Centro de Artes UFF

SYNONYMES

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 13/01/2020 - 17:19

Synonymes, França/Irs/Ale, 2019, 123’, 16 anos
De Nadav Lapid
Com Tom Mercier, Louise Chevillotte, Quentin Dolmaire

Yoav é um adolescente israelense que foge de seu país e parte para a França, onde vive em Paris enquanto esconde a sua identidade. Determinado a extinguir suas origens, seu principal companheiro é um dicionário de francês-hebreu. Urso de Ouro e Prêmio da Crítica no Festival de Berlin 2019.

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SYNONYMES

Centro de Artes UFF - seg, 13/01/2020 - 17:19

Synonymes, França/Irs/Ale, 2019, 123’, 16 anos
De Nadav Lapid
Com Tom Mercier, Louise Chevillotte, Quentin Dolmaire

Yoav é um adolescente israelense que foge de seu país e parte para a França, onde vive em Paris enquanto esconde a sua identidade. Determinado a extinguir suas origens, seu principal companheiro é um dicionário de francês-hebreu. Urso de Ouro e Prêmio da Crítica no Festival de Berlin 2019.

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A FAMÍLIA ADDAMS – Dublado

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 13/01/2020 - 17:17

The Addams family, Canadá/EUA, 2019, 86’, Livre, Dublado, Animação
De Conrad Vernon e Greg Tiernan

A Família Addams precisa se preparar para receber uma visita de parentes ainda mais arrepiantes. Mas a misteriosa mansão deles parece estar com os dias de maldade contados. O clã assustador mais querido dos cinemas está de volta nessa animação baseada nos quadrinhos de Charles Addams.

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A FAMÍLIA ADDAMS – Dublado

Centro de Artes UFF - seg, 13/01/2020 - 17:17

The Addams family, Canadá/EUA, 2019, 86’, Livre, Dublado, Animação
De Conrad Vernon e Greg Tiernan

A Família Addams precisa se preparar para receber uma visita de parentes ainda mais arrepiantes. Mas a misteriosa mansão deles parece estar com os dias de maldade contados. O clã assustador mais querido dos cinemas está de volta nessa animação baseada nos quadrinhos de Charles Addams.

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RESULTADO FINAL DO CONCURSO PARA MÚSICO DA UFF

Centro de Artes UFF - qui, 09/01/2020 - 18:56

Está disponível no site da Coordenação de Seleção e Acesso da Universidade Federal Fluminense (COSEAC-UFF) o resultado final do Concurso Público para o cargo de Músico (Nível E)

Os aprovados preencherão as vagas em 11 modalidades de instrumentos: Flauta/Música Sinfônica; Percussão/Teclados/Música Sinfônica; Trombone Baixo/Música Sinfônica; Trombone Tenor/Música Sinfônica; Trompa/Música Sinfônica; Violino/Música Sinfônica; Viola/Música Camerista; Violoncelo/Música Camerista; Alaúde/Música Antiga; Canto/Música Antiga; Viola da Gamba/ Música Antiga.

Resultado final do concurso aqui:

http://www.coseac.uff.br/concursos/uff/musico/2019/index.htm

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A VIDA INVISÍVEL

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:21

Brasil, 2019, 139’, 16 anos
De Karim Aïnouz
Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Bárbara Santos, Fernanda Montenegro

Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor. Prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Melhor Atriz (Carol Duarte e Julia Stockler) pela APCA-SP e Melhor Fotografia, Direção de Arte e Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Havana.

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A VIDA INVISÍVEL

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:21

Brasil, 2019, 139’, 16 anos
De Karim Aïnouz
Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Bárbara Santos, Fernanda Montenegro

Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida é sua irmã mais velha e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor. Prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Melhor Atriz (Carol Duarte e Julia Stockler) pela APCA-SP e Melhor Fotografia, Direção de Arte e Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Havana.

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PARASITA

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:18

Gisaengchung, Coreia do Sul, 2019, 132’, 16 anos
De Joon-ho Bong
Com Kang-Ho Song, Woo-sik Choi, Park So-Dam

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente de Ki-taek comece a dar aulas de inglês a uma garota de uma família rica. A partir do momento em que a trajetória das duas famílias se cruza, vamos nos surpreendendo com uma trama de golpes, segredos e conflitos de classes. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Sidney 2019, Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2019, diversos prêmios da crítica americana, Globo de Ouro de Filme Estrangeiro e indicado a Melhor Elenco no SAG Awards. Parasita é o grande favorito ao Oscar 2020 de Filme Internacional.

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PARASITA

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:18

Gisaengchung, Coreia do Sul, 2019, 132’, 16 anos
De Joon-ho Bong
Com Kang-Ho Song, Woo-sik Choi, Park So-Dam

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente de Ki-taek comece a dar aulas de inglês a uma garota de uma família rica. A partir do momento em que a trajetória das duas famílias se cruza, vamos nos surpreendendo com uma trama de golpes, segredos e conflitos de classes. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Sidney 2019, Prêmio do Público na Mostra de São Paulo 2019, diversos prêmios da crítica americana, Globo de Ouro de Filme Estrangeiro e indicado a Melhor Elenco no SAG Awards. Parasita é o grande favorito ao Oscar 2020 de Filme Internacional.

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UMA MULHER ALTA

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:12

Dylda, Rússia, 2019, 137’, 16 anos
De Kantemir Balagov
Com Vasilisa Perelygina, Konstantin Balakirev, Ksenia

Na Leningrado de 1945, Iya e Masha são duas jovens mulheres em busca de esperança e significado em meios aos destroços deixados na Rússia após a Segunda Guerra Mundial. O cerco de Leningrado, um dos mais brutais da história, chegou ao fim, mas reconstruir suas vidas não será tarefa simples. Melhor Direção e Prêmio da Crítica na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Montreal 2019 e um dos dez semifinalistas entre os indicados a Filme Internacional no Oscar.

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UMA MULHER ALTA

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:12

Dylda, Rússia, 2019, 137’, 16 anos
De Kantemir Balagov
Com Vasilisa Perelygina, Konstantin Balakirev, Ksenia

Na Leningrado de 1945, Iya e Masha são duas jovens mulheres em busca de esperança e significado em meios aos destroços deixados na Rússia após a Segunda Guerra Mundial. O cerco de Leningrado, um dos mais brutais da história, chegou ao fim, mas reconstruir suas vidas não será tarefa simples. Melhor Direção e Prêmio da Crítica na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Montreal 2019 e um dos dez semifinalistas entre os indicados a Filme Internacional no Oscar.

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O FAROL

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:05

The lighthouse, EUA/Canadá, 2019, 109’, 16 anos
De Robert Eggers
Com Willem Dafoe e Robert Pattinson

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor. Prêmio da Crítica Internacional na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes 2019.

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O FAROL

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 17:05

The lighthouse, EUA/Canadá, 2019, 109’, 16 anos
De Robert Eggers
Com Willem Dafoe e Robert Pattinson

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor. Prêmio da Crítica Internacional na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes 2019.

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UM DIA DE CHUVA EM NOVA YORK

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 16:58

A rainy day in New York, EUA, 2019, 93’, 14 anos
De Woody Allen
Com Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Jude Law, Diego Luna

Ashleigh é uma estudante que consegue uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard. Ela e seu namorado Gatsby planejam transformar a oportunidade em uma viagem romântica a Nova York, cidade natal do rapaz. No entanto, quando chegam lá, os planos mudam: Ashleigh se vê em meio a uma série de incidentes e Gatsby acaba encontrando a irmã de uma antiga namorada, enquanto tenta fugir de um compromisso em família.

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UM DIA DE CHUVA EM NOVA YORK

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 16:58

A rainy day in New York, EUA, 2019, 93’, 14 anos
De Woody Allen
Com Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Jude Law, Diego Luna

Ashleigh é uma estudante que consegue uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard. Ela e seu namorado Gatsby planejam transformar a oportunidade em uma viagem romântica a Nova York, cidade natal do rapaz. No entanto, quando chegam lá, os planos mudam: Ashleigh se vê em meio a uma série de incidentes e Gatsby acaba encontrando a irmã de uma antiga namorada, enquanto tenta fugir de um compromisso em família.

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Foi-se: histórias que a morte conta

Artes Cênicas - Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 13:40

Em 2020, o Centro de Artes UFF dá início à série “A Literatura no Teatro”, com espetáculos teatrais, baseados e/ou adaptados de textos não teatrais, a serem apresentados no Teatro da UFF, ao longo do novo ano. Muitos escritores se consagraram escrevendo textos no formato de peças, apropriados para serem montados. Em sua elaboração, muitos desses textos já contêm, inclusive, as indicações cênicas ou didascálias, indicações de iluminação e de cenografia, o que, de certa forma, facilita a vida de encenadores e atores na hora em que escolhem determinados textos para interpretarem.

Com a série “A Literatura no Teatro”, o que se deseja é mostrar (e discutir) adaptações teatrais de textos e narrativas escritos quase que exclusivamente para o prazer da leitura, sem terem sido pensados para o palco. Alguns encenadores e diretores, às vezes, escolhem adaptar romances, novelas e contos, impondo-se o desafio de transpor a Literatura para o campo das Artes Cênicas, o que, na maioria das vezes, mostra ser um “recorte” ou um “olhar” materializador sobre aquilo que a leitura individual proporciona quando ativa a imaginação do leitor. O que transforma-se em um jogo bastante desafiador, tanto para o encenador/diretor quanto para o público/leitor.

Para cada espetáculo escolhido para compor esta série, haverá uma ou mais sessões com rodas de conversas ao final, unindo atores, encenadores e um professor/especialista no tema ou no autor da peça selecionada.

Abrindo a série “A Literatura no Teatro”, o espetáculo Foi-se: Histórias que a morte conta, baseado em contos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, fará seis apresentações no mês de fevereiro de 2019, no Teatro da UFF, sábados e domingos, às 19h. A data da sessão com debate será anunciada no final de janeiro.

Depois, em março ou abril, será a vez da peça Missa para Clarice, que reúne textos da escritora Clarice Lispector, selecionados e adaptados pelo diretor, dramaturgo e ator Eduardo Wotizk.

Foi-se: histórias que a morte conta – Contos de terror no Teatro da UFF

A peça, com foco principal no público adolescente, tem direção de Maria Coelho e Gabriel Mendes, com dramaturgia a partir de contos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, que mostram olhares diferentes do imaginário humano sobre a morte, apresentando ao público uma nova maneira de conhecer e se relacionar com as histórias de terror.

Há quem pense que as histórias de terror são criações contemporâneas do cinema que, com todo seu aparato tecnológico, são as únicas capazes de materializar o medo no público. De fato, os filmes de terror multiplicaram seus títulos nos últimos anos, com bilheterias milionárias e obras aclamadas. Mas a literatura de terror é um dos gêneros mais consagrados na história e apresentou nomes como Edgar Allan Por, H.P. Lovecraft, Mary Shelley, Ann Radcliffe, Guy de Maupassant e Stephen King.

Foi-se: histórias que a morte conta é um espetáculo criado a partir de uma longa pesquisa de dez anos sobre os contos de horror e terror. Pensado inicialmente para o público adolescente, carente de produções de arte específicas e que investe horas em maratonas de séries em streaming, o projeto ampliou seu foco e se debruça sobre outro tema, visto como sombrio, triste e sobrenatural – a morte.

“A morte é um assunto que causa sempre um incomodo entre as pessoas. Quando surge no meio de crianças e adolescentes então, não sabemos o que falar e como falar. Mas ela está aí, sendo noticiada diariamente. Por outro lado, as crianças e adolescentes também veem na morte um universo de fascínio sobrenatural. E é a partir desta mistura – do real e do imaginário – que criamos o espetáculo”, revela André Valim, um dos idealizadores.

É claro que a própria figura da Morte não poderia ficar de fora. No espetáculo, são elas – as personificações da Morte – as condutoras e narradoras de todas as histórias, pois são as únicas que presenciam todos os acontecimentos. Neste encontro íntimo, há espaço para o sombrio, para o misterioso, mas também para o cômico, para o riso, estabelecendo uma relação complexa tal qual é nossa própria forma de lidar com a morte.

SINOPSE
Se a Morte pudesse contar suas histórias, como seriam? De suspense, de horror, de terror? Cômicas, nonsense, cotidianas? Ou tudo isto? Foi-se: histórias que a Morte conta abre as portas da sala, oferece um lugar ao sofá e permite que o público ‘reviva’ momentos peculiares que foram acompanhados de perto por essas três senhoras. Ou três senhores…

Com textos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, o espetáculo apresenta histórias que brincam com o imaginário humano em torno da morte – real e sobrenatural.

FICHA TÉCNICA
Textos: “Flor, Telefone, Moça”, de Carlos Drummond de Andrade | “A morte na sala de aula”, de Walt Whitman | “Crianças à venda. Tratar aqui”, de Rosa Amanda Strausz
Tradução – “Death in the School-Room”: Ísis Azevedo
Direção: Maria Coelho e Gabriel Mendes
Elenco: Anderson Lopes e André Valim
Luz: Tadeu Aguiar
Figurino: Valério Bandeira
Músicas: Marcello Sader
Cenografia: André Valim e Day Bertolossi
Supervisão de Cenografia: Daniele Geammal
Assistência de Produção: Juliana Valin
Designer Gráfico: Vitor Gonçalves
Fotos: Fernando Carvalho
Realização: Onírico Cia de Teatro

01 a 16 de fevereiro de 2020
Sábados e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – 10 anos

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Foi-se: histórias que a morte conta

Centro de Artes UFF - seg, 06/01/2020 - 13:40

Em 2020, o Centro de Artes UFF dá início à série “A Literatura no Teatro”, com espetáculos teatrais, baseados e/ou adaptados de textos não teatrais, a serem apresentados no Teatro da UFF, ao longo do novo ano. Muitos escritores se consagraram escrevendo textos no formato de peças, apropriados para serem montados. Em sua elaboração, muitos desses textos já contêm, inclusive, as indicações cênicas ou didascálias, indicações de iluminação e de cenografia, o que, de certa forma, facilita a vida de encenadores e atores na hora em que escolhem determinados textos para interpretarem.

Com a série “A Literatura no Teatro”, o que se deseja é mostrar (e discutir) adaptações teatrais de textos e narrativas escritos quase que exclusivamente para o prazer da leitura, sem terem sido pensados para o palco. Alguns encenadores e diretores, às vezes, escolhem adaptar romances, novelas e contos, impondo-se o desafio de transpor a Literatura para o campo das Artes Cênicas, o que, na maioria das vezes, mostra ser um “recorte” ou um “olhar” materializador sobre aquilo que a leitura individual proporciona quando ativa a imaginação do leitor. O que transforma-se em um jogo bastante desafiador, tanto para o encenador/diretor quanto para o público/leitor.

Para cada espetáculo escolhido para compor esta série, haverá uma ou mais sessões com rodas de conversas ao final, unindo atores, encenadores e um professor/especialista no tema ou no autor da peça selecionada.

Abrindo a série “A Literatura no Teatro”, o espetáculo Foi-se: Histórias que a morte conta, baseado em contos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, fará seis apresentações no mês de fevereiro de 2019, no Teatro da UFF, sábados e domingos, às 19h. A data da sessão com debate será anunciada no final de janeiro.

Depois, em março ou abril, será a vez da peça Missa para Clarice, que reúne textos da escritora Clarice Lispector, selecionados e adaptados pelo diretor, dramaturgo e ator Eduardo Wotizk.

Foi-se: histórias que a morte conta – Contos de terror no Teatro da UFF

A peça, com foco principal no público adolescente, tem direção de Maria Coelho e Gabriel Mendes, com dramaturgia a partir de contos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, que mostram olhares diferentes do imaginário humano sobre a morte, apresentando ao público uma nova maneira de conhecer e se relacionar com as histórias de terror.

Há quem pense que as histórias de terror são criações contemporâneas do cinema que, com todo seu aparato tecnológico, são as únicas capazes de materializar o medo no público. De fato, os filmes de terror multiplicaram seus títulos nos últimos anos, com bilheterias milionárias e obras aclamadas. Mas a literatura de terror é um dos gêneros mais consagrados na história e apresentou nomes como Edgar Allan Por, H.P. Lovecraft, Mary Shelley, Ann Radcliffe, Guy de Maupassant e Stephen King.

Foi-se: histórias que a morte conta é um espetáculo criado a partir de uma longa pesquisa de dez anos sobre os contos de horror e terror. Pensado inicialmente para o público adolescente, carente de produções de arte específicas e que investe horas em maratonas de séries em streaming, o projeto ampliou seu foco e se debruça sobre outro tema, visto como sombrio, triste e sobrenatural – a morte.

“A morte é um assunto que causa sempre um incomodo entre as pessoas. Quando surge no meio de crianças e adolescentes então, não sabemos o que falar e como falar. Mas ela está aí, sendo noticiada diariamente. Por outro lado, as crianças e adolescentes também veem na morte um universo de fascínio sobrenatural. E é a partir desta mistura – do real e do imaginário – que criamos o espetáculo”, revela André Valim, um dos idealizadores.

É claro que a própria figura da Morte não poderia ficar de fora. No espetáculo, são elas – as personificações da Morte – as condutoras e narradoras de todas as histórias, pois são as únicas que presenciam todos os acontecimentos. Neste encontro íntimo, há espaço para o sombrio, para o misterioso, mas também para o cômico, para o riso, estabelecendo uma relação complexa tal qual é nossa própria forma de lidar com a morte.

SINOPSE
Se a Morte pudesse contar suas histórias, como seriam? De suspense, de horror, de terror? Cômicas, nonsense, cotidianas? Ou tudo isto? Foi-se: histórias que a Morte conta abre as portas da sala, oferece um lugar ao sofá e permite que o público ‘reviva’ momentos peculiares que foram acompanhados de perto por essas três senhoras. Ou três senhores…

Com textos de Carlos Drummond de Andrade, Walt Whitman e Rosa Amanda Strausz, o espetáculo apresenta histórias que brincam com o imaginário humano em torno da morte – real e sobrenatural.

FICHA TÉCNICA
Textos: “Flor, Telefone, Moça”, de Carlos Drummond de Andrade | “A morte na sala de aula”, de Walt Whitman | “Crianças à venda. Tratar aqui”, de Rosa Amanda Strausz
Tradução – “Death in the School-Room”: Ísis Azevedo
Direção: Maria Coelho e Gabriel Mendes
Elenco: Anderson Lopes e André Valim
Luz: Tadeu Aguiar
Figurino: Valério Bandeira
Músicas: Marcello Sader
Cenografia: André Valim e Day Bertolossi
Supervisão de Cenografia: Daniele Geammal
Assistência de Produção: Juliana Valin
Designer Gráfico: Vitor Gonçalves
Fotos: Fernando Carvalho
Realização: Onírico Cia de Teatro

01 a 16 de fevereiro de 2020
Sábados e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – 10 anos

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O FAROL

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 16/12/2019 - 17:50

The lighthouse, EUA/Canadá, 2019, 109’, 16 anos
De Robert Eggers
Com Willem Dafoe e Robert Pattinson

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor. Prêmio da Crítica Internacional na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes 2019.

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O FAROL

Centro de Artes UFF - seg, 16/12/2019 - 17:50

The lighthouse, EUA/Canadá, 2019, 109’, 16 anos
De Robert Eggers
Com Willem Dafoe e Robert Pattinson

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor. Prêmio da Crítica Internacional na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes 2019.

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UM DIA DE CHUVA EM NOVA YORK

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 16/12/2019 - 17:36

A rainy day in New York, EUA, 2019, 93’, 14 anos
De Woody Allen
Com Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Jude Law, Diego Luna

Os jovens Ashleigh e Gatsby formam um casal que planeja uma viagem romântica a Nova York. No entanto, quando chegam na cidade, os planos mudam: Ashleigh descobre a possibilidade de fazer uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard e Gatsby acaba encontrando a irmã de uma antiga namorada. Ao longo do passeio, Ashleigh e Gatsby descobrem novas paixões e oportunidades únicas.

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