Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Duo Iara

Música - Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 14:29

Canções através dos séculos

Buscando fazer um panorama histórico da música cantada com acompanhamento de cordas dedilhadas, este programa apresenta obras de importantes compositores da música ocidental, desde a renascença até os dias atuais. 

PROGRAMA

John Dowland (1563-1626)
Come again, sweet love doth now invite
Come, heavy sleep

Claudio Monteverdi (1567-1643) – Sì dolce è’l tormento

Franz Schubert (1797-1828)
Das Fischermädchen
Ständchen

Joaquín Rodrigo (1901-1999)
En Jerez de la Frontera
De ronda
Adela

Isaac Albéniz (1860-1909) – Astúrias (Leyenda)

Leo Brouwer (1939) – Yo he de enseñarte el camino

Ernani Braga (1888-1948) – Abôio

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Canção do Amor

 

Aline Talon (Soprano)

Natural de Minas Gerais é bacharel em canto pela Escola de Música da UFRJ. Integrou no grupo vocal Vocalis, tendo participação na gravação do CD “Ele Vive!” em 2014. É Integrante do coro Brasil Ensemble UFRJ, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e do Madrigal Contemporâneo, este último desde 2015. Foi solista no concerto Magnificat – Mendelssohn, para coro, orquestra e solistas, na Sala Cecília Meireles, em 2016. É professora de canto lírico, popular e iniciação musical infantil na Academia de Música Cartaxo desde 2017.

Max Riccio (Violão)

Natural de Natal-RN é bacharel em Violão pela Escola de Música da UFRJ e mestre pela Unirio. Gravou um Cd com o duo The Biedermeiers que foi indicado pelo Jornal O Globo como um dos mais originais lançamentos musicais do ano de 2016. Como solista, vem se apresentando regularmente em importantes séries de concertos do Rio de Janeiro e festivais internacionais e nacionais de violão, assim como participações em programas de rádio e TV, destacando gravações de obras inéditas de Quincas Laranjeiras no programa Violões em Foco da Radio MEC FM; programa Partituras pela TV Brasil com o duo The Biedermeiers, bem como a participação na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como O Astro (Remake 2011) e Gabriela (Remake 2012); nestes, toca alaúde árabe. É autor do livro didático O Violão entrou na roda: um guia prático para principiantes, publicado pela Editora Irmãos Vitale.

26 de junho de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Duo Iara

Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 14:29

Canções através dos séculos

Buscando fazer um panorama histórico da música cantada com acompanhamento de cordas dedilhadas, este programa apresenta obras de importantes compositores da música ocidental, desde a renascença até os dias atuais. 

PROGRAMA

John Dowland (1563-1626)
Come again, sweet love doth now invite
Come, heavy sleep

Claudio Monteverdi (1567-1643) – Sì dolce è’l tormento

Franz Schubert (1797-1828)
Das Fischermädchen
Ständchen

Joaquín Rodrigo (1901-1999)
En Jerez de la Frontera
De ronda
Adela

Isaac Albéniz (1860-1909) – Astúrias (Leyenda)

Leo Brouwer (1939) – Yo he de enseñarte el camino

Ernani Braga (1888-1948) – Abôio

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Canção do Amor

 

Aline Talon (Soprano)

Natural de Minas Gerais é bacharel em canto pela Escola de Música da UFRJ. Integrou no grupo vocal Vocalis, tendo participação na gravação do CD “Ele Vive!” em 2014. É Integrante do coro Brasil Ensemble UFRJ, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e do Madrigal Contemporâneo, este último desde 2015. Foi solista no concerto Magnificat – Mendelssohn, para coro, orquestra e solistas, na Sala Cecília Meireles, em 2016. É professora de canto lírico, popular e iniciação musical infantil na Academia de Música Cartaxo desde 2017.

Max Riccio (Violão)

Natural de Natal-RN é bacharel em Violão pela Escola de Música da UFRJ e mestre pela Unirio. Gravou um Cd com o duo The Biedermeiers que foi indicado pelo Jornal O Globo como um dos mais originais lançamentos musicais do ano de 2016. Como solista, vem se apresentando regularmente em importantes séries de concertos do Rio de Janeiro e festivais internacionais e nacionais de violão, assim como participações em programas de rádio e TV, destacando gravações de obras inéditas de Quincas Laranjeiras no programa Violões em Foco da Radio MEC FM; programa Partituras pela TV Brasil com o duo The Biedermeiers, bem como a participação na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como O Astro (Remake 2011) e Gabriela (Remake 2012); nestes, toca alaúde árabe. É autor do livro didático O Violão entrou na roda: um guia prático para principiantes, publicado pela Editora Irmãos Vitale.

26 de junho de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto de Cordas da UFF

Música - Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 14:12

“Teuto-Brasilidade”

A música chamada “de concerto” tem grande parte de sua história desenvolvida nos países de língua alemã. Viena foi o grande centro musical da Europa nos séculos XVIII e XIX trazendo a luz do mundo nomes como Wolfgang A. Mozart, Joseph Haydn, Ludwig van Beethoven, Johannes Brahms, Gustav Mahler. No início do século XX, grandes transformações estéticas ocorreram através das mãos de Arnold Schoenberg, Anton Webern e Alban Berg com a utilização cada vez mais frequente da atonalidade e do serialismo.

Ernst Mahle, nascido alemão em 1929 em Stuttgart e naturalizado brasileiro desde 1952 é uma lenda viva da música brasileira de concerto. Sua carreira como compositor e pedagogo se deu totalmente em território brasileiro. Fundador da Escola de Música de Piracicaba, boa parte de sua produção composicional foi escrita através de uma abordagem didática. Em suas próprias palavras:

“O trabalho pedagógico acabaria influenciando a atividade do compositor. “No começo, eu me julgava apenas um professor; então, quando os alunos progrediam, comecei a escrever sonatinas e concertinos. Eu me esforcei para criar um repertório moderno para os alunos, partindo de simples arranjos folclóricos e aumentando gradualmente a dificuldade. Eu não me considerava compositor, até que músicos profissionais começaram a executar e gravar as obras que eu havia escrito para os alunos.”

Ouviremos hoje o Quarteto de Cordas 1967, peça dedicada ao grupo paulista Quarteto Mário de Andrade. Obra de caráter experimental mostra a habilidade de Mahle ao trabalhar diversas texturas sonoras, trazendo gestos musicais que dialogam nos instrumentos do quarteto. Esta obra, apesar das indicações de andamento, foi composta para ser tocada ininterruptamente.

Seguimos com o Quarteto 1975, obra de caráter nacionalista, possui linguagem mais próxima do caráter didático de alguma de suas composições. Mostra a teuto-brasilidade de Mahle, na sua capacidade de incorporar vários elementos da música e do folclore brasileiro em suas composições.

Para encerrar este concerto, ouviremos o Quarteto de Cordas op.18 no.6 de Ludwig van Beethoven. Último dos seis quartetos deste opus possui em seu último movimento, um dos pontos altos da composição beethoveniana para esta formação.                                          

Tomaz Soares


PROGRAMA

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1967, C33 A
Lento (non troppo) – Andante (un poco rubato)
Scherzo (prestíssimo) –  Andante – Vivace – Lento (non troppo)

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1975 C92
Moderato
Andante – Agitato – Andante
Vivo

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Quarteto de Cordas em Si bemol maior, Op. 18 no. 6
Allegro con brio
Adagio ma non troppo
Scherzo: Allegro
La Malinconia: Adagio – Allegretto quasi Allegro


TOMAZ SOARES 1º violino                    
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)                 
DAVID CHEW violoncelo

25 de junho de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto de Cordas da UFF

Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 14:12

“Teuto-Brasilidade”

A música chamada “de concerto” tem grande parte de sua história desenvolvida nos países de língua alemã. Viena foi o grande centro musical da Europa nos séculos XVIII e XIX trazendo a luz do mundo nomes como Wolfgang A. Mozart, Joseph Haydn, Ludwig van Beethoven, Johannes Brahms, Gustav Mahler. No início do século XX, grandes transformações estéticas ocorreram através das mãos de Arnold Schoenberg, Anton Webern e Alban Berg com a utilização cada vez mais frequente da atonalidade e do serialismo.

Ernst Mahle, nascido alemão em 1929 em Stuttgart e naturalizado brasileiro desde 1952 é uma lenda viva da música brasileira de concerto. Sua carreira como compositor e pedagogo se deu totalmente em território brasileiro. Fundador da Escola de Música de Piracicaba, boa parte de sua produção composicional foi escrita através de uma abordagem didática. Em suas próprias palavras:

“O trabalho pedagógico acabaria influenciando a atividade do compositor. “No começo, eu me julgava apenas um professor; então, quando os alunos progrediam, comecei a escrever sonatinas e concertinos. Eu me esforcei para criar um repertório moderno para os alunos, partindo de simples arranjos folclóricos e aumentando gradualmente a dificuldade. Eu não me considerava compositor, até que músicos profissionais começaram a executar e gravar as obras que eu havia escrito para os alunos.”

Ouviremos hoje o Quarteto de Cordas 1967, peça dedicada ao grupo paulista Quarteto Mário de Andrade. Obra de caráter experimental mostra a habilidade de Mahle ao trabalhar diversas texturas sonoras, trazendo gestos musicais que dialogam nos instrumentos do quarteto. Esta obra, apesar das indicações de andamento, foi composta para ser tocada ininterruptamente.

Seguimos com o Quarteto 1975, obra de caráter nacionalista, possui linguagem mais próxima do caráter didático de alguma de suas composições. Mostra a teuto-brasilidade de Mahle, na sua capacidade de incorporar vários elementos da música e do folclore brasileiro em suas composições.

Para encerrar este concerto, ouviremos o Quarteto de Cordas op.18 no.6 de Ludwig van Beethoven. Último dos seis quartetos deste opus possui em seu último movimento, um dos pontos altos da composição beethoveniana para esta formação.                                          

Tomaz Soares


PROGRAMA

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1967, C33 A
Lento (non troppo) – Andante (un poco rubato)
Scherzo (prestíssimo) –  Andante – Vivace – Lento (non troppo)

Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1975 C92
Moderato
Andante – Agitato – Andante
Vivo

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Quarteto de Cordas em Si bemol maior, Op. 18 no. 6
Allegro con brio
Adagio ma non troppo
Scherzo: Allegro
La Malinconia: Adagio – Allegretto quasi Allegro


TOMAZ SOARES 1º violino                    
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)                 
DAVID CHEW violoncelo

25 de junho de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Orquestra em Família – Trilhas de Filmes e Séries

Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 12:35

A Orquestra Juiz de Fora, criada em 2018, surgiu em homenagem ao grande maestro Nelson Nilo Hack e à cidade em que foi criada, com o objetivo de proporcionar música de qualidade profissional ao seu público e atrair ouvintes de todos os gostos musicais. Em 2019, na sua 2ª temporada, atendendo aos diversos pedidos de amigos e fãs, o grupo traz um programa inteiro com temas de filmes e seriados.

Uma viagem ao mundo mágico da ficção e fantasia, com canções dos mais diversos sucessos que marcaram época em diferentes gerações nas telas dos cinemas com temas que vão de “O Rei Leão” à “Harry Potter”, passando por “Piratas do Caribe”, o clássico Star Wars e muito mais. Um verdadeiro espetáculo para os amantes do cinema e suas belas trilhas sonoras.

PROGRAMA

Alfred Newman (1900-1970) – 20th Century Fox

Elton John (1947) – Ciclo da Vida/Can You Feel the Love Tonight

Sergei Rachmaninoff (1873-1943)/John Barry (1933-2011)
Rhapsody on a Theme of Paganini – Var. XVIII/Em algum lugar do passado

Carlos Gardel (1890-1935) –  Por uma Cabeza

Gerardo Matos Rodriguéz (1897-1948) – La Cumpasita

Canção Popular Italiana –  Bella Ciao

Jacques Offenbach (1819-1880) – Can Can

Ramin Djawadi (1974) – Games of Thrones

Andrew Lloyd Webber (1948) – O Fantasma da Ópera

John Williams (1932) – Star Wars

Hans Zimmer (1957) – Piratas do Caribe

John Willians (1932) – Harry Potter

Alan Silvestri (1950) – Avangers

Freddie Mercury (1946-1991) – Bohemian Rapsody

 

DIREÇÃO ARTÍSTICA Yuri Reis e Ladislau Brun
COMISSÃO DE MÚSICOS Mirele Kollarz, Ana Paula Fialho e Vivian Vignoli
REGENTE/SPALLA Yuri Reis
VIOLINO I Ladislau Brun (Spalla)*, Ana Paula Fialho, Vinicius Faza, João Vitor, Ana Paula Lacerda
VIOLINO II João Paulo Faria*, Mila Chaubah, Ynara Reis, Vivian Vignoli, Natalia Paganini, Silvana de Souza
VIOLA Marcus Vinícius Maciel*, Alfredo Kollarz, Kamilla Ferreira
VIOLONCELO Irineu Pereira*, Mirele Kollarz, Ana Maria Vieira
CONTRABAIXO Pedro Guimarães*
ACORDEON Vinícius Faza
FLAUTA TRANSVERSAL Silvana de Souza
PRODUÇÃO Michela Carneiro Cristiane Kollarz Hiago Bordim
FOTÓGRAFO Fernando Itaborahy
*Líder de naipe

09 de junho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Orquestra em Família – Trilhas de Filmes e Séries

Música - Centro de Artes UFF - qui, 16/05/2019 - 12:35

A Orquestra Juiz de Fora, criada em 2018, surgiu em homenagem ao grande maestro Nelson Nilo Hack e à cidade em que foi criada, com o objetivo de proporcionar música de qualidade profissional ao seu público e atrair ouvintes de todos os gostos musicais. Em 2019, na sua 2ª temporada, atendendo aos diversos pedidos de amigos e fãs, o grupo traz um programa inteiro com temas de filmes e seriados.

Uma viagem ao mundo mágico da ficção e fantasia, com canções dos mais diversos sucessos que marcaram época em diferentes gerações nas telas dos cinemas com temas que vão de “O Rei Leão” à “Harry Potter”, passando por “Piratas do Caribe”, o clássico Star Wars e muito mais. Um verdadeiro espetáculo para os amantes do cinema e suas belas trilhas sonoras.

PROGRAMA

Alfred Newman (1900-1970) – 20th Century Fox

Elton John (1947) – Ciclo da Vida/Can You Feel the Love Tonight

Sergei Rachmaninoff (1873-1943)/John Barry (1933-2011)
Rhapsody on a Theme of Paganini – Var. XVIII/Em algum lugar do passado

Carlos Gardel (1890-1935) –  Por uma Cabeza

Gerardo Matos Rodriguéz (1897-1948) – La Cumpasita

Canção Popular Italiana –  Bella Ciao

Jacques Offenbach (1819-1880) – Can Can

Ramin Djawadi (1974) – Games of Thrones

Andrew Lloyd Webber (1948) – O Fantasma da Ópera

John Williams (1932) – Star Wars

Hans Zimmer (1957) – Piratas do Caribe

John Willians (1932) – Harry Potter

Alan Silvestri (1950) – Avangers

Freddie Mercury (1946-1991) – Bohemian Rapsody

 

DIREÇÃO ARTÍSTICA Yuri Reis e Ladislau Brun
COMISSÃO DE MÚSICOS Mirele Kollarz, Ana Paula Fialho e Vivian Vignoli
REGENTE/SPALLA Yuri Reis
VIOLINO I Ladislau Brun (Spalla)*, Ana Paula Fialho, Vinicius Faza, João Vitor, Ana Paula Lacerda
VIOLINO II João Paulo Faria*, Mila Chaubah, Ynara Reis, Vivian Vignoli, Natalia Paganini, Silvana de Souza
VIOLA Marcus Vinícius Maciel*, Alfredo Kollarz, Kamilla Ferreira
VIOLONCELO Irineu Pereira*, Mirele Kollarz, Ana Maria Vieira
CONTRABAIXO Pedro Guimarães*
ACORDEON Vinícius Faza
FLAUTA TRANSVERSAL Silvana de Souza
PRODUÇÃO Michela Carneiro Cristiane Kollarz Hiago Bordim
FOTÓGRAFO Fernando Itaborahy
*Líder de naipe

09 de junho de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Show das 4 – Ithamara Koorax & Soraya Ravenle em “Cantoras de Ouro”

Música - Centro de Artes UFF - seg, 13/05/2019 - 16:55

As irmãs Ithamara Koorax e Soraya Ravenle criaram este show para homenagear grandes cantoras da Era de Ouro da Música Popular Brasileira.

O encontro da cantora e atriz, Soraya Ravenle, com a irmã de grande carreira internacional, Ithamara Koorax, e  a direção musical do violonista Luís Fillipe de Lima prometem trazer nostalgia e emoção com o repertório de sucessos de Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Dalva de Oliveira, Maysa, as irmãs Miranda e Batista, entre outras grandes cantoras.

Soraya Ravenle já viveu, em grandes musicais no teatro, as cantoras Dolores Duran, Carmem Miranda, Isaura Garcia e participou de homenagens a Elizeth Cardoso, que  foi madrinha artística de Ithamara Koorax no início da carreira. Ithamara e Soraya, em 2018, fizeram um show, no Teatro da UFF, sobre Dalva de Oliveira e, há alguns anos, um projeto homenageando as irmãs Carmem e Aurora Miranda.

Interpretar as canções de estrelas nacionais é algo que, para Ithamara, transcende a parte musical e se torna uma experiência pessoal.

“A apresentação tem um clima impactante. O público terá uma catarse, uma epifania. Será uma apresentação de emoções fortes, já que estaremos eu e minha irmã homenageando grandes vozes da nossa música”, convida Ithamara.

“Nos primeiros ensaios, quando começávamos a cantar, eu chorava. Agora consigo me controlar”, revela Soraya sobre cantar ao lado da irmã, tornando a experiência ainda mais especial. 

“As pessoas costumam cantar junto. Muitas chegam às lágrimas. Homenagear estas intérpretes é sempre emocionante, pois mexe com a memória das pessoas. Tive a oportunidade de, no teatro, viver Dolores Duran, Carmen Miranda e Isaura Garcia. Todas com repertório vasto e rico”, comenta Soraya. 

No repertório do show, foram incluídas as canções Cantoras do Rádio, A noite do meu bem, Banca do distinto, Camelô, Molambo, Canção de amor, Pra você, Chega de saudade, Último desejo, O mundo não se acabou, Voltei americanizada, Se todos fossem iguais a você, Segredo, É luxo só, Por causa de você, Que será?, Hino ao Amor, Estrela Dalva, Bandeira branca e Máscara negra.

De Soraya Ravenle …

“Eu e a Itha, dois caminhos que se irmanam pelos laços de sangue e pelos laços da música. Nossa mãe nos colocou nas aulas de piano e teoria quando tínhamos 5 e 6 anos. Aprendemos a ler e escrever o português ao mesmo tempo em que aprendíamos a ler e escrever partituras musicais, portanto a música é estrutural nas nossas mentes, almas e corações. Por isso cantar com a Itha é reconhecer esse lugar primeiro, matricial, onde muitas coisas não precisam ser explicadas, são plenamente sentidas e cantadas, puro amor, amor, amor… Luís nos conhece de longa data e reconhece o sentido especial desse encontro. Com extrema sensibilidade chega junto, para formarmos um trio, que estreia agora. Vida longa para esse encontro, é o que desejo”!

De Ithamara Koorax…

“Soraya Ravenle, a grande dama dos musicais brasileiros, atriz, cantora e bailarina, será minha parceira neste espetáculo. Somos irmãs. Com muito orgulho e alegria que subo ao palco ao lado dela. Nesse espetáculo, terei o privilégio de trabalhar pela primeira vez com o grandioso, extraordinário violonista, compositor, arranjador Luís Felipe de Lima. Tive o privilégio de ter sido amadrinhada por Elizeth Cardoso em 1990. Apesar de a ter conhecido no seu derradeiro ano de vida, nossa relação foi muito intensa. Participei do último disco dela Ary Amoroso e regravei a faixa título da música de Tom e Vinicius, Canção do Amor Demais, do disco emblemático e fundamental na minha formação, mas também para a história da MPB”.

De Luís Fillipe de Lima …

“Tocar com Ithamara Koorax e Soraya Ravenle é uma mistura de felicidade, privilégio e orgulho; é mesmo um sonho poder acompanhar essas artistas tão sensíveis e singulares. Difícil encontrar por aí vozes tão expressivas que se complementam com equilíbrio e encanto, ainda mais a serviço desse repertório de clássicos monumentais. Não escondo, é o tipo de show que, se eu não estivesse no palco com as duas, correria para ir assistir”.

05 de junho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Show das 4 – Ithamara Koorax & Soraya Ravenle em “Cantoras de Ouro”

Centro de Artes UFF - seg, 13/05/2019 - 16:55

As irmãs Ithamara Koorax e Soraya Ravenle criaram este show para homenagear grandes cantoras da Era de Ouro da Música Popular Brasileira.

O encontro da cantora e atriz, Soraya Ravenle, com a irmã de grande carreira internacional, Ithamara Koorax, e  a direção musical do violonista Luís Fillipe de Lima prometem trazer nostalgia e emoção com o repertório de sucessos de Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Dalva de Oliveira, Maysa, as irmãs Miranda e Batista, entre outras grandes cantoras.

Soraya Ravenle já viveu, em grandes musicais no teatro, as cantoras Dolores Duran, Carmem Miranda, Isaura Garcia e participou de homenagens a Elizeth Cardoso, que  foi madrinha artística de Ithamara Koorax no início da carreira. Ithamara e Soraya, em 2018, fizeram um show, no Teatro da UFF, sobre Dalva de Oliveira e, há alguns anos, um projeto homenageando as irmãs Carmem e Aurora Miranda.

Interpretar as canções de estrelas nacionais é algo que, para Ithamara, transcende a parte musical e se torna uma experiência pessoal.

“A apresentação tem um clima impactante. O público terá uma catarse, uma epifania. Será uma apresentação de emoções fortes, já que estaremos eu e minha irmã homenageando grandes vozes da nossa música”, convida Ithamara.

“Nos primeiros ensaios, quando começávamos a cantar, eu chorava. Agora consigo me controlar”, revela Soraya sobre cantar ao lado da irmã, tornando a experiência ainda mais especial. 

“As pessoas costumam cantar junto. Muitas chegam às lágrimas. Homenagear estas intérpretes é sempre emocionante, pois mexe com a memória das pessoas. Tive a oportunidade de, no teatro, viver Dolores Duran, Carmen Miranda e Isaura Garcia. Todas com repertório vasto e rico”, comenta Soraya. 

No repertório do show, foram incluídas as canções Cantoras do Rádio, A noite do meu bem, Banca do distinto, Camelô, Molambo, Canção de amor, Pra você, Chega de saudade, Último desejo, O mundo não se acabou, Voltei americanizada, Se todos fossem iguais a você, Segredo, É luxo só, Por causa de você, Que será?, Hino ao Amor, Estrela Dalva, Bandeira branca e Máscara negra.

De Soraya Ravenle …

“Eu e a Itha, dois caminhos que se irmanam pelos laços de sangue e pelos laços da música. Nossa mãe nos colocou nas aulas de piano e teoria quando tínhamos 5 e 6 anos. Aprendemos a ler e escrever o português ao mesmo tempo em que aprendíamos a ler e escrever partituras musicais, portanto a música é estrutural nas nossas mentes, almas e corações. Por isso cantar com a Itha é reconhecer esse lugar primeiro, matricial, onde muitas coisas não precisam ser explicadas, são plenamente sentidas e cantadas, puro amor, amor, amor… Luís nos conhece de longa data e reconhece o sentido especial desse encontro. Com extrema sensibilidade chega junto, para formarmos um trio, que estreia agora. Vida longa para esse encontro, é o que desejo”!

De Ithamara Koorax…

“Soraya Ravenle, a grande dama dos musicais brasileiros, atriz, cantora e bailarina, será minha parceira neste espetáculo. Somos irmãs. Com muito orgulho e alegria que subo ao palco ao lado dela. Nesse espetáculo, terei o privilégio de trabalhar pela primeira vez com o grandioso, extraordinário violonista, compositor, arranjador Luís Felipe de Lima. Tive o privilégio de ter sido amadrinhada por Elizeth Cardoso em 1990. Apesar de a ter conhecido no seu derradeiro ano de vida, nossa relação foi muito intensa. Participei do último disco dela Ary Amoroso e regravei a faixa título da música de Tom e Vinicius, Canção do Amor Demais, do disco emblemático e fundamental na minha formação, mas também para a história da MPB”.

De Luís Fillipe de Lima …

“Tocar com Ithamara Koorax e Soraya Ravenle é uma mistura de felicidade, privilégio e orgulho; é mesmo um sonho poder acompanhar essas artistas tão sensíveis e singulares. Difícil encontrar por aí vozes tão expressivas que se complementam com equilíbrio e encanto, ainda mais a serviço desse repertório de clássicos monumentais. Não escondo, é o tipo de show que, se eu não estivesse no palco com as duas, correria para ir assistir”.

05 de junho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

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PARAÍSO PERDIDO

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 13/05/2019 - 16:49

Brasil, 2017, 110’, 14 anos
De Monique Gardenberg
Com Lee Taylor, Jaloo, Júlio Andrade, Erasmo Carlos, Julia Konrad, Humberto Carrão

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de sua família. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos. Aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte, com nós surpreendentes. Prêmio de Melhor Elenco pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte.

Categorias: Centro de Artes UFF

PARAÍSO PERDIDO

Centro de Artes UFF - seg, 13/05/2019 - 16:49

Brasil, 2017, 110’, 14 anos
De Monique Gardenberg
Com Lee Taylor, Jaloo, Júlio Andrade, Erasmo Carlos, Julia Konrad, Humberto Carrão

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de sua família. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos. Aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte, com nós surpreendentes. Prêmio de Melhor Elenco pela APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte.

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Antiga da UFF Convida

Música - Centro de Artes UFF - qui, 09/05/2019 - 10:56

O grupo Música Antiga da UFF contará com a participação da multi-instrumentista e cantora Sonia Leal Wegenast como convidada especial, que abrilhantará o concerto com composições de Guillaume de Machaut, compositor e poeta francês do século XIV.

PROGRAMA:  Guillaume de Machaut.

28 de maio de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

 

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Antiga da UFF Convida

Centro de Artes UFF - qui, 09/05/2019 - 10:56

O grupo Música Antiga da UFF contará com a participação da multi-instrumentista e cantora Sonia Leal Wegenast como convidada especial, que abrilhantará o concerto com composições de Guillaume de Machaut, compositor e poeta francês do século XIV.

PROGRAMA:  Guillaume de Machaut.

28 de maio de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

 

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Série Alvorada

Música - Centro de Artes UFF - qui, 09/05/2019 - 10:27

O quarto programa da Série Alvorada em 2019 apresenta um dos compositores brasileiros mais prolíficos e significativos do final do século XX e início do século XXI.

José Antonio Resende de Almeida Prado – ou simplesmente Almeida Prado – nasceu em Santos no ano de 1943 e estudou com grandes nomes da música do século XX.

No Brasil, foi discípulo de Osvaldo Lacerda e Camargo Guarnieri. Na Europa, estudou com György Ligeti, Lukas Foss, Nadja Boulanger e Olivier Messiaen. Esta variedade de influências foi fundamental para a produção de uma obra volumosa e abrangente, com extensa produção em diversos gêneros e formações. Foi também professor de composição na Universidade de Campinas, responsável pela formação de toda uma geração de compositores brasileiros. Neste programa a Orquestra Sinfônica Nacional UFF apresenta Arcos sonoros da Catedral Anton Bruckner, definida pelo compositor como uma “meditação sinfônica”.

Homenageado por Almeida Prado, Anton Bruckner foi organista no mosteiro agostiniano de Sankt Florian, próximo a Linz, no período de 1848 a 1868. O famoso órgão do mosteiro, hoje conhecido como “Órgão Bruckner”, é a principal referência extramusical da obra do compositor paulista, que chegou a incluir uma foto do órgão na capa de seu manuscrito. Durante este período que antecede a ida de Bruckner a Viena, sua formação em composição iniciada de forma essencialmente autodidata passa a se consolidar sob orientação de Simon Sechter e Otto Kitzler. Este último apresentou Bruckner à música de Richard Wagner quando regeu em 1863 uma apresentação de Tannhäuser, a primeira de uma ópera do compositor alemão em Linz. Desde então Wagner passou a ser a principal influência musical de Bruckner.

Kitzler também orientou Bruckner na composição de suas primeiras obras orquestrais, entre as quais encontra-se a Abertura em sol menor, finalizada em 1863.

Embora seja considerada uma obra de juventude – note-se que o compositor já tinha 38 anos neste momento – já se identifica nela elementos típicos do Bruckner grandiloquente, que ficou conhecido por suas extensas sinfonias, como os saltos de oitava e o cromatismo wagneriano. Estes mesmos elementos que aparecem na abertura são também pincelados na obra de Almeida Prado.

A música de Bruckner e suas características de grandiloquência wagneriana encontram na obra de Johannes Brahms um contraponto natural, em um certo antagonismo estético típico da música alemã do final do século XIX. Evidenciado pela famosa disputa na cena cultural vienense entre defensores da música de Wagner e partidários da obra de Brahms, o contraste aqui é estabelecido pela Sinfonia no. 2.

Trata-se da mais fluente obra sinfônica de Brahms, com um certo caráter pastoral e irresistível leveza.

TOBIAS VOLKMANN   Regente principal

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013,  Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes. Desde 2016  na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.

Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo – Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Filarmônica de Pilsen, na República Tcheca.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018.

Com a Orquestra Sinfônica Nacional trabalha principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo.

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil.

Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

PROGRAMA

Anton Bruckner (1824-1896)
Abertura em sol menor, WAB 98

Almeida Prado (1943-2010)
Arcos sonoros da Catedral Anton Bruckner, meditação sinfônica

Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº 2
Allegro non troppo
Adagio non troppo
Allegretto grazioso (quasi andantino)
Allegro con spirito

26 de maio de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Série Alvorada

Centro de Artes UFF - qui, 09/05/2019 - 10:27

O quarto programa da Série Alvorada em 2019 apresenta um dos compositores brasileiros mais prolíficos e significativos do final do século XX e início do século XXI.

José Antonio Resende de Almeida Prado – ou simplesmente Almeida Prado – nasceu em Santos no ano de 1943 e estudou com grandes nomes da música do século XX.

No Brasil, foi discípulo de Osvaldo Lacerda e Camargo Guarnieri. Na Europa, estudou com György Ligeti, Lukas Foss, Nadja Boulanger e Olivier Messiaen. Esta variedade de influências foi fundamental para a produção de uma obra volumosa e abrangente, com extensa produção em diversos gêneros e formações. Foi também professor de composição na Universidade de Campinas, responsável pela formação de toda uma geração de compositores brasileiros. Neste programa a Orquestra Sinfônica Nacional UFF apresenta Arcos sonoros da Catedral Anton Bruckner, definida pelo compositor como uma “meditação sinfônica”.

Homenageado por Almeida Prado, Anton Bruckner foi organista no mosteiro agostiniano de Sankt Florian, próximo a Linz, no período de 1848 a 1868. O famoso órgão do mosteiro, hoje conhecido como “Órgão Bruckner”, é a principal referência extramusical da obra do compositor paulista, que chegou a incluir uma foto do órgão na capa de seu manuscrito. Durante este período que antecede a ida de Bruckner a Viena, sua formação em composição iniciada de forma essencialmente autodidata passa a se consolidar sob orientação de Simon Sechter e Otto Kitzler. Este último apresentou Bruckner à música de Richard Wagner quando regeu em 1863 uma apresentação de Tannhäuser, a primeira de uma ópera do compositor alemão em Linz. Desde então Wagner passou a ser a principal influência musical de Bruckner.

Kitzler também orientou Bruckner na composição de suas primeiras obras orquestrais, entre as quais encontra-se a Abertura em sol menor, finalizada em 1863.

Embora seja considerada uma obra de juventude – note-se que o compositor já tinha 38 anos neste momento – já se identifica nela elementos típicos do Bruckner grandiloquente, que ficou conhecido por suas extensas sinfonias, como os saltos de oitava e o cromatismo wagneriano. Estes mesmos elementos que aparecem na abertura são também pincelados na obra de Almeida Prado.

A música de Bruckner e suas características de grandiloquência wagneriana encontram na obra de Johannes Brahms um contraponto natural, em um certo antagonismo estético típico da música alemã do final do século XIX. Evidenciado pela famosa disputa na cena cultural vienense entre defensores da música de Wagner e partidários da obra de Brahms, o contraste aqui é estabelecido pela Sinfonia no. 2.

Trata-se da mais fluente obra sinfônica de Brahms, com um certo caráter pastoral e irresistível leveza.

TOBIAS VOLKMANN   Regente principal

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013,  Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes. Desde 2016  na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.

Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo – Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Filarmônica de Pilsen, na República Tcheca.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018.

Com a Orquestra Sinfônica Nacional trabalha principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo.

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil.

Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

PROGRAMA

Anton Bruckner (1824-1896)
Abertura em sol menor, WAB 98

Almeida Prado (1943-2010)
Arcos sonoros da Catedral Anton Bruckner, meditação sinfônica

Johannes Brahms (1833-1897)
Sinfonia nº 2
Allegro non troppo
Adagio non troppo
Allegretto grazioso (quasi andantino)
Allegro con spirito

26 de maio de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

UFF Debate Brasil – Mulheres originárias: resistência, poesia e identidade

Centro de Artes UFF - qua, 08/05/2019 - 11:37

UFF Debate Brasil
Mulheres originárias : resistência, poesia e identidade

com Eliane Potiguara, Taily Terena e Renata Machado

Eliane Potiguara é escritora, poeta, professora, ativista e importante liderança indígena com participação fundamental na elaboração da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas/ONU.

Taily Terena, antropóloga e participante do Conselho Nacional de Mulheres Indígenas e do Comitê Intertribal, Memória e Ciência Indígena. Têm interesse pelas questões indígenas, principalmente terra /território, direito indígena internacional, mudanças climáticas, preservação e manutenção da cultura tradicional, mulheres indígenas e saúde indígena.

Renata Machado, jornalista e co-criadora da Rádio Yandê, fundada em 2013 no Rio de Janeiro, com objetivo de conceber um espaço coletivo para que indígenas de vários cantos do Brasil pudessem ser protagonistas da própria história.

14 de maio de 2019
Terça | 15h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Letrux

Música - Centro de Artes UFF - ter, 07/05/2019 - 11:56

Carinhoso apelido dado pelos amigos há alguns anos, LETRUX, como ficou conhecida no país após o lançamento do seu primeiro disco solo, EM NOITE DE CLIMÃO (Joia Moderna, 2017), a escritora, cantora, compositora, poeta e atriz Letícia Novaes é um dos nomes de maior destaque no cenário da música independente contemporânea.

Eleito Melhor Disco de 2017 pelo Prêmio Multishow e acumulando excelentes posições em praticamente todas as listas de Melhores Discos do mesmo ano, o álbum também lhe rendeu o prêmio de Melhor Produção, pelo júri do Women Music Event, e a indicação a Melhor Disco de 2017 pelo prêmio da revista Bravo!.

O disco, que impulsionou o nome de Letrux para um lugar privilegiado na cena indie-pop nacional, começou a ser pensado em 2015, em parceria com o tecladista Arthur Braganti, espécie de “irmão de alma” da artista. Inspiradas em suas muitas musas, Letícia criou a persona Letrux para contar a história de uma desastrosa saga romântica, repercutindo observações pessoais, e os anseios causados pelo grande retrocesso reacionário que vem eclipsando o planeta. Aliás, Letícia é bastante intuitiva e exercita seu lado místico, sobretudo os estudos de astrologia, habilidade que desenvolve há tempos.

“Sou uma pessoa atraída pelo tragicômico e o mundo tem sido uma noite de climão eterna nos últimos anos. Quis dar atenção a uma música mais cheia de névoa e mistério e, ainda assim, dançante e divertida – porque precisamos sobreviver”, sublinha. “Sou capricorniana e tenho um lado muito sério, responsável, compromissado, mas também adoro me divertir, delirar, falar besteira e dar risadas. Gosto desse meio do caminho e acho que a Letrux entrega isso pro público”, diz.

Nessa entrega, há altas doses de disco music e new age, elementos adicionados com a colaboração da guitarrista Natália Carrera, coprodutora do disco. Com quatro clipes na web e mais dois por vir, a turnê de EM NOITE DE CLIMÃO vem lotando os teatros e festivais por onde passa, com apresentações catárticas em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e no Rio de Janeiro, onde tudo começou.

Todo esse sucesso não é por acaso: em tons de vermelho – das luzes, passando pelos figurinos e chegando ao cenário -, os shows inflamam os fãs, que muitas vezes cantam até mais alto do que a própria Letrux, que adora ser carregada pela multidão nos shows mais abarrotados, sendo levada pela plateia, e depois devolvida ao palco, pelos braços do público desde a estreia no Circo Voador. Letrux explica como concebeu o espetáculo:

“Queria resgatar algo da minha atriz. Escrevi dois textos que falo durante o show. Eles mudam, claro, conforme a dinâmica do show, mas a escolha do set list também representa uma historinha, e convidamos todos a embarcar na trajetória dessa heroína. Os últimos anos foram muito simbólicos em relação a tudo, então, se escolho usar vermelho, uso como uma força, como afirmação, como paixão, como sangue. Estamos sangrando, mas estamos vivos e ainda apaixonados. Por que ou por quem não importa, mas ainda tem paixão correndo nas nossas veias e por isso estamos aqui. Os antúrios que espalho pelo palco, e que são flores hermafroditas, simbolizam as forças feminina e masculina que temos na nossa banda, nas próprias músicas, yin e yang sempre presentes de alguma maneira”.

Para Letícia Novaes, o crédito de “escritora” deveria vir na frente de todos os outros por conta da sua forte ligação com a literatura. “Me acho muito mais escritora do que cantora, mesmo que não viva disso. Minha base é a literatura. Escrevo todo dia, mas não canto todo dia, sabe?”. Uma pequena parte desses escritos está publicada no seu livro de estreia, “Zaralha – Abri minha pasta” (Editora Guarda-Chuva, 2015), no qual ela apresenta poemas e lembranças muito antigas, como trabalhinhos da escola e fotos da família nos anos 80.

Ela começou a escrever frases e poemas desde alfabetização, e já criava melodias para essas anotações. Na infância e na adolescência, se divertia em frente ao espelho, dublando as músicas que aprendia. Até que, aos 19 anos, junto com os estudos de teatro, resolveu aprender violão – pela internet! (Vale destacar com canetinha colorida que Letícia domina as redes como poucas artistas). E, assim que treinou alguns acordes, no lugar de emular clássicos da MPB, Letícia começou a compor e cantar para o entusiasmo dos amigos, que sempre pediam mais. Nascia uma estrela!

Atriz com peças e longas-metragens no currículo, foi na música que Letícia encontrou o seu verdadeiro caminho artístico. Depois de alguns anos de experimentalismo, em 2008 ela e o músico Lucas Vasconcellos, com quem foi casada até 2014, formaram o elogiado duo LETUCE, que lançou três álbuns (PLANO DE FUGA PRA CIMA DOS OUTROS E DE MIM, de 2009; MANJA PERENE, de 2012; e ESTILHAÇA, de 2015) e firmou o seu nome no panorama independente da última década. Também em 2015 montou o show-cênico TRU & TRO COM SUA CORJA: DESFRUTE OU FRITE, projeto desenvolvido com o supracitado Braganti, músico que também reforçou o instrumental da Letuce.

Flutuando no salão e surfando na onda do CLIMÃO, Letrux está com uma respeitável agenda de shows neste 2018. Entre tantas viagens e apresentações, compôs as trilhas sonoras originais de uma peça (“Vai funcionar de alguma forma”, em cartaz no Oi Futuro) e de uma série de TV (“Desnude”, dirigido por Carolina Jabor, exibida pelo GNT), e já começa a preparar o seu próximo livro. Alerta e sensível às questões sociais de nosso tempo, Letícia ainda dedica parte do seu tempo para acompanhar e apoiar causas como as lutas pela igualdade de gêneros, e contra o racismo e a homofobia.

Letrux é uma artista que nunca vai passar batida na festinha. Bota na tua cabeça que isso aqui vai render.

31 de maio de 2019
Sexta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 40 | R$ 20 (meia)
Classificação 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Letrux

Centro de Artes UFF - ter, 07/05/2019 - 11:56

Carinhoso apelido dado pelos amigos há alguns anos, LETRUX, como ficou conhecida no país após o lançamento do seu primeiro disco solo, EM NOITE DE CLIMÃO (Joia Moderna, 2017), a escritora, cantora, compositora, poeta e atriz Letícia Novaes é um dos nomes de maior destaque no cenário da música independente contemporânea.

Eleito Melhor Disco de 2017 pelo Prêmio Multishow e acumulando excelentes posições em praticamente todas as listas de Melhores Discos do mesmo ano, o álbum também lhe rendeu o prêmio de Melhor Produção, pelo júri do Women Music Event, e a indicação a Melhor Disco de 2017 pelo prêmio da revista Bravo!.

O disco, que impulsionou o nome de Letrux para um lugar privilegiado na cena indie-pop nacional, começou a ser pensado em 2015, em parceria com o tecladista Arthur Braganti, espécie de “irmão de alma” da artista. Inspiradas em suas muitas musas, Letícia criou a persona Letrux para contar a história de uma desastrosa saga romântica, repercutindo observações pessoais, e os anseios causados pelo grande retrocesso reacionário que vem eclipsando o planeta. Aliás, Letícia é bastante intuitiva e exercita seu lado místico, sobretudo os estudos de astrologia, habilidade que desenvolve há tempos.

“Sou uma pessoa atraída pelo tragicômico e o mundo tem sido uma noite de climão eterna nos últimos anos. Quis dar atenção a uma música mais cheia de névoa e mistério e, ainda assim, dançante e divertida – porque precisamos sobreviver”, sublinha. “Sou capricorniana e tenho um lado muito sério, responsável, compromissado, mas também adoro me divertir, delirar, falar besteira e dar risadas. Gosto desse meio do caminho e acho que a Letrux entrega isso pro público”, diz.

Nessa entrega, há altas doses de disco music e new age, elementos adicionados com a colaboração da guitarrista Natália Carrera, coprodutora do disco. Com quatro clipes na web e mais dois por vir, a turnê de EM NOITE DE CLIMÃO vem lotando os teatros e festivais por onde passa, com apresentações catárticas em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e no Rio de Janeiro, onde tudo começou.

Todo esse sucesso não é por acaso: em tons de vermelho – das luzes, passando pelos figurinos e chegando ao cenário -, os shows inflamam os fãs, que muitas vezes cantam até mais alto do que a própria Letrux, que adora ser carregada pela multidão nos shows mais abarrotados, sendo levada pela plateia, e depois devolvida ao palco, pelos braços do público desde a estreia no Circo Voador. Letrux explica como concebeu o espetáculo:

“Queria resgatar algo da minha atriz. Escrevi dois textos que falo durante o show. Eles mudam, claro, conforme a dinâmica do show, mas a escolha do set list também representa uma historinha, e convidamos todos a embarcar na trajetória dessa heroína. Os últimos anos foram muito simbólicos em relação a tudo, então, se escolho usar vermelho, uso como uma força, como afirmação, como paixão, como sangue. Estamos sangrando, mas estamos vivos e ainda apaixonados. Por que ou por quem não importa, mas ainda tem paixão correndo nas nossas veias e por isso estamos aqui. Os antúrios que espalho pelo palco, e que são flores hermafroditas, simbolizam as forças feminina e masculina que temos na nossa banda, nas próprias músicas, yin e yang sempre presentes de alguma maneira”.

Para Letícia Novaes, o crédito de “escritora” deveria vir na frente de todos os outros por conta da sua forte ligação com a literatura. “Me acho muito mais escritora do que cantora, mesmo que não viva disso. Minha base é a literatura. Escrevo todo dia, mas não canto todo dia, sabe?”. Uma pequena parte desses escritos está publicada no seu livro de estreia, “Zaralha – Abri minha pasta” (Editora Guarda-Chuva, 2015), no qual ela apresenta poemas e lembranças muito antigas, como trabalhinhos da escola e fotos da família nos anos 80.

Ela começou a escrever frases e poemas desde alfabetização, e já criava melodias para essas anotações. Na infância e na adolescência, se divertia em frente ao espelho, dublando as músicas que aprendia. Até que, aos 19 anos, junto com os estudos de teatro, resolveu aprender violão – pela internet! (Vale destacar com canetinha colorida que Letícia domina as redes como poucas artistas). E, assim que treinou alguns acordes, no lugar de emular clássicos da MPB, Letícia começou a compor e cantar para o entusiasmo dos amigos, que sempre pediam mais. Nascia uma estrela!

Atriz com peças e longas-metragens no currículo, foi na música que Letícia encontrou o seu verdadeiro caminho artístico. Depois de alguns anos de experimentalismo, em 2008 ela e o músico Lucas Vasconcellos, com quem foi casada até 2014, formaram o elogiado duo LETUCE, que lançou três álbuns (PLANO DE FUGA PRA CIMA DOS OUTROS E DE MIM, de 2009; MANJA PERENE, de 2012; e ESTILHAÇA, de 2015) e firmou o seu nome no panorama independente da última década. Também em 2015 montou o show-cênico TRU & TRO COM SUA CORJA: DESFRUTE OU FRITE, projeto desenvolvido com o supracitado Braganti, músico que também reforçou o instrumental da Letuce.

Flutuando no salão e surfando na onda do CLIMÃO, Letrux está com uma respeitável agenda de shows neste 2018. Entre tantas viagens e apresentações, compôs as trilhas sonoras originais de uma peça (“Vai funcionar de alguma forma”, em cartaz no Oi Futuro) e de uma série de TV (“Desnude”, dirigido por Carolina Jabor, exibida pelo GNT), e já começa a preparar o seu próximo livro. Alerta e sensível às questões sociais de nosso tempo, Letícia ainda dedica parte do seu tempo para acompanhar e apoiar causas como as lutas pela igualdade de gêneros, e contra o racismo e a homofobia.

Letrux é uma artista que nunca vai passar batida na festinha. Bota na tua cabeça que isso aqui vai render.

31 de maio de 2019
Sexta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 40 | R$ 20 (meia)
Classificação 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Banda 335 / Malvina

Música - Centro de Artes UFF - ter, 07/05/2019 - 10:52

O Música Livre do mês de maio traz as bandas 335 e Mavina.

335

Após o lançamento de seu primeiro EP, “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, a banda 335 se consolida como um dos nomes a se prestar atenção na cena do Rio de Janeiro. Mesclando a potência do rock alternativo à versatilidade da música brasileira, o quarteto agora excursiona com seu primeiro álbum, em um show igualmente intenso.

Guitarras distorcidas, a bateria pulsante e um vocal rasgado dão forma às canções autorais. No palco, a performance de Lucas Rangel e dos irmãos Lucas , Daniel e Davi Vale vai da atmosfera climática criada pela psicodelia à potência do rock, rendendo uma apresentação enérgica e instigante do início ao fim. No repertório, além das faixas do EP, estão também releituras cheias de personalidade – unindo, por exemplo, Chico César e Led Zeppelin, na mesma música.

Lucas Rangel – Voz e violão
Lucas Vale – Guitarra, voz e violão
Daniel Vale – Bateria
Davi Vale – Baixo e voz

Malvina

Original de Nova Friburgo, interior do Rio de Janeiro, o trio é composto pelos irmãos Vinícius (Voz e Baixo) e Bernardo (Voz e Guitarra) e Renato Avellar (Bateria).

Nas influências, além de constar o “ABC” do Punk Rock e Hardcore (Ramones, Bad Religion, Descendents e NOFX) incluem-se bandas como Opeth, Voivod, Nirvana, Propagandhi e King Crimson, o que explica a sonoridade desenvolvida ao longo dos anos.

23 de maio de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Banda 335 / Malvina

Centro de Artes UFF - ter, 07/05/2019 - 10:52

O Música Livre do mês de maio traz as bandas 335 e Mavina.

335

Após o lançamento de seu primeiro EP, “O Meu Sonho Eu Não Controlo”, a banda 335 se consolida como um dos nomes a se prestar atenção na cena do Rio de Janeiro. Mesclando a potência do rock alternativo à versatilidade da música brasileira, o quarteto agora excursiona com seu primeiro álbum, em um show igualmente intenso.

Guitarras distorcidas, a bateria pulsante e um vocal rasgado dão forma às canções autorais. No palco, a performance de Lucas Rangel e dos irmãos Lucas , Daniel e Davi Vale vai da atmosfera climática criada pela psicodelia à potência do rock, rendendo uma apresentação enérgica e instigante do início ao fim. No repertório, além das faixas do EP, estão também releituras cheias de personalidade – unindo, por exemplo, Chico César e Led Zeppelin, na mesma música.

Lucas Rangel – Voz e violão
Lucas Vale – Guitarra, voz e violão
Daniel Vale – Bateria
Davi Vale – Baixo e voz

Malvina

Original de Nova Friburgo, interior do Rio de Janeiro, o trio é composto pelos irmãos Vinícius (Voz e Baixo) e Bernardo (Voz e Guitarra) e Renato Avellar (Bateria).

Nas influências, além de constar o “ABC” do Punk Rock e Hardcore (Ramones, Bad Religion, Descendents e NOFX) incluem-se bandas como Opeth, Voivod, Nirvana, Propagandhi e King Crimson, o que explica a sonoridade desenvolvida ao longo dos anos.

23 de maio de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

INTERRUPÇÃO DAS ATIVIDADES DO CINE ARTE UFF

Centro de Artes UFF - qui, 02/05/2019 - 17:49

ATENÇÃO

Todas as sessões do Cine Arte UFF estão canceladas devido a problemas técnicos. O cinema ficará fechado até a conclusão dos reparos. Acompanhe nosso site e redes sociais para novas informações.

Agradecemos a compreensão.

Categorias: Centro de Artes UFF

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