Cinema na UFF - Centro de Artes

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Portal do Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense
Atualizado: 3 horas 31 minutos atrás

CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS

seg, 15/04/2019 - 17:39

Brasil, 2018, 114’, 12 anos
De João Salaviza e Renée Nader Messora
Com Henrique Ihjãc Krahô, Kôtô Krahô

Ihjãc é um jovem do povo Krahô, aldeia indígena localizada em Pedra Branca, no interior do Brasil. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da comunidade. Prêmio do Júri na mostra Um certo olhar, no Festival de Cannes 2018.

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BORDER

seg, 08/04/2019 - 17:14

Gräns, Suécia, 2018, 110’, 16 anos
De Ali Abbasi
Com Eva Melander, Eero Milonoff, Jörgen Thorsson

Tina é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” pelo olhar e pelo odor. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore, seu único suspeito não legitimado. Vencedor da mostra Um Certo Olhar / Cannes 2018 e do Festival de Los Angeles 2018, Efeitos Especiais no Prêmio do Cinema Europeu e indicado ao Oscar de Maquiagem.

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LOS SILENCIOS

seg, 08/04/2019 - 17:12

LOS SILENCIOS

Brasil/Fra/Col, 2018, 89’, 12 anos
De Beatriz Seigner, com Enrique Diaz, Marleyda Soto, Adolfo Savinvino

Amparo é mãe de dois filhos pequenos e está fugindo dos conflitos armados da Colômbia. Na tríplice fronteira do país com o Peru e o Brasil, ela e os meninos se abrigam em uma pequena ilha com casas de palafita no Rio Amazonas. No local, eles encontram o pai, que supostamente estava morto. Melhor Direção e Prêmio da Crítica no Festival de Brasília 2018 e Melhor Contribuição Artística no Festival de Havana 2018.

KAIRO (somente dia 12)

Brasil, 2018, 15’, 12 anos
De Fábio Rodrigo
Com Vaneza Oliveira, Pedro Guilherme, Samuel de Assis

Numa escola na periferia de São de Paulo, a assistente social Sônia precisa retirar o garoto Kairo, de nove anos, da sala de aula,  para ter uma conversa difícil.

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AYKA

seg, 08/04/2019 - 16:58

Ayka, Rus/Pol/Ale/Cas/Chi, 2018, 100’, 14 anos
De Sergey Dvortsevoy
Com Samal Yeslyamova, Zhipara Abdilaeva, Sergey Mazur

Ayka acabou de dar à luz. Ela foge do hospital e abandona a criança. Imigrante do Quirguistão que vive ilegalmente em Moscou, Ayka tem um subemprego em um abatedouro de frangos, agiotas a perseguem para pagar uma antiga dívida e ela divide um quarto em uma pensão lotada. A câmera acompanha Ayka pelas ruas geladas de Moscou em busca do filho, de conseguir dinheiro e de se manter viva após as complicações do pós-parto. Melhor Atriz em Cannes 2018.

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ACONTECEU NA QUARTA-FEIRA

seg, 08/04/2019 - 16:54

Brasil, 2018, 70’, classificação indicativa a definir
De Domingos Oliveira
Com Priscilla Rozenbaum, André Mattos, Ricardo Kosovski

Em uma realidade alternativa, o mundo como conhecemos é preenchido por dois tipos de pessoas: as normais e as suas cópias exatas. Para cada ser humano habitante na Terra, existe um outro que seja idêntico. Dentre os desafios que a situação envolve, o mais difícil de todos é justamente definir quem é a pessoa original e quem é a reprodução.

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BR 716

seg, 08/04/2019 - 16:50

Brasil, 2016, 89’, 14 anos
De Domingos Oliveira
Com Caio Blat, Sophie Charlotte, Maria Ribeiro

Na intensa boemia carioca nos anos 1960, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político nefasto – às vésperas do golpe de 64. Melhor Filme, Diretor, Atriz Coadjuvante (Glauce Guima) e Trilha Sonora no Festival de Gramado 2016.

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AS FILHAS DO FOGO

seg, 01/04/2019 - 18:10

as hijas del fuego, Argentina, 2018, 111’, 18 anos
De Albertina Carri
Com Cristina Banegas, Sofía Gala, Erica Rivas, Mijal Katzowicz, Carla Morales Ríos

Insatisfeitas com suas próprias vidas, três mulheres independentes de meia-idade se encontram por acaso, bem longe de suas casas, e começam a se relacionar de maneira poliamorosa. Quando percebem que estão livres daquilo que acreditam ser regras sociais possessivas, elas decidem formar um grupo cujo propósito é libertar outras mulheres que estejam passando pelos mesmos problemas. Prêmio de Melhor Filme Argentino no BAFICI 2018.

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TUBARÃO

seg, 01/04/2019 - 18:06

Jaws, EUA, 1975, 124’, 14 anos
De Steven Spielberg
Com Roy Scheider, Robert Shaw, Richard Dreyfuss

Quando um tubarão assassino promove o caos em uma praia da pequena cidade de Amity, o xerife local pede ajuda a um ictiologista e a um pescador veterano para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam. Oscar de Trilha Sonora Original, Montagem e Som.

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A MULA

seg, 01/04/2019 - 18:04

The mule, EUA, 2018, 116’, 16 anos
De Clint Eastwood
Com Clint Eastwood, Bradley Cooper, Laurence Fishburne

Earl Stone é um homem de 80 anos que está falido, sozinho e enfrentando o fim de seus negócios. Nesse momento delicado, lhe oferecem um emprego cuja única responsabilidade é dirigir. Sem perceber, e pensando ser um trabalho fácil, Earl acaba se tornando uma “mula” responsável pelo transporte de drogas para um cartel mexicano.

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FILMAMBIENTE 2019

qua, 27/03/2019 - 11:17
 5 de abril, sexta-feira

Amazonia, O despertar da Florestania
De Christiane Torloni e Miguel Przewodowski, 111 min, Brasil, 2018.  

O filme aborda como o meio ambiente vem sendo tratado, através do depoimento de históricos e representantes de diferentes segmentos. Exibição seguida de debate com os diretores.

 6 de abril, sábado

O Jabuti e a Anta
De Eliza Capai, 71 min, Brasil, 2016.

Uma viagem até as gigantescas represas construídas nos rios Xingu, Tapajós e Ene, na floresta Amazônica, para entender por que reservatórios no sudeste estão vazios.

 7 de abril, domingo  

Exibição de curtas em animação:

• Aquário (Aquarium) direção de Diego L Yánez Guzman, 4,3 min, Argentina ,2016. Os impactos das intervenções humanas na vida dos oceanos e como estes ecossistemas sobrevivem a tantos ataques.

• Água que Cai |(When it Rains) direção de Nick Iannaco, 2,5 min, EUA, 2016. Uma gotinha de chuva está determinada a fazer a água chegar numa flor protegida da chuva.

• Círculo Completo (Full Circle) direção de Tiffany Lin, 1,53 min, Canadá, 2015. O filme acompanha a jornada de uma sacola plástica, da beira da praia até o mar aberto.

• Copo D’ Água (Cup of Water) – direção de Manish Gupta, 2,47 min, Índia, 2017. No caminho para a escola, um menino aprende como às vezes é difícil ter acesso à água.

• KONAGXEKA – O Dilúvio Maxakali ( The Maxakali flood) – direção de Isael Maxakali e Charles Bicalho, 13 min, Brasil, 2016. Um filme indígena, feito pelos Maxakali, tribo localizada no município de Ladainha, em Minas Gerais. Falado em Maxakali, narra o mito do diluvio, com ilustrações feitas por eles.

• O caçador de Árvores Gigantes (The Hunter of Giant Trees) – direção de Antonio Pereira, 11 min, Brasil, 2016. Um menino brincando no quintal de casa descobre um baú enterrado revelando um segredo e, com a ajuda de seu amigo – raposa devoradora de insetos – vai caçar as árvores gigantes, que ele acredita estarem presas no céu.

• Primavera, verão, outono, inverno… e primavera (Spring, Summer, Autumn, Winter …. and Spring) – direção de Hamza Uysal, 7,04 min, Turquia, 2018. A árvore solitária está prestes a perder as esperanças na guerra do homem contra a natureza. 

• Segredos do Rio Grande – 5,41 min, Brasil, 2018. Brisa é aventureira, Dudu é medroso. Os dois peixinhos decidem buscar tesouros e descobrir os segredos do Rio Grande, numa jornada cheia de encontros inesperados.

• Socorro (Eau secours)direção de Herrygers Nagege, 3,12 min, França, 2017. A importância de economizar água.

• Tartaruguinha ( Small turtles / Chiripajas)  – direção de Jaume Quiles e Olga Poliektova, 1,55 min, Espanha, 2016. Uma tartaruguinha enfrenta perigos para chegar ao mar e reunir-se com a família.

• Viva a Água ( Save water)direção de Mustapha Benghernaout, 1 min, Algéria, 2016. A importância de usar água com sabedoria e sem desperdício.

• Offhand – direção de Nicolas de Oliveira, 1,36 min, França, 2017. As consequências das ações humanas sobre o meio ambiente e na vida dos outros animais que habitam o planeta.

 8 de abril, segunda-feira

Baía Urbana
De Ricardo Gomes, 70min, Brasil, 2017.

A vida marinha na baia de Guanabara, com imagens inéditas de golfinhos, tartarugas, corais, esponjas e mais de 50 espécies de peixes que sobrevivem nestas águas poluídas. Haverá debate com o diretor ao final da sessão.

 9 de abril, terça-feira  

Rio Sagrado (Des)sacralizado
De Peter McBride and Jake Norton, 60 min, USA, 2016.

Uma viagem por um dos rios mais venerados e aviltados do mundo, o Ganges, que é ao mesmo tempo fonte de vida e inspiração, bem como morte, poluição e tragédia.

 10 de abril, quarta-feira  

Exibição de curtas e médias:

• Exilia (Exile)– direção de Renata Claus, 23,36 min, Brasil, 2015. Duas senhores da ilha de Tatuoca se visitam e comentam como estão sendo deslocadas pela subida das marés e das mudanças climáticas.

• Esperas D’água(Waiting Water) – direção de Dêniston Diamantino, 1,35 min, Brasil, 2017. Uma poesia visual sobre a vital importância da água para os animais silvestres, os ciclos da água na natureza e como ela dá vida a tudo.

• Povo da Seca (People of Drought) – direção de Lior Sperandeo, 3,04 min, França, 2016. Estatísticas mostram que água poluída causa mais mortes que as guerras. Hoje em dia, mesmo com todo o conhecimento disponível, milhões de pessoas continuam sem nenhum acesso à água potável. Esse fardo recai, principalmente, sobre mulheres e crianças que passam os dias viajando longas horas em busca de sua única opção: água contaminada. Isso afeta não só sua saúde, como também suas oportunidades de ter educação e uma profissão, perpetuando um círculo vicioso de pobreza.

• Guerreiros da água (Water Warriors) – direção de Michael Premo, 21,31 min, Canadá e USA, 2016. Resistindo contra a indústria de gás natural. Quando uma companhia de energia começa a procurar por gás natural em New Brunswick, Canadá, indígenas e brancos se unem para expulsar a empresa numa campanha para proteger sua água e estilos de vida.

• O Complexo (The Complex) – direção de Thiago Foresti, 26 min, Brasil, 2016. Construído sobre solo sagrado indígena, o complexo hidroelétrico Teles Pires resulta em impactos ambientais na bacia do Alto Tapajós, localizada nos estados do Pará e Mato Grosso. O filme revela os vícios de licenciamento, estudos ambientais e compensação das obras mais caras do Brasil.

• Os fabricantes de chuva de Nganyi (The Rain makers of Nganyi) – direção de Steve McDonald, 8,33 min, África do Sul, 2017. Como os fazedores de chuva de Nganyi, no Quênia, estão enfrentando as mudanças climáticas? E como isto está afetando suas vidas e seu ganha-pão.

• Terraform (Terraform) – direção de Sil Van Der Woerd e Jorik Dozy, 5,06 min, Reino Unido, 2017. A verdade sobre os sacrifícios e dificuldades que os mineiros de enxofre do Kawahljen, na Indonésia passam para sustentar suas famílias.

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A FÁBRICA DE NADA

seg, 25/03/2019 - 17:41

Portugal, 2017, 177´, 14 anos
De Pedro Pinho

Uma noite, os trabalhadores de uma fábrica de elevadores em Portugal veem as máquinas serem colocadas em furgões e levadas. Sem conseguirem impedir a ação, eles questionam os patrões, e descobrem que os equipamentos estão sendo transportados para fábricas mais baratas. A intenção é fechar o local, deixando dezenas de trabalhadores desempregados. Começa a luta do grupo para manter seus empregos, sua dignidade e questionar o sistema que permite que essa situação aconteça. Prêmio da Crítica no Festival de Cannes 2017.

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EXCELENTÍSSIMOS

seg, 25/03/2019 - 17:39

Brasil, 2018, 152´, Livre
De Douglas Duarte

Um registro dos fatos, personagens e articulações por trás da maior crise política do país desde a redemocratização. Gravado dentro do Congresso ao longo dos meses em que corria o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o filme é um retrato da democracia brasileira em um momento frágil de polarização política.

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ESTAÇÃO DO DIABO

seg, 25/03/2019 - 17:37

Ang panahon ng halimaw, Filipinas, 2018, 3h54´, 12 anos
De Lav Diaz
Com Piolo Pascual, Shaina Magdayao, Bituin Escalante

No final dos anos 70, uma gangue de policiais controlada por militares aterroriza uma remota aldeia nas Filipinas. O terror infligido pelos milicianos aos cidadãos não é apenas corporal, mas também altamente psicológico. As pessoas são constantemente alimentadas com histórias sobre o líder da aldeia. Algumas almas lutam, recusando-se a desistir. O poeta, professor e ativista Hugo Haniway procura desesperadamente descobrir a verdade sobre o desaparecimento de sua esposa. O filme é uma história de amor passada no período mais sombrio da história das Filipinas: a ditadura de Ferdinando Marcos. Uma ópera rock filipina com música e letras de Lav Diaz.

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UM ELEFANTE SENTADO QUIETO

seg, 25/03/2019 - 17:33

Da xiang xi di er zuo, China, 2018, 3h54´, 14 anos
De Hu Bo
Com Yuchang Peng, Yu Zhang, Uvin Wang, Congxi Li

Sob o céu escuro de uma pequena cidade no norte da China, o individualismo marca várias histórias paralelas. Wei Bu, um garoto de dezesseis anos, se envolve numa briga na escola, que provoca o acidente de um colega, filho de uma família poderosa. Logo, ele precisa descobrir um meio de fugir. A melhor amiga dele está em apuros após o vazamento de um vídeo íntimo envolvendo o vice-diretor da escola. O avô de Wei Bu mora com a filha, mas sofre pressão para abandonar o seu próprio apartamento e se mudar para um asilo, deixando mais espaço aos outros moradores. Yu Cheng dorme com a esposa de seu melhor amigo, mas o caso é descoberto. À medida que as histórias se cruzam em um único dia, eles ouvem falar que na cidade vizinha de Manzhouli haveria um elefante sentado, imóvel, por algum motivo misterioso. Prêmio da Crítica na mostra Forum, no Festival de Berlim 2018.

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ELEGIA DE UM CRIME

seg, 25/03/2019 - 17:21

Brasil, 2018, 92’, 14 anos
De Cristiano Burlan

Em fevereiro de 2011, a mãe do diretor Cristiano Burlan foi assassinada em Uberlândia pelo parceiro. Isabel Burlan da Silva teve sua trajetória marcada pela violência e pela pobreza, assim como todo o resto da família. Este é o terceiro filme da série “Trilogia do Luto”, os anteriores abordavam a morte do pai e do irmão de Burlan. Diante da impunidade, o documentário mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel.

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LEMBRO MAIS DOS CORVOS

seg, 25/03/2019 - 17:18

Brasil, 2018, 82’, 14 anos
De Gustavo Vinagre
Com Julia Katharine

Mistura de documentário, ficção e improviso, o filme atravessa uma madrugada de insônia através de histórias contadas pela atriz Julia Katharine. Troféu Helena Ignez para Julia Katharine na Mostra de Cinema de Tiradentes 2018, Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa – 15º IndieLisboa, Prêmio Joris Ivens Melhor Filme e Prêmio do Júri Jovem de Melhor Filme no 40th Cinéma du Reel.

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Cineclube Quase Catálogo – Curta + Longa

seg, 25/03/2019 - 16:54

Resistência das mulheres em tempos autoritários
Exibição seguida de debate com Joana D’Arc Fernandes Ferraz (professora do Departamento de Sociologia da UFF e membro da diretoria colegiada do grupo Tortura Nunca Mais RJ) e Isadora Godoi (formada em Cinema e Audiovisual pela UFF e integrante da coletiva Elekô)
Entrada franca, 10 anos

 

MAR DE ELAS
Brasil, 2018, 10’
Do Coletivo Mar de Elas
Um Manifesto Audiovisual de despedida, de celebração à vida, um filme saudando a política que nos representa.

 

  MEMÓRIA PARA USO DIÁRIO
Brasil, 2007, 74’
De Beth Formaggini
O filme documenta a luta do grupo Tortura Nunca Mais a partir de pessoas comuns que, apesar das memórias traumáticas, fazem questão de lembrar e de fazer com que suas histórias não sejam esquecidas.
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ARPILLERAS: ATINGIDAS POR BARRAGENS BORDANDO A RESISTÊNCIA

seg, 25/03/2019 - 16:46

Brasil, 2017, 97’, 10 anos
De Adriane Canan

O filme conta a história de dez mulheres atingidas por barragens nas cinco regiões do Brasil. Através de uma técnica de bordado que surgiu no Chile, durante a ditadura militar, costuraram seus relatos de dor, luta e superação frente às violações sofridas em suas vidas cotidianas. A costura, que sempre foi visto como tarefa do lar, transformou-se numa ferramenta poderosa de resistência, de denúncia e empoderamento feminino. Através deste “fio” condutor, cada mulher bordou sua história, singular e coletiva, na respectiva região do mapa do Brasil. No final das filmagens, formou-se um mosaico multifacetado de relatos de dor e superação. Estes bordados, que segundo Violeta Parra, “são canções que se pintam”, trazem ao público uma reflexão do que é ser mulher atingida. Se lá, no Chile, é seguir procurando suas memórias espalhadas como grãos de areia no deserto, aqui é buscar no fundo dos rios suas vidas alagadas.

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SE A RUA BEALE FALASSE

ter, 19/03/2019 - 11:09

If Beale Street could talk, EUA, 2018, 119’, 10 anos
De Barry Jenkins
Com Kiki Layne, Stephen James, Regina King, Colman Domingo

Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha o romance de Tish e Foony, dois jovens negros do Harlem. Grávida, Tish e sua família lutam para livrar Fonny de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas, e ainda precisam enfrentar o conservadorismo da família do marido. Melhor Filme, Direção e Atriz Coadjuvante (Regina King) no Independent Spirit Awards. Regina King ganhou também o Oscar, o Globo de Ouro e dezenas de prêmios da crítica americana.

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MARIA CALLAS – EM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS

ter, 19/03/2019 - 11:06

Maria by Callas, França, 2017, 119’, Livre
De Tom Volf 

Maria Callas nasceu na cidade de Nova York em 1923, numa família de imigrantes gregos. Incentivada pela mãe a desenvolver dotes artísticos desde cedo, teve aulas de canto lírico com Elvira Hidalgo no Conservatório de Atenas e não tardou a ser reconhecida internacionalmente como a melhor cantora de ópera de todos os tempos. Através de entrevistas, imagens raras de arquivo, filmagens pessoais e cartas íntimas, a vida e a carreira da artista são reconstituídas.

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