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Atualizado: 3 horas 39 minutos atrás

Encontros musicais

ter, 22/10/2019 - 10:25

Com o espetáculo “Encontros musicais”, Olivia e Francis Hime se apresentam no Teatro da UFF, em novembro

Em “Encontros Musicais”, o pianista e compositor Francis Hime apresenta algumas de suas mais famosas canções e o processo de criação por trás delas. No formato de palestra-show, Francis dialoga com a plateia ao apresentar cada uma de suas composições, tendo como referência o livro Trocando em miúdos as minhas canções. De autoria do próprio Francis, o livro aborda detalhadamente o processo de criação de suas obras, tanto na música popular como na erudita.

Na apresentação, com direção de Flávio Marinho, Francis busca transpor para o palco, o mais fielmente possível, todos os relatos e experiências que o livro apresenta sobre a criação de várias de suas obras. Ao reproduzir para o público o conteúdo dos exemplos sonoros do livro, tocando e cantando ao piano, juntamente com Olivia Hime, Francis examina as semelhanças de uma maneira muito dinâmica, interagindo com a plateia e comparando suas canções com composições de outros criadores. Assim, embora calcado em um roteiro recheado com seus muitos sucessos, como Atrás da porta, Meu caro amigo, Passaredo, Vai passar etc., esta interação faz com que o espetáculo também seja construído em conjunto com o público.

Texto de matéria publicada no jornal Folha de São Paulo, em 29 de agosto deste ano:

Entre as muitas histórias que conta no show, Francis lembra que Vinicius de Moraes atrasou em alguns anos a parceria dele e Chico. “Vinicius era muito ciumento”, e não foi só o primeiro parceiro de ‘Francisinho’ – como ele chamava Francis -, como quem o incentivou a largar a engenharia para se dedicar à música. Amigo da mãe de Francis, a artista plástica Dália Antonina, Vinicius o viu tocar aos 16 anos – “com aquela garra de menino, todo vaidoso, cheio de acordes”, brinca o músico. E pediu a Dália para deixar o filho seguir na música. Francis se formou como engenheiro, para ter um diploma, mas nunca seguiu a profissão. “A vez que eu usei (o diploma) foi para projetar uma estante e, quando botaram o primeiro livro, ela caiu (risos).” Por causa da aproximação com Vinicius, Francis tem seu nome ligado à segunda geração da Bossa Nova. “Sim”, ele confirma. “Apesar de minha música não ter tido tanto essa característica. Sem mais adeus é uma música que poderia ter um espírito, uma levada mais ligada à Bossa, mas a maior parte não tem essa ligação, mas tem influência do Tom (Jobim) e do Baden (Powell). Os dois são grandes influências para mim.”

E com João Gilberto? Francis conta que o pai da Bossa quase gravou duas de suas canções, Último canto e Existe um céu, que João dizia adorar. Mas nunca deu certo. João morreu no dia 6 de julho. “A última vez que eu o vi foi no Municipal com Tom”, conta Francis, sobre a apresentação da dupla em 1992.

Olívia Hime é, além de renomada intérprete, letrista e produtora musical brasileira. No início de sua carreira, integrou, com Miúcha e Telma Costa, um grupo vocal que atuou em show de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Em 1977, produziu o LP Passaredo, de Francis Hime. Em seguida, começou a participar de discos e shows do compositor e a compor também. Em 2000, fundou, com Kati de Almeida Braga, a gravadora Biscoito Fino, da qual é diretora artística.

Desde 1969, é casada com o pianista e compositor Francis Hime, seu parceiro na autoria de várias canções. Dentre seus trabalhos como produtora musical, destaca-se o CD A Música em Pessoa, de 1985 (ano do cinquentenário da morte de Fernando Pessoa), que Olívia produziu, com Elisa Byington. O CD traz 15 poemas dos quatro heterônimos mais famosos do poeta – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares – e outros assinados como Fernando Pessoa. Os poemas foram musicados por diferentes compositores brasileiros: Antonio Carlos Jobim, Francis Hime, Edu Lobo, Milton Nascimento, Sueli Costa, Arrigo Barnabé, Dori Caymmi, Ritchie, Olivia Byington, Edgard Duvivier e Nando Carneiro. Além de coprodutora, Olívia também participa do CD como intérprete.

Em 1986, ano do centenário de nascimento de Manuel Bandeira, Olívia produziu o CD Estrela da Vida Inteira, com poemas de Bandeira, musicados por Tom Jobim, Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Gilson Peranzzetta, Rafael Rabello, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Moraes Moreira, Ivan Lins, Toninho Horta, Joyce, Radamés Gnatalli, Dori Caymmi, Olívia Francis Hime. Já o CD Palavras de Guerra, de 2007, reúne trabalhos do cineasta Rui Guerra como letrista, autor das canções “Tatuagem”, “Fortaleza”, “Bárbara” (escritas para a peça teatral Calabar: o Elogio da Traição, em parceria com Chico Buarque), “Entrudo” (com música de Carlos Lyra), “Jogo de roda” (música de Edu Lobo) e “Esse mundo é meu” (música de Sergio Ricardo), entre várias outras.

23 a 24 de novembro de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Classificação indicativa – livre

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Paulinho Moska

ter, 22/10/2019 - 10:20

Paulinho Moska se apresenta com seu show intimista Voz e Violão, um show que acontece desde quando começou sua carreira. A facilidade de viajar pelo mundo com o violão debaixo do braço e cantando o que compunha o seduziu pela relação mais direta entre o artista e seu público.

Uma Voz e um Violão. Um show que não precisa de mais nada. Somente do autor com seu cúmplice (o violão), entoando juntos canções profundas e populares que nos acompanham há anos. “As canções ficam mais fiéis às composições originais e ganham a força de expressão do autor, tocando e cantando do mesmo jeito que foram compostas”, afirma Moska.

O repertório é composto por Pensando em você, A seta e o alvo, A idade do céu, Lágrimas de diamantes, Último dia, Tudo novo de novo, Namora comigo, Somente nela, Admito que perdi, Relampiano, Quantas vidas você tem?, Sem dizer adeus, Muito pouco, entre outros grandes sucessos, e novas canções criadas pelo artista para seu mais recente álbum de inéditas, chamado Beleza e Medo, lançado em agosto de 2018, pela gravadora DECK.

Paulinho Moska nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Agosto de 1967. Quando criança, gostava de colecionar coisas. Tampinhas de garrafa, selos, conchas, latinhas de refrigerante, quadrinhos, figurinhas, discos, pedras, fotografias, chaves. E assim o menino montou, tijolo por tijolo, o mundo em que pretendia viver: costurando informações das áreas mais variadas, colando fragmentos de sons e pedaços de imagens de todos os tipos e origens. O primeiro violão era do irmão mais velho. Os primeiros ídolos foram Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Na adolescência, Moska foi estudar teatro. Assim que completou o curso da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), em 1984, começou a atuar no cinema. Participou de filmes como A cor do seu destino (1986), de Jorge Duran, Um trem para as estrelas (1988), de Cacá Diegues, O mistério no Colégio Brasil (1988), de José Frazão, Kuarup (1989), de Ruy Guerra, e O Homem do Ano (2003), de José Henrique Fonseca. Em 2013, voltou às telas em Minutos atrás, de Caio Sóh, contracenando com os atores Vladimir Brichta e Otávio Muller, com a trilha sonora composta especialmente por Moska e André Abujamra.

As primeiras gravações profissionais de Moska aconteceram no álbum de estreia do grupo vocal A Garganta Profunda, intitulado A Orquestra de Vozes (1986). Ao lado de outros integrantes do Garganta (Luiz Nicolau e Luis Guilherme), aos 20 anos fundou aquela que seria sua primeira experiência de popularidade no fim dos anos 1980: Os Inimigos do Rei. Com a banda, lançou dois discos (Os Inimigos do Rei, em 1989 e Os Amantes da rainha, em 1991), emplacou nacionalmente os hits Uma barata chamada Kafka e Adelaide, e invadiu rádios e televisões do país em turnê de shows por dois anos seguidos.

Após sair do Inimigos, Paulinho Moska começou a construir sua carreira solo a partir de 1993, com o disco Vontade, passando então a produzir uma discografia repleta de canções inspiradas que falam sobretudo, de amor à vida. São 25 anos escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a música. A primeira a se tornar nacionalmente conhecida foi O último dia (Moska/Billy Brandão), do seu segundo disco, Pensar é Fazer Música (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. Essa canção foi tema do samba enredo do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel no carnaval de 2015. Do disco seguinte, Contrassenso (1997), a canção A seta e o alvo (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de Um móbile no furacão e Sem dizer adeus (1999), Tudo novo de novo (2003) e Pensando em você (2003) e A idade do céu (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de Relampiano (parceria com Lenine) e Admito que perdi (gravada por Marina Lima).

12 e 13 de novembro de 2019
Terça e quarta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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ENCONTRO DE CINEMA NEGRO ZÓZIMO BULBUL

seg, 21/10/2019 - 19:17
 

14h | Conferência: Engajamentos cinematográficos da história no cinema africano: uma pesquisa geral de tendências
Com o Prof. Mbye Cham (Gâmbia/ Howard University)

 

16h | Curta + Longa
FARTURA
Brasil, 2017, 27’ | De Yasmin Thayná

A partir da observação de imagens domésticas feitas por famílias negras de periferias e favelas cariocas, o filme investiga as relações entre encontros familiares e a comida como elemento simbólico que não só alimenta um corpo, mas também é capaz de calibrar afetos e simbolizar rituais de vida e morte. Um filme-ensaio sobre memórias marcadas pelo preparo e o oferecimento de comidas como um conjunto simbólico dos modos que as famílias presentes no filme encaram a vida e revelam suas relações.

MARIANNES NOIRES
França/EUA, 2016, 83’ | De Mame-Fatou Niag

A última onda de violência e a ascensão do nacionalismo na França esconderam a questão da identidade e alimentaram um acalorado debate. No filme, sete mulheres de origem africana, nascidas na França, questionam sua identidade e as expectativas impostas pela sociedade francesa. Embora algumas venham de famílias abastadas e outras de origens desfavorecidas, todas foram bem-sucedidas. No entanto, apesar de seu poder, seus sucessos, sua liderança, independentemente de seu status social ou linhagem ancestral, elas são afetadas pela desigualdades sistêmicas.

   18h | Curta + Longa

PORTRAITS OF MARIELLE
Quênia, 2019, 2’  | De Ngendo Mukii

THE REVOLUTION WON´T BE TELEVISED
Senegal, 2016, 110’ | De Rama Thiaw

Um ano na vida tumultuada de Thiat, Kilifeu e Gadiaga, membros do grupo Les Keur Gui. O filme percorre desde a revolução pacífica, apaixonadamente liderada contra o presidente Wade, à frente do movimento “Y’en a marre”, até a reconquista incerta da cena musical através do desenvolvimento de seu novo álbum de hip-hop. No final dessa imersão, temos a visão de uma juventude urbana africana e os reflexos de uma nova geração militante. Prêmio da Crítica no Festival de Berlin 2016 e Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema de Cartago 2016.

20h | Curta + Longa

MATO ADENTRO
Brasil, 2018, 20’ | De Elton de Almeida, com  Antonio Salvador, Júlio Silvério, Riggo Oliveira

Província de São Paulo, 1870. Amadi, um homem igbo escravizado, foge à procura de um suposto quilombo. Em seu encalço, dois capitães-do-mato com ordens de capturá-lo a todo custo. Mas a mata abriga mistérios que podem cercá-los em uma letal armadilha.

THE MERCY OF THE JUNGLE
Bélgica/Fra/Rua, 2018, 91’  | De Joël Karekezi, com  Stéphane Bak, Marc Zinga, Ibrahim Ahmed

Em 1998, pouco depois do início da Segunda Guerra do Congo, Xavier, um sargento já veterano nos conflitos étnicos de Ruanda, e Faustin, um jovem recruta com desejo de vingança pela morte do seu pai e irmãos, acabam perdidos na selva. Atravessando linhas inimigas e crises existenciais, eles se veem obrigados a contar um com o outro para poder sobreviver. Hugo de Prata no Festival de Cinema de Chicago 2018 e Prêmio Digital no Festival de Cinema de Milão 2018.

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MOSCA ITINERANTE – CINEMA INFANTIL

seg, 21/10/2019 - 19:00

Cineclube Quase Catálogo – Livre – Entrada franca

A MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira é uma mostra de filmes de curta-metragem que acontece desde 2005 em Cambuquira – MG. É um projeto que integra cultura e educação, promovendo debates, oficinas, atividades para crianças e sessões itinerantes em outras cidades de Minas Gerais e São Paulo.
No mês das crianças, o Quase Catálogo fez sua primeira parceria de curadoria com a MOSCA, trazendo os filmes infantis dirigidos por mulheres, selecionados pela mostra para uma sessão especial em Niterói.

AS AVENTURAS DE PETY
SP, 2019, 16’17” | De Anahí Borges

No céu de Tutameia, surge um lindo e majestoso arco-íris. Em busca do baú de ouro, Pety e seus amigos partem em direção ao bosque da cidade, onde vivem aventuras com seres fantásticos do folclore brasileiro e descobrem que o verdadeiro tesouro pode estar muito mais próximo do que se imagina.

OPOSTOS POLARES
Polar opposites, Reino Unido/Brasil, 2018, 4′ | De Diana Wey

Edmund é um pinguim mal-humorado que quer ficar sozinho em seu pequeno iceberg. Ele foge de sua colônia até que um dia, depois de um mergulho no mar, se depara com Otto, um grande e simpático urso polar. Enquanto Otto está disposto a viver no iceberg com Edmund, o pinguim busca maneiras de se livrar do urso.

PULO
SP, 2018, 13’41” | De Ana Schilling e Luiza Perocco

Nas férias de verão, Alice aproveita para brincar e jogar futebol com seus amigos. Porém, a menina esconde um segredo. E com a inauguração da piscina de seu condomínio, vai ficar cada vez mais difícil fingir que tudo está normal.

SOBRE A GENTE
ES, 2018, 8′ | De Analucia Godoi

Animação feita a partir de depoimentos de vinte crianças e adolescentes entre nove e doze anos. Os narradores falam o que pensam sobre si, no presente e no futuro, e se interpretam nas imagens construídas por desenhos, fotos, massinha de modelar, recorte de papel, areia e luz.

O EXTRAORDINÁRIO CIRCO DO BIPO
DF, 2018, 15′ | De Juliet Jones

Para livrar-se do Extraordinário Circo do Bipo da sua fazenda, o mago Salvador precisa fazer mágica e convencer sutilmente sua família a ir embora e deixá-lo em paz.

NA CAPA
On the cover, Irã, 2018, 4′ | De Yegane Moghaddam

Um fotógrafo entra numa floresta e, para sua surpresa, todos os animais querem suas fotos na capa da revista. Um alerta sobre a crise do meio ambiente.

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LEONARDO 500

seg, 21/10/2019 - 18:58

Leonardo Cinquecento, Itália, 2019, 90’, livre
De Francesco Invernizzi

O filme marca os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci. Combinando a inteligência artificial com os resultados de décadas de estudos e de pesquisas, o filme recompõe de forma inédita as milhares de páginas dos códigos deixados por da Vinci, evidenciando as implicações contemporâneas do seu imenso trabalho. Com a contribuição de especialistas internacionais e de uma equipe de engenheiros e técnicos, o filme projeta uma luz inédita sobre as observações e os estudos do gênio que, há séculos, fascina o mundo.
Parceria com o Instituto Italiano de Cultura.

Mara Frangella é professora de artes, atriz e palhaça. Italiana, mora no Brasil há dez anos. Possui graduação em Letras pela Universidade de Roma Tor Vergata (2005), mestrado e doutorado em História da Arte pela USP (dissertação sobre a pintura de Tarsila do Amaral, 2009, e doutorado sobre a crítica de arte de Mário de Andrade, 2014). Professora no Instituto de Artes da UERJ desde fevereiro de 2018. Principais temas de pesquisa: modernismo, arte e identidade nacional, carnaval. Formada no Curso de Humor da SP Escola de Teatro (2016).

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LAVOURA ARCAICA

seg, 21/10/2019 - 12:11

Brasil, 2001, 172’, 14 anos, exibição em 35mm
De Luiz Fernando Carvalho
Com Selton Mello, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore
R$ 5,00 (preço único)

Baseado no romance de Raduan Nassar sobre uma família libanesa no interior do Brasil, o filme é uma versão ao avesso da parábola do filho pródigo. André é um filho desgarrado, que deixou a família e saiu de casa devido às severas leis paternas e ao sufocamento da ternura e amor maternos. Pedro, seu irmão mais velho, recebeu da mãe a missão de trazê-lo de volta ao lar. O aparecimento do irmão leva André a relembrar os momentos que viveu com a família desde a infância e os motivos que o levaram a sair de casa. Melhor Ator no Festival de Havana 2001, Prêmio Ministério da Cultura no Festival do Rio 2001, Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2001, e Melhor Filme, Diretor e Atriz no Festival de Cinema do SESC 2002.

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IMAGENS DO INCONSCIENTE

seg, 21/10/2019 - 12:09

14h | ADELINA GOMES – NO REINO DAS MÃES
15h | CLAUDIO PERTUIS – A BARCA DO SOL
16h30 | FERNANDO DINIZ – EM BUSCA DO ESPAÇO COTIDIANO
18h | Debate
Brasil, 1986, livre
De Leon Hirszman

São três artistas. Três histórias de vida. Três casos clínicos. Uma trilogia em que o realizador procurou uma linguagem cinematográfica que permitisse narrar os filmes a partir dos próprios trabalhos pintados pelos artistas, no serviço de terapia ocupacional e reabilitação criado em 1946 pela dra. Nise da Silveira, no Centro Psiquiátrico Pedro II. São pinturas, desenhos e modelagens que expressam o mundo interior de três artistas, Fernando Diniz (a pintura em luta constante contra o caos para recuperar o espaço cotidiano), Adelina Gomes (a pintura em luta para expulsar os fantasmas e recuperar a condição feminina) e Carlos Pertuis (a dolorosa busca da consciência da humanidade pelas lendas).

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PACARRETE

seg, 21/10/2019 - 12:08

Brasil, 2019, 97′
De Allan Deberton
Com Marcelia Cartaxo, Zezita Matos, Soia Lira

Maria Araújo Lima, mais conhecida como Pacarrete, nascida em Russas, deixou a pequena cidade do interior do Ceará para perseguir seu sonho de ser bailarina na capital. Muitos anos se passaram e agora está de volta. Quando o povo programa uma grande festa para comemorar os 200 anos da cidade, ela vê ali sua grande chance de voltar aos palcos. Melhor Filme (júri e público), Diretor, Atriz, Ator e Atriz Coadjuvantes, Roteiro e Desenho de Som no Festival de Gramado 2019.

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PARAÍSO PERDIDO

seg, 21/10/2019 - 12:05

Brasil, 2017, 110’, 14 anos
De Monique Gardenberg
Com Lee Taylor, Jaloo, Júlio Andrade, Erasmo Carlos, Julia Konrad, Humberto Carrão
R$ 5,00 (preço único)

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de sua família. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos. Aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte, com nós surpreendentes. Prêmio de Melhor Elenco pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte.

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BR 716

seg, 21/10/2019 - 12:04

Brasil, 2016, 89’, 14 anos
De Domingos Oliveira
Com Caio Blat, Sophie Charlotte, Maria Ribeiro
R$ 5,00 (preço único)

Na intensa boemia carioca nos anos 1960, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político complicado. Melhor Filme, Diretor, Atriz Coadjuvante (Glauce Guima) e Trilha Sonora no Festival de Gramado 2016.

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NISE — O CORAÇÃO DA LOUCURA

seg, 21/10/2019 - 12:02

Brasil, 2015, 108’, 12 anos
De Roberto Berliner
Com Glória Pires, Simone Mazzer, Claudio Jaborandy, Flavio Bauraqui, Fabrício Boliveira
R$ 5,00 (preço único)

Ao voltar a trabalhar em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, após sair da prisão, a doutora Nise da Silveira propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofrem de esquizofrenia, que elimina o eletrochoque e a lobotomia. Seus colegas de trabalho discordam do seu método de tratamento e a isolam, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte. Prêmio do Público de Melhor Filme no Festival do Rio 2015, Melhor Filme e Atriz no Festival de Tóquio 2015, Melhor Ator Coadjuvante (Flavio Bauraqui) no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017, e Prêmio Panda de Melhor Filme no Festival BRICS de Cinema.

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TORRE DAS DONZELAS

seg, 21/10/2019 - 12:00

Brasil, 2018, 97’, 12 anos
De Susanna Lira
Com Elea Mercurio, Caroline Manchini, Carol Patrocinio, Denise Dietrich, Marilia Yazbek, Paloma Moreno, Scarlet Garcez
R$ 5,00 (preço único)

Quarenta anos após serem presas durante a ditadura militar na Torre das Donzelas, como era chamado o Presídio Tiradentes, ao lado da ex Presidente da República Dilma Roussef, um grupo de mulheres revisita a sua história em relatos carregados de emoção e atrizes encenam suas vivências no passado. Torre das Donzelas é um exercício coletivo de memória feito por mulheres que acreditam que resistir ainda é o único modo de se manter livre. Prêmio Especial do Júri no Festival de Brasília 2018, Melhor Direção e Júri Popular de Melhor Documentário no Festival do Rio 2018 e Melhor Documentário do Júri Popular na Mostra São Paulo 2018.

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LEGALIZE JÁ: AMIZADE NUNCA MORRE

seg, 21/10/2019 - 11:57

Brasil, 2018, 95’, 16 anos
De Gustavo Bonafé, Johnny Araújo
Com Renato Goés, Ícaro Silva, Rafaela Mandelli
R$ 5,00 (preço único)

Skunk é um músico revoltado com a opressão e o preconceito diários sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele esbarra em Marcelo, um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp. Melhor Montagem no Prêmio ABC de Cinematografia 2019.

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BRUNA SURFISTINHA

seg, 21/10/2019 - 11:55

Brasil, 2011, 109’, 16 anos
De Marcus Baldini
Com Deborah Secco, Brenda Lígia, Cristina Lago, Drica Moraes
R$ 5,00 (preço único)

Raquel era uma jovem da classe média paulistana, que vivia em conflito com sua família. Um dia ela tomou uma decisão surpreendente: saiu de casa e resolveu virar garota de programa. Com o codinome de Bruna Surfistinha, Raquel viveu diversas experiências e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas num blog, que depois acabou virando um livro e tornou-se um best seller. Melhor Roteiro Adaptado, Atriz e Atriz Coadjuvante (Drica Moraes) no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2012 e Melhor Filme e Atriz no Prêmio Contigo Cinema 2011.

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ERA O HOTEL CAMBRIDGE

seg, 21/10/2019 - 11:53

Brasil, 2016, 93’, 12 anos
De Eliane Caffé
Com Carmen Silva, José Dumont, Suely Franco, Isam Ahmad Issa
R$ 5,00 (preço único)

Refugiados recém-chegados ao Brasil dividem com um grupo de sem-teto um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Além da tensão diária que a ameaça de despejo causa, os novos moradores do prédio terão que lidar com seus dramas pessoais e aprender a conviver com pessoas que, apesar de diferentes, enfrentam juntos a vida nas ruas. Prêmio da Crítica Internacional e Melhor Filme – Voto Popular no Festival do Rio 2016 e Prêmio Especial do Júri na Associação de Críticos de São Paulo 2018.

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Espiral dos Afetos

sex, 18/10/2019 - 17:21

Espiral dos Afetos

A “Espiral dos afetos”, que acontece de 27 de outubro a 9 de novembro de 2019, é uma dobra sobre a efeméride de 20 anos de falecimento da Dra. Nise da Silveira, médica psiquiátrica brasileira, que revolucionou o tratamento da saúde mental no Brasil.

A Dra. Nise é o vórtice dessa espiral, em que convergem os influxos de Jung, Spinoza e Artaud, como um movimento de superação das crises profundas com as quais nos defrontamos. A ideia também é examinar duas dimensões da composição de afetos: uma primeira, desintegradora, que predomina hoje, e uma outra, da integração, seguindo a linha do cuidado como possibilidade de expansão de uma ética espiritual planetária.

O desenvolvimento dessas ações resulta de um trabalho de aproximação vivencial do Centro de Artes UFF com o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, numa perspectiva de troca afetiva de saberes e experiências entre as equipes e também do contato com os clientes (forma como a Dra. Nise se referia aos pacientes do hospital psiquiátrico), que dão corpo e forma a um transbordamento dos afetos, de uma exacerbação da imaginação, que se descola de uma consensualidade do real, acionando um campo imagético no qual “os inumeráveis estados do ser” são potencializados, em um movimento não-retilíneo – como a experiência do Museu Vivo, que trazemos no módulo de exposições.

Dessa relação com o Museu, as ações se somaram a outros núcleos do Instituto Municipal Nise da Silveira, como o Espaço Travessia, o Ponto de Cultura Loucura Suburbana e o Espaço Aberto ao Tempo.

No movimento dessa espiral, para além da dimensão ritual do evento, busca-se um aprofundamento da cooperação entre instituições que lidam com a transversalidade da saúde e da cultura, para o fortalecimento de uma cidadania pautada pela ética do cuidado, um caminho para que a potência dessas forças afetivas se manifestem, revelando experiências únicas de interpretação e de leitura de mundo.

PROGRAMAÇÃO FEIRA DOS AFETOS 

27 de Outubro 
Domingo

03 de Novembro
Domingo

Feira de Vinil e Clube do Vinil

Oficina de Perna de Pau [Coletivo CHAP]

Oficina de Bambolê [Coletivo O Círculo]

Orquestra Sinfônica Nacional UFF
Concerto em homenagem a Nise da Silveira
10h30 – Cine Arte UFF
Ingressos R$ 20 | R$ 10 (meia)

Yoga para crianças 

Meditação para adultos

Teatro de rua: O Casamento da filha do Mapinguari
[Coletivo CHAP]

Espetáculo de Mágica: Fora deste mundo [Lucas Toledo]
16h – Teatro da UFF
Ingressos R$ 40 | R$ 20 (meia)

Dança Circular [Andréa Godoy]

Show do Harmonia Enlouquece
17h – Varanda

Feira de Vinil e Clube do Vinil

Quarteto de Cordas UFF 
10h30 – Cine Arte UFF
Ingressos R$ 20 | R$ 10 (meia)

Arte Educativa: Descobrindo o mundo [Sueli Mendonça]

Yoga para crianças

Cordel com Edmilson Santini

Meditação para adultos

Dança Circular [Andréa Godoy]

Oficina de Percussão – Loucura Suburbana

Bloco Loucura Suburbana
16h30 – Jardim da Reitoria

Peça teatral: TA-AZOR!
19h – Teatro da UFF
Ingressos R$ 30 | R$ 15 (meia)
Seguida de roda de conversa

 

MOSTRA DE CINEMA   26 de Outubro  – Sábado     27 de Outubro – Domingo  

19h | FEVEREIROS
Brasil, 2017, 73’, Livre
De Marcio Debellian
R$ 5,00 (preço único)

A Mangueira foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a Maria Bethânia. Este foi o ponto de partida de “Fevereiros”, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso Rio-Bahia, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca. O filme conta com depoimentos de Maria Bethânia, Caetano Veloso, Chico Buarque, Leandro Vieira (carnavalesco da Mangueira), Luiz Antonio Simas (historiador), Mabel Velloso (poeta) e Squel Jorgea (porta-bandeira da Mangueira). Melhor Filme no 10º In Edit Brasil.

     

 

19h | ESPERO TUA (RE)VOLTA
Brasil, 2019, 93`, 14 anos
De Eliza Capai
R$ 5,00 (preço único)

Um retrato do movimento estudantil que ganhou força a partir do ano de 2015 ocupando escolas estaduais por todo brasil. Acompanhando três jovens do movimento e com imagens de arquivo de manifestações desde 2013, o documentário tenta compreender as ocupações e as suas principais pautas a partir do ponto de vista dos estudantes envolvidos. 

 

20h30 | CENTRAL DO BRASIL – Entrada franca
Sessão em homenagem aos 90 anos de Fernanda Montenegro, em parceria com a Vídeo Filmes
Brasil, 1998, 110’, livre, cópia restaurada, exibição em DCP 4k
De Walter Salles
Com Fernanda Montenegro, Vinícius de Oliveira, Marília Pêra, Othon Bastos

Dora trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro. Ainda que a escrivã não envie todas as cartas – as que considera inúteis ou fantasiosas demais –, ela decide ajudar um menino, após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste. Urso de Ouro e Melhor Atriz no Festival de Berlim 1998, Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro 1999, indicado a Melhor Filme Estrangeiro e Atriz no Oscar 1999, e mais 33 prêmios internacionais.

   

20h50 | ERA O HOTEL CAMBRIDGE
Brasil, 2016, 93’, 12 anos
De Eliane Caffé
Com Carmen Silva, José Dumont, Suely Franco, Isam Ahmad Issa
R$ 5,00 (preço único)

Refugiados recém-chegados ao Brasil dividem com um grupo de sem-teto um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Além da tensão diária que a ameaça de despejo causa, os novos moradores do prédio terão que lidar com seus dramas pessoais e aprender a conviver com pessoas que, apesar de diferentes, enfrentam juntos a vida nas ruas. Prêmio da Crítica Internacional e Melhor Filme – Voto Popular no Festival do Rio 2016 e Prêmio Especial do Júri na Associação de Críticos de São Paulo 2018. 

  28 de Outubro – Segunda      29 de Outubro – Terça

18h50 | BRUNA SURFISTINHA
Brasil, 2011, 109’, 16 anos
De Marcus Baldini
Com Deborah Secco, Brenda Lígia, Cristina Lago, Drica Moraes
R$ 5,00 (preço único)

Raquel era uma jovem da classe média paulistana, que vivia em conflito com sua família. Um dia ela tomou uma decisão surpreendente: saiu de casa e resolveu virar garota de programa. Com o codinome de Bruna Surfistinha, Raquel viveu diversas experiências e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas num blog, que depois acabou virando um livro e tornou-se um best seller. Melhor Roteiro Adaptado, Atriz e Atriz Coadjuvante (Drica Moraes) no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2012 e Melhor Filme e Atriz no Prêmio Contigo Cinema 2011.

   

19h | TORRE DAS DONZELAS
Brasil, 2018, 97’, 12 anos
De Susanna Lira
Com Elea Mercurio, Caroline Manchini, Carol Patrocinio, Denise Dietrich, Marilia Yazbek, Paloma Moreno, Scarlet Garcez
R$ 5,00 (preço único)

Quarenta anos após serem presas durante a ditadura militar na Torre das Donzelas, como era chamado o Presídio Tiradentes, ao lado da ex Presidente da República Dilma Roussef, um grupo de mulheres revisita a sua história em relatos carregados de emoção e atrizes encenam suas vivências no passado. Torre das Donzelas é um exercício coletivo de memória feito por mulheres que acreditam que resistir ainda é o único modo de se manter livre. Prêmio Especial do Júri no Festival de Brasília 2018, Melhor Direção e Júri Popular de Melhor Documentário no Festival do Rio 2018 e Melhor Documentário do Júri Popular na Mostra São Paulo 2018.

 

21h | LEGALIZE JÁ: AMIZADE NUNCA MORRE
Brasil, 2018, 95’, 16 anos
De Gustavo Bonafé, Johnny Araújo
Com Renato Goés, Ícaro Silva, Rafaela Mandelli
R$ 5,00 (preço único)

Skunk é um músico revoltado com a opressão e o preconceito diários sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele esbarra em Marcelo, um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp. Melhor Montagem no Prêmio ABC de Cinematografia 2019.

   

20h50 | NISE — O CORAÇÃO DA LOUCURA
Brasil, 2015, 108’, 12 anos
De Roberto Berliner
Com Glória Pires, Simone Mazzer, Claudio Jaborandy, Flavio Bauraqui, Fabrício Boliveira
R$ 5,00 (preço único)

Ao voltar a trabalhar em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, após sair da prisão, a doutora Nise da Silveira propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofrem de esquizofrenia, que elimina o eletrochoque e a lobotomia. Seus colegas de trabalho discordam do seu método de tratamento e a isolam, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte. Prêmio do Público de Melhor Filme no Festival do Rio 2015, Melhor Filme e Atriz no Festival de Tóquio 2015, Melhor Ator Coadjuvante (Flavio Bauraqui) no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017, e Prêmio Panda de Melhor Filme no Festival BRICS de Cinema. 

  30 de Outubro – Quarta     31 de Outubro – Quinta  

19h | BR 716
Brasil, 2016, 89’, 14 anos
De Domingos Oliveira
Com Caio Blat, Sophie Charlotte, Maria Ribeiro
R$ 5,00 (preço único) 

Na intensa boemia carioca nos anos 1960, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político complicado. Melhor Filme, Diretor, Atriz Coadjuvante (Glauce Guima) e Trilha Sonora no Festival de Gramado 2016.

   

19h30 | PACARRETE
Exibição seguida de debate com o diretor Allan Deberton, a atriz Marcelia Cartaxo e psicanalista Elizabeth Araújo
Brasil, 2019, 97′
De Allan Deberton
Com Marcelia Cartaxo, Zezita Matos, Soia Lira
R$ 16 e R$ 8 – venda antecipada a partir do dia 26, sábado

Maria Araújo Lima, mais conhecida como Pacarrete, nascida em Russas, deixou a pequena cidade do interior do Ceará para perseguir seu sonho de ser bailarina na capital. Muitos anos se passaram e agora está de volta. Quando o povo programa uma grande festa para comemorar os 200 anos da cidade, ela vê ali sua grande chance de voltar aos palcos. Melhor Filme (júri e público), Diretor, Atriz, Ator e Atriz Coadjuvantes, Roteiro e Desenho de Som no Festival de Gramado 2019.

 

20h50 | PARAÍSO PERDIDO
Brasil, 2017, 110’, 14 anos
De Monique Gardenberg
Com Lee Taylor, Jaloo, Júlio Andrade, Erasmo Carlos, Julia Konrad, Humberto Carrão
R$ 5,00 (preço único)

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de sua família. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos. Aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte, com nós surpreendentes. Prêmio de Melhor Elenco pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte.

        01 de Novembro – Sexta     07 de Novembro – Quinta  

9h30 | COM AMOR, VAN GOGH – Cine Escola
Loving Vincent, Reino Unido/Polônia, 2017, 94′, 12 anos
De Dorota Kobiela, Hugh Welchman 
Com vozes de Douglas Booth, Jerome Flynn, Chris O’Dowd, Saoirse Ronan

1891. Um ano após o suicídio de Vincent Van Gogh, Armand Roulin encontra uma carta enviada pelo pintor ao irmão Theo, que jamais chegou ao seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo pessoal de Van Gogh, Armand é incentivado a entregar ele mesmo a correspondência. Desta forma, ele parte para a cidade francesa de Arles na esperança de entrar em contato com a família do pintor falecido. Lá, inicia uma investigação junto às pessoas que conheceram Van Gogh, no intuito de decifrar se ele realmente se matou. Prêmio do Público no Festival de Anecy e na Mostra de São Paulo e Melhor Animação no European Film Awards e no Festival de Xangai.

   

19h30 | LAVOURA ARCAICA
Brasil, 2001, 172’, 14 anos, exibição em 35mm
De Luiz Fernando Carvalho
Com Selton Mello, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore
R$ 5,00 (preço único)

Baseado no romance de Raduan Nassar sobre uma família libanesa no interior do Brasil, o filme é uma versão ao avesso da parábola do filho pródigo. André é um filho desgarrado, que deixou a família e saiu de casa devido às severas leis paternas e ao sufocamento da ternura e amor maternos. Pedro, seu irmão mais velho, recebeu da mãe a missão de trazê-lo de volta ao lar. O aparecimento do irmão leva André a relembrar os momentos que viveu com a família desde a infância e os motivos que o levaram a sair de casa. Melhor Ator no Festival de Havana 2001, Prêmio Ministério da Cultura no Festival do Rio 2001, Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2001, e Melhor Filme, Diretor e Atriz no Festival de Cinema do SESC 2002. 

 

14h | IMAGENS DO INCONSCIENTE – Entrada franca
Exibições seguidas de debate
14h | ADELINA GOMES – NO REINO DAS MÃES
15h | CLAUDIO PERTUIS – A BARCA DO SOL
16h30 | FERNANDO DINIZ – EM BUSCA DO ESPAÇO COTIDIANO
18h | Debate
Brasil, 1986, livre
De Leon Hirszman

São três artistas. Três histórias de vida. Três casos clínicos. Uma trilogia em que o realizador procurou uma linguagem cinematográfica que permitisse narrar os filmes a partir dos próprios trabalhos pintados pelos artistas, no serviço de terapia ocupacional e reabilitação criado em 1946 pela dra. Nise da Silveira, no Centro Psiquiátrico Pedro II. São pinturas, desenhos e modelagens que expressam o mundo interior de três artistas, Fernando Diniz (a pintura em luta constante contra o caos para recuperar o espaço cotidiano), Adelina Gomes (a pintura em luta para expulsar os fantasmas e recuperar a condição feminina) e Carlos Pertuis (a dolorosa busca da consciência da humanidade pelas lendas).

     

 

 29 de Outubro
 Terça-feira     

Ateliê Museu Vivo – Pintura e Oficina de Cerâmica
10h – Varanda e Jardim da Reitoria

Performance Sekhmet: A Incendiária
Performance coletiva com doze clientes-artistas do Grupo de Teatro Influxos Artaudianos com sede no Museu de Imagens do Inconsciente.
15h – Galeria de Arte UFF

Abertura da Exposição – “Museu Vivo: Poéticas da desrazão”
17h – Galeria de Arte UFF

Cordel com Edmilson Santini – Nise da Silveira
18h – Galeria de Arte UFF

30 de Outubro
Quarta-feira

  

Ateliê Museu Vivo – Oficina de Estandarte          
*4 oficineiros / para 10 pessoas.
10h – Varanda e Jardim da Reitoria

Debate: Mulheres na Ciência – Dra Nise da Silveira
17h – Teatro da UFF
com Gladys Schincariol (Psicóloga-chefe do Ateliê Terapêutico/ Museu de Imagens do Inconsciente) e Cláudia Henschel (Professora da UFF, psicóloga, pesquisadora em psicopatologias contemporâneas).
Mediação: Letícia Oliveira (Professora da UFF e neurocientista)

31 de Outubro
Quinta-feira  

Ateliê Museu Vivo – Pintura e Oficina de Cerâmica
10h – Varanda e Jardim da Reitoria

 

Encontro com criadores
14h –  Galeria de Arte UFF
Conversa com os criadores das obras da exposição

 

Debate: Criar – Para desadoecer o mundo
17h – Teatro da UFF
Maddi Damião Júnior (Psicólogo e professor da UFF), abordando o tema “Jung: o inconsciente regenera”
Elton Luiz Leite de Souza (Filósofo, professor da UNIRIO), abordando o tema: “Spinoza e o criar – cuidar como expressão de liberdade”
Ana Kiffer (Ensaísta e professora da PUC – RJ), abordando o tema: “Artaud: poéticas da desrazão
Moderador: Leonardo Guelman (Professor do Departamento de Arte da UFF)

01 de Novembro
Sexta-feira
 

Ateliê Museu Vivo – Pintura
10h – Varanda e Jardim da Reitoria

 

Lugar de cabeça, lugar de corpo [En La Barca]
18h – Performance itinerante

 

Colônia
19h – Teatro da UFF
Peça teatral seguida de roda de conversa
Ingressos R$ 30 | R$ 15 (meia)

04 de Novembro
Segunda-feira  

Inumeráveis estados
10h – Teatro da UFF
Imersão artística com Pedro Kosovski e Marco André Nunes [Aquela Cia. de Teatro]

 

Influxos Artaudianos
15h – Varanda
Oficina com Adriana Rolin

  Debate: Ideias para adiar o fim do mundo
17h – Teatro da UFF
com Ailton Krenak (Líder indígena e ambientalista)
Moderador: Wallace de Deus (Prof. Dep. de Arte – UFF) 05 de Novembro
Terça-feira
  Inumeráveis estados
9h – Teatro da UFF
Imersão artística com Pedro Kosovski e Marco André Nunes [Aquela Cia. de Teatro]  

UFF Debate Brasil – A criação no cuidado: democracia na saúde pública
16h – Teatro da UFF
Thiago Ferreira (Psicólogo e Trabalhador do CAPS MSS/Rocinha)
Mediação: Ana Claudia Monteiro (Profª do Departamento de Psicologia – UFF)

 

Monólogo: Delírios Infantis [Karen Lamego]
18h – Espaço UFF de Fotografia
Seguido de roda de conversa

06 de Novembro
Quarta-feira  

Inumeráveis estados
9h – Teatro da UFF
Imersão artística com Pedro Kosovski e Marco André Nunes [Aquela Cia. de Teatro]

 

Performance: Vera Crucis [Tatiana Henrique]
18h –  Espaço UFF de Fotografia

 

Monólogo: Yriadobá – da ira a flor [Adriana Rolin]
19h –  Teatro da UFF
Seguido de roda de conversa com a participação da Kassia Rapella

07 de Novembro
Quinta-feira  

Inumeráveis estados
9h – Teatro da UFF
Imersão artística com Pedro Kosovski e Marco André Nunes [Aquela Cia. de Teatro]

 

Performance: Pira – do gozo estendido ao exílio [Coletivo 22]
18h – Espaço UFF de Fotografia

 

Teatro-monólogo: Irina [Raquel Iantas]
19h – Teatro da UFF
Ingressos R$ 30 | R$ 15 (meia)
Seguido de roda de conversa

08 de Novembro
Sexta-feira  

Inumeráveis estados
9h – Teatro da UFF
Imersão artística com Pedro Kosovski e Marco André Nunes [Aquela Cia. de Teatro]

 

Dos Girassóis aos Deuses [Giro Ballet]
18h – Varanda
Seguido de roda de conversa

09 de Novembro
Sábado  

Inumeráveis estados
21h – Teatro da UFF

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RESULTADO DA INSCRIÇÃO FEIRA DOS AFETOS

qui, 17/10/2019 - 16:01

Segue abaixo a listagem dos expositores aprovados para a Feira dos Afetos:

 

  1. Acarajé DA mARA

  2. Aninha Doçaria

  3. Carolina Menezes

  4. Colagem Beatriz Menezes

  5. Canirim

  6. Daniel Brazil

  7. Coletivo O Círculo

  8. Christine Góes

  9. Crochê Orgânico

  10. Dior Thiam roupas e acessórios africanos

  11. É coisa bio

  12. Esfirras Despadronizadas

  13. Feijão com Arroz

  14. Feito por My

  15. Flecha 

  16. Flor da vida

  17. Flor de Violeta

  18. Florabiocosméticos

  19. Hawaiianita Rolls

  20. Instituto Miracema de AutoEducação

  21. Jisa Arte em madeira

  22. Katzen

  23. Lê Merci Artes

  24. Lucas Dertoni

  25. Mandalas Terapêuticas onde o Ser se revela

  26. Mãos de Minas

  27. Maria Crocheteria

  28. Nera Dela Brechó

  29. Paz e Bem

  30. PuroMato

  31. Quinemjiló

  32. Sabor do Nordeste

  33. Sete Mulheres

  34. Sombra chapelaria

  35. Tânia Biju

  36. UsaDONNA Brechó

  37. Vanessa Ilustra

   
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Música Livre – Awurê

qua, 16/10/2019 - 15:19

O Grupo Awurê surgiu tendo como principal diretriz evidenciar os ritmos brasileiros e sons africanos, romper intolerâncias e fazer cultura popular a partir da ancestralidade em nossa sociedade. Exaltando os elementos constitutivos da cultura afro brasileira, contribui para o resgate e manutenção dessa identidade, também presente na população carioca, e afirma o papel da representatividade negra e o seu protagonismo cultural e social, fomentando a valorização desses radicais culturais, a desconstrução do preconceito e intolerância às religiões de matriz africana.

ÀWÚRÉ é um termo Iorubá formado pela junção das palavras À, nós ou nos, , desejar, e ibukun, suas bênçãos. Está presente em grande parte dos cantos sagrados, fazendo menção a desejos de boa sorte, bênçãos e votos de prosperidade. O enfoque à diversidade de ritmos brasileiros e sons africanos é o que marca a concepção musical adotada pelo grupo que, dentro de um respeito ao sagrado e como forma de preservação da memória, faz um passeio sonoro com responsabilidade e entretenimento. Em seus shows, são apresentados ritmos afro-brasileiros, como o samba (aqui em uma perspectiva de reafricanização), o jongo, o ijexá, o coco, o samba de roda e uma grande variedade de toques do candomblé. Buscam, assim, exaltar e mostrar ao público a importância da influência africana em nossa cultura, identidade e consciência ancestral por meio da música, cânticos, poesia e dança.

Suas apresentações reverenciam grandes nomes da nossa história, compositores instrumentistas e cantores que contribuíram para a cultura brasileira, com releituras de músicas consagradas, além de mostrarem um trabalho autoral.

24 de outubro de 2019
Quinta-feira | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – livre

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AD ASTRA – RUMO ÀS ESTRELAS

ter, 15/10/2019 - 14:44

EUA, 2019, 124’, 14 anos
De James Gray
Com Brad Pitt, Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Donald Sutherland

Roy McBride é um engenheiro espacial que decide empreender a maior jornada de sua vida: viajar para o espaço, cruzar a galáxia e tentar descobrir o que aconteceu com seu pai, um astronauta que se perdeu há vinte anos no caminho para Netuno. Do mesmo diretor de Z: a cidade perdida, Era uma vez em Nova York e Amantes.

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MEU NOME É DANIEL

ter, 15/10/2019 - 14:41

Brasil, 2018, 83’, 12 anos
De Daniel Gonçalves

Daniel Gonçalves nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. No documentário pessoal, o jovem cineasta, residente no Rio de Janeiro, traça o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, vamos passear por momentos, histórias e reflexões de Daniel. O longa venceu o Troféu Barroco de Melhor Filme – Júri Popular na 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes e ganhou o prêmio “Documental Calificado Oscar” do Festival Internacional de Cine de Cartagena, realizado na Colômbia. Com o prêmio, o filme está qualificado para disputar o Oscar da categoria Melhor Documentário em 2020.

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