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Atualizado: 12 horas 8 minutos atrás

OSN UFF – Celebrações dos 60 anos da UFF

seg, 09/12/2019 - 12:59

Em 2020, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai completar seis décadas de fundação. No dia 18 de dezembro, às 19h30, no Cine Arte UFF, como lançamento das comemorações destes 60 anos, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF fará um concerto com árias de óperas célebres de dois grandes compositores do gênero: o italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), de Rigoletto, Nabuco e La Traviatta, e o brasileiro Carlos Gomes (1836-1896), de O Guarani, Condor e Lo Schiavo. O concerto oferece o encontro musical da tradição da ópera italiana figurada na obra de Giuseppe Verdi com o nascimento de identidade nacional brasileira, no qual a expressiva música de Carlos Gomes tem papel fundamental.

A apresentação terá a participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, como solista, e a regência do maestro Tobias Volkmann. A sessão reunirá convidados, autoridades, a comunidade acadêmica e o público em geral, e o concerto da OSN UFF terá entrada gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da apresentação. Este será também o concerto de encerramento da Temporada 2019 da OSN e marcará a despedida de Tobias como maestro convidado regular da orquestra, junto da qual ele atua de forma contínua desde 2016.

PROGRAMA:

Carlos GOMES
O Guarani
Abertura 9′
Gentile di cuore – ária de Ceci 4′

Giuseppe VERDI
Rigoletto
Prelúdio 2’40
Caro nome – ária de Gilda 8′

Carlos GOMES
Condor
Noturno 4′

Carlos GOMES
Lo Schiavo
Inno della libertà – Condessa de Boissy 4′
Alvorada 8′

Giuseppe VERDI
Nabucco
Abertura 8′

Giuseppe VERDI
La traviata
Prelúdio do Ato 1
È strano! È strano…Follie! Delirio vano è questo…Sempre libera – grande ária de Violetta 9’30

Sobre o regente:
Principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos grandes destaques recentes da cena musical brasileira e vem também construindo uma sólida carreira internacional. Como maestro titular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2016 a 2018, dedicou-se especialmente ao repertório operístico, coral-sinfônico e de ballet, recebendo reconhecimento de público e crítica, com destaques recentes para a Segunda Sinfonia de Mahler e a ópera Un ballo in maschera de Verdi. Na OSN UFF dedicou especial atenção à música brasileira, com estreias regulares de obras sinfônicas contemporâneas. Sob sua direção musical, a orquestra vem retomando a vocação inicial para o registro fonográfico, tendo gravado três CDs desde 2016.

Sobre a solista:
Nascida no Rio de Janeiro, formada em atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena, Ludmilla Bauerfeldt começou a estudar Técnica Vocal em 2005 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em Canto pela Unirio na classe da professora Carol McDavit. No projeto “Ópera na Unirio”, apresentou-se em “La Canterina” de Haydn e “The Telephone”, de Menotti. Entre 2011 e 2014 apresentou-se em vários teatros da Europa e EUA e integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro Alla Scala em Milão, Itália. É vencedora de prêmios como “Vozes do Brasil” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), e “Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão” (2011), Prêmio Etta Limiti – Opera, em Milão, Itália, e Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia (2014); Concurso Internacional de Canto Hariclea Darclèe na Romênia, e Concurso Internacional de Belcanto Vincenzo Bellini em Vendôme, na França (2017). Em 2018 participou do “Stars and Rising Stars” Festival em Munique, Alemanha, ao lado do tenor Daniel Behle e do pianista Semion Skigin apresentado árias e duos de Mozart.

18 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 19h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói-RJ
Entrada Franca – distribuição de senhas uma hora antes da apresentação
Classificação etária: Livre

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Show das 4 – Rosa Marya Colin

ter, 12/11/2019 - 20:40

Rosa Marya Colin – 55 anos de carreira

Cantar por prazer fez de Rosa Marya Colin uma das mais respeitadas cantoras de seu tempo. Embora ao longo de sua carreira tivesse seu trabalho ligado intimamente ao jazz e blues, Rosa Marya, por auto definição, tem a missão de cantar, e o faz sem preconceitos ou preocupação com rótulos. Seus trabalhos fonográficos, produzidos até hoje, mostram uma voz com brilhantismo em temas de grandes nomes da MPB, standards do jazz, blues, pop e spirituals.

Rosa Marya Colin é uma cantora singular no panorama musical brasileiro. Desde seu estouro em 1988/1989, quando gravou California Dreamin’ para um comercial de TV, ela tem mostrado, para um público cada vez maior, que ser cantora e brasileira é muito mais questão de feeling do que de idioma. Seu prazer é interpretar composições que lhe toquem fundo, no coração. Basta ouvi-la por alguns momentos para perceber que garganta e coração são quase como uma coisa só.

Interpretar, para Rosa Marya, significa transformar e recaracterizar cada canção. É sempre nessa direção que caminham seus trabalhos. Em seu novo trabalho, ela comemora seus 55 anos de carreira, interpretando só sucessos, e lançando simultaneamente o novo CD só com músicas inéditas na sua voz. Dentre elas, um blues de Arlindo Cruz, este completamente inédito, que ele deu especialmente para ela, Giz, de Renato Russo, Tema de Eva, de Taiguara, entre outras. Mas também não faltarão os grandes clássicos como California Dreamin, Monday Monday, Summertime e muitos outros.

11 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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Série OSN Popular – Participação de Hamilton de Holanda

ter, 12/11/2019 - 20:18

Para o último concerto da Série OSN Popular em 2019, a Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense recebe o regente Rafael Barros de Castro, pianista, compositor, arranjador e maestro titular da Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (OSRJ). O concerto ocorre no dia 24 de novembro (domingo), às 10h30, no Cine Arte UFF, e conta com a participação de Hamilton de Holanda.

Sobre Rafael Barros Castro:

Maestro, pianista, compositor e arranjador, iniciou os estudos musicais durante a infância, aos oito anos de idade no IMCP (Instituto dos Meninos Cantores “Canarinhos” de Petrópolis), onde recebeu as primeiras lições de teoria musical, canto, flauta doce e piano. Durante a juventude prosseguiu os estudos de teoria, harmonia e piano, dedicando-se integralmente à música. Formou-se em técnica de regência pela Pró-Arte (RJ) e em regência orquestral pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Em 2002 foi laureado com o prêmio Bianca Bianchi de música de câmara em Curitiba-PR, como pianista do Duo Dassié-Castro (violão e piano). Regeu como maestro convidado a OSN – Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), a Orquestra Sinfônica da UNIRIO, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ (ORSEM), e Orquestra do projeto Multiplicidade (Oi Futuro). Desde 2005 é maestro titular e diretor artístico da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro.

Sobre Hamilton de Holanda:

Hamilton de Holanda carrega na bagagem a fusão do incentivo familiar com o Bacharelado em Composição pela Universidade de Brasília e a prática das rodas de choro e samba. Essa identidade lhe permite transitar com tranquilidade pelas mais diferentes formações (solo, duo, quarteto, quinteto, orquestra), consolidando, assim, uma maneira de expor ideias musicais e impressões sobre a vida com “o coração na ponta dos dedos”.

Atualmente, quase duas décadas depois de adicionar duas cordas extras, perfazendo dez no total, o músico reinventa o bandolim e liberta o emblemático instrumento brasileiro do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento do número de cordas, aliado à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração a se aproximar do bandolim e de conceber formações com uma nova instrumentação. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa. Nos EUA, a imprensa logo o apelidou de “Jimmy Hendrix do bandolim”.

Hamilton é um músico de estilo único. Passeia por diversos gêneros, tendo o bandolim como aglutinador de ideias. O choro é sua primeira referência, seu primeiro repertório era composto por músicas de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, entre outros. A atmosfera sem raízes na Brasília onde cresceu o fez se apropriar das mais diferentes tradições culturais com muito samba, frevo e bossa nova, entre outros… A Música Popular Brasileira é a sua matriz desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha.

Em sua trajetória consta o prêmio de Melhor Instrumentista por unanimidade, na única edição e nas duas categorias – erudito e popular, do Icatu Hartford de Artes 2001, permitindo-lhe viver em Paris por um período de um ano, dando asas internacionais ao seu trabalho. Com seu primeiro CD solo ‘01 byte 10 cordas’, que também foi o primeiro CD de bandolim 10 solo do mundo, recebeu o título CHOC de uma das mais importantes publicações europeias de música “Le Monde de la Musique”.

24 de novembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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As Cores de Villa-Lobos

sex, 08/11/2019 - 13:02

A música de Heitor Villa-Lobos destaca-se por sua linguagem única e traz nuances das culturas regionais brasileiras, com elementos de canções populares e indígenas. O concerto reúne um repertório abrangente, faz um apanhado de várias fases do compositor. A cultura regional pulsa em canções como “Viola Quebrada” e “Estrela é Lua Nova” – que trazem elementos da cultura indígena e afro-brasileira. Passeia também pelas composições para a Broadway, como “Bonsoir Paris!” e por árias da grande obra “A Floresta do Amazonas”.

O concerto marca o lançamento do Cd “As Cores de Villa-Lobos” em Niterói que segundo a crítica do site movimento.com: “Marina apresenta, em todas as faixas, uma linha de canto irretocável, com agudos delicados e graves bem projetados. Sua voz, suave, alterna doçura e malícia. (…) Neste seu primeiro CD, Marina Cyrino deixa impressos colorido vocal, excelente técnica, versatilidade e bastante elegância na abordagem […]”. Ao longo do concerto Marina busca demonstrar vocalmente as diversas “cores e tons” na obra de Villa-Lobos enquanto vai sendo pintada no palco pelo artista visual Marc Kraus que também assina a direção de arte do concerto.

 

Programa

Compositor: Villa-Lobos (1887-1959)

Guia Prático nº1: Manquinha

Nesta Rua

Estrella é Lua Nova

Viola Quebrada

O’ Pallida Madona 

The Emerald Song

Bon Soir Paris 

Food for Thought            

The Singing Tree  

Veleiros

Canção do Amor

Melodia Sentimental  

 

Intérpretes: Soprano: Marina Cyrino       Piano: Flavio Augusto

Direção de Arte: Marc Kraus

Direção geral: Marina Cyrino

 

Dia 5 de dezembro de 2019
Quinta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

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Música Antiga da UFF – Coro da UFF & Convidados

sex, 08/11/2019 - 12:23

Natal Renascentista

O Natal, desde a Idade Média, tornou-se uma festa tão popular, que passou a ser celebrada mesmo pelos não cristãos. O intercâmbio entre o sagrado e o profano foi intensificado e o teatro, a dança e a música de origem secular passaram a fazer parte das comemorações sacras natalinas. Uma infinidade de canções e danças nos contam e recontam o nascimento de Cristo.

O Música Antiga da UFF encerra a temporada de apresentações do ano de 2019 com um programa de músicas renascentistas dos séculos XV, XVI, XVII, chegando até o século XVIII que reúne canções profanas e canções populares cantadas na época do natal, com a participação do Coro da UFF e músicos convidados.

PROGRAMA

Cancioneiro de Upsalla (séc. XVI) – Verbum Caro

Josquin Des Près (ca.1450 – 1521) – El Grillo

Anônimo (séc. XVII)  – Hannapachap Cussicuinin

Claudin de Sermisy (c. 1490 – 1562) –  Tant Que Vivray

Jacques Arcadelt (1505?-1568) – Il Bianco e Dolce Cigno

Michael Praetorius (1571- 1621) –  Courante

Anônimo (séc. XVI) –  In Dulci Jubilo

Michael Praetorius (1571- 1621)  – Psalite

Anônimo – Séc. XV Ein Kind Geborn Zu Bethlehem

Codex Martínez Compañón (séc. XVIII) –  Cachua Nascimiento

 

 

Música Antiga da UFF: Mário Orlando e Leandro Mendes.

Músicos Convidados:
Viola da Gamba: Lenora Mendes, Kristina Augustin, Tomás Guisasola, Márcio Selles. 

Flautas: Lena Mendes, Fernando Brasil, Carlos Rodrigues, Luiza Mesquita, Mylena Sousa, Maria Luiza. 

Teclado: Peri Santoro.

Coro da UFF: Ana Cardenas, Ana Cristina Melo Cardoso, Ana Regina de Azevedo, Ângela Sülzen Brasil, Aurita Braga, Carla Maria Mayrink Ferreira, Cristina da Matta, Cristina M.P. Fanzeres , Elda Storani, Everaldo Domingos da Silva, Gesmar Volga Haddad, Glauce Mattos Fernandes, Gloria Maria Grego, Graça Maria Coelho Berba, Gustavo Rocha, Hagamenon da S. Souza, Heitor Pimentel, Hilda Maria de Oliveira, Isis Guimarães, Jagnei José do Valle, Jorge Mario de Barcellos, José Burbes de Souza, José Lázaro de Oliveira, Leila da Silva Jotha, Márcia Vieira Damasco, Maria Aparecida Otaviano, Maria Auxiliadora Ivo de Melo, Maria Elisa Katayama, Maria Heloisa Tostes Monteiro, Maria José G. de Miranda, Marilene Tibau, Marta de Oliveira, Neize Santos de Mello Castro, Norma S. F. Nogueira, Paulo Roberto Barros Leite, Regina Celia B.G. Dümpel, Regina Helena A. Ribeiro, Rita de Cassia Machado de Brito, Rita de Cassia Lopes de Oliveira, Rosemary Machado, Silene Maria da Silva Othuki, Sylvia Cristina da Silva Othuki, Sylvia de Almeida Leitão, Tânia Medeiros de Souza, Vanda Prado, Verônica Noronha Santos, Vitor Davi M. de Melo, Waldeísa Maria M. Faria, Walter Pimentel Júnior

Dia 1 de dezembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)
Classificação Livre

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Cristina Braga

qui, 07/11/2019 - 18:45

A harpista Cristina Braga realiza um concerto dentro do Projeto Vital para o Brasil. O projeto é resultado de uma parceria entre o Centro de Artes UFF e o Instituto Vital Brazil, com a criação de uma agenda conjunta de concertos de música de câmara e sinfônica, envolvendo os grupos da UFF e artistas convidados.

28 de novembro de 2019
Quinta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)
Classificação Livre

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OSN UFF na XXIII BIENAL DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA

qua, 06/11/2019 - 13:09

Regente: Ricardo Bologna

Alexandre Avellar – Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017)

Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra “As Quatro Estações Brasileiras” (2018-19)

Inverno Pampeano (Pôr do Sol)
Verão Nordestino (Danças)
Solista: Daniel Guedes

Fernando Cerqueira – Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018)

Orlando Alves – Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)
Solista – Philipe Doyle

João Guilherme Ripper – Jogos Sinfônicos (2015)

Distâncias (1º movimento)

Roberto Macedo – Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)

Solista: José Batista Junior

Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013)

10 de novembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 10 | R$ 5 (meia)
Classificação Livre

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Música Livre – Duda Brack + Chico Chico

sex, 01/11/2019 - 18:17

Sedimentares. Assim como as rochas que se formam no fundo dos rios, dos mares. Se formam por sobreposição de resíduos desgastados pelo intemperismo químico e físico e são empilhados uma sobre a outra, fundidas, a mercê das variações de pressão e temperatura, assim como nos mesmos. Ao mesmo tempo que são as rochas mais frágeis, são as mais renováveis. O que isso tem a ver com o encontro / sobreposição de Duda e Chico? Só dando tempo ao tempo e observando o ciclo terrestre agir para perceber. Esse encontro traz no repertório canções dele, canções dela, parcerias inéditas dos dois juntos, canções de amigos e ídolos em comum (como João Mantuano, Posada, Alzira Espíndola e Itamar Assumpção).

Duda Brack – Cantora e compositora, gaúcha, 25 anos. Em 2015, aos 21 anos, lançou seu primeiro (e aclamado) disco, intitulado É e, desde então, vem sendo apontada como uma das grandes vozes femininas a emergir na cena musical contemporânea. Em 2017, a convite de Charles Gavin (ex-Titãs) e da gravadora Deck, Duda entrou em estúdio novamente para gravar Primavera nos dentes (tributo aos Secos & Molhados). O projeto foi muito bem recebido pelos integrantes da banda original e rendeu elogios públicos a Duda, por parte de Ney Matogrosso. Atualmente, a artista está em processo de pré-produção do seu próximo projeto solo.

Mais informações em: www.dudabrack.com

Chico Chico tem feito participações especiais em shows e discos de parceiros como Ana Cañas, Posada, Troá, Daíra, Pedro Luís, Orquídeas do Brasil (banda que acompanhou Itamar Assumpção) e Duda Brack. Após o projeto pessoal 2×0 Vargem Alta, que virou disco, e uma série de shows com Júlia Vargas e Rodrigo Garcia durante dois anos, Chico está rodando os palcos do Brasil desde 2016, com o parceiro João Mantuano, e esta finalizando a gravação de um CD com a banda 13.7, um trabalho essencialmente autoral.

Mais informações em: www.facebook.com/chico.ribeiroeller

21 de novembro de 2019
Quinta-feira | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Duo Ana de Oliveira & Sergio Ferraz

qui, 31/10/2019 - 14:36

O duo de música instrumental, formado pela violinista Ana de Oliveira e o compositor e multi-instrumentista Sérgio Ferraz, surgiu em 2018, durante o festival MIMO, em Olinda (PE). O duo aborda o repertório com foco em obras de compositores que são referências para os dois artistas, como Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, John McLaughlin, Al Di Meola, Paganini, Tom Jobim e Villa- Lobos, além de obras autorais de Sérgio Ferraz.

Ana de Oliveira e Sérgio Ferraz se apresentaram em importantes palcos do eixo Rio – São Paulo, como Blue Note SP e RJ, Sala Cecília Meireles, Casa do Choro, Centro de Referência da Música Carioca e Centro de Artes UFF, entre outros. A estreia internacional do duo aconteceu em Portugal, na programação do MIMO Festival Amarante, em julho deste ano, com grande aclamação do público.

A violinista paulistana Ana de Oliveira é Mestre em Música, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, e graduou-se na classe de Rainer Kussmaul, na Escola Superior de Música em Freiburg, Alemanha, onde viveu por nove anos. Foi também aluna de Lola Benda e Uwe Kleber, no Brasil, e Federico Agostini, na Alemanha. Apresentou-se como solista em diversas orquestras no Brasil e na Europa e, como camerista, em importantes festivais, entre eles Montreux (Suíça), La Villette (França), Warschauer Herbst (Polônia), Donaueschingen (Alemanha), MIMO Festival Brasil e Portugal, Campos do Jordão, Festival Villa-Lobos. No Brasil, desenvolveu uma carreira diversificada e abrangente atuando como spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, durante uma década, criando e liderando vários grupos de câmera como primeiro violino, participando como solista e spalla em diversas gravações de música brasileira e trilhas sonoras, também exercendo a coordenação pedagógica do Festival MIMO. Ana de Oliveira foi spalla da Camerata Rio Strings, no festejado CD Fantasia Brasileira (Biscoito Fino), indicado ao Grammy em 2005.

Realizou a primeira audição no Brasil de obras de importantes compositores como Mário Tavares, Egberto Gismonti, Benjamin Britten, Charles Ives, Carlos dos Santos e Clarice Assad, entre outros.

É violinista do Trio Puelli desde 2009, grupo de câmara dedicado à pesquisa e registro de obras dos séculos XX e XXI, com o qual lançou três elogiados CDs, Primma e 3 Américas, e o mais recente, dedicado à integral das obras para trio de Radamés Gnattali, lançado em 2018 pelo Selo SESC, eleito o Melhor do Ano, pela votação popular da Revista Concerto. O grupo também está presente no CD Música Nova (2016), lançado pelo Selo SESC em 2017.

Ana de Oliveira também atua como spalla da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF e também lidera seu trio de cordas, além de se dedicar ao seu mais recente projeto de música instrumental ao lado do compositor e multi-instrumentista Sérgio Ferraz.

Sérgio Ferraz é bacharel em Música pela Universidade Federal de Pernambuco. Iniciou seus estudos de música aos nove anos, com violão e guitarra. Aos 15 anos, iniciou seus estudos de violino no Departamento de Música da UFPE e no Conservatório Pernambucano de Música. Atua como instrumentista desde 1990, quando formou o grupo Alma em Água, com o qual participou de vários festivais importantes e de uma turnê pelos Estados Unidos em 1997. No ano 2000, formou o grupo instrumental Sonoris Fábrica, com o qual tocou em edições do Palco Instrumental do Festival de Inverno de Garanhuns, Recife Jazz Festival (primeira e segunda edições), MIMO 2011 e no SESC Brasil Instrumental, em São Paulo, entre outros. Entre 2008 e 2014, Sérgio Ferraz participou como violinista do grupo que acompanhava o escritor Ariano Suassuna em suas aulas-espetáculo. Em 2012, Sérgio Ferraz estreou seu Concerto armorial, dedicado a Ariano Suassuna, no Teatro de Santa Isabel, em Recife, com a Orquestra de Câmara de Pernambuco. Ele tocou, também, em várias edições do MIMO Festival, como artista principal: em 2010, com o violonista Antonio Madureira, apresentando o trabalho do CD Segundo Romançário, em 2011 com seu grupo de Jazz Sonoris Fábrica e, em 2013, como solista, apresentando seu Concerto armorial para violino e orquestra.

Em 2017, Sérgio Ferraz foi uma das principais atrações do Cerrado Jazz Festival, em Brasília, e também naquele ano realizou o show Tributo a John Coltrane, com grande sucesso de público em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em 2018, formou o Grupo de Jazz Flamenco Guitarra Stravaganza, com a participação do violinista e compositor Ricardo Brafman. Em julho de 2019, Sérgio Ferraz estreou internacionalmente seu duo com a violinista Ana de Oliveira, no MIMO Portugal. Sérgio Ferraz tem um rico trabalho autoral que contempla desde a Música armorial, jazz, flamenco e música eletroacústica, registrado em sua vasta discografia. Seus CDs são: Segundo Romançário (2009), Sonoris Fábrica (2011), Dançando aos Pés de Shiva (2012), A Sublime Ciência e o Soberano Segredo (2013), Concerto Armorial (2014) e Flutuando Sobre As Ondas (2015).

30 de novembro de 2019
Sábado | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Mariposa

ter, 29/10/2019 - 15:46

Aline Peixoto e Analuh se juntam no show “Mariposa” e convidam Isabela Lorio

Mariposa simboliza transformação e resistência. Idealizado por Aline Peixoto e Analuh, cantoras, compositoras e instrumentistas, o show Mariposa traz uma seleção de músicas autorais e covers de composições de autoras brasileiras, que conquistaram espaço no cenário musical nacional e internacional, para falar ao público sobre a luta feminina.

Mariposa é um inseto de asas, geralmente de coloração escura, e de hábitos noturnos, conhecida em algumas regiões pelo nome de bruxa. Algumas pessoas acreditam que as mariposas trazem maus agouros, por carregarem o espírito das bruxas. Sendo assim, simbolizam a resistência, transformação e história de todas as mulheres que vieram e lutaram tempos atrás, inspirando a criação do show que carrega o nome do inseto.

O projeto objetiva, principalmente, falar sobre o lugar da mulher na sociedade, a importância de se respeitar e entender quem são, seus ciclos e sua potência, apresentando questionamentos sobre as opressões vividas todos os dias, por mulheres. O show pretende fazer o público cantar e se emocionar, ao mesmo tempo que induz debates e reflexões sobre as possibilidades de transformação.

A banda do show

Analuh – É cantora, compositora, violonista, percussionista e militante na causa feminista e das mulheres lésbicas. Em 2019, lançou seu primeiro EP Revela a ferida, com quatro músicas autorais retratando suas visões de mundo e as injustiças sociais. Já se apresentou no Festival Mulheres do Fim do Mundo, Sarau Performance, Sarau da Lira, Vitrola e Viva Sapatão, entre outros.

Aline Peixoto – É atriz, musicista, compositora e trabalha artisticamente desde criança. Participou de festivais de música com suas composições e de festivais de teatro com a companhia teatral Crias da Casa, sendo premiada por diversos trabalhos. Atualmente, Aline está terminando de produzir seu primeiro EP, com músicas autorais.

Isabela Lorio – É multi-instrumentista, cantora , compositora e produtora musical. Já se apresentou no Rio Bossa Nossa, The Bar, Viva Sapatão, e atua em várias bandas, como a da artista e youtuber Ju Ribeiro. Está em processo de gravação de suas músicas.

16 de novembro de 2019
Sábado | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Classificação etária: 12 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Rémi Panossian – RP3

ter, 29/10/2019 - 11:44

Após 10 anos de existência, o RP3 realizou mais de 400 concertos em 30 países. Tem participado ativamente nos festivais de jazz de Tóquio, de Montreal, Jarasum Jazz, Taichung Jazz, Jazz Vancouver, Enjoy Jazz, Festival de Jazz Euro Mexicano, New Morning, Café de la Danse, Jazz à Juan, Jazz 31, Jazz à Sète, Jazz in Marciac, Nancy Jazz Pulsation e Vladivostok Jazz Festival.

O Rémi Panossian faz um tipo de jazz-rock binário, com ressonâncias do pop e eletrônico. A inovadora música do trio é interpretada pelo pianista de jazz, despojado e elegante, Rémi Panossian, que começou sua carreira tocando solo, em 2000. Na formação trio, Panossian é acompanhado por Maxime Delporte, no contrabaixo, e Frédéric Petitprez, na bateria. Em seus álbuns de estúdio, flautas, trompetes e acordeão são adicionados, simulando dez músicos tocando ao mesmo tempo.

O RP3 oferece um repertório de jazz híbrido, ao qual os três cúmplices adicionam as melodias do pop, a energia bruta do rock ou o groove rítmico e explosivo. O trio lançou quatro álbuns, desde 2009, e cada título é uma nova aventura. Entusiasmado e envolvente, o RP3 tem a clareza das gravações feitas com total confiança, demonstrando um prazer que o ouvinte pode perceber ao vivo.

Durante o mês de novembro, o Trio fará uma turnê pelo Brasil, iniciando em São Paulo e seguindo, depois, por Campinas, Belo Horizonte, Niterói e Curitiba, com o apoio conjunto da Aliança Francesa Brasil, AirFrance e Spedidam.

Dia 26 de novembro de 2019
Terça | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Encontros musicais

ter, 22/10/2019 - 10:25

Com o espetáculo “Encontros musicais”, Olivia e Francis Hime se apresentam no Teatro da UFF, em novembro

Em “Encontros Musicais”, o pianista e compositor Francis Hime apresenta algumas de suas mais famosas canções e o processo de criação por trás delas. No formato de palestra-show, Francis dialoga com a plateia ao apresentar cada uma de suas composições, tendo como referência o livro Trocando em miúdos as minhas canções. De autoria do próprio Francis, o livro aborda detalhadamente o processo de criação de suas obras, tanto na música popular como na erudita.

Na apresentação, com direção de Flávio Marinho, Francis busca transpor para o palco, o mais fielmente possível, todos os relatos e experiências que o livro apresenta sobre a criação de várias de suas obras. Ao reproduzir para o público o conteúdo dos exemplos sonoros do livro, tocando e cantando ao piano, juntamente com Olivia Hime, Francis examina as semelhanças de uma maneira muito dinâmica, interagindo com a plateia e comparando suas canções com composições de outros criadores. Assim, embora calcado em um roteiro recheado com seus muitos sucessos, como Atrás da porta, Meu caro amigo, Passaredo, Vai passar etc., esta interação faz com que o espetáculo também seja construído em conjunto com o público.

Texto de matéria publicada no jornal Folha de São Paulo, em 29 de agosto deste ano:

Entre as muitas histórias que conta no show, Francis lembra que Vinicius de Moraes atrasou em alguns anos a parceria dele e Chico. “Vinicius era muito ciumento”, e não foi só o primeiro parceiro de ‘Francisinho’ – como ele chamava Francis -, como quem o incentivou a largar a engenharia para se dedicar à música. Amigo da mãe de Francis, a artista plástica Dália Antonina, Vinicius o viu tocar aos 16 anos – “com aquela garra de menino, todo vaidoso, cheio de acordes”, brinca o músico. E pediu a Dália para deixar o filho seguir na música. Francis se formou como engenheiro, para ter um diploma, mas nunca seguiu a profissão. “A vez que eu usei (o diploma) foi para projetar uma estante e, quando botaram o primeiro livro, ela caiu (risos).” Por causa da aproximação com Vinicius, Francis tem seu nome ligado à segunda geração da Bossa Nova. “Sim”, ele confirma. “Apesar de minha música não ter tido tanto essa característica. Sem mais adeus é uma música que poderia ter um espírito, uma levada mais ligada à Bossa, mas a maior parte não tem essa ligação, mas tem influência do Tom (Jobim) e do Baden (Powell). Os dois são grandes influências para mim.”

E com João Gilberto? Francis conta que o pai da Bossa quase gravou duas de suas canções, Último canto e Existe um céu, que João dizia adorar. Mas nunca deu certo. João morreu no dia 6 de julho. “A última vez que eu o vi foi no Municipal com Tom”, conta Francis, sobre a apresentação da dupla em 1992.

Olívia Hime é, além de renomada intérprete, letrista e produtora musical brasileira. No início de sua carreira, integrou, com Miúcha e Telma Costa, um grupo vocal que atuou em show de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Em 1977, produziu o LP Passaredo, de Francis Hime. Em seguida, começou a participar de discos e shows do compositor e a compor também. Em 2000, fundou, com Kati de Almeida Braga, a gravadora Biscoito Fino, da qual é diretora artística.

Desde 1969, é casada com o pianista e compositor Francis Hime, seu parceiro na autoria de várias canções. Dentre seus trabalhos como produtora musical, destaca-se o CD A Música em Pessoa, de 1985 (ano do cinquentenário da morte de Fernando Pessoa), que Olívia produziu, com Elisa Byington. O CD traz 15 poemas dos quatro heterônimos mais famosos do poeta – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares – e outros assinados como Fernando Pessoa. Os poemas foram musicados por diferentes compositores brasileiros: Antonio Carlos Jobim, Francis Hime, Edu Lobo, Milton Nascimento, Sueli Costa, Arrigo Barnabé, Dori Caymmi, Ritchie, Olivia Byington, Edgard Duvivier e Nando Carneiro. Além de coprodutora, Olívia também participa do CD como intérprete.

Em 1986, ano do centenário de nascimento de Manuel Bandeira, Olívia produziu o CD Estrela da Vida Inteira, com poemas de Bandeira, musicados por Tom Jobim, Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Gilson Peranzzetta, Rafael Rabello, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Moraes Moreira, Ivan Lins, Toninho Horta, Joyce, Radamés Gnatalli, Dori Caymmi, Olívia Francis Hime. Já o CD Palavras de Guerra, de 2007, reúne trabalhos do cineasta Rui Guerra como letrista, autor das canções “Tatuagem”, “Fortaleza”, “Bárbara” (escritas para a peça teatral Calabar: o Elogio da Traição, em parceria com Chico Buarque), “Entrudo” (com música de Carlos Lyra), “Jogo de roda” (música de Edu Lobo) e “Esse mundo é meu” (música de Sergio Ricardo), entre várias outras.

23 a 24 de novembro de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Classificação indicativa – livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Paulinho Moska

ter, 22/10/2019 - 10:20

Paulinho Moska se apresenta com seu show intimista Voz e Violão, um show que acontece desde quando começou sua carreira. A facilidade de viajar pelo mundo com o violão debaixo do braço e cantando o que compunha o seduziu pela relação mais direta entre o artista e seu público.

Uma Voz e um Violão. Um show que não precisa de mais nada. Somente do autor com seu cúmplice (o violão), entoando juntos canções profundas e populares que nos acompanham há anos. “As canções ficam mais fiéis às composições originais e ganham a força de expressão do autor, tocando e cantando do mesmo jeito que foram compostas”, afirma Moska.

O repertório é composto por Pensando em você, A seta e o alvo, A idade do céu, Lágrimas de diamantes, Último dia, Tudo novo de novo, Namora comigo, Somente nela, Admito que perdi, Relampiano, Quantas vidas você tem?, Sem dizer adeus, Muito pouco, entre outros grandes sucessos, e novas canções criadas pelo artista para seu mais recente álbum de inéditas, chamado Beleza e Medo, lançado em agosto de 2018, pela gravadora DECK.

Paulinho Moska nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Agosto de 1967. Quando criança, gostava de colecionar coisas. Tampinhas de garrafa, selos, conchas, latinhas de refrigerante, quadrinhos, figurinhas, discos, pedras, fotografias, chaves. E assim o menino montou, tijolo por tijolo, o mundo em que pretendia viver: costurando informações das áreas mais variadas, colando fragmentos de sons e pedaços de imagens de todos os tipos e origens. O primeiro violão era do irmão mais velho. Os primeiros ídolos foram Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Na adolescência, Moska foi estudar teatro. Assim que completou o curso da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), em 1984, começou a atuar no cinema. Participou de filmes como A cor do seu destino (1986), de Jorge Duran, Um trem para as estrelas (1988), de Cacá Diegues, O mistério no Colégio Brasil (1988), de José Frazão, Kuarup (1989), de Ruy Guerra, e O Homem do Ano (2003), de José Henrique Fonseca. Em 2013, voltou às telas em Minutos atrás, de Caio Sóh, contracenando com os atores Vladimir Brichta e Otávio Muller, com a trilha sonora composta especialmente por Moska e André Abujamra.

As primeiras gravações profissionais de Moska aconteceram no álbum de estreia do grupo vocal A Garganta Profunda, intitulado A Orquestra de Vozes (1986). Ao lado de outros integrantes do Garganta (Luiz Nicolau e Luis Guilherme), aos 20 anos fundou aquela que seria sua primeira experiência de popularidade no fim dos anos 1980: Os Inimigos do Rei. Com a banda, lançou dois discos (Os Inimigos do Rei, em 1989 e Os Amantes da rainha, em 1991), emplacou nacionalmente os hits Uma barata chamada Kafka e Adelaide, e invadiu rádios e televisões do país em turnê de shows por dois anos seguidos.

Após sair do Inimigos, Paulinho Moska começou a construir sua carreira solo a partir de 1993, com o disco Vontade, passando então a produzir uma discografia repleta de canções inspiradas que falam sobretudo, de amor à vida. São 25 anos escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a música. A primeira a se tornar nacionalmente conhecida foi O último dia (Moska/Billy Brandão), do seu segundo disco, Pensar é Fazer Música (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. Essa canção foi tema do samba enredo do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel no carnaval de 2015. Do disco seguinte, Contrassenso (1997), a canção A seta e o alvo (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de Um móbile no furacão e Sem dizer adeus (1999), Tudo novo de novo (2003) e Pensando em você (2003) e A idade do céu (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de Relampiano (parceria com Lenine) e Admito que perdi (gravada por Marina Lima).

12 e 13 de novembro de 2019
Terça e quarta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN UFF – Série Alvorada

seg, 21/10/2019 - 10:36

Concerto em homenagem à Dra Nise da Silveira

Neste concerto de nossa série “Alvorada” teremos um repertório diferenciado, quase camerístico. Num passeio pela música brasileira e internacional, ouviremos desde as cores jubilosas da música barroca de Bieber, até os fortes traços sertanejos da obra de Clóvis Pereira. O contraste entre uma alegria radiante e um certo tom reflexivo presente tanto no Concerto para Violino N°5 de Mozart quanto na 5° Sinfonia de Schubert ressalta a tônica do projeto “Espiral dos Afetos”, o qual temos a honra de participar.

O violinista e regente convidado Alessandro Borgomanero termina de abrilhantar a ocasião, atuando como solista e ainda conduzindo a OSN-UFF neste belo concerto.

 

PROGRAMA

Carl Heinrich Biber (1681 – 1749)
La Battaglia

 

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Concerto p Violino nº 5
Allegro aperto – Adagio – Allegro aperto
Adagio
Rondeau – Tempo di minuetto

 

I N T E R V A L O

 

Clóvis Pereira dos Santos (1932)
Três Peças Nordestinas

 

Franz Peter Schubert (1797 – 1828)
Sinfonia nº 5 
Allegro
Andante con moto
Menuetto. Allegro molto
Allegro vivace

ALESSANDRO BORGOMANERO Regente convidado

Nascido em Roma, formou-se com o título de Mestre em 1992, na Universidade de Música Mozarteum, de Salzburg, na classe do violinista Ruggiero Ricci. Continuou seus estudos com renomados violinistas como Boris Belkin, Salvatore Accardo  e Rodolfo Bonucci.

Apresentou-se como solista frente a várias orquestras como, Orquestra de Câmara de Budapest, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi, London Mozart Players, Orquestra de Câmara de Berlim, Orquestra Sinfonietta Salzburg, Bachiana Filarmônica, Sinfônica de Vaasa (Finlândia), Sinfônica de Guayaquil, Sinfônica Nacional do Equador, Orquestra L´Armonica Temperanza di Roma, Filarmonica Siciliana, Tblisi State Chamber Orchestra (Georgia),  e com as maiores orquestras brasileiras.

Como integrante do Quarteto Mozarteum obteve elogios do público e da crítica especializada em tournées por mais de 20 países. Apresentou-se em salas de concerto importantes como no Grosses Festspielhaus em Salzburg, Musikverein de Viena, Palao de la Música de Barcelona, no Tivoli em Copenhague, Alte Oper de Frankfurt, Bunkakaikan e Sala Pablo Casals em Tóquio, no Teatro Olímpico de Roma, no Teatro Colón em Buenos Aires, na Sala São Paulo e na Sala Minas Gerais.

Para a temporada de 2019 estará à frente das seguintes orquestras como maestro: a Orquestra Sinfônica Nacional, Sinfônica de Barra Mansa, Sinfônica da Universidade da Paraíba, Camerata Filarmônica de Goiás e a Orquestra do Festival da Patagônia no Chile. Estará em tournée com o projeto Violino em Solo no Brasil na China, Alemanha e na Itália. Foi convidado a participar como professor no Festival de Campos do Jordão e no V FIMP no Chile. 

Vive em Goiânia desde 1997 onde é professor de violino na Universidade Federal de Goiás. De 2003 a 2007 foi o regente titular da Orquestra de Câmara Goyazes, liderando a grupo em mais de 90 concertos e levando a orquestra pela primeira vez em tournée nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em 2012 assumiu a direção artística na Orquestra Filarmônica de Goiás até 2017 sendo um dos responsáveis pela sua reestruturação e pelo seu desenvolvimento artístico. Em reconhecimento pelas suas realizações na área da música, recebeu em 2006, o título de Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera, outorgado pelo Governo do Estado de Goiás.

27 de outubro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto de Cordas da UFF

seg, 21/10/2019 - 10:30

Musicalidade dos Afetos

Como parte da programação da Espiral dos Afetos do Centro de Artes UFF o espetáculo “Musicalidade dos Afetos” envolve a utilização da palavra narrada, da declamação poética em conluio com a interpretação musical do Quarteto de Cordas da UFF. A arte sempre foi e é ferramenta para exprimir o belo, mas também para questionar a realidade, para dar esperança em tempos de discórdia ou de catástrofes. A música pode atuar como parte viva num processo de cura terapêutica, ou até como uma ferramenta de consolo coletivo, através da escuta e da contemplação, quais afetos os sons de uma peça musical podem fazer surgir num indivíduo? Através da obra musical de Robert Schumann, Ludwig van Beethoven, Samuel Barber e da obra coletiva Harmonia Enlouquece, este espetáculo propõe uma ebulição de afetos através da música, da poesia levando o espectador a um estágio de contemplação e reflexão da vida. 

Robert Schumann (1810 – 1856)
Quarteto de Cordas Op. 41, n. 1 em Lá Menor 
Allegro

Ludwig van Beethoven (1770-1827) 
Quarteto de Cordas em Si bemol maior, Op. 18 no. 6
La Malinconia: Adagio – Allegretto quasi Allegro

Samuel Barber (1910-1981)
Quarteto de Cordas em Si menor, Op.11
Molto adagio

Hamilton de Jesus Assunção/Harmonia Enlouquece
Sufoco da vida, versão para quarteto de cordas de Tomaz Soares.

TOMAZ SOARES 1º violino
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)
DAVID CHEW violoncelo

03 de novembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Awurê

qua, 16/10/2019 - 15:19

O Grupo Awurê surgiu tendo como principal diretriz evidenciar os ritmos brasileiros e sons africanos, romper intolerâncias e fazer cultura popular a partir da ancestralidade em nossa sociedade. Exaltando os elementos constitutivos da cultura afro brasileira, contribui para o resgate e manutenção dessa identidade, também presente na população carioca, e afirma o papel da representatividade negra e o seu protagonismo cultural e social, fomentando a valorização desses radicais culturais, a desconstrução do preconceito e intolerância às religiões de matriz africana.

ÀWÚRÉ é um termo Iorubá formado pela junção das palavras À, nós ou nos, , desejar, e ibukun, suas bênçãos. Está presente em grande parte dos cantos sagrados, fazendo menção a desejos de boa sorte, bênçãos e votos de prosperidade. O enfoque à diversidade de ritmos brasileiros e sons africanos é o que marca a concepção musical adotada pelo grupo que, dentro de um respeito ao sagrado e como forma de preservação da memória, faz um passeio sonoro com responsabilidade e entretenimento. Em seus shows, são apresentados ritmos afro-brasileiros, como o samba (aqui em uma perspectiva de reafricanização), o jongo, o ijexá, o coco, o samba de roda e uma grande variedade de toques do candomblé. Buscam, assim, exaltar e mostrar ao público a importância da influência africana em nossa cultura, identidade e consciência ancestral por meio da música, cânticos, poesia e dança.

Suas apresentações reverenciam grandes nomes da nossa história, compositores instrumentistas e cantores que contribuíram para a cultura brasileira, com releituras de músicas consagradas, além de mostrarem um trabalho autoral.

24 de outubro de 2019
Quinta-feira | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Música Antiga da UFF

qui, 10/10/2019 - 12:34

O grupo Música Antiga da UFF se une ao Coro da UFF para realizar canções da Renascença e algumas peças comemorando antecipadamente o Natal.

Anônimo –  Hannapachap Cussicuinin
Josquin des Prez –  El grilo
Claudin de Sermisy – Tant que vivray
Jacob Arcadelt – Il bianco e dolce cigno
Cancioneiro de Upsalla – Verbum caro factum est
Michael PraetoriuS – In dulce jubilo
Michael Praetorius – In dulce jubilo
Michael Praetorius – Num komm

Coro da UFF
Música Antiga da UFF – Mario Orlando e Leandro Mendes 
Músico convidado Peri Santoro

27 de novembro de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Cine – Ganga Bruta

qui, 26/09/2019 - 16:40

A Orquestra Sinfônica Nacional UFF apresenta no dia 4 de outubro, às 19h, e nos dias 5 e 6 de outubro, às 10h30, no Cine Arte UFF, a série OSN Cine. As exibições fazem parte da programação do 4º Festival de Cinema do BRICS, que reúne produções e atividades voltadas para o cinema dos membros do grupo BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O filme Ganga Bruta será exibido com execução da trilha sonora ao vivo pela OSN UFF. O regente convidado Thiago Santos comandará a Orquestra nestas apresentações que contarão com composições de Radamés Gnattali (1906 – 1988).  

A série OSN Cine une duas formas de arte distintas, mas que se complementam de forma ímpar: a música e o cinema. Ambas encontraram na cultura brasileira o terreno fértil e propício para o surgimento de grandes artistas. Dois deles estarão em evidência no OSN Cine deste ano: um dos maiores cineastas brasileiros, Humberto Mauro, idealizador do mais significativo ciclo regional de nosso cinema, inspiração de Glauber Rocha e do Cinema Novo; e Radamés Gnattali, um dos mais profícuos arranjadores brasileiros de todos os tempos, artista de destaque tanto na música popular quanto na música erudita.

Nesta exibição especial do filme Ganga Bruta, obra de 1933, com direção de Humberto Mauro e trilha de Gnattali, o público poderá conferir a junção do trabalho destes dois grandes nomes. A plateia também será contemplada com a presença do maestro Thiago Santos, um dos principais nomes da nova geração de regentes brasileiros.

 

Ficha técnica:

Ganga Bruta
Brasil, 1933, 82′, 14 anos
De Humberto Mauro
Com Déa Selva, Durval Bellini, Lu Marival e Décio Murilo

Em sua noite de núpcias, Marcos mata a esposa ao descobrir que ela não era virgem. O escândalo repercute, mas ele é absolvido. Muda-se para Guaraíba, onde dirige as construções de uma fábrica, auxiliado por Décio, que vive com sua mãe paralítica, e Sônia, sua irmã de criação. Sônia se interessa por Marcos, mas Décio, que a ama platonicamente, teme que algo aconteça entre os dois. Marcos ainda vive atormentado pelas recordações de seu noivado com a esposa que assassinara. Um retrato da vida brasileira nos anos 1930, onde predominam a sensualidade, a repressão sexual e a violência urbana.

 

BRICS

O 4º Festival de Cinema do BRICS reúne produções e atividades voltadas para o cinema dos membros do grupo BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, com edições anuais intercaladas entre os cinco países.

Em 2019, o Brasil sedia o BRICS, e Niterói foi a cidade escolhida para acolher, entre os dias 23 de setembro e 9 de outubro, a quarta edição do festival. O evento é realizado pelo Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), com a cooperação da prefeitura de Niterói, apoio institucional da Ancine e patrocínio da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério da Cidadania.

A 4ª edição do Festival de Cinema do BRICS busca valorizar o passado, o presente e o futuro do cinema, com ações voltadas para a história cinematográfica dos países membros do bloco e para dar espaço para novos talentos do audiovisual. O evento conta com diversas atividades, cursos e mostras, todos abertos ao público. Além disso, a 4ª edição evidencia a importância da universidade pública na formação audiovisual no Brasil e a sua participação na produção e manutenção de acervos audiovisuais.

Nota de programa

Se Ganga Bruta (1933) marca o cinema nacional como um dos mais importantes filmes brasileiros de todos os tempos, para o jovem Radamés Gnattali (1906-1988) é o início de sua atividade como compositor de trilhas sonoras – nos 50 anos seguintes, escreveu música para mais de 35 filmes incluindo Rio 40 Graus (1955), O Homem do Sputnik (1959) e Eles Não Usam Black-tie (1981). Como o longa de Humberto Mauro surgiu na transição do cinema silencioso para o falado, a trilha essencialmente orquestral de Gnattali cumpre papel fundamental no desenrolar da trama, numa espécie de tradução musical da narrativa. Ao longo do filme, uma variedade de gêneros e estilos musicais caracterizam e conceituam personagens, sentimentos e locações. Como traço marcante da produção de Radamés Gnattali, sua fácil circulação entre a música de concerto e a música popular nos faz ouvir em Ganga Bruta seresta, maxixe, batuque, valsa, inserções de trechos da Abertura 1812 de Tchaikovsky além de canções românticas – incluindo Teus Olhos, Água Parada, concebida como leitmotiv do casal protagonista – e a marchinha de carnaval Ta-Hí, grande sucesso nos anos 1930 na voz de Carmen Miranda.

Radamés Gnattali

Radamés Gnattali nasceu em 1906, em Porto Alegre. Foi um compositor, arranjador, maestro, pianista e violista. Filho de dois apaixonados por música, recebeu aulas de piano dadas pela mãe, lições de violino com a prima, além da influência do pai que era músico. Se forma pianista pelo Instituto de Belas Artes de Porto Alegre aos 18 anos de idade.

Por 4 anos, toca Viola no quarteto de cordas Henrique Oswald. Em fins de 1920, se muda para o Rio de Janeiro, onde se torna integrante do quarteto Hotel Central. Em 1930, apresenta as suas primeiras composições, todas elas de repertório erudito. À música popular, ele apenas vai se aproximar em 1932, em virtude da necessidade financeira de subsistência. Muitos de seus trabalhos nessa época são realizados sob o pseudônimo Vero, em uma tentativa de encobrimento de seu repertório popular. Sua carreira cresce conectada à música popular. Seus arranjos se tornam muito cobiçados. Cria a Orquestra Carioca, primeira rádio dedicada exclusivamente à música brasileira. Em 1943, surge a Orquestra Brasileira de Radamés Gnattali, com a intenção de levar uma brasilidade maior às orquestrações. 

Após o fim das orquestras radiofônicas (pelo advento da televisão), seu trabalho retoma um foco maior novamente para a música erudita, além de ser maestro e arranjador em algumas TVs.

Em janeiro de 1983, recebeu um Prêmio Shell na categoria de música erudita. Um dos maiores responsáveis pela diluição das fronteiras entre erudito e popular no Brasil, ele morreu em 1988, no Rio de Janeiro, tendo composto em sua vida a trilha sonora de mais de 35 filmes. 

 

Thiago Santos – Regente convidado

Thiago Santos tem sido apontado como um dos mais promissores jovens regentes brasileiros da atualidade. Após atuar como maestro assistente da BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic, na Inglaterra (2014-2016), retornou ao Brasil e desde então tem dirigido regularmente diversas orquestras pelo país, dentre elas: a Sinfônica Nacional-UFF, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica de Sergipe e Sinfônica Jovem de Goiás.

Também trabalhou com a Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Porto Alegre e Sinfônica de São José dos Campos.

Por duas temporadas (2017 e 2018), foi maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba, sendo reconhecido por importante expansão artística do grupo e sua consolidação no cenário orquestral nacional. Foi o primeiro latino-americano contemplado com a bolsa de estudos Leverhulme Arts Scholar para o renomado programa de regência orquestral do Royal Northern College of Music, em Manchester (Inglaterra).

4 a 6 de outubro de 2019
Sexta | 19h, sábado e domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – Sexta: R$30,00 (inteira) e 15,00 (meia).
Sábado e domingo: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação etária: 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Projeto Vital para o Brasil

qui, 26/09/2019 - 15:33

Curadoria: Eduardo Monteiro

ALEJANDRO ALDANA violino    ÉRIKA RIBEIRO piano

LUDWIG VAN  BEETHOVEN (1870-1927)
Sonata para violino e piano n. 5 em Fá maior, op. 24, “Primavera”
Allegro
Adagio molto espressivo
Scherzo. Allegro molto – Trio
Rondo. Allegro ma non troppo

ROBERT  SCHUMANN (1810-1856)
Sonata para violino e piano n. 1, em lá menor, op. 105
Mit leidenschaftlichem Ausdruck
Allegretto
Lebhaft

MANUEL DE FALLA (1876-1946)
Sete canções populares Espanholas
El paño moruno
Seguidilla murciana
Asturiana
Jota
Nana
Canción
Polo

13 de outubro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Agatha e Gui Fleming + Luíza Boê

qui, 19/09/2019 - 15:08

Agatha e Gui Fleming

Agatha e Gui Fleming apresentam, em seu show, o repertório de dois discos. Uma conjunção do trabalho de dois artistas no processo de lançar seus respectivos álbuns pelo selo Porangareté, com produção de Rodrigo Garcia. Gui Fleming lançou o single Riscando o disco, em dezembro de 2018 – e o single A Bactéria, em fevereiro de 2019, lançado em conjunto com o single Sapatinho, de Agatha. Os dois discos foram gravados por intermédio do projeto LabSonica do Oi Futuro, com show de lançamento dos singles, realizado em fevereiro de 2019, também no Oi Futuro. Enfim, o show apresenta ao público o repertório dos álbuns de estreia de Agatha (Do lado de lá) e Gui Fleming (Bom maldito) que dividem palco e composições.

Gui Fleming nasceu em Niterói, cresceu em Taubaté, no interior de São Paulo. Em Rio das Ostras, formou-se em psicologia, ao mesmo tempo que começou a apresentar suas canções ao público. Fortemente inspirado pela vanguarda paulista, como Itamar Assumpção, e tropicalistas, como Caetano e Tom Zé, Gui Fleming se prepara para lançar Discando o Risco, seu primeiro álbum de canções autorais. Os dois primeiros singles, Riscando o disco e A Bactéria, já estão disponíveis em todas as plataformas de streaming. O álbum Bom Maldito tem lançamento marcado para o dia 11 de outubro de 2019, pelo selo Porangareté com apoio LabSonica/Oi Futuro e produção de Rodrigo Garcia.

Agatha é de Niterói e começou a cantar na região serrana do Rio de Janeiro. Com o pé no blues e no folk norte americano, ela atualmente prepara um disco em português com canções inéditas de Gui Fleming, Duda Brack, Chico Chico, Júlia Vargas, Liv Lagerblad e duas canções autorais. O primeiro single, Sapatinho, canção de Chico Chico, foi lançada dia 08 de fevereiro de 2019. O trabalho conta com a produção de Rodrigo Garcia. O álbum Do lado de lá será lançado no dia 11 de outubro pelo selo Porangareté com apoio LabSonica/Oi Futuro.

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Luíza Boê

Cantora e compositora, Luíza Boê (27) faz “música mágica brasileira”. Suas composições são auto-medicina poética para seus processos pessoais e abordam diferentes temas – para Luíza, compor é uma jornada de cura, é sobre transformar dor em dom, amor em arte, e esse é seu ofício enquanto artista.

Em 2017, participou da 2ª temporada do programa Lounge, no Canal BIS. Em 2018, lançou seu primeiro disco autoral, produzido por Hugo Noguchi, e despontou como um dos expoentes da nova MPB. Boê acaba de lançar seu novo EP Terramar, com produção de Alexandre Kassin e participação de alguns dos maiores instrumentistas do país. Ambos os lançamentos receberam destaque nas plataformas digitais, fazendo com que a artista fosse duas vezes capa da playlist “Novo Som”, do Spotify, e “Cocoon” esteve entre “As 50 mais virais”.

Luíza Boê nasceu no estado de Minas e cresceu em Vitória/ES, onde iniciou os estudos de dança aos cinco anos, de teclado aos oito, de canto popular aos 15 e de violão aos 17, quando nasceram suas primeiras composições.

Sobre o EP Terramar: O novo trabalho da cantora e compositora Luíza Boê celebra o que há de melhor na música brasileira – a mistura. Com produção de Kassin, em quatro faixas, Terramar traz o erudito de Jaques Morelenbaum, a guitarra de Fernando Catatau, a bateria de Domênico Lancellotti, a percussão mineira de Paulinho Santos (Uakti) e a guitarra paraense de Manoel Cordeiro, além de dueto com o cantor pernambucano Otto. Terramar é força criativa para falar da relação com o feminino, com a mãe, com o desejo – é cantar a própria cura. O EP foi lançado com destaque nas plataformas digitais, colocando a artista na capa das playlists Novo Som, do Spotify e Radar Brasilidades, do Deezer.

“Uma das coisas que me encantaram nas músicas da Luíza é que elas, de uma certa forma, parecem já existir por terem um ambiente mais tradicional. Isso é muito bom porque quando se ouve a primeira vez, você já está íntimo dessas músicas. Outra coisa interessante é que as composições dela dão muitas possibilidades para diferentes ambientes estéticos. Isso contribuiu para misturar essa turma com a sonoridade da Luíza e fez com que o resultado se tornasse algo memorável”, fala Alexandre Kassin.

26 de setembro de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)
Classificação: 16 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

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