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Atualizado: 3 horas 3 minutos atrás

MOTORRAD

sex, 08/11/2019 - 17:42

Brasil, 2018, 92’, 16 anos
De Vicente Amorim
Com Guilherme Prates, Carla Salle, Emílio Dantas, Juliana Lohmann, Pablo Sanábio, Jaime Del Cueto

Um dos grandes desejos de Hugo é conseguir fazer parte do grupo de motocross do seu irmão mais velho. Decidido, ele rouba algumas peças para que possa montar sua motocicleta. Quando consegue o feito, ele encontra com a turma do irmão em uma cachoeira remota, onde fazem uma trilha e se deparam com um antigo muro. Hugo sugere que eles desmontem o muro e sigam a aventura, mas acabam encontrando a dona do ferro-velho de onde Hugo roubou as peças. Ela os convida para um caminho ainda mais radical, só que a diversão vira uma corrida pela sobrevivência quando eles passam a ser perseguidos por motoqueiros sádicos e sobrenaturais.

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As Cores de Villa-Lobos

sex, 08/11/2019 - 13:02

A música de Heitor Villa-Lobos destaca-se por sua linguagem única e traz nuances das culturas regionais brasileiras, com elementos de canções populares e indígenas. O concerto reúne um repertório abrangente, faz um apanhado de várias fases do compositor. A cultura regional pulsa em canções como “Viola Quebrada” e “Estrela é Lua Nova” – que trazem elementos da cultura indígena e afro-brasileira. Passeia também pelas composições para a Broadway, como “Bonsoir Paris!” e por árias da grande obra “A Floresta do Amazonas”.

O concerto marca o lançamento do Cd “As Cores de Villa-Lobos” em Niterói que segundo a crítica do site movimento.com: “Marina apresenta, em todas as faixas, uma linha de canto irretocável, com agudos delicados e graves bem projetados. Sua voz, suave, alterna doçura e malícia. (…) Neste seu primeiro CD, Marina Cyrino deixa impressos colorido vocal, excelente técnica, versatilidade e bastante elegância na abordagem […]”. Ao longo do concerto Marina busca demonstrar vocalmente as diversas “cores e tons” na obra de Villa-Lobos enquanto vai sendo pintada no palco pelo artista visual Marc Kraus que também assina a direção de arte do concerto.

 

Programa

Compositor: Villa-Lobos (1887-1959)

Guia Prático nº1: Manquinha

Nesta Rua

Estrella é Lua Nova

Viola Quebrada

O’ Pallida Madona 

The Emerald Song

Bon Soir Paris 

Food for Thought            

The Singing Tree  

Veleiros

Canção do Amor

Melodia Sentimental  

 

Intérpretes: Soprano: Marina Cyrino       Piano: Flavio Augusto

Direção de Arte: Marc Kraus

Direção geral: Marina Cyrino

 

Dia 5 de dezembro de 2019
Quinta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

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Música Antiga da UFF – Coro da UFF & Convidados

sex, 08/11/2019 - 12:23

Natal Renascentista

O Natal, desde a Idade Média, tornou-se uma festa tão popular, que passou a ser celebrada mesmo pelos não cristãos. O intercâmbio entre o sagrado e o profano foi intensificado e o teatro, a dança e a música de origem secular passaram a fazer parte das comemorações sacras natalinas. Uma infinidade de canções e danças nos contam e recontam o nascimento de Cristo.

O Música Antiga da UFF encerra a temporada de apresentações do ano de 2019 com um programa de músicas renascentistas dos séculos XV, XVI, XVII, chegando até o século XVIII que reúne canções profanas e canções populares cantadas na época do natal, com a participação do Coro da UFF e músicos convidados.

PROGRAMA

Cancioneiro de Upsalla (séc. XVI) – Verbum Caro

Josquin Des Près (ca.1450 – 1521) – El Grillo

Anônimo (séc. XVII)  – Hannapachap Cussicuinin

Claudin de Sermisy (c. 1490 – 1562) –  Tant Que Vivray

Jacques Arcadelt (1505?-1568) – Il Bianco e Dolce Cigno

Michael Praetorius (1571- 1621) –  Courante

Anônimo (séc. XVI) –  In Dulci Jubilo

Michael Praetorius (1571- 1621)  – Psalite

Anônimo – Séc. XV Ein Kind Geborn Zu Bethlehem

Codex Martínez Compañón (séc. XVIII) –  Cachua Nascimiento

 

 

Música Antiga da UFF: Mário Orlando e Leandro Mendes.

Músicos Convidados:
Viola da Gamba: Lenora Mendes, Kristina Augustin, Tomás Guisasola, Márcio Selles. 

Flautas: Lena Mendes, Fernando Brasil, Carlos Rodrigues, Luiza Mesquita, Mylena Sousa, Maria Luiza. 

Teclado: Peri Santoro.

Coro da UFF: Ana Cardenas, Ana Cristina Melo Cardoso, Ana Regina de Azevedo, Ângela Sülzen Brasil, Aurita Braga, Carla Maria Mayrink Ferreira, Cristina da Matta, Cristina M.P. Fanzeres , Elda Storani, Everaldo Domingos da Silva, Gesmar Volga Haddad, Glauce Mattos Fernandes, Gloria Maria Grego, Graça Maria Coelho Berba, Gustavo Rocha, Hagamenon da S. Souza, Heitor Pimentel, Hilda Maria de Oliveira, Isis Guimarães, Jagnei José do Valle, Jorge Mario de Barcellos, José Burbes de Souza, José Lázaro de Oliveira, Leila da Silva Jotha, Márcia Vieira Damasco, Maria Aparecida Otaviano, Maria Auxiliadora Ivo de Melo, Maria Elisa Katayama, Maria Heloisa Tostes Monteiro, Maria José G. de Miranda, Marilene Tibau, Marta de Oliveira, Neize Santos de Mello Castro, Norma S. F. Nogueira, Paulo Roberto Barros Leite, Regina Celia B.G. Dümpel, Regina Helena A. Ribeiro, Rita de Cassia Machado de Brito, Rita de Cassia Lopes de Oliveira, Rosemary Machado, Silene Maria da Silva Othuki, Sylvia Cristina da Silva Othuki, Sylvia de Almeida Leitão, Tânia Medeiros de Souza, Vanda Prado, Verônica Noronha Santos, Vitor Davi M. de Melo, Waldeísa Maria M. Faria, Walter Pimentel Júnior

Dia 1 de dezembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)
Classificação Livre

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Cristina Braga

qui, 07/11/2019 - 18:45

A harpista Cristina Braga realiza um concerto dentro do Projeto Vital para o Brasil. O projeto é resultado de uma parceria entre o Centro de Artes UFF e o Instituto Vital Brazil, com a criação de uma agenda conjunta de concertos de música de câmara e sinfônica, envolvendo os grupos da UFF e artistas convidados.

28 de novembro de 2019
Quinta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)
Classificação Livre

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OSN UFF na XXIII BIENAL DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA

qua, 06/11/2019 - 13:09

Regente: Ricardo Bologna

Alexandre Avellar – Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017)

Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra “As Quatro Estações Brasileiras” (2018-19)

Inverno Pampeano (Pôr do Sol)
Verão Nordestino (Danças)
Solista: Daniel Guedes

Fernando Cerqueira – Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018)

Orlando Alves – Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)
Solista – Philipe Doyle

João Guilherme Ripper – Jogos Sinfônicos (2015)

Distâncias (1º movimento)

Roberto Macedo – Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)

Solista: José Batista Junior

Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013)

10 de novembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 10 | R$ 5 (meia)
Classificação Livre

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MAMA COLONEL

seg, 04/11/2019 - 19:23

Mama Colonel, Congo/França, 2017, 72’, 14 anos
De Dieudo Hamadi

Coronel Honorine, mais conhecida como “Mamãe Coronel”, trabalha para a polícia da República do Congo, à frente da unidade de proteção a menores e combate à violência sexual. Depois de trabalhar por 15 anos em Bukavu, leste do país, ela acaba de saber que foi transferida para Kisangani, onde terá que enfrentar novos desafios. Através do retrato desta mulher corajosa e obstinada, sempre em luta para que a justiça seja feita, o filme discute assuntos como a violência contra mulheres e crianças e a dificuldade de superação das guerras do passado. Melhor Documentário no Africa Movie 2017.

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CINE SÃO PAULO

seg, 04/11/2019 - 19:21

Brasil, 2019, 78’, livre
De Ricardo Martensen e Felipe Tomazelli

Desde 1940, quando seu pai comprou um cinema na cidade de Dois Córregos, São Paulo, a vida de Francisco Teles, o Chico, passou a ser dedicada a esse lugar. A sala é o símbolo da transição do projetor a carvão ao digital, da resistência diante da TV e do videocassete e também da memória afetiva da cidade. O edifício, que está muito deteriorado, precisa ser restaurado e Chico tem a obsessão de fazer o velho cinema voltar a funcionar. Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema Latino-Americano de Biarritz 2017.

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ARQUIVO EM CARTAZ 2019 – Mulheres no Cinema

seg, 04/11/2019 - 19:13

O Arquivo em Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Arquivo, organizado pelo Arquivo Nacional, tem como objetivo a discussão em torno da preservação de acervos cinematográficos e a (re)utilização de materiais de arquivo em novas produções. Representa também um importante espaço de formação, reflexão, divulgação e exibição de filmes com imagens de arquivo. O evento é vocacionado para divulgar e incentivar a realização de filmes com imagens de arquivo e para debater e refletir a preservação de acervos cinematográficos.

Sua 5ª edição será realizada de 6 a 13 novembro de 2019, com o tema Mulheres de cinema. A iniciativa busca valorizar e dar visibilidade ao trabalho de mulheres cineastas, diretoras, produtoras, roteiristas e profissionais de arquivo.

Homenageadas em 2019:
Lúcia Murat, diretora, documentarista e roteirista;
Fátima Taranto, técnica em preservação de filmes.

 

Dia 08, sexta, 16h – Mostra Homenagem Lucia Murat

OLHAR ESTRANGEIRO
Brasil, 2006, 70’, 10 anos
De Lúcia Murat

Olhar estrangeiro é um filme sobre os clichês e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. Baseado no livro “O Brasil dos gringos”, de Tunico Amâncio (professor do Curso de Cinema da UFF), o documentário mostra a visão que o cinema mundial tem do país. Filmado na França (Lyon e Paris), Suécia (Estocolmo) e EUA (Nova York e Los Angeles), o filme, através de entrevistas com diretores, roteiristas e atores, desvenda os mecanismos que produzem esses clichês.  

Dia 09, sábado, 16h – Mostra Homenagem Lucia Murat

QUE BOM TE VER VIVA
Brasil, 1989, 100’, 14 anos, 35mm
De Lúcia Murat, com Irene Ravache, Criméia Schmidt Almeida, Maria Luiza Garcia Rosa, Estrela Bohadana

Murat, que foi torturada no período da ditadura, narra a vida de algumas mulheres brasileiras que pegaram em armas contra o regime militar. Há uma série de depoimentos de guerrilheiras e cenas do cotidiano dessas mulheres que recuperaram, cada uma à sua própria maneira, os vários sentidos de viver. Melhor Filme, Atriz e Montagem no Festival de Cinema de Brasília 1989, Melhor Atriz na Associação de Críticos de Arte de São Paulo 1989.

 

Dia 10, domingo, 16h – Mostra Homenagem Fatima Taranto

O AMULETO DE OGUM
Brasil, 1974, 112’, 16 anos, 35mm
De Nelson Pereira dos Santos, com Ney Sant’anna, Anecy Rocha,  Jofre Soares

Para entreter alguns ladrões, um violeiro cego canta a história de Gabriel, um menino cujo pai e irmão foram assassinados e que, a pedido da mãe, vai a um terreiro de Umbanda para fechar o corpo. Crescido, Gabriel se envolve com a gangue do bicheiro Severiano e passa a praticar atos criminosos na Baixada Fluminense. Quando ele se envolve com Eneida, a amante do bicheiro, é jurado de morte — mas conta com a proteção do amuleto de Ogum. Melhor Filme no Festival do Cinema Brasileiro de Gramado 1975 e Melhor Atriz pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 1975.

 

Dia 11, segunda, 16h – Sessão Temática Mulheres de Cinema – 12 anos

A ENTREVISTA
Brasil, 1966, 20’
De Helena Solberg

O documentário tem como base entrevistas feitas com jovens de classe média alta entre 19 e 27 anos sobre suas aspirações em relação ao casamento, sexo, profissão e submissão ao marido. Mesmo aquelas que se consideravam mais “lúcidas” e “modernas” mostram seu perfil mais tradicional da mulher idealizada, envolvida por romantismo e feminilidade.

TEU NOME VEIO DA ÁFRICA
Brasil,1979, 40’
De Maria Luiza Aboim

A iniciação no candomblé – a feitura do Iaô – de Florenir, ao 26 anos: a festa e a vida durante o resguardo.

 

Dia 12, terça, 19h – Sessão Temática Mulheres de Cinema
Exibição seguida de debate com a diretora Carla Civelli

É UM CASO DE POLÍCIA!
Brasil, 1959, 80’, 14 anos
De Carla Civelli, com Glauce Rocha, Sebastião Vasconcelos, Antonio Patiño

Belinha é uma fanática por histórias policiais. Quando ela ouve uma conversa sobre o assassinato de uma mulher, a jovem acredita ser uma conspiração para um crime e, com a ajuda do seu noivo, Godofredo, ela resolve investigar a situação.

 

Dia 13, quarta, 16h
Exibição do vencedor da Mostra Competitiva

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Música Livre – Duda Brack + Chico Chico

sex, 01/11/2019 - 18:17

Sedimentares. Assim como as rochas que se formam no fundo dos rios, dos mares. Se formam por sobreposição de resíduos desgastados pelo intemperismo químico e físico e são empilhados uma sobre a outra, fundidas, a mercê das variações de pressão e temperatura, assim como nos mesmos. Ao mesmo tempo que são as rochas mais frágeis, são as mais renováveis. O que isso tem a ver com o encontro / sobreposição de Duda e Chico? Só dando tempo ao tempo e observando o ciclo terrestre agir para perceber. Esse encontro traz no repertório canções dele, canções dela, parcerias inéditas dos dois juntos, canções de amigos e ídolos em comum (como João Mantuano, Posada, Alzira Espíndola e Itamar Assumpção).

Duda Brack – Cantora e compositora, gaúcha, 25 anos. Em 2015, aos 21 anos, lançou seu primeiro (e aclamado) disco, intitulado É e, desde então, vem sendo apontada como uma das grandes vozes femininas a emergir na cena musical contemporânea. Em 2017, a convite de Charles Gavin (ex-Titãs) e da gravadora Deck, Duda entrou em estúdio novamente para gravar Primavera nos dentes (tributo aos Secos & Molhados). O projeto foi muito bem recebido pelos integrantes da banda original e rendeu elogios públicos a Duda, por parte de Ney Matogrosso. Atualmente, a artista está em processo de pré-produção do seu próximo projeto solo.

Mais informações em: www.dudabrack.com

Chico Chico tem feito participações especiais em shows e discos de parceiros como Ana Cañas, Posada, Troá, Daíra, Pedro Luís, Orquídeas do Brasil (banda que acompanhou Itamar Assumpção) e Duda Brack. Após o projeto pessoal 2×0 Vargem Alta, que virou disco, e uma série de shows com Júlia Vargas e Rodrigo Garcia durante dois anos, Chico está rodando os palcos do Brasil desde 2016, com o parceiro João Mantuano, e esta finalizando a gravação de um CD com a banda 13.7, um trabalho essencialmente autoral.

Mais informações em: www.facebook.com/chico.ribeiroeller

21 de novembro de 2019
Quinta-feira | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – livre

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Folcloreando

sex, 01/11/2019 - 18:03

Folcloreando é um espetáculo inédito, inspirado nas obras de Monteiro Lobato.

Conta a história de Marta, a filha de um explorador curioso, que leva a menina para buscar os tesouros da floresta. O que eles não contavam, era que esta riqueza estava muito bem protegida por todos os seres do Folclore Brasileiro. Com músicas originais, este passeio pela floresta Brasileira se torna muito mais interessante quando a Cuca resolve enfeitiçar o pai da menina. Através de projeções, manipulação de bonecos e um figurino extremamente inovador, o público é convidado a entrar na história, para entender melhor esses seres místicos de Pindorama ou, como vocês chamam, do Brasil!

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: André Breda
Canções Originais: Cosme Motta e Wagner Monaco
Coreografias: Elis Loureiro
Assistente de Direção e Produção Artística: Carol Leipelt
Projeções: Renato Vilarouca e Rico Vilarouca
Figurinos: Paulo Kandura
Cenário: Wanderley Gomes
Visagismo: Caio Godard
Som: Jorge Baptista
Designer: Adriana Marinho
Pintura de arte: Edward Monteiro
Cenotécnico: Rostand
Letras: Cosme Motta
Arranjos e Produção Musical: Wagner Mônaco
Percussões adicionais: Ramon Múrcia
Elenco: Beatriz Pedroso, Carol Leipelt, Elis Loureiro, Eric Paixão, Gabi Levask, Igor Leão, Larissa Fernandes, Luisa Cuns
Stand-ins: Millena Braganti e Thaiani Daniëls

16 de novembro à 01 de dezembro de 2019
Sábados e domingos | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40 e R$20 (meia)
Classificação etária: Livre

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Duo Ana de Oliveira & Sergio Ferraz

qui, 31/10/2019 - 14:36

O duo de música instrumental, formado pela violinista Ana de Oliveira e o compositor e multi-instrumentista Sérgio Ferraz, surgiu em 2018, durante o festival MIMO, em Olinda (PE). O duo aborda o repertório com foco em obras de compositores que são referências para os dois artistas, como Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, John McLaughlin, Al Di Meola, Paganini, Tom Jobim e Villa- Lobos, além de obras autorais de Sérgio Ferraz.

Ana de Oliveira e Sérgio Ferraz se apresentaram em importantes palcos do eixo Rio – São Paulo, como Blue Note SP e RJ, Sala Cecília Meireles, Casa do Choro, Centro de Referência da Música Carioca e Centro de Artes UFF, entre outros. A estreia internacional do duo aconteceu em Portugal, na programação do MIMO Festival Amarante, em julho deste ano, com grande aclamação do público.

A violinista paulistana Ana de Oliveira é Mestre em Música, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, e graduou-se na classe de Rainer Kussmaul, na Escola Superior de Música em Freiburg, Alemanha, onde viveu por nove anos. Foi também aluna de Lola Benda e Uwe Kleber, no Brasil, e Federico Agostini, na Alemanha. Apresentou-se como solista em diversas orquestras no Brasil e na Europa e, como camerista, em importantes festivais, entre eles Montreux (Suíça), La Villette (França), Warschauer Herbst (Polônia), Donaueschingen (Alemanha), MIMO Festival Brasil e Portugal, Campos do Jordão, Festival Villa-Lobos. No Brasil, desenvolveu uma carreira diversificada e abrangente atuando como spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, durante uma década, criando e liderando vários grupos de câmera como primeiro violino, participando como solista e spalla em diversas gravações de música brasileira e trilhas sonoras, também exercendo a coordenação pedagógica do Festival MIMO. Ana de Oliveira foi spalla da Camerata Rio Strings, no festejado CD Fantasia Brasileira (Biscoito Fino), indicado ao Grammy em 2005.

Realizou a primeira audição no Brasil de obras de importantes compositores como Mário Tavares, Egberto Gismonti, Benjamin Britten, Charles Ives, Carlos dos Santos e Clarice Assad, entre outros.

É violinista do Trio Puelli desde 2009, grupo de câmara dedicado à pesquisa e registro de obras dos séculos XX e XXI, com o qual lançou três elogiados CDs, Primma e 3 Américas, e o mais recente, dedicado à integral das obras para trio de Radamés Gnattali, lançado em 2018 pelo Selo SESC, eleito o Melhor do Ano, pela votação popular da Revista Concerto. O grupo também está presente no CD Música Nova (2016), lançado pelo Selo SESC em 2017.

Ana de Oliveira também atua como spalla da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF e também lidera seu trio de cordas, além de se dedicar ao seu mais recente projeto de música instrumental ao lado do compositor e multi-instrumentista Sérgio Ferraz.

Sérgio Ferraz é bacharel em Música pela Universidade Federal de Pernambuco. Iniciou seus estudos de música aos nove anos, com violão e guitarra. Aos 15 anos, iniciou seus estudos de violino no Departamento de Música da UFPE e no Conservatório Pernambucano de Música. Atua como instrumentista desde 1990, quando formou o grupo Alma em Água, com o qual participou de vários festivais importantes e de uma turnê pelos Estados Unidos em 1997. No ano 2000, formou o grupo instrumental Sonoris Fábrica, com o qual tocou em edições do Palco Instrumental do Festival de Inverno de Garanhuns, Recife Jazz Festival (primeira e segunda edições), MIMO 2011 e no SESC Brasil Instrumental, em São Paulo, entre outros. Entre 2008 e 2014, Sérgio Ferraz participou como violinista do grupo que acompanhava o escritor Ariano Suassuna em suas aulas-espetáculo. Em 2012, Sérgio Ferraz estreou seu Concerto armorial, dedicado a Ariano Suassuna, no Teatro de Santa Isabel, em Recife, com a Orquestra de Câmara de Pernambuco. Ele tocou, também, em várias edições do MIMO Festival, como artista principal: em 2010, com o violonista Antonio Madureira, apresentando o trabalho do CD Segundo Romançário, em 2011 com seu grupo de Jazz Sonoris Fábrica e, em 2013, como solista, apresentando seu Concerto armorial para violino e orquestra.

Em 2017, Sérgio Ferraz foi uma das principais atrações do Cerrado Jazz Festival, em Brasília, e também naquele ano realizou o show Tributo a John Coltrane, com grande sucesso de público em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em 2018, formou o Grupo de Jazz Flamenco Guitarra Stravaganza, com a participação do violinista e compositor Ricardo Brafman. Em julho de 2019, Sérgio Ferraz estreou internacionalmente seu duo com a violinista Ana de Oliveira, no MIMO Portugal. Sérgio Ferraz tem um rico trabalho autoral que contempla desde a Música armorial, jazz, flamenco e música eletroacústica, registrado em sua vasta discografia. Seus CDs são: Segundo Romançário (2009), Sonoris Fábrica (2011), Dançando aos Pés de Shiva (2012), A Sublime Ciência e o Soberano Segredo (2013), Concerto Armorial (2014) e Flutuando Sobre As Ondas (2015).

30 de novembro de 2019
Sábado | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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XXXIII BIENAL DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA

qua, 30/10/2019 - 16:01

XXXIII BIENAL DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA CELEBRA O TALENTO E A DIVERSIDADE DE NOSSOS COMPOSITORES

A Fundação Nacional de Artes e a Universidade Federal Fluminense apresentam a XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, reunindo a mais recente produção dos compositores brasileiros. De 10 a 14 de novembro, no Centro de Artes UFF, na Sala Cecília Meireles e no Teatro Dulcina, serão apresentadas 52 obras nos estilos música sinfônica, de câmara e eletroacústica/mista.

Este ano, a XXIII Bienal homenageará compositores que se tornaram referência na música brasileira contemporânea, como Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa e Willy Corrêa de Oliveira, além de Edino Krieger, Jocy de Oliveira, Raul do Valle, Marlos Nobre e Ricardo Tacuchian, que tiveram obras convidadas. Com mais 47 obras selecionadas por edital, completam-se 52 obras, proporcionando um maior alcance e diversidade de compositores e suas criações.

O ingresso para todos os concertos custará R$ 10,00 (R$5,00 a meia entrada).

Domingo, 10 de novembro, 10h30, Centro de Artes UFF
Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói

 

Música Sinfônica

Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense

Regente: Ricardo Bologna

 

Alexandre Avellar – Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017)

Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra “As Quatro Estações Brasileiras” (2018-19) 

  1. Inverno Pampeano (Pôr do Sol)
  2. Verão Nordestino (Danças)

Solista: Daniel Guedes

Fernando Cerqueira – Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018)       

  1. Orlando Alves – Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)

Solista – Philipe Doyle

João Guilherme Ripper – Jogos Sinfônicos (2015)

Distâncias (1º movimento)

Roberto Macedo – Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)    

Solista: José Batista Junior

Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013) 

 

Domingo, 10 de novembro, 17h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

 

Música de Câmara

 

Matheus Bitondi – Gotas de vento e rajadas de aço para flauta, clarinete e violino (2018)

Clarinete – Cesar Bonan; flauta – Rômulo Barbosa; violino – Tais Soares

 

Roseane Yampolschi – Candeias para violoncelo solo (2018)            

Solista – Lars Hoefs

Elodie Bouny – Déjà-Vu (quarteto de violões)     

Fábio Adour, Maria Haro, Marco Lima, Luis Carlos Barbieri

Raul do Valle – Arapuã (Série Miniaturas Sonoras para Solistas – 2015)                           

Ponteio: Versão para Violoncelo Solo      

Solista – Lars Hoefs

Nikolai Almeida Brucher – Como um índio de casaca para quarteto de cordas (2017)

Quarteto Kalimera

1º violino – Luísa de Castro; 2º violino – Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo – Daniel Silva

Rodrigo Marconi – Peças Dispersas, violão solo (2016)

Solista – Fábio Adour  

Vicente Alexim – Clarinet Quintet para clarineta e quarteto de cordas  (2019)

Quarteto Kalimera

1º violino – Luísa de Castro; 2º violino – Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo – Daniel Silva

Rodrigo Lima – Sopro Diagonal para quinteto de sopros (2017)

Quinteto Lorenzo Fernadez 

Flauta – Rômulo Barbosa; Oboé – Rodrigo Herculano; Clarinete – Cesar Bonan; Trompa – Alessandro Jeremias; Fagote – Jeferson Souza

 

Segunda-feira, 11 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

 

Música Sinfônica

Orquestra Sinfônica da UFRJ

Regente: Thiago Santos

 

Lucas Pigari – Prelúdio Noturno para Orquestra de Cordas (2019)

Tadeu Taffarello – Volare  (2018)          

Poemas de Sônia Cintra 

Solista – Andrea Adour

Luigi Antonio Irlandini – Santuário de Baleias (2016)       

Solista – Carlos Gontijo

Rubens Russomanno Ricciardi – Trauert, oh Venus und Cupido (2019)

Ária da ópera “Die Witwe von Ephesos” (viúva de Éfeso)

Solista Joahnnes Grau

Rodrigo Cicchelli – A Aurora de róseos dedos

Felipe Clark Portinho – (Lipe Portinho – 2017)

Concertino Brasileiro para Contrabaixo & Orquestra de Cordas

Solista – João Rafael Souza

Edino Krieger -Fantasia Concertante para Piano e Orquestra  (2016)

Solista – Marina Spoladore

 

Terça-feira, 12 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

 

Música de Câmara

 

Ricardo Tacuchian – Cerâmica (2017)     

Solista – Miriam Grosman

Eli-Eri Moura – Passionis de Flamma para soprano e piano (2017)

Soprano – Gabriella Pace; piano – Katia Balloussier

Paulo C. Chagas – Pomona, über-reif para violoncelo e piano (2018) 

Violoncelo – Lars Hoefs; piano – Lucia Barrenechea

Paulo Costa Lima – Look at the sky, Op. 56, para clarineta e piano (2016)  

Clarinete – Igor Carvalho; piano – Katia Balloussier   

Carlos dos Santos – Dois momentos para Violino, Clarinete e Piano (2018)  

Violino – Nikolay Sapoundjiev; Clarinete – Thiago Tavares; piano – Silas Barbosa

Mario Ferraro – Trevo para trompete, violino e piano (2016)     

Violino – Taís Soares; Trompete – Nailson Simões; piano – José Wellington

Sérgio Rodrigo – Ho/ketu/s para violoncelo e pianoforte (2016)

Violoncelo – Elise Pittenger; piano – Luiz Carvalho 

Liduino Pitombeira – Seresta nº.20, Opus 243, para saxofone alto e piano (2019) 

Saxofone – Jonatas Weima; Piano – Maria Di Cavalcanti

Wellington Gomes – Serenata conflitante para o luar de Catulo e João (2019)  

Ensamble CEPROMUSIC – México

Flauta – Diego Morábito; clarinete – Diego Cajas; piano – Gonzalo Gutiérrez; violino – Leonardo Chávez; viola – Alena Stryuchkova; violoncelo – Diego Gutiérrez; contrabaixo – Juan José García; percussão – Juan Gabriel Hernández.

Caio Facó – Sopros do Estuário  (2017)                

Ensamble  CEPROMUSIC – México

Flauta – Diego Morábito; clarinete – Diego Cajas; violino – Carlos Lot; violoncelo – Roxana Mendoza; piano – Gonzalo Gutiérrez

Ivan Eiji Simurra – Racian Miran Reus (2019)

ABSTRAI ensemble – Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)

Flauta – Pauxy Gentil-Nunes; Clarinete – Batista Jr; Saxofone – Paulo Vinícius Félix; piano – Marina Spoladore; violino – Mariana Salles; viola – Luis Audi; violoncelo – Pablo de Sá; Contrabaixo – Rodrigo Favaro.

Regente Leonardo Labrada

Martin Herraiz – Verfall de Vernunft (2019)

ABSTRAI ensemble – Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)

Soprano – Doriana Mendes; flauta – Pauxy Gentil-Nunes; clarinete – Batista Jr; piano – Marina Spoladore; violino – Mariana Salles; viola – Luis Audi; violoncelo – Pablo de Sá. Regente – Leonardo Labrada

 

Quarta-feira, 13 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

 

Música eletroacústica/mista

 

Jocy de Oliveira – Memória Para quatro vozes femininas e delays  (2000)           

Vozes – Gabriela Geluda, Doriana Mendes, Cintia Graton, Claudia Helena Alvarenga

Difusão e processamento em tempo real – Marcelo Carneiro

João Pedro Oliveira – N’vi’ah (2019)  

Difusão: Guilherme Bertissolo          

Almeida-Ribeiro – Unruhe  (2018)   

Percussão – Ronni Kot Wanzel e Rodrigo Foti

Difusão – Marcelo Carneiro

Marcelo Carneiro – Litosfera, obra eletroacústica acusmática (2019)

Luciano Leite Barbosa – Vanishing Point (2017) 

Laura Rónai – Traverso

Difusão – Marcelo Carneiro

Indioney Rodrigues – Flegetonte (2017)

Cron Ensemble

Flauta – Lincoln Sena; Clarineta – Marcos dos Passos; Viola – Rúbia Siqueira; Percussão – Pedro Moita

Eloy Fritsch – TSP Multipalco (2018)

Difusão: Guilherme Bertissolo          

César Traldi e Daniel Barreiro – Rastros#1 (2018)    

Vibrafone e sons eletroacústicos

Tatiana Catanzaro – Palimpseste (2018)           

Difusão: Marcelo Carneiro

Gustavo Bonin – Famigerado (2015)

Cron Ensemble

Flauta e Flautim – Lincoln Sena; Clarineta e Clarone – Marcos dos Passos; Vibrafone – Pedro Moita; Violão – Marco Lima

Guilherme Bertissolo – Cabelo (Fricotando) 2015    

ABSTRAI  ensemble – Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)

Soprano – Doriana Mendes; flauta – Pauxy Gentil-Nunes; clarinete – Batista Jr; bandolim – Paulo Sá; violão -Fábio Adour; violoncelo – Pablo de Sá; percussão – Pedro Moita. Regente Leonardo Labrada

Luiz Augusto Rescala (Tim Rescala) – Dodecafunk  (2015)               

Soprano – Doriana Mendes; sampler e MC – Tim Rescala; piano – Maria Teresa Madeira; flauta – Sofia Ceccato; fagote – Simon Béchemin

 

 

Quinta-feira, 14 de novembro, 19h, Teatro Dulcina
Alcindo Guanabara, 17 – Centro, Rio de Janeiro

 

Música de câmara

 

Alfredo Barros – Vanescens para vibrafone (2014, revisado 2019) 

Solista – Leonardo Labrada

Sergio Kafejian – Circulares VII  (2019)                  

Oboé, Contrabaixo e Percussão Múltipla

Oboé – Jorge Postel; contrabaixo – Claudio Alves; Percussão múltipla – Ronni Kot

Amaro Borges – Solofonia V para voz (2019)                                             

Solista – Gabriela Geluda

Francisco Silva – E agora? (2019)                             

Clarinete – César Bonan; flauta – Rômulo Barbosa

Mauricio Dottori – Taleré Phoné (2015) 

ABSTRAI ensemble – Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)

Saxofone – Paulo Vinícius Félix; vibrafone e percussão – Leonardo Labrada

Marcílio Onofre – Quarteto de Cordas nº 3 – Oscura noche del alma (2017–2019)   

Quarteto Kalimera

1º violino – Luísa de Castro; 2º violino – Tomaz Soares; viola – Jessé Máximo Pereira; violoncelo – Daniel Silva

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Mariposa

ter, 29/10/2019 - 15:46

Aline Peixoto e Analuh se juntam no show “Mariposa” e convidam Isabela Lorio

Mariposa simboliza transformação e resistência. Idealizado por Aline Peixoto e Analuh, cantoras, compositoras e instrumentistas, o show Mariposa traz uma seleção de músicas autorais e covers de composições de autoras brasileiras, que conquistaram espaço no cenário musical nacional e internacional, para falar ao público sobre a luta feminina.

Mariposa é um inseto de asas, geralmente de coloração escura, e de hábitos noturnos, conhecida em algumas regiões pelo nome de bruxa. Algumas pessoas acreditam que as mariposas trazem maus agouros, por carregarem o espírito das bruxas. Sendo assim, simbolizam a resistência, transformação e história de todas as mulheres que vieram e lutaram tempos atrás, inspirando a criação do show que carrega o nome do inseto.

O projeto objetiva, principalmente, falar sobre o lugar da mulher na sociedade, a importância de se respeitar e entender quem são, seus ciclos e sua potência, apresentando questionamentos sobre as opressões vividas todos os dias, por mulheres. O show pretende fazer o público cantar e se emocionar, ao mesmo tempo que induz debates e reflexões sobre as possibilidades de transformação.

A banda do show

Analuh – É cantora, compositora, violonista, percussionista e militante na causa feminista e das mulheres lésbicas. Em 2019, lançou seu primeiro EP Revela a ferida, com quatro músicas autorais retratando suas visões de mundo e as injustiças sociais. Já se apresentou no Festival Mulheres do Fim do Mundo, Sarau Performance, Sarau da Lira, Vitrola e Viva Sapatão, entre outros.

Aline Peixoto – É atriz, musicista, compositora e trabalha artisticamente desde criança. Participou de festivais de música com suas composições e de festivais de teatro com a companhia teatral Crias da Casa, sendo premiada por diversos trabalhos. Atualmente, Aline está terminando de produzir seu primeiro EP, com músicas autorais.

Isabela Lorio – É multi-instrumentista, cantora , compositora e produtora musical. Já se apresentou no Rio Bossa Nossa, The Bar, Viva Sapatão, e atua em várias bandas, como a da artista e youtuber Ju Ribeiro. Está em processo de gravação de suas músicas.

16 de novembro de 2019
Sábado | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Classificação etária: 12 anos

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Arte em Travessia

ter, 29/10/2019 - 12:17

TRAVESSIA não é palavra vã, é palavra em movimento, traz em si a ideia de deslocamento, mudança, viagem, transformação… E a isso nos propomos – transformar e afetar!

TRA-VESSIA forma-se do verbo latino vertere: o dar corpo ao suceder.

Nessa exposição no Centro de Artes UFF, reunimos trabalhos de diferentes pessoas que a sua maneira ocuparam nossas galerias de arte e fazem parte de nossa história, alguns são clientes, outros estudantes de arte, outros já ocupam espaço no mercado das artes, mas por fim são todos artistas.

Rafael Matos
Sergio Simões
Antônio Varela
Vitor Canhamaque
Henrique Resende
Rona Neves
Heleno Bernardi
Pedro Amorim
Elisama Arnaud
Marcelo Valle

O ESPAÇO TRAVESSIA é um lugar de promoção da saúde mental, que utiliza arte e cultura. Em seus ateliês, salões e galerias acontecem diversas atividades como apresentações e oficinas de dança, de música, teatro, contação de histórias, fotografia, alongamento, práticas integrativas de saúde, aulas de inglês, brincadeiras… e muito mais, que de forma incomensurável afeta a vida de muita gente.

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Museu vivo: poéticas da desrazão

ter, 29/10/2019 - 12:03

A montagem desta exposição resulta de um trabalho de aproximação do Centro de Artes UFF com o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, numa perspectiva de troca afetiva de saberes e experiências entre as equipes e também do contato com os clientes (forma como a Dra. Nise da Silveira se referia aos pacientes do hospital psiquiátrico), que dão corpo e forma a um transbordamento dos afetos, de uma exacerbação da imaginação, que se descola de uma consensualidade do real, acionando um campo imagético no qual “os inumeráveis estados do ser” são potencializados, em um movimento não-retilíneo, como a experiência de um Museu Vivo.

A melhor maneira de homenagear a mestra se revela divulgando suas ideias e sua prática de liberdade criativa, trocando experiências para a construção de uma visão mais humanizada sobre a loucura. O mais relevante era que os clientes fossem os protagonistas deste evento, exercendo sua liberdade de ir e vir, de criar e conviver, numa demonstração clara da eficiência do método terapêutico preconizado por Nise. Há muitos muros a serem derrubados ainda. É nosso dever para com seu legado, alargar os horizontes do Museu que ela criou e defendeu com tanta garra.

 

Museu de Imagens do Inconsciente
Centro de Artes UFF

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Rémi Panossian – RP3

ter, 29/10/2019 - 11:44

Após 10 anos de existência, o RP3 realizou mais de 400 concertos em 30 países. Tem participado ativamente nos festivais de jazz de Tóquio, de Montreal, Jarasum Jazz, Taichung Jazz, Jazz Vancouver, Enjoy Jazz, Festival de Jazz Euro Mexicano, New Morning, Café de la Danse, Jazz à Juan, Jazz 31, Jazz à Sète, Jazz in Marciac, Nancy Jazz Pulsation e Vladivostok Jazz Festival.

O Rémi Panossian faz um tipo de jazz-rock binário, com ressonâncias do pop e eletrônico. A inovadora música do trio é interpretada pelo pianista de jazz, despojado e elegante, Rémi Panossian, que começou sua carreira tocando solo, em 2000. Na formação trio, Panossian é acompanhado por Maxime Delporte, no contrabaixo, e Frédéric Petitprez, na bateria. Em seus álbuns de estúdio, flautas, trompetes e acordeão são adicionados, simulando dez músicos tocando ao mesmo tempo.

O RP3 oferece um repertório de jazz híbrido, ao qual os três cúmplices adicionam as melodias do pop, a energia bruta do rock ou o groove rítmico e explosivo. O trio lançou quatro álbuns, desde 2009, e cada título é uma nova aventura. Entusiasmado e envolvente, o RP3 tem a clareza das gravações feitas com total confiança, demonstrando um prazer que o ouvinte pode perceber ao vivo.

Durante o mês de novembro, o Trio fará uma turnê pelo Brasil, iniciando em São Paulo e seguindo, depois, por Campinas, Belo Horizonte, Niterói e Curitiba, com o apoio conjunto da Aliança Francesa Brasil, AirFrance e Spedidam.

Dia 26 de novembro de 2019
Terça | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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FORO ÍNTIMO

ter, 29/10/2019 - 11:26

Brasil, 2019, 74’, 12 anos
De Ricardo Mehedff
Com Jefferson da Fonseca Coutinho, Bia França, Léo Quintão

Mesmo não tendo cometido nenhum crime, um importante juiz criminal se vê preso. Isso porque, devido ao seu trabalho de risco, ele está sendo severamente ameaçado de morte. Para se proteger, ele precisará viver sob um forte esquema de segurança e passar seus dias trancado no gabinete onde trabalha, no Fórum de Justiça, longe de todos os seus familiares. Melhor Filme Estrangeiro no Festival de Cinema Independente de Londres 2017 e Melhor Ator no Festival de Cinema de Avanca 2017.

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A CIDADE DOS PIRATAS

ter, 29/10/2019 - 11:22

Brasil, 2019, 80’, 16 anos
De Otto Guerra
Com as vozes de Matheus Nachtergaele e Marco Ricca

Um diretor de cinema enfrenta uma situação complexa no meio da produção de seu longa metragem: Laerte, a autora de “Os Piratas do Tietê” começa a rejeitar os personagens quando o enredo está praticamente pronto. Para tentar salvar o filme, ele decide contar a história da cartunista e realidade e ficção se misturam em um caótico labirinto.

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CORINGA

ter, 29/10/2019 - 11:18

Joker, EUA/Canadá, 2019, 122′, 16 anos
De Todd Phillips
Com Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz,

Arthur Fleck trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa encontrar uma assistente social, devido aos seus problemas mentais. Com frequência Fleck é vítima de deboche e até violência. Ele tem problemas em seu trabalho, um convívio difícil com a mãe doente e também ambiciona uma carreira como comediante. As pressões e tensões em sua vida acabam levando Arthur a perder o controle. Leão de Ouro e Melhor Trilha Sonora no Festival de Veneza 2019.

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HUMBERTO MAURO

ter, 29/10/2019 - 11:14

Brasil, 2018, 90’ livre
De André Di Mauro

Um pioneiro do audiovisual brasileiro, Humberto Mauro fez história com uma grande carreira entre as décadas de 30 e 60, produzindo mais de 300 curtas, médias e longa metragens, e se tornando diretor do Instituto Nacional de Cinema. Reunindo trechos de obras do cineasta e entrevistas, o diretor André Di Mauro faz um panorama da vida e da carreira desse grande nome do cinema nacional. Melhor Filme no Play-Doc Film Festival na Espanha.

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