Economia

Em "O mercado de crédito na corte joanina" (Eduff, 2019), a historiadora Elizabeth Souza analisa as relações sociais de empréstimos na cidade do Rio de Janeiro durante o período joanino, entre 1808 e 1821. No mais novo lançamento da Eduff, a autora se utiliza da História Econômica e da Social para investigar como essas relações influenciaram as instâncias político-administrativas do governo de Dom João VI.

Assim como acontece todos os anos, o contribuinte tem até o final do mês de abril para declarar o imposto de renda. A tarefa, que muitas vezes é complexa, torna-se bem mais fácil com a orientação e o auxílio de alunos e professores dos cursos de Ciências Contábeis e de Ciências Atuariais da UFF.

Após a morte do Economista Celso Furtado, em 20 de novembro de 2004, o CORECON-RJ, a partir do ano de 2005, decidiu homenageá-lo, intitulando o certame de Prêmio de Monografia Economista Celso Furtado. A primeira premiação foi realizada em 1990 e completa 28 anos em 2018. Durante esse tempo, cerca de 425 monografias foram analisadas, 83 premiações foram entregues e 36 monografias receberam o título de Menção Honrosa.

A importância do trabalho doméstico para o bem-estar da sociedade e a invisibilidade atribuída a esses afazeres levaram a professora da Faculdade de Economia da UFF, Hildete Pereira de Melo, a liderar em 2005 uma pesquisa que buscou mensurar o valor dessas atividades realizadas no interior dos lares e que ao longo da história se tornou uma responsabilidade majoritariamente feminina. Outro objetivo do trabalho foi aproximar homens e mulheres e fazê-los debater a dupla jornada feminina e o significado do trabalho caseiro não remunerado não só na vida das mulheres como de toda a sociedade.

As professoras Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck lançam o livro “Economia, história e memória”, às 18h, na Faculdade de Economia da UFF. A obra, lançada pela Eduff em 2017, celebra os 75 anos da Faculdade de Economia da instituição, uma das mais antigas do país.

Organizado por Carlos Gabriel Guimarães e Luiz Fernando Saraiva, o livro “Crédito e Descrédito” (Eduff, 2018) expande os conhecimentos sobre finanças, economia e vida social no Brasil, entre os séculos XVIII e XX. Com 11 artigos de autores do México e do Brasil, o lançamento da Eduff analisa o crédito por uma perspectiva histórica e social, ao contrário da maioria das pesquisas econômicas atuais.

Os 75 anos da Faculdade de Economia da UFF são celebrados em relatos emocionados daqueles que testemunharam as lutas e resistências em momentos cruciais da nossa história recente, no livro “Economia, história e memórias” (Eduff, 2017), das professoras Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck.

Em "Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica" (Eduff, 2016), Bianca Bonente  confronta duas visões distintas sobre o desenvolvimento: de um lado a teoria econômica do desenvolvimento e do outro a visão presente na obra de Karl Marx.

A proposta do livro é demonstrar como a teoria econômica trata o desenvolvimento de maneira unilateral e exclusivamente positiva. Para contrastar com essa ideia, Bianca Bonente recorre à obra de Karl Marx que confere ao desenvolvimento capitalista um caráter contraditório, algo que, segundo a autora, a teoria econômica não é capaz de reconhecer.

A economista e professora da UFF Bianca Bonente lança o livro "Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica: por uma crítica negativa do desenvolvimento capitalista" (Eduff, 2016), no dia 30 de agosto, às 18h, na Livraria Icaraí.

Na obra, autora pretende demonstrar que as teorias do desenvolvimento são única e exclusivamente teorias do desenvolvimento capitalista e que, por isso mesmo, projetam o capitalismo como figura inexorável do futuro da humanidade.

Como a indústria automobilística influencia nas políticas públicas das cidades e como a bicicleta começa a mudar uma parte desse jogo é o tema do documentário Bikes vs Carros. Gravado em São Paulo (Brasil), Los Angeles (EUA), Toronto (Canadá) e Copenhague (Dinamarca), o filme mostra realidades completamente diferentes, desde a luta por incluir o uso da bicicleta no dia a dia das pessoas em São Paulo até Copenhague, cidade que é referência internacional em mobilidade urbana.

Páginas

Subscrever Economia