Violência

#ProexEmAção divulga o projeto de extensão "Saúde das pessoas LGBTI sob a ótica da saúde coletiva: Atenção integral à saúde no Sistema Único de Saúde - PROSAIN" coordenado pela professora Sandra Mara Silva Brignol.

Em 19 de março, a Pró-Reitoria de Extensão em parceria com a Coordenadoria de Direitos das Mulheres (CODIM) realizou, por meio do “Coletivo de Professoras, Técnicas da UFF & Pós-Graduandas Pró-Equidade de Gênero e Raça”, o debate: Vamos falar de violência na Universidade? O evento, que integra a Agenda do mês da mulher, aconteceu no auditório do Bloco P, campus de Gragoatá, Niterói-RJ.

Em 1991, mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women’s Global Leadership - CWGL), iniciaram a Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.  O período escolhido para a Campanha é bastante simbólico, já que se inicia no dia 25 de novembro - declarado como o dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres - e finaliza no dia 10 de dezembro - dia Internacional dos Direitos Humanos.

O projeto de extensão Por que também temos que falar de violência? realizará a mesa  Saúde Mental, Violência e Luta Antimanicomial e o lançamento do livro A Loucura sem avesso: saúde mental no Brasil, no dia 26 de julho, às 18h, no auditório do Instituto de Psicologia da UFF (IPSi – bloco N – 4º andar). A mesa versará sobre os problemas atuais na micro e na macropolítica que interferem no movimento da luta antimanicomial. Contará com a participação da Prof.ª Dr.ª Paula L. Curi (UFF), da Prof.ª Me. Ariadna P. Alvarez (FIOCRUZ), e do Prof. Dr.

O projeto de extensão Por que também temos que falar de violência? realizou duas atividades durante a XI Semana de Psicologia da UFF que aconteceu no IPSi, entre os dias 04 e 08 de junho. No dia 5 de junho, das 16h às 19h, aconteceu a Mesa de debates: mulheres, deficiências e violências, cujo objetivo era refletir sobre a invisibilidade e a vulnerabilidade das mulheres com deficiência, evidenciando as violências de gênero por elas sofridas.

O projeto de extensão "Por que também temos que falar de violência?" realizará duas atividades durante a XI Semana de Psicologia da UFF que acontece no ICHF entre os dias 04 e 08 de junho.

O projeto de extensão Por que também temos que falar de violência?, cujo objetivo principal é desenvolver ações voltadas a discutir violências a partir de uma perspectiva de gênero, foi convidado pela Instituição Casa de Acolhimento Lélia Gonzalez para participar da roda de conversa: Uma reflexão sobre o Dia Internacional das Mulheres, no dia 10 de março. O objetivo da atividade, organizada pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos de Niterói, foi refletir junto às mulheres acolhidas pelo Centro de Acolhimento Lélia González sobre o que é ser mulher?

Recentemente, a pesquisadora do Departamento de Segurança Pública, Jaqueline Muniz, concedeu entrevista sobre a intervenção militar federal no Rio de Janeiro com repercussão imediata em todos os meios de comunicação. O posicionamento da especialista reforça a importância da formação profissional na área de segurança pública junto à opinião da sociedade no que diz respeito às questões de violência urbana, que vêm atingindo a população de todo o estado.

Parte do universo lúdico de toda criança, o ato de desenhar é também a forma pela qual os pequenos conseguem expressar seus sentimentos e retratar as experiências sobre o mundo à sua volta. Por isso mesmo, os rabiscos infantis são comumente utilizados para analise e diagnóstico por psicólogos e pediatras. São também o objeto de um estudo aprofundado disponível no livro "Violências e vulnerabilidades nos desenhos infantis", organizado por Simone de Assis e Joviana Avanci e publicado pela Eduff em coedição com a Editora Fiocruz.

De acordo com o Relatório sobre o Panorama das Apreensões de Drogas no Rio de Janeiro 2010-2016, a questão das drogas ilícitas é fundamental para entender o fenômeno da criminalidade no Rio de Janeiro e, no que diz respeito ao uso de entorpecentes, ainda há muitas lacunas a serem preenchidas.

A Universidade Federal Fluminense promoveu, no dia 09 de junho, no auditório do Instituto de Saúde de Nova Friburgo da UFF, o “I Encontro Intercampi sobre violência e diversidade de gênero”, que buscou articular diversos atores sociais a fim de promover a produção e circulação de informação sobre o cenário de violência contra a mulher e contra a população LGBT no país e sua configuração, especialmente na cidade de Nova Friburgo.

O I Encontro Intercampi Sobre Violência e Diversidade de Gênero é um evento que visa à articulação de diversos atores sociais, a fim de promover a produção e circulação de informação sobre o cenário de violência contra mulher e contra a população LGBT no país e sua configuração no cenário local. Tem como objetivo, por meio da intervenção no território, convocar a sociedade para refletir sobre o tema e apresentar os dispositivos da rede da cidade que oferecem suporte às pessoas vítimas de violência.

Acontecerá na próxima quarta-feira (31/05/17), a mesa-redonda “Mulheres em situação de violência em suas múltiplas expressões”, que contará com as palestrantes, Prof.ª Luciene Medeiros (PUC-RJ) e a Prof.ª Ebe Campinha dos Santos (Unigranrio), no Auditório Violeta Campofiorito, na Escola de Serviço Social da UFF, no horário de 18h as 22h. Esta é uma atividade que acontece no âmbito do Programa “UFF Mulher”.

Aconteceu na manhã desta quinta-feira (09/03/17) a primeira reunião promovida pela coordenação do programa UFF Mulher, com representantes de setores e unidades de ensino da UFF para tratarem da fase de implantação do “Centro de Referência UFF Diversidades e Violência”. O encontro teve como objetivo discutir os primeiros passos dessa articulação.

Como forma de refletir sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher no ambiente universitário, a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal Fluminense, por meio do Programa UFF Mulher e do Projeto Observatório de Violência contra a Mulher, em conjunto com o Instituto Avon realizarão o Workshop: Violência contra a Mulher no Ambiente Universitário.

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff, com lançamento no dia 29 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói).

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro “Violência e racismo no Rio de Janeiro” acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff. Passados mais de 20 anos, a obra do cientista político Jorge da Silva continua atual e evidencia que o Brasil ainda vive o mito da democracia racial, apontado pelo autor.

Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, Jorge da Silva se valeu da própria vivência para incorporar ao estudo da violência o componente da discriminação racial, constantemente ignorado pelos estudiosos na temática.

Programação

14 de julho

  • 9h30 - Mesa de Abertura
  • 10h - Burocracias, "violência" e direitos humanos
  • 14h - Direitos, ativismo e reconhecimento
  • 16h30 - Identidades, expressões de diversidade e espaço público

15 de julho

  • 10h - Cidades, direitos civis e cidadania
  • 14h Classificações, disputas e controvérsias políticas
  • 16h30 - Workshop Direito à Universidade

 

Partindo da análise de três obras da literatura angolana, a professora Roberta Franco discute infância e violência no livro recém-publicado pela Eduff  “Descortinando a inocência”. Na obra, a autora apresenta textos dos escritores Luandino Vieira, Pepetela e Ondjaki a fim de descortinar as relações entre ficção e história, com foco na imagem da criança e na presença da violência em diferentes contextos da sociedade angolana.

Em 2010, a Coordenação de Difusão e Fomento à Extensão da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal Fluminense e professoras ligadas ao Núcleo de Pesquisa Histórica sobre Proteção Social e Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania criaram o Projeto UFF Mulher tendo como marco inicial atividades comemorativas para o 8 de março - Dia Internacional da Mulher. Em 2013, devido à demanda de atividades ampliou sua temática para gênero,  transformando-se em Programa.

O Programa UFF Mulher tem por objetivo promover, ao longo de todo o ano, diferentes atividades relacionadas à questão de gênero, principalmente, debates com temas que permeiam desde a qualidade de vida, inserção no mercado de trabalho e enfrentamento à violência contra a mulher.

Os diálogos propostos colaboram para que também os homens compreendam e participem das questões relacionadas ao universo feminino.

Mais informações: TEL: 2629-5192 / 2629-5193 / e-mail: uffmulher@proex.uff.br

 

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