Economia

A PROEX divulga o "Encontro Administração, Economia, Política e Pensamento Social Brasileiro". O Encontro reuniu dez conferencistas expondo sobre o pensamento de dez teóricos que influenciam o pensamento social brasileiro.O evento teve como homenageado, o professor da Faculdade de Administração da UFF, Theotonio dos Santos. O evento resultou a elaboração de videoaulas de cada palestra que fez parte da programação do encontro. Para assistir aos vídeos, acesse o Portal de Videoaulas da PROEX.
http://videoaulasproex.sites.uff.br/

Muitas e inegáveis são as diferenças entre homens e mulheres, desde as anatômicas até as comportamentais. Mas uma diferença, em especial, chama a atenção, num momento em que no Brasil e no mundo se fortalece o movimento feminista e, com ele, as conquistas de direitos negados historicamente. Trata-se das desigualdades de renda entre homens e mulheres, que vêm deixando, cada vez mais, de serem percebidas como “naturais” e absolutas.

Em "O mercado de crédito na corte joanina" (Eduff, 2019), a historiadora Elizabeth Souza analisa as relações sociais de empréstimos na cidade do Rio de Janeiro durante o período joanino, entre 1808 e 1821. No mais novo lançamento da Eduff, a autora se utiliza da História Econômica e da Social para investigar como essas relações influenciaram as instâncias político-administrativas do governo de Dom João VI.

Assim como acontece todos os anos, o contribuinte tem até o final do mês de abril para declarar o imposto de renda. A tarefa, que muitas vezes é complexa, torna-se bem mais fácil com a orientação e o auxílio de alunos e professores dos cursos de Ciências Contábeis e de Ciências Atuariais da UFF.

Após a morte do Economista Celso Furtado, em 20 de novembro de 2004, o CORECON-RJ, a partir do ano de 2005, decidiu homenageá-lo, intitulando o certame de Prêmio de Monografia Economista Celso Furtado. A primeira premiação foi realizada em 1990 e completa 28 anos em 2018. Durante esse tempo, cerca de 425 monografias foram analisadas, 83 premiações foram entregues e 36 monografias receberam o título de Menção Honrosa.

A importância do trabalho doméstico para o bem-estar da sociedade e a invisibilidade atribuída a esses afazeres levaram a professora da Faculdade de Economia da UFF, Hildete Pereira de Melo, a liderar em 2005 uma pesquisa que buscou mensurar o valor dessas atividades realizadas no interior dos lares e que ao longo da história se tornou uma responsabilidade majoritariamente feminina. Outro objetivo do trabalho foi aproximar homens e mulheres e fazê-los debater a dupla jornada feminina e o significado do trabalho caseiro não remunerado não só na vida das mulheres como de toda a sociedade.

As professoras Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck lançam o livro “Economia, história e memória”, às 18h, na Faculdade de Economia da UFF. A obra, lançada pela Eduff em 2017, celebra os 75 anos da Faculdade de Economia da instituição, uma das mais antigas do país.

Organizado por Carlos Gabriel Guimarães e Luiz Fernando Saraiva, o livro “Crédito e Descrédito” (Eduff, 2018) expande os conhecimentos sobre finanças, economia e vida social no Brasil, entre os séculos XVIII e XX. Com 11 artigos de autores do México e do Brasil, o lançamento da Eduff analisa o crédito por uma perspectiva histórica e social, ao contrário da maioria das pesquisas econômicas atuais.

Os 75 anos da Faculdade de Economia da UFF são celebrados em relatos emocionados daqueles que testemunharam as lutas e resistências em momentos cruciais da nossa história recente, no livro “Economia, história e memórias” (Eduff, 2017), das professoras Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck.

Em "Desenvolvimento em Marx e na teoria econômica" (Eduff, 2016), Bianca Bonente  confronta duas visões distintas sobre o desenvolvimento: de um lado a teoria econômica do desenvolvimento e do outro a visão presente na obra de Karl Marx.

A proposta do livro é demonstrar como a teoria econômica trata o desenvolvimento de maneira unilateral e exclusivamente positiva. Para contrastar com essa ideia, Bianca Bonente recorre à obra de Karl Marx que confere ao desenvolvimento capitalista um caráter contraditório, algo que, segundo a autora, a teoria econômica não é capaz de reconhecer.

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