etnografia

“Tak Baht” (Eduff, 2018) é uma imersão etnográfica na tradição budista em Laos, mais especificamente na cidade de Luang Prabang. Na obra, o antropólogo Pedro Fandiño analisa a cerimônia, conhecida como tak baht, de recolhimento de doação realizada por monges budistas da corrente teravada, a mais antiga da religião. É um dos primeiros estudos que se decicaram a entender o costume e seus efeitos no país.

“Tak Baht” (Eduff, 2018) é uma imersão etnográfica na tradição budista em Laos, mais especificamente na cidade de Luang Prabang. Na obra, o antropólogo Pedro Fandiño analisa a cerimônia, conhecida como tak baht, de recolhimento de doação realizada por monges budistas da corrente teravada, a mais antiga da religião. É um dos primeiros estudos que se decicaram a entender o costume e seus efeitos no país.

São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos, como demonstra a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo, dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff.

São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos. É sobre isso que reflete a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff.

Em “Tambor dos Pretos: processos sociais e diferenciação étnica no rio Jaú, Amazonas” (Eduff, 2017), o antropólogo João Siqueira traz uma reflexão sobre a formação de unidades sociopolíticas identificadas como quilombo do Tambor e sobre a formação da Associação Quilombola de São Raimundo do Pirativa, no Amapá.

Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?”, no dia 6 de outubro, na Livraria da Travessa de Botafogo.

No livro, o autor relata não apenas os meandros do mundo dos negócios da prostituição no Rio de Janeiro, mas traz para o leitor uma percepção da forma como as sexualidades e os desejos estão articulados nas saunas cariocas.

Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?” (Eduff, 2017). Nele, o autor trata do universo do mercado do sexo e suas peculiaridades, com relatos que vão desde a ambientação do local até a forma como os programas são negociados entre cliente e garotos de programa.

A rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela antropóloga Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”, que será lançado em 7 de março, às 17h, na Livraria da Travessa, no Centro do Rio de Janeiro (Rua 7 de Setembro, 54).

Anos de estudo de campo em favelas e periferias do Rio de Janeiro levaram a professora da UFF Christina Vital a concluir que a ascensão das igrejas pentecostais reconfigurou a relação entre religião e tráfico. As pesquisas realizadas no complexo de favelas de Acari, entre 1996 e 2009, e no morro Dona Marta, de 2005 a 2009, sinalizaram o crescimento do que a pesquisadora chama de “gramática pentecostal” – visão de mundo baseada em crenças que afetam a economia, a política, a cultura, a sociabilidade e até mesmo a criminalidade nesses espaços.

A rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela cientista social Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”.

Na obra, a autora relata como é desenvolvido um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar o corpo e a causa de sua morte. Por meio de categorias médico-legais, é possível classificar o óbito e desta forma redefinir relações sociais que, em tese, seriam interrompidas pela morte.

O universo das cerimônias de casamento e o trabalho dos cerimonialistas são objeto do estudo etnográfico que a antropóloga Cristina Marins apresenta no livro “Quando o céu é o limite”, lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff, 2016).

Com base em entrevistas e na observação direta dos rituais de matrimônio, a autora analisa a forma como o casamento é hoje planejado, percebido e representado pelos atores sociais nele envolvidos.

O Núcleo de Estudos Rurais da UFF - Campos (NuERs/COC) convida todos a participar da I Jornada de Estudos sobre Etnografias da Linguagem que, ao longo de três dias, reunirá antropólogos argentinos, ingleses, franceses e brasileiros de diferentes gerações, áreas e campos de pesquisas para discutir questões epistemológicas em torno da etnografia da linguagem. O evento pretende problematizar pressupostos epistemológicos, estéticos e políticos construídos pela oposição oral x escrito.

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