Saúde Mental na Escola: Novos Horizontes#ProexEmAção registrou o evento "Saúde Mental na Escola: novos horizontes" realizado nos dias: 12 e 13 de março. O objetivo foi discutir diferentes aspectos da saúde mental na escola, como ansiedade, transtornos de aprendizagem e transtornos mentais na infância e adolescência. Além disso, foi debatido como a aprendizagem significativa, a musicalidade e a arte podem nos ajudar a enfrentar os novos desafios. A visão foi multidisciplinar e contou com educadores, psicólogos, pedagogos e médicos.
UFF de Nova Friburgo oferece tratamento odontológico gratuito para voluntários com diabetesO polo da Universidade Federal Fluminense em Nova Friburgo está recrutando voluntários com diabetes tipo 2 para uma pesquisa sobre problemas na gengiva. O Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF) iniciou o projeto no dia 05, recebeu interessados no dia 12, e também contará com atendimento nos próximos dias 19 e 26 de novembro, das 14h às 16h. Uma triagem será realizada por um periodontista - profissional especializado em problemas gengivais. Com isso, apenas os pacientes que atenderem aos requisitos técnicos da pesquisa poderão iniciar o tratamento gratuito. De acordo com a professora responsável pela pesquisa, Gabriela Camargo, serão selecionadas pessoas que não possuam outros problemas de saúde além do diabetes tipo 2. Segundo a pesquisadora, “o diabetes mellitus é um grande fator de risco para a periodontite, que é a inflamação na gengiva. Este problema ocorre porque o diabetes aumenta cerca de três vezes a possibilidade de o paciente desenvolver a periodontite e a inflamação crônica dos tecidos gengivais afeta negativamente o controle glicêmico do indivíduo”. Os interessados devem procurar a Clínica de Odontologia na Rua Dr. Silvio Henrique Braune, 22, Centro, Nova Friburgo/RJ, nos dias 19 e 26 de novembro, das 14h às 16h.
Projeto de Extensão "Gerando Sorrisos no Estado"#ProexEmAção divulga em parceria com o projeto de extensão "Gerando Sorrisos no Estado", coordenado pela professora Lucíola de Luca, a importância da saúde bucal no período da gravidez - um momento de transformações na vida da mulher, que passa por alterações emocionais, físicas e fisiológicas. Neste período, elas incorporam as informações sobre saúde melhor do que em qualquer outro período de sua vida, constituindo-se em um grupo de especial atenção para educação em saúde. A despeito das políticas de saúde bucal vigentes, ainda não existe um atendimento odontológico pré-natal integral como sugere a promoção de saúde. Assim, a equipe integrante avalia, orienta e promove a saúde bucal de gestantes e bebês até 36 meses de idade, residentes na Comunidade do Morro do Estado, em Niterói. Em conjunto com a Associação de Moradores, o Projeto recruta as gestantes/mães, que respondem a um questionário sobre seus hábitos e conhecimentos sobre saúde bucal; participam de palestras, nas quais recebem e transmitem informações valiosas que direcionam o desenvolvimento deste trabalho. Individualmente, recebem a Instrução de Higiene Oral e a orientação do Consumo Inteligente do Açúcar. As gestantes ou bebês passam por um exame clínico visual da cavidade bucal e são encaminhados para atendimento odontológico especializado na Faculdade de Odontologia da UFF, quando necessário. O projeto auxilia as mães a mudarem a realidade de seus filhos no que se refere à saúde bucal e oportuniza ao estudante contribuir para a melhora na qualidade de vida dessas pessoas, com uma visão humanística. Ações educativas e preventivas com gestantes influenciam definitivamente na saúde bucal do bebê, sendo a mãe a grande responsável pela transmissão de hábitos para os seus filhos.
Dar voz: o estudante de Odontologia e seu cotidiano universitárioO curso de Odontologia tem uma trajetória histórica liberal, elitizada e tecnicista, o que definiu, por muitas décadas, o perfil de formação do dentista e, ainda hoje, apresenta-se menos inclusivo socialmente, mais hierarquizado e menos democrático. Assim, uma formação mais humanística é necessária, para que possamos ter estudantes e profissionais de saúde que exerçam a alteridade e a relação ética com o outro. Estudo dentro da Faculdade de Odontologia da UFF identificou que as vivências dos estudantes ao longo do processo de formação são permeadas de conflitos éticos, desrespeitos, violências e reprodução de preconceitos e exclusão social, fazendo parte da construção da identidade moral e profissional destes estudantes (Teixeira, Dias Ribeiro, 2018). O Dar Voz foi criado para ser um espaço no qual o estudante possa ter voz e se apresente como agente em sua vida acadêmica, para que tais questões não se mantenham mais veladas ou naturalizadas. Para o segundo ano do projeto, temos propostas de ação transformadoras dos processos de formação profissional, de forma que o curso se torne mais acessível e democrático à diversidade de estudantes que se apresenta, com enfoque especial na elaboração e efetivação do banco de materiais odontológicos. Esta ação, juntamente com as campanhas temáticas que realizamos de forma contínua e a manutenção e de um espaço de debate, pretendem ter um curso mais equitativo e que possibilite dar mais capacidades para os estudantes gerirem seu percurso acadêmico de forma mais autônoma e respeitosa.
Projeto de Extensão "Cinderela"#ProexEmAção em parceria com o projeto de extensão "Cinderela" coordenado pela professora Lucíola de Luca, divulga o vídeo mostrando o potencial da universidade, possibilitando a transformação da realidade social em que se encontram as mulheres portadoras de neoplasia maligna. O projeto visa beneficiar diretamente essas mulheres, tanto no que se refere à promoção de saúde bucal, quanto ao acolhimento e auxílio na reconstrução de sua autoestima através de serviços como: hidratação da pele, maquiagem profissional, massagem nas mãos, fotografia, oficina de lenços, palestras, doação de acessórios, entre outras atividades.
Projeto de extensão Gerando Sorrisos no Estado#ProexEmAção registrou a ação de extensão "Gerando Sorrisos" na Comunidade no Morro do Estado, Centro-Niterói. O objetivo do projeto é promover e orientar os cuidados com a saúde bucal e ajudar a melhorar a qualidade de vida da mulher, diminuindo o risco de complicações durante a gestação e contribuir para a saúde do bebê. "A saúde bucal infantil começa na gestação!"
Quando a clínica se transforma em camarim: projeto da UFF recupera saúde bucal e autoestima de mulheres com câncerNum dos mais clássicos contos de fada da humanidade, chamado Cinderela, uma bela e maltrapilha jovem, que tinha a vida controlada pela madrasta, consegue escapar da prisão onde morava para ir ao encontro de um príncipe, em um baile, com a ajuda de sua fada madrinha. Não por acaso, esse é também o nome do projeto da Faculdade de Odontologia da UFF que acolhe mulheres com câncer para o tratamento de afecções bucais e resgate de sua autoestima. De acordo com a idealizadora da iniciativa e estudante de odontologia, Stephanie Souza Almeida, “o nome Cinderela foi escolhido porque teríamos fadas madrinhas que transformariam essa mulher fragilizada em uma mulher princesa”. Mas a ideia é que as transformações perdurem muito além da meia noite, momento em que, no conto de fadas, o encanto é desfeito e Cinderela retorna à sua vida de gata borralheira. Segundo Stephanie, as mudanças são visíveis e também duradouras: “conseguimos tirar muitas mulheres de um quadro de reclusão e depressão. Conseguimos ajudar numa melhor aceitação da doença. Consequentemente, o tratamento progride de forma diferente”. Não se trata de mágica, como no conto original de Cinderela: são muitas pessoas trabalhando para alcançar resultados tão positivos. Quatro vezes ao ano, um grupo de mais de cinquenta alunos voluntários, professores e também assistentes externos, se reúne em um dos prédios de odontologia da UFF para receber essas mulheres, selecionadas após uma divulgação realizada pelos participantes do projeto. Assim que chegam ao local, elas passam por um atendimento odontológico para levantamento de suas principais necessidades e também para que sejam repassadas orientações e informações a respeito de sua saúde bucal. De acordo com Lucíola de Luca, professora responsável pelo projeto, “normalmente, é feita uma profilaxia, fechamento de cavidades, alguns ajustes de próteses, levando em consideração a queixa do próprio paciente. Em relação às demandas que não podem ser solucionadas no período de atendimento de uma hora, buscamos uma vaga em uma das clínicas ambulatoriais da faculdade”, explica. Lucíola enfatiza a importância de haver uma conscientização sobre os prejuízos causados à saúde bucal durante o tratamento de câncer, que são desconhecidos por muitos: “quando você recebe um diagnóstico como esse, a última coisa que você vai pensar é em saúde bucal. Como infelizmente em nosso país nem todo mundo está em dia com os cuidados odontológicos, os problemas que já existem se somam aos que acabam ocorrendo em função do tratamento, causando além de desconforto complicações bastante sérias”. No projeto, após passarem pela fase de tratamento odontológico, as pacientes participam de atividades para trabalhar a sua autoestima, que vão desde maquiagem profissional, até oficina de lenços, onde aprendem a fazer diferentes tipos de amarrações. Além disso, elas se produzem com acessórios, recebem massagem nas mãos, fazem uma sessão de fotos, integram uma oficina de meditação e, ao final, se reúnem em uma roda de conversa, para trocar experiências e fortalecer essa rede de apoio que passam a formar. De acordo com a professora, “nos estudos observa-se como uma boa autoestima influencia positivamente a paciente durante o tratamento. A perda do cabelo, a mudança da cor da pele, as olheiras... Todo esse abatimento leva muitas vezes a um desânimo e a uma depressão que impedem até a continuidade do tratamento oncológico. A estratégia de juntar a saúde bucal com a melhora da autoestima é justamente fazer com que a mulher acredite que é possível ser feliz mesmo em um momento tão difícil”, ressalta. Para a dona de casa Palmira Silva de Brito, que há um ano e meio luta contra um câncer de mama, participar do projeto a ajuda de muitas maneiras. Segundo ela, “o que não pode é ficar apavorado quando se escuta essa palavra e achar que acabou tudo. Com autoestima, amor próprio e alegria de viver, tudo vai dando certo. Além disso, com outras pessoas junto é muito mais fácil do que sozinho”.   Outro braço importante do projeto é o de capacitação de estudantes, por meio de palestras periódicas, para o atendimento a pacientes imunologicamente comprometidos. Lucíola destaca que o mais interessante dessa iniciativa é sua característica de multiplicidade de ações, envolvendo diferentes atores no processo e impactando não somente a comunidade universitária, mas a sociedade como um todo: “ao mesmo tempo em que estamos devolvendo à sociedade todo o investimento que recebemos com um atendimento especializado a uma pessoa que está passando por um momento tão difícil, estamos especializando nosso aluno, preparando um profissional muito mais capacitado e humanizado. Não estamos ensinando somente uma metodologia profissional, mas a lidar com o ser humano num momento frágil, com toda a técnica e conhecimento científico disponível. E isso só é possível numa universidade pública”, arremata. Prova disso é que, no último encontro do projeto, uma das pacientes surpreendeu a todos com um depoimento sobre o acolhimento diferenciado que havia recebido pelos alunos de odontologia. Segundo Lucíola, “ela ficou encantada com a recepção porque ninguém teve medo de tocá-la”. Para a professora, muitos profissionais costumam temer o atendimento de pessoas com câncer, o que se deve, em grande parte, à falta de conhecimento. Por isso, ela reforça a relevância desse tipo de ensino para os estudantes, que “vão sair da universidade capazes de atender não somente o paciente em tratamento oncológico, mas também quem está acometido por qualquer doença crônica, com mais atenção, um acolhimento especial, um olhar mais carinhoso para a população”. Mas não são somente os alunos ou as pacientes que se beneficiam diretamente do projeto. Todas as pessoas envolvidas têm suas vidas igualmente transformadas. Segundo a idealizadora da iniciativa, Stephanie Almeida, “muitas vezes participamos do projeto achando que vamos ensinar alguma coisa para essas mulheres. Na verdade, quando vamos embora, vemos que quem aprendeu foi a gente. A lição que nos dão é a de que não podemos escolher nossos desafios pessoais, mas a forma como iremos enfrentá-los. Isso faz toda a diferença na nossa postura diante dos problemas do dia a dia”, conclui. Inscrições no Facebook: Projeto Cinderela 
Nota Oficial da UFF sobre o caso do aluno David NobioA Universidade Federal Fluminense tomou conhecimento por meio de notícias veiculadas na imprensa de que o aluno do 3ª Período do curso de Odontologia, David Nobio da Silva, está internado em estado grave no Hospital Alberto Torres. David foi baleado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro e é acusado de porte ilegal de arma e tráfico de drogas. Estamos levantando as informações sobre o caso para tomar as devidas providências. A UFF enviou um representante da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e um assistente social ao hospital para oferecer todo o suporte necessário à família. O caso gerou profunda comoção entre os estudantes e professores de Odontologia que prontamente manifestaram solidariedade a David. A direção da Faculdade de Odontologia também se colocou à disposição da família do estudante para colaborar no sentido que este triste episódio seja apurado com o devido rigor. O vice-diretor, Esio Vieira, e a vice coordenadora do curso de graduação em Odontologia, Telma Aguiar, também estiveram em contato com a equipe médica do hospital. A UFF está acompanhando de perto os acontecimentos e toda sua comunidade se junta às preces da família para que David se recupere completamente e volte às atividades regulares do curso. Consultaremos a Procuradoria Geral junto à UFF para buscar amparo jurídico e reivindicamos profunda apuração do caso para que os responsáveis sejam identificados e processados nos ditames da lei.
Nota Oficial da Direção da Faculdade de Odontologia sobre o caso do aluno David Nobio - 30/01/2019 A Faculdade de Odontologia lamenta profundamente mais uma tragédia em nosso cotidiano, agora envolvendo um aluno de nosso curso. O caso foi encaminhado à PROAES, instância da universidade estruturada para apoio aos nossos estudantes. A direção da Faculdade de Odontologia estará, a qualquer momento, à disposição da família do estudante e do diretório acadêmico para colaborar no sentido que este triste episódio seja apurado com o devido rigor. Ressaltamos ainda, que o vice diretor Esio Vieira e a Vice coordenadora do curso de graduação em Odontologia, Telma Aguiar, estiveram em contato com a equipe médica do Hospital Alberto Torres (HEAT) e observaram que o aluno está muito bem assistido e com o quadro estável. http://faculdadedeodontologia.sites.uff.br/
Reflexões sobre a educação odontológica e o Sistema Único de Saúde é tema de livroEm 2012, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) apontaram a necessidade da atuação dos estudantes de graduação de Odontologia no Sistema Único de Saúde (SUS). Entretanto, esses estágios curriculares, apesar de aconteceram sob supervisão de profissionais da área, se dão muitas vezes sem a reflexão necessária sobre o fazer odontológico. Essa temática é abordada na coletânea “Formação SUStendada” (Eduff, 2018), organizada por Marcos Alex Mendes da Silva e Efigênia Ferreira e Ferreira. A falta de reflexão e teorização referente aos estágios ocorre, principalmente, pelo fato da maioria das universidades ainda priorizarem o trabalho em clínicas privadas, enxergando atividades no SUS como inferiores e até mesmo “um empobrecimento de objetivos educacionais mais ‘nobres’”. É função dos professores das disciplinas de Saúde Coletiva apresentar aos estudantes “alternativas” do mercado de trabalho padrão. Entretanto, como isso não ocorre na maioria dos casos, a visão de que o SUS é um sistema insuficiente e menor acaba sendo fortalecida. Apesar de muitas universidades ainda não entenderem completamente a importância dos estágios curriculares em sistemas públicos na formação acadêmica, a sua regulamentação foi um passo essencial para que a atividade seja incluída no plano político e pedagógico do curso de Odontologia, mas ainda há muito a ser feito. E, segundo o livro, para enfrentar essa situação no país é necessário unir a responsabilidade social com a excelência técnica e, assim, entender a complexidade do SUS e seus respectivos cenários e atores. Saiba como comprar.  
Odontologia da UFF inaugura clínica para pesquisa e atendimento gratuito da populaçãoA UFF inaugurou na última quinta-feira, dia 26 de outubro, o Laboratório Associado de Pesquisa Clínica em Odontologia para atendimento gratuito à população. O setor desenvolverá estudos em humanos abrangendo biologia molecular, histoquímica, imuno-histoquímica, tomografia nas especialidades de Cirurgia, implantodontia, Periodontia e Patologia da Odontologia. O Laboratório integra a Rede de Bioengenharia do Rio de Janeiro e o INCT de Medicina Regenerativa e tem como objetivo conectar a pesquisa básica/tecnológica à pesquisa em humanos, beneficiando os voluntários e contribuindo para o desenvolvimento tecnológico de novos produtos - como implantes dentários, substitutos ósseos e membranas sintéticas - e de novas técnicas em odontologia - como enxertos ósseos e confecção de concentrados plaquetários. “Essa estrutura de laboratório representa muito bem a missão da universidade que a partir da pesquisa científica básica como estrutura de materiais e química colabora para o desenvolvimento de  tecnologia que melhora a qualidade de vida das pessoas, como a reconstrução óssea com novo material sintético. Simultaneamente, esses projetos são parte integral da formação de profissionais em graduação, mestres e doutores”, destacou o vice-reitor Antonio Claudio da Nóbrega. A clínica será a primeira do Estado do Rio de Janeiro para pesquisa em seres humanos com apoio dos laboratórios de biologia molecular e análise microscópica, explica a docente da UFF  e responsável pelo Laboratório, Mônica Calasans Maia. “O trabalho desenvolvido aqui será essencial para o avanço da odontologia. Ciência não é custo, ciência é investimento. Esse investimento vai possibilitar o atendimento gratuito e de qualidade a pessoas que necessitam e não têm como pagar”, destaca. O local funcionará diariamente, pela manhã e à tarde. O atendimento será realizado por docentes e pós-graduandos da Odontologia da UFF, separadamente das consultas rotineiras da Faculdade. “O número de atendimentos vai variar de acordo com o andamento dos projetos. Se o trabalho envolver 30 participantes, chamaremos 30 interessados. Até o final de 2017, atenderemos 58 voluntários, em dois projetos que envolvem extração e implante dentário. Com certeza, a realização de diferentes projetos, em pouco tempo, permitirá o benefício de centenas de pessoas”, afirma Mônica. O perfil dos pacientes dependerá dos critérios de inclusão dos projetos. “Por exemplo, uma pesquisa que avalia o anestésico local em pacientes hipertensos recrutará voluntários portadores de hipertensão arterial. Já em uma avaliação do ganho ósseo, após a realização de enxerto, serão contemplados voluntários que necessitem de implantes dentários”, explica Mônica. Para a construção do Laboratório, com essa especificidade, foram investidos R$ 250 mil, provenientes da Faperj, CNPq, Finep e de projetos em parceria com um consórcio europeu. Com essas verbas, além das obras nas instalações, como a construção de dois consultórios odontológicos completos e um tomógrafo, a UFF instalou todo o sistema Exakt para análise histoquímica, centrífugas para produção de concentrados plaquetários, balança digital, lupa, geladeira, freezer (menos 80 graus) para manutenção de células e saliva congeladas, PCR (técnica para amplificar milhares de vezes uma região específica da molécula de DNA), microscópio de captura com dois observadores, impressora e laptop. “Para atuar diretamente na parte laboratorial, a clínica conta com uma equipe de seis pessoas. São quatro professoras - duas delas atuando no laboratório de histoquímica e imuno-histoquímica, uma no laboratório de biologia molecular e outra na área de microscopia do laboratório - além de duas integrantes da área técnica”, conclui a responsável pelo Laboratório. Serviço: Endereço para inscrições: Faculdade de Odontologia da UFF, Rua Mario Santos Braga, 28/4º andar, Valonguinho, Niterói.
Odontologia da UFF desenvolve osso sintéticoOs professores e alunos da Faculdade de Odontologia da UFF, em parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolveram um biomaterial capaz de substituir os ossos da arcada dentária. O “osso sintético” beneficiará principalmente as pessoas com doenças ósseas (tumores e cistos), quem teve perda em função da idade (atrofias) e as vítimas de acidentes de trânsito e da violência urbana, atingidas por arma de fogo na face. O material, composto por hidroxiapatita carbonatada nanoestruturada, 100% sintética, começou a ser desenvolvido em 2010 e os testes em animais foram publicados a partir de 2012. Em 2017, a Odontologia da UFF iniciou os testes nos pacientes que procuraram a Clínica de Cirurgia Bucal da universidade para fazer extração dentária. Sem nenhum custo para o participante e aprovado previamente pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UFF, o estudo foi divido em duas ações. Os resultados foram surpreendentes … com um material nosso, de produção totalmente brasileira”, destacou Mônica C. Maia. Na primeira, um grupo de 30 pacientes de ambos os sexos e na faixa etária entre 18 e 60 anos extraiu o dente danificado e recebeu preenchimento com o biomaterial novo e implante dentário em três meses. A segunda teve como foco o levantamento do seio maxilar e contemplou 20 participantes, entre 40 e 60 anos de idade, de ambos os sexos, sem dentes superiores e que precisavam de implantes, mas não tinham estrutura óssea para a realização dos implantes. Todos os participantes das duas fases do estudo, após a integração do implante ao osso, receberam as próteses definitivas em porcelana. Os testes mostraram que os riscos são mínimos, semelhantes a qualquer procedimento cirúrgico odontológico sob anestesia local, ou nenhum para os pacientes, já que o material é exclusivamente sintético. Além disso, os pesquisadores constataram que o “osso sintético” é de fácil manuseio, tem baixo custo e resposta tecidual semelhante aos importados disponíveis no mercado. “Os resultados foram surpreendentes. Agora poderemos reparar um osso lesado ou perdido, reconstruir as cavidades ósseas e preencher as lesões periodontais, assim como levantar o seio maxilar com um material nosso, de produção totalmente brasileira”, ressaltou a professora Mônica Diuana Calasans Maia, que também explicou que o procedimento cirúrgico para a aplicação do material é igual aos tradicionais e que a recuperação do paciente é muito boa e requer os mesmos cuidados de higiene, dieta e repouso físico. Segundo a professora, até o momento, não houve registros de rejeição ou outro efeito adverso com o uso do material. As cirurgias são feitas no laboratório associado de Pesquisa Clínica em Odontologia da UFF. Para o professor José Mauro Granjeiro, que estuda o assunto há 30 anos, “o grande avanço é que o novo biomaterial desenvolvido é absorvido gradativamente dando espaço ao novo osso”. A expectativa destes cientistas é de que, em pouco tempo, a combinação deste novo material com células do paciente, fatores de crescimento e proteínas ósseas permitirá a regeneração óssea semelhante ao enxerto da própria pessoa. O vice-reitor, professor Antonio Claudio Nóbrega, enfatiza que o projeto exemplifica de forma emblemática as ações da UFF integrando ensino, pesquisa, extensão e inovação. "Com trabalho planejado e visão de longo prazo, estamos oferecendo soluções para problemas concretos, atuando em cooperação com outras instituições. Internamente, temos promovido a articulação dos setores de apoio à pesquisa e inovação de forma que os resultados estão aparecendo e beneficiando as pessoas diretamente". Participaram da pesquisa três professores e treze alunos da UFF, sendo três da graduação e dez da pós-graduação, além de três pesquisadores do CBPF. O material foi sintetizado pelo CBPF, depois foi caracterizado fisico-quimicamente no Inmetro e, na sequência, foi enviado para esterilização na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), por meio do edital Pesquisa para o SUS. As equipes envolvidas na pesquisa aguardam a conclusão do depósito de patente para posterior transferência de tecnologia para a indústria. Mais detalhes sobre a pesquisa em: https://www.youtube.com/watch?v=qJ4vO1mbHTA
Odontologia da UFF desenvolve “osso sintético” para vítimas da violência urbana, de acidentes de trânsito e para pessoas com perda dentária em função de tumores e da idade
PROEX firma parceria com Projeto CinderelaA Universidade Federal Fluminense, através da Pró-Reitoria de Extensão, firmou uma parceria com o Projeto Cinderela. A ação social tem cunho filantrópico voltado para mulheres com câncer e tem como principal objetivo trabalhar com a autoestima, alcançando, assim, melhoras significativas nos tratamentos. A parceria entre o Projeto e a UFF se deu através da PROEX, viabilizando atendimento odontológico às pacientes. A responsável pela parceria é a Professora Lucíola de Luca (Faculdade de Odontologia - UFF).  
UFF quebra tabus e disponibiliza tratamento odontológico para gestantesCom o intuito de oferecer tratamento odontológico gratuito para gestantes e quebrar o tabu de que não é adequada sua realização na gravidez, surgiu, na Faculdade de Odontologia da UFF, o Projeto de Atendimento às Gestantes. O serviço visa a uma abordagem especial e atenciosa para que as pacientes se sintam à vontade, mesmo em uma situação comumente de desconforto. Dessa forma, os profissionais participantes, alunos e professores pretendem lidar não apenas com as gestantes, mas também com suas famílias. Além de reforçar a importância dos conceitos de prevenção, educação e do cuidado com a saúde bucal. Ao levar em conta o contexto do momento gestacional, no qual não só o físico da mulher está alterado, mas o emocional também, muitas acabam deixando de lado a saúde bucal. Dentre eles, a equipe do projeto pesquisou e listou que os mais comuns são a dificuldade de acesso ao profissional, problemas financeiros, medo de chegar ao dentista e não ser atendida, o famoso ‘vou deixar para depois’, a contraindicação da família e o temor de que a odontologia possa gerar algum problema na gravidez. Ainda é recorrente o mito de que uma extração dentária pode acarretar uma hemorragia que levará à perda do bebê. Assim, muitas grávidas optam por deixar de lado as consultas ao dentista. Entretanto, esse pensamento é equivocado, como expõe a coordenadora do projeto odontológico Tereza Cristina Almeida Graça: “O fato de uma gestante apresentar um problema bucal que pode até ser infeccioso é muito mais lesivo e traumático para essa gravidez do que o tratamento em si, que é controlado e feito a partir do uso de anestésicos e antibióticos recomendados por um profissional”. A partir das análises feitas, a equipe definiu como prioridade facilitar o atendimento odontológico às gestantes e torná-lo atrativo. A coordenadora do projeto explica a solução encontrada para possibilitar isso: “Procuramos acolher a gestante em todos os sentidos para conhecermos um pouco mais suas ansiedades e também levar esse conhecimento, essa reflexão, de que a saúde bucal tem que ser valorizada. Às vezes é como se as pessoas pensassem ‘a boca é uma coisa e o corpo é outra’ e esquecessem de que tudo é saúde e todo mundo quer saúde durante a gravidez”. Na área da saúde nenhuma profissão pode se centrar em si mesma. Tanto para benefício médico quanto do paciente deve haver interação entre as áreas”, destaca Tereza Cristina. Dessa forma, a equipe reconheceu a importância de lidar também com seus núcleos familiares, que muitas vezes não apoiam o tratamento pela crença equivocada no seu malefício. “É preciso levar esse conhecimento para as famílias, de forma respeitosa e com cuidado, para que eles apoiem a gestante e facilitem o tratamento contínuo”, ressalta Tereza Cristina. Além disso, mesmo que a paciente tenha a saúde bucal perfeita, ela também tem o direito de ir à clínica para ser cuidada e acompanhada por um profissional odontológico, prevenindo problemas futuros. Por ser afiliado à universidade, o projeto apresenta parcerias com outros cursos: Enfermagem, Farmácia, Psicologia, Nutrição e Medicina. O trabalho integrado proporciona às gestantes um atendimento auxiliar completo a qualquer problema de saúde que possa vir a ser apresentado. “Na área da saúde nenhuma profissão pode se centrar em si mesma. Tanto para benefício médico quanto do paciente deve haver interação entre as áreas”, afirma Tereza Cristina. Devido ao projeto estar no início, ainda não há financiamento externo. Apenas uma aluna participante recebe bolsa para ajudar no deslocamento. A equipe envolvendo alunos e professores, tanto da própria Odontologia quanto dos cursos parceiros, é formada por voluntários. O material básico de consumo - para restauração, resinas, obturação, etc. - e medicamentos são fornecidos pela UFF e o instrumental clínico pertence aos alunos, que já os utilizam também em aulas da graduação. O atendimento é feito em um espaço cedido pela instituição, na Clínica 4, localizada na Faculdade de Odontologia dentro do Campus do Valonguinho. O consultório foi recentemente reformado e apresenta uma aparelhagem moderna para que o atendimento seja realizado da forma mais confortável possível. O projeto atende unicamente às gestantes para que os profissionais envolvidos consigam lhes dar uma atenção especial. O foco também está em proporcionar o bem-estar das grávidas situando-as em um ambiente de fácil troca e reconhecimento entre elas mesmas. A coordenadora ressalta a importância dessa atmosfera para proporcionar um momento de tranquilidade às pacientes, ajudando muitas vezes a acalmar seus anseios, facilitando assim a cooperação no tratamento. Alerta às gestantes Durante o período gestacional, é muito comum o aumento hormonal ocasionar uma sensibilidade da gengiva, acarretando na doença periodontal, o que ocorre também porque muitas mulheres deixam de escovar os dentes por sentirem enjoo na gravidez. Às vezes elas enjoam da escova, da pasta e até mesmo motivos externos podem dificultar a higiene bucal. A falta de escovação acarreta um acúmulo de placa bacteriana que irrita a gengiva, facilitando o desenvolvimento do sangramento gengival, que é o primeiro sinal clínico de uma inflamação na gengiva. “Quando veem o sangue na boca, as pessoas logo pensam ‘ai meu deus, estou doente’ e param com a escovação. Na verdade, nesse momento é imprescindível fazer o contrário, pois a medida profissional que temos para fazer esse sangramento parar é escovando os dentes”, enfatiza Tereza Cristina. Segundo ela, entretanto, é necessário que tenhamos certa quantidade de placas na boca para impedir outras doenças de aparecerem. “O ideal para ter uma boa saúde bucal é escovar o dente com a regularidade de três vezes ao dia”, conclui. A coordenadora alerta também para a importância da escova de dente em prol da saúde da boca. A escolha inadequada favorece uma limpeza ruim. Ela afirma que, erroneamente, as pessoas compram as que apresentam cerdas duras e compridas porque associam força com a limpeza. No entanto, o que se recomenda são escovas pequenas e macias, que possibilitam uma higienização ideal. Tereza Cristina ainda completa: “A isso soma-se o sabor da pasta de dente, que proporciona uma falsa sensação de limpeza, fazendo as pessoas acharem que a saúde bucal está em dia quando, na verdade, pode não estar”.
Programa Apolônias do Bem - tratamento bucal a pessoas travestis e mulheres transexuais em Niterói-RJ - InformaçõesO programa Apolônias do Bem, ligado ao Programa Dentistas do Bem, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal Fluminense, oferece tratamento odontológico integral e gratuito a mulheres que vivenciaram situações de violência e tiveram a dentição afetada durante as agressões. São priorizadas as mulheres com problemas odontológicos mais graves e Oral Health Impact Profile (OHIP) mais alto, que sustentam a família e retomaram os estudos ou estão fazendo cursos de capacitação profissional. Os tratamentos são oferecidos por meio de uma rede de dentistas voluntários, que realizam todos os procedimentos que as mulheres necessitarem, independentemente da complexidade apresentada. Uma vez no programa, as Apolônias (como as beneficiárias do programa são chamadas) e os profissionais que as atendem serão acompanhados pelos funcionários da Turma do Bem até que os tratamentos se encerrem. Em ação inédita, o Programa realizará uma triagem em Niterói (RJ) que selecionará pessoas travestis e mulheres transexuais. A ação acontecerá no dia 29 de abril, das 18h às 22h, na sede do Grupo Transdiversidade de Niterói (GTN), que fica na Av. Visconde do Rio Branco, nº 267, Centro – Niterói, RJ. A atividade contará com o apoio de instituições como a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), o Grupo Transdiversidade de Niterói (GTN), o Grupo Diversidade de Niterói (GDN), a Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas (ABRAFH) e a Universidade Federal Fluminense (UFF) por meio da Faculdade de Odontologia, do Coletivo Diversitas UFF e das ações de extensão: Programas UFF Mulher, UFF SOS Comunidade e Promoção de Saúde Bucal na Creche do Atalaia. Desde 2012, quando começou a ser desenvolvido, o Apolônias do Bem já garantiu atendimento a 600 mulheres de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. E a meta é continuar atendendo 200 mulheres por ano, incluindo as travestis e mulheres transexuais. Contato: TURMA DO BEM Jhonatas Mendonça – jhonatas@tdb.org.br – 11 99896-6352 Paula Morais – paula@tdb.org.br - 11 5084-7276 Universidade Federal Fluminense Coordenação de Difusão e Fomento a Extensão - CDFE/EX Telefone: 2629-5192/ 2629-5193 e-mail: cdfex@proex.uff.br
Serviços de saúde para o estudante  Orientações gerais Telefone: (21) 2629-5320 Email: saudedoestudante@proaes.uff.br Facebook (Perfil): www.facebook.com/divisaodesaude.dase Facebook (Fanpage):  Endereço: Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Reitoria, sala de atendimento ao aluno. Atendimento médico É dirigido aos bolsistas de Desenvolvimento Acadêmico e alunos da Moradia Estudantil. O atendimento é realizado pela Divisão de Assistência à Saúde, localizada no andar térreo da Reitoria, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Telefone: (21) 2629-5279. Atendimento psicológico Direcionado a todos os estudantes da UFF. É necessário agendamento prévio no telefone (21) 2629-5320.  Serviço de Psicologia Aplicada (SPA - UFF) O serviço oferece atendimento psicoterápico em duas modalidades: Oficinas de intervenção nas escolhas profissionais Destina-se a todos aqueles que em determinado momento da vida se deparam com as escolhas profissionais: alunos do Ensino Médio, estudantes de graduação e outros interessados. As temáticas pertinentes são discutidas em grupo, que se reúne uma vez por semana, durante uma hora e trinta minutos, com aproximadamente oito encontros. As oficinas acontecem geralmente no mês de junho/julho com data ainda a ser marcada. As inscrições são presenciais e podem ser feitas no Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade Federal Fluminense (Campus do Gragoatá, Bloco N, 5º andar. Telefone: (21) 2629-2951 Ambulatório clínico O recebimento de novos pacientes no Ambulatório de Psicoterapia do SPA ocorre nos plantões realizados às 8h, sempre às quartas-feiras. No vidro da porta principal do Bloco N é afixado o número de vagas disponíveis para atendimentos, realizados por ordem de chegada até completar o número de vagas disponíveis. Mais informações, acesse: http://www.spa.uff.br/. Atendimento Odontológico O atendimento odontológico da UFF é aberto à comunidade, portanto os estudantes também podem utilizá-lo. O agendamento é feito todas às sextas-feiras, das 9h às 9h30, ou até as vagasse esgotarem. Telefone: (21) 2629-9920. Observação: o serviço funciona somente durante o período letivo.  Demais projetos  Projeto Café, Palavras e Suspiros Traz escuta, acolhimento e encaminhamento de questões trazidas pelos alunos. Também fornece informações sobre os serviços do SUS e cidadania. Projeto InTuAção É voltado para as práticas do bem-viver e são trabalhadas técnicas de respiração, mediação e meditação. Mais informações sobre estes projetos entre em contato pelas informações continadas nas orientações gerais.
53ª Jornada Fluminense de Odontologia “Prof. Coelho e Souza”Em outubro de 1963 ocorreu a 1ª Jornada Fluminense de Odontologia “Prof. Coelho e Souza”, batizada assim, em homenagem ao centenário do Prof. Augusto Coelho e Souza, considerado o Patrono da Odontologia brasileira. Concretizava-se, desta forma, uma das mais antigas Jornadas Odontológicas do Brasil. O evento fora idealizado e executado por acadêmicos do curso de Odontologia da UFF, apoiados por docentes, com objetivo de proporcionar a atualização e o intercâmbio do conhecimento. A próxima Jornada Fluminense de Odontologia “Prof. Coelho e Souza”, completará 53 anos ininterruptos de existência e agregará eventos paralelos que visam o desenvolvimento social e científico da Odontologia. Assim, além das atividades científicas voltadas para acadêmicos e cirurgiões-dentistas, ações assistencialistas atenderão membros da comunidade. Nesse sentido, ativa-se um dos pilares de uma Universidade: a aplicação do conhecimento em prol da comunidade. Convite É com grande satisfação que a Comissão Organizadora vem convidar a todos que se interessarem por odontologia a ir na 53ª Jornada Fluminense de Odontologia “Prof. Coelho e Souza”, que tem como tradição cursos com palestrantes renomados na área e de excelência na profissão, visando atingir graduandos e cirurgiões-dentistas que buscam atualizar seus conhecimentos. Este ano ela será realizada no período de 21 à 23 de outubro de 2015 na Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense,  situada à Rua Mario Santos Braga n° 28, Centro – Campus do Valonguinho, Niterói- RJ (ao lado do Plaza Shopping).