Fernanda Cupolillo / Equipe de Jornalismo

Às 6h, começa a movimentação: carros chegam com os alimentos, que são encaminhados diretamente para o estoque ou para as câmaras de refrigeração ou congelamento. Ligam-se as caldeiras, recipientes de grandes dimensões que funcionam como panelas destinadas ao cozimento. Paralelamente, os alimentos do cardápio do dia são liberados para a área de preparo e de pré-preparo. Mais um dia começa no Restaurante Universitário Central da UFF, localizado no campus do Gragoatá.

Data de 11 de maio de 2016 a Portaria Normativa do Ministério da Educação que destinou algumas vagas nos programas de pós-graduação do país para pessoas com deficiência. Antes disso, em 2013, a UFF já inaugurava seu Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão (CMPDI), com uma proposta de vanguarda: fazer ciência não somente para a pessoa com deficiência, mas junto com ela. Em outros termos, “fazer com que a pessoa com deficiência não fosse vista simplesmente como ‘objeto de estudo’, mas como pesquisadora”, explica a professora Ediclea Mascarenhas.

O dia 6 de dezembro de 2018 foi histórico para a UFF. Em uma noite emocionante, a universidade celebrou com toda a comunidade a chegada de um novo ciclo de sua gestão, com a transmissão do cargo de reitor para Antonio Claudio Lucas da Nóbrega e o vice Fabio Barboza Passos. A cerimônia ocorreu após a assinatura do termo de posse no Ministério da Educação, em Brasília, no dia 27 de novembro.

Faltando dois meses para o fim do ano, a UFF, através da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Inovação (Proppi) anunciou a abertura de mais quatro novos programas de doutorado na universidade. Trata-se dos cursos de Sociologia, Mídia e Cotidiano, Filosofia e Ciências, Tecnologias e Inclusão. A notícia foi divulgada após a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) avaliar os respectivos programas de mestrado com nota 4, condição necessária para a solicitação de abertura para doutorado.

O Brasil pode ser o país do futebol, mas aqui também há espaço para outros esportes e para as diversas maneiras de vivenciá-los. É possível ser um torcedor, um atleta, um treinador, um preparador físico. E – o que muitas pessoas não sabem – um pesquisador. Através da antropologia dos esportes, por exemplo, pode-se investigar diversas dimensões desse universo para entender como nos construímos enquanto sociedade.

A música divide opiniões. Alguns gostam dela dentro de uma arena lotada de gente; outros, tocando no rádio da cozinha; com pouco ou muito volume; no gênero rock, funk ou sertanejo; estando sozinho ou a dois. Mas uma coisa é certa: todos a amam. É nesse clima de amor que acontecem os encontros do Clube do Vinil, projeto de extensão coordenado pela professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFF, Simone Pereira de Sá, em parceria com doutorandos e mestrandos do programa.

Superlotação de leitos. Falta de medicação e de profissionais. Ineficiência de tratamentos. Uso inadequado dos recursos. Muitos são os problemas estruturais de grande parte dos hospitais do país. Buscando fazer frente a essa realidade e em diálogo com as necessidades da população, com expectativa de vida cada vez mais elevada, projeto de extensão pioneiro da UFF inaugurará em 2019 um serviço de assistência para melhorar as condições de cuidado dos pacientes do sistema público de saúde.

Dados do Censo 2017 da Educação Superior divulgados no último mês foram motivo de muita comemoração na UFF. No ano passado, a universidade registrou mais de 6 mil alunos concluintes no ensino de graduação, superando com uma margem significativa de diferença os números relativos ao ano de 2015, quando cerca de 3900 alunos se diplomaram.

Parar de fumar pode parecer, para muitos, impossível. Quem conhece o Programa de Controle e Tratamento de Tabagismo do Huap, no entanto, fica com uma visão diferente. Há mais de 14 anos atendendo pessoas que procuram ajuda para deixar de fumar, o programa - que conta com uma equipe multidisciplinar formada por sete professores, três técnicos administrativos e dez estudantes - já acompanhou mais de mil casos de transformação nos hábitos de vida de pacientes do hospital, estudantes, professores e funcionários da UFF.

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