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medicina e saúde

Alunos da UFF desenvolvem próteses robóticas de baixo custo

Alunos realizando teste com a prótese robótica

O Brasil registra anualmente cerca de 40 mil casos de amputação por motivos de acidente ou doença. O Sistema Único de Saúde (SUS), por sua vez, não consegue atender a demanda da população, pois a maioria das próteses robóticas são importadas e caras. Com foco nessa realidade, um grupo interdisciplinar formado por alunos dos cursos de Medicina, Computação, Engenharia e de Telecomunicações da UFF se reuniu e criou o Projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach), com a finalidade de desenvolver próteses de baixo custo.

“Tenho um mioma, o que fazer?”: explicações, sintomas e tratamentos

Miomas são tumores benignos, formados por células musculares, na parede do útero, que podem chegar até a parte externa do órgão. A condição atinge cerca de 80% das mulheres no Brasil, segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Mas, de todos esses casos, raras exceções manifestam os sintomas tradicionais de um mioma, então, muitas mulheres nem sequer sabem que o têm.

UFF é centro de referência nacional no tratamento de síndromes decorrentes do Zika vírus

Dr. Osvaldo Nascimento

O Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), por meio da Unidade de Neurologia, Neurociência e Pesquisa Clínica da Faculdade de Medicina da UFF e a Unidade de Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em Ribeirão Preto, são os dois únicos locais no Brasil que se tornaram referência nacional no atendimento e tratamento de neuropatias periféricas graves e de Síndrome de Guillian-Barré. 

Pesquisadores da UFF inovam no tratamento da osteomielite

Professor e médico ortopedista Vinicius Schott Gameiro, supervisor da pesquisa

Pesquisadores da pós-graduação em Ciências Médicas da UFF, em parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), estão produzindo um material para o combate à infecção óssea, conhecida como osteomielite. O propósito da pesquisa é tornar o tratamento atual mais eficiente e reduzir o número de cirurgias envolvidas no processo. A pesquisa, que teve início em junho de 2015, está sendo  desenvolvida pelo estudante da pós-graduação Almir Luiz Antunes e  conta com a supervisão do professor e médico ortopedista Vinicius Schott Gameiro.

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