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Atualizado: 1 hora 9 minutos atrás

O FIM DA VIAGEM, O COMEÇO DE TUDO

seg, 09/09/2019 - 15:47

Tabi no Owari Sekai no Hajimari, Japão/Uzb/Qat, 2019, 120’
De Kiyoshi Kurosawa
Com Atsuko Maeda, Shota Sometani, Tokio Emoto

A jovem japonesa Yoko está com sua pequena equipe de TV no Uzbequistão para filmar um novo episódio para o programa de variedades que apresenta. Apesar do perfil internacional do programa, Yoko tem um jeito discreto e tímido, mas os desafios culturais e pessoais que ela experimentará ao longo da viagem mudarão sua visão da vida.

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Documentário sobre grupo Música Antiga da UFF estreia nos cinemas em 12 de setembro

sex, 06/09/2019 - 11:33

“A Música do Tempo – Do Sonho do Império ao Império do Sonho” foi feito a partir de experiência inédita de produção híbrida na Universidade Federal Fluminense

O concerto “O Sonho do Império e o Império do Sonho”, do grupo de música antiga da Universidade Federal Fluminense (UFF), foi transformado em um documentário dirigido pelo professor e cineasta João Velho, há quatro anos à frente da produção audiovisual do Centro de Artes UFF. Entrevistas com os músicos e bastidores da apresentação estão no filme “A Música do Tempo – Do Sonho do Império ao Império do Sonho” que entra em cartaz no dia 12 de setembro em seis capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Salvador.

O primeiro documentário musical de longa-metragem produzido e idealizado pela equipe do Centro de Artes UFF, com a parceria de estudantes de cinema, terá um evento de lançamento voltado a convidados no Rio de Janeiro, incluindo a presença dos artistas do grupo Música Antiga da UFF, a partir das 18h30 do dia 12 de setembro, com sessão iniciando às 19h. O evento de lançamento do Rio será no Espaço Itaú de Cinema, na Praia de Botafogo, 316, Botafogo, mediante confirmação de presença pelo link: https://www.facebook.com/events/2424601047593995/. Os convidados que confirmarem a presença pelo evento do Facebook até o dia 08 de setembro poderão retirar os ingressos na bilheteria antes do filme. Nas demais cidades, é preciso acompanhar a programação local para informações sobre os horários das sessões.

Mais sobre o documentário:

“A Música do Tempo” foi pensado para seguir a estrutura do concerto, que começa com músicas portuguesas medievais, termina com canções do tambor de mina do Maranhão e foi inspirado no mito do 5º império português e do Sebastianismo, desde suas origens na corte portuguesa, entre os Séculos XV e XVI, até o culto de Rei Sebastião na religião de Tambor de Mina, no Maranhão. O filme inclui depoimentos e imagens da visita do grupo ao cravista Roberto de Regina (construtor do primeiro cravo brasileiro e de um museu dedicado à arte barroca e renascentista).

A emoção, a memória da trajetória, e as novas perspectivas de futuro se misturam às cenas da apresentação do Música Antiga da UFF. O longa-metragem traz praticamente todas as músicas do repertório gravadas no Teatro da UFF, com direção de arte e concepção cênica do prestigiado cenógrafo Ronald Teixeira, além de cenas de bastidores da gravação do concerto e entrevistas com os componentes do conjunto.

Como resultado, o documentário oferece ao público a oportunidade de conhecer melhor a sonoridade, os instrumentos e a linguagem do movimento de Música Antiga, a partir de um repertório cuidadosamente pesquisado pelo grupo da UFF, e permite saber mais sobre a realidade da vida de músicos que trabalham nessa linha há mais de 30 anos.

Este filme é possivelmente a primeira experiência num inédito modelo de produção híbrido, no qual uma universidade pública, por meio de seu centro cultural, atua como  produtora, tendo como realizadora uma equipe profissional composta por técnicos da própria universidade ocupando as funções principais do filme, com a colaboração de estudantes de cinema.

Integram a equipe do documentário “A Música do Tempo” João Velho, que além da direção comanda a montagem; Deivison Branco, na direção musical; Whelby Dias, Pablo Rossi e Artur Bravo na direção de fotografia; Paulo M. de Andrade como colorista; Ronald Teixeira, na direção de arte e direção cênica; Daniel Planel, na edição; Laís Diel, na direção de produção; Alexandre Hang e BenHur Machado na mixagem e edição de som; e Leonardo Guelman, na produção executiva.

Sobre o Diretor:

O carioca João Velho tem 57 anos e está há quatro anos à frente da produção audiovisual do Centro de Artes UFF. É cineasta, editor e artista de motion graphics. Também atua como professor universitário, é autor de mais de cem artigos para jornais e revistas e editor de blog especializado em audiovisual. Trabalhou muitos anos como diretor de documentários e programas para TV, e realizou quatro curta-metragens com incursões na ficção e no documentário antes de finalizar seu primeiro longa-metragem para cinema, “A Música do Tempo – Do Sonho do Império ao Império do Sonho”, que está sendo lançado agora.

Serviço:

Filme: “A música do tempo – do sonho do império ao império do sonho”
Evento de lançamento para convidados: dia 12 de setembro de 2019 – quinta-feira – 19h

Confirmar presença pelo evento https://www.facebook.com/events/2424601047593995/. Retirar os convites diretamente na bilheteria do cinema.

Espaço Itaú de Cinema: Praia de Botafogo, 316, Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Duração: 97 min
Ano de gravação: 2017
Classificação indicativa: Livre
Uma produção da Universidade Federal Fluminense

Ficha técnica:
Direção e Montagem: João Velho
Produção executiva: Leonardo Guelman
Direção de Arte e Direção Cênica: Ronald Teixeira
Direção Musical: Deivison Branco
Edição e montagem: Daniel Planel
Direção de produção: Laís Diel
Direção de fotografia: Whelby Dias, Pablo Rossi e Artur Bravo
Edição de Som e Mixagem do concerto: Alexandre Hang
Edição de Som e Mixagem Final: BenHur Machado
Colorista: Paulo M. de Andrade

Formação do Música Antiga da UFF no momento de produção do filmeLeandro Mendes – flauta, krumhorn, charamela; Lenora Pinto Mendes – flauta, viola da gamba, krumhorn, rauschpfeife; Mario Orlando – flauta, viola da gamba, percussão; Márcio Paes Selles – flauta, viola da gamba, krumhorn; Virgínia Van der Linden – flauta transversa, charamela, percussão e rauschpfeife.

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OSN Série Alvorada

qua, 04/09/2019 - 15:10

regente Javier Logioia Orbe
solista Luísa de Castro
solista Eduardo Monteiro

PROGRAMA

Antonín Dvorák (1841 – 1904)
ROMANCE PARA VIOLINO EM FÁ MENOR, OP 11

LUÍSA DE CASTRO solista – violino

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
CONCERTO PARA PIANO Nº19 EM FÁ MAIOR, KV 459
Allegro
Allegretto
Allegro assai

EDUARDO MONTEIRO solista – piano

Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827)
SINFONIA Nº 2 EM RÉ MAIOR, OP. 36
Adagio molto – Allegro con brio
Larghetto
Scherzo: Allegro
Allegro molto

JAVIER LOGIOIA ORBE
regente convidado

14 de setembro de 2019
Sábado | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Inscrições abertas para 23ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea

ter, 03/09/2019 - 14:37

Inscrições abertas para a seleção de partituras de compositores para a 23ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) estão com inscrições abertas, de 3 a 19 de setembro de 2019, para a seleção de partituras para a 23ª edição da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, a ser realizada no Rio de Janeiro entre os dias 9 e 14 de novembro. A universidade, por meio do Centro de Artes UFF, é a executora da Bienal, em virtude de um Termo de Execução Descentralizada (TED) assinado com a Funarte.

Podem participar da chamada pública compositores brasileiros ou domiciliados no país há no mínimo três anos. As obras devem ter sido compostas a partir de 2015 e não podem ter sido apresentadas em edições anteriores da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Os interessados devem verificar as condições e exigências estabelecidas nesta chamada pública. A ficha de inscrição e seus anexos (partituras em pdf), e a declaração do proponente devem ser preenchidos e enviados pelo compositor para o e-mail partiturasxxiiibienal@gmail.com, identificando a mensagem como CHAMADA PÚBLICA XXIII BIENAL – PARTITURA: (nome da obra). A divulgação do resultado será no dia 1º de outubro.

A XXIII Bienal vai homenagear compositores que se tornaram referência na música brasileira contemporânea, como Edino Krieger, Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa, Jocy de Oliveira, Raul do Valle, Willy Corrêa de Oliveira, Marlos Nobre e Ricardo Tacuchian. No Anexo 2 do edital, está disponível um breve resumo sobre a trajetória de cada um dos homenageados e a história das Bienais.

 

Acesse o edital da chamada pública e seus anexos

Ficha de inscrição e declaração do proponente

 

Mais detalhes sobre a chamada pública:

Cada proponente deverá enviar uma partitura em arquivo virtual, formato pdf, para a equipe organizadora, com o nome do compositor e a data de composição.

No total, serão selecionadas 36 obras, em três categorias:

  • Categoria 1 – contempla doze obras para orquestra sinfônica, podendo ter um solista;
  • Categoria 2 – contempla dezoito obras para formações de câmara com até nove intérpretes, regente inclusive. Um dos intérpretes pode atuar na difusão eletroacústica mista e outro poderá ser substituído por coro de dimensões reduzidas;
  • Categoria 3 – contempla seis obras de difusão exclusivamente eletroacústica.

Os compositores das obras que integrarem a programação de concertos da Bienal receberão um valor fixo de R$ 1.300,00 (hum mil e trezentos reais), referente aos direitos autorais e à utilização das partituras. Os recursos totais para a realização da XXIII Bienal somam R$ 350.339,00 (trezentos e cinquenta mil, trezentos e trinta e nove reais) e serão aplicados no pagamento aos compositores selecionados, aos músicos intérpretes e em infraestrutura.

As Bienais

As Bienais de Música Brasileira Contemporânea foram criadas por Edino Krieger e Myrian Dauelsberg em 1975, inspiradas nos dois Festivais de Música da Guanabara, realizados em 1969 e em 1970, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. As três primeiras Bienais foram organizadas pela Sala Cecília Meireles e, a seguir, assumidas pela Funarte, quando Krieger dirigia o então Instituto Nacional de Música da Fundação.

Desde o lançamento, em 1975, foram realizadas 22 bienais, sem nenhuma interrupção. Nessas 22 edições, foram apresentadas 1.740 obras, sendo 1.002 delas em primeira audição, o que significa a produção e o lançamento de material inédito que valoriza e amplia a importância do evento.

As Bienais propiciaram a participação de 472 compositores. Muitos deles, jovens que representam uma renovação de nomes e difusão da música de concerto produzida no Brasil, inclusive territorialmente. A produção se concentrava basicamente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Hoje, através das sucessivas realizações, foram consolidados ou integrados centros musicais significativos em vários outros estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Paraíba, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina, além do Distrito Federal.

XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea
De 9 a 14 de novembro de 2019, no Rio de Janeiro
Inscrições: De 3 a 19 de setembro
Divulgação do resultado: 1º de outubro
Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo endereço eletrônico musicadeconcerto.funarte@gmail.com ou pelos telefones: (21) 2279-8105 / 2240-5158

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EL CREDO

seg, 02/09/2019 - 16:11

Argentina, 2019, 87’, 14 anos
De Alan R. Sasiain

O filme relata a ascensão e queda de grupos fascistas autoproclamados na cidade litorânea de Mar del Plata. Em uma comunidade marcada pelo desemprego e pela precariedade dos jovens, uma organização neonazista caminha violentamente até encontrar uma sociedade mobilizada que enfrenta o ódio, o racismo, a xenofobia e a discriminação.

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LIVRES

seg, 02/09/2019 - 16:08

Brasil, 2019, 80´, 14 anos
De Patrick Granja
Com Bagalá, Gilson da Maia, Fábio Gregorio, Fábio Gomes, Renee, Márcio Souza, Ellan Lustosa

Seis homens com um ideal: usar o cinema como instrumento de denúncia e visibilidade para as mazelas das prisões brasileiras. A vida na cadeia fez a imaginação desses ex-presos voar para fora das grades e usar a arte como potencial ferramenta de reconstrução humana. Livres é um docudrama que fala sobre racismo, prisão, tortura e violações de direitos, mas também grita sobre liberdade, sonhos e justiça.

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RAFIKI

seg, 02/09/2019 - 16:04

África do Sul/Quê/Fra, 2018, 82’, 14 anos
De Wanuri Kahiu
Com Samantha Mugatsia, Sheila Munyiva, Jimmi Gathu

Kena e Ziki são grandes amigas e, embora suas famílias sejam rivais políticas, as duas continuaram juntas ao longo dos anos, apoiando uma a outra na batalha pela conquista de seus sonhos. A relação de amizade transforma-se em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade conservadora em que vivem. As jovens terão que escolher entre experienciar o amor que partilham, ou se distanciar em função de uma vida segura. Melhor Filme no Festival de Cinema LGBT de Madrid 2018, Melhor Filme no Festival de Cinema Queer de Seattle 2018 e outros quatorze prêmios internacionais.

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Cineclube Laerte

seg, 02/09/2019 - 15:53

CURTAS GAYS – Cineclube Laerte – 16 anos – Entrada Franca
Sessão seguida de bate papo com o diretor e roterista Daniel Nolasco

 

MAIS OU MENOS
Brasil, 2010, 15’
De Alexander Antunes Siqueira
Com Jholl Bauer, Kyel Lima

Ivo e Sandro estudam juntos em um colégio de Florianópolis. Os colegas de classe mantêm uma relação difícil, um caso de bullying que já chegou até a diretoria. Mas um encontro inesperado promete mudar tudo.   

AFRONTE
Brasil, 2017, 16’
De Bruno Victor e Marcus Azevedo

Ficção e documentário se cruzam para mostrar o processo de transformação e empoderamento de Victor Hugo, um jovem negro e gay, morador da periferia do Distrito Federal. Seu relato se mistura aos depoimentos de outros jovens, cujas histórias revelam diferentes formas de resistência, encontradas em discursos de valorização do negro gay. 

 

HOMEM COMPLETO
Brasil, 2013, 15’
De Rui Calvo
Com Eduardo Gomes, Germano Melo, Gilda Nomacce

Durante uma noite, Marcelo parte em uma busca obsessiva por um homem que satisfaça os seus desejos.

 

NETUNO
Brasil, 2017, 18’
De Daniel Nolasco 
Com Norval Berbari, Leandro José, Delcides Neto

Durante o inverno a baixa umidade do ar resseca a pele dos moradores de Catalão. Nas quartas-feiras, antes do trabalho, Sandro nada em uma piscina de um clube cidade. Foi à beira da piscina que conheceu Maicon. Sandro deseja Maicon, mas seus olhares nunca se cruzaram. 

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Rugas

qui, 29/08/2019 - 12:21

Por que as palavras velho, velha e velhice são usadas de maneira pejorativa? Por que os velhos sofrem preconceito e, muitas vezes, se veem desamparados e rejeitados? Como promover uma maior relação entre as gerações? Há três anos, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim estudam o tema e tentam responder essas perguntas – a dupla realizou dezenas de entrevistas com pessoas de 40 a 80 anos, leu livros que falavam sobre o assunto e se debruçou sobre trabalhos acadêmicos e artísticos. Esse material chegou às mãos do dramaturgo Herton Gustavo Gratto, que escreveu a comédia dramática Rugas, a partir da reflexão sobre essas questões (o autor foi indicado ao 6º Prêmio FITA de Teatro, na categoria Revelação por este texto). Com direção do premiado Amir Haddad, o espetáculo fica em cartaz de 07 a 29 de setembro, sempre aos sábados e domingos, às 19h.

“Este é um assunto importante, tocante e delicado. Mas também bastante perigoso. Qualquer resvalo para o melodrama poderá colocar atores, personagens e a plateia num beco sem saída. Não somo eternos. Seria insuportável se fôssemos. Por isso a vida, assim como o teatro, tem que ser vivida até o fim. Como se fôssemos eternos. Eternamente velhos, eternamente novos”, avalia o diretor Amir Hadadd.

Aos 65 anos, Vanja Freitas começou a vivenciar uma série de situações que a fez refletir sobre essa fase da vida. Ao lado de Claudiana Cotrim, de 48 anos, passou a observar como as pessoas mais velhas atravessavam a rua e como se relacionam com a cidade. Os livros A velhice 1 – a realidade incômoda e A velhice 2 – a relação com o mundo, de Simone de Beauvoir, e Como envelhecer, de Anne Karpf, também fizeram parte da pesquisa da dupla.

“Eu espero que o público se divirta e reflita sobre essa fase da vida que pode ser criativa e poderosa. Queremos passar uma mensagem amorosa e incentivar as pessoas a olharem mais para os velhos”, conta Vanja. “Uma amiga de 89 anos me disse uma coisa interessante: ninguém se prepara para envelhecer. E qual é a outra opção de não envelhecer?”, completa a atriz.

A história do espetáculo gira em torno de uma cientista gerontóloga (que estuda o envelhecimento) e deseja fazer o tempo parar. Para isso, vai estudar no exterior e quase não tem mais contato com sua mãe. Até que um dia, durante uma palestra, recebe um telefonema da cuidadora dizendo que a mãe está muito doente e precisa ver a filha. O que ela vai fazer? Na trilha sonora do espetáculo, estão músicas como Que sera, será, de Doris Day, um hino dos anos 1950, Jura, de Zeca Pagodinho, Meu mundo caiu, eternizada por Maysa, Fascinação, famosa na voz de Elis Regina, Bodas de Prata, de Maria Bethânia, entre outras.

“A partir da relação delas, a gente propõe ao espectador que pense sobre algumas questões: o que você vai ser quando envelhecer? ou quando você se sentiu velho pela primeira vez? O público mais velho vai se identificar profundamente e os jovens vão ter a oportunidade de mudar seu pensamento a respeito do próprio futuro”, completa a atriz Claudiana Cotrim.

Vanja Freitas (atriz e idealizadora) – Atriz formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Artista plástica formada pela Escola de Belas Artes – UFBA.  Atuações em teatro: “Álbum de Família” (direção: José Possi Neto, 1978), “América Dreams” (dir.: José Possi Neto, 1979), “Estórias de lenços e ventos” (dir.: Paulo Dourado, 1979), “Exercitando” (dir.: Sérgio Britto, 1987), DomQuixote (dir.: Ricardo Maurício, 1994), “Sarau do Machado” (dir.: Ric. Maurício, 1995), “Kafkamachine” (dir.: Marília Martins, 2005), “A vida como ela é” (dir.: Bruno Rodrigues, 2012), “Como nasce um cabra da peste” (dir.: Júlio Wenceslau, 2014-15), “Bonitinha mais ordinária” (dir.: Ana Zettel, 2015).  Atuações em TV: “Sítio do Pica Pau Amarelo” (TV-E, 1980), programa “TV Escola” (TV-E, 1996), e nas seguintes telenovelas ou minisséries da TV Globo: “Você decide” (1995), “Salsa e merengue” (1996), “Hilda Furacão” (1998), “Pecado capital” (remake, 1998), “Laços de família” (2000), “Velho Chico” (2016), Muito além do Paraíso (2018). Cinema: curtas “Fando e Liz” (texto de Arrabal, dir.: Antônio Alcântara, 1977), “L.X.O.” (dir.: Ronaldo Ghermann, 1980), “Uma história de borboletas (de Caio Fernando Abreu, dir.: Flávio Colker, 1994), longa-metragem “Araras” (dir.: Sabrina Mc Cormick, 2016), “21, mão na cabeça” (dir.: de Milton Alencar). Figurinista: curso de figurino com Colmar Diniz – Faculdade CAL (2016); peças “Bonitinha, mas ordinária” e “Andarilho” (2016). Diretora: “O Rinoceronte”, de Ionesco, e cena da peça “Vestido de noiva”, ambos no teatro Sesc da Tijuca.

Claudiana Cotrim (atriz e idealizadora) – Atriz formada pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão em 1997, graduada em Letras e pós-graduada em Psicopedagogia. Desenvolveu a pesquisa “A autonomia do ator em cena”. Ministra oficinas de teatro sobre o tema Ator-Autor-Autonomia. Como atriz, seu repertório de trabalhos inclui performances, espetáculos de teatro, contação de histórias, oficinas de teatro, de contadores de histórias e de oratória, telenovelas, filmes e preparação de atores. Atuou na novela “Chamas da Vida”, da Rede Record. Na Rede Globo, teve participação nas novelas “Da cor do pecado”, “Ti-Ti-Ti”, “Avenida Brasil”, “Salve Jorge”, “Em Família”. Ganhou o prêmio de melhor atriz em 2011 com o espetáculo solo “Medeia” (baseado na obra de Eurípides) no 18º Festival Nacional de Monólogos Ana Maria Rêgo. Integrou o elenco de “Hotel Medeia – da meia noite ao amanhecer”, no Oi Futuro (Flamengo), além de trabalhos na linguagem audiovisual: ‘Medeias precisam de auxílio’ curta metragem de Gleyser Azevedo (MA); “De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti; e “O próximo rosto” curta metragem de Stéphane Dosse (França, 2009). Criou o projeto Teatro na Corte, com apresentações cênicas em espaços extracotidianos. Atuou também como atriz em “Os Homens Também Amam” (direção de Rodrigo Scheer, Teatro Clara Nunes, Rio), “Detetive – a peça” (direção do Rodrigo Scheer, Teatro Cândido Mendes, Rio), “Intervalo’ (direção de Josué Soares Teatro Vannucci, Rio). Dirigiu os espetáculossolo “Andarilho”, com o ator Carlos Rosario, e “Mariazinha’s”, com a atriz Maria Ethel.

Amir Haddad (diretor) – Com José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi e outros criou, em 1958, o Teatro Oficina — ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Candida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa. Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou prêmio de melhor direção. Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardozo, e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Aqui, é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau. Em 1972, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor, com a peça Tango, de Slawomir Mrozec. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974. Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Realiza, também, trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000. A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua.

Ficha técnica:

Texto: Hérton Gustavo Gratto
Direção: Amir Haddad
Elenco: Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Iluminação: Marcelo Camargo
Figurino e cenografia: Lorena Sender
Preparação corporal: Claudiana Cotrim
Preparação vocal: Vanja Freitas
Fotografia e vídeos de ensaio: Ana Clara Catanhede
Assessoria de Imprensa: Christovam Chevalier
Produção: Diga Sim Produções!

07 a 29 de setembro de 2019
Sábados e domingos | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Classificação indicativa – 14 anos
Ingressos – R$50 (inteira) e R$25 (meia)

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CINEFOOT

qua, 28/08/2019 - 15:33

CINEFOOT – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL – ENTRADA FRANCA

A emoção do futebol e a magia do cinema na terceira edição do CINEFOOT em Niterói.

Uma seleção mundial de renomados filmes internacionais e uma premiere brasileira sobre as origens do futebol feminino. Todos inéditos em Niterói.

O CINEFOOT, único festival de cinema de futebol do Brasil e pioneiro na América Latina, dá o pontapé inicial no dia 6 de setembro para a sua terceira edição em Niterói apresentando uma seleção inédita na cidade, que terá entrada franca em todas as sessões no CINE ARTE UFF.

Ao longo da sua trajetória o CINEFOOT transformou-se numa das mais importantes plataformas de exibição da cinematografia mundial de futebol e chega pela terceira vez em Niterói apresentando uma programação com 8 filmes. Trata-se de uma seleção internacional de primeira linha, com filmes da Colômbia, Itália, França, Peru, Estados Unidos, Venezuela e uma coprodução México/Peru, além do Brasil.

  Dia 06, sexta, 19h  

TRIUNFO
Triumph, EUA, 2017, 88’, 12 anos
De Charlie Askew e Kreshnik Jonuzi

Em relação ao futebol, a Albânia dificilmente está no mapa e quando se classifica para a UEFA Euro 2016 em um jogo contra a Sérvia, seus torcedores estão em êxtase. No entanto, as tensões étnicas fazem surgir conflitos acalorados e um drone sobrevoa o estádio com uma bandeira que ilustra a Grande Albânia. Este contexto político toca o futebol intensamente e vice-versa. Prêmio do Público no Festival Internacional de Documentários e Curtas Metragens Dokufest 2018.   Dia 07, sábado, 19h, 12 anos, 108‘  

RADAR, UM TIME! UMA NAÇÃO!
Brasil, 2019, 25’, 12 anos
De Douglas Lima e Jefferson Rodrigues

Quando o futebol feminino foi autorizado no Brasil em 1979, um clube saiu da praia para dominar os campos e a modalidade na década de 80. O Radar E.C. foi o precursor do futebol feminino no Brasil, encheu o Maracanã e foi responsável pela formação da primeira Seleção Brasileira. Uma história apaixonante de um clube que representou uma nação.

 

NOS CHAMAM GUERREIRAS
Nos llaman guerreras, Venezuela, 2018, 83’, 12 anos
De Jennifer Socorro e Edwin Corona Ramos

Em um país dilacerado pela agitação política e econômica, uma equipe de mulheres jovens refugia-se em um esporte que se eleva acima de sua pobreza pessoal e do status social de gênero. Quando a equipe Sub-17 fica invicta em toda a América do Sul, essas mulheres estão em posição de ganhar nova aceitação e voz. Melhor documentário no Festival de Cinema de Atlanta 2018.

  Dia 08, domingo, 19h, 12 anos, 107‘  

O TORCEDOR
El Hincha, México, Peru, 2018, 7’, 12 anos
De Chriss Porras Quintanilla

Inti, de sete anos, vive a pior tarde da sua curta vida, como seu ídolo Paolo Guerrero, quando perde a partida que poderia levar a Seleção do Peru para a Copa do Mundo depois de 36 anos, tendo como único aliado a sua mãe-avó Lu, que parece ter uma enfermidade diante das jogadas da Nova Zelândia.

 

CONTIGO PERU
Contigo Perú, Peru, 2018, 100’, 12 anos
De Eduardo Mendoza

A classificação histórica da seleção peruana para a Copa do Mundo de 2018 na Rússia e sua participação no olhar intimista dos jogadores, do comando técnico e dos torcedores peruanos que, com seu incessante e incondicional incentivo, se tornaram a melhor torcida do mundo.

  Dia 09, segunda, 19h, 12 anos, 87‘  

3 PÉS
3 piés, Colômbia, 2018, 14’, 12 anos
De Giselle Geney

A história de Gonzalo, um menino de dez anos que mora numa cidade no campo colombiano e tem que chegar com os sapatos limpos na sua escola para evitar o pior castigo do mundo: que seu professor tire a sua bola até o final do ano.

 

YASMINA
França, 2018, 21’, 12 anos
De Claire Cahen e Ali Esmili

Yasmina, de quinze anos, do Marrocos, é apaixonada pelo portão do clube de futebol Saint-Étienne. Porém um drama familiar pode interromper seu sonho.

 

PELÉ, O ÚLTIMO SHOW
L’ultimo spettacolo di Pelè  Itália, 2018, 52’, 12 anos
De Emanuela Audisio e Matteo Patrono

Em 1977 o Rei do Futebol deixou seu trono vago. Uma viagem pelo último jogo de Pelé. Portland, Oregon, diante de mais de 35.000 pessoas, Pelé faz sua última partida como profissional no final de uma carreira prodigiosa.

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Fabulices

qua, 28/08/2019 - 13:38

Fabulices vem trazer à cena uma repaginada nas fábulas mais populares. As fábulas tratam de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo. A partir da ideia de ‘harmonizar as diferenças’, tão cultuada hoje em dia, dois palhaços (Marcela Galvão/Giovanna Sassi e Junior Mello) mostram a garotada as lições que podemos aprender ao conhecermos o outro. Então, partindo da adaptação das histórias e da direção dinâmica, concebida por Marcello Caridade, juntando a trilha sonora original, composta divertidamente por Glorinha Lattinni e Renato Pfeil, é possível “brincar” de Teatro com essas histórias que vem de geração em geração.

São encenadas A Casa da Onça e do Bode, O Macaco e a Velha e Moça Baratinha com o grande charme desta encenação que é o Teatro dentro do Teatro. Com a tagarelice própria de gente de teatro, os atores – clowns em estilo – se transformam em seus personagens, enquanto levam pra cena as suas mesmices, tolices, rabugices do dia-a-dia. Todas as fábulas “contadas” – numa linguagem popular e atualizada – são construídas em cena, com a ajuda da gurizada da platéia, mostrando o processo do criar/construir. Toda linguagem do teatro é usada em Fabulices, desde o gramelô e o Teatro dos Gestos ao teatro de mamulengos.

Um cenário simples, composto de objetos cênicos capazes de transformar em tudo que estas Fabulices pedirem! O resto é luz e ator, o bom humor e o lúdico.

Fica como resultado deste espetáculo, a arte de educar socialmente, através da mensagem de harmonizar as diferenças, numa forma divertida onde nossa plateia poderá cantar e dar boas gargalhadas. 

20 Anos de teatro para infância e juventude

A Cia. de Repertório de Teatro Musical, a mesma realizadora dos musicais Tarzan e Capitães da Areia, está comemorando 20 anos em cena com um trabalho direcionado para a criança e toda a família. O objetivo maior de seu trabalho é a formação de plateia e o resgate da cultura popular, do universo lúdico da criança de hoje e de ontem. Com isso, ao longo desse período, foram diversas apresentações e longas temporadas nos teatros de São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói e cidades do interior com espetáculos como Peter Pan, João e Maria – Uma História Brasileira, Fabulices, Capitães da Areia, Tutti Frutti e outros.

Sob a batuta do ator/diretor Marcello Caridade (premiado com o musical UMA Professora muito Maluquinha, de Ziraldo, e ator do seriado Os SuburbanosMultishow/Rede Globo), a Cia. retomou seu trabalho este ano, comemorando esses vinte anos de resistência, colocando no circuito carioca de teatro os espetáculos Fabulices e Tarzan nos teatros Laura Alvin (Ipanema) e Sala Baden Powell (Copacabana)e Teatro Miguel Falabella  (Zona Norte), respectivamente. 

Glorinha e Renato

Glorinha&Renato como são conhecidos pelo público infanto-juvenil, é uma dupla de músicos, cantores, instrumentistas, compositores e produtores musicais com uma discografia autoral editada em 20 CDs, 2 DVDs e parcerias com escritores em trilha sonora e narração de dois livros infantis e um infanto-juvenil, de Renato. Semearam, ao longo de sua vida artística, valores fundamentais para a vida pacífica em sociedade, diante do meio ambiente, da família e do universo lúdico infantil. Sempre com muito bom humor, irreverência e liberdade para trocar opiniões e impressões quando estão ao vivo com o público.

Estiveram no Espaço Tom Jobim (RJ), Museu da República (RJ), Teatro Werneck (RJ), Teatro da UFF, Teatro Popular Oscar Niemeyer, MAC de Niterói e Teatro Municipal de Niterói onde se apresentaram  no  Playing for Change Day Kids em 2018. Participaram do Festival de Música da EBC-Rádio Nacional em 2017. Se apresentaram no Espírito Santo, Curitiba, São Paulo e múltiplas cidades do Estado do Rio de Janeiro. Dirigem as Oficinas de Música da Tribo em 2 Estúdios de Produção e Música no Rio e Niterói, como Mentores da Trupe da Tribo.

Ficha técnica
Elenco: Marcela Galvão/Giovanna Sassi (A Onça, A Velha e A Barata) e Junior Mello (O Bode, O Macaco e Outros Bichos)
Texto e Direção de Marcello Caridade
Assistência de Direção de Marcela Galvão
Músicas Originais de Glorinha Lattini e Renato Pfeill
Figurinos de Zezé Caridade
Concepção Cenográfica da Cia. de Repertório de Teatro Musical
Iluminação de Raphael Cesar Grampolla
Adereços e Cenotécnica da Cia. de Repertório de Teatro Musical
Bonecos de Andréa Ferrer
Programação Visual de Bia Freitas
Fotos de Michelle Iassanori
Gerência de Produção Marcello Caridade
Direção Geral de Marcello Caridade
Realização Cia. de Repertório de Teatro Musical

14 a 29 de setembro de 2019
Sábados e domingos | 16h
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Classificação indicativa – livre

Categorias: Centro de Artes UFF

BACURAU

seg, 26/08/2019 - 17:35

Brasil, França, 2019, 132´, 16 anos
De Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Com Sônia Braga, Udo Kier, Thomas Aquino, Barbara Colen, Silvero Pereira

Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a cidade não aparece mais no mapa. Outras coisas estranhas começam a acontecer, gerando um clima de crescente tensão. Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Munique 2019 e Melhor Filme, Prêmio da Crítica e Melhor Direção no Festival de Lima 2019.

Categorias: Centro de Artes UFF

Show das 4 – “João Senise – Chama o Síndico”

qua, 21/08/2019 - 13:55

Chama o Síndico (gravadora Fina Flor), o novo disco do cantor João Senise, é uma homenagem a Tim Maia, carinhosamente chamado de “Síndico”, que nos deixou há 21 anos.  João Senise traz como convidados o maestro Gilson Peranzzetta (piano, arranjos e direção musical), Mauro Senise (sax e flauta) e as divas Leny Andrade e Aurea Martins. Adriano Giffoni (baixo elétrico) e João Cortez (bateria) completam o time.

No repertório do show, estão clássicos autorais de Tim Maia como Não quero dinheiro, Azul da cor do mar, Réu confesso e Acende o farol, além dos eternizados em sua voz como Primavera Eu amo você, de Cassiano e Sílvio Rochael, Telefone, de Nelson Correa e Beto Kae, Um dia de domingo e Me dê motivo, de Michel Sullivan e Paulo Massadas, Gostava tanto de você, de Edison Trindade, A festa do Santo Reis, de Márcio Leonardo, e Descobridor dos Sete Mares, de Gilson Mendonça e Michel.

As músicas, claro, são velhas conhecidas do público, mas estão apresentadas com uma sonoridade totalmente nova, resultado do trabalho do Gilson Peranzzetta como arranjador. A essência da obra está lá, mas com outra leitura. Quando as pessoas ouvirem, vão notar a diferença, afirma Senise.

Com trinta anos de idade e seis anos de carreira, João Senise já apresenta uma expressiva produção musical. Chama o Síndico, seu sexto álbum, tem quinze faixas e conta com a assinatura de Gilson Peranzzetta na direção musical e arranjos – e ainda ao piano, acordeon e clarineta. O disco traz também as participações especialíssimas de Ivan Lins em Primavera, de Leny Andrade em Saigon e de Áurea Martins em Um dia de domingo. E mais os instrumentistas do grupo Cama de Gato, que são os convidados na faixa Lindo lago do Amor, Rildo Hora em Azul da cor do mar, Jota Moraes toca vibrafone em Eu amo você, e Mauro Senise é destaque em Não quero dinheiro.

Um pouco sobre João Senise

João Senise é jornalista e cantor. Em seis anos de carreira lançou seis CDs solo: Just in time (março de  2013 – Indie), Abre alasCanções de Ivan Lins (fevereiro de  2015 – Fina Flor), Celebrando Sinatra (março de 2016 – Fina Flor), Influência do Jazz (dezembro de 2016 – Fina Flor), Love letters (dezembro de 2017 – Fina Flor) e Chama o Síndico (2019 – Fina Flor), que chega agora ao mercado.

Filho do flautista e saxofonista Mauro Senise e da produtora Eliana Fonseca Peranzzetta, desde pequeno João Senise conviveu num ambiente musical. Ainda menino, aos quatro anos de idade, começou a ter aulas de iniciação musical na Escola de Música Antonio Adolfo. Aos sete anos, iniciou os estudos de canto e aulas de piano com seu padrasto Gilson Peranzzetta.

Já gravou e se apresentou com artistas de renome internacional, como Alaíde Costa, Áurea Martins, Dori Caymmi, Edu Lobo, Ivan Lins, Joyce, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Mauro Senise, Roberto Menescal, Sueli Costa, Antonio Adolfo, Rildo Hora e Wanda Sá.

João Senise participou de importantes festivais e shows por várias cidades do Brasil, sempre com a direção musical e arranjos do maestro Gilson Peranzzetta. Destaque para as apresentações em Minas Gerais na Festa da Música e no Museu da Pampulha, em Belo Horizonte, no Centro Cultural Yves Alves e no 6º Tiradentes Jazz Festival, em Tiradentes; no Espírito Santo no Parque Botânico Vale e XX Festival de Inverno de Domingos Martins em Vitória; em São Paulo no Sorocaba Jazz Festival, em Sorocaba e no Rio Santos Jazz Festival, em Santos; em Goiânia no Teatro SESI com a Orquestra de Sopros do Cerrado e no Ceará, no Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, no Rio de Janeiro na Sala Cecília Meireles, na Sala Baden Powell, no Teatro Rival, no Centro de Artes da UFF e no Blue Note.

11 de setembro de 2019
Quarta | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$60 (inteira) e R$30 (meia)
Classificação etária – Livre

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Romeo e Giulietta 1.1 – Desfocamento dos corpos

ter, 20/08/2019 - 10:51

Depois de 25 anos de atividade artística e intensa produtividade dos últimos anos, Roberto Zappalà dá início a um novo projeto intitulado Antologia. Este projeto visa a um resgate dos trabalhos mais interessantes que deixaram uma marca no tempo e na construção da linha coreográfica de Zappalà e de sua companhia. Antologia tem por objetivo não apenas “recuperar” e “revisitar”, mas também originar novas visões por meio de novos “contatos”; a própria mudança dos intérpretes pode constituir a causa primeira para uma diferente abordagem à criação por parte do coreógrafo. Tudo isso não só leva a uma reflexão sobre o passado mas, inevitavelmente, conduz a pensar no futuro.

“O desfocamento dos corpos” era o título do Romeo e Giulietta de 2006, que Roberto Zappalà decidiu retomar e levar novamente à cena como primeiro espetáculo de Antologia. Uma revisão que é também uma renovação. Um Romeo e Giulietta 1.1.

“O que nos leva a sentirmos fora do foco, quando é que nós percebemos essa sensação?”, se pergunta Zappalà, que informa:

“Tecnicamente (em ótica, fotografia, cinema), o ficar fora de foco é uma questão de distância. A distância entre o centro focal do objetivo e o objeto enquadrado; se essa distância é inferior ou superior a certa medida, o objeto fica fora do foco. Trazendo isso no contexto dos dois amantes de Verona, sentimos estar fora de foco quando percebemos que a distância entre nós e a pessoa amada não é a distância correta, quando a distância que nos separa da pessoa amada é condicionada pelo nosso estar no mundo. Quando estamos, percebemos, acreditamos estar perto ou longe demais. Somos todos Romeo e Giulietta”.

Na versão 1.1, o coreógrafo descentralizou a própria focagem, concentrando-a na dupla de namorados, na sua individualidade de seres que vivem um mal-estar, sobretudo, social. Nas vicissitudes shakespearianas se chega a um amor sublimado pela morte (e vice-versa). A versão 1.1 de Zappalà visa a refletir, ao mesmo tempo, a rebeldia dos jovens renascentistas e o tempo atual, onde a pulsão de morte é sublimada por si mesma. À pulsão de morte, pretende contrapor a paixão e o respeito pela vida. Uma nova versão de Romeo e Giulietta que não quer falar de amor, mas ser um ato de amor para a vida.
Ficha Técnica:

Coreografia e direção – Roberto Zappalà
Músicas – Pink Floyd, Elvis Presley, Luigi Tenco, José Altafini, Mirageman, John Cage, Sergei Prokofiev
Intérpretes – Gaetano Montecasino, Valeria Zampardi
Textos – Nello Calabrò
Iluminação e figurinos – Roberto Zappalà
Direção técnica – Sammy Torrisi
Produção – Scenario Pubblico/Compagnia Zappalà Danza – Centro di Produzione della Danza
Coprodução – Orizzonti Festival Fondazione (em colaboração com Le Mouvement Mons Festival – Bélgica)
Apoio – Ministero dei Beni e delle Attività Culturali Regione Siciliana Ass. to del Turismo, Sport e Spettacolo

04 e 05 de setembro de 2019
Quarta e quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$10 (inteira) e R$5 (meia)
Classificação etária – Livre

Obs.: No dia 05 de setembro, haverá duas outras atividades com os bailarinos da Companhia Zappalà que são:
15h às 17h – Workshop de dança no palco do Teatro da UFF, com entrada franca.
21h – Após o espetáculo, os bailarinos participarão de um debate com o público.

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LONGA JORNADA NOITE ADENTRO (3D)

seg, 19/08/2019 - 16:23

Di qiu zui hou de ye wan, China/França, 2018, 140´, 12 anos
De Bi Gan
Com Tang Wei, Huang Jue, Sylvia Chang

Luo Hongwu volta para sua cidade natal depois ter ficado impune por um assassinato que cometeu há doze anos. As memórias da mulher que matou voltam à tona. O passado, o presente, a realidade e a imaginação começam a se confrontar. Vencedor do Golden Horse Film Festival, Tokyo Filmex e Prêmios da Sociedade Internacional Cinephile.

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SUSPÍRIA – A DANÇA DO MEDO

seg, 19/08/2019 - 16:18

Suspiria, EUA, 2018, 152´, 16 anos
De Luca Guadagnino
Com Dakota Johnson, Tilda Swinton, Mia Goth, Angela Winkler

Susie Bannion, uma jovem bailarina americana, vai para a prestigiada Markos Tanz Company, em Berlim. Ela chega assim que Patricia desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc, Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara, que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras. Melhores Efeitos Especiais e Melhor Canção no Festival de Veneza 2018 e Melhor Fotografia no Independent Spirit Awards 2018.

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8º Festival Celucine de Micrometragem

seg, 19/08/2019 - 16:13

8º Festival Celucine de Micrometragem – Mostra Competitiva e Premiação

O Festival Celucine de Micrometragen é destinado a conteúdos audiovisuais de trinta segundos até três minutos de duração, gravados em tablets, celulares e câmeras digitais. Os novos formatos de captação surgiram para democratizar a criação audiovisual – hoje, todos têm em suas mãos infinitas possibilidades de produção de conteúdo e de comunicação.
Nesta oitava edição, o festival apresenta quatro mostras competitivas: Documentário, Ficção, Animação e Niterói Cidade do Audiovisual, além de um prêmio especial para os diretores que têm entre treze e dezesseis anos.
O Programa Niterói Cidade do Audiovisual tem especial interesse em fomentar novas linguagens, públicos e plataformas. O Festival Celucine chega à cidade em sua oitava edição, consolidando sua posição como um dos principais polos de divulgação da produção digital nacional em formatos alternativos.

MOSTRA NITERÓI CIDADE DO AUDIOVISUAL

A beleza além da ponte, de Cristiane Montes
A volta ao dia em 80 mundos, de Thatiana Verthein
Niterói sempre linda, de Danielle Mansur
O grande órgão, de Marina Silva Ziehe
Um lugar chamado Niterói, de Alexandre M. N. de Andrade

MOSTRA ANIMAÇÃO

A fantástica vida breve do Sr. Massinha, de Diego Goes, SP
Nó de carrasco, de Giovanna Sousa Papi, MS
Ota Fu Miga, de Manuela Oliveira, RJ
Eli – o Deus da loucura e o que te faz feliz?, de Arthur de Toledo Arrabal
Tiberto e a Lua, de Alex da Silva dos Santos, RJ

MOSTRA DOCUMENTÁRIO

Banzo, de Dani Drumond, SP
Caminhando e cantando, de Júlia Maria, AL
Mumbuca – cultura e legado, de Edvandro de Castro, RJ
Comunidade lar, de Erickson Marinho, PE
Sheila Lucas – A alma brasileira, de Ricardo Lyra Jr, RJ

MOSTRA FICÇÃO

Inspire, de Caio Alves, RJ
Fumar faz mal, de Caio Shindo, RJ
História de ninar, de Thiago Beckenkamp Brito, RS
O pinguim, de Vitor Neves Martins, RJ
Leminskiânus, de Helen Lopes, TO

PREMIAÇÃO

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TOKIO MAO – O ÚLTIMO KAMIKAZE

seg, 19/08/2019 - 16:07

Brasil, 2018, 70´, Livre
De Marina Pessanha
Com Tokio Mao, Kazumi Mao, Carlos Rosa.

Documentário sobre a vida de Tokio Mao, ex-piloto kamikaze que deveria ter morrido em uma ação de contra-ataque na ilha de Luzon, no mar das Filipinas, em novembro de 1944, mas sobreviveu. Dez anos depois do fim da guerra, Tokio Mao veio parar no Brasil a trabalho como engenheiro químico, e daqui nunca mais saiu. Dá aulas de karatê há mais de 40 anos em Niterói.

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DOR E GLÓRIA

seg, 19/08/2019 - 16:05

Dolor y gloria, Espanha, 2019, 114´, 16 anos
De Pedro Almodóvar
Com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia

Salvador Mallo é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960. Melhor Ator e Compositor no Festival de Cannes 2019.

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MUSSUM, UM FILME DO CACILDIS

seg, 19/08/2019 - 16:02

Brasil, 2019, 85’, 10 anos
De Susanna Lira

A trajetória do humorista e sambista Antônio Carlos Bernado Gomes, o “Mussum”, é contada de diferentes ângulos. São reveladas facetas mais sérias da figura que foi eternizada no imaginário popular brasileiro por sua participação no programa “Os Trapalhões”. Por trás de sua persona humorística e debochada, Antônio Carlos mantinha uma rotina de responsabilidades com sua família, projetos e compromissos.

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