Centro de Artes UFF

Agarrar-se a pedras afiadas

Centro de Artes UFF - sex, 19/07/2019 - 11:27

“Agarrar-se a pedras afiadas” é a primeira exposição individual de Nathan Braga. O artista do Rio de Janeiro trabalha com múltiplas plataformas, mas tem o pensamento escultórico como ponto de partida para a concepção da maior parte dos trabalhos, uma vez que a relação com o espaço é muito importante para grande parte das suas obras. Doze peças compõem esta exposição, de forma a mostrar um recorte da produção e poética do artista, que investiga a morte enquanto uma alegoria, partindo da História da Arte e atualizando plasticamente a Vanitas e seus motivos, à partir de sua história pessoal com a perda de sua mãe quando tinha apenas 7 anos. Dentre as obras expostas, existem esculturas, pinturas, gravuras, fotografias, instalações, objetos e trabalhos sonoros, mas o diálogo entre essas mídias, borrando as fronteiras que definem cada uma delas, é uma característica do modo de trabalho do artista. As obras em exposição indicam caminhos seguidos pelo artista em sua investigação poética, exibindo de forma clara a variedade de sua produção. Ao tratar da morte, o artista faz com que cada um de nós se coloque em seu lugar, pensando a nossa própria relação diante da morte ou das perdas, nos lembrando que a vida tem um fim e que devemos viver.

07 de agosto a 08 de setembro de 2019
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Agarrar-se a pedras afiadas

Artes Visuais - Centro de Artes UFF - sex, 19/07/2019 - 11:27

“Agarrar-se a pedras afiadas” é a primeira exposição individual de Nathan Braga. O artista do Rio de Janeiro trabalha com múltiplas plataformas, mas tem o pensamento escultórico como ponto de partida para a concepção da maior parte dos trabalhos, uma vez que a relação com o espaço é muito importante para grande parte das suas obras. Doze peças compõem esta exposição, de forma a mostrar um recorte da produção e poética do artista, que investiga a morte enquanto uma alegoria, partindo da História da Arte e atualizando plasticamente a Vanitas e seus motivos, à partir de sua história pessoal com a perda de sua mãe quando tinha apenas 7 anos. Dentre as obras expostas, existem esculturas, pinturas, gravuras, fotografias, instalações, objetos e trabalhos sonoros, mas o diálogo entre essas mídias, borrando as fronteiras que definem cada uma delas, é uma característica do modo de trabalho do artista. As obras em exposição indicam caminhos seguidos pelo artista em sua investigação poética, exibindo de forma clara a variedade de sua produção. Ao tratar da morte, o artista faz com que cada um de nós se coloque em seu lugar, pensando a nossa própria relação diante da morte ou das perdas, nos lembrando que a vida tem um fim e que devemos viver.

07 de agosto a 08 de setembro de 2019
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

Era só por uma noite

Artes Cênicas - Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:40

Depois do grande sucesso, quando estreou no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, em 2016, o espetáculo que tinha o título original Guerra doce, foi apresentado no Teatro da UFF, em Niterói, no mesmo ano e, depois, seguiu por vários teatros brasileiros. Agora, remontado e com novo título, Era só por uma noite, o espetáculo retorna ao Teatro da UFF, com as mesmas questões que continuam em evidência, quando se trata de preconceitos de gênero.

Baseado em uma história real, o espetáculo teatral Era só por uma noite, estreia do ator Edu Porto na criação de um texto teatral, trata da vida de três pessoas completamente diferentes, entre si. André (Edu Porto) estuda filosofia, pinta quadros e leva uma vida livre, sendo o protótipo do jovem descolado, que não se preocupa com nada efetivamente e quer viver a vida sem problemas. Gustavo (William Vita), um empresário bem sucedido e conservador, acaba de ser traído por sua esposa e, literalmente, despenca de seu mundo sóbrio e bem construído. Carol (Luiza Veloso) dança na noite para pagar a faculdade, é apaixonada por André e encara o mundo sempre com jovialidade e alegria. Mas um encontro inesperado em um bar, durante a final da Copa do Mundo de 1994, mudará o rumo da vida dos três, entrelaçando suas histórias de forma inesperada e intensa, apontando preconceitos e julgamentos sociais, tão comuns em nossa sociedade contemporânea. E a descoberta de uma doença terminal, em um deles, leva-os a repensar seus projetos de vida e o que desejam de verdade, para si mesmos.

William Vita atuou em mais de 20 novelas, entre elas: Avenida Brasil, A favorita, Flor do Caribe, Páginas da vida e Império, na TV Globo. Na Rede Record, atuou em Os dez mandamentos e Rei Davi. No cinema, destaca-se sua atuação em Tropa de elite 2. Atualmente, é um dos três artistas brasileiros com maior número de participações em montagem, atuação e direção, no cenário teatral,  contando com mais de 130 espetáculos em seu currículo.

Entre as premiações que conquistou, estão as de Melhor Diretor em 14 festivais diferentes de teatro, como o Festival do Centro Universitário Moacyr Bastos (1995), o do município do Rio de Janeiro (1990) e o de Itaguaí (1996). Ganhou também os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Iluminação e Melhor Cenário no Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2006, com a peça O auto da compadecida, de Ariano Suassuna. Foi agraciado com o prêmio de Melhor Ator em nove festivais de teatro, entre eles o do município do Rio de Janeiro (1990 e 1994), o de Cachoeiras de Macacu (1996), o de Itaguaí (1996) e o de Belo Horizonte (1993).

Edu Porto estudou teatro e atuação para televisão e cinema, fazendo cursos com Daniel Herz, Sergio Pena, Antônio Amâncio, Cininha de Paula, Beto Silveira, William Vita, David Hermam, Fátima Toledo e Flávio Colatrello, entre outros.

Tendo iniciado sua carreira como ator de comerciais aos 19 anos, participou de campanhas publicitárias das marcas Gatorade, Coca Cola, Skol, Fiat e Vivo. Posteriormente, foi escalada para a novelas de televisão, atuando em A regra do jogo, Sangue bom, Amor e sexo, Cordel encantado, Malhação e Império (TV Globo), José do Egito, Viagem sem fim e Ribeirão do tempo (Rede Record), entre várias outras. Nos palcos, atuou em Robin Hood, Filhos das ruas, A vida é uma comédia, A bruxinha que era boa e O auto da compadecida. Atualmente, Edu Porto está em cartaz na novela Jezabel, da TV Record.

O espetáculo Era só por uma noite é sua primeira incursão como autor teatral.

Ficha técnica:

Texto: Edu Porto
Direção: William Vita
Elenco: Edu Porto, Luiza Veloso e William Vita
Sonoplastia: Gutemberg Rodrigues
Figurino: Drica Gomes
Cenário: Edu Porto e William Vita
Iluminação: Danilo Calegari

23 de agosto e 01 de setembro de 2019
Sextas e sábados, às 20h | domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Classificação etária – 12 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Era só por uma noite

Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:40

Depois do grande sucesso, quando estreou no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, em 2016, o espetáculo que tinha o título original Guerra doce, foi apresentado no Teatro da UFF, em Niterói, no mesmo ano e, depois, seguiu por vários teatros brasileiros. Agora, remontado e com novo título, Era só por uma noite, o espetáculo retorna ao Teatro da UFF, com as mesmas questões que continuam em evidência, quando se trata de preconceitos de gênero.

Baseado em uma história real, o espetáculo teatral Era só por uma noite, estreia do ator Edu Porto na criação de um texto teatral, trata da vida de três pessoas completamente diferentes, entre si. André (Edu Porto) estuda filosofia, pinta quadros e leva uma vida livre, sendo o protótipo do jovem descolado, que não se preocupa com nada efetivamente e quer viver a vida sem problemas. Gustavo (William Vita), um empresário bem sucedido e conservador, acaba de ser traído por sua esposa e, literalmente, despenca de seu mundo sóbrio e bem construído. Carol (Luiza Veloso) dança na noite para pagar a faculdade, é apaixonada por André e encara o mundo sempre com jovialidade e alegria. Mas um encontro inesperado em um bar, durante a final da Copa do Mundo de 1994, mudará o rumo da vida dos três, entrelaçando suas histórias de forma inesperada e intensa, apontando preconceitos e julgamentos sociais, tão comuns em nossa sociedade contemporânea. E a descoberta de uma doença terminal, em um deles, leva-os a repensar seus projetos de vida e o que desejam de verdade, para si mesmos.

William Vita atuou em mais de 20 novelas, entre elas: Avenida Brasil, A favorita, Flor do Caribe, Páginas da vida e Império, na TV Globo. Na Rede Record, atuou em Os dez mandamentos e Rei Davi. No cinema, destaca-se sua atuação em Tropa de elite 2. Atualmente, é um dos três artistas brasileiros com maior número de participações em montagem, atuação e direção, no cenário teatral,  contando com mais de 130 espetáculos em seu currículo.

Entre as premiações que conquistou, estão as de Melhor Diretor em 14 festivais diferentes de teatro, como o Festival do Centro Universitário Moacyr Bastos (1995), o do município do Rio de Janeiro (1990) e o de Itaguaí (1996). Ganhou também os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Iluminação e Melhor Cenário no Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2006, com a peça O auto da compadecida, de Ariano Suassuna. Foi agraciado com o prêmio de Melhor Ator em nove festivais de teatro, entre eles o do município do Rio de Janeiro (1990 e 1994), o de Cachoeiras de Macacu (1996), o de Itaguaí (1996) e o de Belo Horizonte (1993).

Edu Porto estudou teatro e atuação para televisão e cinema, fazendo cursos com Daniel Herz, Sergio Pena, Antônio Amâncio, Cininha de Paula, Beto Silveira, William Vita, David Hermam, Fátima Toledo e Flávio Colatrello, entre outros.

Tendo iniciado sua carreira como ator de comerciais aos 19 anos, participou de campanhas publicitárias das marcas Gatorade, Coca Cola, Skol, Fiat e Vivo. Posteriormente, foi escalada para a novelas de televisão, atuando em A regra do jogo, Sangue bom, Amor e sexo, Cordel encantado, Malhação e Império (TV Globo), José do Egito, Viagem sem fim e Ribeirão do tempo (Rede Record), entre várias outras. Nos palcos, atuou em Robin Hood, Filhos das ruas, A vida é uma comédia, A bruxinha que era boa e O auto da compadecida. Atualmente, Edu Porto está em cartaz na novela Jezabel, da TV Record.

O espetáculo Era só por uma noite é sua primeira incursão como autor teatral.

Ficha técnica:

Texto: Edu Porto
Direção: William Vita
Elenco: Edu Porto, Luiza Veloso e William Vita
Sonoplastia: Gutemberg Rodrigues
Figurino: Drica Gomes
Cenário: Edu Porto e William Vita
Iluminação: Danilo Calegari

23 de agosto e 01 de setembro de 2019
Sextas e sábados, às 20h | domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Classificação etária – 12 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Ronco dos motores

Artes Cênicas - Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:35

A Comrua Cia de Dança tem feito grande sucesso de crítica e público com o seu espetáculo Ronco dos Motores, dirigido e coreografado por Pâmela Oliveira e Rodrigo Pires. Preenchendo o palco, durante 50 minutos sem intervalo, as técnicas contemporânea e urbana, presentes na formação dos oito bailarinos, dialogam e dão suporte à pesquisa coreográfica. Ronco dos Motores transforma os bailarinos em uma massa anônima que se funde (e se confunde) com personagens do cotidiano. Tratam o comportamento humano de uma maneira bem específica, através de movimentos, por vezes sutis e delicados, ora de uma intensidade e velocidade quase impossíveis de se executar.

Ronco dos Motores é um espetáculo para todas as idades, para qualquer pessoa, em qualquer tempo, onde a dança e a música aparecem num casamento perfeito e só resta ao público sentar, assistir, ouvir e viver todas as emoções.

“A companhia Comrua, em 26 de Outubro de 2019, completará 21 anos. Nascida no Rio de Janeiro, em Niterói, criou um sotaque próprio, delicadamente inspirado nas diversas artes e suas antíteses. Nada linear. Nada analógico. Despontou por sua capacidade de discutir o próprio ser humano, fazendo dele sua principal fonte de inspiração. Por sua capacidade de comunicação com as mais variadas plateias ressoou em territórios distintos. Pincelou essa construção com pitadas de um humor sutil e quixotescamente ingênuo, que travou batalhas inimagináveis com o mundo da abstração e da poesia. Trata-se certamente de um corpo que se move homogêneo, ainda que impulsionado pelos desejos individuais de suas partes. Essas, sim, heterogêneas”, fala seu diretor artístico Rodrigo Pires.
Esta é a descrição de uma companhia que, desde sua fundação, reuniu almas inquietas, ansiosas por discutir suas relações com o mundo.


Ficha Técnica

Direção Geral: Pâmela Oliveira
Direção Artística: Rodrigo Pires
Coreografia: Carla Martins, Pâmela Oliveira e Rodrigo Pires
Assistentes de coreografia: Gabrielle Ferreira, Noemy Souza, David Medeiros, Elisa Azevedo e Alex Santos
Iluminação: Tadeu Freire
Técnico de Iluminação: Rodrigo Pires
Figurinos: André Bernardes
Fotografia: Camila Serpa
Direção de Palco: Pâmela Oliveira
Com: Alex Santos, David Medeiros, Elisa Azevedo, Igor Lai, Marcos Paulo, Pâmela Oliveira, Renan Lima e Thaiza Fonseca
Classificação indicativa: Livre
Duração: 50 min
Realização: Comrua Produções Artísticas LTDA

02 a 11 de agosto de 2019
Sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Recomendação etária – Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Ronco dos motores

Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:35

A Comrua Cia de Dança tem feito grande sucesso de crítica e público com o seu espetáculo Ronco dos Motores, dirigido e coreografado por Pâmela Oliveira e Rodrigo Pires. Preenchendo o palco, durante 50 minutos sem intervalo, as técnicas contemporânea e urbana, presentes na formação dos oito bailarinos, dialogam e dão suporte à pesquisa coreográfica. Ronco dos Motores transforma os bailarinos em uma massa anônima que se funde (e se confunde) com personagens do cotidiano. Tratam o comportamento humano de uma maneira bem específica, através de movimentos, por vezes sutis e delicados, ora de uma intensidade e velocidade quase impossíveis de se executar.

Ronco dos Motores é um espetáculo para todas as idades, para qualquer pessoa, em qualquer tempo, onde a dança e a música aparecem num casamento perfeito e só resta ao público sentar, assistir, ouvir e viver todas as emoções.

“A companhia Comrua, em 26 de Outubro de 2019, completará 21 anos. Nascida no Rio de Janeiro, em Niterói, criou um sotaque próprio, delicadamente inspirado nas diversas artes e suas antíteses. Nada linear. Nada analógico. Despontou por sua capacidade de discutir o próprio ser humano, fazendo dele sua principal fonte de inspiração. Por sua capacidade de comunicação com as mais variadas plateias ressoou em territórios distintos. Pincelou essa construção com pitadas de um humor sutil e quixotescamente ingênuo, que travou batalhas inimagináveis com o mundo da abstração e da poesia. Trata-se certamente de um corpo que se move homogêneo, ainda que impulsionado pelos desejos individuais de suas partes. Essas, sim, heterogêneas”, fala seu diretor artístico Rodrigo Pires.
Esta é a descrição de uma companhia que, desde sua fundação, reuniu almas inquietas, ansiosas por discutir suas relações com o mundo.


Ficha Técnica

Direção Geral: Pâmela Oliveira
Direção Artística: Rodrigo Pires
Coreografia: Carla Martins, Pâmela Oliveira e Rodrigo Pires
Assistentes de coreografia: Gabrielle Ferreira, Noemy Souza, David Medeiros, Elisa Azevedo e Alex Santos
Iluminação: Tadeu Freire
Técnico de Iluminação: Rodrigo Pires
Figurinos: André Bernardes
Fotografia: Camila Serpa
Direção de Palco: Pâmela Oliveira
Com: Alex Santos, David Medeiros, Elisa Azevedo, Igor Lai, Marcos Paulo, Pâmela Oliveira, Renan Lima e Thaiza Fonseca
Classificação indicativa: Livre
Duração: 50 min
Realização: Comrua Produções Artísticas LTDA

02 a 11 de agosto de 2019
Sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Recomendação etária – Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Ponto de vista

Artes Cênicas - Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:31

Destaque no humorístico A Praça é Nossa, o ator Jefferson Farias fará três únicas apresentações da comédia Ponto de vista no Teatro da UFF.

Ponto de vista é uma comédia encenada por Jeffinho Farias, onde inúmeras histórias do cotidiano de um deficiente visual são colocadas através de uma narrativa bem humorada. Através da comédia teatral, o público passa a participar das vivências e observações relacionadas ao dia a dia de um cego, onde o jovem, que também é portador de deficiência visual, apresenta com versatilidade e muitas tiradas hilariantes temas relacionados a sua própria vida. Relacionamentos, tendências contemporâneas e moda são alguns dos ingredientes do cardápio sobre o qual o jovem artista lança o seu “olhar” particular.

Ponto de vista não só apresenta como faz uma análise crítica sobre as dificuldades ainda enfrentadas pelos deficientes, em nosso país. Jeffinho alerta para o enorme número de portadores de necessidades especiais e fala sobre o desejo de todos esses, incluindo ele, de serem definitivamente tratados como iguais dentro da sociedade em que vivem.

O cenário é composto por várias tiras de piso tátil, por onde o ator circula ao longo do espetáculo, sem o uso de bengala.

Jefferson Farias começou sua carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros “Humor na Caneca”, no Programa do Jô, e “Quem Chega Lá”, no Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”, todos da Rede Globo. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor “Esse Cego É DuCarvalho”. E, há três anos, o ator ganhou um quadro fixo no humorístico “A Praça é nossa”.

Formou-se em Artes Cênicas pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade/RJ) e também realiza trabalhos como cronista e roteirista para novos artistas, apresentando sua versatilidade artística e, principalmente, a perseverança que rompe os limites que a deficiência visual lhe impôs.

Sobre o diretor Alexandre Régis

Régis é uma lenda viva do humor brasileiro. Pode-se dizer que todo programa ou especial de humor, das últimas décadas, contou com sua participação (Os Trapalhões, Chico Total, Viva o Gordo, A Praça é Nossa e Zorra Total). No teatro, firmou-se como diretor e fundador do Teatro de Terror, do qual participaram os também convidados do Zenas Improvisadas Alexandra Richter e Charles Paraventi. Hoje em dia, além de atuar em Zorra Total, dirige a dupla de humoristas Marcius Melhem e Leandro Hassum no espetáculo Nós na Fita.

Ficha técnica

Texto e atuação: Jefferson Farias
Direção: Alexandre Régis
Iluminadores: Eduardo Nobre e Fernanda Mattos
Assistente de Produção: Aiana Queiroz
Direção de Produção: Fabrício Chianello

16 a 18 de agosto de 2019
Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Recomendação etária: 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Ponto de vista

Centro de Artes UFF - qui, 18/07/2019 - 15:31

Destaque no humorístico A Praça é Nossa, o ator Jefferson Farias fará três únicas apresentações da comédia Ponto de vista no Teatro da UFF.

Ponto de vista é uma comédia encenada por Jeffinho Farias, onde inúmeras histórias do cotidiano de um deficiente visual são colocadas através de uma narrativa bem humorada. Através da comédia teatral, o público passa a participar das vivências e observações relacionadas ao dia a dia de um cego, onde o jovem, que também é portador de deficiência visual, apresenta com versatilidade e muitas tiradas hilariantes temas relacionados a sua própria vida. Relacionamentos, tendências contemporâneas e moda são alguns dos ingredientes do cardápio sobre o qual o jovem artista lança o seu “olhar” particular.

Ponto de vista não só apresenta como faz uma análise crítica sobre as dificuldades ainda enfrentadas pelos deficientes, em nosso país. Jeffinho alerta para o enorme número de portadores de necessidades especiais e fala sobre o desejo de todos esses, incluindo ele, de serem definitivamente tratados como iguais dentro da sociedade em que vivem.

O cenário é composto por várias tiras de piso tátil, por onde o ator circula ao longo do espetáculo, sem o uso de bengala.

Jefferson Farias começou sua carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros “Humor na Caneca”, no Programa do Jô, e “Quem Chega Lá”, no Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”, todos da Rede Globo. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor “Esse Cego É DuCarvalho”. E, há três anos, o ator ganhou um quadro fixo no humorístico “A Praça é nossa”.

Formou-se em Artes Cênicas pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade/RJ) e também realiza trabalhos como cronista e roteirista para novos artistas, apresentando sua versatilidade artística e, principalmente, a perseverança que rompe os limites que a deficiência visual lhe impôs.

Sobre o diretor Alexandre Régis

Régis é uma lenda viva do humor brasileiro. Pode-se dizer que todo programa ou especial de humor, das últimas décadas, contou com sua participação (Os Trapalhões, Chico Total, Viva o Gordo, A Praça é Nossa e Zorra Total). No teatro, firmou-se como diretor e fundador do Teatro de Terror, do qual participaram os também convidados do Zenas Improvisadas Alexandra Richter e Charles Paraventi. Hoje em dia, além de atuar em Zorra Total, dirige a dupla de humoristas Marcius Melhem e Leandro Hassum no espetáculo Nós na Fita.

Ficha técnica

Texto e atuação: Jefferson Farias
Direção: Alexandre Régis
Iluminadores: Eduardo Nobre e Fernanda Mattos
Assistente de Produção: Aiana Queiroz
Direção de Produção: Fabrício Chianello

16 a 18 de agosto de 2019
Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Recomendação etária: 14 anos

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DESENHO-CAMINHO

Artes Visuais - Centro de Artes UFF - ter, 16/07/2019 - 16:08

Desenho-caminho é a primeira individual da artista Fernanda Andrade, com curadoria de André Vechi. O título da exposição é mesmo o da instalação que ocupa a sala com desenhos de trajetos feitos pela artista na cidade, e seus desdobramentos. Esses caminhos são re-escritos em linhas sinuosas no papel jornal, cujo formato A4 enquadra estes registros de fluxo, ao mesmo tempo que demarca seu entorno: todas as linhas se apresentam como grifos e sustentam o suporte como mais uma camada de desenho, capaz de orientar e desorientar a circulação no espaço. Assim, marcas em papel são suspensas por linhas de madeira, corda e aço, matérias tencionadas pelo contato com a força gravitacional, entrelaçando circuitos que provocam os ângulos retos e a estabilidade do pensamento cartesiano. Assumir a fragilidade da leveza e o desconforto do desequilíbrio é articular um espaço de vicissitude e sutil conflito, respiro necessário para tempos de crescente cerceamento de dissidências e divergências. Fernanda Andrade nasceu em Salvador e mora no Rio de Janeiro. É bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e atualmente é bolsista no programa de formação Resistência e Emergência da EAV Parque Lage. Integrou diversas coletivas, dentre as quais Abre Alas 15 com curadoria de OPAVIVARÁ!, Renato Silva e astro vivid focus na galeria A Gentil Carioca, DISSECADA com curadoria de Keyna Eleison na Galeria Marquês 456; Pela Estrada e Fora-Arte Londrina 5 com curadoria de Ricardo Basbaum e Danillo Villa na Galeria da Universidade Estadual de Londrina e Depois do Futuro com curadoria de Daniela Labra nas Cavalariças do Parque Lage.

07 de agosto a 08 de setembro de 2019
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

DESENHO-CAMINHO

Centro de Artes UFF - ter, 16/07/2019 - 16:08

Desenho-caminho é a primeira individual da artista Fernanda Andrade, com curadoria de André Vechi. O título da exposição é mesmo o da instalação que ocupa a sala com desenhos de trajetos feitos pela artista na cidade, e seus desdobramentos. Esses caminhos são re-escritos em linhas sinuosas no papel jornal, cujo formato A4 enquadra estes registros de fluxo, ao mesmo tempo que demarca seu entorno: todas as linhas se apresentam como grifos e sustentam o suporte como mais uma camada de desenho, capaz de orientar e desorientar a circulação no espaço. Assim, marcas em papel são suspensas por linhas de madeira, corda e aço, matérias tencionadas pelo contato com a força gravitacional, entrelaçando circuitos que provocam os ângulos retos e a estabilidade do pensamento cartesiano. Assumir a fragilidade da leveza e o desconforto do desequilíbrio é articular um espaço de vicissitude e sutil conflito, respiro necessário para tempos de crescente cerceamento de dissidências e divergências. Fernanda Andrade nasceu em Salvador e mora no Rio de Janeiro. É bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e atualmente é bolsista no programa de formação Resistência e Emergência da EAV Parque Lage. Integrou diversas coletivas, dentre as quais Abre Alas 15 com curadoria de OPAVIVARÁ!, Renato Silva e astro vivid focus na galeria A Gentil Carioca, DISSECADA com curadoria de Keyna Eleison na Galeria Marquês 456; Pela Estrada e Fora-Arte Londrina 5 com curadoria de Ricardo Basbaum e Danillo Villa na Galeria da Universidade Estadual de Londrina e Depois do Futuro com curadoria de Daniela Labra nas Cavalariças do Parque Lage.

07 de agosto a 08 de setembro de 2019
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Segunda a Sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h
Entrada Franca

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TOY STORY 4 – Dublado

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 15/07/2019 - 17:35

EUA, 2019, 100´, Livre
De Josh Cooley
Com vozes de Marco Ribeiro, Guilherme Briggs, Duda Espinoza, Marco Luque, Antonio Tabet

Agora morando na casa da pequena Bonnie, Woody apresenta aos amigos o novo brinquedo construído por ela: Forky, baseado em um garfo de verdade. O novo posto de brinquedo não o agrada nem um pouco, o que faz com que Forky fuja de casa. Decidido a trazer de volta o atual brinquedo favorito de Bonnie, Woody parte em seu encalço e, no caminho, reencontra Bo Peep, que agora vive em um parque de diversões.

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TOY STORY 4 – Dublado

Centro de Artes UFF - seg, 15/07/2019 - 17:35

EUA, 2019, 100´, Livre
De Josh Cooley
Com vozes de Marco Ribeiro, Guilherme Briggs, Duda Espinoza, Marco Luque, Antonio Tabet

Agora morando na casa da pequena Bonnie, Woody apresenta aos amigos o novo brinquedo construído por ela: Forky, baseado em um garfo de verdade. O novo posto de brinquedo não o agrada nem um pouco, o que faz com que Forky fuja de casa. Decidido a trazer de volta o atual brinquedo favorito de Bonnie, Woody parte em seu encalço e, no caminho, reencontra Bo Peep, que agora vive em um parque de diversões.

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Cineclube Laerte ELAS – 2ª EDIÇÃO

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 15/07/2019 - 17:02

Em 2016 o Cineclube Laerte fez uma sessão de curtas toda dedicada à temática feminina/lésbica. Agora retornam com uma nova seleção de curtas que buscam abordar diferentes vivências dentro da mesma temática.

 

MC JESS

Brasil, 2018, 20´ | De Carla Villa-Lobos

Jéssica tem que enfrentar o preconceito cotidiano e encontra na arte uma forma de se expressar e superar suas inseguranças.

 

O OLHO E O ZAROLHO

Brasil, 2013, 18´ | De Juliana Vicente, René Guerra

Nesta fábula sobre a família moderna, Matheus tem duas mães.

Sua “mãe número 1” entra em crise ao ver os desenhos criados por ele, sem ter certeza de que está executando muito bem o seu papel.

 

NA ESQUINA DA MINHA RUA FAVORITA COM A TUA

Brasil, 2017, 18´ | De Alice Name-Bomtemp

Helena foi ao cinema e conheceu Tainá. Tudo que aconteceu depois foi só um quase e, por algum motivo, não foi. Ou talvez tenha sido.

 

ENTRE OMBROS

Brasil, 2016, 20´ | De Carolina Castilho

Entenda as questões que fazem da identidade de gênero uma construção social, expostas por meio da relação entre uma adolescente intersexual, sua mãe e a cidade onde vivem.

 

IRENE

Brasil, 2011, 15´ | De Patricia Galucci, Victor Nascimento

Irene é uma senhora que vive reclusa numa casa de campo. Quando sua neta decide aparecer inesperadamente para uma visita junto com sua amiga, a reclusão de Irene é perturbada e ela começa a reviver sentimentos que pareciam estar esquecidos.

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Cineclube Laerte ELAS – 2ª EDIÇÃO

Centro de Artes UFF - seg, 15/07/2019 - 17:02

Em 2016 o Cineclube Laerte fez uma sessão de curtas toda dedicada à temática feminina/lésbica. Agora retornam com uma nova seleção de curtas que buscam abordar diferentes vivências dentro da mesma temática.

 

MC JESS

Brasil, 2018, 20´ | De Carla Villa-Lobos

Jéssica tem que enfrentar o preconceito cotidiano e encontra na arte uma forma de se expressar e superar suas inseguranças.

 

O OLHO E O ZAROLHO

Brasil, 2013, 18´ | De Juliana Vicente, René Guerra

Nesta fábula sobre a família moderna, Matheus tem duas mães.

Sua “mãe número 1” entra em crise ao ver os desenhos criados por ele, sem ter certeza de que está executando muito bem o seu papel.

 

NA ESQUINA DA MINHA RUA FAVORITA COM A TUA

Brasil, 2017, 18´ | De Alice Name-Bomtemp

Helena foi ao cinema e conheceu Tainá. Tudo que aconteceu depois foi só um quase e, por algum motivo, não foi. Ou talvez tenha sido.

 

ENTRE OMBROS

Brasil, 2016, 20´ | De Carolina Castilho

Entenda as questões que fazem da identidade de gênero uma construção social, expostas por meio da relação entre uma adolescente intersexual, sua mãe e a cidade onde vivem.

 

IRENE

Brasil, 2011, 15´ | De Patricia Galucci, Victor Nascimento

Irene é uma senhora que vive reclusa numa casa de campo. Quando sua neta decide aparecer inesperadamente para uma visita junto com sua amiga, a reclusão de Irene é perturbada e ela começa a reviver sentimentos que pareciam estar esquecidos.

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Música Livre – Ivo Vargas e Arthus Fochi

Música - Centro de Artes UFF - qui, 11/07/2019 - 11:42

Ivo Vargas Ivo apresenta, nesse show de voz e violão, o repertório do seu primeiro disco, intitulado Atalaia, álbum com previsão de lançamento ainda para o segundo semestre. Conhecido pelos trabalhos na banda Giras Gerais, no duo Dois Varguinhas e por ser elogiado intérprete do cancioneiro brasileiro, pela primeira vez, Ivo apresenta um espetáculo somente de composições suas. Um show intimista e repleto de emoções.

Arthus Fochi   

Fechando a noite, Arthus Fochi leva ao palco do Teatro da UFF o show que, recentemente, foi lançado em formato de álbum, intitulado Arthus Fochi e os Botos da Guanabara (Ao vivo no Barbatana), que conta com a participação e intervenção poética do Coletivo Niteroiense de Poesia: Laboriosa. O show apresenta canções inéditas do artista carioca e outras já lançadas no projeto Ano Sabático, no qual gravou junto a nomes como Chico Chico, Livia Nestrovisk, Déa Trancoso, e Júlia Vargas. Segundo ele, o público niteroiense pode esperar uma noite de muita poesia, reflexão, e emoção.

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Música Livre – Ivo Vargas e Arthus Fochi

Centro de Artes UFF - qui, 11/07/2019 - 11:42

Ivo Vargas Ivo apresenta, nesse show de voz e violão, o repertório do seu primeiro disco, intitulado Atalaia, álbum com previsão de lançamento ainda para o segundo semestre. Conhecido pelos trabalhos na banda Giras Gerais, no duo Dois Varguinhas e por ser elogiado intérprete do cancioneiro brasileiro, pela primeira vez, Ivo apresenta um espetáculo somente de composições suas. Um show intimista e repleto de emoções.

Arthus Fochi   

Fechando a noite, Arthus Fochi leva ao palco do Teatro da UFF o show que, recentemente, foi lançado em formato de álbum, intitulado Arthus Fochi e os Botos da Guanabara (Ao vivo no Barbatana), que conta com a participação e intervenção poética do Coletivo Niteroiense de Poesia: Laboriosa. O show apresenta canções inéditas do artista carioca e outras já lançadas no projeto Ano Sabático, no qual gravou junto a nomes como Chico Chico, Livia Nestrovisk, Déa Trancoso, e Júlia Vargas. Segundo ele, o público niteroiense pode esperar uma noite de muita poesia, reflexão, e emoção.

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Violinos do Rio

Música - Centro de Artes UFF - qui, 11/07/2019 - 11:23

Os Violinos do Rio é um segmento da Camerata de Cordas Villa-Lobos que nasceu em 2011 através do desejo de músicos residentes no Rio de Janeiro em formar um grupo que se dedicasse a Música de Câmara apresentando-se sem regência, possibilitando assim um contato mais próximo entre os musicistas e seu público.

No fim de 2018, em sua 7ª temporada, a Camerata de Cordas Villa-Lobos decidiu oferecer ao grande público uma formação pouquíssima usual no mundo: orquestra de violinos. O concerto Violinos do Rio traz a seus expectadores peças de enorme musicalidade e virtuosismo, escolhidas a dedo pelo diretor artístico do conjunto, Paulo Bosísio. Com obras que vão do período barroco até os dias atuais, o programa é uma verdadeira viagem no tempo, na história da música erudita. O concerto promete muita emoção e qualidade artística.

Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741) – Sonata à Tre em Si bemol maior
Prelúdio – Alemanda – Corrente

Georg Philipp Telemann (1681-1767) – Sonata à Quattro em Dó maior
Grave – Allegro – Largo e Spicatto – Allegro

Johann Sebastian Bach (1685-1750) –Sonata em Sol Menor (Fuga)
Versão para violinos: Matheus Marins Monteiro de Barros (1991) –

Jakob Dont (1815-1888) – Quarteto para 4 violinos op.42

Allegro espressivo – Scherzo – Larguetto – Vivace

Alvaro Carriello (1985) – Sonata Concertante / Solista: Paulo Bosísio
Andante Expressivo (Romance)
Allegro Vivace (Divertimento)
Moderato (Valsa)

Ernst Mahle (1929) – Ao cair da tarde
Poco Largo – Allegro

Ernani Aguiar (1950-) – Música para Três Violinos
Molto Allegro – Lento – Vivo

Witold Lutoslawsky (1913-1994) – Quatro Melodias da Silésia
Namorando – Arvoredo – O Ganso – O Diretor

DIRETOR ARTÍSTICO Paulo Bosísio
VIOLINOS Yuri Reis (Spalla) – Álvaro Carriello – Rafael Dias Belo – Matheus Marins – Sérgio de Oliveira – Joel Victor

27 de agosto de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Violinos do Rio

Centro de Artes UFF - qui, 11/07/2019 - 11:23

Os Violinos do Rio é um segmento da Camerata de Cordas Villa-Lobos que nasceu em 2011 através do desejo de músicos residentes no Rio de Janeiro em formar um grupo que se dedicasse a Música de Câmara apresentando-se sem regência, possibilitando assim um contato mais próximo entre os musicistas e seu público.

No fim de 2018, em sua 7ª temporada, a Camerata de Cordas Villa-Lobos decidiu oferecer ao grande público uma formação pouquíssima usual no mundo: orquestra de violinos. O concerto Violinos do Rio traz a seus expectadores peças de enorme musicalidade e virtuosismo, escolhidas a dedo pelo diretor artístico do conjunto, Paulo Bosísio. Com obras que vão do período barroco até os dias atuais, o programa é uma verdadeira viagem no tempo, na história da música erudita. O concerto promete muita emoção e qualidade artística.

Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741) – Sonata à Tre em Si bemol maior
Prelúdio – Alemanda – Corrente

Georg Philipp Telemann (1681-1767) – Sonata à Quattro em Dó maior
Grave – Allegro – Largo e Spicatto – Allegro

Johann Sebastian Bach (1685-1750) –Sonata em Sol Menor (Fuga)
Versão para violinos: Matheus Marins Monteiro de Barros (1991) –

Jakob Dont (1815-1888) – Quarteto para 4 violinos op.42

Allegro espressivo – Scherzo – Larguetto – Vivace

Alvaro Carriello (1985) – Sonata Concertante / Solista: Paulo Bosísio
Andante Expressivo (Romance)
Allegro Vivace (Divertimento)
Moderato (Valsa)

Ernst Mahle (1929) – Ao cair da tarde
Poco Largo – Allegro

Ernani Aguiar (1950-) – Música para Três Violinos
Molto Allegro – Lento – Vivo

Witold Lutoslawsky (1913-1994) – Quatro Melodias da Silésia
Namorando – Arvoredo – O Ganso – O Diretor

DIRETOR ARTÍSTICO Paulo Bosísio
VIOLINOS Yuri Reis (Spalla) – Álvaro Carriello – Rafael Dias Belo – Matheus Marins – Sérgio de Oliveira – Joel Victor

27 de agosto de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Música no Jardim – Música Antiga da UFF

Música - Centro de Artes UFF - qua, 10/07/2019 - 12:04

Trovadores: Canções e danças da França Medieval

A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence.

A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai.

A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame.

No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes.

Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos.

O Música Antiga da UFF nesse programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas.

Leandro Mendes

PROGRAMA

Anônimo (sec XIV) – Chevalier mult estes guariz

Anônimo (sec XIV)  – La seconde estampie royal

Guiot de Dijon (sec XIV) Chanterai por mon coraige

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Comment qu’a moy

Guillaume de Machaut (1300-1377)  – Se ma dame m’aguerpy

Anônimo (sec XIV) – La quarte estampie royal

Guillaume de Machaut (1300-1377) Douce dame jolie

Anônimo (sec XIV) – Gaite de la tor

Anônimo (sec XIV) – La uitime estampie royal

Anônimo (sec XIV)  – Belle Doette

Guillaume de Machaut (1300-1377) Ay mi dame de valour

Moniot d’Arras (1313-1339) – Ce fut en mai

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Quant je suis mis

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Je vivroie liement

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF Leandro Mendes e Mario Orlando
Convidada: Sonia Leal Wegenast

21 de agosto de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

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Música no Jardim – Música Antiga da UFF

Centro de Artes UFF - qua, 10/07/2019 - 12:04

Trovadores: Canções e danças da França Medieval

A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence.

A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai.

A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame.

No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes.

Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos.

O Música Antiga da UFF nesse programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas.

Leandro Mendes

PROGRAMA

Anônimo (sec XIV) – Chevalier mult estes guariz

Anônimo (sec XIV)  – La seconde estampie royal

Guiot de Dijon (sec XIV) Chanterai por mon coraige

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Comment qu’a moy

Guillaume de Machaut (1300-1377)  – Se ma dame m’aguerpy

Anônimo (sec XIV) – La quarte estampie royal

Guillaume de Machaut (1300-1377) Douce dame jolie

Anônimo (sec XIV) – Gaite de la tor

Anônimo (sec XIV) – La uitime estampie royal

Anônimo (sec XIV)  – Belle Doette

Guillaume de Machaut (1300-1377) Ay mi dame de valour

Moniot d’Arras (1313-1339) – Ce fut en mai

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Quant je suis mis

Guillaume de Machaut (1300-1377) – Je vivroie liement

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF Leandro Mendes e Mario Orlando
Convidada: Sonia Leal Wegenast

21 de agosto de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

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