Literatura

Em “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos” (Eduff, 2019), a professora da UFRJ Anabelle Loivos “traduz” a riqueza verbal e estética de Euclides da Cunha, por meio de um conjunto de ensaios que se prestam a interpretar uma série de textos do autor, de cartas a relatórios, reportagens a contos, trechos avulsos e poemas. 

Organizada pelos professores André Dias e Elen de Medeiros, “Literatura e teatro: encenações da existência” (Eduff, 2018) reúne nove ensaios que refletem sobre as relações inerentes ao teatro e à literatura a partir das ideias de sociedade, cultura e existência.

A coletânea explora o sentido de encenação e existência, conceitos que, na literatura, ganham interpretações mais aprofundadas, com personagens centrais que abordam o sentido da existência humana.

Organizada pelos professores André Dias e Elen de Medeiros, “Literatura e teatro: encenações da existência” (Eduff, 2018) reúne nove ensaios que refletem sobre as relações inerentes ao teatro e à literatura a partir das ideias de sociedade, cultura e existência.

A coletânea explora o sentido de encenação e existência, conceitos que, na literatura, ganham interpretações mais aprofundadas, com personagens centrais que abordam o sentido da existência humana.

Entre os dias 01 e 04 de outubro de 2018, acontecerá o LITERUNI II | Literatura no COLUNI: Para falar sobre livros, filmes e literatura.

O evento contará com a participação dos escritores Ninfa Parreiras, Fernanda Bortone, Sandra Ronca, e do cinastra Vicente Ferraz, além dos professores Luiz Fernando Lima Braga Júnior e Nicholas Tadashi, e das professoras Márcia de Assis, Maria Carolina de Oliveira Barbosa Gama e Laura Isabel dos Santos Vieira.

Dia: 01/10 | 2ª f. | Escritora: Ninfa Parreiras

Horário: 9h a 10h30 | 6° ano  

Em setembro de 2018, ocorrerá no espaço do Real Gabinete Português de Leitura, em parceria com a UFF, UFRJ, UERJ, UNIRIO, apoio CAPES, o 9º Colóquio DP Polo de Pesquisas Luso-Brasileiras, tema “Relações luso-brasileiras: imagens e imaginários”, com especialistas brasileiros e estrangeiros das áreas envolvidas, com comprovada contribuição investigativa sobre configuração de imaginários em torno das ideias de brasilidade e portugalidade e modos de estar nas culturas de língua portuguesa, sobretudo no campo literário.

Debater os hábitos e incentivos de leitura para o público infantil e sobre as bibliotecas destinadas a ele é um dos objetivos do livro “Quer que eu leia com você?”, lançãdo pela Eduff. A obra conta com um artigo de Ninfa Parreiras e três palestras de Luciana Esmeralda Ostetto, Maria Clara Cavalcanti de Albuquerque e Rachel Polycarpo da Silva, realizadas em 2012 e 2013, durante a mesa-redonda sobre Bibliotecas Infantis, evento anual da Biblioteca Flor de Papel.

Vanessa Massoni da Rocha propõe um novo impulso às análises sobre as cartas no livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp). O intuito é observar de que maneira esses escritos experimentam diferentes formatos. Para isso, a obra abrange textos mais recentes, que de certa forma dialogam ou se afastam de outros já canônicos.

O Núcleo de Tradução e Criação (NTC) do Instituto de Letras da UFF, campus Gragoatá, convida para o primeiro encontro do Ateliê Perdidos & Achados. Vai ser nesta sexta-feira (10/11), a partir das 14h30, na sala 414 do Bloco B. A ideia é conversar sobre tradução, criação e adaptação a partir das propostas apresentadas por docentes e pós-graduandos. Nesta sexta, a conversa a gente já sabe como começa, mas como acaba...

O Instituto de Letras recebe nesta quinta-feira (9/11) o professor Thomas Leitch, do Departamento de Inglês da Universidade de Delaware (EUA), para uma conferência sobre os Estudos da Adaptação. Ele lançou este ano no mercado de língua inglesa o compêndio "The Oxford Handbook of Adaptation Studies", reunindo 40 ensaios de renomados pesquisadores dessa área de estudos.

II Jornada do Grupo de Pesquisa Literatura e Dissonâncias: Teatro e Provocações

No II Seminário Interferências: Literatura e Ciência - Monstruosas organizações, as organizações referidas no título supõem: desde a estrutura representada pelo corpo, que inclui o órgão e o orgânico em sua relação com a noção de organismo, passando pela acepção de sociedade enquanto organização, continuando em direção ao caráter institucional de órgãos e organismos, até alcançar o Estado.

A partir da análise das questões relacionadas à ética, a pesquisadora Jacqueline Barros lança o livro “Trilogia de sombras: Saramago, Santo Agostinho e Heidegger" (Eduff, 2017), no dia 15 de agosto, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.

LITERATURA E DISSONÂNCIAS - PARA LER O TEATRO HOJE

Em "A dispersão da memória e da escrita em Milton Hatoum e Lobo Antunes" (Eduff, 2016), Véra Lúcia Ramos de Azevedo reflete sobre os pontos de articulação entre os dois escritores de língua portuguesa, aparentemente tão diferentes entre si.

Partindo da análise de três obras da literatura angolana, a professora Roberta Franco discute infância e violência no livro recém-publicado pela Eduff  “Descortinando a inocência”. Na obra, a autora apresenta textos dos escritores Luandino Vieira, Pepetela e Ondjaki a fim de descortinar as relações entre ficção e história, com foco na imagem da criança e na presença da violência em diferentes contextos da sociedade angolana.

O Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da UFF convida a todos para assistirem a palestra Thomas Hardy et Gustave Flaubert: The return of the native ou le bovarysme incarné dans le wessex proferida pelo professor Thierry Goater, da Universidade de Rennes 2.

Com a publicação de Los detectives salvajes (1998) – uma homenagem aos
amigos-poetas mexicanos – Roberto Bolaño fez seu grande lance. Já antes do
romance póstumo 2666 (2004), o escritor chileno-mexicano fora eleito pela
crítica como “o melhor escritor latino-americano do nosso tempo“. Por que este
escritor é tão importante? O que é novo no escrever de Bolaño? A análise dos
contos enfocará as maneiras de lidar com a imagen, a intermedialidade. De que
forma e em que medida o “escrever“ de Bolaño renova o gênero do
“conto“/”short story”?

Seja de personalidade ou de fantasias, a infância é uma fase de construção, de brincadeiras cotidianas que se tornam grandes histórias contadas, anos depois, em forma de memórias e saudade. Por isso, a professora Magnólia Nascimento volta-se para um de seus papeis mais emocionantes, o de avó da Beatriz, para contar os momentos únicos e divertidos que passa ao lado da neta, no livro "A Menina e a Avó da Menina", que será lançado em 28 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí.

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