Centro de Artes UFF

MOMENTO CORRENTE

Centro de Artes UFF - ter, 10/12/2019 - 12:51

Deixando descansar a fatigada poética que utiliza como exemplo máximo de passagem a metamorfose da lagarta ao deixar seu casulo, aderimos à exúvia do animal – que não apenas deixa para o mundo a casca que lhe formou mas nela mesmo sua própria forma final. Assim, exposta, não como o próprio bicho que já migrou, mas como o resquício da produção de si. Aqui estão visíveis os esqueletos deixados tanto pelas variações do nosso tempo quanto pelos próprios artistas que as notaram, deixando ao mundo de volta sua formulação outra. Seja pela corrente temporal, pela corrente que censura – da qual o corpo se esforça para mostrar-se sob -, pelo cordel que prende o ritmo do verbo com a finura da linha e não da prisão, pela natureza que condenada devolve seu corpo em forma de toxidade corrente em variadas correntes aquáticas: o momento é esse, de formas nítidas e graves. Não mais nos servimos da metáfora do casulo que esconde, mas de pontas agudas que expõem o percurso do instante.

Abertura 13 de dezembro de 2019
Sexta – 17h
Visitação até 19 de janeiro de 2020
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

MOMENTO CORRENTE

Artes Visuais - Centro de Artes UFF - ter, 10/12/2019 - 12:51

Deixando descansar a fatigada poética que utiliza como exemplo máximo de passagem a metamorfose da lagarta ao deixar seu casulo, aderimos à exúvia do animal – que não apenas deixa para o mundo a casca que lhe formou mas nela mesmo sua própria forma final. Assim, exposta, não como o próprio bicho que já migrou, mas como o resquício da produção de si. Aqui estão visíveis os esqueletos deixados tanto pelas variações do nosso tempo quanto pelos próprios artistas que as notaram, deixando ao mundo de volta sua formulação outra. Seja pela corrente temporal, pela corrente que censura – da qual o corpo se esforça para mostrar-se sob -, pelo cordel que prende o ritmo do verbo com a finura da linha e não da prisão, pela natureza que condenada devolve seu corpo em forma de toxidade corrente em variadas correntes aquáticas: o momento é esse, de formas nítidas e graves. Não mais nos servimos da metáfora do casulo que esconde, mas de pontas agudas que expõem o percurso do instante.

Abertura 13 de dezembro de 2019
Sexta – 17h
Visitação até 19 de janeiro de 2020
Galeria de Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí
Entrada Franca

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BIXA TRAVESTY

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:54

Brasil, 2019, 75’, 14 anos
De Kiko Goifman e Claudia Priscilla

O corpo político de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, é a força motriz desse documentário que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça. Melhor Documentário no Festival de Cinema de Madrid 2018, no Festival Internacional de Cinema Lésbico e Gay de Milão 2018 e no Festival de Merlinka, Prêmio do Júri no Festival de cinema Inside Out Toronto LGBT 2018 e Índia Catalina de Ouro de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Cinema de Cartagena 2018.

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BIXA TRAVESTY

Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:54

Brasil, 2019, 75’, 14 anos
De Kiko Goifman e Claudia Priscilla

O corpo político de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, é a força motriz desse documentário que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça. Melhor Documentário no Festival de Cinema de Madrid 2018, no Festival Internacional de Cinema Lésbico e Gay de Milão 2018 e no Festival de Merlinka, Prêmio do Júri no Festival de cinema Inside Out Toronto LGBT 2018 e Índia Catalina de Ouro de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Cinema de Cartagena 2018.

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A VIDA INVISÍVEL

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:50

Brasil, 2019, 139’, 16 anos
De Karim Aïnouz
Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Bárbara Santos, Fernanda Montenegro

Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor. Prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes e filme indicado pelo Brasil a uma vaga ao Oscar de Filme Internacional.

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A VIDA INVISÍVEL

Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:50

Brasil, 2019, 139’, 16 anos
De Karim Aïnouz
Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Bárbara Santos, Fernanda Montenegro

Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor. Prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes e filme indicado pelo Brasil a uma vaga ao Oscar de Filme Internacional.

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O MUNDO PERDIDO

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:31

The lost world, EUA, 1925, 105’, Livre
De Harry O. Hoyt
Com Wallace Beery, Bessie Love, Lloyd Hughes

O Professor Challenger lidera um grupo de exploradores britânicos rumo à América do Sul para provar ao mundo civilizado que existe uma terra onde habitam criaturas pré-históricas. O que os exploradores encontram é justamente isso: um planalto amazônico habitado por todos os tipos de dinossauros.

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O MUNDO PERDIDO

Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 17:31

The lost world, EUA, 1925, 105’, Livre
De Harry O. Hoyt
Com Wallace Beery, Bessie Love, Lloyd Hughes

O Professor Challenger lidera um grupo de exploradores britânicos rumo à América do Sul para provar ao mundo civilizado que existe uma terra onde habitam criaturas pré-históricas. O que os exploradores encontram é justamente isso: um planalto amazônico habitado por todos os tipos de dinossauros.

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OSN UFF – Celebrações dos 60 anos da UFF

Música - Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 12:59

Em 2020, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai completar seis décadas de fundação. No dia 18 de dezembro, às 19h30, no Cine Arte UFF, como lançamento das comemorações destes 60 anos, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF fará um concerto com árias de óperas célebres de dois grandes compositores do gênero: o italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), de Rigoletto, Nabuco e La Traviatta, e o brasileiro Carlos Gomes (1836-1896), de O Guarani, Condor e Lo Schiavo. O concerto oferece o encontro musical da tradição da ópera italiana figurada na obra de Giuseppe Verdi com o nascimento de identidade nacional brasileira, no qual a expressiva música de Carlos Gomes tem papel fundamental.

A apresentação terá a participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, como solista, e a regência do maestro Tobias Volkmann. A sessão reunirá convidados, autoridades, a comunidade acadêmica e o público em geral, e o concerto da OSN UFF terá entrada gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da apresentação. Este será também o concerto de encerramento da Temporada 2019 da OSN e marcará a despedida de Tobias como maestro convidado regular da orquestra, junto da qual ele atua de forma contínua desde 2016.

PROGRAMA:

Carlos GOMES
O Guarani
Abertura 9′
Gentile di cuore – ária de Ceci 4′

Giuseppe VERDI
Rigoletto
Prelúdio 2’40
Caro nome – ária de Gilda 8′

Carlos GOMES
Condor
Noturno 4′

Carlos GOMES
Lo Schiavo
Inno della libertà – Condessa de Boissy 4′
Alvorada 8′

Giuseppe VERDI
Nabucco
Abertura 8′

Giuseppe VERDI
La traviata
Prelúdio do Ato 1
È strano! È strano…Follie! Delirio vano è questo…Sempre libera – grande ária de Violetta 9’30

Sobre o regente:
Principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos grandes destaques recentes da cena musical brasileira e vem também construindo uma sólida carreira internacional. Como maestro titular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2016 a 2018, dedicou-se especialmente ao repertório operístico, coral-sinfônico e de ballet, recebendo reconhecimento de público e crítica, com destaques recentes para a Segunda Sinfonia de Mahler e a ópera Un ballo in maschera de Verdi. Na OSN UFF dedicou especial atenção à música brasileira, com estreias regulares de obras sinfônicas contemporâneas. Sob sua direção musical, a orquestra vem retomando a vocação inicial para o registro fonográfico, tendo gravado três CDs desde 2016.

Sobre a solista:
Nascida no Rio de Janeiro, formada em atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena, Ludmilla Bauerfeldt começou a estudar Técnica Vocal em 2005 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em Canto pela Unirio na classe da professora Carol McDavit. No projeto “Ópera na Unirio”, apresentou-se em “La Canterina” de Haydn e “The Telephone”, de Menotti. Entre 2011 e 2014 apresentou-se em vários teatros da Europa e EUA e integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro Alla Scala em Milão, Itália. É vencedora de prêmios como “Vozes do Brasil” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), e “Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão” (2011), Prêmio Etta Limiti – Opera, em Milão, Itália, e Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia (2014); Concurso Internacional de Canto Hariclea Darclèe na Romênia, e Concurso Internacional de Belcanto Vincenzo Bellini em Vendôme, na França (2017). Em 2018 participou do “Stars and Rising Stars” Festival em Munique, Alemanha, ao lado do tenor Daniel Behle e do pianista Semion Skigin apresentado árias e duos de Mozart.

18 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 19h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói-RJ
Entrada Franca – distribuição de senhas uma hora antes da apresentação
Classificação etária: Livre

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OSN UFF – Celebrações dos 60 anos da UFF

Centro de Artes UFF - seg, 09/12/2019 - 12:59

Em 2020, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai completar seis décadas de fundação. No dia 18 de dezembro, às 19h30, no Cine Arte UFF, como lançamento das comemorações destes 60 anos, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF fará um concerto com árias de óperas célebres de dois grandes compositores do gênero: o italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), de Rigoletto, Nabuco e La Traviatta, e o brasileiro Carlos Gomes (1836-1896), de O Guarani, Condor e Lo Schiavo. O concerto oferece o encontro musical da tradição da ópera italiana figurada na obra de Giuseppe Verdi com o nascimento de identidade nacional brasileira, no qual a expressiva música de Carlos Gomes tem papel fundamental.

A apresentação terá a participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, como solista, e a regência do maestro Tobias Volkmann. A sessão reunirá convidados, autoridades, a comunidade acadêmica e o público em geral, e o concerto da OSN UFF terá entrada gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da apresentação. Este será também o concerto de encerramento da Temporada 2019 da OSN e marcará a despedida de Tobias como maestro convidado regular da orquestra, junto da qual ele atua de forma contínua desde 2016.

PROGRAMA:

Carlos GOMES
O Guarani
Abertura 9′
Gentile di cuore – ária de Ceci 4′

Giuseppe VERDI
Rigoletto
Prelúdio 2’40
Caro nome – ária de Gilda 8′

Carlos GOMES
Condor
Noturno 4′

Carlos GOMES
Lo Schiavo
Inno della libertà – Condessa de Boissy 4′
Alvorada 8′

Giuseppe VERDI
Nabucco
Abertura 8′

Giuseppe VERDI
La traviata
Prelúdio do Ato 1
È strano! È strano…Follie! Delirio vano è questo…Sempre libera – grande ária de Violetta 9’30

Sobre o regente:
Principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos grandes destaques recentes da cena musical brasileira e vem também construindo uma sólida carreira internacional. Como maestro titular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2016 a 2018, dedicou-se especialmente ao repertório operístico, coral-sinfônico e de ballet, recebendo reconhecimento de público e crítica, com destaques recentes para a Segunda Sinfonia de Mahler e a ópera Un ballo in maschera de Verdi. Na OSN UFF dedicou especial atenção à música brasileira, com estreias regulares de obras sinfônicas contemporâneas. Sob sua direção musical, a orquestra vem retomando a vocação inicial para o registro fonográfico, tendo gravado três CDs desde 2016.

Sobre a solista:
Nascida no Rio de Janeiro, formada em atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena, Ludmilla Bauerfeldt começou a estudar Técnica Vocal em 2005 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em Canto pela Unirio na classe da professora Carol McDavit. No projeto “Ópera na Unirio”, apresentou-se em “La Canterina” de Haydn e “The Telephone”, de Menotti. Entre 2011 e 2014 apresentou-se em vários teatros da Europa e EUA e integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro Alla Scala em Milão, Itália. É vencedora de prêmios como “Vozes do Brasil” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), e “Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão” (2011), Prêmio Etta Limiti – Opera, em Milão, Itália, e Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia (2014); Concurso Internacional de Canto Hariclea Darclèe na Romênia, e Concurso Internacional de Belcanto Vincenzo Bellini em Vendôme, na França (2017). Em 2018 participou do “Stars and Rising Stars” Festival em Munique, Alemanha, ao lado do tenor Daniel Behle e do pianista Semion Skigin apresentado árias e duos de Mozart.

18 de dezembro de 2019
Quarta-feira | 19h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói-RJ
Entrada Franca – distribuição de senhas uma hora antes da apresentação
Classificação etária: Livre

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DOIS PAPAS

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:20

The two Popes, Reino Unido/Ita/Arg/EUA, 2019, 125’, 12 anos
De Fernando Meirelles
Com Anthony Hopkins, Jonathan Pryce, Juan Minujin

Buenos Aires, 2012. O cardeal argentino Jorge Bergoglio (futuro papa Francisco) está decidido a pedir sua aposentadoria devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Ao chegar, eles iniciam uma longa conversa onde debatem não só os rumos do catolicismo, mas também afeições e peculiaridades da personalidade de cada um. Roteirista do Ano no Hollywood Film Awards 2019. Filme, direção, roteiro e atuações vêm sendo apontados em várias listas como prováveis indicações ao Oscar.

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DOIS PAPAS

Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:20

The two Popes, Reino Unido/Ita/Arg/EUA, 2019, 125’, 12 anos
De Fernando Meirelles
Com Anthony Hopkins, Jonathan Pryce, Juan Minujin

Buenos Aires, 2012. O cardeal argentino Jorge Bergoglio (futuro papa Francisco) está decidido a pedir sua aposentadoria devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Ao chegar, eles iniciam uma longa conversa onde debatem não só os rumos do catolicismo, mas também afeições e peculiaridades da personalidade de cada um. Roteirista do Ano no Hollywood Film Awards 2019. Filme, direção, roteiro e atuações vêm sendo apontados em várias listas como prováveis indicações ao Oscar.

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PARASITA

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:10

Gisaengchung, Coreia do Sul, 2019, 132’, 16 anos
De Joon-ho Bong
Com Kang-Ho Song, Woo-sik Choi, Park So-Dam

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente de Ki-taek comece a dar aulas de inglês a uma garota de uma família rica. A partir do momento em que a trajetória das duas famílias se cruza, vamos nos surpreendendo com uma trama de golpes, segredos e conflitos de classes. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Sidney 2019 e Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2019, Parasita já é o grande favorito ao Oscar 2020 de Filme Internacional.

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PARASITA

Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:10

Gisaengchung, Coreia do Sul, 2019, 132’, 16 anos
De Joon-ho Bong
Com Kang-Ho Song, Woo-sik Choi, Park So-Dam

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente de Ki-taek comece a dar aulas de inglês a uma garota de uma família rica. A partir do momento em que a trajetória das duas famílias se cruza, vamos nos surpreendendo com uma trama de golpes, segredos e conflitos de classes. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Sidney 2019 e Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2019, Parasita já é o grande favorito ao Oscar 2020 de Filme Internacional.

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DIZ A ELA QUE ME VIU CHORAR

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:01

Brasil, 2019, 83’, 16 anos
De Maíra Bühler

Por mais que suas trajetórias possam ter sido diferentes, o destino de todos eles, até então, é o mesmo: ser refém do próprio vício. Habitando um prédio localizado em São Paulo, um grupo de viciados em crack luta para reconstruir a própria vida enquanto passa pela difícil fase da desintoxicação. Enquanto alguns encaram a situação com bom humor e otimismo, outros já viram dias melhores. Prêmio da Crítica no Festival de Cinema do Uruguai 2019.

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DIZ A ELA QUE ME VIU CHORAR

Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 18:01

Brasil, 2019, 83’, 16 anos
De Maíra Bühler

Por mais que suas trajetórias possam ter sido diferentes, o destino de todos eles, até então, é o mesmo: ser refém do próprio vício. Habitando um prédio localizado em São Paulo, um grupo de viciados em crack luta para reconstruir a própria vida enquanto passa pela difícil fase da desintoxicação. Enquanto alguns encaram a situação com bom humor e otimismo, outros já viram dias melhores. Prêmio da Crítica no Festival de Cinema do Uruguai 2019.

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AINDA TEMOS A IMENSIDÃO DA NOITE

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 17:57

Brasil/Alemanha, 2019, 98’, 16 anos
De Gustavo Galvão
Com Ayla Gresta, Gustavo Halfeld, Steven Lange

Cansada de lutar por um lugar ao sol com sua aguerrida banda de rock, onde é vocalista e trompetista, Karen decide ir embora de Brasília. Ela segue os passos do ex-parceiro de banda Artur, que tenta a sorte em Berlim. O convite parte de Martin, amigo alemão com quem fecham um triângulo imprevisível.

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AINDA TEMOS A IMENSIDÃO DA NOITE

Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 17:57

Brasil/Alemanha, 2019, 98’, 16 anos
De Gustavo Galvão
Com Ayla Gresta, Gustavo Halfeld, Steven Lange

Cansada de lutar por um lugar ao sol com sua aguerrida banda de rock, onde é vocalista e trompetista, Karen decide ir embora de Brasília. Ela segue os passos do ex-parceiro de banda Artur, que tenta a sorte em Berlim. O convite parte de Martin, amigo alemão com quem fecham um triângulo imprevisível.

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TETÊ MATTOS: CINEASTA DE NITERÓI

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 17:37

A história do cinema produzido e exibido em Niterói nas últimas décadas se confunde com a trajetória de Tetê Mattos. Cineasta que muitas vezes trata da cidade em seus filmes, produtora do saudoso Araribóia Cine e professora do curso de Produção Cultural da UFF, Tetê é a homenageada da última sessão do ano do Cineclube Quase Catálogo.

A MALDITA
Brasil, 2007, 20’, 35mm
De Tetê Mattos

Em 1982 entra no ar, em Niterói, a Rádio Fluminense FM, a Maldita, que com irreverência, ousadia e criatividade, rompe com os padronizados mercados de música estrangeira e dá início a chamada geração Rock 80. Prêmio de Melhor Filme pelo voto popular no Festival do Rio 2007.

ERA ARARIBÓIA UM ASTRONAUTA?
Brasil, 1998, 27’
De Tetê Mattos

Em outubro de 1993, a cidade de Niterói foi parar nas manchetes dos principais jornais do país devido ao aparecimento de misteriosos círculos concêntricos nas areias da praia de Icaraí. Atribuídas a supostos discos-voadores, as estranhas marcas tornaram-se objeto de divertida polêmica. Que marcas seriam aquelas? Quem poderia tê-las realizado? Premiado no XXXI Festival Brasileiro de Cinema de Brasília e no III Festival de Recife.

FANTASIAS DE PAPEL
Brasil, 2015, 15’
De Tetê Mattos

Há mais de 25 anos no Brasil, a fotonovela representou um mercado cativo para milhões de leitores, que teve o seu apogeu nos anos 50, 60 e 70. Através de depoimentos de atores, produtores e teóricos, o curta revela a aventura de produção das fotonovelas brasileiras, que se tornaram verdadeiras fantasias de papel. Prêmio de Melhor Roteiro no RECINE 2015.

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TETÊ MATTOS: CINEASTA DE NITERÓI

Centro de Artes UFF - seg, 02/12/2019 - 17:37

A história do cinema produzido e exibido em Niterói nas últimas décadas se confunde com a trajetória de Tetê Mattos. Cineasta que muitas vezes trata da cidade em seus filmes, produtora do saudoso Araribóia Cine e professora do curso de Produção Cultural da UFF, Tetê é a homenageada da última sessão do ano do Cineclube Quase Catálogo.

A MALDITA
Brasil, 2007, 20’, 35mm
De Tetê Mattos

Em 1982 entra no ar, em Niterói, a Rádio Fluminense FM, a Maldita, que com irreverência, ousadia e criatividade, rompe com os padronizados mercados de música estrangeira e dá início a chamada geração Rock 80. Prêmio de Melhor Filme pelo voto popular no Festival do Rio 2007.

ERA ARARIBÓIA UM ASTRONAUTA?
Brasil, 1998, 27’
De Tetê Mattos

Em outubro de 1993, a cidade de Niterói foi parar nas manchetes dos principais jornais do país devido ao aparecimento de misteriosos círculos concêntricos nas areias da praia de Icaraí. Atribuídas a supostos discos-voadores, as estranhas marcas tornaram-se objeto de divertida polêmica. Que marcas seriam aquelas? Quem poderia tê-las realizado? Premiado no XXXI Festival Brasileiro de Cinema de Brasília e no III Festival de Recife.

FANTASIAS DE PAPEL
Brasil, 2015, 15’
De Tetê Mattos

Há mais de 25 anos no Brasil, a fotonovela representou um mercado cativo para milhões de leitores, que teve o seu apogeu nos anos 50, 60 e 70. Através de depoimentos de atores, produtores e teóricos, o curta revela a aventura de produção das fotonovelas brasileiras, que se tornaram verdadeiras fantasias de papel. Prêmio de Melhor Roteiro no RECINE 2015.

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