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HUAP - ter, 25/06/2019 - 22:41
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DOUTORADO EM MÍDIA E COTIDIANO

Pós-Graduação: editais e inscrições - ter, 25/06/2019 - 00:00
Número: 3486Órgão responsável: PROPPiTipo: Pós-GraduaçãoErrata: SimResultado do edital: PublicadoTelefone do responsável: 2126299684Descrição: 

CONFORME DESCRITO NO EDITAL

Arquivos:  Aditamento_2020-1_MÍDIA_E_COTIDIANO__-_D.pdfLinks relacionados: http://www.ppgmidiaecotidiano.uff.br/site/
Categorias: Editais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Pós-Graduação: editais e inscrições - ter, 25/06/2019 - 00:00
Número: 3542Órgão responsável: PROPPiTipo: Pós-GraduaçãoErrata: NãoResultado do edital: PublicadoTelefone do responsável: 2421073509Descrição: 

PROVA, ANÁLISE DE CURRÍCULO, DEFESA DE PROJETO.

Arquivos:  EDITAL.pdfLinks relacionados: http://www.ppgep.uff.br
Categorias: Editais

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HUAP - seg, 24/06/2019 - 22:40
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DIVINO AMOR

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 15:42

Brasil, 2019, 100’, 18 anos
De Gabriel Mascaro
Com Dira Paes, Julio Machado, Emílio de Mello, Teca Pereira

Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus.

Categorias: Centro de Artes UFF

DIVINO AMOR

Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 15:42

Brasil, 2019, 100’, 18 anos
De Gabriel Mascaro
Com Dira Paes, Julio Machado, Emílio de Mello, Teca Pereira

Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus.

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O LOBO ATRÁS DA PORTA

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 15:39

Brasil, 2013, 104’, 16 anos
De Fernando Coimbra
Com Leandra Leal, Milhem Cortaz, Fabiula Nascimento

Três pessoas são interrogadas na delegacia depois que uma criança é raptada. Sylvia e Bernardo são os pais da vítima. Rosa é amante de Bernardo. Os três prestam depoimentos contraditórios e, aos poucos, nos levam aos recantos mais obscuros dos desejos, mentiras, carências e perversidades do relacionamento desses três personagens conturbados. Melhor Filme e Melhor Atriz (Leandra Leal) no Festival do Rio 2013, Melhor Roteiro no Prêmio APCA 2014 (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Melhor Filme Brasileiro 2014 pela ABRACCINE (Assoc. Brasileira de Críticos de Cinema), Melhor Atriz na primeira edição do Prêmio Fênix do Cinema Iberoamericano e Melhor Filme, Atriz, Atriz Coadjuvante (Thalita Carauta), Direção e Roteiro Original no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2015.

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O LOBO ATRÁS DA PORTA

Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 15:39

Brasil, 2013, 104’, 16 anos
De Fernando Coimbra
Com Leandra Leal, Milhem Cortaz, Fabiula Nascimento

Três pessoas são interrogadas na delegacia depois que uma criança é raptada. Sylvia e Bernardo são os pais da vítima. Rosa é amante de Bernardo. Os três prestam depoimentos contraditórios e, aos poucos, nos levam aos recantos mais obscuros dos desejos, mentiras, carências e perversidades do relacionamento desses três personagens conturbados. Melhor Filme e Melhor Atriz (Leandra Leal) no Festival do Rio 2013, Melhor Roteiro no Prêmio APCA 2014 (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Melhor Filme Brasileiro 2014 pela ABRACCINE (Assoc. Brasileira de Críticos de Cinema), Melhor Atriz na primeira edição do Prêmio Fênix do Cinema Iberoamericano e Melhor Filme, Atriz, Atriz Coadjuvante (Thalita Carauta), Direção e Roteiro Original no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2015.

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Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro

Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:35

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro – Homenagem a Gonzagão

A Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, formada por 16 sanfoneiros, além de cantores e percussionistas, resgata os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil, e inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas – de vários autorais, com arranjos novos de Marcelo Caldi, ao lado de músicas autorais, criadas, em sua maioria, pelos membros do grupo.

O objetivo é romper as fronteiras da música e revelar a grandiosidade e versatilidade do instrumento, expandindo-o para novas fronteiras sonoras. A Orquestra é idealizada e comandada por Marcelo Caldi, expoente da nova geração brasileira de músicos e um dos responsáveis por revitalizar o acordeom no cenário contemporâneo, dando ao fole um novo “sotaque”, em diálogo com o choro, baião, tango e outros gêneros latinos. Caldi é também diretor musical e arranjador do grupo.

Dentre os componentes, destaca-se ainda a arte-educadora, regente e professora Norma Nogueira, coordenadora do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e responsável pelo núcleo de acordeom da Escola Villa-Lobos, de onde saiu a maioria dos membros da Sanfônica.

Além do ineditismo de reunir vários acordeões numa única formação em terras cariocas, outro diferencial da Orquestra é a heterogeneidade do grupo, do qual fazem parte professores, autodidatas no instrumento, estudantes universitários e artistas circenses, provenientes de várias regiões da cidade e de classes sociais distintas. O grupo se valeu da linguagem do circo, por meio de números clássicos, numa série de apresentações ao público nas praças do Rio de Janeiro. Também foi o destaque do 14º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, 2016. A Sanfônica também tocou na Sala Cecília Meireles, ocasião do lançamento do novo CD de Marcelo Caldi, A sanfona é meu dom.

A Orquestra Sanfônica surgiu a partir do interesse dos membros em se aprimorar no instrumento, um dos mais representativos da cultura popular brasileira. Desde a época de Mário Masquarenhas, responsável por criar o mais famoso método de sanfona do país, nos anos 1950, a cidade não possuía uma formação desse tipo. Marcelo Caldi vem desenvolvendo com a Orquestra um novo método de aprendizagem do fole, considerando os vários gêneros pelos quais o instrumento passeia, além de incorporar as inovações pedagógicas da educação musical das últimas décadas.

Este ano, em que se comemora o centenário de nascimento do mestre Jackson do Pandeiro, a Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, dedica seu novo show a ele, com muitas de suas composições, no repertório da orquestra, em arranjos inéditos de Marcelo Caldi.

Jackson do Pandeiro nasceu em Alagoa Grande, Paraíba, em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que deu a ele o seu primeiro instrumento: o pandeiro. Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, foi que Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: Sebastiana, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.

No Rio, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com O canto da ema, Chiclete com banana, Um a Um e Xote de Copacabana. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.

Já com sessenta e três anos, sofrendo de diabetes, ao fazer um show em Santa Cruz de Capibaribe, sentiu-se mal, mas não quis deixar o palco. Já estava enfartado, mas continuou cantando, tendo feito ainda mais dois shows nessas condições, apesar do companheiro Severo, que o acompanhou durante anos na sanfona, ter insistido com ele para cancelar os compromissos: ele não permitiu. Indo depois cumprir outros compromissos em Brasília, passou mal, tendo desmaiado no aeroporto e sendo transferido para o hospital. Dias depois, faleceu de embolia cerebral, em 10 de julho de 1982.

06 e 07 de julho de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro

Música - Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:35

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro – Homenagem a Gonzagão

A Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, formada por 16 sanfoneiros, além de cantores e percussionistas, resgata os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil, e inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas – de vários autorais, com arranjos novos de Marcelo Caldi, ao lado de músicas autorais, criadas, em sua maioria, pelos membros do grupo.

O objetivo é romper as fronteiras da música e revelar a grandiosidade e versatilidade do instrumento, expandindo-o para novas fronteiras sonoras. A Orquestra é idealizada e comandada por Marcelo Caldi, expoente da nova geração brasileira de músicos e um dos responsáveis por revitalizar o acordeom no cenário contemporâneo, dando ao fole um novo “sotaque”, em diálogo com o choro, baião, tango e outros gêneros latinos. Caldi é também diretor musical e arranjador do grupo.

Dentre os componentes, destaca-se ainda a arte-educadora, regente e professora Norma Nogueira, coordenadora do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e responsável pelo núcleo de acordeom da Escola Villa-Lobos, de onde saiu a maioria dos membros da Sanfônica.

Além do ineditismo de reunir vários acordeões numa única formação em terras cariocas, outro diferencial da Orquestra é a heterogeneidade do grupo, do qual fazem parte professores, autodidatas no instrumento, estudantes universitários e artistas circenses, provenientes de várias regiões da cidade e de classes sociais distintas. O grupo se valeu da linguagem do circo, por meio de números clássicos, numa série de apresentações ao público nas praças do Rio de Janeiro. Também foi o destaque do 14º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, 2016. A Sanfônica também tocou na Sala Cecília Meireles, ocasião do lançamento do novo CD de Marcelo Caldi, A sanfona é meu dom.

A Orquestra Sanfônica surgiu a partir do interesse dos membros em se aprimorar no instrumento, um dos mais representativos da cultura popular brasileira. Desde a época de Mário Masquarenhas, responsável por criar o mais famoso método de sanfona do país, nos anos 1950, a cidade não possuía uma formação desse tipo. Marcelo Caldi vem desenvolvendo com a Orquestra um novo método de aprendizagem do fole, considerando os vários gêneros pelos quais o instrumento passeia, além de incorporar as inovações pedagógicas da educação musical das últimas décadas.

Este ano, em que se comemora o centenário de nascimento do mestre Jackson do Pandeiro, a Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, dedica seu novo show a ele, com muitas de suas composições, no repertório da orquestra, em arranjos inéditos de Marcelo Caldi.

Jackson do Pandeiro nasceu em Alagoa Grande, Paraíba, em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que deu a ele o seu primeiro instrumento: o pandeiro. Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, foi que Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: Sebastiana, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.

No Rio, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com O canto da ema, Chiclete com banana, Um a Um e Xote de Copacabana. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.

Já com sessenta e três anos, sofrendo de diabetes, ao fazer um show em Santa Cruz de Capibaribe, sentiu-se mal, mas não quis deixar o palco. Já estava enfartado, mas continuou cantando, tendo feito ainda mais dois shows nessas condições, apesar do companheiro Severo, que o acompanhou durante anos na sanfona, ter insistido com ele para cancelar os compromissos: ele não permitiu. Indo depois cumprir outros compromissos em Brasília, passou mal, tendo desmaiado no aeroporto e sendo transferido para o hospital. Dias depois, faleceu de embolia cerebral, em 10 de julho de 1982.

06 e 07 de julho de 2019
Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)
Classificação: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Sandra de Sá e Elas

Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:26

Sandra de Sá e Elas é o nome do novo show que a premiada compositora e intérprete Sandra de Sá apresenta no Teatro da UFF, dia 10 de julho, às 16h, dentro da programação da série “Show das 4”.

Sandra de Sá, nesse novo show, convida as cantoras Nanda Fellyx e Simone Floresta, sua esposa há dois anos. As duas são talentosas cantoras descobertas pela própria Sandra, em projetos de espetáculos anteriores, e vêm se apresentando com a “Rainha do Soul Brasileiro” em vários shows.

Irreverente e super premiada como intérprete e compositora, Sandra de Sá é uma das maiores representantes da MPB, que em sua visão político-musical significa “Música Preta Brasileira”. Segundo ela, a ideia desse show é tocar todos os ritmos, com pitadas de MPB, soul, samba e funk.

Juntas, Sandra, Nanda Fellyx e Simone Floresta prometem fazer um show intimista, calçado na voz, no baixo, violão/guitarra e percuteria. As três interpretam clássicos do seu repertório, tais como  Retratos e Canções, Vale Tudo, Joga Fora, Bye Bye Tristeza, Olhos Coloridos, em um show com muita emoção e talento.

Entre os prêmios que Sandra de Sá recebeu, destacam-se o Troféu Imprensa de Melhor Música de 1987, com a canção Solidão, Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1988), Prêmio Sharp de Melhor Disco (1988), Troféu Imprensa de Melhor Cantora (1990), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1993), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1995), Prêmio Sharp de Melhor Música de 1996, com a canção Sozinha, e o 16º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora de Pop/Rock (2005).

10 de julho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Sandra de Sá e Elas

Música - Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:26

Sandra de Sá e Elas é o nome do novo show que a premiada compositora e intérprete Sandra de Sá apresenta no Teatro da UFF, dia 10 de julho, às 16h, dentro da programação da série “Show das 4”.

Sandra de Sá, nesse novo show, convida as cantoras Nanda Fellyx e Simone Floresta, sua esposa há dois anos. As duas são talentosas cantoras descobertas pela própria Sandra, em projetos de espetáculos anteriores, e vêm se apresentando com a “Rainha do Soul Brasileiro” em vários shows.

Irreverente e super premiada como intérprete e compositora, Sandra de Sá é uma das maiores representantes da MPB, que em sua visão político-musical significa “Música Preta Brasileira”. Segundo ela, a ideia desse show é tocar todos os ritmos, com pitadas de MPB, soul, samba e funk.

Juntas, Sandra, Nanda Fellyx e Simone Floresta prometem fazer um show intimista, calçado na voz, no baixo, violão/guitarra e percuteria. As três interpretam clássicos do seu repertório, tais como  Retratos e Canções, Vale Tudo, Joga Fora, Bye Bye Tristeza, Olhos Coloridos, em um show com muita emoção e talento.

Entre os prêmios que Sandra de Sá recebeu, destacam-se o Troféu Imprensa de Melhor Música de 1987, com a canção Solidão, Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1988), Prêmio Sharp de Melhor Disco (1988), Troféu Imprensa de Melhor Cantora (1990), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1993), Prêmio Sharp de Melhor Cantora (1995), Prêmio Sharp de Melhor Música de 1996, com a canção Sozinha, e o 16º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora de Pop/Rock (2005).

10 de julho de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Festival Tudo Blues

Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:03

25/07 (quinta) – 20h – Victor Biglione Trio

26/07 (sexta) – 20h – Jefferson Gonçalves e Banda

27/07 (sábado) – 20h – Soulshine Jam Band

28/07 (domingo) – 19h – The Ramblin’ Brothers

 

VICTOR BIGLIONE TRIO – 25 DE JULHO (QUINTA) – 20h

Victor Biglione vem com um show que trata de uma época riquíssima culturalmente na Inglaterra, principalmente no rock e no resgate britânico do blues, dos utópicos e criativos anos 1960. Biglione apresenta um leque de músicas que farão com que o público se reporte a esse rico período musical. O repertório engloba os principais nomes do movimento, como Rolling Stones, Jeff Beck Group, B.B. King, Led Zeppelin, Deep Purple, Santana, Beatles, Jimmy Hendrix, Cream, Fleetwood Mac entre outros, ou seja, uma viagem de muita criatividade e psicodelismo.

Biglione tem longa trajetória no rock e no blues, nacional e internacional, já tendo tocando e/ou gravado com nomes como: A Cor do Som, Andreas Kisser (Sepultura), Edgar Scandura (Ira), Banda Black Rio, Blues Etílicos, Big Gilson, Cássia Eller, Cazuza, Sergio Dias (Mutantes), Serguei, Andy Summers (The Police) com quem lançou 2 CD’s em parceria, Jean Dummé (Focus), John Hiseman (Colosseum), Kat Dyson (Prince), Manhattan Transfer com o qual ganhou o prêmio Grammy de 1988, Patrick Moraz (Yes) e Steve Hackett (Genesis).

 

JEFFERSON GONÇALVES E BANDA – 26 DE JULHO (SEXTA) – 20h

Jefferson Gonçalves é uma das principais referências dentro do cenário da gaita no Brasil e no mundo. Seu trabalho já foi elogiado por vários músicos, revistas e sites internacionais. Com seu estilo inconfundível e original consolida, de vez, sua competência e criatividade fazendo misturas autênticas, onde estilos diferentes se unem para criar uma atmosfera tipicamente brasileira. Sua gaita faz um mix entre a música negra norte americana e o regionalismo dos ritmos nordestinos como o forró, o baião, o xaxado e o maracatu, entre outros.

Jefferson já se apresentou em algumas das melhores casas de Blues do mundo, como: Teatro San Martin (Buenos Aires), Blue Note (Nova York), Deep Ellum Blues (Texas) e Bamboo Room (Flórida). Em seu currículo, também constam apresentações na Espanha (Madrid e Toledo), Alemanha (Frankfurt), Chile (Santiago e Valparaíso) e África (Senegal).

 

SOULSHINE JAM BAND – 27 DE JULHO (SÁBADO) – 20h

Formada por André Santanna (guitarra, baixo e backing vocal), Greg Wilson (guitarra e voz), Ricardo Romão (violão, guitarra e voz), João Pompeo (teclado, piano e baixo), Rodrigo Machado (bateria e backing vocal) e Guilherme Bedran (violino), a banda tem o objetivo de criar uma autêntica jam session band, com improvisos, solos  e arranjos próprios, algo novo que possa chegar de forma requintada ao público, apresentando algumas composições próprias e homenageando grandes músicos e bandas como George Harrison, Donavon, JJ Cale, Eric Clapton, Greg Allman, Greatfull Dead, Doobie Brothers, The Band, Santana, The Doors, entre vários outros que fazem parte da identidade da banda.

 

THE RAMBLIN’ BROTHERS – 28 DE JULHO (DOMINGO) – 19h

Com um repertório inteiramente dedicado ao The Allman Brothers Band, Alexandre Barcelos (guitarra), Kleber Dias (guitarra e voz), Fabio Mesquita (baixo), Ricardo Magoo (órgão) e Marco BZ (bateria), apresentarão grandes clássicos dessa banda histórica que influenciou o trabalho de cada um, como Statesboro Blues, Jessica, Melissa, Whipping Post e Dreams.

A Ramblin’ Brothers é formada por músicos que já estão com mais de vinte e cinco anos na estrada do blues e do rock, vindo de bandas consagradas no cenário brasileiro, como Baseado em Blues, Suburblues e Blues Power. Já acompanharam vários artistas internacionais em suas turnês pelo Brasil, como Peter MadCat, Norton Buffalo, Jammie Wood e Johnny O. Band, entre outros. São músicos que estão presentes constantemente nos festivais de blues e jazz que acontecem todo ano pelo Brasil, seja trabalhando com músicos nacionais ou internacionais.

De 25 a 28 de julho de 2019
Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Preços para cada show: R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia entrada)
Preço do combo para os quatro shows: R$120,00 (valor único)
Indicação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Festival Tudo Blues

Música - Centro de Artes UFF - seg, 24/06/2019 - 11:03

25/07 (quinta) – 20h – Victor Biglione Trio

26/07 (sexta) – 20h – Jefferson Gonçalves e Banda

27/07 (sábado) – 20h – Soulshine Jam Band

28/07 (domingo) – 19h – The Ramblin’ Brothers

 

VICTOR BIGLIONE TRIO – 25 DE JULHO (QUINTA) – 20h

Victor Biglione vem com um show que trata de uma época riquíssima culturalmente na Inglaterra, principalmente no rock e no resgate britânico do blues, dos utópicos e criativos anos 1960. Biglione apresenta um leque de músicas que farão com que o público se reporte a esse rico período musical. O repertório engloba os principais nomes do movimento, como Rolling Stones, Jeff Beck Group, B.B. King, Led Zeppelin, Deep Purple, Santana, Beatles, Jimmy Hendrix, Cream, Fleetwood Mac entre outros, ou seja, uma viagem de muita criatividade e psicodelismo.

Biglione tem longa trajetória no rock e no blues, nacional e internacional, já tendo tocando e/ou gravado com nomes como: A Cor do Som, Andreas Kisser (Sepultura), Edgar Scandura (Ira), Banda Black Rio, Blues Etílicos, Big Gilson, Cássia Eller, Cazuza, Sergio Dias (Mutantes), Serguei, Andy Summers (The Police) com quem lançou 2 CD’s em parceria, Jean Dummé (Focus), John Hiseman (Colosseum), Kat Dyson (Prince), Manhattan Transfer com o qual ganhou o prêmio Grammy de 1988, Patrick Moraz (Yes) e Steve Hackett (Genesis).

 

JEFFERSON GONÇALVES E BANDA – 26 DE JULHO (SEXTA) – 20h

Jefferson Gonçalves é uma das principais referências dentro do cenário da gaita no Brasil e no mundo. Seu trabalho já foi elogiado por vários músicos, revistas e sites internacionais. Com seu estilo inconfundível e original consolida, de vez, sua competência e criatividade fazendo misturas autênticas, onde estilos diferentes se unem para criar uma atmosfera tipicamente brasileira. Sua gaita faz um mix entre a música negra norte americana e o regionalismo dos ritmos nordestinos como o forró, o baião, o xaxado e o maracatu, entre outros.

Jefferson já se apresentou em algumas das melhores casas de Blues do mundo, como: Teatro San Martin (Buenos Aires), Blue Note (Nova York), Deep Ellum Blues (Texas) e Bamboo Room (Flórida). Em seu currículo, também constam apresentações na Espanha (Madrid e Toledo), Alemanha (Frankfurt), Chile (Santiago e Valparaíso) e África (Senegal).

 

SOULSHINE JAM BAND – 27 DE JULHO (SÁBADO) – 20h

Formada por André Santanna (guitarra, baixo e backing vocal), Greg Wilson (guitarra e voz), Ricardo Romão (violão, guitarra e voz), João Pompeo (teclado, piano e baixo), Rodrigo Machado (bateria e backing vocal) e Guilherme Bedran (violino), a banda tem o objetivo de criar uma autêntica jam session band, com improvisos, solos  e arranjos próprios, algo novo que possa chegar de forma requintada ao público, apresentando algumas composições próprias e homenageando grandes músicos e bandas como George Harrison, Donavon, JJ Cale, Eric Clapton, Greg Allman, Greatfull Dead, Doobie Brothers, The Band, Santana, The Doors, entre vários outros que fazem parte da identidade da banda.

 

THE RAMBLIN’ BROTHERS – 28 DE JULHO (DOMINGO) – 19h

Com um repertório inteiramente dedicado ao The Allman Brothers Band, Alexandre Barcelos (guitarra), Kleber Dias (guitarra e voz), Fabio Mesquita (baixo), Ricardo Magoo (órgão) e Marco BZ (bateria), apresentarão grandes clássicos dessa banda histórica que influenciou o trabalho de cada um, como Statesboro Blues, Jessica, Melissa, Whipping Post e Dreams.

A Ramblin’ Brothers é formada por músicos que já estão com mais de vinte e cinco anos na estrada do blues e do rock, vindo de bandas consagradas no cenário brasileiro, como Baseado em Blues, Suburblues e Blues Power. Já acompanharam vários artistas internacionais em suas turnês pelo Brasil, como Peter MadCat, Norton Buffalo, Jammie Wood e Johnny O. Band, entre outros. São músicos que estão presentes constantemente nos festivais de blues e jazz que acontecem todo ano pelo Brasil, seja trabalhando com músicos nacionais ou internacionais.

De 25 a 28 de julho de 2019
Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Preços para cada show: R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia entrada)
Preço do combo para os quatro shows: R$120,00 (valor único)
Indicação etária: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

DOUTORADO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Pós-Graduação: editais e inscrições - seg, 24/06/2019 - 00:00
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MESTRADO ACADÊMICO EM MÍDIA E COTIDIANO

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MESTRADO ACADÊMICO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

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