Imprensa

Jorge Caê Rodrigues resgata a trajetória da imprensa voltada para o público gay do Brasil, em uma leitura prazerosa que aborda as características principais dessas publicações, no livro “Impressões de identidade: um olhar sobre a imprensa gay no Brasil”, publicado em 2010 pela Eduff e disponível gratuitamente em formato de e-book no site da editora.

Organizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período. A obra será lançada, em noite de autógrafos, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro. 

Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira.

Organizada pela professora de Jornalismo da UFF e da UFRJ Marialva Barbosa, a coletânea “Os manuscritos do Brasil” (Eduff, 2018) analisa jornais feitos à mão no Brasil durante o século XIX, muito embora os impressos já existissem no período.

Compreender como eram esses jornais, quem os faziam e o porquê de serem produzidos manualmente são as principais indagações dos autores que investigam essas produções poucas vezes mencionadas na história da imprensa brasileira.

A participação de jornalistas, escritores e historiadores, seus projetos de impressos e engajamento político unem os nove artigos que integram a coletânea "Intelectuais e palavra impressa" (Eduff, 2016). Organizada pela professora da UFF e historiadora Giselle Martins Venancio, a obra segue a tendência historiográfica que resgata a participação dos sujeitos na História e propõe um questionamento sobre quem são as vozes que falam e dialogam num dado momento.

A trajetória de escritores, jornalistas, historiadores e seus projetos editoriais unem os nove artigos que integram a coletânea "Intelectuais e palavra impressa" (Eduff, 2016), organizada pela professora e historiadora Giselle Martins Venancio. Escrita por jovens pesquisadores da UFF, a obra será lançada no dia 2 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí.

Reformas, suspense, difamação e denúncias são alguns pontos-chave de "O caso Última Hora". Fruto da tese de doutorado do autor Aloysio Castelo de Carvalho, o livro é pautado pelo grande fio condutor desse trabalho que é o conceito de "opinião pública" e abrange assuntos como as reformas no segmento das revistas noticiosas, por conta da magnitude das transformações que o UH impulsionou na imprensa nacional nas cores, diagramação e apresentação das matérias, entre outros.

Em outubro de 1963, os grupos de comunicação dos Diários Associados (O Jornal), de O Globo e do Jornal do Brasil - que também uniram suas emissoras (Tupi, Globo e JB) - montaram a Rede da Democracia, com o objetivo de deter o governo de Jango e as suas reformas de base.

Mais de quatro décadas após o golpe de 1964, o papel da imprensa na articulação do movimento que lançou o Brasil numa ditadura militar de mais de 20 anos vem à tona neste livro do professor e doutor em História Social Aloysio Castelo de Carvalho (UFF).

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