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Atualizado: 5 horas 23 minutos atrás

Música Livre – Ivo Vargas e Arthus Fochi

qui, 11/07/2019 - 11:42

Ivo Vargas Ivo apresenta, nesse show de voz e violão, o repertório do seu primeiro disco, intitulado Atalaia, álbum com previsão de lançamento ainda para o segundo semestre. Conhecido pelos trabalhos na banda Giras Gerais, no duo Dois Varguinhas e por ser elogiado intérprete do cancioneiro brasileiro, pela primeira vez, Ivo apresenta um espetáculo somente de composições suas. Um show intimista e repleto de emoções.

Arthus Fochi   

Fechando a noite, Arthus Fochi leva ao palco do Teatro da UFF o show que, recentemente, foi lançado em formato de álbum, intitulado Arthus Fochi e os Botos da Guanabara (Ao vivo no Barbatana), que conta com a participação e intervenção poética do Coletivo Niteroiense de Poesia: Laboriosa. O show apresenta canções inéditas do artista carioca e outras já lançadas no projeto Ano Sabático, no qual gravou junto a nomes como Chico Chico, Livia Nestrovisk, Déa Trancoso, e Júlia Vargas. Segundo ele, o público niteroiense pode esperar uma noite de muita poesia, reflexão, e emoção.

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Violinos do Rio

qui, 11/07/2019 - 11:23

Os Violinos do Rio é um segmento da Camerata de Cordas Villa-Lobos que nasceu em 2011 através do desejo de músicos residentes no Rio de Janeiro em formar um grupo que se dedicasse a Música de Câmara apresentando-se sem regência, possibilitando assim um contato mais próximo entre os musicistas e seu público.

No fim de 2018, em sua 7ª temporada, a Camerata de Cordas Villa-Lobos decidiu oferecer ao grande público uma formação pouquíssima usual no mundo: orquestra de violinos. O concerto Violinos do Rio traz a seus expectadores peças de enorme musicalidade e virtuosismo, escolhidas a dedo pelo diretor artístico do conjunto, Paulo Bosísio. Com obras que vão do período barroco até os dias atuais, o programa é uma verdadeira viagem no tempo, na história da música erudita. O concerto promete muita emoção e qualidade artística.

Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741) – Sonata à Tre em Si bemol maior
Prelúdio – Alemanda – Corrente

Georg Philipp Telemann (1681-1767) – Sonata à Quattro em Dó maior
Grave – Allegro – Largo e Spicatto – Allegro

Johann Sebastian Bach (1685-1750) –Sonata em Sol Menor (Fuga)
Versão para violinos: Matheus Marins Monteiro de Barros (1991) –

Jakob Dont (1815-1888) – Quarteto para 4 violinos op.42

Allegro espressivo – Scherzo – Larguetto – Vivace

Alvaro Carriello (1985) – Sonata Concertante / Solista: Paulo Bosísio
Andante Expressivo (Romance)
Allegro Vivace (Divertimento)
Moderato (Valsa)

Ernst Mahle (1929) – Ao cair da tarde
Poco Largo – Allegro

Ernani Aguiar (1950-) – Música para Três Violinos
Molto Allegro – Lento – Vivo

Witold Lutoslawsky (1913-1994) – Quatro Melodias da Silésia
Namorando – Arvoredo – O Ganso – O Diretor

DIRETOR ARTÍSTICO Paulo Bosísio
VIOLINOS Yuri Reis (Spalla) – Álvaro Carriello – Rafael Dias Belo – Matheus Marins – Sérgio de Oliveira – Joel Victor

27 de agosto de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Música no Jardim – Música Antiga da UFF

qua, 10/07/2019 - 12:04

Trovadores: Canções e danças da França Medieval

A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence.

A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai.

A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame.

No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes.

Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos.

O Música Antiga da UFF nesse programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas.

Leandro Mendes

PROGRAMA

Anônimo (sec XIV) – Chevalier mult estes guariz

Anônimo (sec XIV)  – La seconde estampie royal

Guiot de Dijon (sec XIV) Chanterai por mon coraige

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Comment qu’a moy

Guillaume de Machaut (1300-1377)  – Se ma dame m’aguerpy

Anônimo (sec XIV) – La quarte estampie royal

Guillaume de Machaut (1300-1377) Douce dame jolie

Anônimo (sec XIV) – Gaite de la tor

Anônimo (sec XIV) – La uitime estampie royal

Anônimo (sec XIV)  – Belle Doette

Guillaume de Machaut (1300-1377) Ay mi dame de valour

Moniot d’Arras (1313-1339) – Ce fut en mai

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Quant je suis mis

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Je vivroie liement

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF Leandro Mendes e Mario Orlando
Convidada: Sonia Leal Wegenast

21 de agosto de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

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Duo Barrenechea

qua, 10/07/2019 - 11:52

Trinta anos de música juntos!

O Duo Barrenechea é formado pelo flautista Sérgio Barrenechea e por sua esposa, a pianista Lúcia Barrenechea, e atua desde 1989 com apresentações nas Américas, Europa e Ásia. O Duo tem uma especial predileção pela música brasileira erudita e popular. Sua proposta é explorar o vasto repertório para a formação de flauta e piano, incluindo primeiras audições de obras de compositores brasileiros.

Lúcia e Sérgio, além de músicos com intensa atividade artística, são professores e pesquisadores atuantes no Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, que investem na formação de jovens músicos nas áreas artística e acadêmica e em projetos relacionados às práticas interpretativas e à música brasileira.

Esse ano de 2019 é um ano muito especial pois a dupla completa 30 anos de atuação. O presente recital é parte desta comemoração e apresenta repertório que marcou o duo em várias fases de seu percurso artístico.

Lúcia Barrenechea é bacharel em piano na Universidade Federal de Goiás e mestre na Universidade de Boston, EUA e doutora em piano e pedagogia do piano na Universidade de Iowa, EUA. Sérgio Barrenechea é bacharel em flauta na Universidade de Brasília, mestre pelo Boston Conservatory, EUA e doutor pela University of Iowa, EUA.

Programa

Amaral Vieira (1952) – Sonata Fantasia Op.107a (1988)

Francisco Mignone (1897-1986) – Três Peças
I. No Fundo do Meu Quintal (1945)
II. Lenda Sertaneja nº 8 (1940)
III. Cucumbizinho (1930)

Arthur Verocai (1945) – Villalobiana (2015)
obra dedicada ao Duo Barrenechea

Icli Zitella (1966) – Vals Triste (2000)

Philippe Gaubert (1879-1941) – Fantaisie (1912)

Charles-Marie Widor (1844-1937) – Suíte para flauta e piano, op. 34 nº 1 (1898)
I. Moderato
II. Scherzo: Allegro vivace
III. Romance: Andantino
IV. Final: Vivace

SÉRGIO BARRENECHEA flauta      e     LÚCIA BARRENECHEA piano

18 de agosto de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 |R$ 10 (meia)

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Quarteto de Cordas da UFF convida Gilson Peranzetta

qua, 10/07/2019 - 11:02

O Quarteto de Cordas da UFF segue firme no propósito de inundar os ouvidos do público com música da mais alta qualidade sempre através da formação de dois violinos, uma viola e um violoncelo. Será que Haydn imaginaria que a formação da qual ele é considerado “o pai” seria capaz de transitar em outros estilos sem perder a essência sonora que o encantou? Este é um dos desafios que o Quarteto de Cordas da UFF se propõe. Tradição – Contemporaneidade – Transmutação são os pilares de nossa concepção artística para as nossas temporadas.

O concerto inicia com uma ESTREIA MUNDIAL. As letras maiúsculas são de propósito, para demonstrar a gratidão e entusiasmo do quarteto ao receber esta “Suite dos Monstros” carinhosamente cunhada no Alto de Santa Teresa ou em algum voo para Austrália e/ou Espanha, pelo compositor, saxofonista e pianista argentino Blas Rivera. “Vou escrever essa Suíte pra vocês. Só quarteto, sem sax, sem piano” afirmou o compositor. Blas já se apresentou com o quarteto diversas vezes e, de alguma maneira, ele quer continuar com o grupo através de sua obra.

O programa segue com o Quarteto de Cordas no. 5 de Heitor Villa-Lobos, também conhecido como Quarteto Popular no.1. Villa-Lobos tinha a intenção de fazer uma série de quartetos que contivessem vários elementos musicais da música popular e folclórica brasileira, mas apenas este quarteto alcançou esse intuito em 1931. Obra singela em quatro movimentos apresenta uma riqueza de sonoridades e de temas ora inspirados, ora citados (4° movimento) do nosso folclore.

Para finalizar, o Quarteto de Cordas da UFF convida uma das figuras mais emblemáticas da música instrumental brasileira. O pianista, compositor, arranjador, produtor e maestro Gilson Peranzzetta traz sete criações suas retratando a sua vitalidade criativa e a sua visão de mundo através dos sons. As duas primeiras peças são um duo com o violoncelista decano do quarteto David Chew com Peranzzetta, unindo o violoncelo com o piano de forma simbiótica e muito expressiva. A fusão sonora do Quarteto da UFF com o piano de Gilson recria as cinco outras peças de sua autoria.  

Tomaz Soares.

PROGRAMA

Blas Rivera (1965) – Suite  dos Monstros (estreia mundial)  
Prelúdio I – Ojala que me escuche
Prelúdio II – Jaque Mate
Prelúdio III – Canción para conquistar a la Bailarina
Prelúdio IV – Valsa pro Chico
Prelúdio V – Valsa para King Kong

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Quarteto de Cordas nº5
Poco andantino – Vivo e energico  – Andantino – Tempo giusto e ben ritmado  – Allegro 

Intervalo (10 minutos)

Gilson Peranzzetta (1946) – Canção da Lua e Esther
Gilson Peranzzetta, piano e David Chew, cello.

Gilson Peranzzetta (1946) – Pro radá

Gilson Peranzzetta (1946) – Cantos da vida

Gilson Peranzzetta (1946) e Chiquinho do Acordeom (1928-1993) - Choro Sim, por que Não!

Gilson Peranzzetta (1946) – Sorrir

Gilson Peranzzetta (1946) – Paisagem Brasileira

04 de agosto de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)
Classificação Etária: Livre

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Amelinha – De primeira grandeza, as canções de Belchior

ter, 02/07/2019 - 11:49

Amélia Cláudia Garcia Colares, a Amelinha, nasceu na cidade de Fortaleza, Ceará. De família musical, com 12 anos formou um trio vocal com sua irmã Silvia e mais uma amiga, para se apresentarem em festas nas escolas. Quando se mudou para São Paulo, onde fez curso para vestibular objetivando cursar a faculdade de comunicações, continuou cantando sempre incentivada pelos amigos. Em 1975, Amelinha começou, efetivamente, sua carreira artística, acompanhando Vinícius de Moraes e Toquinho, em seu primeiro trabalho profissional como cantora, em Punta Del Este, Uruguai.

No ano seguinte, 1976, lançou seu primeiro disco, Flor da paisagem, que teve vendagem modesta, mas já apontava para um grande futuro. Frevo Mulher, de 1979, foi uma febre nacional, que lhe rendeu o primeiro Disco de Ouro de sua carreira. O fenômeno aconteceu em 1980, quando Amelinha levantou a plateia do Maracanãzinho, no Festival MPB 80, cantando Foi Deus que fez você, sucesso que se tornou marca registrada da cantora, lançado em compacto homônimo seguido do álbum Porta secreta, ambos Disco Quádruplo de Platina, com mais de um milhão de cópias vendidas. Em 1982, emplacava outro Disco de Ouro com o tema de abertura do seriado Lampião e Maria Bonita, da Rede Globo, Mulher nova, bonita e carinhosa, faz o homem gemer sem sentir dor.

Em 1983, veio o disco Romance da Lua Lua, que tinha como característica principal a afinidade da cantora com as poesias que falam essencialmente de coisas que têm como cenário a lua e toda sua energia. No ano seguinte, Amelinha emplaca outro sucesso em todas as rádios AM e FM do país, com a música Água e Luz. E assim transcorreu a década de 1980, com Amelinha gravando composições de Fagner, Djavan, Gonzaguinha, Elomar, Geraldo Azevedo e Moraes Moreira, entre outros.

Em 1994, Amelinha lançou Só forró, seu décimo CD, com um projeto arrojado de volta à riqueza da música nordestina, realizando um velho desejo de Gonzagão, que sempre quis que a cantora gravasse suas músicas.

Outros lançamentos vieram, porteriormente: Cobra de chifre (1996), Amelinha (1998), Vento, forró e folia (2002) e o álbum Janelas do Brasil (2012), onde Amelinha brilhou com temas inéditos de Alceu Valença, Chico César e outros grandes compositores.

20 e 21 de julho de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação etária – Livre

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Claudio Lins – Voz e piano

ter, 02/07/2019 - 11:45

Em show de voz e piano, um dos destaques do programa Popstar apresenta, em formato intimista, uma viagem por grandes clássicos da Musica Popular Brasileira. Nessa versão, o ator, compositor e intérprete Claudio Lins, quer levar o público a vivenciar, junto com ele, a experiência dessa viagem musical.

Com acompanhamento do pianista Heberth Souza, o show passeia por canções que fizeram parte da formação musical do filho de Ivan Lins, de quem herda os mesmos talentos musicais. Além de visitar grandes sucessos da MPB, o público poderá conferir no repertório do show a verve de Claudio como compositor e as músicas que marcaram a sua carreira musical em seus dois álbuns já lançados – UmCara.

Vindo de uma família de artistas, Claudio Lins nasceu em 1972, na cidade do Rio de Janeiro, onde tem residido – com passagens por São Paulo e Lisboa (Portugal). Desde pequeno, já demonstrava facilidade para a música. Quando criança, fez aulas de piano e participou de inúmeros coros infantis. Pisou pela primeira vez no palco em 1984, aos onze anos, no musical infantil Sapatinho de cristal, dirigido por Claudio Tovar. No ano seguinte, estrelou outro musical, Verde que te quero ver.

Até os dezoito anos, dedicou-se ao estudo do piano e teoria musical e formou várias bandas na adolescência (a mais importante chamava-se Pacatatucotianão). Foi quando voltou ao teatro, ingressando no tradicional O Tablado, no Rio de Janeiro, onde estudou por dois anos, participando de práticas de montagem. A partir daí, ingressou definitivamente na carreira de ator, investindo em vários cursos livres.
Em sua formação, esteve em treinamento com Demétrio Nicolau, Stephane Brodt, Ana Claudia Teixeira, Paulo Trajano, Cristiane Jatahy, Enrique Diaz, Juliana Carneiro da Cunha, entre outros. Alem do piano, que estudou com Antonio Adolfo, Ondine Mello, Dario Galante e Rafael Vernet (entre outros), também se dedicou ao estudo do canto, com Cacala Carvalho, Débora Garcia, Felipe Abreu, Mirna Rubin e Vitor Prochet (entre outros).
No teatro, trabalhou com diretores como Bernardo Jablonski (A visita da velha senhora, 1993; O inimigo, 1994), Tônio Carvalho (Uma tragédia florentina, de Oscar Wilde, 1995), Aderbal Freire-Filho (Tia Zulmira e nós, 2001), Marcelo Saback (Frisson, 2001), Claudio Tovar (Aldir Blanc, um cara bacana, 2000), Antônio Pedro (Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, 2002), Diogo Vilela (Elis Regina, estrela do Brasil, 2002), Charles Müller e Claudio Botelho (Ópera do malandro, de Chico Buarque, 2003/04- 2006 e Ópera do malandro em concerto, 2006), José Possi Neto (O baile, 2007-2008), Wolf Maia (4 carreirinhas, de Flávio Marinho, 2008), João Fonseca (Gota d’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes, 2008), entre outros.

Na televisão, participou de novelas e minisséries, como História de amor (Rede Globo, 1995), Chiquinha Gonzaga (Rede Globo, 1999), Sabor da Paixão (Rede Globo, 2002/03) e Tiempo final (Fox Latina, 2007), além de ter protagonizado as novelas Perdidos de amor (Rede Bandeirantes, 1996), Terra-mãe (RTP, Portugal, 1997) e Esmeralda (SBT, 2004/05). Por mais de um ano, entre 2001 e 2002, Claudio esteve à frente do programa musical A vida é um show (TVE – Rede Brasil), com excelente aceitação do público especializado.

Em 1999, Claudio Lins lançou seu primeiro CD solo, Um, com críticas positivas. Na área musical, ainda fez trilhas para peças teatrais (como Cabaret Mellinda, 2008) e suas composições têm sido gravadas por intérpretes como Lucinha Lins, Maria Rita, Luciana Mello, Pedro Mariano, Renata Adegas, entre outros. Em 2004, voltou ao cenário musical com o show Eu não estou aqui.

Em 2006, dirigiu o show Pessoa rara, do trio vocal Folia de 3, e o show Acariocando, de seu pai Ivan Lins. Ainda codirigiu, juntamente com Rogério Fabiano, o musical Aracy Cortes, a Rainha da Praça Tiradentes. Em 2007/2008, exerceu a função de diretor artístico do Projeto Pixinguinha, trabalhando com artistas como Monarco, Cida Moreira, Borguettinho e Ivan Lins, entre outros.

Em 2009, Claudio esteve em turnê por Portugal e Brasil com o musical Gota d’água, enquanto fez a direção musical da peça Diário de um louco e lançou seu segundo CD, Cara, pela gravadora Biscoito Fino. O lançamento desse álbum ocorreu durante o show 1+1, em que dividiu o palco com o Ivan Lins, no teatro Rival Petrobrás. Ainda em 2009, foi lançado no Festival de Cinema do Rio o filme Dzi Croquettes, cujo tema principal foi composto por Claudio Lins, em parceria com Claudio Tovar. O filme ganhou os prêmios de melhor documentário pelo júri e pelo voto popular. Em 2010, participou, como ator, do filme Teus olhos meus, de Caio Sóh. E também participou da novela Uma rosa com amor, estrelada por ele e Carla Marins (SBT).

13 de julho de 2019
Sábado, às 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação etária – Livre

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OSN Alvorada

sex, 28/06/2019 - 11:49

solista   Marianna Lima
regente principal   Tobias Volkmann

TOBIAS VOLKMANN   regente principal

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes. Desde 2016  na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.

Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo – Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Filarmônica de Pilsen, na República Tcheca.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018. 

Com a Orquestra Sinfônica Nacional trabalha principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo.

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil. 

Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

 

MARIANNA LIMA   soprano

 

PROGRAMA

Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959) 
Odisseia de uma raça (1953)

Ricardo TACUCHIAN (1939)
Sinfonia das Florestas (1985)
I- Amazônia (texto de Thiago de Mello)
II- Cerrado
III- Queimadas
IV – Mata Atlântica (texto de Gerson Valle)

solista
MARIANNA LIMA (soprano)

I N T E R V A L O

Solenidade de entrega da Medalha Villa-Lobos 2019 a Liduino Pitombeira

Claudio SANTORO (1919-1989)
Sinfonia nº 6 (1958)
I- Allegro giocoso
II- Lento
III- Scherzo
IV- Allegro

07 de julho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro

seg, 24/06/2019 - 11:35

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro – Homenagem a Gonzagão

A Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, formada por 16 sanfoneiros, além de cantores e percussionistas, resgata os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil, e inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas – de vários autorais, com arranjos novos de Marcelo Caldi, ao lado de músicas autorais, criadas, em sua maioria, pelos membros do grupo.

O objetivo é romper as fronteiras da música e revelar a grandiosidade e versatilidade do instrumento, expandindo-o para novas fronteiras sonoras. A Orquestra é idealizada e comandada por Marcelo Caldi, expoente da nova geração brasileira de músicos e um dos responsáveis por revitalizar o acordeom no cenário contemporâneo, dando ao fole um novo “sotaque”, em diálogo com o choro, baião, tango e outros gêneros latinos. Caldi é também diretor musical e arranjador do grupo.

Dentre os componentes, destaca-se ainda a arte-educadora, regente e professora Norma Nogueira, coordenadora do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e responsável pelo núcleo de acordeom da Escola Villa-Lobos, de onde saiu a maioria dos membros da Sanfônica.

Além do ineditismo de reunir vários acordeões numa única formação em terras cariocas, outro diferencial da Orquestra é a heterogeneidade do grupo, do qual fazem parte professores, autodidatas no instrumento, estudantes universitários e artistas circenses, provenientes de várias regiões da cidade e de classes sociais distintas. O grupo se valeu da linguagem do circo, por meio de números clássicos, numa série de apresentações ao público nas praças do Rio de Janeiro. Também foi o destaque do 14º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, 2016. A Sanfônica também tocou na Sala Cecília Meireles, ocasião do lançamento do novo CD de Marcelo Caldi, A sanfona é meu dom.

A Orquestra Sanfônica surgiu a partir do interesse dos membros em se aprimorar no instrumento, um dos mais representativos da cultura popular brasileira. Desde a época de Mário Masquarenhas, responsável por criar o mais famoso método de sanfona do país, nos anos 1950, a cidade não possuía uma formação desse tipo. Marcelo Caldi vem desenvolvendo com a Orquestra um novo método de aprendizagem do fole, considerando os vários gêneros pelos quais o instrumento passeia, além de incorporar as inovações pedagógicas da educação musical das últimas décadas.

Este ano, em que se comemora o centenário de nascimento do mestre Jackson do Pandeiro, a Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, dedica seu novo show a ele, com muitas de suas composições, no repertório da orquestra, em arranjos inéditos de Marcelo Caldi.

Jackson do Pandeiro nasceu em Alagoa Grande, Paraíba, em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que deu a ele o seu primeiro instrumento: o pandeiro. Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, foi que Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: Sebastiana, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.

No Rio, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com O canto da ema, Chiclete com banana, Um a Um e Xote de Copacabana. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.

Já com sessenta e três anos, sofrendo de diabetes, ao fazer um show em Santa Cruz de Capibaribe, sentiu-se mal, mas não quis deixar o palco. Já estava enfartado, mas continuou cantando, tendo feito ainda mais dois shows nessas condições, apesar do companheiro Severo, que o acompanhou durante anos na sanfona, ter insistido com ele para cancelar os compromissos: ele não permitiu. Indo depois cumprir outros compromissos em Brasília, passou mal, tendo desmaiado no aeroporto e sendo transferido para o hospital. Dias depois, faleceu de embolia cerebral, em 10 de julho de 1982.

06 e 07 de julho de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Sandra de Sá e Elas

seg, 24/06/2019 - 11:26

Sandra de Sá e Elas é o nome do novo show que a premiada compositora e intérprete Sandra de Sá apresenta no Teatro da UFF, dia 10 de julho, às 16h, dentro da programação da série “Show das 4”.

Sandra de Sá, nesse novo show, convida as cantoras Nanda Fellyx e Simone Floresta, sua esposa há dois anos. As duas são talentosas cantoras descobertas pela própria Sandra, em projetos de espetáculos anteriores, e vêm se apresentando com a “Rainha do Soul Brasileiro” em vários shows.

Irreverente e super premiada como intérprete e compositora, Sandra de Sá é uma das maiores representantes da MPB, que em sua visão político-musical significa “Música Preta Brasileira”. Segundo ela, a ideia desse show é tocar todos os ritmos, com pitadas de MPB, soul, samba e funk.

Juntas, Sandra, Nanda Fellyx e Simone Floresta prometem fazer um show intimista, calçado na voz, no baixo, violão/guitarra e percuteria. As três interpretam clássicos do seu repertório, tais como  Retratos e Canções, Vale Tudo, Joga Fora, Bye Bye Tristeza, Olhos Coloridos, em um show com muita emoção e talento.

Entre os prêmios que Sandra de Sá recebeu, destacam-se o Troféu Imprensa de Melhor Música de 1987, com a canção Solidão, Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1988), Prêmio Sharp de Melhor Disco (1988), Troféu Imprensa de Melhor Cantora (1990), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1993), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1995), Prêmio Sharp de Melhor Música de 1996, com a canção Sozinha, e o 16º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora de Pop/Rock (2005).

10 de julho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Festival Tudo Blues

seg, 24/06/2019 - 11:03

25/07 (quinta) – 20h – Victor Biglione Trio

26/07 (sexta) – 20h – Jefferson Gonçalves e Banda

27/07 (sábado) – 20h – Soulshine Jam Band

28/07 (domingo) – 19h – The Ramblin’ Brothers

 

VICTOR BIGLIONE TRIO – 25 DE JULHO (QUINTA) – 20h

Victor Biglione vem com um show que trata de uma época riquíssima culturalmente na Inglaterra, principalmente no rock e no resgate britânico do blues, dos utópicos e criativos anos 1960. Biglione apresenta um leque de músicas que farão com que o público se reporte a esse rico período musical. O repertório engloba os principais nomes do movimento, como Rolling Stones, Jeff Beck Group, B.B. King, Led Zeppelin, Deep Purple, Santana, Beatles, Jimmy Hendrix, Cream, Fleetwood Mac entre outros, ou seja, uma viagem de muita criatividade e psicodelismo.

Biglione tem longa trajetória no rock e no blues, nacional e internacional, já tendo tocando e/ou gravado com nomes como: A Cor do Som, Andreas Kisser (Sepultura), Edgar Scandura (Ira), Banda Black Rio, Blues Etílicos, Big Gilson, Cássia Eller, Cazuza, Sergio Dias (Mutantes), Serguei, Andy Summers (The Police) com quem lançou 2 CD’s em parceria, Jean Dummé (Focus), John Hiseman (Colosseum), Kat Dyson (Prince), Manhattan Transfer com o qual ganhou o prêmio Grammy de 1988, Patrick Moraz (Yes) e Steve Hackett (Genesis).

 

JEFFERSON GONÇALVES E BANDA – 26 DE JULHO (SEXTA) – 20h

Jefferson Gonçalves é uma das principais referências dentro do cenário da gaita no Brasil e no mundo. Seu trabalho já foi elogiado por vários músicos, revistas e sites internacionais. Com seu estilo inconfundível e original consolida, de vez, sua competência e criatividade fazendo misturas autênticas, onde estilos diferentes se unem para criar uma atmosfera tipicamente brasileira. Sua gaita faz um mix entre a música negra norte americana e o regionalismo dos ritmos nordestinos como o forró, o baião, o xaxado e o maracatu, entre outros.

Jefferson já se apresentou em algumas das melhores casas de Blues do mundo, como: Teatro San Martin (Buenos Aires), Blue Note (Nova York), Deep Ellum Blues (Texas) e Bamboo Room (Flórida). Em seu currículo, também constam apresentações na Espanha (Madrid e Toledo), Alemanha (Frankfurt), Chile (Santiago e Valparaíso) e África (Senegal).

 

SOULSHINE JAM BAND – 27 DE JULHO (SÁBADO) – 20h

Formada por André Santanna (guitarra, baixo e backing vocal), Greg Wilson (guitarra e voz), Ricardo Romão (violão, guitarra e voz), João Pompeo (teclado, piano e baixo), Rodrigo Machado (bateria e backing vocal) e Guilherme Bedran (violino), a banda tem o objetivo de criar uma autêntica jam session band, com improvisos, solos  e arranjos próprios, algo novo que possa chegar de forma requintada ao público, apresentando algumas composições próprias e homenageando grandes músicos e bandas como George Harrison, Donavon, JJ Cale, Eric Clapton, Greg Allman, Greatfull Dead, Doobie Brothers, The Band, Santana, The Doors, entre vários outros que fazem parte da identidade da banda.

 

THE RAMBLIN’ BROTHERS – 28 DE JULHO (DOMINGO) – 19h

Com um repertório inteiramente dedicado ao The Allman Brothers Band, Alexandre Barcelos (guitarra), Kleber Dias (guitarra e voz), Fabio Mesquita (baixo), Ricardo Magoo (órgão) e Marco BZ (bateria), apresentarão grandes clássicos dessa banda histórica que influenciou o trabalho de cada um, como Statesboro Blues, Jessica, Melissa, Whipping Post e Dreams.

A Ramblin’ Brothers é formada por músicos que já estão com mais de vinte e cinco anos na estrada do blues e do rock, vindo de bandas consagradas no cenário brasileiro, como Baseado em Blues, Suburblues e Blues Power. Já acompanharam vários artistas internacionais em suas turnês pelo Brasil, como Peter MadCat, Norton Buffalo, Jammie Wood e Johnny O. Band, entre outros. São músicos que estão presentes constantemente nos festivais de blues e jazz que acontecem todo ano pelo Brasil, seja trabalhando com músicos nacionais ou internacionais.

De 25 a 28 de julho de 2019
Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Preços para cada show: R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia entrada)
Preço do combo para os quatro shows: R$120,00 (valor único)
Indicação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre

seg, 17/06/2019 - 12:56

Banda 335 e Yuri Corbal

BANDA 335

Após o lançamento de seu primeiro EP, “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, a banda 335 se consolida como um dos nomes a se prestar atenção na cena do Rio de Janeiro. Mesclando a potência do rock alternativo à versatilidade da música brasileira, o quarteto agora excursiona com seu primeiro álbum, em um show igualmente intenso.

Guitarras distorcidas, a bateria pulsante e um vocal rasgado dão forma às canções autorais. No palco, a performance de Lucas Rangel e dos irmãos Lucas , Daniel e Davi Vale vai da atmosfera climática criada pela psicodelia à potência do rock, rendendo uma apresentação enérgica e instigante do início ao fim. No repertório, além das faixas do EP, estão também releituras cheias de personalidade – unindo, por exemplo, Chico César e Led Zeppelin, na mesma música.

Ao explorar a liberdade criativa desenvolvida pela audição de ícones como Jorge Ben e Tom Zé, a 335 transpôs para o seu DNA roqueiro a vontade de

ir além. Das múltiplas camadas sonoras, surge um lado lírico único e pessoal.

A atual turnê coroa uma trajetória iniciada em Niterói, onde o número da casa dos irmãos Vale batizou a 335. Foi lá que eles começaram a tocar e criaram um home studio. A ideia de iniciar uma banda surgiu da vontade de participar de um festival na escola onde estudavam. Na época, sem um vocalista, eles incentivaram o amigo de infância Lucas Rangel a cantar no grupo. Sua jornada foi muito além do evento para o qual a banda foi criada, passando por casas, festivais e lonas culturais de Niterói e do Rio de Janeiro.

Com o amadurecimento e a experiência adquirida ao vivo, eles começaram a desenvolver suas faixas autorais. O primeiro single lançado foi “Alice”, uma verdadeira homenagem a uma das maiores influências do grupo na época, a banda americana Alice in Chains. “Vendedor de Doce”,lançada em 2018, traz uma sonoridade muito mais pop e conta a história de um menino que saiu de casa aos 7 anos e foi seduzido por uma enigmática maleta de doce dourada. Ainda no mesmo ano, eles voltaram a trazer elementos agressivos do rock no single “Luisa”.

Esse caminho de experimentos ganhou corpo em “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, EP de estreia do grupo e gravado com calma no próprio estúdio da banda. O trabalho agora ganha forma nos palcos, unindo os tons de rock que marcam a 335 com um som mais suingado e psicodélico.

YURI CORBAL

Yuri Corbal é cantor, guitarrista, compositor e produtor fonográfico. Em carreira solo escolheu o violão e a sonoridade Pop com referências da Mpb, R n’B, Jazz e um apanhado de artistas que o influenciaram até aqui, que vão de Belchior e John Mayer a Alicia Keys e Skank.

Seu primeiro single, “Coisas de Você” foi lançado em janeiro de 2019 e já acumula mais de 80 mil plays nas plataformas de streaming, além de estar na programação de inúmeras rádios brasileiras.

Em abril, Yuri lançou “Só Mesmo o Amor”, sua segunda canção que o reafirma como de uma das novas apostas da música Pop e dá sequência a uma série de 5 singles que sairão em 2019 antes da gravação de seu primeiro álbum completo, previsto para 2020.

Em 2008 fundou a Kapitu, banda de rock com a qual lançou dois álbuns de estúdio (Utopia – 2013 e Vermelho -2015), dois singles (Cenas do Cotidiano – 2017 e Atentados – 2018) e percorreu diversos festivais e cidades Brasil afora. Pisou em importantes casas da música brasileira, como Circo Voador, Fundição Progresso, Imperator, Teatro Municipal de Niterói, Acrópole (MG), e dividiu palcos com artistas consagrados como Nando Reis, Natiruts, Pitty, Jota Quest, Maneva, Raimundos e Detonautas.

Em 2012 Yuri foi premiado como melhor guitarrista do Webfestvalda, maior aberto de música independente do país.

27 de junho de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Antiga da UFF

ter, 04/06/2019 - 12:14

Trovadores
Canções e danças da França Medieval

A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence.

A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai.

A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame.

No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes.

Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos.

O Música Antiga da UFF nesse programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas.

Leandro Mendes

PROGRAMA

Anônimo (sec XIV) – Chevalier mult estes guariz

Anônimo (sec XIV)  – La seconde estampie royal

Guiot de Dijon (sec XIV) Chanterai por mon coraige

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Comment qu’a moy

Guillaume de Machaut (1300-1377)  – Se ma dame m’aguerpy

Anônimo (sec XIV) – La quarte estampie royal

Guillaume de Machaut (1300-1377) Douce dame jolie

Anônimo (sec XIV) – Gaite de la tor

Anônimo (sec XIV) – La uitime estampie royal

Anônimo (sec XIV)  – Belle Doette

Guillaume de Machaut (1300-1377) Ay mi dame de valour

Moniot d’Arras (1313-1339) – Ce fut en mai

Guillaume de Machaut (1300-1377) Quant je suis mis

Guillaume de Machaut (1300-1377) Je vivroie liement

Música Antiga da UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

30 de junho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

 

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Série Alvorada

ter, 04/06/2019 - 11:56

regência: Silvio Viegas
solista: Cesar Bonan

PROGRAMA

SILVESTRE REVUELTAS
Sensemayá

OSCAR NAVARRO
Concerto para clarineta no. 2

HEITOR VILLA-LOBOS
Sinfonia no. 1

Categorias: Centro de Artes UFF

Uxía convida Lui Coimbra

seg, 27/05/2019 - 11:39

Uxía, “a voz do Atlântico”, é considerada a grande dama da música e da poesia galego-portuguesa. Nos seus mais de 30 anos de carreira artística, renovou a música tradicional galega conectando-a às culturas atlânticas, combinando alalás (a forma de música tradicional galega mais antiga e característica) com morna, fado e ritmos brasileiros.

Desde a sua estreia com Foliada de março em 1986, o seu trabalho representa um ponto de encontro de diferentes culturas, uma forma de comunicação entre comunidades e povos, e criou o seu repertório através das suas contínuas viagens e intercâmbios com músicos portugueses, africanos e brasileiros, como Lenine, Chico César, Ceumar, Paulinho Moska, Vítor Ramil, Alceu Valença, Fred Martins, Socorro Lira, Sara Tavares, Mayra Andrade, Tito Paris, Dulce Pontes, Júlio Pereira, Rui Veloso, António Zambujo ou Aline Frazão.

Lançou 13 discos, pelos quais recebeu importantes reconhecimentos, entre os quais se destacam o Prêmio da Cultura Galega 2017, o Prêmio MIN 2018, com a Melhor Álbum de Música Galega nos Prêmios da Música Independiente de España por UXIA-O. Entre outros projetos, é a diretora artística e criadora do Festival Internacional de la Lusofonia, “Cantos na maré”.

Sérgio Tannus é um dos mais completos artistas da nova safra brasileira de músicos. Virtuoso em instrumentos variados como violões, violas, cavaquinho, bandolim e percussões, começou a tocar desde muito cedo, quando apenas tinha oito anos. Autodidata, o músico foi se aperfeiçoando na procura de novas sonoridades, aliadas às influências e estilos universais, sem deixar de esquecer o seu lado mais brasileiro. Cidadão do mundo, nascido em Itaperuna (RJ) e morador da cidade de Niterói‐RJ desde os sete anos, o artista, desde 2006, mora em Santiago de Compostela, na região da Galícia (Espanha). O seu último projeto foi um concerto instrumental chamado Múltiplos Caminhos (também nome do CD), para o qual compôs todas as músicas e arranjos. Nesse projeto, Tannus provava a sua diversidade musical e versatilidade, o que lhe permitiu gravar todos os instrumentos daquele CD. Como resultado, esse trabalho teve grande repercussão na Europa, que o levou nos últimos anos a acompanhar e gravar CDs com numerosos artistas como Uxía (com quem coproduziu Meu canto, gravado no Brasil), Aline Frazão, Malvela, Najla Shami, Banda das Crechas, Dulce Pontes, João Afonso, Fred Martins etc. Além disso, também coproduziu e colaborou em vários CDs infantis de muito sucesso na Galícia (como o Maria Fumaça e Rosalía pequeniña, ambos com a cantora e produtora Uxía) e produziu Pitusa Semifusa (de Olga Brañas). Também atuou com o seu trio em obras teatrais como Ordem e Progresso, junto ao grande humorista e monologuista Carlos Blanco.

Desde julho de 2013, agregou ao seu vasto currículo musical mais um importante projeto, aceitando o convite para formar parte da banda e turnê mundial da cantora Dulce Pontes, uma das mais significativas e conhecidas vozes de Portugal e do mundo. Após percorrer vários países europeus, a colaboração chegou ao fim em março de 2014, para que Tannus pudesse dedicar-se plenamente aos seus projetos em solitário. Em 2012, lançou o CD Son Brasilego. Um projeto de grande porte e com numerosos colaboradores. Acompanhara-se também em Son Brasilego de todos aqueles artistas galegos, portugueses, brasileiros, angolanos etc. que o conheceram e partilharam com ele grandes momentos musicais em todos estes anos em que mora em Santiago de Compostela, constituindo‐se assim uma autêntica ponte musical entre os países da lusofonia, especialmente entre a Galícia e o Brasil.

Lui Coimbra, convidado especial, é cantor e violoncelista, tendo trabalhado com grandes nomes da MPB como Alceu ValençaZizi PossiCaetano VelosoGilberto GilZeca Baleiro e Ana Carolina, entre outros. É também compositor de trilhas sonoras para cinema e teatro. Seu primeiro disco solo, Ouro e Sol, foi considerado pela crítica como “uma das maiores surpresas fonográficas da música popular brasileira dos últimos tempos”.

Fez parte dos grupos Aquarela Carioca e Religare e da Orquestra Popular de Câmara. Atuou nos discos As aparências enganam, de Ney Matogrosso, Tropicália 2, de Gilberto Gil e Caetano Veloso, Pensar é fazer música, de Paulinho Moska, e Sol e chuva, de Alceu Valença. 

02 de junho de 2019
Domingo | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Doralyce

qui, 23/05/2019 - 14:23

A pernambucana Doralyce acredita no poder da arte como meio de revolucionar a sociedade, promovendo uma profunda reflexão sobre o papel das vozes que foram historicamente silenciadas, percebendo a música como instrumento de comunicação, para além de entretenimento, como um meio educativo.

Feminista, cantora, atriz e compositora de hinos como “ Miss Beleza Universal “ e a versão feminista da música “Mulheres”, ela é cantada por grandes intérpretes da cena brasileira como Bia Ferreira, Gaby Amarantos, Késia Estácio, Larissa Luz, Preta Rara, além do Samba Independente Dos Bons Costumes e dos blocos cariocas Amigos da Onça, Tambores de Olokun.

Em 2017, construiu o show “Aponte” com o grupo Maracutaia, que comemorava seus 12 anos de estrada no carnaval do Rio de Janeiro.

“Canto da Revolução” é o primeiro disco de Doralyce, lançado no final de 2017, contendo oito faixas autorais. É um reflexo da Música Popular Brasileira contemporânea com ritmos, tradições e rituais que comportam a miscigenação brasileira.

Compôs sua primeira trilha sonora para espetáculo de teatro, que estreou no México em 2015, a peça “Cena Real. É tudo verdade”, do Gene Inasanno Companhia de Teatro, onde atuou em “isso dá um Samba”, da mesma companhia de 2016 a 2018.

Em sua vertente ativista, participou de ocupações culturais famosas no Brasil, como Ocupe Estelita (PE – 2013) e Ocupa Minc RJ (2016). Militante da PRIMAVERA SOLAR; e idealizadora do Manifesto DASSALU Empreendedora, idealizou a produtora cultural Coletivo 22.

“A música é o meu instrumento para difundir informações. Como mulher preta feminista, uso a arte para contestar estruturas hegemônicas raciais, sexuais e políticas, por meio da re-
apropriação de conceitos ancestrais como a divindade feminina e o ‘erótico’ enquanto fonte de empoderamento e resistência. Afrofuturista porque as obras analisam a conjuntura atual e apresentam novas perspectivas sob a égide de um pensamento descolonizado”, afirma Doralyce.

01 de junho de 2019
Sábado | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 -Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 50 | R$ 25 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Duo Iara

qui, 16/05/2019 - 14:29

Canções através dos séculos

Buscando fazer um panorama histórico da música cantada com acompanhamento de cordas dedilhadas, este programa apresenta obras de importantes compositores da música ocidental, desde a renascença até os dias atuais. 

PROGRAMA

John Dowland (1563-1626)
Come again, sweet love doth now invite
Come, heavy sleep

Claudio Monteverdi (1567-1643) – Sì dolce è’l tormento

Franz Schubert (1797-1828)
Das Fischermädchen
Ständchen

Joaquín Rodrigo (1901-1999)
En Jerez de la Frontera
De ronda
Adela

Isaac Albéniz (1860-1909) – Astúrias (Leyenda)

Leo Brouwer (1939) – Yo he de enseñarte el camino

Ernani Braga (1888-1948) – Abôio

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Canção do Amor

 

Aline Talon (Soprano)

Natural de Minas Gerais é bacharel em canto pela Escola de Música da UFRJ. Integrou no grupo vocal Vocalis, tendo participação na gravação do CD “Ele Vive!” em 2014. É Integrante do coro Brasil Ensemble UFRJ, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e do Madrigal Contemporâneo, este último desde 2015. Foi solista no concerto Magnificat – Mendelssohn, para coro, orquestra e solistas, na Sala Cecília Meireles, em 2016. É professora de canto lírico, popular e iniciação musical infantil na Academia de Música Cartaxo desde 2017.

Max Riccio (Violão)

Natural de Natal-RN é bacharel em Violão pela Escola de Música da UFRJ e mestre pela Unirio. Gravou um Cd com o duo The Biedermeiers que foi indicado pelo Jornal O Globo como um dos mais originais lançamentos musicais do ano de 2016. Como solista, vem se apresentando regularmente em importantes séries de concertos do Rio de Janeiro e festivais internacionais e nacionais de violão, assim como participações em programas de rádio e TV, destacando gravações de obras inéditas de Quincas Laranjeiras no programa Violões em Foco da Radio MEC FM; programa Partituras pela TV Brasil com o duo The Biedermeiers, bem como a participação na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como O Astro (Remake 2011) e Gabriela (Remake 2012); nestes, toca alaúde árabe. É autor do livro didático O Violão entrou na roda: um guia prático para principiantes, publicado pela Editora Irmãos Vitale.

26 de junho de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto de Cordas da UFF

qui, 16/05/2019 - 14:12

“Teuto-Brasilidade”

A música chamada “de concerto” tem grande parte de sua história desenvolvida nos países de língua alemã. Viena foi o grande centro musical da Europa nos séculos XVIII e XIX trazendo a luz do mundo nomes como Wolfgang A. Mozart, Joseph Haydn, Ludwig van Beethoven, Johannes Brahms, Gustav Mahler. No início do século XX, grandes transformações estéticas ocorreram através das mãos de Arnold Schoenberg, Anton Webern e Alban Berg com a utilização cada vez mais frequente da atonalidade e do serialismo.

Ernst Mahle, nascido alemão em 1929 em Stuttgart e naturalizado brasileiro desde 1952 é uma lenda viva da música brasileira de concerto. Sua carreira como compositor e pedagogo se deu totalmente em território brasileiro. Fundador da Escola de Música de Piracicaba, boa parte de sua produção composicional foi escrita através de uma abordagem didática. Em suas próprias palavras:

“O trabalho pedagógico acabaria influenciando a atividade do compositor. “No começo, eu me julgava apenas um professor; então, quando os alunos progrediam, comecei a escrever sonatinas e concertinos. Eu me esforcei para criar um repertório moderno para os alunos, partindo de simples arranjos folclóricos e aumentando gradualmente a dificuldade. Eu não me considerava compositor, até que músicos profissionais começaram a executar e gravar as obras que eu havia escrito para os alunos.”

Ouviremos hoje o Quarteto de Cordas 1967, peça dedicada ao grupo paulista Quarteto Mário de Andrade. Obra de caráter experimental mostra a habilidade de Mahle ao trabalhar diversas texturas sonoras, trazendo gestos musicais que dialogam nos instrumentos do quarteto. Esta obra, apesar das indicações de andamento, foi composta para ser tocada ininterruptamente.

Seguimos com o Quarteto 1975, obra de caráter nacionalista, possui linguagem mais próxima do caráter didático de alguma de suas composições. Mostra a teuto-brasilidade de Mahle, na sua capacidade de incorporar vários elementos da música e do folclore brasileiro em suas composições.

Para encerrar este concerto, ouviremos o Quarteto de Cordas op.18 no.6 de Ludwig van Beethoven. Último dos seis quartetos deste opus possui em seu último movimento, um dos pontos altos da composição beethoveniana para esta formação.                                          

Tomaz Soares


PROGRAMA

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1967, C33 A
Lento (non troppo) – Andante (un poco rubato)
Scherzo (prestíssimo) –  Andante – Vivace – Lento (non troppo)

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1975 C92
Moderato
Andante – Agitato – Andante
Vivo

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Quarteto de Cordas em Si bemol maior, Op. 18 no. 6
Allegro con brio
Adagio ma non troppo
Scherzo: Allegro
La Malinconia: Adagio – Allegretto quasi Allegro


TOMAZ SOARES 1º violino                    
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)                 
DAVID CHEW violoncelo

25 de junho de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Orquestra em Família – Trilhas de Filmes e Séries

qui, 16/05/2019 - 12:35

A Orquestra Juiz de Fora, criada em 2018, surgiu em homenagem ao grande maestro Nelson Nilo Hack e à cidade em que foi criada, com o objetivo de proporcionar música de qualidade profissional ao seu público e atrair ouvintes de todos os gostos musicais. Em 2019, na sua 2ª temporada, atendendo aos diversos pedidos de amigos e fãs, o grupo traz um programa inteiro com temas de filmes e seriados.

Uma viagem ao mundo mágico da ficção e fantasia, com canções dos mais diversos sucessos que marcaram época em diferentes gerações nas telas dos cinemas com temas que vão de “O Rei Leão” à “Harry Potter”, passando por “Piratas do Caribe”, o clássico Star Wars e muito mais. Um verdadeiro espetáculo para os amantes do cinema e suas belas trilhas sonoras.

PROGRAMA

Alfred Newman (1900-1970) – 20th Century Fox

Elton John (1947) – Ciclo da Vida/Can You Feel the Love Tonight

Sergei Rachmaninoff (1873-1943)/John Barry (1933-2011)
Rhapsody on a Theme of Paganini – Var. XVIII/Em algum lugar do passado

Carlos Gardel (1890-1935) –  Por uma Cabeza

Gerardo Matos Rodriguéz (1897-1948) – La Cumpasita

Canção Popular Italiana –  Bella Ciao

Jacques Offenbach (1819-1880) – Can Can

Ramin Djawadi (1974) – Games of Thrones

Andrew Lloyd Webber (1948) – O Fantasma da Ópera

John Williams (1932) – Star Wars

Hans Zimmer (1957) – Piratas do Caribe

John Willians (1932) – Harry Potter

Alan Silvestri (1950) – Avangers

Freddie Mercury (1946-1991) – Bohemian Rapsody

 

DIREÇÃO ARTÍSTICA Yuri Reis e Ladislau Brun
COMISSÃO DE MÚSICOS Mirele Kollarz, Ana Paula Fialho e Vivian Vignoli
REGENTE/SPALLA Yuri Reis
VIOLINO I Ladislau Brun (Spalla)*, Ana Paula Fialho, Vinicius Faza, João Vitor, Ana Paula Lacerda
VIOLINO II João Paulo Faria*, Mila Chaubah, Ynara Reis, Vivian Vignoli, Natalia Paganini, Silvana de Souza
VIOLA Marcus Vinícius Maciel*, Alfredo Kollarz, Kamilla Ferreira
VIOLONCELO Irineu Pereira*, Mirele Kollarz, Ana Maria Vieira
CONTRABAIXO Pedro Guimarães*
ACORDEON Vinícius Faza
FLAUTA TRANSVERSAL Silvana de Souza
PRODUÇÃO Michela Carneiro Cristiane Kollarz Hiago Bordim
FOTÓGRAFO Fernando Itaborahy
*Líder de naipe

09 de junho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Show das 4 – Ithamara Koorax & Soraya Ravenle em “Cantoras de Ouro”

seg, 13/05/2019 - 16:55

As irmãs Ithamara Koorax e Soraya Ravenle criaram este show para homenagear grandes cantoras da Era de Ouro da Música Popular Brasileira.

O encontro da cantora e atriz, Soraya Ravenle, com a irmã de grande carreira internacional, Ithamara Koorax, e  a direção musical do violonista Luís Fillipe de Lima prometem trazer nostalgia e emoção com o repertório de sucessos de Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Dalva de Oliveira, Maysa, as irmãs Miranda e Batista, entre outras grandes cantoras.

Soraya Ravenle já viveu, em grandes musicais no teatro, as cantoras Dolores Duran, Carmem Miranda, Isaura Garcia e participou de homenagens a Elizeth Cardoso, que  foi madrinha artística de Ithamara Koorax no início da carreira. Ithamara e Soraya, em 2018, fizeram um show, no Teatro da UFF, sobre Dalva de Oliveira e, há alguns anos, um projeto homenageando as irmãs Carmem e Aurora Miranda.

Interpretar as canções de estrelas nacionais é algo que, para Ithamara, transcende a parte musical e se torna uma experiência pessoal.

“A apresentação tem um clima impactante. O público terá uma catarse, uma epifania. Será uma apresentação de emoções fortes, já que estaremos eu e minha irmã homenageando grandes vozes da nossa música”, convida Ithamara.

“Nos primeiros ensaios, quando começávamos a cantar, eu chorava. Agora consigo me controlar”, revela Soraya sobre cantar ao lado da irmã, tornando a experiência ainda mais especial. 

“As pessoas costumam cantar junto. Muitas chegam às lágrimas. Homenagear estas intérpretes é sempre emocionante, pois mexe com a memória das pessoas. Tive a oportunidade de, no teatro, viver Dolores Duran, Carmen Miranda e Isaura Garcia. Todas com repertório vasto e rico”, comenta Soraya. 

No repertório do show, foram incluídas as canções Cantoras do Rádio, A noite do meu bem, Banca do distinto, Camelô, Molambo, Canção de amor, Pra você, Chega de saudade, Último desejo, O mundo não se acabou, Voltei americanizada, Se todos fossem iguais a você, Segredo, É luxo só, Por causa de você, Que será?, Hino ao Amor, Estrela Dalva, Bandeira branca e Máscara negra.

De Soraya Ravenle …

“Eu e a Itha, dois caminhos que se irmanam pelos laços de sangue e pelos laços da música. Nossa mãe nos colocou nas aulas de piano e teoria quando tínhamos 5 e 6 anos. Aprendemos a ler e escrever o português ao mesmo tempo em que aprendíamos a ler e escrever partituras musicais, portanto a música é estrutural nas nossas mentes, almas e corações. Por isso cantar com a Itha é reconhecer esse lugar primeiro, matricial, onde muitas coisas não precisam ser explicadas, são plenamente sentidas e cantadas, puro amor, amor, amor… Luís nos conhece de longa data e reconhece o sentido especial desse encontro. Com extrema sensibilidade chega junto, para formarmos um trio, que estreia agora. Vida longa para esse encontro, é o que desejo”!

De Ithamara Koorax…

“Soraya Ravenle, a grande dama dos musicais brasileiros, atriz, cantora e bailarina, será minha parceira neste espetáculo. Somos irmãs. Com muito orgulho e alegria que subo ao palco ao lado dela. Nesse espetáculo, terei o privilégio de trabalhar pela primeira vez com o grandioso, extraordinário violonista, compositor, arranjador Luís Felipe de Lima. Tive o privilégio de ter sido amadrinhada por Elizeth Cardoso em 1990. Apesar de a ter conhecido no seu derradeiro ano de vida, nossa relação foi muito intensa. Participei do último disco dela Ary Amoroso e regravei a faixa título da música de Tom e Vinicius, Canção do Amor Demais, do disco emblemático e fundamental na minha formação, mas também para a história da MPB”.

De Luís Fillipe de Lima …

“Tocar com Ithamara Koorax e Soraya Ravenle é uma mistura de felicidade, privilégio e orgulho; é mesmo um sonho poder acompanhar essas artistas tão sensíveis e singulares. Difícil encontrar por aí vozes tão expressivas que se complementam com equilíbrio e encanto, ainda mais a serviço desse repertório de clássicos monumentais. Não escondo, é o tipo de show que, se eu não estivesse no palco com as duas, correria para ir assistir”.

05 de junho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

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