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Atualizado: 56 minutos 33 segundos atrás

DIVINO AMOR

seg, 24/06/2019 - 15:42

Brasil, 2019, 100’, 18 anos
De Gabriel Mascaro
Com Dira Paes, Julio Machado, Emílio de Mello, Teca Pereira

Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus.

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O LOBO ATRÁS DA PORTA

seg, 24/06/2019 - 15:39

Brasil, 2013, 104’, 16 anos
De Fernando Coimbra
Com Leandra Leal, Milhem Cortaz, Fabiula Nascimento

Três pessoas são interrogadas na delegacia depois que uma criança é raptada. Sylvia e Bernardo são os pais da vítima. Rosa é amante de Bernardo. Os três prestam depoimentos contraditórios e, aos poucos, nos levam aos recantos mais obscuros dos desejos, mentiras, carências e perversidades do relacionamento desses três personagens conturbados. Melhor Filme e Melhor Atriz (Leandra Leal) no Festival do Rio 2013, Melhor Roteiro no Prêmio APCA 2014 (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Melhor Filme Brasileiro 2014 pela ABRACCINE (Assoc. Brasileira de Críticos de Cinema), Melhor Atriz na primeira edição do Prêmio Fênix do Cinema Iberoamericano e Melhor Filme, Atriz, Atriz Coadjuvante (Thalita Carauta), Direção e Roteiro Original no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2015.

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Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro

seg, 24/06/2019 - 11:35

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro – Homenagem a Gonzagão

A Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, formada por 16 sanfoneiros, além de cantores e percussionistas, resgata os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil, e inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas – de vários autorais, com arranjos novos de Marcelo Caldi, ao lado de músicas autorais, criadas, em sua maioria, pelos membros do grupo.

O objetivo é romper as fronteiras da música e revelar a grandiosidade e versatilidade do instrumento, expandindo-o para novas fronteiras sonoras. A Orquestra é idealizada e comandada por Marcelo Caldi, expoente da nova geração brasileira de músicos e um dos responsáveis por revitalizar o acordeom no cenário contemporâneo, dando ao fole um novo “sotaque”, em diálogo com o choro, baião, tango e outros gêneros latinos. Caldi é também diretor musical e arranjador do grupo.

Dentre os componentes, destaca-se ainda a arte-educadora, regente e professora Norma Nogueira, coordenadora do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e responsável pelo núcleo de acordeom da Escola Villa-Lobos, de onde saiu a maioria dos membros da Sanfônica.

Além do ineditismo de reunir vários acordeões numa única formação em terras cariocas, outro diferencial da Orquestra é a heterogeneidade do grupo, do qual fazem parte professores, autodidatas no instrumento, estudantes universitários e artistas circenses, provenientes de várias regiões da cidade e de classes sociais distintas. O grupo se valeu da linguagem do circo, por meio de números clássicos, numa série de apresentações ao público nas praças do Rio de Janeiro. Também foi o destaque do 14º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, 2016. A Sanfônica também tocou na Sala Cecília Meireles, ocasião do lançamento do novo CD de Marcelo Caldi, A sanfona é meu dom.

A Orquestra Sanfônica surgiu a partir do interesse dos membros em se aprimorar no instrumento, um dos mais representativos da cultura popular brasileira. Desde a época de Mário Masquarenhas, responsável por criar o mais famoso método de sanfona do país, nos anos 1950, a cidade não possuía uma formação desse tipo. Marcelo Caldi vem desenvolvendo com a Orquestra um novo método de aprendizagem do fole, considerando os vários gêneros pelos quais o instrumento passeia, além de incorporar as inovações pedagógicas da educação musical das últimas décadas.

Este ano, em que se comemora o centenário de nascimento do mestre Jackson do Pandeiro, a Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, dedica seu novo show a ele, com muitas de suas composições, no repertório da orquestra, em arranjos inéditos de Marcelo Caldi.

Jackson do Pandeiro nasceu em Alagoa Grande, Paraíba, em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que deu a ele o seu primeiro instrumento: o pandeiro. Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, foi que Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: Sebastiana, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.

No Rio, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com O canto da ema, Chiclete com banana, Um a Um e Xote de Copacabana. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.

Já com sessenta e três anos, sofrendo de diabetes, ao fazer um show em Santa Cruz de Capibaribe, sentiu-se mal, mas não quis deixar o palco. Já estava enfartado, mas continuou cantando, tendo feito ainda mais dois shows nessas condições, apesar do companheiro Severo, que o acompanhou durante anos na sanfona, ter insistido com ele para cancelar os compromissos: ele não permitiu. Indo depois cumprir outros compromissos em Brasília, passou mal, tendo desmaiado no aeroporto e sendo transferido para o hospital. Dias depois, faleceu de embolia cerebral, em 10 de julho de 1982.

06 e 07 de julho de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação: Livre

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Sandra de Sá e Elas

seg, 24/06/2019 - 11:26

Sandra de Sá e Elas é o nome do novo show que a premiada compositora e intérprete Sandra de Sá apresenta no Teatro da UFF, dia 10 de julho, às 16h, dentro da programação da série “Show das 4”.

Sandra de Sá, nesse novo show, convida as cantoras Nanda Fellyx e Simone Floresta, sua esposa há dois anos. As duas são talentosas cantoras descobertas pela própria Sandra, em projetos de espetáculos anteriores, e vêm se apresentando com a “Rainha do Soul Brasileiro” em vários shows.

Irreverente e super premiada como intérprete e compositora, Sandra de Sá é uma das maiores representantes da MPB, que em sua visão político-musical significa “Música Preta Brasileira”. Segundo ela, a ideia desse show é tocar todos os ritmos, com pitadas de MPB, soul, samba e funk.

Juntas, Sandra, Nanda Fellyx e Simone Floresta prometem fazer um show intimista, calçado na voz, no baixo, violão/guitarra e percuteria. As três interpretam clássicos do seu repertório, tais como  Retratos e Canções, Vale Tudo, Joga Fora, Bye Bye Tristeza, Olhos Coloridos, em um show com muita emoção e talento.

Entre os prêmios que Sandra de Sá recebeu, destacam-se o Troféu Imprensa de Melhor Música de 1987, com a canção Solidão, Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1988), Prêmio Sharp de Melhor Disco (1988), Troféu Imprensa de Melhor Cantora (1990), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1993), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1995), Prêmio Sharp de Melhor Música de 1996, com a canção Sozinha, e o 16º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora de Pop/Rock (2005).

10 de julho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: 10 anos

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Festival Tudo Blues

seg, 24/06/2019 - 11:03

25/07 (quinta) – 20h – Victor Biglione Trio

26/07 (sexta) – 20h – Jefferson Gonçalves e Banda

27/07 (sábado) – 20h – Soulshine Jam Band

28/07 (domingo) – 19h – The Ramblin’ Brothers

 

VICTOR BIGLIONE TRIO – 25 DE JULHO (QUINTA) – 20h

Victor Biglione vem com um show que trata de uma época riquíssima culturalmente na Inglaterra, principalmente no rock e no resgate britânico do blues, dos utópicos e criativos anos 1960. Biglione apresenta um leque de músicas que farão com que o público se reporte a esse rico período musical. O repertório engloba os principais nomes do movimento, como Rolling Stones, Jeff Beck Group, B.B. King, Led Zeppelin, Deep Purple, Santana, Beatles, Jimmy Hendrix, Cream, Fleetwood Mac entre outros, ou seja, uma viagem de muita criatividade e psicodelismo.

Biglione tem longa trajetória no rock e no blues, nacional e internacional, já tendo tocando e/ou gravado com nomes como: A Cor do Som, Andreas Kisser (Sepultura), Edgar Scandura (Ira), Banda Black Rio, Blues Etílicos, Big Gilson, Cássia Eller, Cazuza, Sergio Dias (Mutantes), Serguei, Andy Summers (The Police) com quem lançou 2 CD’s em parceria, Jean Dummé (Focus), John Hiseman (Colosseum), Kat Dyson (Prince), Manhattan Transfer com o qual ganhou o prêmio Grammy de 1988, Patrick Moraz (Yes) e Steve Hackett (Genesis).

 

JEFFERSON GONÇALVES E BANDA – 26 DE JULHO (SEXTA) – 20h

Jefferson Gonçalves é uma das principais referências dentro do cenário da gaita no Brasil e no mundo. Seu trabalho já foi elogiado por vários músicos, revistas e sites internacionais. Com seu estilo inconfundível e original consolida, de vez, sua competência e criatividade fazendo misturas autênticas, onde estilos diferentes se unem para criar uma atmosfera tipicamente brasileira. Sua gaita faz um mix entre a música negra norte americana e o regionalismo dos ritmos nordestinos como o forró, o baião, o xaxado e o maracatu, entre outros.

Jefferson já se apresentou em algumas das melhores casas de Blues do mundo, como: Teatro San Martin (Buenos Aires), Blue Note (Nova York), Deep Ellum Blues (Texas) e Bamboo Room (Flórida). Em seu currículo, também constam apresentações na Espanha (Madrid e Toledo), Alemanha (Frankfurt), Chile (Santiago e Valparaíso) e África (Senegal).

 

SOULSHINE JAM BAND – 27 DE JULHO (SÁBADO) – 20h

Formada por André Santanna (guitarra, baixo e backing vocal), Greg Wilson (guitarra e voz), Ricardo Romão (violão, guitarra e voz), João Pompeo (teclado, piano e baixo), Rodrigo Machado (bateria e backing vocal) e Guilherme Bedran (violino), a banda tem o objetivo de criar uma autêntica jam session band, com improvisos, solos  e arranjos próprios, algo novo que possa chegar de forma requintada ao público, apresentando algumas composições próprias e homenageando grandes músicos e bandas como George Harrison, Donavon, JJ Cale, Eric Clapton, Greg Allman, Greatfull Dead, Doobie Brothers, The Band, Santana, The Doors, entre vários outros que fazem parte da identidade da banda.

 

THE RAMBLIN’ BROTHERS – 28 DE JULHO (DOMINGO) – 19h

Com um repertório inteiramente dedicado ao The Allman Brothers Band, Alexandre Barcelos (guitarra), Kleber Dias (guitarra e voz), Fabio Mesquita (baixo), Ricardo Magoo (órgão) e Marco BZ (bateria), apresentarão grandes clássicos dessa banda histórica que influenciou o trabalho de cada um, como Statesboro Blues, Jessica, Melissa, Whipping Post e Dreams.

A Ramblin’ Brothers é formada por músicos que já estão com mais de vinte e cinco anos na estrada do blues e do rock, vindo de bandas consagradas no cenário brasileiro, como Baseado em Blues, Suburblues e Blues Power. Já acompanharam vários artistas internacionais em suas turnês pelo Brasil, como Peter MadCat, Norton Buffalo, Jammie Wood e Johnny O. Band, entre outros. São músicos que estão presentes constantemente nos festivais de blues e jazz que acontecem todo ano pelo Brasil, seja trabalhando com músicos nacionais ou internacionais.

De 25 a 28 de julho de 2019
Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Preços para cada show: R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia entrada)
Preço do combo para os quatro shows: R$120,00 (valor único)
Indicação etária: 10 anos

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Música Livre

seg, 17/06/2019 - 12:56

Banda 335 e Yuri Corbal

BANDA 335

Após o lançamento de seu primeiro EP, “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, a banda 335 se consolida como um dos nomes a se prestar atenção na cena do Rio de Janeiro. Mesclando a potência do rock alternativo à versatilidade da música brasileira, o quarteto agora excursiona com seu primeiro álbum, em um show igualmente intenso.

Guitarras distorcidas, a bateria pulsante e um vocal rasgado dão forma às canções autorais. No palco, a performance de Lucas Rangel e dos irmãos Lucas , Daniel e Davi Vale vai da atmosfera climática criada pela psicodelia à potência do rock, rendendo uma apresentação enérgica e instigante do início ao fim. No repertório, além das faixas do EP, estão também releituras cheias de personalidade – unindo, por exemplo, Chico César e Led Zeppelin, na mesma música.

Ao explorar a liberdade criativa desenvolvida pela audição de ícones como Jorge Ben e Tom Zé, a 335 transpôs para o seu DNA roqueiro a vontade de

ir além. Das múltiplas camadas sonoras, surge um lado lírico único e pessoal.

A atual turnê coroa uma trajetória iniciada em Niterói, onde o número da casa dos irmãos Vale batizou a 335. Foi lá que eles começaram a tocar e criaram um home studio. A ideia de iniciar uma banda surgiu da vontade de participar de um festival na escola onde estudavam. Na época, sem um vocalista, eles incentivaram o amigo de infância Lucas Rangel a cantar no grupo. Sua jornada foi muito além do evento para o qual a banda foi criada, passando por casas, festivais e lonas culturais de Niterói e do Rio de Janeiro.

Com o amadurecimento e a experiência adquirida ao vivo, eles começaram a desenvolver suas faixas autorais. O primeiro single lançado foi “Alice”, uma verdadeira homenagem a uma das maiores influências do grupo na época, a banda americana Alice in Chains. “Vendedor de Doce”,lançada em 2018, traz uma sonoridade muito mais pop e conta a história de um menino que saiu de casa aos 7 anos e foi seduzido por uma enigmática maleta de doce dourada. Ainda no mesmo ano, eles voltaram a trazer elementos agressivos do rock no single “Luisa”.

Esse caminho de experimentos ganhou corpo em “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, EP de estreia do grupo e gravado com calma no próprio estúdio da banda. O trabalho agora ganha forma nos palcos, unindo os tons de rock que marcam a 335 com um som mais suingado e psicodélico.

YURI CORBAL

Yuri Corbal é cantor, guitarrista, compositor e produtor fonográfico. Em carreira solo escolheu o violão e a sonoridade Pop com referências da Mpb, R n’B, Jazz e um apanhado de artistas que o influenciaram até aqui, que vão de Belchior e John Mayer a Alicia Keys e Skank.

Seu primeiro single, “Coisas de Você” foi lançado em janeiro de 2019 e já acumula mais de 80 mil plays nas plataformas de streaming, além de estar na programação de inúmeras rádios brasileiras.

Em abril, Yuri lançou “Só Mesmo o Amor”, sua segunda canção que o reafirma como de uma das novas apostas da música Pop e dá sequência a uma série de 5 singles que sairão em 2019 antes da gravação de seu primeiro álbum completo, previsto para 2020.

Em 2008 fundou a Kapitu, banda de rock com a qual lançou dois álbuns de estúdio (Utopia – 2013 e Vermelho -2015), dois singles (Cenas do Cotidiano – 2017 e Atentados – 2018) e percorreu diversos festivais e cidades Brasil afora. Pisou em importantes casas da música brasileira, como Circo Voador, Fundição Progresso, Imperator, Teatro Municipal de Niterói, Acrópole (MG), e dividiu palcos com artistas consagrados como Nando Reis, Natiruts, Pitty, Jota Quest, Maneva, Raimundos e Detonautas.

Em 2012 Yuri foi premiado como melhor guitarrista do Webfestvalda, maior aberto de música independente do país.

27 de junho de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

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Aladdin, Príncipe das Arábias

seg, 10/06/2019 - 15:12

Aladdin, Príncipe das Arábias – O Musical é baseado no conto Aladdin e a Lâmpada Maravilhosa, integrante do livro As Mil e Uma Noites.

O mago Jafar está à procura da lâmpada mágica, mas fracassa na tentativa de obtê-la, pois junto com Iago (seu papagaio e serviçal) descobre que somente alguém de coração puro pode retirar o objeto de dentro da caverna das luzes. Sabendo disso, Jafar viaja para o vilarejo em busca daquele que será a chave para conseguir os poderes que a lâmpada pode lhe oferecer.

A história se passa em Lagrar. Num belo dia, um jovem rouba frutas do mercado volante. Jafar vê que as frutas foram para alimentar uma criança que estava há dias sem comida, porém finge não saber disso e manda prender o rapaz. A princesa Jasmine, cansada da vida no castelo, foge para a cidade e se disfarça entre os cidadãos. Diante de tal covardia, se revela e ordena que o jovem seja libertado. Jafar nega ter visto a boa intenção do menino e o leva preso, ele acaba de encontrar o que tanto procurava, a chave que irá trazer para suas mãos seu objeto de desejo: a lâmpada mágica.

Amor, suspense, ação, emoção e muitas aventuras é o que acontece em Aladdin, Príncipe das Arábias – O Musical.

Direção Geral, Coreografias e Adaptação – Arthur Rozas

É formado em Artes Cênicas pela Casa de Artes das Laranjeiras (CAL) e graduado em Educação Física pela Universidade Castelo Branco. Diretor, coreógrafo, ator, cantor e dançarino, tem vasta experiência no segmento de Teatro Musical. Como ator, esteve nos espetáculos A Borralheira (Fabianna de Mello e Souza), O Mágico de Oz (Charles Moeller e Cláudio Botelho), André Rebouças o Engenheiro Negro da Liberdade (André Camara), Estúpido Cupido (Gilberto Gawronski), Tropicalistas (Ciro Barcelos) e outros. Participou do núcleo de dança de novelas e programas na Rede Globo e Record. Atua no carnaval carioca e paulista, como diretor cênico e coreógrafo. Coreógrafo dos musicais da Escola Britânica – RJ, já coordenou o projeto artístico ARFAB (Bradesco Seguros), codirigiu e foi assistente de direção de grandes diretores como Paula Sandroni e Paulo Afonso de Lima. É responsável pela parte coreográfica dos espetáculos musicais: As festas da Tia Ciata e Corações de um Picadeiro, entre outros.

Direção Musical – Cosme Motta Jr.

Formado em canto e piano pela FAETEC / RJ, cantou como backing vocal de diversos grupos e artistas como Sandra de Sá e Pe. Fábio de Melo. Atuou em produções musicais, como Soul Roberto, Como eliminar seu chefe e Tropicalistas – O Musical. Cosme é diretor musical, compositor, ator e cantor. É também responsável pela direção musical dos espetáculos Peter Pan – O Musical, O Mundo Mágico de Oz, Cinderela, A dama e o vagabundo, entre outros.

Figurinos e Adereços – Fábio Gouveia

Paulista, formado em Artes Plásticas e Design pela Escola de Artes Panamericana, Fábio é figurinista e aderecista premiado em São Paulo. Assinou vários projetos de plástica de desfiles em escolas de samba em São Paulo, além de ter um trabalho voltado para a reutilização de materiais. É também diretor da produtora artística Mundo Azul.

15 a 30 de junho de 2019
Sábados e domingos | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação etária – Livre

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UMA NOITE ALUCINANTE – A MORTE DO DEMÔNIO

qua, 05/06/2019 - 14:03

The Evil dead, EUA, 1981, 80’, 12 anos
De Sam Raimi
Com Bruce Campbell, Ellen Sandweiss, Betsy Baker

Cinco jovens vão passar um fim de semana em uma cabana isolada na floresta. Lá, encontram um velho livro (o Necronomicon Ex Mortis, encadernado em pele humana e escrito em sangue) e um gravador com uma fita gravada pelo dono da cabana, contendo a tradução de algumas passagens do livro. Ao reproduzirem a fita, os amigos acabam libertando uma corrente de demônios e agora terão que lutar por suas vidas. Um clássico do terror, que iniciou uma franquia e que gerou videogames, uma série de TV e uma nova versão em 2013.

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SAINT-HILAIRE E A SERRA DA CANASTRA

qua, 05/06/2019 - 13:58

Brasil, 2019, 13’, Livre
De Sávio Freire Bruno e Wilson Paraná

O naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire veio ao Brasil em 1816 e aqui permaneceu até 1822. Em 1819 foi à Serra da
Canastra conhecer as nascentes do rio São Francisco. Como em todas as suas viagens, Saint-Hilaire fez um relato minucioso dos
locais por onde passou e ficou encantado com a cachoeira de Casca d’Anta, um dos mais belos monumentos naturais brasileiros.
O filme celebra os 200 anos dessa viagem. A produção é do Projeto Fauna Brasil-UFF – Laboratório de Registro Audiovisual da
Fauna Brasileira –, que desenvolve há alguns anos trabalhos com espécies ameaçadas de extinção no Parque Nacional da Serra
da Canastra.

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Universidade das Ideias – Educadores debatem Educação

qua, 05/06/2019 - 12:06
O Centro de Artes UFF recebe, no Teatro da UFF, a última gravação do programa “Educadores debatem Educação”, pelo projeto Universidade das Ideias. O tema discutido será a Educação de Jovens e Adultos (EJA).   Os convidados para o debate são:   – Janete Trajano da Silva – Professora das redes municipais do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias;   – Jaqueline Pereira Ventura – Professora da Faculdade de Educação da UFF.   Mediação: – Fernando Penna – Professor da Faculdade de Educação da UFF.   A série “Educadores debatem Educação” integra o projeto “Universidade das Ideias”, uma série de programas para a web, gravados com uma plateia ao vivo. No projeto Universidade das Ideias, são debatidos temas relevantes para a sociedade com especialistas da própria academia e da prática de ensino, com o objetivo de estimular, ampliar e abrir para toda a população o debate que nasce dentro da academia.   É uma chance imperdível de debater o tema com especialistas no assunto. A entrada é gratuita.
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Música Antiga da UFF

ter, 04/06/2019 - 12:14

Trovadores
Canções e danças da França Medieval

A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence.

A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai.

A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame.

No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes.

Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos.

O Música Antiga da UFF nesse programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas.

Leandro Mendes

PROGRAMA

Anônimo (sec XIV) – Chevalier mult estes guariz

Anônimo (sec XIV)  – La seconde estampie royal

Guiot de Dijon (sec XIV) Chanterai por mon coraige

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Comment qu’a moy

Guillaume de Machaut (1300-1377)  – Se ma dame m’aguerpy

Anônimo (sec XIV) – La quarte estampie royal

Guillaume de Machaut (1300-1377) Douce dame jolie

Anônimo (sec XIV) – Gaite de la tor

Anônimo (sec XIV) – La uitime estampie royal

Anônimo (sec XIV)  – Belle Doette

Guillaume de Machaut (1300-1377) Ay mi dame de valour

Moniot d’Arras (1313-1339) – Ce fut en mai

Guillaume de Machaut (1300-1377) Quant je suis mis

Guillaume de Machaut (1300-1377) Je vivroie liement

Música Antiga da UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

30 de junho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

 

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OSN Série Alvorada

ter, 04/06/2019 - 11:56

regência: Silvio Viegas
solista: Cesar Bonan

PROGRAMA

SILVESTRE REVUELTAS
Sensemayá

OSCAR NAVARRO
Concerto para clarineta no. 2

HEITOR VILLA-LOBOS
Sinfonia no. 1

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A REVOLUÇÃO EM PARIS – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:37

Un peuple et son roi, França, 2017, 122´, 14 anos
De Pierre Schoeller
Com Gaspard Ulliel, Adèle Haenel, Olivier Gourmet

Em 1789, sob o reinado de Luís XVI, o povo francês rebela-se contra a monarquia e exige uma transformação na sociedade baseada nos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade. A Revolução em Paris cruza os destinos de homens e de mulheres comuns com figuras históricas.

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QUEM VOCÊ PENSA QUE SOU – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:34

Celle que vous croyez, França, 2018, 101´, 12 anos
De Safy Nebbou
Com Juliette Binoche, François Civil, Nicole Garcia

Abandonada pelo marido, Claire Millaud, de cinquenta anos, decide criar um perfil falso em uma rede social. Lá, ela atende por Clara, uma bela jovem de 24 anos. O avatar interage com o jovem Alex, que acaba se apaixonando por ela, enquanto Claire, por trás das telas, também começa a amá-lo.

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O PROFESSOR SUBSTITUTO – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:31

L’heure de la sortie, França, 2018, 103´, 14 anos
De Sébastien Marnier
Com Laurent Lafitte, Emmanuelle Bercot, Pascal Greggory

Um professor comete suicídio se jogando pela janela da sala de aula em frente aos alunos adolescentes e Pierre Hoffman entra no colégio para ser seu substituto. Hoffman percebe que seis dos seus novos alunos parecem estranhamente indiferentes ao que aconteceu e nota que eles exercem uma sinistra influência sobre o resto da escola.

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MON BÉBÉ – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:26

Mon bébé, França, 2018, 87´, 12 anos
De Lisa Azuelos
Com Sandrine Kiberlain, Thaïs Alessandrin, Kyan Khojandi

Quando Jade, a filha mais nova de Héloïse, está prestes a completar 18 anos e anuncia que vai para o Canadá completar seus estudos, a decisão causa um inesperado impacto na mãe. A relação entra em um clima de saudosismo antecipado e as duas passam a refletir sobre o passado e o futuro.

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O MISTÉRIO DE HENRI PICK – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:08

Le mystère Henri Pick, França, Bélgica, 2019, 100´, 12 anos
De Rémi Bezançon
Com Fabrice Luchini, Camille Cottin, Alice Isaaz

Uma editora descobre um romance extraordinário em uma biblioteca que coleta manuscritos rejeitados. O texto, assinado por Henri Pick, torna-se um best-seller. No entanto, esse pizzaïolo bretão que morreu há dois anos nunca teria lido um livro ou escrito outra coisa senão sua lista de compras. Um famoso crítico literário decide liderar uma investigação com a ajuda da filha do enigmático Henri Pick.

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INOCÊNCIA ROUBADA – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:06

Les chatouilles, França, 2018, 103’, 12 anos
De Andréa Bescond, Eric Métayer
Com Andréa Bescond, Karin Viard, Clovis Cornillac

Odette tem oito anos e adora dançar e desenhar. Por que desconfiaria de um amigo dos pais que propõe a ela “brincar de cócegas”? Adulta, Odette dança sua ira, libera sua palavra e abraça a vida. Melhor Atriz Coadjuvante (Karin Viard) e Melhor Roteiro Adaptado nos prêmios César.

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UM HOMEM FIEL – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 15:02

L’homme fidèle, França, 2018, 75’, 12 anos
De Louis Garrel
Com Laetitia Casta, Louis Garrel, Lily-Rose Depp

Nove anos depois de deixá-lo pelo seu melhor amigo, a agora viúva Marianne volta para o jornalista Abel. Porém, o que parece um belo recomeço, logo se mostra bem mais complicado e Abel se vê envolvido nas maquinações do estranho filho de Marianne. Melhor Direção no festival de Buenos Aires e Melhor Roteiro no festival de San Sebastian.

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GRAÇAS A DEUS – Festival Varilux

seg, 03/06/2019 - 14:55

Grâce à Dieu, França/Bélgica, 2019, 137’, 14 anos
De François Ozon
Com Melvil Poupaud, Denis Ménochet, Swann Arlaud

Alexandre escreve uma carta à Igreja Católica revelando um segredo: quando criança foi abusado sexualmente pelo padre Preynat. Os psicólogos da Igreja tentam ajudar, mas não conseguem ocultar o fato de que o criminoso jamais foi afastado do cargo e continua atuando junto a crianças. Alexandre publica a sua carta, o que logo faz aparecerem muitas outras denúncias de abuso pelo mesmo padre, além da conivência do cardeal Barbarin, que sempre soube dos crimes, mas nunca tomou providências. Alexandre, François e Emmanuel criam um grupo de apoio para aumentar a pressão na justiça por providências. Mas eles terão que enfrentar todo o poder da cúpula da Igreja. Baseado numa história real. Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim 2019.

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