusdará Filmes, e dirigido por Leonardo Brant, personagens como Alex Atala, Bela Gil , Helena Rizzo, Josimar Melo , Neka Menna Barreto , Marcos Palmeira , Marcio Atalla ,Roberto Smeraldi, Fabiolla Duarte, Claudia Visoni e outros levam o espectador aos seus cotidianos para um mergulho na gastronomia nacional e nos hábitos alimentares dos brasileiros. Esse time de chefs consagrados, produtores rurais, passando por especialistas em nutrição, economia e gastronomia, abordam temas como agronegócio, a comida como forma de sociabilidade, a incorporação de paisagens brasileiras à mesa, alimentos orgânicos, saúde e outros. Ficha técnica: Direção: Leonardo Brant Com a colaboração de Caio Amon e Graziela Mantoanelli Produção Executiva: Karen Gorenstein e Maria Leticia Tourinho Argumento: Leonardo Brant Roteiro: Caio Amon, Graziela Mantoanelli e Leonardo Brant Pesquisa: Graziela Mantoanelli Montagem e finalização: Caio Amon Direção de produção: Graziela Mantoanelli Produção: Carlos Igareda e Rick Nagash Trilha sonora e desenho de som: Caio Amon Design: Regina Mizuno Captação de imagens: Leonardo Brant Imagens adicionais: Pedro Caldas Apresentação: Graziela Mantoanelli Libras: Mais Diferenças Consultoria jurídica: Cesnik Quintino e Salinas Administração: Animus Consultoria Consultoria técnica: Luis Calmon Uma realização: Gaia Cultural Produção: Deusdará Filmes Patrocínio: Alelo e Ministério da Cultura Parceria:    
Programa Bolsa Alimentação - Restaurante UniversitárioO Programa Bolsa Alimentação é um benefício, na modalidade de concessão de tíquetes, disponível somente para estudantes dos Cursos de Graduação de Niterói e destina-se àqueles que utilizam os Restaurantes Universitários (RU-Bandejão) e encontram-se em vulnerabilidade socioeconômica.  A solicitação para a Bolsa Alimentação deverá ser feita na ocasião da inscrição em outro Programa de Assistência Estudantil (Bolsa/Auxílio) disponível. O estudante passará por uma avaliação socioeconômica, que definirá a concessão ou não da Bolsa.  O estudante beneficiado com isenção deverá retirar os tíquetes, geralmente, nos 10 primeiros dias úteis de cada mês, das 9h às 12h e das 13 às 17h, na Central de Carteirinhas do Restaurante Universitário (Campus do Gragoatá), com apresentação da carteira de estudante da UFF e cópia da ficha de inscrição em disciplinas do semestre em curso. Atenção: o estudante que deixar de retirar os tíquetes por 2 (dois) meses seguidos, sem justificativa, será desligado da Bolsa. Mais informações: Endereço: Campus do Gragoatá - Bloco A - térreo. Telefone: (21) 3674-7299 Email: bolsaalimentacaoru@proaes.uff.br