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Atualizado: 5 horas 45 minutos atrás

BIXA TRAVESTY

seg, 09/12/2019 - 17:54

Brasil, 2019, 75’, 14 anos
De Kiko Goifman e Claudia Priscilla

O corpo político de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, é a força motriz desse documentário que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça. Melhor Documentário no Festival de Cinema de Madrid 2018, no Festival Internacional de Cinema Lésbico e Gay de Milão 2018 e no Festival de Merlinka, Prêmio do Júri no Festival de cinema Inside Out Toronto LGBT 2018 e Índia Catalina de Ouro de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Cinema de Cartagena 2018.

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A VIDA INVISÍVEL

seg, 09/12/2019 - 17:50

Brasil, 2019, 139’, 16 anos
De Karim Aïnouz
Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Bárbara Santos, Fernanda Montenegro

Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor. Prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes e filme indicado pelo Brasil a uma vaga ao Oscar de Filme Internacional.

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O MUNDO PERDIDO

seg, 09/12/2019 - 17:31

The lost world, EUA, 1925, 105’, Livre
De Harry O. Hoyt
Com Wallace Beery, Bessie Love, Lloyd Hughes

O Professor Challenger lidera um grupo de exploradores britânicos rumo à América do Sul para provar ao mundo civilizado que existe uma terra onde habitam criaturas pré-históricas. O que os exploradores encontram é justamente isso: um planalto amazônico habitado por todos os tipos de dinossauros.

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OSN UFF – Celebrações dos 60 anos da UFF

seg, 09/12/2019 - 12:59

Em 2020, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai completar seis décadas de fundação. No dia 18 de dezembro, às 19h30, no Cine Arte UFF, como lançamento das comemorações destes 60 anos, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF fará um concerto com árias de óperas célebres de dois grandes compositores do gênero: o italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), de Rigoletto, Nabuco e La Traviatta, e o brasileiro Carlos Gomes (1836-1896), de O Guarani, Condor e Lo Schiavo. O concerto oferece o encontro musical da tradição da ópera italiana figurada na obra de Giuseppe Verdi com o nascimento de identidade nacional brasileira, no qual a expressiva música de Carlos Gomes tem papel fundamental.

A apresentação terá a participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, como solista, e a regência do maestro Tobias Volkmann. A sessão reunirá convidados, autoridades, a comunidade acadêmica e o público em geral, e o concerto da OSN UFF terá entrada gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da apresentação. Este será também o concerto de encerramento da Temporada 2019 da OSN e marcará a despedida de Tobias como maestro convidado regular da orquestra, junto da qual ele atua de forma contínua desde 2016.

PROGRAMA:

Carlos GOMES
O Guarani
Abertura 9′
Gentile di cuore – ária de Ceci 4′

Giuseppe VERDI
Rigoletto
Prelúdio 2’40
Caro nome – ária de Gilda 8′

Carlos GOMES
Condor
Noturno 4′

Carlos GOMES
Lo Schiavo
Inno della libertà – Condessa de Boissy 4′
Alvorada 8′

Giuseppe VERDI
Nabucco
Abertura 8′

Giuseppe VERDI
La traviata
Prelúdio do Ato 1
È strano! È strano…Follie! Delirio vano è questo…Sempre libera – grande ária de Violetta 9’30

Sobre o regente:
Principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos grandes destaques recentes da cena musical brasileira e vem também construindo uma sólida carreira internacional. Como maestro titular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2016 a 2018, dedicou-se especialmente ao repertório operístico, coral-sinfônico e de ballet, recebendo reconhecimento de público e crítica, com destaques recentes para a Segunda Sinfonia de Mahler e a ópera Un ballo in maschera de Verdi. Na OSN UFF dedicou especial atenção à música brasileira, com estreias regulares de obras sinfônicas contemporâneas. Sob sua direção musical, a orquestra vem retomando a vocação inicial para o registro fonográfico, tendo gravado três CDs desde 2016.

Sobre a solista:
Nascida no Rio de Janeiro, formada em atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena, Ludmilla Bauerfeldt começou a estudar Técnica Vocal em 2005 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em Canto pela Unirio na classe da professora Carol McDavit. No projeto “Ópera na Unirio”, apresentou-se em “La Canterina” de Haydn e “The Telephone”, de Menotti. Entre 2011 e 2014 apresentou-se em vários teatros da Europa e EUA e integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro Alla Scala em Milão, Itália. É vencedora de prêmios como “Vozes do Brasil” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), e “Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão” (2011), Prêmio Etta Limiti – Opera, em Milão, Itália, e Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia (2014); Concurso Internacional de Canto Hariclea Darclèe na Romênia, e Concurso Internacional de Belcanto Vincenzo Bellini em Vendôme, na França (2017). Em 2018 participou do “Stars and Rising Stars” Festival em Munique, Alemanha, ao lado do tenor Daniel Behle e do pianista Semion Skigin apresentado árias e duos de Mozart.

18 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 19h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói-RJ
Entrada Franca – distribuição de senhas uma hora antes da apresentação
Classificação etária: Livre

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DOIS PAPAS

seg, 02/12/2019 - 18:20

The two Popes, Reino Unido/Ita/Arg/EUA, 2019, 125’, 12 anos
De Fernando Meirelles
Com Anthony Hopkins, Jonathan Pryce, Juan Minujin

Buenos Aires, 2012. O cardeal argentino Jorge Bergoglio (futuro papa Francisco) está decidido a pedir sua aposentadoria devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Ao chegar, eles iniciam uma longa conversa onde debatem não só os rumos do catolicismo, mas também afeições e peculiaridades da personalidade de cada um. Roteirista do Ano no Hollywood Film Awards 2019. Filme, direção, roteiro e atuações vêm sendo apontados em várias listas como prováveis indicações ao Oscar.

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PARASITA

seg, 02/12/2019 - 18:10

Gisaengchung, Coreia do Sul, 2019, 132’, 16 anos
De Joon-ho Bong
Com Kang-Ho Song, Woo-sik Choi, Park So-Dam

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente de Ki-taek comece a dar aulas de inglês a uma garota de uma família rica. A partir do momento em que a trajetória das duas famílias se cruza, vamos nos surpreendendo com uma trama de golpes, segredos e conflitos de classes. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Sidney 2019 e Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2019, Parasita já é o grande favorito ao Oscar 2020 de Filme Internacional.

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DIZ A ELA QUE ME VIU CHORAR

seg, 02/12/2019 - 18:01

Brasil, 2019, 83’, 16 anos
De Maíra Bühler

Por mais que suas trajetórias possam ter sido diferentes, o destino de todos eles, até então, é o mesmo: ser refém do próprio vício. Habitando um prédio localizado em São Paulo, um grupo de viciados em crack luta para reconstruir a própria vida enquanto passa pela difícil fase da desintoxicação. Enquanto alguns encaram a situação com bom humor e otimismo, outros já viram dias melhores. Prêmio da Crítica no Festival de Cinema do Uruguai 2019.

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AINDA TEMOS A IMENSIDÃO DA NOITE

seg, 02/12/2019 - 17:57

Brasil/Alemanha, 2019, 98’, 16 anos
De Gustavo Galvão
Com Ayla Gresta, Gustavo Halfeld, Steven Lange

Cansada de lutar por um lugar ao sol com sua aguerrida banda de rock, onde é vocalista e trompetista, Karen decide ir embora de Brasília. Ela segue os passos do ex-parceiro de banda Artur, que tenta a sorte em Berlim. O convite parte de Martin, amigo alemão com quem fecham um triângulo imprevisível.

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TETÊ MATTOS: CINEASTA DE NITERÓI

seg, 02/12/2019 - 17:37

A história do cinema produzido e exibido em Niterói nas últimas décadas se confunde com a trajetória de Tetê Mattos. Cineasta que muitas vezes trata da cidade em seus filmes, produtora do saudoso Araribóia Cine e professora do curso de Produção Cultural da UFF, Tetê é a homenageada da última sessão do ano do Cineclube Quase Catálogo.

A MALDITA
Brasil, 2007, 20’, 35mm
De Tetê Mattos

Em 1982 entra no ar, em Niterói, a Rádio Fluminense FM, a Maldita, que com irreverência, ousadia e criatividade, rompe com os padronizados mercados de música estrangeira e dá início a chamada geração Rock 80. Prêmio de Melhor Filme pelo voto popular no Festival do Rio 2007.

ERA ARARIBÓIA UM ASTRONAUTA?
Brasil, 1998, 27’
De Tetê Mattos

Em outubro de 1993, a cidade de Niterói foi parar nas manchetes dos principais jornais do país devido ao aparecimento de misteriosos círculos concêntricos nas areias da praia de Icaraí. Atribuídas a supostos discos-voadores, as estranhas marcas tornaram-se objeto de divertida polêmica. Que marcas seriam aquelas? Quem poderia tê-las realizado? Premiado no XXXI Festival Brasileiro de Cinema de Brasília e no III Festival de Recife.

FANTASIAS DE PAPEL
Brasil, 2015, 15’
De Tetê Mattos

Há mais de 25 anos no Brasil, a fotonovela representou um mercado cativo para milhões de leitores, que teve o seu apogeu nos anos 50, 60 e 70. Através de depoimentos de atores, produtores e teóricos, o curta revela a aventura de produção das fotonovelas brasileiras, que se tornaram verdadeiras fantasias de papel. Prêmio de Melhor Roteiro no RECINE 2015.

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ASPIRANTES

seg, 25/11/2019 - 16:12

Brasil, 2015, 75’, 14 anos
De Ives Rosenfeld
Com Ariclenes Barroso, Sérgio Malheiros, Julio Adrião, Karine Telles, Julia Bernat

Junior é um jovem jogador de futebol de um pequeno time da cidade de Saquarema. Inesperadamente, ele e sua namorada descobrem que vão ter um filho, ao mesmo tempo em que seu melhor amigo está prestes a ser chamado para jogar em um time profissional. Entre o amor, a lealdade e a inveja, Junior começa a viver grandes conflitos. Prêmio Carte Blanche no Festival de Cinema de Locarno 2014, Melhor Diretor, Ator e Atriz no Festival do Rio 2015, Melhor Filme na 39° Mostra Internacional de São Paulo e Melhor Roteiro e Montagem no 7° Festival Internacional da Fronteira.

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12a MOSTRA UFFILME

seg, 18/11/2019 - 17:18

A mostra reúne a produção mais recente dos alunos do curso de Cinema da UFF.

Dia 22, sexta, 20h, 84’

MYSHA
Brasil, 2019, 6’/ De Costantin de Tugny

Ó MAR SALGADO
Brasil, 2019, 3’/ De Thales Ferreira

ABSTRAÇÃO/TRAVELLING/PAISAGEM
Brasil, 2019, 7’/ De Matheus Zenom

95 PISCADAS POR MINUTO
Brasil, 2019, 4’ / De Clara Chroma

UM ESTRANHO NO ESCURO
Brasil, 2019, 15’/ De Matheus Albano

PEIXE
Brasil, 2019, 10’/ De Kimberly Palermo e Georgia Curty

ABATE
Brasil, 2019, 15’ / De Lucas Vinzón

REMINISCÊNCIA
Brasil, 2019, 24’/ De Lais Pêgas

Dia 23, sábado, 20h, 114’

QUEDA D`ÁGUA
Brasil, 2019, 23’/ De Lucas J. Badini

A NEBLINA E SEUS HABITANTES
Brasil, 2019, 40’/ De Paula Mermelstein

O NASCIMENTO DA PEDRA
BrasIl, 2019, 47’’ / De Paula Mermelstein

SONHO
Brasil, 2019, 2’ / De Matheus Zenom

FOTO NARRADA
Brasil, 2019, 5’ / De Mariana Fontes

PRAIA DO FLAMENGO
Brasil, 2019, 1’ / De Vinícius Neris

PASSE E FIQUE
Brasil, 2019, 6’ / De Bruno Soldani

UM PUNHADO DE FOTOS POR CINCO REAIS
Brasil, 2019, 5’ / De Matheus Albano

MAIS NOITE QUE A NOITE
Brasil, 2019, 11’ / De Maria Luisa Galvão

UMA VIDA EM CORDEL
Brasil, 2019, 21’ / De Bruno Rafael e Rosemery Nunes

Dia 24, domingo, 20h, 99’

O PINGUIM
Brasil, 2019, 3’ / De Vitor Neves Martins

NOITES QUE NÃO LEMBRO, PESSOAS QUE NÃO ESQUEÇO
Brasil, 2019, 11’ / De Matheus Hoffman

ROLÊ NO CENTRO
Brasil, 2019, 14’ / De Clara Chroma

OCUPA SACRAMENTO
Brasil, 2019, 9’ / De Coletivo Jovens Comunicadores

A MULHER DE ARGILA
Brasil, 2019, 19’ / De Paula Mermelstein

CARNE DE PORCO
Brasil, 2019, 20’ / De Lucas Tunes

ESTRANHOS DE VERMELHO
Brasil, 2019, 23’ / De Alexandre Fernandes Roman Bispo

Dia 25, segunda, 20h, 81’

CABUM: UMA EXPLOSÃO EM MINHA VIDA
Brasil, 2019, 25’ / De Pedro de Chirico

DEIXE O SOL
Brasil, 2019, 13’ / De Murilo Simões

CARTÃO-POSTAL (PARA ANA PAULA)
Brasil, 2019, 3’ / De Matheus Zenom

SOBREVIVÊNCIA BRUTAL
Brasil, 2019, 2’ / De Sofia Armony

A CULPA É DO BOLINHO: UMA ODISSÉIA NA ANTÁRTICA
Brasil, 2019, 10’

EDUCA$ÃO TÓXICA
Brasil, 2019, 1’ / De Bruna Massa

LABIRINTA
Brasil, 2019, 27’ / De Isadora Lobo

Dia 26, terça, 20h, 84’

VÓ, A SENHORA É LÉSBICA?
Brasil, 2019, 17’ / De Bruna Fonseca

CURTO-CIRCUITO
Brasil, 2019, 5’ / De Thales Ferreira

SERRA DA ESTRELA
Brasil, 2019 12’ / De Matheus Zenom

DEBUTANTE
Brasil, 2019, 18’ / De M. F. Primo & Jason Richardson

BEBA COMO UMA MULHER
Brasil, 2019, 3’

UM MINUTO PARA UMA IMAGEM
Brasil, 2019, 1’ / De Mariana Balster

SEM TÍTULO
Brasil, 2019, 10’ / De Residência estudantil do 4º Festival de Cinema do BRICS

A GENTE FINGE QUE NÃO DÓI MAIS
Brasil, 2019, 18’ / De Yuri Lasmar e Eduardo Cardoso

Dia 27, quarta, 20h, 82’

AINDA AGORA
Brasil, 2019, 13’ / De Lucas Chaparro e Diego Príncipe

(D)EFICIÊNCIA
Brasil, 2019, 2’ / De Lucas Mansur

CAIXA-PRETA
Brasil, 2019, 9’ / De Nina Tauile

VELAS PEQUENAS
Brasil, 2019, 5’ / De Lucas Couto

SIERRA NEVADA
Brasil, 2019, 4’ / De Matheus Zenom

24 – 9 – 18
Brasil, 2019, 1’ / De De Matheus Zenom

5 – 9 – 19
Brasil, 2019, 1’ / De De Matheus Zenom

BOROS
Brasil, 2019, 6’ / De João Victor Gonzalez e Luca Fabião

“ERSATZ”
Brasil, 2019, 7’ / De Matheus Zenom

INTIMIDADE DE UM QUARTO DE HOTEL
Brasil, 2019, 1’ / De Matheus Zenom

NELSON
Brasil, 2019, 12’ / De Matheus Strelow

SÉTIMO DIA
Brasil, 2019, 21’ / De Luiz Ulian e Edmo Cabral

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ADAM

seg, 18/11/2019 - 17:08

Adam, Marrocos/Fra/Bel, 2019, 98’, 12 anos
De Maryam Touzani
Com Lubna Azabal, Nisrin Erradi, Douae Belkhaouda

A viúva Abla dirige uma modesta padaria em sua casa em Casablanca, onde vive com sua filha de oito anos Warda. Sua rotina é interrompida pela chegada de Samia, uma jovem grávida procurando por emprego e moradia. Abla não imaginava que ao deixá-la entrar sua vida mudaria para sempre. Indicado pelo Marrocos à vaga de Filme Internacional no Oscar 2020, Adam é o primeiro longa de Maryam Touzani, roteirista e atriz de Primavera em Casablanca.

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SUBSTANTIVO FEMININO

seg, 18/11/2019 - 17:03

Brasil, 2015, 70´, 10 anos
De Daniela Sallet e Juan Zapata

O documentário resgata a história de Giselda Castro e Magda Renner, dua mulheres que foram fundamentais na militância em favor do meio ambiente, não só no Brasil, mas mundialmente. Tudo começou no ano de 1964, quando elas promoveram ações de cidadania junto à população carente e desinformada na Ação Democrática Feminina Gaúcha (ADFG). E foi a partir de então que as duas percorreram o mundo em conferências internacionais na ONU e no Banco Mundial. Prêmio Especial do Júri no Festival de Trieste 2017.

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Show das 4 – Rosa Marya Colin

ter, 12/11/2019 - 20:40

Rosa Marya Colin – 55 anos de carreira

Cantar por prazer fez de Rosa Marya Colin uma das mais respeitadas cantoras de seu tempo. Embora ao longo de sua carreira tivesse seu trabalho ligado intimamente ao jazz e blues, Rosa Marya, por auto definição, tem a missão de cantar, e o faz sem preconceitos ou preocupação com rótulos. Seus trabalhos fonográficos, produzidos até hoje, mostram uma voz com brilhantismo em temas de grandes nomes da MPB, standards do jazz, blues, pop e spirituals.

Rosa Marya Colin é uma cantora singular no panorama musical brasileiro. Desde seu estouro em 1988/1989, quando gravou California Dreamin’ para um comercial de TV, ela tem mostrado, para um público cada vez maior, que ser cantora e brasileira é muito mais questão de feeling do que de idioma. Seu prazer é interpretar composições que lhe toquem fundo, no coração. Basta ouvi-la por alguns momentos para perceber que garganta e coração são quase como uma coisa só.

Interpretar, para Rosa Marya, significa transformar e recaracterizar cada canção. É sempre nessa direção que caminham seus trabalhos. Em seu novo trabalho, ela comemora seus 55 anos de carreira, interpretando só sucessos, e lançando simultaneamente o novo CD só com músicas inéditas na sua voz. Dentre elas, um blues de Arlindo Cruz, este completamente inédito, que ele deu especialmente para ela, Giz, de Renato Russo, Tema de Eva, de Taiguara, entre outras. Mas também não faltarão os grandes clássicos como California Dreamin, Monday Monday, Summertime e muitos outros.

11 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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Marlene Dietrich – As pernas do século

ter, 12/11/2019 - 20:37

A biografia musicada Marlene Dietrich – as pernas do século, primeira montagem teatral brasileira sobre Marlene Dietrich, escrita pelo dramaturgo Aimar Labaki com direção de William Pereira, estreia dia 07 de dezembro no Teatro da UFF, com Sylvia Bandeira, ao lado de José Mauro Brant, Marciah Luna Cabral e Mauricio Baduh. Marlene Dietrich – as pernas do século é uma peça sobre o amor e o tempo. Revisita a história de vida de uma grande artista e símbolo sexual, mas principalmente de uma mulher corajosa que nunca abriu mão do amor e da liberdade.

Atriz e cantora, Marlene Dietrich (1901-1992) foi uma das personalidades mais marcantes do século XX. No cinema, no teatro e na música, Dietrich se destacou por sua originalidade e perfeccionismo. Grandes compositores escreveram canções especialmente para ela. Foi um dos maiores símbolos sexuais do cinema – seu rosto, pernas e voz já fazem parte do imaginário de gerações. Por sua movimentada vida amorosa, passaram Eric Maria Remarque, Jean Gabin, Yul Bryner, Ernest Hemingway, Burt Bacharach, Frank Sinatra e Cole Porter, entre outros.

Sinopse da peça – No final da vida, já bem idosa, Marlene conhece um jovem que não faz a menor ideia de quem ela seja e sequer ouviu falar do mito Marlene Dietrich. Já às vésperas de completar 90 anos, ela acaba seduzindo o rapaz de uma forma bem diferente de quando brilhava absoluta no cinema e nos palcos. Se hoje não conta mais com o frescor da juventude nem com as lendárias pernas, seu charme e inteligência estão mais vivos do que nunca e somados a uma grande aliada: a memória. Ao narrar para o desavisado rapaz sua trajetória, a diva o envolve e o fascina por ter sido testemunha e personagem dos acontecimentos mais marcantes do século XX: desde o crescimento do nazismo na Alemanha dos anos 1920, passando pelo glamour de Hollywood dos anos 30 a 50, sua experiência no front da II Guerra, até os anos 70, pelos palcos do mundo, New York, Londres, Rio de Janeiro, Tókio.

A MONTAGEM – Trazendo em cena quatro atores/cantores e três músicos, Marlene Dietrich – as pernas do século se define como uma biografia musicada. No papel de Dietrich, Sylvia Bandeira desfila as memórias de Marlene e utiliza-se de canções interpretadas pela diva para ilustrar seu relato. São canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin, além das francesas, La vie en rose, Que reste t-il de nos amours e da emblemática Lili Marlene.

José Mauro Brant é o jovem a quem Marlene seduz com sua vivência. Marciah Luna Cabral e Maurício Baduh desdobram-se em vários personagens, dando vida às memórias da atriz – sua relação destemida com amores e família, os produtores e diretores de cinema e teatro, os números musicais dos filmes, peças e shows. As grandes canções do repertório de Dietrich são cantadas em inglês, alemão, francês e até em português!

 

FICHA TÉCNICA: 

Texto: Aimar Labaki

Direção e Cenografia: William Pereira

Elenco: Sylvia Bandeira, Marciah Luna Cabral, José Mauro Brant, Maurício Baduh

Direção Musical e Arranjos: Roberto Bahal

Figurino: Marcelo Marques 

Visagismo: Beto Carramanhos 

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Preparação Vocal: Marciah Luna Cabral 

Preparação Corporal: Marcia Rubin 

Coreografia do Tango: Paulo Masoni 

Programação Visual: Cacau Gondomar

Músicos: Piano – Roberto Bahal, Clarinete – Vinícius Carvalho, Violoncelo – Luciano Correa

Direção de Produção: Cacau Gondomar e Sandro Rabello

Produtores Associados: Minouskine Produções Artísticas e Diga Sim Produções

 

MARLENE DIETRICH – Em dezembro de 1901, nasce em Berlim Marie-Magdalene. Filha de um militar morto no front de batalha, a pequena Marlene tem uma infância difícil, em meio a uma Alemanha totalmente devastada pela guerra. Após o fim da I Guerra Mundial, Marlene segue então para um internato em Weimar, a cidade de Goethe, que já conhecia e por quem se apaixona: “Li todos os seus livros, segui todos os seus ensinamentos”. Nessa época, ela não se achava bonita e aprende a tocar piano.

Alguns anos depois, Marlene vai para a escola de teatro Max Reinhardt e participa de vários espetáculos. Além de inúmeras peças, atua em 17 filmes. Em 1929, em “Kiss your hand, Madame”, ela já ensaia a personagem cínica, sexy e temperamental que a tornaria famosa. Atuando em “Duas gravatas”, é vista pelo diretor Josef Von Sternberg. Por suas mãos, estoura no cinema em “Anjo Azul”. Marlene parte para a América, para atuar nos grandes estúdios em Holywood.

Em 1932, a mando de Hitler, recebe várias propostas que a tornariam a maior estrela da Alemanha. Diante da sua recusa e insinuações, os nazistas a acusam de estar “infectada” pela propaganda americana. Revoltada com a situação em seu país natal, ela passa treze anos sem voltar a Berlim.

No final de 1943, a estrela deixa para sempre os estúdios e Hollywood. Como filha de um soldado, sentia necessidade de lutar por seus ideais. Com a patente de coronel, Marlene parte para o front para cantar para os soldados e trazer-lhes algum alento em meio aos horrores da guerra. Atuava sobre toscas plataformas de madeira instaladas nos campos, com apenas os faróis do jipe para iluminá-la, ou até mesmo debaixo da chuva, sob tendas de lona ou em cima de caminhões. Marlene estava sempre uniformizada como um GI. Ela gostava de parecer apenas mais um soldado.

Com o fim da guerra em 1945, volta para Nova York e declara: “Sou apenas um GI de volta ao lar”. Ainda neste mesmo ano, regressa enfim, a uma Berlim em ruínas para enterrar sua mãe. Com isso, rompe-se o último vínculo que a ligava a seu país. Em 1953, num uniforme de diretor de circo, estala o chicote diante de leões num show beneficente na Madison Square Garden. A partir daí, inicia uma nova fase de sua carreira e percorre várias cidades do mundo, inclusive o Rio de Janeiro, cantando músicas que se tornaram célebres na sua voz.

Em seu primeiro tour alemão, percebe que o nazismo ainda não está morto. Em algumas performances, ovos e tomates são arremessados ao palco, além de ameaças de bombas, mas nada faz com que ela mude de idéia. Ela amava a sua pátria. Em seu último show, na Austrália, já debilitada devido a acidentes que arruinaram gradativamente o movimento de suas famosas pernas, ela tomba no palco e fratura o fêmur. Marlene não mais se recupera. Recolhe-se ao seu apartamento em Paris, onde permanece até o último dos seus dias, quarta- feira, 6 de maio de 1992: “Como é estranho – escreveu Erik Hanut – escolher um dia tão comum, tão pacífico, para morrer”.

SYLVIA BANDEIRA – atriz e produtora – Numa cena do musical “Rádio Nacional”, onde vivia uma sedutora desquitada, Sylvia narrava maravilhada para uma vizinha todo o esplendor do Copacabana Palace. “Eu me senti a Marlene Dietrich”, confessava, cantando um trecho de Lili Marlene. Foi assim que nasceu o sonho de levar à cena a vida da diva alemã em Marlene Dietrich – as pernas do século.

Em 2018, Sylvia Bandeira completou 40 anos de carreira. No teatro, atuou em Brasil da Censura à Abertura, de Jô Soares, Manoel Costa e José Luiz Arcanjo – direção de Jô Soares; Calúnia, de Lillian Helman – direção de Bibi Ferreira; Vita & Virginia, de Eileen Atkins – direção de Ítalo Rossi; Divinas palavras, de Ramón del Valle Inclán – direção de Moacyr Góes; O doente imaginário, de Molière – direção de Moacyr Góes; Rádio Nacional – direção de Fábio Pilar e supervisão de Bibi Ferreira, entre outras. No cinema, Sylvia ganhou o Premio Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado pelo filme Bar Esperança. Na TV Globo atuou em novelas como Um sonho a mais, Roda de fogo, Suave veneno, Um anjo caiu do céu e Sol nascente.

Há 18 anos atuando no mercado de produção cultural, Sylvia Bandeira já produziu Não explica que complica, com direção de Bibi Ferreira, Se eu fosse você, de Maria Adelaide Amaral – direção de Roberto Frota, Vita & Virgínia, de Eileen Atkins – direção de Ítalo Rossi, Intimidades, de Walcyr Carrasco – direção de Aloisio de Abreu, Casamentos, de Alan Ayckbourn – direção de Jacqueline Laurence, Intimidades II, texto e direção de Aloisio de Abreu, O karma cor de rosa, texto de Vicente Pereira e direção de Marcus Alvisi.

AIMAR LABAKI – Aimar Labaki é dramaturgo, diretor e tradutor. Autor de Vermouth (direção de Gianni Ratto), Campo de provas (direção de Gilberto Gravonski) e O anjo do Pavilhão Cinco (direção de Emílio de Biasi), entre muitas outras. Dirigiu, traduziu e adaptou A graça da vida, com Natália Thimberg, Graziella Moretto e Emílio Orciollo Netto e Prego na testa, de Eric Bogosian, com Hugo Possolo. Entre suas traduções encenadas estão Copenhagen, de Michael Freyn, Far away, de Caryl Churchill e Ismênia, de Yannis Ritsos. Entre muitas novelas, escreveu Órfãos da Terra, para a TV Globo.

WILLIAM PEREIRA – diretor, cenógrafo e figurinista, é um dos fundadores do grupo Barca de Dionisos. Iniciou sua carreira profissional com a encenação, em conjunto com Cibele Forjaz, de Leonce e Lena, de Georg Büchner.

No início dos anos 1990, dirigiu o sucesso Uma relação tão delicada, adaptação de Maria Adelaide Amaral sobre texto de Loleh Bellon, com Irene Ravache e Regina Braga. No mesmo ano, com a Barca de Dionisos, encenou o polêmico O burguês fidalgo, adaptação do clássico de Molière. Sua inquietação formal seguiu em Elsinore, realização de 1990 que tomou o Hamlet, de William Shakespeare, como guia. Dirigiu ainda Senhorita Julia, de August Strindberg, Eu sei que vou te amar, com Julia Lemmertz à frente do elenco, A chunga, de Mario Vargas Llosa, em Miami, A cor de rosa, de Flávio de Souza, A casa de Bernarda Alba, de Federico García Lorca, A fábula de um cozinheiro, de Sam Shepard e Joseph Chaikin, O canto dos cisnes, de Jolanda Gentilezza, Amor de estrada, de Edla Van Steen, entre outras.

William atua também como diretor de ópera, tendo feito estágio em direção operística na English National Opera Royal Opera House, em Londres, entre 1983 e 1984. Encenou Pedro Malazartes, ópera de Camargo Guarnieri e Mário de Andrade, Madama Butterfly, de Puccini, e As Bodas de Fígaro, de Mozart.

07 a 15 de dezembro de 2019
Sábados e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$60 (inteira) e R$30 (meia)
Classificação etária – 18 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Série OSN Popular – Participação de Hamilton de Holanda

ter, 12/11/2019 - 20:18

Para o último concerto da Série OSN Popular em 2019, a Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense recebe o regente Rafael Barros de Castro, pianista, compositor, arranjador e maestro titular da Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (OSRJ). O concerto ocorre no dia 24 de novembro (domingo), às 10h30, no Cine Arte UFF, e conta com a participação de Hamilton de Holanda.

Sobre Rafael Barros Castro:

Maestro, pianista, compositor e arranjador, iniciou os estudos musicais durante a infância, aos oito anos de idade no IMCP (Instituto dos Meninos Cantores “Canarinhos” de Petrópolis), onde recebeu as primeiras lições de teoria musical, canto, flauta doce e piano. Durante a juventude prosseguiu os estudos de teoria, harmonia e piano, dedicando-se integralmente à música. Formou-se em técnica de regência pela Pró-Arte (RJ) e em regência orquestral pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Em 2002 foi laureado com o prêmio Bianca Bianchi de música de câmara em Curitiba-PR, como pianista do Duo Dassié-Castro (violão e piano). Regeu como maestro convidado a OSN – Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), a Orquestra Sinfônica da UNIRIO, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ (ORSEM), e Orquestra do projeto Multiplicidade (Oi Futuro). Desde 2005 é maestro titular e diretor artístico da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro.

Sobre Hamilton de Holanda:

Hamilton de Holanda carrega na bagagem a fusão do incentivo familiar com o Bacharelado em Composição pela Universidade de Brasília e a prática das rodas de choro e samba. Essa identidade lhe permite transitar com tranquilidade pelas mais diferentes formações (solo, duo, quarteto, quinteto, orquestra), consolidando, assim, uma maneira de expor ideias musicais e impressões sobre a vida com “o coração na ponta dos dedos”.

Atualmente, quase duas décadas depois de adicionar duas cordas extras, perfazendo dez no total, o músico reinventa o bandolim e liberta o emblemático instrumento brasileiro do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento do número de cordas, aliado à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração a se aproximar do bandolim e de conceber formações com uma nova instrumentação. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa. Nos EUA, a imprensa logo o apelidou de “Jimmy Hendrix do bandolim”.

Hamilton é um músico de estilo único. Passeia por diversos gêneros, tendo o bandolim como aglutinador de ideias. O choro é sua primeira referência, seu primeiro repertório era composto por músicas de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, entre outros. A atmosfera sem raízes na Brasília onde cresceu o fez se apropriar das mais diferentes tradições culturais com muito samba, frevo e bossa nova, entre outros… A Música Popular Brasileira é a sua matriz desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha.

Em sua trajetória consta o prêmio de Melhor Instrumentista por unanimidade, na única edição e nas duas categorias – erudito e popular, do Icatu Hartford de Artes 2001, permitindo-lhe viver em Paris por um período de um ano, dando asas internacionais ao seu trabalho. Com seu primeiro CD solo ‘01 byte 10 cordas’, que também foi o primeiro CD de bandolim 10 solo do mundo, recebeu o título CHOC de uma das mais importantes publicações europeias de música “Le Monde de la Musique”.

24 de novembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

AZOUGUE NAZARÉ

seg, 11/11/2019 - 14:59

Brasil, 2018, 82’, 14 anos
De Tiago Melo
Com Valmir do Côco, Joana Gatis, Mestre Barachinha, Ananias de Caldas

O casal formado por Catita e Irmã Darlene vive em uma casa isolada, em meio a um imenso canavial. Ele participa escondido do Maracatu, combatido como coisa do demônio pelo pastor Barachinha, líder da igreja frequentada pela fiel Darlene. Também no canavial, um pai de santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos, que incorporam entidades e desaparecem. A cidade de Nazaré da Mata testemunha esses acontecimentos misteriosos. Prêmio Bright Future (Melhor Primeiro Filme) no Festival de Rotterdam 2018, Melhor Fotografia no Kamera Oko 2018, Melhor Diretor no BACIFI 2018 e Melhor Ator no Festival do Rio 2018.

Categorias: Centro de Artes UFF

O IRLANDÊS

sex, 08/11/2019 - 17:51

The Irishman, Estados Unidos, 2019, 209’, 18 anos
De Martin Scorsese
Com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

Venda SOMENTE pelo site https://www.eventbrite.com.br/o/o2-play-niteroi-28079340057

Categorias: Centro de Artes UFF

MOTORRAD

sex, 08/11/2019 - 17:42

Brasil, 2018, 92’, 16 anos
De Vicente Amorim
Com Guilherme Prates, Carla Salle, Emílio Dantas, Juliana Lohmann, Pablo Sanábio, Jaime Del Cueto

Um dos grandes desejos de Hugo é conseguir fazer parte do grupo de motocross do seu irmão mais velho. Decidido, ele rouba algumas peças para que possa montar sua motocicleta. Quando consegue o feito, ele encontra com a turma do irmão em uma cachoeira remota, onde fazem uma trilha e se deparam com um antigo muro. Hugo sugere que eles desmontem o muro e sigam a aventura, mas acabam encontrando a dona do ferro-velho de onde Hugo roubou as peças. Ela os convida para um caminho ainda mais radical, só que a diversão vira uma corrida pela sobrevivência quando eles passam a ser perseguidos por motoqueiros sádicos e sobrenaturais.

Categorias: Centro de Artes UFF

As Cores de Villa-Lobos

sex, 08/11/2019 - 13:02

A música de Heitor Villa-Lobos destaca-se por sua linguagem única e traz nuances das culturas regionais brasileiras, com elementos de canções populares e indígenas. O concerto reúne um repertório abrangente, faz um apanhado de várias fases do compositor. A cultura regional pulsa em canções como “Viola Quebrada” e “Estrela é Lua Nova” – que trazem elementos da cultura indígena e afro-brasileira. Passeia também pelas composições para a Broadway, como “Bonsoir Paris!” e por árias da grande obra “A Floresta do Amazonas”.

O concerto marca o lançamento do Cd “As Cores de Villa-Lobos” em Niterói que segundo a crítica do site movimento.com: “Marina apresenta, em todas as faixas, uma linha de canto irretocável, com agudos delicados e graves bem projetados. Sua voz, suave, alterna doçura e malícia. (…) Neste seu primeiro CD, Marina Cyrino deixa impressos colorido vocal, excelente técnica, versatilidade e bastante elegância na abordagem […]”. Ao longo do concerto Marina busca demonstrar vocalmente as diversas “cores e tons” na obra de Villa-Lobos enquanto vai sendo pintada no palco pelo artista visual Marc Kraus que também assina a direção de arte do concerto.

 

Programa

Compositor: Villa-Lobos (1887-1959)

Guia Prático nº1: Manquinha

Nesta Rua

Estrella é Lua Nova

Viola Quebrada

O’ Pallida Madona 

The Emerald Song

Bon Soir Paris 

Food for Thought            

The Singing Tree  

Veleiros

Canção do Amor

Melodia Sentimental  

 

Intérpretes: Soprano: Marina Cyrino       Piano: Flavio Augusto

Direção de Arte: Marc Kraus

Direção geral: Marina Cyrino

 

Dia 5 de dezembro de 2019
Quinta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

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