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Atualizado: 1 hora 53 minutos atrás

Música Antiga da UFF

qua, 14/08/2019 - 09:56

TRECENTO

A música italiana no século XIV

TRECENTO é o título do novo programa do Música Antiga da UFF que promete visitar a Península Itálica (Itália) no século XIV. O programa reúne danças instrumentais da Idade Média encontradas num manuscrito italiano do século XIV da Biblioteca Britânica que contêm 15 danças monofônicas como várias Stampittas, um Trotto, quatro Saltarellos, um Lamento di Tristano e outra dança intitulada La Manfredina. Estes são os únicos exemplos conhecidos de música de dança instrumental medieval italiana

Um outro importante manuscrito desse período é o Codex Rossi, um documento musical do século XIV preservado em duas partes, uma no Vaticano e outra na cidade de Ostiglia. O codex contém 37 peças seculares incluindo madrigais, cacce e ballate monofônicas. Durante muito tempo foi considerado a mais antiga fonte de música italiana do século XIV. Sendo as músicas todas anônimas, dois compositores foram identificados a partir de semelhanças de peças com atribuições em outras fontes posteriores, são eles Maestro Piero e Giovanni da Cascia.

Ainda desse mesmo período o grupo apresentará canções de Francesco Landini ou Landino (c.1325 – 1397), organista, cantor, poeta e construtor de órgãos italiano, um dos mais venerados compositores da segunda metade do século XIV e o mais importante da “Itália” em sua época.

Programa

Codex Rossi séc. XIV – Pianze la bella Iguana

Anônimo séc. XIV –  Saltarello

Codex Rossi séc. XIV – Che ti zova nascondere (balatta)

Francesco Landini (c. 1325-1397) – Ecco la Primavera

Anônimo séc. XIV – Lamento di Tristano

Codex Rossi séc. XIV – Amor mi far cantar a la francesca

Anônimo séc. XIV – Salterello

Codex Rossi séc. XIV – Lucente Stella (balatta)

Anônimo séc. XIV – Istanpitta Ghaetta

Codex Rossi séc. XIV- Per tropo fede

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

CONVIDADOS: Sonia Wegenast e Rique Meireles.

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Semana de Mostras no Cine Arte UFF

seg, 12/08/2019 - 14:20

A semana é marcada por uma série de eventos e sessões especiais. Teremos a mostra FIFH Cinema sem Diferenças, sessão do projeto Cinemas em Rede, a 4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização, com filmes de alunos do curso de Cinema da UFF, mini-mostra com filmes de Kleber Mendonça Filho, precedendo o lançamento de Bacurau, e sessão do PPGCINE – Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da UFF.

15 a 18, quinta a domingo
Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca
veja a programação da mostra

 

Dia 16, sexta, 15h
4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização – 12 anos – Entrada franca
veja a programação da mostra

 

19 e 20, segunda e terça
Mostra Kleber Mendonça Filho
veja a programação da mostra

Dia 15 quinta

14h

Sessão de Curtas | Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca

Sessão com Audiodescrição – Exibição seguida de debate

16h40

ROCKETMAN
veja mais

19h

A PARTE DO MUNDO QUE ME PERTENCE – Cinemas em Rede – Entrada franca
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Dia 16 sexta

15h

4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização – Entrada franca

19h

Abertura oficial da Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Sessão com Audiodescrição

Dia 17 sábado

15h

SOBRE RODAS
veja mais

16h50

VERMELHO SOL
veja mais

19h

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Exibição seguida de debate – Entrada franca

Dia 18 domingo

14h30

SOBRE RODAS
veja mais

16h10

ROCKETMAN
veja mais

18h30

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Roda de conversa – Entrada franca

19h30

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca

Dia 19 segunda

14h20

SOBRE RODAS
veja mais

16h

VERMELHO SOL
veja mais

18h10

CRÍTICO (mostra Kleber Mendonça Filho)

20h

O SOM AO REDOR (mostra Kleber Mendonça Filho)

Dia 20 terça

14h

SOBRE RODAS
veja mais

15h40

ROCKETMAN
veja mais

18h

SESSÃO DE CURTAS (mostra Kleber Mendonça Filho) – Entrada franca

20h30

AQUARIUS (mostra Kleber Mendonça Filho)

Dia 21 quarta

15h

SOBRE RODAS
veja mais

16h50

VERMELHO SOL
veja mais

19h

DESVIO | Sessão do PPGCINE – Exibição seguida de debate – Entrada franca
veja mais

 

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DESVIO

seg, 12/08/2019 - 12:26

Brasil, 2019, 95’, 14 anos
De Arthur Lins
Com Daniel Porpino, Annie Chrissel

Pedro recebe o direito de uma saída temporária da cadeia para visitar a sua família que mora em Patos, interior da Paraíba. Nesse curto tempo ele irá confrontar seus antigos fantasmas e planejar os novos rumos de sua vida, enquanto descobre em Pâmela, uma prima adolescente, a mesma chama que queimava em seu peito.

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SOBRE RODAS

seg, 12/08/2019 - 12:07

Brasil, 2017, 77´, Livre
De Mauro D’Addio
Com Lara Boldorini, Cauã Martins, Georgina Castro

Lucas é um menino que chega a uma nova escola depois de sofrer um acidente que o colocou em uma cadeira de rodas. Lá, ele se torna amigo de Laís, uma colega de classe que sonha em conhecer o pai que a abandonou. Juntos, os dois iniciam uma jornada inesperada e decidem fugir de casa quando a jovem descobre o possível paradeiro do pai. Melhor Filme da Mostra Geração no Festival do Rio 2017, Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema Infantil de Chicago e Melhor Filme pelo público no TIFF Kids do Canadá.

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A PARTE DO MUNDO QUE ME PERTENCE

seg, 12/08/2019 - 11:58

Brasil, 2017, 84´, 14 anos
De Marcos Pimentel

Pelas ruas de Belo Horizonte, o cineasta mineiro Marcos Pimentel só tem um objetivo: descobrir quais são os sonhos das pessoas que passam por ele. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Melhor Filme na mostra Novos Rumos no Festival do Rio de Janeiro 2017.

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Mostra Kleber Mendonça Filho

seg, 12/08/2019 - 11:33

Próximo do lançamento de Bacurau, o Cine Arte UFF homenageia Kleber Mendonça Filho, um dos diretores mais importantes da atualidade e, sem dúvidas, o mais catártico cineasta brasileiro dos últimos tempos. A mostra contempla quase toda a filmografia de Kleber, exibindo desde seus curtas realizados a partir do final da década de noventa, até seu penúltimo longa. Os curtas, onde o realizador experimenta gêneros como ficção científica, fantasia e mocumentário, receberam diversos prêmios nos festivais mais importantes do Brasil. Em seus longas Crítico, O som ao redor e Aquarius, também premiados nacional e internacionalmente, tendo o último concorrido pela Palma de Ouro em Cannes, Kleber costura temas como espaço, memória e resistência, sempre com muito domínio da arte de fazer cinema, proporcionando imagens potentes sobre cenários sociais e políticos brasileiros.

 Dia 19 | 18h10 – Ingressos a R$ 5  

CRÍTICO
Brasil, 2008, 76’, 12 anos
De Kléber Mendonça Filho

O filme Crítico é a primeira experiência em longa-metragem do cineasta Kleber Mendonça Filho. Neste documentário, cerca de setenta críticos e cineastas, entrevistados no Brasil e no exterior, discutem o cinema a partir do conflito que existe entre o artista e o observador, o criador e o crítico.

 

 

 

 

 Dia 19 | 20h – Ingressos a R$ 5

 

 

 

 

 

 

 

 

O SOM AO REDOR
Brasil, 2012, 131’, 16 anos
De Kléber Mendonça Filho
Com Irandhir Santos, Gustavo Jahn, Maeve Jinkings

A vida numa rua de classe-média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz da segurança particular. A presença desses homens traz tranquilidade para alguns e tensão para outros, numa comunidade que parece temer muita coisa. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho. Prêmio da Crítica, Prêmio do Júri Popular e Melhor Desenho de Som no Festival de Gramado 2012, Melhor Filme e Roteiro no Festival do Rio 2012, Melhor Filme na Mostra de São Paulo 2012 e outros 25 prêmios nacionais e internacionais.

Dia 20 | 18h10

SESSÃO DE CURTAS – Entrada franca – 133’, 14 anos
A sessão traz cinco curtas de Kleber e um de Juliano Dornelles, seu parceiro na direção de Bacurau.

 

ENJAULADO
Brasil, 1997, 33’
De Kleber Mendonça Filho, com Charles Hodges

Após sofrer um trauma urbano, um homem morador de um apartamento suburbano de segurança máxima começa a enlouquecer. Cercado de medo e paranóia, ele se torna prisioneiro do seu próprio mundo.

VINIL VERDE
Brasil, 2005, 17’
De Kleber Mendonça Filho, com Verônica Alves, Gabriela Souza, Ivan Soares

Uma mãe dá de presente para sua filha uma caixa cheia de velhos disquinhos coloridos. A menina pode ouvi-los, exceto o vinil verde. Prêmio da Crítica, Melhor Direção, Montagem e Som no Festival de Brasília 2004 e Melhor Curta 35mm, Prêmio da Crítica e Melhor Edição de Som no Cine PE 2005.

ELETRODOMÉSTICA
Brasil, 2005, 22’
De Kleber Mendonça Filho, com Magdale Alves, Pedro Bandeira, Gabriela Souza

Classe média, anos 90, 220 Volts. Melhor Atriz, Prêmio da Crítica e do Júri Popular no Cine PE 2006.

NOITE DE SEXTA, MANHÃ DE SÁBADO
Brasil, 2007, 15’
De Kleber Mendonça Filho, com Bohdana Smyrnova, Pedro Sotero

Homem encontra mulher. Os dois conversam e tentam se conectar através de uma ligação. Prêmio da Crítica e Melhor Atriz no Festival de Brasília 2006.

MENS SANA IN CORPORE SANO
Brasil, 2011, 22’
De Juliano Dornelles, com Flávio Danilo

Garra, disciplina, tenacidade, força física e obediência; Estes são os tesouros guardados para que tenhamos uma vida mais plena e saudável. O seu corpo agradece! 

RECIFE FRIO
Brasil, 2009, 24’, Livre
De Kleber Mendonça Filho, com Lia de Itamaracá, Rodrigo Riszla, Andrés Schaffer

A cidade brasileira de Recife, que já foi tropical, agora é fria, chuvosa e triste, depois de passar por uma desconhecida mudança climática. Melhor Curta de Ficção no GPCB 2011, Melhor Direção, Roteiro e Direção de Arte de Curta 35mm no Cine PE 2010 e Melhor Filme, Direção e Roteiro no Festival de Brasília 2009.

Dia 20 | 20h – Ingressos a R$ 5  

AQUARIUS
Brasil/França, 2016, 141’, 16 anos
De Kleber Mendonça Filho
Com Sonia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão

Clara mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento. Melhor Atriz e Diretor nos Prêmios Fénix 2016, Melhor Filme no Festival de Sydney 2016, no Festival World Cinema Amsterdam, no Festival de Transatlantyk, Polônia, e no Festival de Cartagena 2017, Prêmio da Crítica e Melhor Atriz no Festival de Havana 2016 e Melhor Atriz nos Prêmios Platino de Cinema Ibero-americano 2017.

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4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização

sex, 09/08/2019 - 19:06

4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização – 157’ – 12 anos – Entrada franca
Exibição seguida de debate com os realizadores

 

 

BROTO
Brasil, 2018, 20’
De Antonio Teicher, com Gisele Lisbôa, Thais D’Castro, Guilherme Bianco, Rollo, Sandra Incutto

A jovem Clementina acaba de conseguir um emprego como secretária. Ar condicionado, clientes, tesouras, apontadores, crachás. Sua nova colega, Marilene, parece inquieta com a chegada dela. Será que isso tem a ver com as plantas que nascem no chão da empresa?

 

 

 

 

 

 

CÉREBRO DE CORDA
Brasil, 2018, 12’32”
De Thays Pantuza, com Raphael Pompeu, Rebeca Capece

Flora sofreu um acidente de carro. Nada está claro: o que é alucinação e o que é memória se confundem com o presente. O tempo não para — sozinha, perdida na estrada, sons e imagens estão misturados com todo o cansaço e dor física e, então, ela se vê em um lugar desconhecido. Ignorante da própria fragilidade, Flora só espera poder encontrar Tomás outra vez e ter uma segunda chance. 

 

 

 

 

ABATE
Brasil, 2018, 15’21”
De Lucas Vinzon, com Isis Mendes, Isabela Molisani, Francisco Rocha, Wagner Barros, Heinz Prellwitz, Alice Maria Paiva, Fabrício, Cristina Moretti

Isabel recebe a notícia de que a fazenda de seu avô Ismael, seu lugar de afeto durante a infância, foi vendida pelos pais sem que ela soubesse. Impulsionada por suas memórias veladas, pega o carro da mãe na madrugada e dirige até a fazenda em uma tentativa de reparar o passado.

 

 

 

 

 

TRANSCENDÊNCIA 17
Brasil, 2018, 22’
De Eduardo de Sá, com Fábio Pereira, Thiago Sol, André Sanaibre, Withe Vianna, Elson

Uma alma que sai do interior de uma tela antiga, pintada na parede de uma igreja, e viaja sobrevoando a região, visitando elementos representativos do passado: o negro, o branco, o índio, as ordens religiosas, as influências políticas e culturais, e a relação desse passado com o presente.

 

 

 

 

 

 

A MULHER DE ARGILA
Brasil, 2018, 19’
De Paula Mermelstein, com Gabriela Coelho

Entre sonhos e idas à praia, uma mulher faz bonecos de argila.

 

 

SUR
Brasil, 2018, 23′
De Marina Gurgel

Estrangeira em um país vizinho ao seu, a realizadora registra seus conflitos e os movimentos da cidade, dando-se conta da fluidez dos territórios e identidades.

 

 

 

 

 

 

 

MYSHA
Brasil, 2018, 5’
De Constantin de Tugny

Joana é convidada por Mysha para um jantar, mas não sabe o que o rato planeja para o prato principal.

 

 

 

 

 

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Mostra FIFH – Cinema sem Diferenças

sex, 09/08/2019 - 16:37

Um cinema em que todos são iguais, sem diferenças. Esta é a proposta da “Mostra FIFH – Cinema sem Diferenças”, que conta com uma programação internacional de filmes que envolvem pessoas com deficiência, tanto na temática quanto na equipe. O evento é chancelado pelo Festival International du Film sur le Handicap (FIFH), que acontece na cidade de Lyon, no Sul da França. Esta será a primeira vez que o Festival terá uma mostra exclusiva no Brasil: as sessões acontecem de 15 a 19 de agosto, no Cine Arte UFF e na Câmara de Vereadores de Niterói, todas com entrada gratuita.

A mostra integra o 1° Seminário de Acessibilidade Cultural, que ocupará os espaços do Teatro, Cinema e a Sala InterArtes (no IACS – Instituto de Artes e Comunicação Social).

Dia 15, quinta-feira

14h | Sessão de curtas – 42’ – 10 anos – Sessão com Audiodescrição
Exibição seguida de debate com Jules Thenier e Flavia Vargas

 

ANNA
Anna, Nova Zelândia, 2015, 9’
De Harriett Maire, com Geneva Norman

O filme segue as ações e interações de Anna, uma jovem sob o espectro do autismo, e o que acontece quando seu cotidiano é inesperadamente interrompido. Anna gosta de seguir uma rotina rigorosa e sua condição é facilitada por sua capacidade de controlar os pequenos detalhes de seu dia, o que lhe dá uma sensação de regularidade. Melhor Atuação no Festival de Cinema Feminino Independente de 2016.

 

QUESTÃO DE PONTO DE VISTA
Ansichtssache, Alemanha, 2017, 5’
De Alexander Ullmann, com Anne Müller e Claudia Rippe

Tamara entra no brechó de Netta, que se fascina por ela, pela forma como Tamara desliza suas mãos entre as roupas expostas.

 

VAI, JUST
Just go!, Letônia, 2017, 6’
De Pavel Gumennikov, com Aleksandrs Ronis, Jana Herbsta, Toms Veličko, Sergejs Fjodorovs

Just e sua amiga acabam de se encontrar, conversam afetuosamente, quando de repente a conversa é interrompida por dois ladrões. Inspirada na história real de um garoto que nunca desiste.

 

O ELEFANTE E O HOMEM CEGO
The elephant and the blind men, Portugal/Índia, 2017, 4’
De Claudia Alves, com Alexandre Correia, Percival Noronha, Rafael Viegas

Um grupo de cegos tateia um elefante para saber o que é. Cada um sente uma parte e as descrições não batem. É também o que acontece quando um viajante europeu decide descobrir a Índia.

 

 

NAPOLEÃO
Napoléon, França, 2016, 3’
De Maxime Potherat e Jules Thenier, com Adda Abdelli, Alexandre Philip

E se atrás de cada evento da Grande História, cada episódio da mitologia, esconde-se um personagem com deficiência, cujo papel fosse apagado deliberadamente?

 

 

DE PONTA CABEÇA
Downside up, Bélgica, 2016, 15’
De Peter Ghesquiere

Num mundo onde todos são parecidos, Eric, um menino diferente, acaba de nascer.

Dia 16, sexta-feira

19h | Abertura oficial – Curtas + Longa – 110’ – 10 anos

 

DOIS PÉS ESQUERDOS
Due piedi sinistri, Itália, 2015, 6’
De Isabella Salvetti, com Maria Elena Schiorlin, Gabriele Sgrignuoli

Em um bairro de Roma, Mirko joga futebol, enquanto Luana espera seu pai. Um garoto e uma garota parecidos e diferentes. Melhor Curta no Globo de Ouro 2015.

 

 

VAYSHA, A CEGA
Vaysha, l’aveugle, Canadá, 2016, 7’
De Theodore Ushev

Vaysha não é uma menina como as outras, ela nasceu com um olho verde e um marrom. Seus olhos bicolores não são a única característica de seu olhar.

 

 

SER O QUE SE É
Brasil, 2018, 7’
De Marcela Lordy, com Martha Nowill, Anana Oliveira, Clarice Niskier

A relação da mulher com o corpo através do tempo. Um curta livremente inspirado na carta da espanhola Jessica Goméz, que viralizou no verão europeu em 2016.

 

 

VAI OU RACHA
Marche ou crève, França, 2018, 90’
De Margaux Bonhomme, com Diane Rouxel, Jeanne Cohendy

É inspirado na história real entre a diretora Margaux Bonhomme e sua irmã. Elisa quer viver o melhor verão de sua vida, curtindo a vida e o momento, mas aos 17 anos, ela só conhece obrigações. Sua mãe sai de casa e ela deve ficar com o pai cuidando de sua irmã com deficiência. Uma responsabilidade cada vez mais complicada, que faz com que ela oscile entre o amor e o ódio. Prêmio de Melhor Ficção no Festival Internacional de Cinema sobre Deficiência 2019.

 

Dia 17, sábado

19h | Curta + longa – 82’ – livre – Sessão com acessibilidade: janela de libras e LSE
Exibição seguida de debate com Manoela Meyer e João Carvalho

 

SOLARES
Brasil, 2018, 6’
De Manoela Meyer

O encontro da imaginação e sensibilidade de duas mulheres cegas que registram em fotografias seus interesses, sonhos e maneiras de se relacionar com o mundo. Melhor Curta Documentário no Festival Internacional de Cinema sobre Deficiência 2019.

 

DIÁRIOS DE CANAL
Brasil, 2016, 76’
De Felipe Kowalczuk, com Marcelo Collet

O documentário acompanha a travessia do paratleta Marcelo Collet no Canal da Mancha, considerado um dos trajetos mais desafiadores da natação. Collet se tornou atleta do Paratriathlon após um grave acidente em Salvador durante um treino do ciclismo, que o fez perder parte dos movimentos de uma das pernas. Apesar da tragédia, o jovem conseguiu impulsionar sua carreira no esporte e hoje coleciona diversas conquistas.

Dia 18, domingo

19h30 | Curtas + média – 63’ – 12 anos

 

EDUARDO MÃOS FIXAS
Eduardo manos fijas, Espanha, 2017, 3’
De Jim Sorribas Soler

Uma história de amor entre dois playmobils.

 

BLINDLY DANCING
Blindly dancing, Itália, 2017, 8’
De Fabio Palmieri, com Elena Travaini, Anthony Carollo

Você não precisa de olhos para dançar. Um documentário que segue a história de Elena Travaini e o método que ela inventou para nutrir sua forte paixão pela dança além dos limites, devido ao câncer de retina com o qual ela vive desde o nascimento e que a deixou quase cega.

 

 

DEIXE-ME AMAR
Laissez-moi aimer, França, 2019, 52’
De Stéphanie Pillonca

Eles ensaiam, se enlaçam, se amam. Aurore, Pierre e Thomas têm deficiências diferentes. Estimulados por uma incrível energia de vida, eles vão se reapropriar de seus corpos através da dança integrada, guiada por jovens dançarinos talentosos. No decorrer das coreografias, eles contam sua vida sentimental e seu cotidiano. O amor superando tudo. Este documentário é focado nesses três amigos com deficiência, três destinos e a prática de dança. As coreografias de Cécile Martinez, coreógrafa e professora de dança, abrem suas mentes: eles também têm o direito de se desabrochar, dançar e amar. Menção Especial do Júri no Festival Internacional de Cinema sobre Deficiência 2019.


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Quarteto Bosisio

sex, 09/08/2019 - 12:38

Os seis quartetos que Mozart dedicou ao seu amigo Haydn

É quase a história de Mozart e Salieri contada ao contrário: Mozart e Haydn eram grandes amigos e se admiravam mutuamente. Em uma época em que os compositores dependiam de encomendas de obras para sobreviverem, Mozart simplesmente dedica ao amigo seis de seus melhores quartetos. Nesta série incluem-se os dois mais famosos, que passaram a ser chamados pelo público de “A CAÇA” e “A DISSONÂNCIA”, obras celebradas como um dos ápices da música de câmara de todos os tempos.

Mozart era ciente de sua superioridade em relação aos compositores da época e não escondia esse fato em falsa modéstia. Sua admiração por Haydn, considerado “o pai” do gênero “quarteto de cordas”, fazia-se notória, assim como a obra do já falecido J. S. Bach, pela qual nutria profundo respeito. Eram, para ele, as duas grandes referências.

Conta-se a história, na qual, em Viena, durante a apresentação de um quarteto de Haydn, um outro compositor, mordido pela inveja, venenosamente, cochichou a Mozart: “Não gosto… jamais escreveria assim…”, quando o gênio de Salzburg respondeu: “Eu também não conseguiria escrever assim. Provavelmente nós dois não teríamos o mesmo talento para tal…”

Sendo como for a simples dedicatória espontânea de seis grandes obras a Haydn, certifica, além da amizade, o alto grau de admiração artística, com a relevância de partir de alguém como Mozart, único na História da Música. 

Sobre o Quarteto Bosisio

Este renomado grupo de música de câmara surgiu na década de 1980, idealizado pelo violinista Paulo Bosisio, que estudara por oito anos na Europa com Max Rostal, na época considerado o maior pedagogo daquele continente. Quando retornou ao Brasil, Bosisio fundou o atual quarteto mantendo os pensamentos artísticos do antigo mestre onde o ideal estético-instrumental deveria emergir de uma fonte única, com perfil próprio e bem diferenciado.

O Quarteto Bosisio apresentou-se, desde o seu início, nas mais importantes salas de concerto da cidade onde é residente, o Rio de Janeiro, como o Teatro Municipal, Sala Cecília Meireles, Centro Cultural do Banco do Brasil, Teatro do BNDES e várias outras, não só oferecendo o tradicional repertório romântico-classicista, mas também muita música brasileira, várias em primeira audição mundial, nas Bienais de Música Contemporânea e Panorama da Música Brasileira, inclusive realizando a primeira gravação mundial do Quarteto nº4 de Villa-Lobos. Internacionalmente, o Quarteto Bosisio realizou tournée pela Europa, inclusive gravando quartetos brasileiros para programas da BBC, realizando também master-classes. 

 

Programa
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Quarteto em si b maior “A CAÇA K458
Allegro vivace
Menuetto
Adagio
Alegro assai
                                 
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Quarteto em Dó maior K465 “DISSONÂNCIA “
Adagio-Allegro
Adagio cantabile
Menuetto
Molto alegro

 

PAULO BOSISIO 1º violino         
CARLOS MENDES 2º violino
DHYAN TOFFOLO viola          
MARCELO SALLES violoncelo

8 de setembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$ 10 meia

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Quarteto de Cordas da UFF

sex, 09/08/2019 - 12:28

Latin America – Musical Fusions

O Quarteto de Cordas da Universidade Federal Fluminense segue nesta temporada no firme propósito de sensibilizar e divulgar a música composta para esta formação. Alguns podem se perguntar neste momento qual a razão do título estar em inglês? O programa a ser apresentado é parte da turnê internacional que o Quarteto da UFF fará no mês de setembro tocando concertos e ministrando masterclasses. Londres, Hull, Colônia e Bonn escutarão este repertório concentrado na nossa latinidade.

O programa começa com a segunda apresentação mundial da obra Suíte dos Monstros do argentino “quase carioca” Blas Rivera. Essa peça foi dedicada ao Quarteto da Cordas da UFF pelo amigo, compositor, saxofonista e pianista argentino Blas Rivera. Em suas próprias palavras: “vou escrever essa Suite pra vocês. Só quarteto, sem sax, sem piano”. Blas que já se apresentou com o quarteto várias vezes e de alguma maneira, quis continuar presente no grupo através da ponta de sua caneta recriando várias de suas obras apenas para quarteto.

A parte central do programa apresenta Villa-Lobos e sua inventividade da juventude em seu Quarteto de Cordas n.1 e Gnattali com seu domínio preciso da forma com conteúdo recheado de gestos musicais da nossa música popular.

Para terminar Piazzolla que é considerado o precursor do “Nuevo Tango”. Após estudos nos EUA e na França, Piazzolla introduz novos elementos de jazz e música clássica neste estilo musical de sua terra natal. Em 1955, ele forma o grupo “Octeto Buenos Aires” e compõe em 1956 o Tango Ballet para esta formação (dois bandoneóns, dois violinos, contrabaixo acústico, piano, cello e guitarra elétrica). Esta obra adquire tanto sucesso que é levada a ser transcrita para Quarteto de Cordas e para orquestra de câmara.

Com a certeza de estarmos levando cultura, alegria e sensibilidade para as pessoas, contamos com a torcida de todos para representarmos nosso país e nosso continente levando nossa beleza cultural ao velho continente.                                                                                                                                      

Tomaz Soares

Programa

Blas Rivera (1965) – Argentina
“Suite dos Monstros” para quarteto de cordas
Prelúdio I – Ojala que me escuche
Prelúdio II – Jaque Mate
Prelúdio III – Canción para conquistar a la Bailarina
Prelúdio IV – Valsa pro Chico
Prelúdio V – Valsa para King Kong

Radamés Gnatalli (1906 – 1988) – Brasil
Quarteto Popular  – Movido  – Lento – Allegro Moderato

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Brasil (60 anos de falecimento)
Quarteto de Cordas nº 1
“Cantilena” (Andante)
“Brincadeira” (Allegretto scherzando)
“Canto lírico” (Moderato)
Cançoneta (Andantino quasi allegretto)
“Melancolia” (Lento)

Astor Piazzolla (1921-1992) – Argentina
Tango Ballet, para quarteto de cordas
I . Titulos
II . La calle
III. Encuentro – Olvido
IV. Cabaret
V. Soledad
VI. La calle

 

TOMAZ SOARES 1º violino                   
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)     
DAVID CHEW violoncelo

1 de setembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$ 10 meia

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Concurso Público para o cargo Músico (Nível E)

ter, 06/08/2019 - 18:45
A Universidade Federal Fluminense abre edital de Concurso Público para o cargo Músico (Nível E). As inscrições estarão abertas no período de 20 de setembro a 8 outubro de 2019, exclusivamente pelo site http://www.coseac.uff.br/

Serão oferecidas 11 (onze) vagas, distribuídas por 11 modalidades de instrumentos: Flauta/Música Sinfônica; Percussão/Teclados/Música Sinfônica; Trombone Baixo/Música Sinfônica; Trombone Tenor/Música Sinfônica; Trompa/Música Sinfônica; Violino/Música Sinfônica; Viola/Música Camerista; Violoncelo/Música Camerista; Alaúde/Música Antiga; Canto/Música Antiga; Viola da Gamba/ Música Antiga. 

  Os candidatos deverão ter curso superior em Música e registro na Ordem dos Músicos do Brasil, entre outras especificações descritas no edital. Os concorrentes farão provas de Execução Instrumental – com o objetivo de avaliar o nível de interpretação e musicalidade, conhecimento e domínio das técnicas específicas do instrumento a que concorre – e avaliação de títulos e/ou experiência técnico-profissional.

As provas estão previstas para o mês de dezembro.

Mais informações no link do edital do concurso: http://www.coseac.uff.br/concursos/uff/musico/2019/index.htm

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TRÊS FACES

seg, 05/08/2019 - 18:39

Se rokh, Irã, 2018, 100’, 14 anos
De Jafar Panahi
Com Behnaz Jafari, Jafar Panahi, Marziyeh Rezaei

Uma famosa atriz iraniana recebe um vídeo perturbador de uma garota implorando por ajuda para escapar de sua família conservadora. Ela então pede a seu amigo, o diretor Jafar Panahi, para descobrir se o vídeo é real ou uma manipulação. Juntos, eles seguem o caminho para a aldeia da menina nas remotas montanhas do norte, onde as tradições ancestrais continuam a ditar a vida local. Prêmio de Melhor Roteiro em Cannes 2018.

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DESLEMBRO

seg, 05/08/2019 - 18:36

Brasil, 2018, 96’, 14 anos
De Flavia Castro
Com Jeanne Boudier, Eliane Giardini, Sara Antunes

O Rio de Janeiro não é nada familiar para Joana, adolescente que teve o pai refém como prisioneiro político durante os anos de ditadura no Brasil. Ela passou quase toda a sua vida em Paris, cidade onde o resto de sua família se exilou. Tendo sido decretada a Lei da Anistia, a menina agora está, a contragosto, de volta a sua cidade natal. As memórias amargas de tempos difíceis vêm à tona, causando um forte desconforto. Melhor Atriz Coadjuvante (Eliane Giardini) e Prêmio FIPRESCI de Melhor Filme no Festival do Rio 2018.

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VERMELHO SOL

seg, 05/08/2019 - 18:34

Rojo, Argentina/Bra/Fra/Ale/Hol, 2018, 109´, 14 anos
De Benjamín Naishtat
Com Dario Grandinetti, Andrea Frigerio, Alfredo Castro

Claudio é um advogado de meia idade. Ele leva uma vida calma e confortável com sua esposa em uma pequena cidade da Argentina na década de 1970. Quando um detetive particular aparece na sua cidade, determinado em localizar um estranho com quem ele brigou meses atrás em um restaurante, seu mundo é virado de cabeça para baixo. Melhor Diretor, Ator e Fotografia no Festival de San Sebastián 2018 e Melhor Ator no Festival de Guadalajara 2019.

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ROCKETMAN

seg, 05/08/2019 - 18:31

Rocketman, RU/EUA/Can, 2019, 121’, 16 anos
De Dexter Fletcher
Com Taron Egerton, Jamie Bell, Richard Madden

A trajetória de como o tímido Reginald Dwight se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin e o empresário e ex-amante John Reid.

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OS PÁSSAROS – Cineclube Rã Vermelha

seg, 05/08/2019 - 18:29

SESSÃO CURTA + LONGA

O Cineclube Rã Vermelha apresenta a obra-prima Os pássaros, onde Hitchcock constrói o clima tenso minuciosamente e sem trilha musical, fazendo a história de romance transformar-se em suspense, quando pássaros, inexplicavelmente, começam a atacar. A sessão será iniciada pelo premiado curta-metragem carioca Abismo, de Ivan de Angelis.

 

ABISMO

Brasil, 2017, 15’, Livre
De Ivan de Angelis
Com Jurandir de Oliveira, Everton Lira

Juvenal acaba de se tornar porteiro de um edifício. Quarenta anos se vão e Juvenal continua lá como se o tempo não tivesse passado. O interfone toca e um morador o solicita para resolver algum problema. Juvenal sobe mas, chegando no apartamento, ninguém atende. Ele tenta voltar para seu posto, mas não consegue. O elevador não o obedece e as escadas o enganam. Prisioneiro daquele edifício, Juvenal, enfim, entende o misterioso chamado.  

OS PÁSSAROS

The birds, EUA, 1963, 119’, 14 anos
De Alfred Hitchcock
Com Tippi Hedren, Rod Taylor, Jessica Tandy

A socialite Melanie Daniels é abordada por Mitch Brenner em um encontro fortuito num pet shop. Ela então decide ir atrás do namorado em potencial até a cidade costeira Bodega Bay, onde o moço passa seus fins de semana. De repente esta história de romance torna-se um suspense tenso, quando os pássaros do local, inexplicavelmente, começam a atacar as pessoas.

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Banda Gragoatá

sex, 02/08/2019 - 17:20

Banda Gragoatá faz show no Teatro da UFF em prol da banda Barcamundi, em agosto.

Os integrantes da banda Barcamundi tiveram um enorme prejuízo no mês de julho último, quando sua van foi assaltada e seus instrumentos musicais foram todos roubados. Sensibilizados com a Barcamundi, os integrantes da banda Gragoatá resolveram ajudar e farão um show em benefício da coirmã musical, no dia 29 de agosto, quinta-feira, às 20h, no Teatro da UFF. O ingresso terá o valor único de R$15,00. Valor único para todos os que comparecerem ao show. Mas quem quiser contribuir com mais, ajudando a banda, está convidado a fazê-lo, no dia do show, diretamente com a produção da banda Gragoatá.

A Gragoatá é uma banda que surgiu nos corredores da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ) e que promete ser um dos nomes mais incensados da cena musical brasileira em 2017. Os estudantes Rebeca Sauwen e Renato Côrtes juntaram a paixão pela música no início de 2014, quando decidiram trabalhar juntos em algumas músicas dele. Em 2017, lançaram seu primeiro álbum, escorado pelo sucesso nas redes sociais e com distribuição da Coqueiro Verde Records.

Batizados com o nome do famoso bairro de Niterói, os integrantes da Gragoatá começaram a carreira com a gravação de dois vídeos na web. A mais conhecida delas, Passarinho caiu na boca do público e fez o grupo ganhar admiradores, além de versões cover da canção que se espalhou pelas redes sociais. Antes dupla, Rebeca e Renato logo convidaram Fanner Horta e suas composições para fazerem parte da banda.

“Vimos que nosso som tocava as pessoas e isso nos deixou bem empolgados. Algum tempo depois, após lançarmos um segundo vídeo – Escolha Certa -, aconteceu das coisas se alinharem e convidamos o Fanner para a Gragoatá”, revela Renato.

No ano de 2015, depois de lançar uma série de vídeos, o trio dava início a uma nova fase na carreira. Os músicos começaram a pré-produção do primeiro álbum, desenvolvendo as composições e arranjo em uma fazenda na região de Raposo, Itaperuna (RJ). Com a participação de Rebeca no Programa The Voice, da Rede Globo e no hit Linda, louca e mimada da banda Oriente, o Gragoatá deixou a divulgação dos novos singles guardados a sete chaves, e valorizou a visibilidade que a voz de Sauwen levou para o projeto. A gravação prosseguiu no Estúdio Villa, com produção de Renan Carriço (Facção Caipira, Overdrive Saravá).

Renato Côrtes se uniu ao trabalho realizado e falou sobre a colaboração dos integrantes: “No disco as músicas foram compostas por mim e por Fanner. Tem uma parceria nossa e algumas de Fanner com outros compositores. O disco é essencialmente água. Salgada e doce. Nesse contraste de serem tão parecidas e tão diferentes”, ressaltou ele.

Nesse disco a banda Barcamundi fez uma parceria, até então inédita, com a Gragoatá, que gerou a composição Revoada, registrada ao vivo.

Dia 29 de agosto de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$15,00 (meia – preço único)
Indicação etária: 14 anos

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Coral Alberto Hasson

qui, 01/08/2019 - 13:51

A música é a poesia: Música & Literatura

Em sua origem, a poesia, a música e a dança eram um todo. A divisão das artes não impediu que durante muitos séculos o verso fosse canto, com ou sem apoio musical. A música da poesia é a música da linguagem: suas imagens são as visões suscitadas em nós pela palavra. E a palavra, se bem dita, é um verdadeiro abraço sonoro.

É na garganta que o metal fônico pode adquirir consistência e se recortar, é aí que explode o significante, fazendo brotar, não a alma, mas o gozo da música. A voz que canta não é apenas sopro/expiração, mas uma materialidade do corpo emanada do instrumento garganta. Essa concretude está também na forma como se busca o sentido das palavras na forma falada.

O “A música é a poesia do corpo:  Música  &  Literatura” é um espetáculo que propõe o encontro da Palavra Cantada com a Palavra Falada. Este encontro de vozes celebra o Jubileu de ouro da Maestrina Talita Hasson, profissional ligada ao canto. Este é apenas um dos formatos dos espetáculos que o Coral Alberto Hasson vem realizando pelo Estado Rio de Janeiro. 

A Regente Talita Hasson é acompanhada por um Coral composto por 15 vozes ao qual se somam duas solistas, Cintia Fortunato e Magda Belloti, e dois músicos convidados, Lendro Campanate e Paulo Menezes. A condução do concerto será realizada por dois apresentadores: Leonila Murinelly e Iran  Pitthan.

PROGRAMA

1. A música: Corpo e Alma

Textos (fragmentos):

Músicas:

Bernardo Soares (F. Pessoa) | Frédéric Chopin

Friedrich Nietzsche | Ludwig van Beethoven 

R.Seixas/P.Coelho/M.Motta | Rubem Alves

Wanderlino T. L

Réquien – Mozart

Prelúdio – Chopin

Sonata ao Luar – Beethoven

Bachianas – Villa-Lobos

2. A música: Palavra e Presença

Textos (fragmentos):

Músicas:

Cruz e Souza | D. Diniz

Jorge L. Borges | Johann W. Goethe

Octavio Paz

Passaredo – Chico Buarque/Francis Hime

Asa Branca – Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira

Modinha – Tom Jobim/Vinícius de Moraes

1. A música: Corpo e Alma

Textos (fragmentos):

Músicas:

Antonio Bivar | Cora Coralina

Iran Pitthan | Lena Pontes

Paul Verlaine | Machado de Assis

Roland Barthes | Rubem Alves

Beatriz – Chico Buarque/EduLobo

Alguém cantando – Caetano Veloso

Con te partirò – Lucio Quarantotto/Francesco Sartori

11 de agosto de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 10 | R$ 5 (meia)

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Música Livre – Rosabege e Rebeca

qui, 01/08/2019 - 11:27

ROSABEGE

ROSABEGE é juventude, enigma e sensibilidade em primeiro álbum.

Explorando visual, som e narrativas do mundo digital, grupo de Niterói surge como aposta interessante da música contemporânea.

Os caras são enigmáticos. Parece uma banda que veio do futuro, mas há ali algo vanguardista. Na real, eles são também o agora. Cheios de estilo, sensibilidade, ideias frescas e o principal e mais importante de tudo: esses caras fazem um som foda. E agora eles têm um disco para provar isso.

O nome deles é ROSABEGE, do álbum é “Imagem” e traz uma pira dos meninos em falarem num amanhã mais tecnológico, afetuoso e espiritual. No próximo dia 16, “Imagem” estará em todas as plataformas de música com participações de Ana Frango Elétrico, Gustavo Lessa e Kassin. A distribuição  é da Altafonte.

REBECA

Nascida e criada em Niterói, Rebeca carrega em sua voz a personalidade única somada a uma doçura capaz de unir a cenadanovaMPBeohiphope surpreender ouvintes. Foi assim com os jurados do The Voice Brasil, com o público da banda Oriente (onde participa do hit “Linda Louca e Mimada”, entre outros sucessos), nos vídeos acústicos com a Barcamundi e também com o público da banda Gragoatá.

A força de Rebeca sozinha, que encantou os jurados do The Voice Brasil 2015 (onde avançou até as oitavas de final) e as pessoas que viram seu trabalho com outros grupos, vai ser posta à prova no disco solo, “Corar”.

22 de agosto de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 20 (meia)

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Cartografias: outros olhares

qua, 31/07/2019 - 16:51

Exposição de imagens fotografadas por alunos do CAEP Escola Especial Favo de Mel, em visita ao Forte de Copacabana, resultante do projeto de extensão e pesquisa Turismo, Hospitalidade e Inclusão” realizado pela Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense (UFF), que visa a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual em visitas a atrativos turísticos da região metropolitana do Rio de Janeiro.

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