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Centro de Artes da UFF

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Atualizado: 5 horas 4 minutos atrás

LEMBRO MAIS DOS CORVOS

seg, 18/02/2019 - 17:24

Brasil, 2018, 82’, 14 anos
De Gustavo Vinagre
Com Julia Katharine

Mistura de documentário, ficção e improviso, o filme atravessa uma madrugada de insônia através de histórias contadas pela atriz Julia Katharine. Troféu Helena Ignez para Julia Katharine na Mostra de Cinema de Tiradentes 2018, Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa – 15º IndieLisboa, Prêmio Joris Ivens Melhor Filme e Prêmio do Júri Jovem de Melhor Filme no 40th Cinéma du Reel.

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GUERRA FRIA

seg, 18/02/2019 - 17:22

Zimna wojna, Polônia/Fra/Ru, 84’, 14 anos
De Pawel Pawlikowski
Com Joanna Kulig, Tomasz Kot, Borys Szyc, Agata Kulesza

Durante a Guerra Fria, um músico amante da liberdade e uma jovem cantora com histórias e temperamentos completamente diferentes vivem um amor impossível entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50. Melhor Diretor no Festival de Cannes 2018, Melhor Filme, Diretor, Atriz, Roteiro e Montagem no European Film Awards, e três indicações ao Oscar: Melhor Filme em Língua Estrangeira, Melhor Diretor e Melhor Fotografia.

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Música Livre – Ana Frango Elétrico + Barcamundi

sab, 16/02/2019 - 17:48

Ana Frango Elétrico – composições autorais saturadas, com um universo poético surrealista miúdo, permeado por gostos, texturas e cores. Com referências de Teletubbies à Nickelodeon anos 2000, a música como um desenho animado. Apresenta sua bossa-pop-rock decadente, com pinceladas punk. No repertório musicas de seu primeiro disco, recém lançado, “Mormaço Queima” e outras canções autorais que em breve estarão nos headphones mais próximo de você.

Barcamundi –  show de lançamento do CD Disco Adulto.

O grupo é uma banda autoral da cidade de Niterói criada em 2013, e seus integrantes são Gabriela Autran, Gil Navarro, João Barreira, Leon Navarro, Matheus Ribeiro e Pedro Chabudé.

A Barcamundi prepara seu terceiro trabalho em estúdio, sob produção de Hugo Noguchi (Posada e o Clã, SLVDR e Ventre), e representa um avanço em termos de identidade para a banda. Os arranjos flertam com o noisey do Rock Alternativo e, principalmente, da chamada Pós-MPB. Quando acústicos, os arranjos remetem à MPB do início dos anos 1970, e quando elétricos se aproximam do Britpop e Indie Rock dos anos 1990 a 2000. As composições e as harmonias e timbres vocais dão toque Folk e Pop ao trabalho do grupo. Com relação às composições, há influência do trabalho solo de Bruno Berle e Rodrigo Amarante na fluidez das melodias e na prosódia e de Damon Albarn e Jeff Tweddy na abordagem de temáticas urbanas. O conjunto da obra aborda, a partir de diferentes perspectivas, o tema central da “distância”.

28 de março de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói

Categorias: Centro de Artes

Abertura da Temporada 2019

sab, 16/02/2019 - 14:58

Iniciamos a Temporada 2019 da OSN UFF destacando o grande homenageado do ano, Claudio Santoro, cujo centenário será celebrado por todas as importantes instituições musicais do Brasil. No programa de hoje, Santoro está na companhia de dois grandes compositores do século XX, com os quais sua história pessoal e sua música experimentaram vários encontros.

Um dos mais polivalentes músicos brasileiros do século XX, Santoro foi intérprete virtuose, regente e professor, mas foi principalmente como compositor que se tornou uma das maiores referências da música brasileira. Com ampla atuação internacional, foi homenageado no Brasil e em países como Alemanha, França, Bulgária e Polônia.

Nascido em Manaus, logo surgiu como menino prodígio ao violino. Aos 16 anos de idade veio ao Rio de Janeiro para seguir com seus estudos musicais no então Conservatório de Música do Distrito Federal. Em 1940, iniciou sua formação em composição com Hans-Joachim Koellreutter, quando este era recém chegado ao Brasil como exilado em fuga do regime nazista. Na companhia de Guerra-Peixe e Edino Krieger – também frequentadores dos cursos de composição de Koellreutter – foi membro do grupo Música Viva, responsável pela divulgação da música de vanguarda européia na época. Indicado por Charles Munch, foi à França como bolsista do governo francês em 1947 e estudou composição com Nadia Boulanger. Transitou por várias estéticas, com influências de Paul Hindemith e do serialismo de Arnold Schoenberg, para mais tarde pesquisar a cultura popular brasileira e também encontrar sua própria expressão do nacionalismo musical na década de 1950, influenciado por fatores emocionais, filosóficos, estéticos e políticos.

Por afinidade com as ideias marxistas teve contato com artistas do bloco soviético e, no ano de 1954, passa uma temporada regendo orquestras nos países socialistas. Em 1956 rege a sua Quarta Sinfonia em Moscou, recebendo na plateia os aplausos entusiasmados de Aram Khachaturian. Em 1957 retorna para o II. Congresso de Compositores de Moscou, onde rege sua Quinta Sinfonia e assina contrato para a edição de suas obras na União Soviética.

Khachaturian, de origem armênia e nascido em Tbilisi, na Geórgia, foi jovem a Moscou após a anexação do Cáucaso pela União Soviética. Apesar de iniciar tardiamente seus estudos formais em música aos 19 anos, tornou-se um dos maiores compositores do período soviético e experimentou grande sucesso em vida. Seus balés Spartacus e Gayane rapidamente foram incorporados ao grande repertório do balé internacional. É considerado um tesouro cultural da Armênia e, assim como Santoro e Krieger, buscou também referências na tradição musical popular de sua origem cultural para compor suas obras. Exuberante no colorido da harmonia e na orquestração, sua música apresenta grande riqueza rítmica e um certo exotismo melódico aos ouvidos ocidentais. A Suíte Masquerade deriva da música incidental escrita para a peça homônima de Mikhail Lermontov.

A Passacalha para o Novo Milênio abre este programa em caráter de elisão. Simultaneamente inaugurando as homenagens a Santoro, o concerto finaliza o ciclo de homenagens feitas pela OSN a Edino Krieger por ocasião da comemoração seus 90 anos com o lançamento do CD gravado em 2018.

PROGRAMA

EDINO KRIEGER (1928)

Passacalha para o Novo Milênio (1999)

 

ARAM KACHATURIAM (1903 – 1978)

Suíte Masquerade (1941)

  1. Valsa
  2. Noturno

III. Mazurca

  1. Romanza
  2. Galop

 

CLAUDIO SANTORO (1919 – 1989)

Sinfonia no 5 (1955)

  1. Andante mosso – allegro moderato
  2. Allegro molto assai

III. Lento (tema com variações)

IV. Moderato – allegro vivo

 

TOBIAS VOLKMANN
Maestro

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013,   Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes. Desde 2016   na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.

Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo – Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Filarmônica de Pilsen, na República Tcheca.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018.

Com a Orquestra Sinfônica Nacional trabalha principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música  brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica    de Brandemburgo.

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil.

Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

17 de março de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos R$ 14 (inteira) | R$ 7 (meia)
Classificação: Livre
Informações: 3674-7511 | 3674-7512

Categorias: Centro de Artes

Quarteto de Cordas da UFF

ter, 12/02/2019 - 16:48

Bem-vindos à Temporada 2019 do Quarteto de Cordas da Universidade Federal Fluminense. Neste ano, o quarteto segue com a missão de pesquisar e difundir a música universal e brasileira de ontem e de hoje e de fomentar novos plateias. Através de uma proposta de repertório orientada pelo tripé: tradição-contemporaneidade-transmutação, o quarteto vislumbra uma maior inserção desta forma de arte no gosto musical e nas playlists dos amantes da música.

O programa inicia com a celebração dos 90 anos do teuto-brasileiro Ernst Mahle. Compositor radicado no Brasil desde 1952 que escreveu este quarteto quando estava sobre a tutela do também alemão Hans Joachim Koellreutter. É uma obra escrita em três movimentos que lembra a estética desenvolvida por Arnold Schoenberg, Anton Webern e Alban Berg. O Quarteto da UFF executou a primeira audição mundial em 2017 com a presença do compositor.

Seguimos com o antológico Heitor Villa-Lobos e seu quarteto de cordas no.2. Esta obra segue a forma cíclica, na qual o fragmento inicial introduzido pela viola se repete, às vezes com pequenas modificações, em todos os movimentos. Villa-lobos nos deixou há quase 60 anos com o legado de dezessete quartetos de cordas. O programa termina com Ludwig van Beethoven e seu quarteto de cordas no.2. Obra de caráter singelo, este quarteto foi escrito entre 1799 e 1800.

Desejamos a todos um agradável concerto!

Dia 24 de março de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$14 (inteira) e R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes

Visitando Camille Claudel

ter, 12/02/2019 - 16:43

A peça, livremente inspirada na vida e na obra da escultora francesa Camille Claudel, segue o fluxo de memória da artista, reinventando, de forma poética, as passagens marcantes de sua vida: a infância, o auge em Paris, sua paixão por Rodin, seus laços afetivos, a luta solitária para se estabelecer numa profissão estritamente masculina e a internação, durante 30 anos, num asilo de alienados. 

Depois de oito anos em turnê pelo Brasil e de uma pausa de quatro anos fora dos palcos, Visitando Camille Claudel retorna ao Teatro da UFF, em Niterói, para uma curta temporada de apenas dois finais de semana. Mais de 10.000 pessoas já assistiram a peça, que estreou em 2006 no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, com apoio do consulado francês. Depois, abriu a exposição Camille Claudel à sombra de Rodin, em Belém do Pará, participou  da mostra Solos em Cena – II Festival de Monólogos da UFF, em Niterói, e foi indicado a vários prêmios no I Festival Nacional de Teatro de Campos, passou por Cataguases e Muriaé, em Minas Gerais (2008),  fez o Circuito SESC, com apresentações em Nova Friburgo e Teresópolis (RJ) em 2009, além de muitas outras apresentações em várias cidades do país.

O autor e diretor paulista Ramon Botelho é também artista plástico e mora em Niterói há quase 30 anos. A atriz mineira Adriana Rabelo interpreta Camille Claudel.

Quem foi Camille Claudel?

Camille Claudel nasceu na França em 1864. Desde a infância, demonstrou talento para a escultura. Em Paris, estudou com o grande mestre Auguste Rodin, com quem viveu intensa e proibida paixão. Mulher transgressora, de forte personalidade e genial talento, encontrou resistência num mercado de arte limitador, parte de uma sociedade machista e opressora. Incompreendida, buscou isolamento em seu ateliê e criou peças de grande valor artístico. Desorientada, foi internada num manicômio onde passou os últimos 30 anos de sua vida, apesar dos boletins médicos atestarem sua sanidade. Poucos foram vê-la e a mãe nunca foi visitá-la durante aquele período, quando ela se recusava a esculpir, mas escreveu inúmeras cartas expondo sua amargura e toda a complexidade de sua existência. Faleceu em 1943 e, somente na segunda metade do século XX, sua história ganhou o mundo e sua obra pode ser reconhecida.

Camille Claudel foi uma mulher à frente de seu tempo. Ela questionou e transgrediu os limites impostos às mulheres, lutou bravamente para estabelecer-se como escultora, profissão considerada na época estritamente masculina, e enfrentou o preconceito dos críticos e mercadores de arte, que negavam a ela o merecido reconhecimento. Por não adequar-se às normas estabelecidas, pagou um alto preço. A história da artista é a história da interdição de uma mulher genial, que nunca se curvou às imposições de uma sociedade machista e patriarcal.

Ficha técnica:

Realização: Carangola Filmes e Rotunda e Bambolina Produções Artísticas Ltda

Texto e direção: Ramon Botelho

Atuação: Adriana Rabelo

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Cenário: Iury Frigolleto e Marília Paiva

Figurino: Wagner Louza

Trilha sonora original: Rodrigo Lima

Assistente de direção: Zeca Amorim

Visagismo: Sidnei Oliveira

22 a 31 de março de 2019
Sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Indicação etária – 14 anos

Categorias: Centro de Artes

Quarteto em Cy

ter, 12/02/2019 - 16:38

Em homenagem a todas as mulheres, o “Show das 4” do mês de março, no Teatro da UFF, terá como atração o lendário “Quarteto em Cy”, interpretando grandes sucessos da MPB.

Originalmente formado pelas irmãs Cyva, Cynara, Cylene e Cybele, o Quarteto em Cy foi assim batizado no ano de 1964 por Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, padrinhos do grupo, e passou por diferentes formações, mas mantendo as mesmas integrantes por cerca de 30 anos. Com o falecimento de Cybele em 2014, o Quarteto em Cy ganhou uma nova integrante – Corina – que chegou, com muito talento e afinação, para assumir a responsabilidade de fazer parte, ao lado de Cyva, Cynara e Sonya, de um dos grupos mais importantes da história da música popular brasileira.

Em sua longeva carreira, o Quarteto teve em 2018 um dos mais produtivos anos da história recente desse grupo vocal feminino. Além de continuar fazendo shows de lançamento do CD Janelas Abertas, gravado em 2016 pelo selo Fina Flor, o Quarteto em Cy estreou show ao lado de Danilo Caymmi no Blue Note Rio, o Vinicius e Caymmi no Zum Zum, e também estreou, ao lado de Joyce Moreno, no Teatro Riachuelo Rio, o show Femininas. Além dos novos shows, o grupo relançou, pelo selo Discobertas, a caixa de CDs Anos 60 e 70, que traz registros inéditos de shows gravados em 1965, 1966 e 1975.

O show Querelas Brasileiras, referência à canção de Maurício Tapajós e Aldir Blanc, que é sucesso na voz do Quarteto em Cy, vem coroando a carreira desse grupo vocal, já tradicional e histórico no que concerne à difusão da MPB, ao longo de mais de cinco décadas. Com um repertório que inclui  Maria Maria (Milton Nascimento / Fernando Brant), Pela luz dos olhos teus (Vinícius de Moraes), Cartas da vida (Joyce Moreno), Samba do grande amor (Chico Buarque), Saudade da Bahia e Maricotinha (Dorival Caymmi), Rosa de Hiroshima (Gerson Conrad / Vinícius de Moraes),  Querelas do Brasil (Aldir Blanc / Maurício Tapajós), Alguém de avisou (Dona Ivone Lara) e vários outros grandes sucessos, este show celebra de forma primorosa os 55 anos de carreira do Quarteto em Cy.

As quatros cantoras são companhadas, no show pelos músicos Camilla Dias (piano), João Faria (baixo), Chico Faria (violão) e Leo Cortez (bateria).

Dia 13 de março de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia, para maiores de 60 anos, professores e servidores da UFF e estudantes)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes

Amor não recomendado

ter, 12/02/2019 - 16:35

Amor não recomendado

O Centro de Artes UFF e o Laboratório de Criação e Investigação da Cena Contemporânea da UFF apresentam o espetáculo Amor não recomendado, com direção e dramaturgia de Martha Ribeiro.  Esta criação parte das inquietações contidas no livro Banquete, de Platão, para questionar sobre amor e desejo nos dias de hoje.

O espetáculo se forma a partir de quatro hipóteses sobre o amor, que confrontam o sujeito  contemporâneo com seus inconfessáveis desejos de destruição, tanto de si mesmo quanto do objeto amado. E também convoca personalidades marginais, artistas conturbados e personagens clássicos, como Antonin Artaud, Nijinsky e Fedra, para compor uma paisagem ótico-sonora que desafia o espectador a pensar o que fazemos em nome do amor. 

Dramaturgia e direção – Martha Ribeiro

Com Bruno Bernardini, Charlotte Cochrane, Claudia Wer, Lucas Rodrigues, Nicolle Longobardi, Raíza Cardoso, Thales Ferreira e o músico Gerbert Périssé.

19 a 27 de março de 2019
Terças e quartas | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Indicação etária – 16 anos

Categorias: Centro de Artes

Angela RoRo

ter, 12/02/2019 - 16:29

Angela Ro Ro – 40 anos de amor à música

Este show celebra uma trajetória de quatro décadas de shows e gravações, que faz de Angela uma compositora contundente, assim como de uma Instrumentista espontânea e dona de um canto raro e emocionante. RoRo caminha por esses 40 anos de profissão pisando em trilhas diversas que vão de bossa nova ao rock, com clássicos cultuados desde o início de sua carreira. O show faz desse repertório uma viagem do passado ao futuro que se estampa em seu otimismo e humor.

Angela RoRo está cheia de motivos para comemorar tanto amor à música e a seu público que é a razão para o seu trabalho e que, segundo ela, é também “uma celebração à música e à vida!

Angela Maria Diniz Gonsalves ou simplesmente Angela Ro Ro, como é conhecida, nasceu no Rio de Janeiro, em Copacabana, no dia 5 de dezembro de 1949, e foi criada em Ipanema e fecundada num carnaval em Vila Isabel. Menina moça de colégio de freiras, mulher fêmea hippie do Arpoador, pura criança que desde os cinco anos teve contato com a música. Percussão, acordeom, piano, gaita, flauta, violão e suas cordas vocais são seus instrumentos.

Seu canto espontâneo, feito mais com instinto que técnica, é doce e selvagem, grave rouco e dotado de afinação livre e potência poderosa. Como autora e compositora, desenvolveu uma obra de peso que se constitui de vários clássicos da MPB. Com uma personalidade bem humorada, inteligente, RoRo tem o tempo a seu favor e está sempre se reinventando, mas sem perder, nunca, sua espontaneidade nos shows, seu carisma e seu amor à música.

16 e 17 de março de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$50 (inteira) e R$25 (meia)
Indicação etária – 14 anos

Categorias: Centro de Artes

Tarzan

ter, 12/02/2019 - 16:23

Versão musical de Tarzan, assinada por Marcello Caridade, chega ao Teatro da UFF, no mês de março.

Inspirada na obra original de Edgar Rice Borroughs, esta adaptação musical do homem macaco Tarzan, assinada por Marcello Caridade, leva ao palco do Teatro da UFF uma empolgante aventura com muita ação, romance e humor. A narrativa, entretanto, segue a trama clássica: um bebê perde os pais na selva. Órfão e sozinho, ele é encontrado por uma gorila que o cria como se fosse seu próprio filho. Tarzan cresce acreditando ser um símio, agindo e vivendo como tal. Quando uma equipe de pesquisadores chega à floresta, o rapaz percebe que é igual a eles. Tarzan, então, encontra a jovem Jane correndo perigo e a salva, apaixonando-se por ela. O contato com a civilização o faz descobrir o que é um ser humano.

Com uma estética criada a partir do musical homônimo da Broadway americana, esta versão de Tarzan será encenada com coreografias aéreas, abusando do uso de acrobacias de solo e em tecidos.

A montagem realizada pela Cia. de Repertório de Teatro Musical – em comemoração aos 20 anos de trabalhos direcionados à infância e juventude – é um espetáculo voltado para toda a família onde se ressaltam valores essenciais como a aceitação dos diferentes e a preservação da natureza.

Ficha Técnica:

Adaptação e Direção: Marcello Caridade

(inspirado na obra de Edgar Rice Borroughs)

Músicas Originais: Bruno Marques e Elio Ricardo

Arranjos e Direção Musical: Bruno Marques

Direção de Movimento e Coreografias: Arabel Issa

Iluminação: Raphael Cesar Grampolla

Acrobacias Aéreas: Daniel Leuback

Figurinos: Marcello Caridade

Concepção Cenográfica: Marcello Caridade

Produção de Arte: Marcello Caridade e Erick Antoniazzi

Fotos: Bianca Oliveira

Assistentes de Direção: Giovanna Sassi e Erick Antoniazzi

Assistentes de Produção: Erick Antoniazzi

Realização: Cia. de Repertório de Teatro Musical

Elenco:

Erick Antoniazzi (Tarzan)

Carol Mesquita / Giovanna Sassi (Jane)

Anderson Calábria (Mr. Clayton)

Mariona Boldrini (Kala)

Mateus Chermont (Tchitah)

Luiza Lewicki (Tontar)

Marcel Mendes (Sr. Porter)

Thiago de França (Tarzan Pequeno/Chipanzé/Gorila)

Anderson Tardelli (Gorila/Chipanzé/Caçador)

Ruan Guimarães (Sabor/Gorila/Chipanzé)

Diego Reishoffer – Ator Convidado (Kerchak)

16 a 31 de março de 2019
Sábados e domingos | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes

VIDRO

ter, 12/02/2019 - 14:15

Glass, EUA, 2019, 130’, 14 anos
De M. Night Shyamalan
Com James McAvoy, Bruce Willis, Samuel L. Jackson, Anya Taylor-Joy, Sarah Paulson

Após a conclusão de Fragmentado (2017), Kevin Crumb, o homem com 24 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn, o herói de Corpo Fechado (2000). O jogo de gato e rato entre a Fera e o homem inquebrável é influenciado pela presença do manipulador Elijah Price, que guarda segredos sobre os dois, e pela doutora Ellie Staple, que quer convencer a todos de que nenhum deles tem superpoderes.

Categorias: Centro de Artes

TITO E OS PÁSSAROS – Lançamento

ter, 12/02/2019 - 14:13

Brasil, 2018, 73’, Livre
De Gabriel Bitar, André Catolo e Gustavo Steinberg
Com vozes de Pedro Henrique, Mateus Solano, Denise Fraga, Matheus Nachtergaele

Tito é um menino tímido de dez anos que vive com sua mãe. De repente, uma estranha epidemia começa a se espalhar, fazendo com que pessoas fiquem doentes quando se assustam. Tito rapidamente descobre que a cura está relacionada à pesquisa feita por seu pai sobre o canto dos pássaros. Ele embarca numa jornada com seus amigos para salvar o mundo da epidemia. A busca de Tito pelo antídoto se torna uma jornada para encontrar seu pai ausente e sua própria identidade. 

Categorias: Centro de Artes

A importância da educação presencial na escola

qui, 07/02/2019 - 16:32
Dia 19 de fevereiro, terça-feira, às 15h, no Teatro da UFF, teremos mais uma gravação do projeto Universidade das Ideias, com a série de programas “Educadores Debatem Educação”.   Você já reparou que, sempre que uma temática educacional ganha destaque, os convidados para comentar o assunto nos meios de comunicação são advogados, administradores ou economistas? Por que nunca convidar os próprios professores de educação básica e pesquisadores que se dedicam a estudar estas temáticas? O que eles teriam a dizer? Pensando nisso, o programa é dedicado a ouvir os professores discutindo tudo aquilo que impacta o cotidiano da escola: Educadores debatem Educação!    Neste episódio discutiremos a importância da educação presencial na escola. As recentes controvérsias geradas pelas mudanças propostas em relação ao homeschooling demandam uma mais ampla discussão sobre o papel social da escola, dos professores e demais questões envolvidas nesse convívio.   O programa da série terá como convidados:    Debatedoras: Andreza Prevot – CEJA Maré (Centro de Educação de Jovens e Adultos) Nívea Andrade – Professora da Faculdade de Educação/UFF   Mediador Fernando Penna – Professor da Faculdade de Educação/UFF   19 de fevereiro de 2019
Terça | 15h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca
Categorias: Centro de Artes

ASSUNTO DE FAMÍLIA

seg, 04/02/2019 - 18:39

Manbiki kazoku/Shoplifters, Japão, 2018, 14 anos
De Hirokazu Kore-eda
Com Lily Franky, Sakura Andô, Kiki Kirin

Depois de uma de suas sessões de furtos, Osamu e seu filho se deparam com uma garotinha. A princípio eles relutam em abrigar a menina, mas a esposa de Osamu concorda em cuidar dela depois de saber das dificuldades que enfrenta. Embora a família seja pobre e mal ganhem dinheiro dos pequenos crimes que cometem, eles parecem viver felizes juntos até que um incidente revela segredos escondidos, testando os laços que os unem. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2018, outros 21 prêmios internacionais e indicado ao Oscar de Filme em Língua Estrangeira.

Categorias: Centro de Artes

AMESCLA NA BAHIA

seg, 04/02/2019 - 18:34

Brasil, 2018, 57’, 12 anos
De Bernardo Jardim

O filme acompanha a viagem dos músicos Rodrigo Lorio e Zinga Lucas pelo litoral da Bahia ao longo de 30 dias, registrando os desafios, conquistas, descobertas e a imprevisibilidade na rotina dos dois em uma aventura cultural, pessoal e profissional. Com cenários de tirar o fôlego e encontros inesperados, acompanhe a performance dos músicos em uma viagem que parte do Rio de Janeiro em direção à Caraíva, Trancoso, Arraial D’Ajuda, Itacaré, Barra Grande, Cruz das Almas, Cachoeira, Salvador e, por fim, Praia do Forte e descubra como os músicos vivem, pensam, sentem, se comportam e “performam” nas ruas, praças e praias baianas.

HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO (3D legendado)

seg, 04/02/2019 - 18:30

Spider-Man: Into the Spider-Verse, EUA, 2018, 117’, 10 anos
De Bob Persichetti, Peter Ramsey, Rodney Rothman
Com vozes de Shameik Moore, Jake Johnson, Hailee Steinfeld, Nicolas Cage, Chris Pine, Mahershala Ali

Miles Morales é um jovem negro do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha. Melhor Animação no Globo de Ouro 2019, outros 23 prêmios e favoritíssimo ao Oscar de Animação.

Samba que elas querem – Música Livre

qui, 31/01/2019 - 11:57

Samba Que Elas Querem é uma roda organizada por mulheres musicistas que nasceu de um desejo de protagonizar o sexo feminino no cenário do samba carioca. Somos um movimento de motivação e representação feminina dentro da música e nossa roda pretende ser um espaço de respeito em que todos possam se sentir agregados. Lugar de mulher é onde ela quiser! E como Clementina já dizia, “sai de baixo, senão eu vou passar por cima”! Nós queremos SAMBA. Queremos cantar forte, quebrar tudo nos tambores, tamborins e pandeiros, chorar a viola e o cavaco pra saudar todas as tias Suricas, Ciatas, Ivones, Elzas, Claras, Beths, Lecis e Jovelinas.

Mulheres pioneiras na história do samba

A antropóloga conta que apenas depois da década de 30 o samba passou a ser aceito como cultura popular, reforçado por Getúlio Vargas “com o movimento de valorização do que era brasileiro, o que faz o Brasil o Brasil, e a tentativa de incorporar uma falsa democracia racial, de um país que supostamente aceita sua negritude e suas raízes”.

Um marco feminino dentro na história do samba, em meio toda essa imensa dificuldade, é a Madrinha Eunice, uma mulher cuja memória de luta é imensurável. “Ela foi a primeira mulher a presidir uma escola de samba, a Lavapés de São Paulo, que surgiu na verdade mais como um cordão carnavalesco”, contextualiza Kelly.

Porém, só mesmo depois da década de 60 que mulheres puderam ter alguma visibilidade dentro do espectro musical do samba e aí começam a surgir nomes vindos do Rio de Janeiro, como Clementina de Jesus e Dona Ivone Lara – a segunda que é, na opinião de Kelly, o principal símbolo desse contexto.

O papel das intérpretes para a difusão e popularização do samba, principalmente Clara Nunes com pele clara, mas ascendência negra –, Alcione, Leci Brandão e Beth Carvalho, que amadrinhou muitos sambistas, também foi essencial para a cultura musical brasileira.

Saravá às nossas bambas!

O SQEQ é:

Angélica Marino
Bárbara Fernandes
Cecília Cruz
Giselle Sorriso  
Júlia Ribeiro
Karina Neves
Mariana Solis
Silvia Duffrayer

21 de fevereiro de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)

Só tenho o sentimento suspenso de tudo

ter, 29/01/2019 - 15:33

Só tenho o sentimento suspenso de tudo, exposição individual de Stella Margarita com curadoria de Marisa Flórido, apresenta, na Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, cerca de 10 pinturas de técnica mista e óleo sobre tela em tamanhos variados.  Natural do Uruguai, vivendo no Rio de Janeiro há mais de 23 anos, Margarita entrou em contato com a prática pictórica em 2006 na cidade de Caracas, Venezuela, mas foi no Brasil, entre 2010 e 2016, que consolidou sua formação na Escola de Artes Visuais Parque Lage, participando de diversos cursos de Pintura, Desenho e Teoria da Arte.  O título da mostra – “Só tenho o sentimento suspenso de tudo” – é um verso da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen pinçado do poema Passa Carros. Em suas telas, corpos, movimentos, figuras sem face definida, em ângulos, cortes e enquadramentos inusitados, flutuam em espaço e tempo incertos como se desprovidos de chão ou horizonte, como se suspensos em perplexidades e indagações.  Apenas contêm-se e transbordam daquele retângulo que lhe foi destinado – o quadro e sua janela – em gestos ora cotidianos, ora banais, ora violentos, ora amorosos, ora subjugados, ora resistentes… Nunca sabemos ao certo, e é esse sentimento (do) suspenso que as atravessam. A memória, as cenas do cotidiano familiar, as performances de Amne Imhof (com especial ênfase em Fausto), compõem a referência de uma obra que não cessa de debruçar-se sobre a tradição pictórica para indagar o que constitui, hoje, um retrato, o que define uma figura, o que seria a condição humana. Como escreveu Pedro Leal, suas pinturas tentam “captar as forças que movem o ser humano (..) ao trabalho, ao amor, a morte, ao cuidado”.

Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos dos Santos
06 de fevereiro a 24 de março de 2019
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

A perplexa

ter, 29/01/2019 - 15:29

A exposição reúne artistas que passaram pelos cursos de videoarte da EAV/Parque Lage em 2018, oferecidos pela professora Analu Cunha, que assina a curadoria.

Cada um dos artistas apresentará uma videoinstalação em diferentes suportes: projetores, monitores, televisores de tubo, tablets etc. As obras exibidas de Alexandre Brasil, Ana Alvarenga, Carlos Fernando Macedo, Cecilia Sarquis, Charlotte Sarian, Gabriel Fampa, Gabriel Massan, Gilda Lima, IMT (Ísis Mendes Távora), Joel Benon, Luis Moquenco e Martha Niklaus são aquelas que trazem surpresas, indagações e enigmas ao espectador.

A perplexa apresenta a própria condição da imagem contemporânea em suas mais variadas formas. Com quais imagens podemos responder àquelas que, diariamente, nos assediam? Longe de oferecer respostas, a mostra traz diferentes interrogações. Com os artistas de A perplexa, essa interlocução não se dará com imagens standard, oficiais, publicitárias, mas por meio daquelas que se invadem, se implicam e se perdem.

Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos dos Santos
06 de fevereiro a 24 de março de 2019
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

FEVEREIROS

seg, 28/01/2019 - 16:56

Brasil, 2017, 73’, Livre
De Marcio Debellian

A Mangueira foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a Maria Bethânia. Este foi o ponto de partida de “Fevereiros”, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso Rio-Bahia, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca. O filme conta com depoimentos de Maria Bethânia, Caetano Veloso, Chico Buarque, Leandro Vieira (carnavalesco da Mangueira), Luiz Antonio Simas (historiador), Mabel Velloso (poeta) e Squel Jorgea (porta-bandeira da Mangueira). Melhor Filme no 10º In Edit Brasil.

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