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Programa de Mobilidade Virtual Internacional ANDIFES - Destino: Brasil

Editais - SRI - qui, 15/04/2021 - 12:45
Número: 03/2021Órgão responsável: SRITipo: Chamada PúblicaErrata: NãoResultado do edital: Não publicadoTelefone do responsável: (21)2629-2004Email: sri@id.uff.brDescrição: 

O presente chamada objetiva selecionar cursos virtuais para comporem o "Programa de Mobilidade Virtual Internacional ANDIFES - Destino: Brasil", criado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). O referido Programa tem por objetivo a proposição de oferta coletiva, no âmbito da ANDIFES, de cursos a serem oferecidos em língua estrangeira a parceiros internacionais, na modalidade virtual, de forma a proporcionar aos participantes uma experiência de imersão em diferentes aspectos da cultura brasileira. Desta forma, pretende-se criar um programa amplo de mobilidade virtual que vise à promoção do Ensino Federal brasileiro no exterior; a valorização e disseminação da(s) língua(s) e da diversidade cultural brasileira em âmbito internacional; o aumento da atratividade internacional das IFES brasileiras e a dinamização do processo de internacionalização das instituições envolvidas.

Arquivos:  Edital Destino Brasil.pdf Anexo I - Formulário de proposta de curso para mobilidade virtual.pdfLinks relacionados: Andifes lança Programa de Mobilidade Virtual InternacionalPalavras-chave: SRIAndifes
Categorias: Editais

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HUAP - qui, 08/04/2021 - 22:27
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Nativas Narrativas – o modo indígena de fazer cinema

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:23

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

Nativas Narrativas – o modo  indígena de fazer cinema

  • Mokoi Kovoé
  • Nhaderu

Ao final da sessão ocorrerá um debate.

29 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

Nativas Narrativas – o modo indígena de fazer cinema

Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:23

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

Nativas Narrativas – o modo  indígena de fazer cinema

  • Mokoi Kovoé
  • Nhaderu

Ao final da sessão ocorrerá um debate.

29 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

DITADURA, VIOLÊNCIA E MEMÓRIA – Ciclo Nativas Narrativas

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:21

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

DITADURA, VIOLÊNCIA E MEMÓRIA

Sabemos e falamos pouco sobre a violência da ditadura militar no Brasil, e desse pouco, muito é dito sobre as cidades, mas e a ditadura no campo no interior? E o que sabemos sobre as práticas autoritárias e violentas da ditadura contra os povos indígenas? Recuperar e debater essas memórias é fundamental para o nosso presente e futuro.

GRIN – Guarda Rural Indígena
Duração: 40m
Ano: 2016

Sinopse: Um cineasta maxakali resgata memórias sobre a formação da Guarda Rural Indígena (Grin) durante a ditadura militar, com relatos das violências sofridas pelos seus parentes.

“Hãmxomã’ax hitap xop yãgmũg putox kopa pip apia xaxok putup’ah. Kutex ũgmũyõg nõ’õm apxaxok putup’ah.”
“​O passado ainda é. O passado insiste em ser. ​ ​Cantamos, e o que é nosso não é
esquecido​.​”

No processo de realização do filme, entrevistas coletadas pelos diretores​ foram repassadas ao Ministério Público de MG ​em pedido de indenização​ ​aos povos originários ​pelo sofrido durante a Ditadura Militar. ​Essa ação auxiliou em processo jun​t​o aos Krenak; seguimos agora​ ​tentando​ ​​reconhecimento​ ​junto aos Maxakali.

22 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

DITADURA, VIOLÊNCIA E MEMÓRIA – Ciclo Nativas Narrativas

Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:21

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

DITADURA, VIOLÊNCIA E MEMÓRIA

Sabemos e falamos pouco sobre a violência da ditadura militar no Brasil, e desse pouco, muito é dito sobre as cidades, mas e a ditadura no campo no interior? E o que sabemos sobre as práticas autoritárias e violentas da ditadura contra os povos indígenas? Recuperar e debater essas memórias é fundamental para o nosso presente e futuro.

GRIN – Guarda Rural Indígena
Duração: 40m
Ano: 2016

Sinopse: Um cineasta maxakali resgata memórias sobre a formação da Guarda Rural Indígena (Grin) durante a ditadura militar, com relatos das violências sofridas pelos seus parentes.

“Hãmxomã’ax hitap xop yãgmũg putox kopa pip apia xaxok putup’ah. Kutex ũgmũyõg nõ’õm apxaxok putup’ah.”
“​O passado ainda é. O passado insiste em ser. ​ ​Cantamos, e o que é nosso não é
esquecido​.​”

No processo de realização do filme, entrevistas coletadas pelos diretores​ foram repassadas ao Ministério Público de MG ​em pedido de indenização​ ​aos povos originários ​pelo sofrido durante a Ditadura Militar. ​Essa ação auxiliou em processo jun​t​o aos Krenak; seguimos agora​ ​tentando​ ​​reconhecimento​ ​junto aos Maxakali.

22 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

OLHARES E ESCUTAS ENTRE MUNDOS – Ciclo Nativas Narrativas

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:17

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

OLHARES E ESCUTAS ENTRE MUNDOS

O filme-ritual como produção de mundos, a produção de mundos como partilha do sensível. Através de olhares e escutas, experimentam-se relações que se propõem na própria atividade xamânica: vendo menos, não vendo, sendo vistos de modo ativo, vendo o que se escuta e o que está além, somos convidados à relação cinematográfica e xamânica que constituem o cinema.

FILMES

Jakaira, o Dono do Milho Branco
Duração: 15m47s
Ano: 2019

Sinopse: Na aldeia Guyra Kambi’y o povo Kaiowá (MS/Brasil) realiza a festa de batismo do milho branco, o Jerosy Puku. Os cantos e as danças conduzem a vinda de Jakaira, o dono do milho branco, entidade associada à fertilidade das roças. Misturando narrativa documental com elementos ficcionais, o filme fala da importância da manutenção dos costumes para a preservação do “jeito de ser” Kaiowá (ñandereko).

Edição: Ademilson Kiki Concianza, Gilmar Kiripuku Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Orientação: Eliel Benites
Câmera Ademilson Kiki Concianza, Gilmar Kiripuku Galache e Renan Braga

 

Kipaexoti
Duração: 15 min
Ano: 2020

Sinopse: Kipaexoti é um filme produzido pela Ascuri que mostra a força e resistência do Povo Terena da aldeia Cachoeirinha (mbokoti) no Pantanal Sul (Miranda – MS), em manter viva sua dança tradicional denominada kipaexoti, também conhecida como dança da Ema.

Direção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Imagens: Gilmar Kiripuku Galache e Sidivaldo Nguli Julio
Edição: Gilmar Kiripuku Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Tradução Zuleica Tiago

 

Festa do Porcão
Duração: 21 min
Ano: 2015

Sinopse: A festa do Mbebe Akaee, ou a Festa do Porcão, é a principal festa do Povo Cinta Larga. Os convidados de outras aldeias são convidados a dançar, cantar, beber a chicha de mandioca, se divertir e principalmente flechar de forma ritualizada o porco do mato. A Festa foi realizada na Aldeia Roosevelt (RO).

Direção: Nadja Marin e Justino Cinta Larga
Realização: Imagens e Produção: Coletivo Akubaaj Cinta Larga de Cinema
Apoio: LISA-USP e ASCURI

 

Tatakox Vila Nova
Duração: 28 min
Ano: 2008

Sinopse: Quando as mulheres sentem saudade das suas crianças que morreram pequenas, os Tatakox vão buscá-las e trazem-nas às aldeias para que as mães as vejam. Com a filmadora nós pudemos ver de onde os Tatakox tiram as crianças. Depois, no mesmo dia, os meninos vivos da aldeia são levados por de suas mães pelos espíritos para ficar na casa dos homens e aprender

Direção: Guigui Maxakali
Realização: Aldeia Maxakali Vila Nova
Produção: Aldeia Maxakali Vila Nova
Fotografia: João Duro Maxakali
Montagem: Mari Corrêa

15 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

OLHARES E ESCUTAS ENTRE MUNDOS – Ciclo Nativas Narrativas

Centro de Artes UFF - qui, 08/04/2021 - 13:17

Ciclo Nativas Narrativas

No contexto atual  tem se ampliado o interesse em nos voltarmos para as perspectivas e saberes dos povos nativos, embora de maneira tardia e mais lenta que o necessário, como que em busca de traçar outros caminhos frente à crise na qual a chamada “civilização” se encontra imersa. O cinema realizado pelos povos indígenas, há pelo menos três décadas, segue transformando as telas em janelas para outros mundos possíveis.

Narrar a si, narrar o outro. A diversidade do cinema indígena, com seus próprios modos de fazer e construir coletivamente, nos coloca diante de potentes questões.

Que narrativas sobre si se dão a ver nessas produções? Quais as suas relações e (cosmo)visões sobre a roça, a alimentação tradicional, a cura, os cantos, as danças, a língua, sobre tudo que permeia o dia-a-dia dessas comunidades?

Que olhar lançam para a sociedade envolvente, o seu outro? E que novas visões poderão ser acessadas por essa sociedade ao ser por eles colocada em perspectiva?

O Ciclo Nativas Narrativas, fruto da parceria entre o coletivo Ascuri e a Rede CineFlecha, traz um abrangente panorama da mais recente produção audiovisual indígena. A maior parte dos filmes aqui apresentados foram exibidos também na I Mostra CineFlecha (2020), trazida agora para o Centro de Artes UFF de forma itinerante.

OLHARES E ESCUTAS ENTRE MUNDOS

O filme-ritual como produção de mundos, a produção de mundos como partilha do sensível. Através de olhares e escutas, experimentam-se relações que se propõem na própria atividade xamânica: vendo menos, não vendo, sendo vistos de modo ativo, vendo o que se escuta e o que está além, somos convidados à relação cinematográfica e xamânica que constituem o cinema.

FILMES

Jakaira, o Dono do Milho Branco
Duração: 15m47s
Ano: 2019

Sinopse: Na aldeia Guyra Kambi’y o povo Kaiowá (MS/Brasil) realiza a festa de batismo do milho branco, o Jerosy Puku. Os cantos e as danças conduzem a vinda de Jakaira, o dono do milho branco, entidade associada à fertilidade das roças. Misturando narrativa documental com elementos ficcionais, o filme fala da importância da manutenção dos costumes para a preservação do “jeito de ser” Kaiowá (ñandereko).

Edição: Ademilson Kiki Concianza, Gilmar Kiripuku Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Orientação: Eliel Benites
Câmera Ademilson Kiki Concianza, Gilmar Kiripuku Galache e Renan Braga

 

Kipaexoti
Duração: 15 min
Ano: 2020

Sinopse: Kipaexoti é um filme produzido pela Ascuri que mostra a força e resistência do Povo Terena da aldeia Cachoeirinha (mbokoti) no Pantanal Sul (Miranda – MS), em manter viva sua dança tradicional denominada kipaexoti, também conhecida como dança da Ema.

Direção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Imagens: Gilmar Kiripuku Galache e Sidivaldo Nguli Julio
Edição: Gilmar Kiripuku Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Tradução Zuleica Tiago

 

Festa do Porcão
Duração: 21 min
Ano: 2015

Sinopse: A festa do Mbebe Akaee, ou a Festa do Porcão, é a principal festa do Povo Cinta Larga. Os convidados de outras aldeias são convidados a dançar, cantar, beber a chicha de mandioca, se divertir e principalmente flechar de forma ritualizada o porco do mato. A Festa foi realizada na Aldeia Roosevelt (RO).

Direção: Nadja Marin e Justino Cinta Larga
Realização: Imagens e Produção: Coletivo Akubaaj Cinta Larga de Cinema
Apoio: LISA-USP e ASCURI

 

Tatakox Vila Nova
Duração: 28 min
Ano: 2008

Sinopse: Quando as mulheres sentem saudade das suas crianças que morreram pequenas, os Tatakox vão buscá-las e trazem-nas às aldeias para que as mães as vejam. Com a filmadora nós pudemos ver de onde os Tatakox tiram as crianças. Depois, no mesmo dia, os meninos vivos da aldeia são levados por de suas mães pelos espíritos para ficar na casa dos homens e aprender

Direção: Guigui Maxakali
Realização: Aldeia Maxakali Vila Nova
Produção: Aldeia Maxakali Vila Nova
Fotografia: João Duro Maxakali
Montagem: Mari Corrêa

15 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

Categorias: Centro de Artes UFF

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HUAP - qua, 07/04/2021 - 21:59
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