racismo

O UFF Debate Brasil desta edição traz a urgente discussão sobre o racismo, imprescindível ao compromisso com a democracia, com o tema "Corpo negro e a potência do r-existir - Racismo e colonialismo no Brasil".

A discriminação racial é uma problema que tem raízes profundas no colonialismo e na escravidão que marcaram a história do país. Diariamente, vemos as consequências nefastas do racismo em diversos aspectos do cotidiano, desde a negação ao acesso a direitos sociais básicos até a violência que atinge e mata corpos pretos todos os dias, material e simbolicamente.

Convidamos toda comunidade acadêmica para participar do 5º Encontro online da Pró- Reitoria de Assuntos Estudantis onde será abordado o tema Racismo, Imigração e Isolamento Social com a participação da Graziella do Ó da Rocha - Doutora em Política Social e Consultora de Projetos da ONU; Kwami Fleury – Estudante de Psicologia da USP pelo PEC-G, natural de Benin e Pesquisador na Área de Psicologia Cultural- Dialógica e Rolf Malungo  - Antropólogo e Professor Adjunto da Universidade Federal Fluminense, Organizador do Livro “Diálogos Contemporâneo Sobre Homens Negros e Mascul

O objetivo da atividade é apresentar aos públicos interno e externo as produções que estão sendo desenvolvidas no âmbito dos Grupos de Estudo e do Movimento Estudantil da ESS/UFF Niterói que tem se dedicado à temática étnico-racial e sua centralidade nas políticas públicas e sociais a partir das esferas do ensino, pesquisa e extensão. Haverá duas rodas de conversa na Escola de Serviço Social: uma sobre “Antirracismo e Pensamento Crítico”, às 14 horas e outra sobre “Raiz não se Mata, se Protege: Reflexões sobre Racismo Religioso no Rio de Janeiro”, às 19h.

Segundo dados do Censo 2010, 2 milhões de brasileiros residentes se autodeclaram de raça ou cor amarela, número que cresceu 177% em uma década. A denominação “amarela” se refere aos descendentes de japoneses, chineses, taiwaneses, coreanos e outros grupos cujas famílias saíram do Leste Asiático para o Brasil.

Palestra sobre o sistema de cotas nas universidades 

A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado. O livro será lançado, em noite de autógrafos, na Livraria da Travessa, em Botafogo. 

Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU

Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, “Racismo, capitalismo e subjetividade” (Eduff, 2018) reflete sobre as problemáticas do racismo no Brasil, a partir do diálogo entre a psicanálise e outras áreas.

O caráter transdisciplinar do título faz referência às múltiplas causas do racismo, inseridas em disputas pelo poder. Nos 12 artigos da obra, são discutidos conceitos como mestiçagem, inconsciente social, privilégio e desqualificação dos indígenas.

A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado.

 

A diversidade das experiências negras no campo cultural, da festa, da música, do teatro, da educação, da luta política, em diferentes épocas da história do Brasil, está presente em “Cultura Negra”, coletânea em dois volumes publicada pela Eduff.

Organizada por Martha Abreu, Giovana Xavier, Lívia Monteiro e Eric Brasil, a obra reúne 27 artigos. No Volume 1, o destaque é para as instituições e associações culturais e políticas negras, como escolas de samba, congados, jongos, bois e maracatus, nos tempos da escravidão, em especial, nos tempos do pós-Abolição.

“O racismo tem forte presença tanto na violência do Rio de Janeiro quanto nas formas como o Estado a enfrenta”. Assim o cientista político Jorge da Silva sintetiza a relação entre os dois pontos principais do seu livro “Violência e Racismo”.

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff, com lançamento no dia 29 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói).

A Faculdade de Direito da Universidade Fluminense convida para o I Seminário DIREITO & RACISMO, a ser realizado nos dias 26 e 27 de Setembro, no seu Salão Nobre. É uma realização do Projeto de Pesquisa ANASTÁCIA BANTU e do Grupo de Pesquisa Sexualidade, Direito e Democracia, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e pelo Centro Acadêmico Evaristo da Veiga.
O I Seminário Direito e Racismo é um evento gratuito e aberto ao público que busca discutir o racismo institucional presente nos diversos espaços de acesso à justiça e exercício da cidadania plena.

Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro “Violência e racismo no Rio de Janeiro” acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff. Passados mais de 20 anos, a obra do cientista político Jorge da Silva continua atual e evidencia que o Brasil ainda vive o mito da democracia racial, apontado pelo autor.

Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, Jorge da Silva se valeu da própria vivência para incorporar ao estudo da violência o componente da discriminação racial, constantemente ignorado pelos estudiosos na temática.

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